Relatório da Administração
1.
Identidade organizacional
Missão:
“Fortalecer e estimular a interação solidária entre agricultores e cooperativas
através do crédito orientado e da educação financeira com a construção do
conhecimento, visando o desenvolvimento sustentável
Visão:
Ser referência no desenvolvimento local por meio do cooperativismo de crédito
solidário, crescendo com foco na agricultura familiar mantendo nosso diferencial a
partir do princípio da democracia, da profissionalização e do crédito orientado,
atendendo a todas as necessidades financeiras e de serviços dos associados. Ter um
modelo de gestão eficiente gerando inclusão financeira e resultado aos cooperados
e as cooperativas de forma solidária e sustentável.
Princípios:
• Democracia
• Articulação com os movimentos populares
• Gestão pelos agricultores familiares
• Transparência
• Solidariedade e cooperação
• Sustentabilidade institucional
• Descentralização
• Honestidade
2.
Composição do Conselho Administrativo
NOME
CARGO
PERÍODO
MANDATO
VALDIR MAGRI
Presidente
2013/2015
LAERCIO JOÃO BOLIS
Vice presidente 2013/2015
ADAIR ALBERTO JACHI
Secretário
2013/2015
AQUELINO DEITOS
Conselheiro
2013/2015
VALDIR AUGUSTO GIACOMOLLI Conselheiro
2013/2015
DEOMIRA BATTISTELLA
Conselheiro
2013/2015
3.
Mensagem da Diretoria
A CRESOL CREDISEARA surgiu da necessidade coletiva de pequenos
agricultores no acesso ao credito de repasse e recursos próprios até então não
alcançado em bancos, a CREDISEARA assumiu esse papel importante de fazer
chegar até o pequeno agricultor os recursos para investir e custear a safra nas
propriedades, mas foi construída também com uma ideologia de ser mentora da
organização do quadro social, na orientação do credito, na assistência técnica de
extensão, incentivo a agroecologia, orgânicos, na busca de programas em
benefício dos sócios, no incentivo as comunidades rurais, na articulação e
contribuição e formação de Cooperativas de Produção, consumo, agroindústrias
Familiares, Sindicato e outras organizações coletivas locais e regionais. A CRESOL
CREDISEARA sempre contribuiu para o desenvolvimento local sustentável através
de suas políticas e ações em favor da comunidade, com isso se fortaleceu e
cresceu atingindo 21 anos de Cooperativismo desde sua constituição. Convicta e
fiel mantendo sua missão e princípios de ser gerenciada pelos agricultores
familiares A CREDISEARA tem orgulho de seu papel. Obrigado a cada associado
que
acredita
e
contribui
com
o
Cooperativismo.
4.
Apresentação:
A Cresol por sua filosofia e princípios é uma organização social onde as ações e
atividades estão voltadas para o desenvolvimento de seus associados. A Cooperativa
é ao mesmo tempo, associação de pessoas e empresa socioeconômica, reunindo
funções sociais e econômicas num mesmo empreendimento. O propósito dos
negócios na sociedade cooperativa é proporcionar retornos aos seus associados,
otimizando desenvolvimento econômico social.
A eficiência operacional contribui para redução de custos nas cooperativas
permitindo a ampliação do volume das operações de crédito de pequenos valores.
Este é o grande desafio e também a grande oportunidade, eficiência e a busca de
escalas darão a relevância econômica e social ao cooperativismo de crédito. O
sistema operacional é parte integrante do projeto de inovação tecnológica que
oferece boas condições de controle e segurança das operações. Estamos investindo
em melhorias no sistema de tecnologia, principalmente relativo a gestão de risco de
inadimplência que envolve análise de crédito, controle de cobrança e o controle dos
processos de alçadas das operações de créditos.
As operações de créditos com maior riscos são submetidas eletronicamente para
área de Riscos da Cresol Central responsável pela emissão de pareceres sobre taxas,
prazos, limites e viabilidade das operações de crédito. A área fica subordinada ao
Diretor de Risco, que é responsável pelo gerenciamento do risco de crédito por
operação individual, ou consolidada da carteira, a fim de assegurar que os limites
operacionais sejam observados. Cabe também a área de risco parametrizar e manter
atualizada as políticas de crédito do Sistema cresol Central aprovada pelo Conselho
de Administração. Essas medidas são importantes para qualificar as práticas de
gestão e melhorar a gestão de riscos de crédito.
O sistema de controle de cobranças permite gerenciar as operações do devedor principal e
dos avalistas segregando a carteira por tipo de procedimento de cobrança. Os dados são
parametrizados no sistema e após entrada no módulo de cobrança o sistema gerencia os
restritivos externos dos devedores principais e solidários.
