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IOM & A SHIBATAFENDERTEAM

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Academic year: 2021

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CONTEÚDO

SEGURANÇA

Segurança ... 04

Avaliação de Riscos ... 05

Descarregamento e Armazenamento ... 06

Içament ...07

INSTALAÇÃO

Instalação do Equipamento ...08

Arranjo ...09

Chumbadores ...10

Resinas ...10

Parafusos ...11

Defensas Cônicas SPC e de Células CSS ...12

Defensas de Elementos FE ...13

Defensas V e Defensas de Elementos Especiais ...14

Defensas Cilíndricas ...15

Defensas de Espuma ...16

Defensas Donut ...17

Defensas Pneumáticas...18

Defensas Hidropneumáticas ...19

OPERAÇÃO

Relatório de Aceitação da Instalação ...20

Limites Operacionais ...22

Lista de Verifi cação de Operações ...23

MANUTENÇÃO

Manutenção ...24

Lista de Verifi cação da Manutenção ...26

Períodos para Inspeção de Manutenção ...27

Modelo para Relatório de Ocorrências ...28

Notas ...29

(4)

SEGURANÇA

Durante a instalação, operação e manutenção de de-fensas existe uma série de possíveis perigos ou riscos. Um Safety Management System (SMS) (Sistema de Gestão de Segurança) providencia a estrutura para a identifi cação destes perigos, avaliando a probabilida-de da sua eventual ocorrência e as consequências ou os efeitos para pessoas, meio ambiente, estruturas e navios. O SMS pode incluir, também, orientações fi nanceiras.

A gestão de segurança trata tudo respeitante à com-preensão de riscos e a aplicação de estratégias para a eliminação, redução e monitorização dos mesmos. Muitas técnicas são utilizadas para mitigar riscos que poderiam, de outro modo, resultar em perdas e prejuí-zos inesperados. Geralmente, uma matriz é utilizada onde cada perigo, isoladamente ou em possíveis com-binações, é, em seguida, classifi cado de acordo com a probabilidade que o mesmo possa incorrer e o efeito ou a gravidade de um evento. Para cada perigo é dado uma „pontuação de risco” com medidas ou procedimentos adequados para minimizar o risco e maximizar a segu-rança.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO

INDIVIDUAL

O equipamento de proteção individual (EPI) é usado para minimizar a exposição a lesões graves e doenças no local de trabalho, que possam resultar do contato com riscos locais físicos, mecânicos, químicos, elétricos ou outros.

Qualquer pessoa que estiver entrando numa área de trabalho deve estar devidamente equipada. Uma ava-liação de risco sempre deve ser executada com o ob-jetivo de determinar os riscos e o EPI mais adequado. Dependendo do local e do tipo de trabalho, deve ser usado EPI adicional, tais como: luvas, óculos e sapatos de segurança, tampões ou proteção auricular, capa-cetes, máscaras, macacões, coletes de alta visibilidade, cintos de segurança e dispositivos de fl utuação pessoal (PFDs). Capacete Luvas Macacões de alta visibilidade Proteção ocular Proteção auricular Botas de segurança

LOCAL DE OBRA

Obra em andamento.

Crianças e animais não são permitidos nesta local de obra.

Entrada não autorizada é rigorosamente proibida neste local de obra.

Capacetes de segurança usar. Calçados de proteção usar. Vestuário de alta visibilidade usar. Proteção ocular usar.

Proibido de fumar neste local.

(5)

Durante a instalação, manutenção e operação da defensa, cada atividade ou tarefa deve ser considera-da os riscos individuais devem ser identificados. Caconsidera-da risco deve ser classificado de acordo com a sua proba-bilidade. Casos podem incorrer de forma isolada ou em combinação, criando assim um outro caso identificável. A avaliação da probabilidade poderia ser baseada em experiência, atividades similares ou outros critérios. As consequências para pessoas, meio ambiente e propriedade devem ser consideradas, separadamente, e priorizadas.

MATRIZ DE RISCOS

A matriz é geralmente usada para avaliar riscos. Título do Projeto: Referência da Avaliação de Riscos:

Tarefa/Atividade: No.do Projeto: Data da Elaboração:

Riscos Probabilidade Seriedade Pontuação do Risco Ref Riscos-chave associados à esta atividade / tarefa

Fr equen te Pro váv el

Ocasional Remota Impr

ov áv el Ca tastr ófic o Sério Crític o Pequeno Pr obabilidade x Seriedade Pontuação > 5 4 3 2 1 4 3 2 1 1 Objetos caídos X X 9 2 Queda em altura X X 8 3 Queda na água X X 12

4 Içando objetos com guindaste X X 8

5 Aço triturando e cortando X X 4

6 Fogo causado por solda ou combustão X X 3 7 Colisões com a planta ou com materiais X X 8 8 Colapso estrutural ou com as formas de obra civil X X 4 9 Colapso ou tombamento de guindaste X X 8

10 Escorregamento ou tropeço X X 5

Risco muito alto > 10

Risco alto 5–9 Risco baixo 1–4

Frequente um evento que possa provavelmente ocorrer várias vezes

Provável um evento que se espera acontecer diversas vezes

Ocasional um evento que possa acontecer pelo menos uma vez

Remota improvável de acontecer mas poderia em algum momento

Improvável um evento altamente improvável de incorrer alguma vez

Catastrófico Morte, perda de sistema ou dano ambiental irreversível

Sério Ferimentos graves, doenças ocupacionais, danos graves do sistema ou dano ambiental grave reversível Crítico Ferimentos requerendo atendimento médico, doença, dano do sistema ou danos ambientais mitigáveis Pequeno Possível pequeno ferimento, pequeno dano do sistema ou dano mínimo ao meio ambiente

Esta tabela

encontra-se

disponível como

modelo em

planilha Excel

para os clientes da

ShibataFenderTeam.

AVALIAÇÃO DE RISCOS

Seriedade 4 4 8 12 16 20 3 3 6 9 12 15 2 2 4 6 8 10 1 1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 Probabilidade

(6)

DESCARGA E ARMAZENAMENTO

A ShibataFenderTeam embala cada remessa com o maior cuidado possível. Os componentes de defensas são frequentemente transportados em contentores de 20’ e 40’. Contentores dos tipos open-top e fl at rack po-dem ser utilizados para facilitar a descarga. Quaisquer partes do contentor que possam obstruir a descarga da mercadoria devem ser removidas ou revertidas. Um terreno nivelado, limpo e seco deve ser preparado e fi car pronto para armazenar a remessa após seu de-scarregamento. Localizar todos os pontos para elevação antes de iniciar a remoção dos itens e retirar quaisquer alças ou tiras de embalagem.

Partes até 2.1 m transversal podem ser removidas verti-calmente de contentores do tipo open-top. Partes entre 2.1 m e 2.3 m de largura devem ser retiradas através da abertura na extremidade, depois de ter removido primeiramente as partes menores que estiverem no caminho. Sempre utilize equipamento de elevação apropriado para cada componente, tomando muito cuidado para proteger qualquer pintura ou partes vul-neráveis, durante a elevação.

