*:*¦'¦)¦' ¦ i>mmm*.."'<-'^wnmm....,.'.,mu »'. .'. ' ¦¦_-,, .,," .HW/ f
O TEMPO
Tempo bom. oom nebulosidade; tem-• peratura estav'1;'. ventos de norte a, leste frescos*. Máxima: 28,2. Mínima; 15,9.?10
PÁGINAS
40
Centavos
/ ! bfi'¦
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T .'.
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H
Diano Carioca
Fundador: J. E. DE MACEDO.SOARES
\*V<\ m*
AGOSTO
• ¦' i ¦ 19 44.10
QUINTA-FEIRA i •>"™*V ¦ANO XVII , tllO DE JANEIRO
Diretor:
HOEÂOIO
DE
CARVALHO JÜJHOR
FRACA TIRADENTES N.° 1 IN. 4.955
ROMPIDAS AS LINHAS: ALEMÃS NÃ'Èmm$^.0'';M: XORMAMIM
•sí"7.*VPARA PARIS POR
iDOIS LADOS
A MISSÃO SOUZA GOSTA
EM
BRETTON WOODSI 4^-VFES J^S LINHAS ALEMÃS
Osr.
ministro Souza Cosia e seus companheiros que
representaram o Brasi. na Conferência Monetária
de Bretton Woods.de regresso, hoje à tarde, serão
íest^vamente recebidos. São justas e merecidas tais
monstrações de apreço ao desempenho correto que
de-ram à nossa representação, colaborando discretamente
nos trabalhos, avahando com justeza a parte de
reSpon-sqbüidade que neles poderíamos sensatamente assumir.
O trato íntimo com personalidades internacionais
de aJta responsabilidade e competência nos
grandes
problemas do após-guerra que
se anunciam —• terá
ta-çultado ao sr. Souza Costa, não somente
o entendimento
das circunstâncias desses problemas^ como das
condi-ções nacionais que importam para
os resolver. Um
ho-tnem da inteligência do sr. Souza Costa, agora bem
elu-cidádo pela vista externa do Brasil,
estará
portanto
mais do que oportunamente
habilitado a informar
o
nosso governo sobre a urgente necessidade
em que se
encontre, de atinar sua política interna pela vitoriosa
política externa que adotou.
Os pessimistas e negativistas esperavam que Bretton
Woods fosse a primeira provação dos horrores
da paz;
mas não foi. Não há, para o espírito humano,
fonte de
sabedoria mais provida que a dos sacrifícios
e
sofri-mentos da discórdia. Os delegados que
se
reuniram,
para se entenderem no
isolado e distante rincão
ameri-cano, levaram o viáfico da experiência de duas guerras
e de uma paz fracassada..O que ihes cabia fazer
era
o ponto de parfida.para-uma-recíprocacompreensqo
dos.
povos civilizados e livres, que
hoje cabem o.quanto á
segurança política das nações depende do equilíbrio
de
suas posições financeiras e econômicas.
Assim, a
Con-ferencia de Bretton Woods acabaria
tendo a categoria
de uma ante-coníerência da paz, consistindo
na
de-jnonsfração preliminar da maturidade política
dos
go-vèrnos que a vão fazer, dosando meticulosamente
o
de-ver de justiça e a garantia dos direitos das nações
vi-totíosas. . n
'' ':-}.
Somente a estupidez incurável pode pretender que,
m próxima organização da paz, penetre
algum sofisma
da complacência ou do relaxamento com as fúrias
da
guerra, para lhes resguardar
a gerqção no futuro. Desta
vez tudo indica que o ódio, a inveja, o egoísmo,
o
es-pirito de violência ou a
hipocrisia de agressores e
neu-íros — serão desenraizados e expostos ao
sol dos
jul-gamenfos definitivos. Nem
a arrogância furibunda dos
Estados de rapina, que fizeram a guerra,
nem,a
rabu-jiee e a falsidade dos Estados
análogos que não se
ani-maram a arriscá-la
— poderão escapar a uma
cauferi-zação cabal, com a qual
se
destruam definitivamente
seus germens de infâmia e
de morte. Nesse terreno, o
entendimento das Potências Vitoriosas
é o mais perfeito
possível.
, ,,,
.
O que importa nâo é, pois, o ajustamento
técnico
das conclusões em Bretton Woods. O que
mais importa
é a firmeza do espírito de consolidação
da paz vigente
na Conferência, comoosr. Souza Costa
observou e
aca-ba de transmitir aos jornais paraenses.
Na Conferência
Monetária, tomaram-se medidas
da
paz que ai
vem.
Pressenfíu-se a firme decisão da mentalidade
vitoriosa,
a qual é essencialmente contrária gs instituições
de
ar-bítrio, de exclusivismà faéiòiõ é de
violência.
Os conselhos
e
esclarecimentos què ò sr. Souza
Costa poderá dar agora ao
nosso governo serão dos
mais preciosos. O país vai entrar
em perigosas
trans-figurações impostas pela lei do
mundo. Assim como nao
nos podemos furtar aos seus
riscos e perigos, devemos
nos pautar com a máxima prudência, prevenindo
e
adi-vinhando. O gue mais nos importa
no
momento e a
tranqüilidade da ordem pública, é a
segura autoridade
ao aovêrno guiado com patriotismo
e desprendimento
por seu chefe Supremo.
O sr. Gefiílio Vargas carece,
pois, agora mais do que
nunca dos conselhos e
alvi-ires dos seus auxiliares realmente informados
e
cíari-videntes.
*
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—*-** , _ -«pai? -__n_f hSf_____3a* i _y_TnlMiMfBi v''* 'i '"'VtTi'*_iíi ""i -*" '^¦•-j_.^___üfc::_1__kí::__P_P^"-;'*^:'-^_r1T_rWrT----i "
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;,,8i£LJ^Hr*jr MKmPt ^^?*HwrTBBW__^_|H_I!3lTrt_^ff_HH
SAINT MÀLO E MANS EM PODER DOS AME
ricanos—os ingleses Perfuram as de.