Os índices de rentabilidade são positivos e satisfatórios considerando o propósito do
negócio cooperativo. Os resultados vêm da boa eficiência operacional, dos juros
gerados pela carteira financiada com recursos próprios e ingressos de aplicações
financeiras.
A Cresol tem entendimento que a melhoria dos processos internos é imprescindível
e faz a diferença para alcançar os objetivos estratégicos definidos. A partir desse
entendimento aprovou plano de contingência de negócios voltados para redução de
riscos, melhorias de controles internos e estruturação tecnológica.
5.
Dados estatísticos
Demonstrativos Contábeis
Descrição dos Itens
Dezembro 2013 Dezembro 2014 Evolução Em Nº Evolução %
Ativos
49.297.630,21
51.167.670,18
1.870.039,97
3,79%
Serviços
13.367.138,93
14.979.345,92
1.612.206,99
12,06%
Ativos + Serviços
62.664.769,14
66.147.016,10
3.482.246,96
5,56%
Associados
2.786,00
2.940,00
154,00
5,53%
Deposito a Vista
3.508.300,25
4.486.622,88
978.322,63
27,89%
Deposito a Prazo
20.860.297,05
24.675.321,15
3.815.024,10
18,29%
Capital Social
6.343.640,00
7.013.325,00
669.685,00
10,56%
Patrimonio de Referencia
7.924.594,16
8.068.341,59
143.747,43
1,81%
Caixa e Bancos e Demais Aplicações
1.246.327,09
1.775.979,77
529.652,68
42,50%
I - BALANÇO PATRIMONIAL (em R$) CÓD. DISCRIMINAÇÃO DOS VERBETES EXERCÍCIO ATUAL EXERCÍCIO ANTERIOR
ATIVO CIRCULANTE 34.798.045,03 27.969.667,97
110 Disponibilidades 64.774,05 55.632,04
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 1.711.205,72 1.190.695,05
131 Carteira Própria 1.711.205,72 1.190.695,05
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 26.012.557,46 18.131.662,29
141 Pagamentos e Recebimentos a Liquidar 109.003,63 119.080,47 Créditos Vinculados 25.903.553,83 18.012.581,82 147 Repasses Interfinanceiros - -149 Centralização Financeira - Cooperativas 25.903.553,83 18.012.581,82
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5.894.149,55 7.933.876,40
161 Operações de Crédito 7.308.963,70 11.001.284,15 169 (Provisão para Oper. de Crédito de Liq. Duvidosa) (1.414.814,15) (3.067.407,75)
OUTROS CRÉDITOS 168.172,62 367.634,22
183 Rendas a Receber 43.635,93 335.100,33
187 Diversos 185.431,38 53.418,81
(60.894,69)
(20.884,92)
OUTROS VALORES E BENS 947.185,63 290.167,97
194 Outros Valores e Bens 1.147.127,59 318.300,00 197 (Provisões para Desvalorizações) (253.257,65) (87.561,37) 199 Despesas Antecipadas 53.315,69 59.429,34
ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 14.799.340,28 18.894.135,73
161 Operações de Empréstimos 14.799.340,28 18.894.135,73
PERMANENTE 1.570.284,87 2.433.826,51 INVESTIMENTOS 1.355.014,72 2.225.827,84 Participações em Coligadas e Controladas 1.355.014,72 2.225.827,84
315 Outros Investimentos 1.355.014,72 2.225.827,84
IMOBILIZADO DE USO 215.270,15 207.998,67
323 Imóveis de Uso 40.000,00 40.000,00 324 Outras Imobilizações de Uso 388.692,40 349.867,01 329 (Depreciações Acumuladas) (213.422,25) (181.868,34)
T O T A L D O A T I V O 51.167.670,18 49.297.630,21 CÓD. DISCRIMINAÇÃO DOS VERBETES EXERCICIO ATUAL EXERCICIO ANTERIOR
PASSIVO CIRCULANTE 32.624.842,51 29.225.892,12 DEPÓSITOS 29.161.944,03 24.368.597,30
411 Depósitos à Vista 4.486.622,88 3.508.300,25 414 Depósitos a Prazo 24.675.321,15 20.860.297,05
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 3.030.076,67 4.462.188,40
441 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar 14.322,90 18.054,59 443 Repasses Interfinanceiros 3.015.753,77 4.444.133,81
OUTRAS OBRIGAÇÕES 432.821,81 395.106,42
491 Cobrança Arrecadação de Tributos e Assemelhados 1.197,09 883,94 493 Sociais e Estatutárias 340.794,36 334.675,56 494 Fiscais e Previdenciárias 24.678,68 18.564,07
503 Diversas 66.151,68 40.982,85
PASSIVO EXIGIVEL A LONGO PRAZO 10.497.757,04 12.203.622,28
Repasses Interfinanceiros 10.497.757,04 12.203.622,28
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 8.045.070,63 7.868.115,81 Capital 7.013.325,00 6.343.640,00