Partes e conjuntos menores serão normalmente des-pachados em contentores fechados. Os mesmos são mais fáceis para a remoção da mercadoria no porto de destino ou numa outra instalação na proximidade. A seguir, as remessas são encaminhadas por camião até ao local de obras (opcionalmente, uma prancha ou um reboque de teto aberto, tipo graneleiro, para melhor acesso, sob pedido). Partes muito grandes, acima de 2.3 m transversal, são geralmente embarcadas em contentores do tipo open fl at rack, os quais simplifi cam o acesso para a sua elevação.

Favor informar a ShibataFenderTeam imediatamente a respeito de qualquer dano ocorrido em trânsito, antes de descarregar a mercadoria. A seguradora do transporte marítimo irá requerer fotografi as nítidas e declarações para apurar as responsabilidades e resolver as queixas. No caso raro de um dano sério do carrega-mento, a seguradora pode se decidir pelo envio de um perito para inspecionar e registrar o dano.

SEMPRE

Verifi car se a entrega corresponde com os

documentos de embarque e os diagramas.  Remover e reciclar os materiais de embalagem e de

sustentação. 

Armazenar a mercadoria num invólucro seguro até a

mesma for solicitada. 

Usar lingas macias com olhais de içamento para o manuseio de borracha e itens pintados.  Verifi car pesos e centro de gravidade antes de levantar .  Suportar a mercadoria com travamento adequado

sobre terreno seco e nivelado. 

Evitar danos na pintura. 

Verifi car se roscas e bocais / encaixes estão limpos e

isentos de impurezas. 

NUNCA

Desembalar antes dos componentes serem

requeridos, exceto para verifi cação visual da qualidade

e da quantidade no recebimento. 

Arriscar danos por aplicar força desnecessária. 

Movimentar a mercadoria através de garfos ou

ganchos desprotegidos para içamento.  Arrastar os componentes sobre o piso. 

Soldar, esmerilar, ou aplicar processo similar próximo da área de armazenamento ou do local de obras. 

Menores danos de pintura devido a transporte, ma-nuseio local ou instalação são tipicamente de respons-abilidade do contratante para sua recuperação, e deve ser executada após término da instalação, a não ser que as áreas afetadas fi quem submersas ou com difícil acesso. Se tiver qualquer dúvida ou solicitações adicio-nais, favor entrar em contato com seu escritório regio-nal da ShibataFenderTeam.

(7)

LEVANTAMENTO SEGURO

O levantamento e a manobra de grandes defensas do mar ou de plataformas flutuantes é uma operação crítica de segurança. Quando existirem maré forte ou fortes correntes, o levantamento deve ser planeado e executado cuidadosamente, para ser completado num curto espaço de tempo.

Levantamentos grandes requerem frequentemente vários guindastes para a sustentação estável de grandes cargas. Em projetos marítimos, onde o aces-so pode ser limitado, muitos levantamentos requerem um grande alcance. Guindastes apropriados devem ser escolhidos com cuidado para considerar acesso ao local e condições do solo. A capacidade de levantamento deve considerar raio de alcance, balanço e assentamento.

PLANO CRÍTICO DE LEVANTAMENTO

Um plano de levantamento deve ser preparado para cada caso, levando em consideração as piores condições de requisitos de levantamento e riscos potenciais. O peso montado do sistema completo de defensa deverá ser verificado no local antes do levantamento final ser executado.

O guindaste é configurado de acordo com o plano de

içamento? 

O guindaste foi inspecionado e sua condição é

aceitável ? 

O equipamento para montagem (rigging) foi inspecionado, é seguro e o mesmo se encontra em

condição aceitável? 

A superfície de apoio é estável ?  Foram colocados coxins (esteiras de madeira) do

próprio guindaste debaixo da sustentação externa de flutuadores e num ângulo de 90 graus em relação aos cilindros estabilizadores da sustentação externa ? Os guindastes com esteiras se encontram sobre os próprios coxins (esteiras de madeira) do guindaste ?

As sustentações externas (se aplicáveis) são completa-mente estendidas com os pneus afastados do chão?  O guindaste está dentro da tolerância de 1 grau do nível? O nivelamento do guindaste foi verificado com um nível de 1 m ou nível de carpinteiro mais comprido ou por outro método aceitável? O nível „alvo” na cabine do guindaste pode ser usado para o nivelamento inicial mas não deveria ser considerado confiável para levantamentos críticos.

O peso exato da defensa é conhecido ?  A localização do centro de gravidade da carga é

conhecida e o gancho do guindaste está posicionado

diretamente sobre o mesmo ? 

O raio da carga foi medido exatamente ? Para levantamentos pesados, o aumento potencial do raio da carga foi considerado devido a deflexões na lança, nos pneus e/ou no veículo?

O comprimento da lança foi corretamente determinado ?  O ângulo da lança foi corretamente determinado ?  As condições do vento são aceitáveis? Tipicamente, se velocidades de vento excederem 40 km/h (25 mph), o levantamento não deveria ser iniciado. Velocidades ideais do vento não deveriam exceder 20 km/h (12 mph).

O mecanismo de guia do cabo é balanceado para

impedir torção da lança ? 

A capacidade de rigging é aceitável ? 

O peso de rigging é conhecido ? 

A folga entre a lança e a carga foi considerada e a

mesma é suficiente ? 

A folga entre a ponteira e o bloqueio da lança foi

considerada e a mesma é suficiente ?  O operador do guindaste tem experiência e é

qualificado ? 

Uma pessoa-sinaleiro qualificada para o guindaste foi nomeado e um método de comunicação entre o operador do guindaste e a pessoa-sinaleiro foi estabelecido ?

Alguém foi nomeado para controlar a carga com o uso

de um cabo de sustentação ? 

Foi mantida uma reunião antes do levantamento entre o operador do guindaste, pessoa-sinaleiro,

supervisor e outras pessoas relevantes ?  LISTA DE VERIFICAÇÃO ANTES DO LEVANTAMENTO*

* Esta lista de verificação de exemplo é fornecida apenas para orientação. Uma lista de verificação específica do projeto deve ser preparada sempre pelo contratante responsável para a montagem das defensas.

(8)

INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO

Sempre utilize o equipamento correto para a preparação e a instalação das defensas. Isto é importante para um trabalho seguro e para evitar danos desnecessários na defensa.

SEMPRE

Usar equipamento de levantamento não danificado

e certificado. 

Usar lingas macias com olhais de levantamento para o manuseamento de borracha e itens

pintados. 

Verificar pesos e centros de gravidade antes de

levantar . 

Usar manilhas adequadas quando levantar a partir

de olhais. 

Usar vigas de espaçamento para evitar ângulos excessivos das lingas ou das correntes.  Garantir que os componentes sejam posicionados de forma estável e não podem cair antes de

remover as lingas. 

Verificar que as condições do solo são suficientemente firmes para as operações do

guindaste. 

NUNCA

Usar ferramentas improvisadas que não foram

previstas para o trabalho. 

Usar força desnecessária que possa causar danos. 

Movimentar produtos com garfos ou ganchos de

levantamento. 

Arrastar componentes sobre o chão. 