FES AS INIMIGAS NO SETOR DE CAEN w- ES«
TÃO SENDO ELIMINADOS OS ROLSÕ^S
NA-ZISTAS NA BRETANHA: BH5ST, LORIENT E
SAINT NAZAIRE
Do SUPREMO QG. ALIADO _, Reuters, por Sidney Mason. correspondente especial informa*-Grande e [ slgpifiçativo passo para à ífeníe íoj dado hoje pelas forças aliada***.
MANS, a capital do Departa-mérito do Sarthe, foi"libertada: SAINT M*LO, o grande por* to, "a chàvq das ilhas do Ca-nal da Mancha", foi captura-do:
No Meio da Estrada
4Kamerad -
Quere-mos nos Render'
Os tanque» lnglMe- <lP-.ÍD*WJ*'(!-f. _tV"«é*»nl ¦iob*re"..*_*«iA' .oHnà-.aòitmunda. ¦„..¦ -..'•'. ,".'¦', para a Intantarla.
abrindo càmijánjí ¦
OS RUSSOS INICIANDO A BATAL HA DE RIGA
APERTAM O CERCO AOS
DO
Q. • G. :
NORTB-AMERI-CANO NA FRANÇA, 9
r-(De Wüliám Strjnger,
cor-respondente ' especial
.da
••Reuters'*):
A : ponta de
lapça de tanques
»merlca-nos què. Ry««_Ç.-
paraOLo-rient, ,encontroü*Be.'
súbita-mente üittnte de üm agrupo
de cé-CàVde 12P0 solflaiâos
que postados na estrada, dé
mãos ao falto; gritava: -^
"KameraíJ"
*:-' queremos
nos render".'
ANGERS, a; capital do
D*epar-tamento de Mains-et-Loire,
ah-tiga capital do Anjou, foi,
atin-sida:
BREST, LORIENT, SAINT NAZAIRE chegaram, em sua: resistência, á hora undécima;
e PARIS foi "aproximada", estando apenas á distancia dé pouco mais ^e 150, milhas da ponta de lança norte-ame-/
ricana que penetrou em Mans. .'í ¦
MANS-» A primeira noticia da captu-ra dè Mans foi dada pelas íon-tes Inimigas: o comunicado ale-mão registou a queda da capi-tal do Sarthe. \ acrescentando que a penetração das forças norte,-americanas se tinha rea-lizado após luta encarniçadissi-ma. No entanto, não 0; disse o informante oficial nazista, mas a confirmação aliada consignou que o avanço dos americanos sobre. Mans havia constituído > surpresa mortal para os ger«-manicos, que foram apanhados ontem á noite em pleno traba-, lho de,preparo para, a defesa; da c)da.de. Turmas dos traba-lhadores militares da Organi-zação Tod estavam entregues á construção dei 'iprtificações ;ude ultima ; hora,^ .."'se.' entregavam,' mesmo,. í- colocação de barrica-dás para a provável luta de rua, ,qiiand<J;'op;",'ihfan^es e as unidades . blindadas ',> estâdunir denses apontaram na praça.'Se guiu-se o combate, dos mais
en-(Conclua na 2* pac> mfmrnr^^^'
EXÉRCITOS
BALTICO
Go man 4 ante e Cornandaílo
E Reiniciam o Assalto á Varsovia — Os Naiistas Lançam Desesperaods
Çontra-Ataques No Setor da Prússia
— 16 Divisões Transferidas Pelo
Comando Alemão da Frente Ocidental Para a Oriental
De MOSCOU. Henry Shapiro. alemãs nos Estados
Ealtiços. que o primeiro e seKtmdo
exérd-correspondente da ü. P. escre-
com movimentos
convergentes to russos-do-Baltico .lã
triunfa-ve: — Dois exércitos russos ini-
através dos pântanos e espessos ram na primeira fase da batalha
ciaram a batalha de. Riga e bosques,nps acessos do sudeste
ao desbaratar a mais vieorosa
estreitaram o cerco em .torno e sul da capital da Letônia.
tentativa que os alemães tenham
dos restos de 20 a 30 divisões
¦ ¦
Os despachos da frente dizem
—g armadilha do Baltlco ao dee-
empreendido para.^escapar aa
-"
trulr mais de 3 divisões
(çerma-nicas durante o avanço através
do rio Aiviekstes. situado a 105
quilômetros ao sudeste' de
Ri-ga.
Apesar dos revezes iniciais os
alemães continuam lançando á
batalha mais reservas,
inclusi-ve regimentos de guardas para
defender
palmo a palmo, as
planícies de Luban.aue
condu-zem aos acessos de Riga.
São travadas lutas pelo
domi-nio de cada ponto fortificado
PARA INCREMENTAR AS OPERAÇÕES
Todos os Quartéis
Generais na Europa
EISENHOWER NA FRANÇA E MAITLAND
WILSON NA ITALIA
Ò NOVO GOVERNO FINLANDÊS
PEDIRÁ PAZ À
Do POSTO AVANÇADO DO Q. G. ALIADO, Marshal Yar-row, da Reuters escreve: — O general Eisenhower transferiu seu quartel general da Ingla-terra para a Franca.
Esse'quartel general se encon-tra agora nas proximidades de um aeroporto, nos arredores de' Orchard.
PARA CONTACTO COM A LINHA DE -"RENTE A U. P. escreve; -- A razã^> apresentada para justificar a transferencia é aue isso -permi-te ao general Eisenhower man-. ter o mais estreito contacto pos-I sivel oom as atuais ofensivas
RÚSSIA
britânicas, norte-americanas e
canadenses.
Essa transferenola é
conslde-rada como uma excelente prova
de que a campanha se
desen-«volve conforme os planos
tra-cados e que foi destruída a
es-perança alemã de. desalojar os
aliados da França.
ESTEVE COM CHURCiqU*.
E a Reuters prosse-rae: —• Ó
generalissimo aliado
conferen-ciou com o Primeiro Ministro
Winston Churchill quando este
vi-sitou a França, na ultima
sema-na.
Teve,. igualmente,
conferen-cia com os generais
Montgome-ry e Bradley.
