INTRODUÇÃO 13
PREFÁCIO 15
Notas 24
PRIMEIRA FASE
OS PRIMÓRDIOS 25
I AS ORIGENS DAS FOLHAS INFORMATIVAS 27
1. As folhas noticiosas manuscritas avulsas. As cartas 27
2. Os folhetos em forma de gazeta 31
3. As primeiras folhas noticiosas impressas 35 4. Os primeiros periódicos impressos: almanaques,
reportónos, calendários e prognósticos 41
Notas 45
II OS PRIMEIROS JORNAIS 47
1. As Gazetas da Restauração. O modelo «gazeta» 47 2. O Mercúrio Português. Os mercurios 60
3. A Gazeta de Lisboa 68
Notas 75
III O «NOVO» SÉCULO XVIII 79
6 JOSÉ TENGARRINHA
NOV* HISTÓRIA DA IMPRENSA PORTUGUESA
2. Periódicos predominantemente noticiosos 83 3. Periódicos enciclopédicos e instrutivos 88
4. Periódicos «filosóficos» 107
5. Periódicos literários 113
6. Periódicos científicos e técnicos 122
7. Periódicos históricos 127
8. Periódicos económicos 130
9. Periódicos de recreação ligeira 134
10.0 caso singular de um jornal anarquista 144
Notas 145
IV NAS INVASÕES FRANCESAS 155
1. A resistência na Primeira Invasão 155
1.1. Panfletos e pasquins 155
1.2. Os jornais 158
2. Após a Primeira Invasão 161
3. A propaganda dos invasores 175
Notas 182
V O JORNALISMO
DA PRIMEIRA EMIGRAÇÃO 185
1. As perseguições 189
2. Difusão e influência 195
3. Redes de interesses e dependências 198
4. Temáticas e orientações 203
5. A retomada do enciclopedismo.
Os Anais das Ciências, das Artes e das Letras 210
Notas 214
VI A CRISE (1811-1820) 219
1. O combate ideológico pelo Antigo Regime 219
2. Ciência e economia 233
3. Literatura e diversão ligeira 237
Notas 239
VII A CENSURA ÀS FOLHAS INFORMATIVAS 241
1. Os regimes: os órgãos e os meios 242
2. Os critérios 246
2.1. Defesa da doutrina 246
2.2. Defesa da sociedade 248
2.3. Defesa do regime político 253
3. Censores e censuras 255
Notas 261
VIII BALANÇO DA PRIMEIRA FASE 265
1. Licenças e privilégios 265
4. A notícia 280
5. Leitura e venda 285
6. O jornalista 291
7. A tipografia 294
8. Imprensa periódica e pré-Romantismo 297
Notas 300
IX O DEALBAR DA IMPRENSA NO BRASIL 305
Notas 313
SEGUNDA FASE
0 NASCIMENTO DA IMPRENSA DE OPINIÃO 315 1 O PRIMEIRO PERÍODO LIBERAL (1820-1823) 317
1. Panorama geral da imprensa ! 317
2. O debate nas Cortes Constituintes
e a primeira lei de liberdade de imprensa 324
3. Os grandes confrontos políticos 335
4. A repressão liberal 346
5. A comunicação como um processo global 356 6. A formação do espaço público mediatizado 371
Notas 375
II A INTERRUPÇÃO DO REGIME CONSTITUCIONAL
(1823-1826) 391
1. O novo quadro político 391
2. O movimento da imprensa 394
3. O jornalismo liberal da emigração 397
4. Panfletos, volantes e pasquins 399
Notas 402
III O SEGUNDO PERÍODO LIBERAL (1826-1828) 405 1. A nova situação política e o regime censório 405
2. Após as «archotadas» 413
3. Balanço do movimento jornalístico 415
Notas 432
IV REGIME MIGUELISTA E GUERRA CIVIL (1828-1834) 439 1. A imprensa no Continente durante o regime miguelista 441
1.1. Periódicos e séries políticos 442
1.2. Literatura, artes, economia e ciência 448
2. Os jornais liberais da emigração
em Londres e Paris 451
3. Os órgãos oficiais dos Açores 457
4. A imprensa liberal no Continente
(até à derrota de D. Miguel) 461
TERCEIRA FASE
LIBERAIS CONTRA LIBERAIS 471
I AABERTURAÀ CONTEMPORANEIDADE (1834-1842) 473 1. A primeira etapa da modernização (1834-1836) 473 1.1. A difícil implantação da liberdade de imprensa 473
1.2. A imprensa política na luta pelo poder 476
1.3. A nova linguagem política 490
1.4. A imprensa miguelista 494
1.5. Periódicos literários, culturais, de instrução,
científicos, recreativos e femininos 496
1.6. O despertar da questão africana 502
1.7. Fora do Continente 503
2. Regime setembrista: a imprensa nas novas
dinâmicas culturais e políticas (1836-1842) 506 2.1. A agudização dos confrontos políticos na imprensa 509
2.1.1. A imprensa cartista 510
2.1.2. A imprensa setembrista 515
2.1.3. Jornais miguelistas/legitimistas 520 2.1.4. Jornais políticos independentes. O germinar
da imprensa republicana 522
2.1.5. Além do Continente 526
2.1.6. Balanço da imprensa política 527 2.1.7. As perseguições à imprensa política após 1840 535 2.2. Periódicos noticiosos. Os primeiros jornais grátis 537 2.3. Jornais de economia. A questão colonial 541 2.4. Científicos. Jurídicos. Religiosos. Enciclopédicos 543 2.5. Femininos, recreativos, de instrução ligeira
e satíricos. A divulgação histórica. Musicais.