Soldar, esmerilar, jatear ou aplicar processo similar próximo da área de armazenamento ou do local de

montagem. 

Correntes ou Lingas de levantamento

Assegurar que a quantidade correta, o comprimento e a capacidade de correntes ou lingas se encontram disponíveis para cada levantamento.

Protetores dos garfos

Evitar danos das defensas de borracha e pintura, por meio de protetores dos garfos.

Encaixes e chaves inglesas

Sempre usar encaixes e chaves inglesas de tamanho correto e feitos para o objetivo específico. Chaves inglesas de

golpe podem auxiliar, quando apertar fixações maiores.

Alavancas

Usar alavancas com cuidado para alinhar furos, para fixação ou quando alinhar partes usando pino para centrar ou cavilha.

ARRANJO

Novas estruturas em concreto, usam chumbadores embebidos para montar firmemente a unidade de defensa de borracha, suportes de corrente e outros conjuntos. As estruturas existentes utilizam chum-badores para concreto existente fixos com resina. Para todas as estruturas é essencial de posicionar os chumbadores corretamente para combinar com as po-sições dos furos no conjunto das defensas. É necessário também, evitar interferências com obstáculos, tais como: barras de reforço e de armação.

Qualquer contato elétrico entre chumbadores e barras de armação, formará uma célula galvânica na presença de água e isso pode provocar corrosão.

Chumbadores embebidos devem ser isolados eletri-camente de outros aços, que estiverem permanente-mente incorporados na estrutura. Chumbadores para concreto existente são normalmente isolados pelo anel de resina.

(9)

Prisioneiros, arruelas e

porcas provisórios Formas

M20-M72 Evitar contato elétrico

}

GABARITOS

Um gabarito deve ser usado para alocar corretamente as posições dos chumbadores na estrutura. Os gabari-tos não servem para suportar o peso dos chumbadores. Para preparar um gabarito, deve basear-se sempre no desenho do arranjo geral. Os gabaritos podem ser feitos, no local, em aço ou madeira compensada.

SISTEMA DE DEFENSAS

A ShibataFenderTeam pode também providenciar, gabaritos impressos em tecidos revestidos de plástico. Os mesmos são dimensionalmente fi rmes e também podem ser enrolados ou dobrados. Tais gabaritos são bem leves e podem ser enviados por email ou correio.

LISTA DE VERIFICAÇÃO

“Medir duas vezes, furar uma vez”.  Limpar roscas e encaixes minuciosamente.  Evitar contato elétrico entre chumbadores e

armação de concreto. 

Assegurar que os chumbadores se encontram retos

e nivelados. 

Verifi car os diâmetros e as profundidades dos furos para a restauração dos chumbadores, para evitar o

grout insufi ciente ou em excesso.  Evitar contato elétrico entre chumbadores e armação do concreto. GABARITOS PARA O TAMANHO DOS FUROS

Gabaritos devem ser usado o tamanho correto dos furos. É comum fazer um furo menor como „piloto”, para identi fi car a posição do chumbador e guiar a broca para o tamanho fi nal do furo. Após remoção do gabarito, o furo com o diâmetro correto pode ser executado.

CHUMBADORES EMBUTIDOS

A maioria das novas estruturas de concreto, usa chum-badores embutidos. Os mesmos devem ser colocados na posição certa e presos, para evitar qualquer movi-mento durante a concretagem. Um parafuso ou pino temporário (parafuso escravo) é preferido para manter o chumbador embutido nas formas e evitar que o parafuso de montagem permanente seja perdido ou danifi cado.

PLACAS PARA FIXAÇÃO DOS CHUMBADORES

Estas placas são um meio simples e efi caz, para manter a posição dos chumbadores a embutir. Os para-fusos fi xação podem ter de ser mais compridos para compensar a espessura da placa.

GABARITO COM PARAFUSOS

(10)

CHUMBADORES QUÍMICOS

Estruturas existentes podem requerer chumbadores químicos. Estes são varões roscados que são colocados dentro de furos usando resina de alta resistência. Referir-se sempre aos desenhos da ShibataFenderTeam para confirmar detalhes de profundidade e de diâmetro dos furos, e para o volume de resina necessária por furo.

SISTEMAS DE RESINA EM CARTUCHO

Sistemas de resina em cartucho estão disponíveis nas classes padrão e de secagem rápida, em vários tamanhos e em bisnagas coaxial ou padrão.

Dependendo do tamanho da obra e do volume de resina por furo, são disponibilizadas pistolas de cartuchos ma-nuais, pneumáticas, elétrica e a bateria.

A resina não irá secar se a temperatura for muito baixa ou irá secar muito rápido a altas temperaturas. A tem-peratura do concreto também é crítica.

Fazer um furo perpendicular de diâmetro e profundidade corretos. Eliminar os detritos por sopro.

Deixar o resina curar. Referir-se à tabela para tempos de cura a temperaturas diferentes. Injetar o volume correto de resina. Quanto a temperaturas, referir-se às instruções do fabricante.

Limpar o furo com uma escova de nailon e soprar qualquer detrito remanescente.

Defensas e suportes devem ser conectados apenas quando o resina estiver curado adequadamente.

Empurrar e girar o chumbador dentro do furo. Limpar imediatamente qualquer vazamento de resina.

Quando são esperadas condições de umidade, por fa-vor informar a ShibataFenderTeam para que a resina correta seja fornecida. Nem todos as argamassas são adequadas para aplicação em lugares molhados ou úmidos.

Sistemas de RESINA em Cápsulas (M30 máx.)

Cápsulas de resina em vidro encontram-se disponíveis. Existe um desperdício mínimo, mas as cápsulas são facilmente quebráveis quando danificadas. Elas são as mais apropriadas para chumbadores pequenos, recomendadas apenas para

tamanhos até M30.

SEMPRE

Verificar e confirmar o volume necessário de resina

para cada furo de chumbadores. 

Verificar que a profundidade e o diâmetro do furo feito se encontram dentro da tolerância.  Verificar a temperatura interna do concreto e

considerar os tempos de seca. 

Suportar os chumbadores centralmente no furo e prevenir vazamento da argamassa através de um selo.  NUNCA

Usar cápsulas de resina em vidro quebradas ou

danificadas. 

Usar cartuchos após o início de secagem da resina. 

Instalar chumbadores quando a temperatura estiver muito baixa para a secagem da resina. 