Durante a permanência do
Quartel Geral no Reino Unido,
o general Eisenhower realizou
dez viagens aéreas para a
Nor-mandia. •
{Conclua na 3* par.)
iiiifirj»Bpff*'^,*y
Ei"' .Tfflini_Ft_ll-?-jr 11.. ViaoiTJnnjrHiTiTe^TrarjiS,,*!!?*!!!^ '"•• W' '^
__â___^''T__t_' __J____m_-'".¦>___& •*______________*_____ WÊkxLx&~*sr*%. „'-*¦ <í*..v^_K__. Tir . í_*_t::*S_$raKEK^h -,*_:Tifl»J -;p ¦ ¦rfV-";fiii ¦ '*
mBS^______V^BBSmf^^^^i juJVKf. - í^M_,^|skIu^_3}
^fF^^__\\\\\\\W__\\\\P___\\\_teyí^^
(Conclne na 2* pag:.) O general Montgomery pura o aeu carro para . conversar como» pioneiro? qne trolinlhnm nn» f*»1rn»1n>» próxima» fie Douvrc»
0 ALMIRANTE NIMITZ ANUNCIOU:
COMPLETADA A
úmmmmê
DE G
UAM
NA BIRMANIAi OS ALIADOS CER CARAM 018° EXERCITO JAPONÊS
os sobrevivente iaponeses estão
0s Seus Principais Membros São Peritos Em Assuntos Russos
PEARL HARBOR. 9 (Por Leif Ericlcson, da A. P.> — O ai-mirante Chester Nimite anun-ciou que, as, forças horte-ameri-canas completaram • a conauis-ta da ilha de Guam, a exceção
de uma pequena área do Inte- uc „„_„,, TCVO 0 rior, perto do cabo Pati. onde" invasão da- ilha y julho, operação
NOTA DA ASSOCIATED PEIESS: — O autor deste despacho. John Colburn. regressou hà pouco aos Es-tados Unidos, depois de quatorze meses de perma-nencia em Estocolmo, no "bureau" da A. P-. tenao passado parte desse tempo na Finlândia, estudando a situação desse Dais.
OVA YORK, 9 (Por John
Colburn, da "Associated Press") — O novo governo finlandê"-. com sua recente reorganização, parece ter sido criado para abrir novas negociações de paz com a Rússia.
Dois dos mais peritos co-nhecedores da Rússia passaram a ocupar posições importantes, no novo Gabinete, substituindo outros lideres que, apenas && umas .seis semanas,, haviam
reiterado os compromissos da Finlândia para uma plena co-labor ação com a. Alemanha.
E' bem possivel, mesmo, que já estejam em andamento as sondagens de paz, por interme-dio de políticos suecos.
Ao que se sabia até há bem pouco tempo em Estocolmo, o
<Ooael-_ _e 2=- »__.**
«SÃO PAULO»
Companhia Nacional de Seguros de Vida
Sucursal bo Elo de Janeiro: - AV. RIO BRANCO, 11. 6." DIR-STORES
Dr. José Maria Whitaker
Dr. Erasmo Teixeira de Assompçâo Dr. J. O de Macedo Soares
cercados..
O cabo de Pati,-fica no angulo nordeste de Guam aue foi a pri-meira possess o insular de que se apoderaram os japoneses.
A campanha pára a retomada de Guam teve seu inicio com a no dia 20 de . .. . em aue parti-ciparamà 3» e a 4*. Div. de Puzi-leiros Navais ' e a 11*. Divisão de Infantaria do Exercito.
As tropas de assalto desem-barcaram em' dois pontos da cesta ocidental, dominaram ra-pidamente ã metade inferior da ilha e investiram depois Dará o norte, encerrando virtualmçn-te a campanha de reconauista da.ilha no t/igé-simo dia de cam-panha.
O rema-necoente _. bols&o de
resistência do Inimigo, segun* do.se esnerá, será esmagado dentro em breve, pois as for-ças norte-americanas estão exer-cendo forte pressão contra a guarnlção japonesa, que lá não po&suè nenhuma'possibilidade de fuga. Qualquer tentativa defu-gir por. mar.,-está sendo rlsoro-samente viciada'oelos vasos de guerra norte-americanos, aue patrulham, sèm" cessar.-a-linha costeira.
Comanda as forças terrestres que reconquistaram Guam. a ter-ceira ilha capturada do araui-pelago estrábico das Marlanas. o major geni*m Roy.Geiger do Corpo de Fuzileiros Navais dos EE.UU, •
As outras duas ilhas
caDtu-'
(Conclue na 2* pais.í
(10 — 8 — 44)! DIÁRIO CARIOCA
A GUERRA NÃO ADMITE PRIVILÉGIOS:
ti
R''Terei
Para Ouvir os
Dias e Horas
Descontentes'
Palavras do Coronel Anapio Gomes ao Iniciar Suas Atividades Como
Coordenador da Mobilização Econômica — Batalha dos Preços — Algo
Sobre a Carne — Mais Economia No s Gastos de Gasolina e Gasogenio —
_0 Pobre Não Pode Ser Sacrificado —O Dever da Hora Que Passa:
Tra-balho, Dever Social
Não obstante a sobrecarga detrabalho das primeiras horas na Coordenação, o coronel Anapio Gomes prontificou-se a prestar algumas declarações á imprensa, cuja colaboração solicitou de maneira toda especial.
"Desejo que todos.. os meus atos sejam analisados pela im-prensa e que tal análise cons-titua uma critica construtiva" — afirma de inicio o novo Coor-denador.
"Peço, apenas, que cada tor-nalista medite um pouco sobre os múltiplos problemas oue sur-gem na administração do pro-prio jornal em que trabalha; as dificuldades em resolver tais pro-blemas; compare-os com os oro-blemas Diemas aue aue estão »uhi a * cargo ™Y?"da te
da nossa produção cm tro-Coordenação da _ Mobilização * v produtos vitais Econômica — que sao os proble- La UD "•" . *
mas mals agudos do Brasil
nes-giões do país, mas a deficiência senciais. E' preciso, em. suma, dos meios de transporte ou a que os brasileiros se convençam Incompleta articulação destes de que estamos realmente em dificulta a remessa de tais ge- guerra e que é absolutamente neros para os grandes centros necessário eliminarmos certos consumidores. comodismos e certos prazeres ca ALGO SOBRE A CARNE viaa. A paz não tardará ei de-Em oportuna referencia, o pojS( ca(ia um que'''procure re-novo responsável pela Coorde- cuperar os'prazeres perdidos", nação da Mobilização
Economi-ca aprecia o problema da car-
-ne, situando-o no quadro do esforço.de guerra . do, Brasil:
"E"
preciso que o povo bra-sileiro compreenda tambem que a nossa posição de guerra nos obriga a um esforço . e a uma colaboração com òs nossos alia-dos, especialmente os Estados Unidos e Inglaterra, o que nos leva a foruecer-lhes grande, par
te momento.