605 De Domiciliados no País 7.013.325,00 6.343.640,00 615 Reservas de Lucros 733.791,58 696.945,27 617 Sobras ou Perdas Acumuladas 297.954,05 827.530,54
T O T A L D O P A S S I V O 51.167.670,18 49.297.630,21
Cooperativa de Crédito Rural Seara - CREDISEARA
Endereço: Avenida Beira Rio, 06 - Centro , CEP: 89.770-000 - Seara - SC CNPJ: 00.204.963/0001-07
II - DEMONSTRAÇÃO DAS SOBRAS E PERDAS
10 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2.627.607,94 5.108.600,86 4.675.905,68
711 - Operações de Credito 1.276.063,56 2.754.694,44 3.431.907,04 715 - Resultado de Oper. Com Tít. e Valores Mobiliários 61.928,26 113.499,72 34.800,02 - Ingressos de Depósitos Intercooperativos 1.289.616,12 2.240.406,70 1.209.198,62
15 DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (78.658,14) (3.437.893,01) (3.363.740,86)
812 - Operações de Captação no Mercado (1.197.994,50) (2.172.970,52) (1.682.793,88) 814 - Operações de Empréstimos e Repasses (176.296,82) (456.170,38) (435.211,77) 820 - Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 1.295.633,18 (808.752,11) (1.245.735,21)
20
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
(10 - 15) 2.548.949,80 1.670.707,85 1.312.164,82 50 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS (486.319,50) (1.130.768,79) (366.622,82)
721 - Receitas de Prestação de Serviços 228.241,73 487.128,52 513.593,78 722 - Rendas de Tarifas Bancárias 15.642,76 27.262,16 10.087,10 822 - Despesas de Pessoal (350.999,69) (674.530,68) (545.100,00) 824 - Outras Despesas Administrativas (412.508,02) (825.870,87) (695.407,32) 826 - Despesas Tributárias (2.485,13) (9.357,18) (3.849,27) 725 - Outras Receitas Operacionais 271.296,21 358.396,59 752.115,45 832 - Outras Despesas Operacionais (235.507,36) (493.797,33) (398.062,56)
60 RESULTADO OPERACIONAL (20 + 50) 2.062.630,30 539.939,06 945.542,00
65 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (828 e 830) (114.126,60) (179.076,90) 42.502,44
- Receitas não Operacionais 175.316,63 187.457,35 103.039,33 - Despesas não Operacionais (289.443,23) (366.534,25) (60.536,89)
75 RESULTADO ANTES DESTINACOES(60 + 65) 1.948.503,70 360.862,16 988.044,44 80 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (3.945,48) (3.945,48) (5.812,34)
890 - Provisão para Imposto de Renda (1.972,74) (1.972,74) (2.906,17) 891 - Provisão para Contribuição Social (1.972,74) (1.972,74) (2.906,17)
85 PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO (893) - (58.962,63) (154.701,56)
- Fundo de Reserva (35.691,67) (98.223,21) - FATES (17.845,83) (49.111,61) - FATES Ato não Cooperativo cfe Lei 5764/71 art. 87 C43 (5.425,13) (7.366,74)
90 SOBRAS/PERDAS A DISPOSICAO AGO (75 - 80 - 85) 1.944.558,22 297.954,05 827.530,54 EXERCÍCIO
ANTERIOR
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO II SEMESTRE
EXERCÍCIO ATUAL EXERCÍCIO ATUAL
III - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)
Capital Reserva Sobras/Perdas
Social Legal Disp.AGO
Saldo em 31.12.2013 6.343.640,00 696.945,27 827.530,54 7.868.115,81
Ajustes de Exercícios Anteriores
-AUMENTO DE CAPITAL:
Sobras e Reservas (capital social) (827.530,54) (827.530,54) Integralização de Capital 1.088.839,00 1.088.839,00 Devolução de Capital (419.154,00) (419.154,00)
Capitalização de Reserva Legal 1.154,64 1.154,64
Resultado Exercício 2014 356.916,68 356.916,68
Destinação Reserva Legal 35.691,67 (35.691,67) -Destinação Fates (17.845,83) (17.845,83) (-) FATES ato não Cooperativo cfe Lei 5.764/71, art 87 (5.425,13) (5.425,13)
Saldo em 31.12.2014 7.013.325,00 733.791,58 297.954,05 8.045.070,63
V - NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL
A Cooperativa tem por objetivos a organização em comum de serviços financeiros, econômicos, creditícios, educativos, habitacionais e assistência técnica aos seus associados. Pode praticar todas as operações compatíveis com a sua modalidade social, dentro do que permite a legislação pertinente, os atos regulamentares oficiais, seu estatuto social e as normas internas da Cresol Central SC/RS.