Temperatura do

concreto básico Tempo de gel Base seca úmidaBase

-5°C (min.) 1h30 5h30 11h002 -4°C to -1°C 45 mins 5h30 11h002 0°C to +4°C 20 mins 3h00 6h00 +5°C to +9°C 12 mins 2h00 4h00 +10°C to +19°C 6 mins 1h20 2h40 +20°C to +29°C 4 mins 0h45 1h30 +30°C to +34°C 2 mins 0h25 0h50 +35°C to +39°C 1.4 mins 0h20 0h40 +40°C (max.) 1.4 mins 0h15 0h30 Temperatura do

concreto básico Tempo de gel Base seca úmidaBase

-5°C (min.) 40 mins 4h00 8h002 -4°C to -1°C 20 mins 4h00 8h002 0°C to +4°C 10 mins 2h00 4h00 +5°C to +9°C 6 mins 1h20 2h00 +10°C to +19°C 3 mins 0h40 1h20 +20°C to +29°C 1 min 0h20 0h40 +30°C(max.) 1 min 0h10 0h20

TEMPO TÍPICO PARA CURA (Classe Padrão1)

Tempo Típico para Cura (Classe Rápida1)

1 2

3 4

5 6

1 A temperatura do cartucho deve ser de no mínimo +5°C. 2 Garantir que congelamento não ocorra no furo.

(11)

APERTO DE PARAFUSOS

O seguinte procedimento é genérico. Os parafusos e chumbadores de fixação das defensas devem ser apertados, corretamente. Demasiado desapartados podem se soltar, demasiado apertados e os mesmos podem falhar. Não existe um torque parafuso absoluto para cada caso. O mesmo depende do material, acabamento superficial, tolerâncias e lubrificação. Conexões elásti-cas (por exemplo: flanges de defensas) devem ser tratadas de forma diferente com relação às conexões rígidas (por exemplo: suportes, mas somente quando as superfícies são perfeitamente lisas e alinhadas).

FLANGES DE DEFENSAS & CONEXÕES EMBUTIDAS

Quando os painéis são fixados em encaixes / inserções embutidas na borracha (por exemplo: cabeça de Defensa SPC / SX-P), a conexão deve ser apertada de forma suave até que a cabeça da defensa e o painel estejam alinhados. Em seguida, usar um chave de aperto para aplicar 1/8 a ¼ de volta na cabeça do parafuso. Aplicar Loctite Medium (ou equivalente). Quando as flanges de de-fensas são apertadas, não existe um torque definido. Uma arruela especial é usada para espalhar as forças de aperto na borracha. O parafuso deve ser apertado até que a arruela penetre 2 a 3 mm na borracha. Os parafusos devem ser reapertados em um quarto ou pela metade de uma volta após 7 dias, para permitir relaxamento da borracha.

CONEXÕES RÍGIDAS

A tabela abaixo serve apenas como orientação e presume, que a porca ou o encaixe tem maior resistência que o parafuso. Altos valores finais de atrito são assumidos. Se o atrito for menor, isto pode resultar em pré-carga menor que pretendido. A lubrificação assume que ambas as roscas,macho e fêmea são completamente revestidas.

Classe de

parafuso Lubrificação cargaPré- Rosca CabeçaAtrito M16 M20 M24Torque (Newton ms or Nm)M30 M36 M42 M48 M56

Grau 4.6 Seco 0.6σy 0.18 0.18 84 164 283 561 979 1,565 2,348 3,765 Com óleo 0.17 0.17 80 156 269 532 929 1,484 2,227 3,570 MoS2 0.12 0.12 58 114 197 389 678 1,082 1,621 2,595 Grau 8.8 Seco 0.6σy 0.18 0.18 224 437 755 1,496 2,610 4,173 6,261 10,041 Com óleo 0.17 0.17 212 415 717 1,420 2,476 3,958 5,938 9,521 MoS2 0.12 0.12 156 304 525 1,037 1,807 2,885 4,324 6,921

A4-50 (SS316A) Seco 0.6P0.2

0.50 0.50 Não recomendado – pré-carga máxima é apenas 0.3σy – contatar a

ShibataFenderTeam. MoS2 0.45 0.35 Anti-atrito 0.23 0.12 69 136 235 465 811 1,297 1,947 3,124 A4-70 (SS316SH) Seco 0.6P0.2

0.50 0.50 Não recomendado – pré-carga máxima é apenas 0.3σy – contatar a

ShibataFenderTeam.

MoS2 0.45 0.35

Anti-atrito 0.23 0.12 149 291 503 996 1,739 2,780 4,172 6,694

LUBRIFICAÇÃO DA ROSCA (Fixações Galvanizadas)

Parafusos galvanizados devem ser lubrificados com graxa ou pasta de dissulfeto de molibdênio (MoS2). Passar óleo é possível mas isto degrada o ambiente marítimo e dificulta uma futura desmontagem.

LUBRIFICAÇÃO DA ROSCA (Fixações em Aço Inox)

O aço inox pode sofrer atrito ou „solda a frio“. Os parafusos travam e não podem ser mais apertados ou desmontados. A fixação antiga deve ser cortada e uma nova deve ser instalada. Uma pasta anti-atrito é altamente recomendada para parafusos de aço inox. Graxas à base de cobre e outras são impróprias. Nota, que massa antiaderente, e cola bloqueante para parafusos podem não ser compatíveis com todas as conexões e parafusos (consulte evitar folgas). De acordo com a nossa experiência recomendamos utilizar, Weiconlock AN 302-45 plus, como uma solução eficaz, combinando a lubrificação da rosca durante o aperto do parafuso para mitigar o desgaste e o bloqueio efetivo da rosca quando curado.

PREVENÇÃO CONTRA FOLGAS

Um adesivo de bloqueio de rosca é o melhor meio para evitar folgas de fixações em serviço. O mesmo é aplicado em roscas antes da montagem e apenas em secagem de forma anaeróbica. Várias classes estão disponibilizadas dependendo dos materiais e das condições ambientais, porém é preferível um tipo de viscosidade média como Weiconlock®. Outros métodos incluem arruelas com aba, pinos de travamento e cabeças do parafuso soldadas pontualmente às arruelas. Para recomendações adicionais, conta-tar a ShibataFenderTeam.

(12)

Preparar uma área de trabalho sufici-entemente ampla para a pré-mon-tagem das defensas, todavia bem afastada de qualquer serviço de corte, esmerilhamento e jateamento. Colocar o painel da defensa com a parte frontal virada para baixo, apoiando o mesmo sobre blocos, adequadamente, para proteger os apoios de PEE e a pintura.

DEFENSAS CÔNICAS SPC E DE CÉLULAS CSS

O seguinte procedimento é genérico para a montagem e instalação de sistemas de Defensas Cônicas SPC e de Células CSS. O projeto atual de defensas pode variar de caso para caso. A ShibataFenderTeam se coloca à disposição para auxiliar na definição da melhor sequência e das precauções, para assegurar um trabalho seguro e bem sucedido.

Verificar o molde com o modelo de parafusos da defensa, suportes e outras partes com parafusos. Alocar precisamente os chumbadores na estrutura de acordo com o projeto. Desenhos de molde ou moldes prontos para uso se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam.

Antes de colocar o sistema principal de defensas, sugere-se instalar itens auxiliares, tais como: suportes. As correntes podem ser conectadas primeiramente ao painel ou à estrutura.

Limpar os encaixes e verificar todas as roscas antes de posicionar o sistema de defensas.

Certificar que todos os pontos de fixação são acessíveis, principal-mente onde existirem fortes marés. Usar cabos de sustentação para

ajudar a guiar a defensa na posição, evitando danos na borracha e pintura.

Encaixar manilhas apropriadas nos pontos de içamento no painel e conectar uma linga com correntes de tamanho adequado. Os pesos dos componentes são indicados nos desenhos ou se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam. Colocar materiais de proteção debaixo do fundo do, onde o mesmo girar.