Será este, a meu vêr, o meto-do mais seguro Dará um julga-mento sereno e construtivo".
CONVITE AOS DESCON-TENTES
O coordenador da Mobiliza-ção Econômica não teme criti-cas; pelo contrário, auer conhe-cê-las para remediar os males que, de fato. possam existir.
"E' claro que nem tudo é per-feição.
"Assim, nao Ignoro certas acusações, por vezes graves, aue se fazem á Coordenação da MO-bilização Econômica.
Tenho alguma experiência da
que deles recebemos
Os brasileiros devem se com-penetrar e os nossos aliados norte-americanos e ingleses não devem esquecer que as priva-ções por que estamos passando representam um grande sa.ri-ficio de nossa parte em prol da causa comum.
Haja vista a crise da carne E' um problema sério. Uma exportação muito superior á nossa capacidade determinou um desfalque grande no reba-nho nacional, inclusive no re-banho leiteiro. Os interessa-dos. como é natural, querem continuar exportando porque os importadores pagam preços que. o consumidor brasileiro n o Dai a crise; dai as
FABRICA BAN6U
TECIDOS PERrE^OS
PreferMrjos
no .
Brasil
administração publica e sou. de pagar, como Lyautey, uma espécie de dificuldades".
técnico das idéias gerais; por A ÜUehra NÃO. ADMITE isso dedicarei atenção especial PRIVILÉGIOS
tais acusações e na maioria dos cada pergunta formulada dá casos poderei rapidamente apu- margem para que o coronel rar quais as que sfto procedentes Anapio Gomes aborde, com se-o a terapêutica a aplicar. gurança, novo aspecto da
si-Em vez dos comentários das tuação presente,
esquinas e mesas de café, os in- Assim, por exemplo, quando teressados poderão trazer-me nos referimos á cota de sacri-pessoalmente suas reclamações ficios decorrente da guerra: ou denuncias; terei dias e horas "Os bafejados pela fortuna para ouvi-las". querem naturalmente liberdade BATALHA DOS PREÇOS de passear á vontade, cm seus Neste primeis contato não -rros mas se esquecem de que
irandé
suecesso
Buenos Ayres
fVlOA NA OlmcWkABANeO-INOU^TIclA BRASILEICA
\ Todos os Quartéis
Ge-nerais Na Europa
.Conclusfio da Ia pnE ) DO Q. G. ALIADO NA ITA-LIA, David Brown, da "Reu-ters", escreve:
*A transferencia do Q. G." das Forças Aliadas e de mais qua-tro quartéis generais satélites, da África do" Norte para a ita-lia, foi, hoje, anunciada pelo supremo comandante iliado no Mediterrâneo, general "ir Hen-ry Maitland Wilson.
Oficiais do exercito qualiíi-caram este como o maior mo-vimento de qualquer quartel ge-neral em todo a historia mi-litar.
A transferencia afetou as se-guintes forças do Q. G.'. a Ma-rinha'Real è a Marinha dos Es-tados Unidos; as forças aéreas aliadas ho teatro de operações do Mediterrâneo; forças aéreas costeiras aliadas e o Q. G. do teatro de operações do Nor«e da África do Exercito norte-americano.
A transferencia foi iniciada em 30 de junho, após semanas
de preparativos,
Navios britânicos, norte-ame-ricanos e franceses transpor-taram centenas de milhares dè toneladas de abastecimentos e equipamentos e a maioria do pessoal. No entanto, cerca de 10 °l° dos altos oficiais foram transferidos por via aérea.
Á transferencia foi comple-tada, e os diversos Q. G. co-meçaram suas atividades na Ita-lia em 20 de julho.
"Foi como transferir uma ci-dade de bom tamanho, con-'quanto
os problemas fossem bem menores" — declarou, um oficial do Estado Maior do Q. G. "Deve notaT-se, — acres-centou o mencionado oficial, — que mesmo, enquanto a trans-ferencia estava sendo realizada, mantivemos comunicação com todos os setores da "rente de combate', com Washington, Lon-dres e com o resto do mim-do".
_=
PEDIRA' PAZ Í RÚSSIA
DIÁRIO CARIOCA
PARA PARIS POR DOIS LADOS
podíamos silenciar uma pergun um carro movido a gasogenio,
m^mmmmmm sm_séss5^ss
'Carvão;.-'dowmmmmmm*:
'pa,?^^:-**.
velo precisa é: imediata
"Vou desde logo iniciar a ha-talKa dos preços.das utilidades essenciais, julgando possível ob-ter a baixa de algumas e nfto permitir que outras se elevem mals.
"Em suma; procurarei agir de modo a que não haja perfura-ções do teto dos preços.
" E' claro que para isso terei de cuidar seriamente da produ-ção e dos transportes.
Há grande quantidade de ge-neros alimentícios em certas
re-VARIZES
EM SENHORAS
E HEMORRÓIDflS EM GERAL
Novo Tratamento sem Operação
Após longob estudos Ioi Descoberto um medicamento" vegetal pára o tratamen-to oom ótimos resultados de varlzes, que prejudicam a circulação venosa. Esta medicação, na dose de três colhe-res das de ctaâ uo dia, em água açuca-rada, restltue ás pernas o seu estado normal e a belesa estética, rim idôntica dose debela os males, causados pelos mamilos hemoidários internoB e externos, inclusive os quo sangram. N&o encon-trando nas farmáoiás ou drogarias, peça diretamente ao depositário: CX. POSTAL 1874 (um-olto-sete-quatrò) - Sáo Paulo.