A Crediseara tem área de atuação limitada ao município sede e aos municípios limítrofes de Itá, Xavantina, Arvoredo, Ipumirim, Arabutã, Xaxim e Paial todos de Santa Catarina.
Autorizada a Funcionar pelo Bacen sob nº PT9400339856, Registro na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina sob nº 424.000.125-58.
NOTA 02 – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
a) Os valores apresentados na Demonstração de Resultado, estão demonstrados em Reais (R$ 1,00).
As Demonstrações contábeis foram elaboradas em conformidade com a legislação fiscal e Societária em vigor com observância da Lei das Sociedades Cooperativas e Preceitos do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - Cosif aplicados com uniformidade em relação ao mesmo período do exercício anterior.
NOTA 03 – PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
IV - FLUXO DE CAIXA FLUXO DE CAIXA MODELO DIRETO SEGUNDO SEMESTRE EXERCÍCIO Juros e comissões 2.627.607,94 5.108.600,86 Juros pagos (1.374.291,32) (2.629.140,90)
Recuperação de empréstimos baixados para prejuízo (1.934.190,94) (2.116.213,07)
Outros recebimentos 421.940,16 715.111,98
Pagamentos de dispêndios para custeio de atividades (1.290.943,43) (2.370.090,31)
Subtotal (1.549.877,59) (1.291.731,44)
Recursos de curto prazo 4.454.508,30 7.787.115,90
Adiantamentos e antecipações (722.857,40) (447.479,22)
Outros títulos negociáveis a curto prazo (5.028.623,78) (8.411.482,68)
Depósitos de clientes 3.166.121,34 4.793.346,73
Recursos de curto prazo (221.674,31) (3.123.532,54)
Recursos de capital social (184.493,36) (156.690,90)
Caixa líquido das atividades operacionais antes do imposto de renda e contribuição social (86.896,80) (850.454,15)
Imposto de renda e contribuição social pagos (3.945,48) (3.945,48)
Caixa líquido das atividades operacionais (90.842,28) (854.399,63)
Investimentos 5.681,39 (870.813,12)
Compra de ativo imobilizado (15.234,93) 1.734.354,76
Caixa líquido das atividades de investimento (9.553,54) 863.541,64
Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa (100.395,82) 9.142,01 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 165.169,87 55.632,04 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 64.774,05 64.774,05
Fluxo de caixa das atividades operacionais
(Aumento) diminuição em ativos operacionais
Aumento (diminuição) em passivos operacionais
a) Apuração de Resultado:
As Receitas e Despesas são apropriadas mensalmente, pelo regime de competência.
b) Ativo Circulante e Realizável a longo prazo:
Estão demonstrados pelos valores de realização, incluído, quando aplicáveis os rendimentos e as variações monetárias auferidas até a data do fechamento. Os Valores Realizáveis em até 360 dias, compõem o Ativo Circulante, após este prazo integram o Realizável a Longo Prazo.
c) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez e Títulos e Valores Mobiliários:
O saldo dos recursos da aplicação financeira da Cooperativa está assim constituído na data do Balanço.
BANCO MODALIDADE PRAZO MÉDIO SALDO EM
31/12/2014
Banco do Brasil S/A Titulo Capitalização indeterminado 1.020.052,19
Banco do Brasil S/A Fundos Diários 691.153,53
Cresol Central Centralização Financeira Mensal 25.903.553,83
TOTAL DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS 27.614.759,55
Variações entre os exercícios: 43,80%
Houve aumento nas aplicações em virtude de novos associados através de depósitos e também em função da campanha de captação e aumento do capital social.
d) Relações Interfinanceiras
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Dep Bloq.Banco E Cheques
Devolvidos 119.080,47 101.977,20 -14,36%
Total
119.080,47 101.977,20 -14,36%
Variação: -14,36%
Depósitos em cheques dos associados que no encerramento do exercício ficaram bloqueados devido a seu prazo de compensação além dos cheques devolvidos no dia 31/12/2014 que deverão ser creditados pela compensação no dia 02/01/2015.
e) Credito Rural / Proagro a Receber
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação RECURSOS EM TRANSITO PROAGRO - 7.026,43 Total - 7.026,43 Variação
Refere-se a pagamento adicional de proagro ainda não ressarcidas pelos associados.