Averiguar que a área de levanta-mento está limpa e que é seguro iniciar o mesmo.

Começar o levantamento e girar o painel até que o mesmo se encontre na posição vertical.

Painéis compridos podem requerer um levantamento duplo usando um segundo guindaste. Cabos de sustentação podem ser usados para controlar o painel, quando o mesmo estiver próximo da posição vertical.

Alinhar os furos dos parafusos e montar folgadamente os parafusos (ou porcas). Apertar os elementos de fixação igualmente, trabalhando diametralmente até que a arruela tenha penetrado 2 a 3 mm na borracha.

É mandatório que o guindaste suporte o sistema de defensas até que as correntes estejam conectadas e as tensões apropriada-mente ajustadas.

Levantar a defensa SPC ou CSS na posição, com lingas macias ou olhais e ganchos.

Tomar cuidado para não danificar a borracha.

Colocar todos os parafusos e anilhas para fixação da flange do painel à defensa. Apertar os parafusos até que as arruelas penetrarem 2 a 3 mm na borracha (apenas as Defensas CSS). SEMPRE

Verificar as posições dos chumbadores antes do ajuste

das defensas.  Usar os elementos de fixação e as arruelas corretos. 

Providenciar uma área segura de trabalho para a

montagem.  Proteger pintura contra danos durante os levantamentos. 

Limpar os encaixes e testar os parafusos para sua

montagem.  Montar folgadamente todos os parafusos antes do seu aperto. 

(13)

Preparar uma área de trabalho suficientemente ampla para a pré-montagem das defensas, todavia bem afastada de qualquer serviço de corte, esmerilhamento e jateamento.

Colocar o painel da defensa voltado para baixo, apoiando-o em suportes adequados para proteger os painéis de PE e a pintura. Verificar o gabarito com o modelo de parafusos da defensa, suportes e outras partes com parafusos. Alocar precisamente os chumba-dores na estrutura de acordo com o projeto.

Desenhos de molde ou moldes prontos para uso se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam.

Antes de alocar o sistema principal de defensas, sugere-se instalar itens auxiliares, tais como: alças e suportes de correntes. Correntes podem ser conectadas primeira-mente ao painel ou à estrutura. Limpar os encaixes e verificar todas as roscas antes de posicionar o sistema de defensas.

Levantar os elementos FE na posição, com lingas macias ou olhais e ganchos.

Tomar cuidado para não danificar a borracha.

Colocar todos os parafusos e anilhas para fixação da flange do painel à defensa.

Apertar os parafusos até que as arruelas penetrarem 2 a 3 mm na borracha.

Certificar que todos os pontos de fixação são acessíveis, principal-mente onde existirem fortes marés. Usar cabos de sustentação para ajudar a guiar a defensa na posição, evitando danos na borracha e pintura.

Encaixar manilhas apropriadas nos pontos de içamento no painel e conectar uma linga com correntes de tamanho adequado. Os pesos dos componentes são indicados nos desenhos ou se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam. Colocar materiais de proteção debaixo do fundo do, onde o mesmo girar.

Averiguar que a área de levantamento está limpa e que é seguro iniciar o mesmo.

Começar o levantamento e girar o painel até que o mesmo se encontre na posição vertical.

Painéis compridos podem requerer um levantamento duplo usando um segundo guindaste. Cabos de sustentação podem ser usados para controlar o painel, quando o mesmo estiver próximo da posição vertical.

Alinhar os furos dos parafusos e montar folgadamente os parafusos (ou porcas). Apertar os elementos de fixação igualmente, trabalhando diametralmente até que a arruela tenha penetrado 2 a 3 mm na borracha.

É mandatório que o guindaste suporte o sistema de defensas até que as correntes estejam conectadas e as tensões apropriadamente ajustadas.

DEFENSAS DE ELEMENTOS FE

O seguinte procedimento é genérico para a montagem e instalação do sistema de Defensas de Elementos FE . O projeto atual de defensas pode variar de caso para caso. A ShibataFenderTeam se coloca à disposição para auxiliar na definição da melhor sequência e precauções, para assegurar um serviço seguro e bem sucedido.

SEMPRE

Verificar as posições dos chumbadores antes do

ajuste das defensas.  Usar os elementos de fixação e as arruelas corretos. 

Providenciar uma área segura de trabalho para a

montagem.  Proteger pintura contra danos durante os levantamentos. 

Limpar os encaixes e testar os parafusos para sua

montagem.  Montar folgadamente todos os parafusos antes do seu aperto. 

(14)

DEFENSAS V E DEFENSAS DE ELEMENTOS ESPECIAIS

O seguinte procedimento é genérico para a montagem e instalação para os seguintes modelos de defensas da ShibataFenderTeam Defensas em V (SX, SX-P and SH) e Defensas de elementos especiais (FE-S). O projeto atual de Defensas pode variar de caso para caso. A ShibataFenderTeam se coloca à disposição para auxiliar na definição da melhor sequência e precauções, para assegurar um serviço seguro e bem sucedido.

SEMPRE

Verificar as posições dos chumbadores antes do

ajustamento das defensas.  Usar os elementos de fixação e as arruelas corretos.  Providenciar uma área segura de trabalho para a

montagem.  Proteger pintura contra danos durante os levantamentos. 

Limpar os encaixes e testar os parafusos para sua

montagem.  Montar folgadamente todos os parafusos antes do seu aperto. 

Usar equipamento de levantamento apropriado.  Apertar corretamente as conexões rígidas ou elásticas.  Verificar o gabarito com o

modelo de parafusos da defensa, suportes e outras partes com parafusos. Alocar precisamente os chumbadores na estrutura de acordo com o projeto. Desenhos de molde ou moldes prontos para uso se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam.

Preparar uma área de trabalho afastada de qualquer serviço de corte, esmerilhamento e outras possíveis operações prejudiciais. Colocar as Defensas V nos seus flanges e permitir a recuperação de pequenas distorções induzidas durante o embarque, o que irá auxiliar posteriormente no alinhamento dos chumbadores.

Montar UHMW-PE na cabeça da defensa (apenas SX-P). Ver página 11 para o aperto de parafusos.

Passar uma linga macia em volta das faces frontal e interna da defensa, afastado dos flanges. Os pesos dos componentes são indicados nos desenhos ou se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam.

Levantar a Defensa V da linga, tomando cuidado para não danificar a borracha. Colocar materiais de proteção debaixo da extremidade da Defensa V, onde a mesma girar.

Levantar as Defensas FE-S cautelosamente do suporte usando uma linga, tomando cuidado para não danificar a borracha ou o escudo PE. Colocar materiais de proteção debaixo da extremidade da Defensa FE-S, onde a mesma girar.

A melhor montagem de Defensas FE-S é em suportes de madeira. O escudo PE é colocado centralmente e os elementos individuais FE são rebaixados na posição. Os parafusos devem ser passados pelo escudo PE com a porca no lado do elemento.

Sempre usar as arruelas corretas para distribuir cargas e não apertar demais os parafusos, porque danificaria o escudo PE.

Passar uma linga macia em volta das faces frontal e interna da defensa, afastado dos flanges.