HEM0-V1RTUS (Líquido)
de quinze dias".
Assim, se restringissemos.-.-.'-.o. trafego de carros de passeio, durante os domingos e feriados, teríamos desde logo _ unia , dupla vantagem: minorar í a situação dos que só se utilizam dò car-vão vegetal como combustível è aumentar nas estradas de fer-ro e nos. caminhões o espaço para transporte de gêneros ali-menticios.
. Devo acentuar também què o Brasil está fazendo certas ' éx-portações acima de sua capaci-dade de produção: sem preju-dicar os compromissos assumi-dos com os nossos aliaassumi-dos, te-v mos que estudar a restrição de exportação de certos produtos e mesmo proibi.1, pelo menos temporariamente, a exportação de outros. E' claro que deve-mos chegar até lá sem aplica-ção de medidas drásticas, mas esclarecendo e persuadindo.
E' preciso que todos àqueles que estão auferirido com a guer-ra lucros excessivos se cònven-çam de que não estão préjudir cando apenas a ' grande massa de consumidores brasileiros, mas estão prejudicando tambem seus próprios interesses para o futu-ro. E' possivei que tenhamos, de chegar a restringir as simples viagens de recreio nas vias fer-, reas, ortibus, aviões, etc., afim do aumentarmos a capacidade de' transportes para os produtos
es-ULTIMA HORA ESPORTIVA
(ConcluHAo da 1* pag ) carnlçados da guerra na Breta-nha. mas, por fim, tiveram os nazistas que abrir mão de Mans, sem terem tido, o que lhes de-ve ter causado desaponto, tem-po suficiente para a obra siste-matica de destruição, o ultimo recurso dos guerreiros de Hi-tler quando se vêem forçados á fuga.
"Chef-lieu" do Departamento do Sarthe, Mans é importante entroncamento ferroviário e ro-doviario. Dela sai uma linha férrea que liga a França oci-dental com a região de Paris, a França Central e a costa ao Atlântico, Antes- da- guerra ti-nha a população de 75.000 há-bi.an..- O centro da.cidade es-tá a 210 quilômetros de Paris, -más a área de Màns dista dá.:
capital francesa apenas 150 quilometr s mais ou menos.
Centro fabril, teve - sempre, no transcorrer da História,, dias de luta e agitação, multo tendo sofrido na época tormentosa da Revolução Francesa. Nela concentrado o "Exército do Loi-re", por um desses açonteci-mentos inexplicáveis em guer-ras, travou e perdeu, após. to-das as ^sperançás baseadas de uma vitoria certa', uma das ul-timas batalhas, èm 1871, da guerra Franco-Prussiána.
NUMA FRENTE DE CEM MILHAS
Após se apoderarem de Maus, as forças norte-americanas con-tinuaram na marcha rumo leste, enquanto uma coluna se desta-cou do grosso das tropas para. a cidade de Arigers, capital de outro Departamento (Maine-et-Loire), qué atingiu. Á.ngers está a 50 milhas de Maus, o oue mostra que os Aliados — ca-nadenses, britânicos e américa-nos — estão agora penetrando profundamente na França; em uma vasta frente.de 100 milhas (160) quilômetros) de profundi-dade do norte de Falaise até á nova conquista. .(Angevs)..
PARA PARIS PELO NO-ROESTE E PÉLÓ OESTE A marcha sobre Paris, dessa maneira, pelo noroeste e pelo oeste, contínua a fazer prbgres-so
mente a colaboração militar com a Alemanha, iniciativa essa que custou aos finlandeses a ruptura de suas relações cü-plomatioas com os Estados Uni-dos.
: Foi tambem isso o- que pro-duziu a "revolução branca" que precipitou a renuncia do
presi-dente Ryti. .
A" frente do novo Gabinete, com o presidente Mannerheim, acha-se como Primeiro Ministro o sr. Hantti Hackzell, que era ministro na Rússia.
Seu Ministro do Exterior, é o sr. Carl J. A. Enckcll, que, como secretario de JEstado da, Finlândia, assinou o acordo de Independência dá Finlândia com Nikolai Lenin, depois da Pri-meira Grande Guerra.
Embora todos os finlandeses de Estocolmo tenham acolhi-do o novo Gabinete como "o único capaz de iniciar as ne-'gociaçõqs de uni armistício", es-tranha-se que nele não Icnham sido incluidos certos "Ícaders" eminentes, como Paasikivi e Eco Vuori, este ultimo Ghcfe su-premo dos sindicatos fínlande-ses.
O sr. Vuori foi muiias ve-Zes mencionado como futuro e eventual Primeiro Ministro, mas agora ficou "inteiramente na sombra". O próprio marechal Mannerheim talvez só ocupe a Presidência a título precário, pois por mais de uma ocasião afirmou que não desejava vol-tar ás posições políticas. Só mesmo um movimento amplo da opinião e das forças armadas poderia levá-lo a aceitar o car-go, como o único homem cuja ascensão ao poder poderia per-mitir uma alteração da politica geral da Finlândia sem provocar (Conclusão «ln Ia pag)
velho marechal Carl Gustav Manherhelm, que há pouco as-sumiu a presidência, e reorga-nizou o Gabinete, havia recebi-do da Rússia garantias seguras de que estava disposta a reto-mar as negociações de paz, casn a Finlândia demonstrasse sua sincera vontade de sair da guerra.
A drástica reorganização flo governo •— com Mannerheim substituindo o presidente Risto Ryti, e com o afastamento do primeiro ministro Edwin Lin-* komies e do ministro do Exte-rior slr Henrik Ramsay *— de1-, pela primeira vez desde que a Finlândia entrou na guerra ao lado da Alemanha, uma prova definitiva de que a Finlândia está ansiosa pela paz. '
Depois que as forças russas conquistaram o istmo da Cáre-lia e recapturaram Viipuri, co-meçaram a chegar a Helslnkl, vários indícios de que estava sendo iniciado um trabalho subterrâneo para a discussão das condições do armistício. Jâ anteriormente houvera agita-ções surdas, no seio do povo finlandês, no mesmo sentido, mas o novo Pacto Secreto do presidente Ryti com a Alemã-nha impediu que esse movi-mento tomasse maior corpo.