f)Composição da Carteira de Crédito:
1- O saldo dos recursos de Direitos a receber em carteira de Crédito de Recursos Próprios está assim constituído na data do Balanço:
MODALIDADE 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Adto a depositante 31.191,82
3.171,71 -89,83% *Uso do Limite de Cheque
Especial 65.494,90 67.111,36 2,47% Desconto de Cheques 681.164,54 310.960,89 -54,35%
Financiamento de Veículos
1.602.269,10 1.216.380,32 -24,08% Pré-Custeio e Pré Investimento
1.308.891,59 381.694,09 -70,84% Empréstimos Linhas livres
9.531.169,96 6.606.136,56 -30,69% Procap 324.147,92 145.057,52 -55,25% Financiamentos - Outros 7.227,93 4.242,52 -41,30% Total 13.551.557,76 8.734.754,97 -35,54%
Total concedido em Limites à
liberar: - 388.088,64
Variações entre os exercícios: -35,54%
Os saldos da carteira de crédito recursos próprios refere-se a demanda do quadro social por recursos junto a Cooperativa.
2 - O saldo dos recursos de Direitos a receber em carteira de Repasses está assim constituído na data do Balanço. O prazo médio de retorno da carteira segue os prazos do órgão repassador.
MODALIDADE 31/12/2013 31/12/2014 Variação Investimentos – BNDES 14.380.661,89 12.696.143,00 -11,71% Custeios – BNDES 475.699,26 - -100,00% Custeios - CEF - 276.889,15 Custeios – Banco Safra
760.393,46 - -100,00% Custeio - Bic Banco
165.555,68
- -100,00%
Custeio - Banco do Brasil 561.551,83 9.172,20 -98,37% Custeios - Itau - 391.344,66 Total 16.343.862,12 13.373.549,01 -18,17% Variações entre os exercícios: -18,17%
Os saldos da carteira de crédito recursos próprios refere-se a demanda do quadro social por recursos junto a Cooperativa.
g) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Valor do Balanço: 1.416.710,94
A provisão para créditos de liquidação duvidosa está constituída conforme prevê a Resolução 2.682 de 21/12/1999, e reclassificação conforme manual interno da Cresol Central SCRS onde cada devedor apresenta uma classificação em função do risco, bem como em função do efetivo atraso a partir de 15 dias, estando a carteira de empréstimos e outros créditos assim classificada em 31.12.2014:
Níveis % de Provisão VALOR
A 0,50% 95.604,86 B 1,00% 2.649,16 C 3,00% 5.683,21
D 10,00% 101.797,71 E 30,00% 3.953,67 F 50,00% 895.131,86 G 70,00% 636,90 H 100,00% 90.047,80 SUB-TOTAL 1.195.505,17
Além do que determina a referida resolução, foram constituídas provisões por arrasto sobre avais e coobrigações, reavaliação das operações de acordo com o grau de risco atribuído.
221.205,77
TOTAL GERAL
1.416.710,94
Obs: A carteira provisionada inclui as carteiras de recursos próprios e repasses contabilizadas nas contas 1.6 e as coobrigações contabilizadas nas contas 3.0.1
Variações entre os exercícios: -53,88%
h) Oscilação do Prejuízo
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Saldo Anterior
1.138.695,56 702.432,97 -38,31%
Créditos Transferidos Para
Prejuízo 767.791,84 2.627.680,48 242,24% Créditos Recuperados de Prejuízo 1.204.054,43 504.610,29 -58,09% Saldo Atual 702.432,97 2.825.503,16 302,25% Variações entre os exercícios: 302,25%
A variação refere-se ao aumento de operações vencidas a mais de 360 dias.
i)Devedores Diversos está assim composta:
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Rendas a Receber
335.100,33 43.635,93 -86,98% Adto e antecipações salariais 2.826,77
3.651,22 29,17% Devedores por compra de
Valores e Bens - 142.529,53 Títulos e Créditos a Receber 6.407,00
39.250,63 512,62% Devedores Diversos Pais 44.185,04 - -100,00%
TOTAL
388.519,14 229.067,31 -41,04% Variações entre os exercícios: -41,04%
Rendas a Receber refere-se a spread oriundo das operações de repasse BNDES contabilizado pelo regime de competência.
Devedores por compra de Valores e Bens refere-se a Bens não de Uso vendidos parcelados.
Títulos e Créditos a Receber refere-se a concessão de crédito de PGPAF aos associados, a ser ressarcido pela Secretária do Tesouro Nacional.
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação Imóveis 318.300,00 1.089.103,59 242,16% Veículos e Afins - 58.024,00 (-) Desvalorização (87.561,37) (253.257,65) 189,23% TOTAL 230.738,63 893.869,94 287,40%
Observando o prazo de permanência dos bens na referida rubrica é constituído provisão para desvalorização.
O aumento na conta de Imóveis refere-se ao recebimento de bens não de uso em dação de pagamento de dividas de associados.
O aumento na conta de Veículos e Afins refere-se ao recebimento de bens não de uso em dação de pagamento de dívidas de associados.