Os pesos de montagem são indicados nos desenhos ou podem ser obtidos da ShibataFenderTeam sob solicitação.

Alinhar os furos dos parafusos e montar folgadamente os mesmos (ou as porcas), usando as arruelas especiais fornecidas.

É obrigatório que o guindaste suporte a Defensa V até que todos os parafusos estejam apertados.

Defensas V

Defensas FE-S

(15)

Preparar uma área de trabalho suficientemente ampla, bem afastada de qualquer serviço de corte, esmerilhamento ou jateamento.

Colocar a defensa sobre blocos e passar uma linga macia pelo furo. Defensas muito compridas podem requerer uma viga de extensão.

Passar a corrente de suporte, barra ou braço pelo furo da defensa.

DEFENSAS CILÍNDRICAS

O seguinte procedimento é genérico para a montagem e instalação dos sistemas de Defensas Cilíndricas. O projeto atual de defensas pode variar de caso para caso. A ShibataFenderTeam se coloca à disposição para auxiliar na definição da melhor sequência e precauções, para assegurar um serviço seguro e bem sucedido.

Alocar precisamente os chumbadores na estrutura de acordo com o plano do desenho de arranjo geral.

Desenhos de molde ou moldes prontos para uso se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam.

Limpar todos os encaixes e verificar todas as roscas antes de colocar os suportes da defensa. Instalar as manilhas de sustentação antes de colocar a Defensa Cilíndrica.

Conectar a manilha aos braços de apoio, não esquecendo de inserir os pinos bipartidos. Baixar lentamente a Defensa Cilíndrica até que sua corrente esteja esticada. Certificar que o ângulo da corrente é igual em ambos os lados da defensa.

Os pesos dos componentes são indicados nos desenhos ou se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam. Levantar o conjunto da Defensa Cilíndrica pela linga, tomando cuidado para não danificar a borracha.

Para permitir folga nas correntes de sustentação, levantar a Defensa Cilíndrica até a face do ancoradouro, acima da sua posição de montagem final.

SEMPRE

Verificar as posições dos chumbadores antes do

ajustamento das defensas.  Usar os elementos de fixação e as arruelas corretos.  Providenciar uma área segura de trabalho para a

montagem.  Proteger pintura contra danos durante os levantamentos 

Limpar os encaixes e testar os parafusos para sua

montagem.  Montar folgadamente todos os parafusos antes do seu aperto. 

(16)

Preparar uma área de trabalho sufi -cientemente ampla para manusear e preparar as defensas, todavia bem afastada de qualquer serviço de corte, esmerilhamento e jateamento. Apoiar a defensa sobre blocos. Conectar todas as correntes de

sustentação com as manilhas nas extremidades. É útil identificar cada corrente se o sistema tiver mais que uma corrente em cada extremidade. Movimentos constantes causam

vibrações, os parafusos das manilhas, pinos ou outras partes podem afrouxar ou falhar. Para prevenir o afrouxamento, estes itens devem ser efetivamente fixados durante a instalação, usando porcas de travamento adequadas, solda pontual e adesivo para travamento de rosca (ver página 11).

DEFENSAS DE ESPUMA

O seguinte procedimento é genérico para a montagem e instalação de sistemas de Defensas para Ocean Guard & Ocean Cushion. A ShibataFenderTeam se coloca à disposição para auxiliar na definição da melhor sequência e precauções, para assegurar um serviço seguro e bem sucedido.

SEMPRE

Travar as defensas Ocean Guard durante o seu armazenamento para prevenir o rolamento.  Preencher os espaços vazios na pilha de folhas para formar uma superfície plana.  Colocar tiras ou revestimento de proteção sobre as superfícies abrasivas da doca, para reduzir o desgaste da defensa.  Considerar a adição de lastro (correntes, pesos, etc.) em instalações flutuantes para amortecer o movimento da defensa.  Considerar comprimentos assimétricos de corrente para manter a posição da defensa, caso sejam utilizadas correntes de

ancoragem longas. 

Verificar o gabarito com o modelo de parafusos da defensa, suportes e outras partes a serem aparafusadas. Alocar precisamente os chumbadores na estrutura de acordo com o projeto. Desenhos de molde ou moldes prontos para uso se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam.

Limpar os encaixes e verificar todas as roscas antes de posicionar os suportes das defensas.

Instalar suportes de

sustentação antes de colocar o sistema de defensas.

Os pesos dos compo-nentes são indicados nos desenhos ou se encontram disponíveis na ShibataFenderTeam. Levantar o conjunto de defensa pela linga, tomando cuidado para não danificar o revestimento. Uma barra ou viga de extensão é recomendada para defensas compridas.

Para permitir folga nas correntes de sustentação, levantar a defensa até a face do ancoradouro acima da sua posição de montagem final, assegurar que existe alguma folga nas primeiras correntes de sustentação de peso.

Conectar as correntes de sustentação nos braços de sustentação, e inserir os pinos bipartidos nas manilhas.

Correntes largas são pesadas e podem requerer um guindaste extra para auxiliar na conexão. Baixar a defensa e verificar que o ângulo da corrente é igual em ambos os lados. Quando a defensa estiver posicionada corretamente, conectar quaisquer correntes adicionais.

(17)

SEMPRE

Travar a Defensa Donut quando estiverem

armazenada. 

Esmerilhar soldas salientes na parte externa da

estaca. 

Guiar os apoios da defensa sobre a estaca para

evitar que esta fi que presa 

DEFENSAS DONUT

O seguinte procedimento é genérico para a montagem e instalação de todos os tipos de Defensas Donut da ShibataFenderTeam. O projeto atual de defensas pode variar de caso para caso. A ShibataFenderTeam se coloca à disposição para auxiliar na defi nição da melhor sequência e precauções, para assegurar um serviço seguro e bem sucedido.

ESTACAS SOLDADAS EM ESPIRAL

Quando as Defensas Donut são montadas em estacas soldadas em espiral, a solda externa deve ser plana na área de contato como os apoios da defensa Donut, do nível mais baixo até o nível mais alto de maré. Soldas salientes podem aumentar o desgaste nos apoios e, em alguns casos, podem impedir o movimento da de-fensa Donut na estaca.

Após instalação, verifi car que a Defensa Donut está livre para girar, subir e descer com a maré.

Preparar uma área de trabalho sufi cientemente ampla para manusear e preparar as defensas, todavia bem afastada de qualquer serviço de corte, esmerilhamento e jateamento.

Apoiar a Defensa Donut sobre blocos e trava-las para prevenir rolamento.

Usar uma barra de prolongamento adequada ou uma linga para garantir o afasta-mento necessário das correntes ou cintas em relação ao cais

O peso das defensas encontra-se indicado nos desenhos, ou disponível através de contacto com a ShibataFenderTeam.

Levantar a Defensa Donut pela linga, tomando cuidado para não danifi car a pintura e o exterior.

Certifi car-se que a defensa Donut está pendurada verticalmente antes de a baixar sobre a estaca.

Usar um cabo de susten-tação para guiar o tubo Donut sobre a estaca, e verifi car para garantir que os apoios não prendem na extremidade da estaca.