A Finlândia — cuja posição se acha complicada por sua má vontade para com a Rússia e por seu desejo de vingança, após a vitoria dos .russos na guerra do inverno de 1939.-1940, bem como pela presença, em seu território, de mais de .85.000 soldados alemães — viu, em junho ultimo, desaparecerem os
últimos vestígios de um. regime no pais uma guerra civil, democrático em seu governo. Assinado que seja o arrhís-Foi então que Ryti, Lihkomies ticio, ó provável que ele se afãs-e Ramsay aceitaram aberta- te do cargo.
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Horacio de Carvalho Juntai Diretor-Presidente limitou Jobim DIretor-Seoretarió p, J. Teixeira Leite Diretor-Uerente Telefones:
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Semestre -,. .. .. Cri *i-.0«* Para o Exterior:
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APERTAM 0 CERCO DOS EXÉRCITOS
DO BALTICO
(Conclnaão da 1» pas* )
Abatido o Fluminense - 2x0 o Score
Jogo Cheio de Falhas e Com Pancadaria — Os
"
Players" Corriam de Um Lado Para Outro Sem
Se Entenderam Durante Quase Todo o Match
S. PAULO, 9 (ASAPRESS) —Num ambiente de> grande es-pectativa e num Pacaembu* re-pleto, cujas bilheterias arrêea-daram uma renda de .... .. CrS «T.lSü.OO realizou-se • esta noite o interestadual São Pau-lo x Fluminense.
Multo deixou a desejar o en-eontro de hoje, em 'prossegui-mento á. Olimpíada Tricolor, 'lanto
o Fluminense corno o Sâo Paulo decepcionaram.
Podemos dizer nue durante o primeiro tempo da peleja, as defesas de ambos os bandos jogaram bem. As linhas, en-tretanto, nada produziram. Oa quarenta e cinco minutos pas-saram-se sem nenhuma modifi-caç;ão no placard Os 22 ho-mens corriam de um lado para outro sem haver entendimento filtre si.
. No segundo tempo, as equi-pes entraram em ampo com mais ariíor e combatjvldade. dispostos a movimentar o pia-card.
Esta foi a impressão deixa-aa nos primeiros momentos ae luta. Tanto assim que, ao s«?r movimentado o balão, os sam-paullnos organizaram um ata-que sobre a cidadela de Bata-tais, o qual foi desfeito por Norival.
Insiste o Sao Paulo até qu«« aos 1G minutos numa confusão diante da- mot» carioca; Remo sf aproveitou nara assinalar o primeiro tento da noite.
Decorridos cinco minutos o "sr.
Paulo Garcia marca um
pe-nalty contra o' Fluminense. Coube a sastre oobrar esta pe-nalidade. Entretanto, no' mo-mento em que vai bater- o àr-quelro carioca moveu-ae • - o-juiz determina, então, que seja posta a bola novamente no local para ser cobrada nova. penalidade. E' o: mesmo Sastre quem cobra, mas' aestá vez oom infelicidade, pois a bola foi para fora. Zezè Procopio o Bigode desentendem-se, haven-do uma troca de ponta-p.es. Paulo Garcia intervém, expul-sando-os de campo
Alguns momentos mals fle-correram, voltando o São Paulo ao ataque. Disto se aprovei-tando, o trio atacante sempau-Uno para cerrar carga sobre a meta de Batatais. Assim, nu-ma carregada de Tim, fornu-ma-se uma escrimagem e aos 32 ml-natos Lulzlnho encerra ' o. pia-card, marcando o segundo goal tricolor paulistano, numa- reba-tida fraca de Batatais. Dal por diante, as equipes permanece-ram no gpermanece-ramado nada mais
ta-zendo digno de menção. OS QUADROS
As equipes formaram assim: 8. PAULO: — Gljo; Pioliiri e Virgílio; Zezé Procopio. Zarzur e Noronha; Lulzlnho, Sastre (Tim), Antonínho, Remo (Tel-selrinha) e Pardal. •' .. ¦ FLUMINENSE: — Batatais; Norival e Morales: Vlcentlno, Rodrigues e Bigode: Adilson, Bastarrica (Sila), Magnones. Simões e Piromba.
O juiz foj o sr. Paulo Garcia qua atuou regularmente.
virtude do saliente formado pe-'Ias
pontas de lança aliadas em Mans, e perto de Falaise, e não obstante a resistência nes-sa zona, varias aldeias têm si-do por eles perdidas nas ulti-mas doze horas, notaflaimiite, na região próxima á rodovia Vi-re-Mortain, nãò obstante o' es-forço germânico que tem con-vertido cada aldeia em uma for-taleza em miniatura.
Tamhem as forcas ameríca-nas que guerreiam nessa área avançaram quatro quilômetros até a estrada de rodagem Vire-Oherence le Roussel. que está,, presentemente, sob seu inteiro controle. •
Um oficial do estado-maior canadense, falando ao corrèa-podente da Reuters, junto/ 4s suas forças, declarou:
, -ÍRomnémòs ás linhas alemíls. áo sul de Caen, numa- limitada frente.
A posição nazista no terreno alto meridional de Caen está se tornando precária'*.
Interpelado sobre as defesas alemãs alem da ponta de lan-ça do avanço canadense, acres-centou: . Y
"Os alemães colocaram as suas "mercadorias", todas as suas "coisas" nas "vitrinas": mais essas "vitrinas" estão sen-dos quebradas"...
SAINT-MALO
A perda de Saint Maio foi um dos golpes espetaculares dos avanços de ho.ie. ,
Antigo porto fortificado e des-de muito estância balnearia e de veraneio das mais concorri*? das da Europa, representava. do ponto de vista militar, um trampolim para a reconquista das ilhas do Canal. '
Está a 51 milhas noroeste de Rennes, no. estuário do Rauce. e embora disponha de uma boa baia, é seu acesso algo difi-cil, devldf á anormalidade, de suas marés, notadamente na primavera.'
Tem Saint. Maio "superiores docas e a população permanente da cidade é de cerca de 13.000 habitantes, dobrando nas épocas dos banhos.