A variação na Desvalorização refere-se a provisão de desvalorização sob os Bens não de Uso.
k) Despesas Antecipadas
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Despesa Antecipada Aluguel 59.429,34
53.315,69 -10,29% TOTAL 59.429,34 53.315,69 -10,29%
O saldo desta rubrica refere-se as despesas com ampliação da sala onde está localizada a Sede da Cooperativa e do Posto de Paial.
l) Permanente:
É demonstrado ao custo de aquisição considerado os seguintes aspectos:
Investimentos - São contabilizados pelo valor de cotas integralizadas assim composto:
Entidade 31/12/2013 31/12/2014 Variação Cresol Central SC/RS 2.193.782,75 1.322.699,66 -39,71% Base Regional de Serviços 24.553,09
24.553,09
0,00% COOPERTEC 7.492,00
7.761,97 3,60%
TOTAL DOS INVESTIMENTOS 2.225.827,84
1.355.014,72
-39,12% Variações entre os exercícios: -39,12%
Saldo de Capital Social integralizado junto a Cresol Central e Coopertec e Base atendendo o Estatuto Social, quanto associada.
m) Imobilizado - São contabilizados pelo custo de aquisição.
As depreciações são calculadas pelo método linear com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado.
BEM DEPRECIAÇÃO(%) | VIDA
UTIL(em anos) SALDO BENS - 31/12/2013 SALDO BENS -31/12/2014
- Bens imóveis sujeitos a depreciação 04% 25 14.800,34 13.200,38 - Instalações móveis e equipamentos 10% 10 67.228,65 63.718,13 - Sistema de Comunicação 20% 05 2.000,00 4.037,04 - Equipamentos de Process. de Dados 20% 05 47.000,29 37.014,52 - Sistema de Segurança 20% 05 14.775,43 14.303,27
- Sistema de Transporte 20% 05
62.193,96 82.996,81
Variações entre os exercícios: 3,50%
A variação refere-se a aquisição de bens, como veículos.
n) Passivo exigível a longo prazo:
Estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo os encargos e as variações monetárias incorridas até a data do fechamento.
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Passivo exigível a longo prazo:
12.203.622,28 10.497.757,04 -13,98%
Variações entre os exercícios: -13,98%
Operações de recursos repassados, direcionados conforme regra específica de cada linha de financiamento do orgão repassador.
o) Obrigações por Empréstimos e Repasses - Repasses Interfinanceiros
São apropriados os juros das obrigações respeitando o regime de competência
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação Repasses BNDES 15.168.431,73 12.851.841,69 -15,27% Repasses Banco Safra
752.325,49 - -100,00% Repasses Caixa Econômica
Federal - 275.715,20 Repasses Banco do Brasil
561.494,18 - -100,00%
Repasses Bic Banco
165.504,69 - -100,00%
Repasses Itau - 385.953,92
TOTAL
16.647.756,09 13.513.510,81 -18,83%
Variações entre os exercícios: -18,83%
p)Outras Obrigações
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Relações Interf - Serviços Compensação 18.054,59 14.322,90 -20,67% Cobrança e Arrecadação de Tributos 883,94 1.197,09 35,43% Sociais e Estatutárias 334.675,56 340.794,36 1,83% Fiscais e Previdenciárias 18.564,07 24.678,68 32,94% TOTAL 372.178,16 380.993,03 2,37% Variações entre os exercícios: 2,37%
Relações Interf. - Serviços Compensação refere-se aos descontos de cheques depositados, a serem liquidados em data específica de vencimento.
Cobrança e Arrecadação de Tributos refere-se a Impostos a Recolher em data específica de vencimento. Sociais e Estatutárias refere-se FATES.
Fiscais e Previdenciárias refere-se a provisão de impostos sobre férias de funcionários a recolher.
q)Diversas
Credores Diversos 40.982,85 66.151,68 61,41% Total 40.982,85 66.151,68 61,41% Variações entre os exercícios: 61,41%
Credores Diversos refere-se a seguros cobrados a repassar a Seguradora, provisão de férias de funcionários e provisão carteira BRDE.