Continuar a baixar até que o Donut fl utue e a linga possa ser removida de forma segura.

(18)

1. Soltar as alças que seguram a defensa sobre a palete ou na base. 2. Desenrolar a defensa até ficar livre para encher de ar.

3. Manter suportes disponíveis para impedir a defensa de rolar, quando estiver INSUFLADA.

4. Garantir que o compressor tem um secador – não encher a defensa com ar úmido.

5. Usar proteções de garfo quando movimentar a defensa.

6. Somente levantar nos pontos de levantamento ou com a corrente e rede de pneus.

7. Evitar contato com cantos vivos.

TAMANHOS PEQUENO E MÉDIO DE DEFENSAS (≤ Ø2.5 M) TAMANHOS GRANDES DE DEFENSAS (> Ø2.5 M)

1. Pequena válvula para enchimento 2. Capa da válvula

3. Manômetro

4. Pequena conexão para mangueira 5. Mangueira de ar para compressor 6. Válvula de retenção de pressão 7. Grande válvula para enchimento 8. Válvula de controlo de ar

DEFENSAS PNEUMÁTICAS

Solicitar um manual de instruções completo sobre Defensas Pneumáticas à ShibataFenderTeam. O processo é simples quando as regras básicas a seguir forem atendidas:

Grandes defensas são equipadas com válvulas de segurança de sobrepressão, as quais podem ser instaladas em cada extremidade da defensa. O enchimento excessivo de defensas pneumáticas é perigoso. Sempre usar um manômetro preciso com a escala correta, confirmar a pressão requerida de enchimento e monitorar continuamente durante o processo de enchimento. Medidores de pneus de carros são inadequados para as Defensas Pneumáticas.

3 2 1 4 5 8 5 5 3 3 7 6 4 1 2 3 4 5 6 7

(19)

DICAS PARA A AMARRAR AS DEFENSAS P P 4 2 1 6 5 3

1. As defensas do tipo deslizante são leves e podem ser afetadas em, caso de mau tempo e ondas. Cor-rentes de amarração sobredimensionadas podem amortecer os movimentos. Alternativamente, pode adicionar-se pesos de lastro às correntes.

2. Colocar correntes somente nas conexões das extre-midades da defensa, e nunca á rede de correntes ou outra parte da defensa.

3. Os movimentos constantes causam vibrações nos parafusos das manilhas, pinos bipartidos ou ou-tras partes podem soltar-se ou falhar. Para evitar as folgas, estes itens devem ser efetivamente amar-rados durante a instalação, usando adequadamente porcas de travamento, soldas pontuais ou adesivo para travamento de roscas ( ver a página 11). 4. Onde a estrutura puder desgastar o corpo da defensa,

a mesma deve ser prevista de apoios de PE ou tiras de madeira de atrito, para reduzir o desgaste. 5. Onde correntes de fixação tiverem contato com a

borda do canto de uma estrutura, tubos de bor-racha devem ser colocados em volta das correntes para evitar abrasão do concreto e para auxiliar, na proteção do acabamento galvanizado.

6. Para evitar deslocamento lateral das defensas com correntes de fixação longas nas marés altas (quando existe folga nas correntes) uma das correntes deve ser mais comprida ou deve adicionar-se balastro a um dos lados

DEFENSAS HIDROPNEUMÁTICAS

Favor solicitar à ShibataFenderTeam as instruções das Defensas Hidropneumáticas antes de encher a defensa ou efetuar o seu desdobramento. As Defensas Hidropneumáticas requerem algumas técnicas especiais para sua instalação; adicionar o peso de lastro para montar a defensa conforme o projeto correto quando encher de água. O desempenho das Defensas Hidropneumáticas é afetado pela relação ar/água e pressão inicial. A ShibataFenderTeam pode providenciar formação e supervisão no local sob solicitação.

SEMPRE

Deixar alguma folga na corrente para permitir

seu movimento durante marés. 

Operar a defensa à pressão correta.  Identificar cantos vivos que poderiam danificar

o corpo da defensa. 

Assegurar que pelo menos duas defensas têm

contato com o navio atracado. 

Encher a defensa com ar seco. 

NUNCA

Permitir que a defensa sobe nos cais e no topo da

estrutura. 

Permitir movimento excessivo da defensa, que pode causar arrancamento da atracação.  Permitir pessoal não autorizado próximo das

defensas durante a atracação. 

DEFENSAS DE ROLOS E DE RODAS

Devido às normas de segurança durante o transporte, as defensas de rolos e de rodas são fornecidas vazias. O enchimento até à pressão nominal de trabalho, deve ser feito no local pelo empreiteiro.

(20)

RELATÓRIO DE ACEITAÇÃO DA INSTALAÇÃO

Quando a instalação estiver completa, a ShibataFenderTeam solicita um Relatório de Aceitação da Instalação (RAI) para iniciar o período de garantia. O não fornecimento do RAI pode invalidar ou atrasar as reivindicações de garantia.

INSPEÇÃO DE Empreiteiro da ShibataFenderTeam

Dimensões do arranjo Espaçamento das defensas

Fixações corretamente instaladas, apertadas e seguras contra folgas

Inclinar e curvar as defensas dentro dos limites Posições das defensas, números de série registrados Apoios frontais e fixações não danificados

Todos os danos de pintura retocados Inventário de peças sobressalentes verificado

LISTA DE DANOS Empreiteiro da ShibataFenderTeam

Dano observado em: Borracha

Estruturas metálicas Pintura

Placas de PE

Fixação das correntes Correntes e acessórios

Chumbadores, parafusos e outros elementos de fixação

Ações

Responsabilidade Cronograma

SIGN-OFF

Contratante: Vendedor: ShibataFenderTeam

Nome: Nome:

Assinatura: Assinatura:

Data: Data:

Nome do Projeto: Ref.: Localidade:

Quantidade de defensas: Tipo de Defensas:

Data de entrega:

(21)

Os portos devem ter práticas operacionais e procedi-mentos claros. Isto é especialmente importante, sobre-tudo para os processos críticos de segurança quanto à atracação, amarração e partida. É vital que todos os usuários de defensas estejam conscientes dos limites de desempenho das defensas e operem com segurança dentro dos mesmos.

Práticas e procedimentos seguros devem ser desen-volvidos para cada porto e, onde aplicável, para cada ancoradouro ou terminal dentro do porto. No que diz respeito a defensas, isto deve incluir:

Identificação de risco(s) para o pessoal, embarcações e estruturas de portos; A probabilidade de um risco aparecer;

Rever as consequências e o efeito caso ocorra um risco identificado;

Preparar uma análise de riscos; Mitigar tais riscos onde for possível;

Treinamento contínuo de todo o pessoal que estiver inevitavelmente exposto a qualquer grau de risco;

Revisões operacionais regulares para identificar riscos novos ou alteração dos mesmos.

As defensas devem ter um desempenho impecável quando forem exigidas à proteção da estrutura do porto.