Na historia dos feitos da ma-, rinha francesa, assim como tam-Além do avanço norte-amerl- bem nos anais das expedições eu-cano, que continua ininterrup- ropéias dos .corsártos e pira-to, da área sul de Caen, os ca- tas. Saint Maio, tambem ocupa nadenses progrediram e, após lugar destacado, nao se devendo romperem a primeira a segunda esquecer igualmente seus foros
charam as penetrações russas em. Raseinai. a 87 quilômetros ao noroeste de Tilsit, enquanto na frente entre o Vistuia e Nie-men os russos depois de uma violenta preparação de ara* lharia efetuaram algumas pe-netrações empregando podero-sas unidades de infantaria. e em alguns setores os alemães
contra-atacam até doze ou mais vezes por dia.
Um jornal diz que penetran-do só nos bosques e pântanos situados em frente as planícies do Luban os russos conseguiram
efetuar manobras de flanqueio tanques" ê" aviação que lhes permitiram atacar os _
principais baluartes germani-" ~ cos.
Os observadores militares di-zem que os exércitos alemães do Baltico aparentemente resolve* ram pão tentar uma fuga pelo mar, estando decididos'-. a. dar prosseguimento a luta térres-tre. Acrescentam que a derro-ta e a destruição das unidades alemãs estão asseguradas.
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PRAÇA
TIRADENTP.8. 77
CONSEQÜÊNCIAS DOLOROSAS DAS
linhas de defesa dos ¦ alemães, na sua limitada frente, chega-ram a apenas a distancia de 6 milhas de Falaise, enquanto ele-mentos de vanguarda alcança-vam a região de menos de qui-lometro e meio de Potigny.: "
A captura de Màns e o.avànço canadense náo dão aos Aliados apenas um centro vital de eo-municacões e abrem aos de-mais soldados da invasão díver-sos caminhos para Paris; levam esses êxitos o exercito ameri-cano mais para a retaguarda das tropas germânicas que man-têm em seu poder; - precária-mente, o setor. Vire-Mortain. As forças do leste de Mayenne, por si, movimentam-st tão rapidamente que; quando chega a noticia de um de seus avan-ços, já outro está á espera de ser comunicado/.. * :
. Praticamente,. andam Os oa-nadenses á frente das noticias.
NÃO E* GRANDE A RESIS-TENCIA
A resistência • -. inimiga, em toda a área, não é-grande
românticos, fornecedor de tan-tos motivos da literatura conti-nental.
Com a captura de Saint Ma-lo peMa-los norte-americanos, noti-ciou-se tambem que foi elevado o numero de prisioneiros nazis-tas feitos nessa região.
BREST
Brest, o maior porto da Bretanha, continua resistindo. A guarnição alemã recebeu, ho-je, um "ultimatum" do ..oman-do norteramericano, - que •; jhe proporcionava uma oportunlda-de para evitar sua dizimação. O comando alemão da praça, to-davia, recusou-a.
A' hora em que estávamos te» legrafando, . ultimas dá noite, as defesas externas da grãndé base naval estavam sendo
atá-LORIENT E SAINT NAZAIRE
Não houve noticias, duran-te o dia, positivando a si-tuação dos portos de Lorient e Saint Nazaire, nfem se noticiou novo desenvolvimento ciusnto Todavia, não se pode ainda sa- ao progresso das forças norte-ber qual a profundidade da americanas que se acham no defesa geral nazista nessa área, estuário do Loire
e se têm os soldados... de. von Klugc, e quantas, novas pòsi-ções fortes de defesa- « serem atacadas ainda. • - ¦':
De qualquer manein.,. -:se a penetração prosseguir :-o mes-mo ritmo, os alemães, que ainda lutam na zoiía Víre-Mor-tain. serão,' quase que. .infali-velmente, forçados a uma re-tirada em larga escala.
Seus exércitos, aliás, iá i« acham em situação precária em
O TERCEIRO GENERAL QUE SE RENDE
• No noticiário de hoje, desta-cou-se mais um fato, significa-tivo na observação do- declínio do moral nazista: mais am ge-neral alemão, o tenente gene-ral Karl von Spanç, comsn-dante de uma divisão de in-fantaria, foi feito prisioneiro.
E' o terceiro general alemão que se rende aos aliados na frente ocidental desd« o di* D.
Enquanto os generais" Bagra-mian .e Yeremenko encurrala-vam as foíçás de Lindehhianh na Letônia e Estônia, o general Chernyakhovlsl.y anulava meto-dlcamente as defesas entre Ni-men e a fronteira da; Prússia oriental destruindo as posições alemãs uma após outça áo nor-te de Memel é ao lairgo das margens do triângulo de Su-wnlki.
De Moscou, porém, Henry Shapiro, da "United Press", escreve em telegrama poste-rior: — Os nazistas depois de duas semanas de luta oom as costas contra a narede na fronteira da Prússia Oriental, iniciaram desesperados contra*, ataques; porém os russos repe-lirani todas essas tentativas inimigas. Grandes forças na-zistas de tanques e de infanta-ria, trazidas da Alemanha cen-trai para conter o avanço so-vietivo pela Prússia Oriental, a qualquer custo, estão contra-atacando dé suas posições po-derosamente fortificadas. Ao que parece, trata-se dós con-tra-ataques mais violentos aue os russos tiveram de. enfrentar, durante seu gigantesco avanço de 10 semanas, que fez retroce-der os nazistas até a porta da Prússia Oriental e de Varsovia. As informações soviéticas di-zem que os fascistas alemães já perderam enorme quantida-de quantida-de materiais e quantida-de homens. As principais investidas nazis-tas foram feinazis-tas a noroeste da cidade lituana de Mariampol, na zona onde as tropas "russas, segundo as ultimas noticias, se encontram apenas a 12 quilo-metros do território alemão.
A aviação russa está atacan-do continuamente as comuni-cações nazistas entre a frente de batalha e os limites da Prússia Oriental.
No entanto o progresso das tropas do general Chemiakho-vsky depende muito da. rapi-dez com que os generais Ba-gramian e Yeremenko consi-gam desalojar os. alemães da Letônia e Estônia.