Ensino artístico. Jornais de utilidades 546
2.6. Periódicos literários 553
2.6.1. Especificamente teatrais 553
2.6.2. O domínio abrangente da literatura 556
Notas 561
II DO CABRALISMO À REGENERAÇÃO (1842-1851) 565
1. O novo regime da Carta 565
1.1. O endurecimento dos confrontos políticos 565 1.2. As tendências republicanizante e socializante 580
1.3. A imprensa legitimista/realista 581
1.4. As limitações legais e administrativas
à imprensa política 582
1.7. Outros géneros 596 1.7.1. Belas-artes 596 1.7.2. Instrutivos/recreativos 597 1.7.3. Enciclopédicos 598 1.7.4. Ciências médicas 600 1.7.5. Económicos 601 1.7.6. Satíricos 603 1.7.7. Noticiosos 604 1.7.8. Jornais de anúncios 605 1.7.9. Religiosos 607 1.7.10.Feminino s 609
1. 8. Jornais fora do Continente 609
1.9. O jornalismo romântico 612
António Rodrigues Sampaio 617
1.10. Quem lê os jornais 621
2. A guerra civil (1846-1847): imprensa clandestina e ilegal 625
2.1. As primeiras folhas 627
2.2. O Espectro e a restante imprensa de Lisboa 632
2.3. Nas províncias 637
2.4. Nos territórios insulares 643
2.5. Folhetos e panfletos 644
2.6. Apreciação global 646
3. 1847-1851: do caos à reconstrução 649
3.1. Movimento da imprensa política 655
3.2. Cabralismo e anticabralismo 657
3.3. Unionistas e antiunionistas 662
3.4. As campanhas jornalísticas
contra Costa Cabral 664
3.5. A «lei das rolhas» 667
3.6. Os primeiros jornais que se declaram
abertamente republicanos 671
3.7. Periódicos socializantes, «operários» e federalistas 680 3.8. Periódicos literários, instrutivos e recreativos.
Bibliográficos. Femininos. Arqueologia 686
3.9. Periódicos «populares» 693
3.10. Periódicos satíricos 697
3.11. Musicais e belas-artes 700
3.12. Teatro. Outros espetáculos 701
3.13. Económicos 706 3.14. Periódicos de medicina 710 3.15. Imprensa militar 712 3.16. Religiosos 716 3.17. Fora do Continente 717 Notas 718
QUARTA FASE
A REGENERAÇÃO PACIFICADORA
(1851-1864) 729
I CONVERGÊNCIAS E RUTURAS 731
1. O compromisso como paradigma político 731
2. A imprensa legitimista 751
3. A questão religiosa 757
4. As tendências republicanistas e socializantes.
A «questão ibérica» 763
5. A irrupção do associativismo operário 766
6. O municipalismo 772
Notas 773
II QUESTÕES CENTRAIS: ECONOMIA E PROGRESSO 775 1. O grande impulso do jornalismo económico 775
2. O primado do comércio 776
3. Ultramar e desenvolvimento da Metrópole 780 4. Maior atenção à indústria.
O debate sobre protecionismo e liberdade de comércio 784 5. Sobre a necessidade
urgente do fomento agrícola 787
6. Por reformas financeiras e contra a agiotagem 788
Notas 789
III A DESCONCENTRAÇÃO DA IMPRENSA 791
1. A eclosão da imprensa da província 791 2. Imprensa insular:
literária nos Açores, política na Madeira 799
Notas 806
IV MAIOR DIVERSIFICAÇÃO DOS GÉNEROS 807
1. A presença massiva da literatura 808
2. O folhetim 816
3. Jornais teatrais 819
4. Jornalismo musical 824
5. Femininos 825
6. Instrução e recreio. Temática histórica. Belas-artes 827 7. A sátira social e política. Os jornais «domingueiros» 833 8. Periódicos científicos. A batalha da homeopatia 835
9. Legislação e jurisprudência 839
10. A imprensa militar
e a nova relação entre o militar e o político 840
V BREVE BALANÇO 845 1. A transição para o jornalismo moderno 845
1.2. A empresa jornalística. 0 jornalista 854
1.3. Dificuldades técnicas e problemas da imprensa periódica 857 1.4. A ilustração e a gravura.
Os jornais «pitorescos» ou «pintorescos» 863 1.5. As comunicações. Expedição e portes do correio 866
1.6. Opapel 871
1.7. Os primeiros movimentos reivindicativos dos tipógrafos 873 2. A imprensa na evolução
da sociedade oitocentista portuguesa 875
Notas 880
APÊNDICES 883
I A HISTÓRIA ACIDENTADA DO ANTEPASSADO
DO DIÁRIO DA REPÚBLICA 885
II A PRIMEIRA LEI DE LIBERDADE DA IMPRENSA
(DECRETO DE 4 DE JULHO DE 1821) 887
III LEI DE 22 DE DEZEMBRO DE 1834
QUE FOI A PRINCIPAL BASE DO ENQUADRAMENTO
LEGAL DA IMPRENSA PERIÓDICA NO LIBERALISMO 900 IV AS PERSEGUIÇÕES SOFRIDAS
POR A REVOLUÇÃO DE SETEMBRO EM 1844 908
V A AVENTUROSA HISTÓRIA DE O ESPECTRO 913
VI A INDEPENDÊNCIA POLÍTICA DO ESCRITOR
EM RELAÇÃO AO JORNAL EM QUE COLABORA 917
FONTES E BIBLIOGRAFIA 919