NOTA 04 – PATRIMÔNIO LÍQUIDO
a) O Capital Social está assim representado:
DESCRIÇÃO 31/12/2013 31/12/2014 Variação
Sócios 2786 2940 5,53%
Capital Social
6.343.640,00 7.013.325,00 10,56%
Variações entre os exercícios: 10,56%
Ocorreu ingresso de novos associados com integralização de capital e financiamento de cotas parte.
b)Reservas: Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação Reserva Legal 696.945,27 698.099,91 0,17% TOTAL 696.945,27 698.099,91 0,17%
Variações entre os exercícios: 0,17%
Através do resultado de exercício de 2014, destinou-se o valor correspondente ao Fundo de Reserva.
c) Sobras ou perdas acumuladas
O Resultado do Exercício de 2014 está assim demonstrado:
Descrição Valor Sobras/Perdas do 1º Semestre (1.587.641,54) Sobras/Perdas do 2º Semestre 1.944.558,22 Resultado do Exercício 2014 356.916,68 Destinações: (58.962,63)
(-) FATES ato não Cooperativo cfe Lei 5.764/71, art 87 = 1,52% (5.425,13)
(-) FATES Destinação Estatutária = 5% (17.845,83)
(-) Reserva Legal = 10%
(35.691,67)
Sobras/Perdas Líquidas de 2014 a Disposição da AGO
297.954,05
NOTA 05 - RECEITAS - DESPESAS
Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação
- Receitas não Operacionais
103.039,33 187.457,35 81,93%
- Despesas não Operacionais
(60.536,89) (366.534,25) 505,47%
- Outras Receitas Operacionais 752.115,45
358.396,59
-52,35%
- Outras Despesas Operacionais
As Receitas não Operacionais refere-se a reversão de desvalorização de bens não de uso, ganhos de capital com venda de bens não de uso,
e venda de bens imobilizados, sobras Cresol Central e Coopertec, devolução doação Cresol Xanxerê.
As Despesas não Operacionais refere-se a desvalorização bens não de uso, perca de capital na venda de bens não de uso, perca de capital
baixa de bens do imobilizado, despesas referentes bens em dação de pagamnento, como avaliações e escrituração de imóveis.
Outras Receitas Operacionais refere-se a recuperação de créditos baixados a prejuízo, recuperação de despesas com programas de rádio,
ressarcimento tarifas TED/DOC.
Outras Despesas Operacionais refere-se a convênios celebrados entre a Cresol Central e a Base Regional (mensalidades), contribuição ao
FGCC(Fundo Garantidor), convênios e mensalidades diversas, descontos concedidos.
NOTA 06 - RELATÓRIO DA OUVIDORIA
Os relatórios da Ouvidoria encontram-se a disposição dos associados na sede da Cooperativa no município de Seara - SC
NOTA 07 - RISCO DE MERCADO
O Risco de Mercado pode ser entendido como risco de perdas em decorrência de oscilações em variáveis econômicas e financeiras como taxa de juros taxas de cambio, preços de ações e de commodities. O Risco de Mercado pode ainda ser definido como uma medida de incerteza relacionada aos retornos esperados em decorrência de variações em fatores de Mercado. Objetivo é evidenciar na Cooperativa o nível de exposição ao risco de mercado. A política de gerenciamento do risco de mercado tem como propósito medir, monitorar e controlar a exposição de mercado de cada instituição abrangendo fontes relevantes inerentes aos riscos.
O risco de mercado mede casamento/descasamento entre ativos e passivos, além das condições que estão expostas as captações, operações de crédito e aplicações financeiras. Para isso, considera comportamento das taxas Pré-fixadas, taxas indexadas, prazos, custo do dinheiro e perspectivas de mercado, denominada teste de estresse. O Sistema Cresol Central SC/RS monitora os resultados dos riscos de mercado mensalmente. A CREDISEARA apresentou no mês de fechamento do exercício os seguintes riscos de Mercado:
Risco dos Ativos: -3,50% Risco dos Passivos: -0,15%
Risco Global: -3,65%
OBSERVAÇÃO:
Para calcular o risco de Mercado sobre os Passivos foi considerado uma taxa média estimada de 0,90% ao mês. Para o risco dos Ativos, foi projetado uma taxa média de empréstimos de 2,30% ao mês e 0,90% ao mês sobre aplicação no mercado financeiro.
A CREDISEARA possui ainda em sua estrutura de risco de mercado um diretor responsável e os dados acima citados encontram-se arquivados na sede da cresol e a disposição dos interessados.
NOTA 08 - RISCO OPERACIONAL
A política de gerenciamento de Risco Operacional do Sistema Cresol Central SC/RS está de acordo com a Resolução 3380/2006 do Banco Central. A estrutura de risco operacional visa monitorar, revisar, manter e aperfeiçoar as operações para garantir maior segurança aos associados.
Os riscos operacionais foram avaliados de forma agrupada em: Risco de Inadimplência, Risco de Garantias, Risco de Concentração de Crédito, Risco de Concentração Operacional, Risco Sistêmico, Risco de Presteza e Confiabilidade, Risco de Equipamentos, Risco de Erro Não Intencional, Risco de Fraude, Risco de Produtos e Serviços, Risco de Regulamentação, Risco de Imagem, Risco Tributário e Risco de Contrato.