A "D.N.B." disse que ao norte de Memem os riassos hão conseguiram efetuar a irrupção
PROLONGADAS ENCHENTES DE MACEIÓ
VENDE-SE E COMPRA-SE
TUDQ DENTRO D?AGUA
Continua Chovendo — Agrava-se o Problema do
Abastecimento — A
"Feira"
Não Deixou de
funcionar — Mais Detalhes do Dilúvio
Ocorri-do Em Alagoas
MACEIÓ', 9 — (Press Parga) — Em conseqüência de prolon-gadas chuvas caídas sobre a capital alagoajia, ha mais de 8 dias, e, outrossim, das inunda-i?ões provocadas Pelo transbor-damento da lagoa do Norte foi mudado o aspecto: da tradicio-nal "Feira dos Passarinhos", onde tudo é velho, tudo é bom, tudo é negocio da china para quem vende, e tudo. é-ruim,
AGRAVA-SE O PROBLEMA DO ABASTECIMENTO EM VISTA DA PARALISAÇÃO
DOS TRANSPORTES MACEIÓ', 9 (Press Parga) — O problema de abastecimento dá capital alagoana agrava-se dia a dia, como conseqüência lógica do isolamento de Maceió do resto do Estado, pois há va-rios dias encontra-se totalmen-te paralisado o sistema de tudo é imprestável, tudo é ca- transportes de Alagoas.
nudo para quem compra". REGRESSARAM DE LOTTREN-A "FEIRLOTTREN-A" NLOTTREN-AO DEIXOU DE co DE ALBUQUERQUE
FUNCIONAR TODOS OS TRFNS QUE
DE-Domingo, os moradores do MANDAVAM MACEIÓ' bairro da Levada acordaram MACEIÓ', 9 (Press Parga) — surpreendidos com um vastt» Informa-se.agora que todos os lençol de água invadindo suas trens que demandavam Mace>n casas. Logo mais, dia claro,
fa-milias e fafa-milias abandonaram aquele arrabalde maceioense e demandaram, no- centro da ci-dade, o bairro do Farol, PI-nheiros e Pitanguinhá, onde já-mals as aguas poderiam subir.
Entretanto, ás 9 horas do dia uni movimento desusado :-e observou ás proximidades do Mercado Publico — situado no Parque Rio Branco. Risos, pia-das, algazarras, pregões. '!Quem
regressaram da cidade de Lou-renço de Albuquerque, ponto de confluência da ferrovia M*.-ceió-Recife e Maceió-Palmeira, dos índios. CONTINUA CHOVENDO NA CAPITAL E NO INTERIOR DE ALAGOAS
MACEIÓ', 9 (Press Parga) — Continua chovendo torrenclal-mente na capital e no interior do Estado, sendo de destacar que o temporal, ocorre sobretu-quer comprar um canário ba-Ydd sobre...a.zqná da mata,, onde rato?", e uma voz gritando ho iêj^ncohtrãm localizadas às in-meio da multidão:" "Canário crõsffiàVaíSgbanas e as maiores nesse tempo está com gôgô..." plantações agrícolas.
Ciente do ocorrido o repórter
da Press Parga, com água ate EVACUADO O bairro DA o joelho, dirigiu-se para a fa- LEVADA
mosa "Feira dos Passarinhos*. MACEIÓ', 9 (Press Parga) — Ali se comerciava do mesmo 9 bairro da Levada, nesta c*-modo que nas manhãs de sol, pitai, situado ás margens «ia de calor. Os vendeiros não ce- Lagoa do Norte, está sendo eva-deram seus postos ás massas li- cuado rapidamente pelos seus quidas. Improvisavam platafor- moradores,
mas ou se instalaram nos lo- A enchente daquele bairro cais mais altos, ainda não atm- tem causado sérios transtornos gidos pelas aguas, embora ti--... á vida local, dado que é pelo rando daquele "mercado popu*."porto.laçustre ali localizado que ¦'.*" jujj pouco de sua caracte- se faz o desembarque de gran làr'
ristlca.
Afi aguas subiam, e os
popu-de número popu-de produtos alimen-ticios vindos dos municipios que pretendiam e que durante ; lares continuavam trocando Plantados ás margens das la a luta movei os alemães ,
fe-Completada a
Ocupa-•
çao de Guam
(ConclunSo da 1* .pag ) radas,. Tinian e Salpan. a cerca de 125 milhas áo-norte, foram ocupadas no mês de julho.
Existem vários importantes aerodromos nessas três ilhas, os quais estão dentro do alcance das Super-Fortalezas-Voardoras B-29 para eepreenderem ataques contra o território do próprio Japão, contra as ilhas Filipinas e a costa da China. .
A posse dessas três Importan-tes ilhas do arquipélago das Ma-nanas dá aos EE. UU. bases avançadas para mate profundas penetrações na área da«ç defe-sas do interior do Japão.
curiós velhos e .afamados can-tadores, gaios de campina capa. zes de cantar 24 horas, e corti-. prando fechaduras semi - lm-prestavels, de segunda mâo e negociando com relógios. Até mesmo os cantadores de
mo-goas Manguaba e Mundaú, por canoas e barcos.
_ Tambem- na Levada encon-tra-se- o- Mercado Municipal, cuja- construção, caso o nivl da Lagoa não baixe rápida-mente, não oferecerá a minima dinha anunciavam, a preços sesurança, pois aquele' próprio módicos, o "ABC de Lampeão"
ou então "A historia do menl-no que virou onça".
E durante todo o domingo, a "Feira de Passarinhos" conti-nuou com o seu movimento, embora fizesse frio em Maceió e as ruas estivessem completa-mente alagadas. ' •
SUPERLOTADOS OS HOTÉIS MACEIOENSES PELAS
PES-SOAS EVACUADAS MACEIÓ', 9 (Press Parga) — Em vista do grande numero de pessoas evacuadas do interior do Estado e mesmo dos bairros inundados da capital, todos os hotéis maceiopnses encontram-se superlotados.
municipal está construido em um aterro, sendo facilmente avariado piela infiltração de agua< Devemos frisar .que um dos oitões do Mercado está ra-chado. há meses.