A CREDISEARA apresentou 29 pontos, na avaliação de Riscos Operacionais, o que classifica a probabilidade de ocorrência de Risco Operacional em Média
A CREDISEARA possui ainda em sua estrutura de risco operacional um diretor responsável e os dados acima citados encontram-se arquivados na sede da cresol e a disposição dos interessados.
O Gerenciamento do Risco de Crédito do Sistema Cresol Central SC/RS está de acordo com a Resolução 3721/2009 do CMN.
Define-se o risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.
O gerenciamento de riscos de crédito estabelece padrões relativos a regra de decisão, limites, classificação de riscos e provisionamento, e monitoramento da carteira de crédito. Os procedimentos para gerenciamento do risco compreendem no mínimo:
• Análise mensal dos limites estabelecidos;
• As liberações de crédito são analisadas e deliberadas no sistema de tecnologia conforme regras de alçadas do sistema.
• Análise mensal dos descasamentos de prazo;
• Cálculo de taxa média de juros praticadas e spreads;
• Análise mensal das provisões constituídas, comparativa com a inadimplência;
• Acompanhamento das cobranças das operações de recebimento duvidoso conforme política de cobrança do sistema regulamentado no manual operacional de crédito.
NOTA 10: EFEITOS DA LEI N.11.638/2007
A lei nº 11.638/2007 que entrou em vigou a partir do exercício 2008, teve como objetivo principal atualizar a Lei das sociedades por Ações para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam expedidos pelo Conselho Monetário Nacional ( CMN) em consonância com os padrões internacionais de contabilidade. Nestes contextos, as seguintes atualizações normativas expedidas pelo CMN foram consideradas na elaboração das demonstrações: a) Demonstração do Fluxo de caixa, b) Divisão do Ativo permanente em: Investimentos, Imobilizado, diferido e intangível, c) Mudanças relativas aos critérios de avaliação do ativo e do passivo, d) revisão dos conceitos de constituição da Reserva de Capital Reserva de Lucros e Sobras/Perdas Acumuladas.
NOTA 11: FLUXO DE CAIXA
Caixa: compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis.
Equivalentes de caixa: São aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis
em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor.
Fluxos de caixa: São as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa.
O fluxo de caixa proporciona base para avaliar a capacidade que a cooperativa possui de gerar caixa, equivalentes de caixa e suas necessidades de liquidez. Através do Fluxo de caixa é possível avaliar as mudanças nos ativos líquidos da cooperativa e sua estrutura financeira.
Caixa e equivalência de caixa Inicial Final Variação
Caixa 55.632,04
64.774,05 16,43%
Total
55.632,04 64.774,05 16,43% Variações entre os exercícios: 16,43%
A variação refere-se aos valores nas disponibilidades caixa e conta corrente.
NOTA 12. ÍNDICES DE BASILÉIA(RWARPS - IMOBILIZAÇÃO E LIMITE DE EXPOSIÇÃO POR CLIENTE)
As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter permanentemente, valor de Patrimônio de referência (PR) apurado nos termos da resolução n° 3.444 (CMN) De 28 de fevereiro de 2007, compatível com os riscos da atividade, sendo apresentado abaixo o cálculo dos limites.
Limites operacionais 2013 2014
RWA 31.463.312,37 25.773.796,46
Patrimônio de Referência (PR) 7.868.115,81 8.045.070,63
Patrimônio de Referência
exigido (PRE) 3.303.647,80 2.706.248,63 Margem Adicional Capital
Principal (2,5%) 786.582,81 644.344,91 Limite do PR (sobra ou
insuficiência) 4.564.468,01 4.694.477,09 Índice de Basiléia (mínimo
10,5%)
25,01% 31,21%
Imobilizado para cálculo do
limite 240.043,76 247.585,21 Índice de imobilização (limite
50%)
3,05% 3,08%
NOTA 13. PARTES RELACIONADAS
A posição financeira e o resultado da CREDISEARA não foram afetados por transações e saldos com partes relacionadas constantes no CPC 05 do Comitê de pronunciamentos contábeis.
Seara - SC, 31.12.2014
VALDIR MAGRI VIVIA LETÍCIA TREVISAN
Presidente e Diretor Responsável Pela Área Contábil CONTADORA - CRC/SC 032026/O-4
Relatório dos Auditores Independentes
A
Diretoria da
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL SEARA - CREDISEARA CNPJ: 00.204.963/0001-07
SEARA - SC
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Examinamos as demonstrações contábeis da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL SEARA - CREDISEARA, que compreendem o Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido e dos Fluxos de Caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais Notas Explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis
A administração da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL SEARA - CREDISEARA é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL SEARA -
CREDISEARA para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins
de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL SEARA -
CREDISEARA. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a
razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL SEARA - CREDISEARA em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus Fluxos de Caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Seara/SC, 04 de fevereiro de 2015.