SEMPRE

Efetuar uma verificação visual das defensas antes

da chegada do navio 

Verificar que os navios se encontram dentro dos

limites de projeto da defensa 

Assegurar que o mestre e o piloto estão cientes de velocidades e ângulos seguros para a atracação  Prever a possibilidade de eventos intensificados

tais como piora meteorológica 

Monitorar defensas e amarrações regularmente, enquanto o navio estiver no ancoradouro. 

NUNCA

Permitir que linhas de amarração ou saliências do casco provoquem danos nas defensas  Permitir que navios atraquem em defensas

danificadas ou desgastas 

Permitir pessoal não autorizado próximo das

(22)

LIMITES OPERACIONAIS

Os parâmetros operacionais de defensas e de amarração devem ser disponibilizados para todos os usuários do ancoradouro: pilotos, homens amarradores, mestres portuários, navios e outros envolvidos no processo de atracação e amarração. Tais parâme-tros devem identificar os limites de segurança de defensas, cabeços de amarração e ouparâme-tros equipamentos na doca. A tabela abaixo é um modelo sugerido para resumir esta informação.

Porto: Nome do ancoradouro:

Mestre portuário Tel: Operações do porto Tel:

Rebocadores Tel: Pilotos Tel:

VTS/VTIS Tel: Homens amarradores Tel:

EMBARCAÇÕES Navio Mín. Navio Máx. Outro navio

Tipo/classe Peso morto (porte) Deslocamento (t) Comprimento total (m) Largura (m)

Calado com carga (m) Calado aéreo (m)

Alargamento do arco / bojo (deg.) Conjunto de cintas e correias Características especiais Velocidade de atracação (m/s) Ângulo de atracação (deg.) Aproximação limitada do calado

Maré (min) m CD Maré (min) m CD

Nível do convés m CD Profundidade dragada m CD

Direção da atracação deg. Direção da atracação *

Corrente máxima nós Direção da corrente deg.

Velocidade de vento da atracação nós Velocidade de vento operacional nós

Vento operacional de cessar nós Atracação de partida nós

Tipo de defensa Modelo de defensa

Grau da borracha Espaçamento entre defensas m

Saliência da defensas m No.de desenho da defensa

Pressão no casco do navio kN/m² Força de reação kN

Tipo do cabeço de amarração Modelo do cabeço de amarração

Capacidade do cabeço de amarração t Espaçamento entre cabeços de amarração m

Ângulo máximo da linha deg. No.de desenho do cabeço de amarração

Pode fazer download deste formulário no nosso website.

(23)

LISTA DE VERIFICAÇÃO DE OPERAÇÕES

É recomendável executar uma inspeção do ancoradouro antes da chegada do navio e após a sua partida. A tabela abaixo é um modelo sugerido para reunir esta informação. No caso de identificar danos na defensa, favor entrar em contato com a ShibataFenderTeam.

INFORMAÇÃO ANTES DA CHEGADA

Nome do navio: No.IMO do navio:

Dimensões (C × L × P) C m L m P m

Tipo de navio Peso morto t

Calado na chegada m Calado aéreo na chegada m

Piloto Mestre

Nomes dos rebocadores (1) (2) (3)

Maré na chegada m CD Corrente nós

Velocidade do vento nós Direção do vento deg.

INSPEÇÃO DO ATRACADOURO ANTES DA CHEGADA

Localização do dano (1) (2) (3)

Descrição do dano Riscos identificados

Avisos emitidos Piloto sim/não Navio sim/não Homens amarradores

Mitigação de riscos medidas tomadas

INSPEÇÃO DO ATRACADOURO APÓS PARTIDA

Localização do dano (1) (2) (3)

Descrição do dano Causa

Consequência

Fotos tiradas sim/não sim/não sim/não

Navio/agente informado sim/não sim/não sim/não

ShibataFenderTeam

informada sim/não sim/não sim/não

Porto: Nome do ancoradouro:

Data: Hora:

Nome: Assinatura:

Pode fazer download deste formulário no nosso website.

(24)

LISTA DE VERIFICAÇÃO DA MANUTENÇÃO

É recomendável de preparar uma lista de verificação para a manutenção preventiva de rotina. A tabela abaixo é um modelo sugerido para a recolha desta informação.

No caso de identificar danos da defensa durante a inspeção de uma manutenção, favor entrar em contato com a ShibataFenderTeam para conselhos.

Estrutura dos cais

Corrente de tensão Chanfro de topo Corrente de peso Corrente de cisalhamento Ancoragem da corrente Tensor da corrente Revestimento UHMW-PE Defensa de borracha Chumbadores da defensa de borracha Suporte da corrente Chanfro lateral Painel da defensa

(25)

As razões para manutenção preventiva: Segurança e redução de riscos Identifi cação prévia de danos Redução Custos operacionais Menores interrupções no cais Manutenção da garantia

Menos queixas e menos problemas Aumento tempo de vida útil

O objetivo de qualquer programa de manutenção é evitar e reduzir as consequências ou falha do equipa-mento, mantendo a segurança, tudo isto com o menor custo possível. Isto pode ser alcançado prevenindo as falhas antes das mesmas ocorrerem através de inspeções e intervenções planeadas

Pelo registro rotineiro do desgaste do equipamento, é possível de substituir ou reparar componentes usados antes dos mesmos causarem uma falha do sistema. Um programa ideal de manutenção preventiva garan-tiria tempo de paragem zero.

Defensas bem mantidas permanecerão seguras, duram por mais tempo e custam muito menos que o rompi-mento causado, no caso de perda pelo uso ou reivindi-cações após uma quebra.

A gestão de ativos é um processo sistemático de operação, manutenção, melhoramento e alienação rentável de ativos numa maneira que benefi cia todos os usuários, adotando uma fi losofi a a longo prazo. Os princípios de um sistema de gestão de ativos são defi -nidos na ISO 55000.

(26)

LISTA DE VERIFICAÇÃO DA MANUTENÇÃO

É recomendável de preparar uma lista de verificação para a manutenção preventiva de rotina. A tabela abaixo é um modelo sugerido para a recolha desta informação.

No caso de identificar danos da defensa durante a inspeção de uma manutenção, favor entrar em contato com a ShibataFenderTeam para conselhos.

GERAL

Localização da defensa: Última data de inspeção:

Condição geral: Excelente / Bom / Médio / Mau / Muito Mau

BORRACHA PAINEL DA DEFENSA

Fendas por ozônio sim/não (fotos, tamanho) Condição da pintura, danos sim/não (fotos)

Fixações firmes, seguras sim/não (fotos) Mossas, dobras sim/não (fotos)

Cortes ou abrasão sim/não (fotos, tamanho) Fixação das correntes Derramamentos

(pintura, óleo) nenhum/menor/maior Corrosão, riscos sim/não (fotos)

Crescimento marinho sim/não (respiros bloqueados?) Solda, rachaduras sim/não (fotos) Operações relativas

à maré sim/não (travamento hidráulico?) Dano acidental sim/não (fotos)

PAINEIS FRONTAIS UHMW-PE CORRENTES

Espessura original Peso / tensão / cisalhamento P T C

Espessura atual Folga sim/não sim/não sim/não

Desgaste uniforme sim/não (fotos) Perda de diâmetro sim/não sim/não sim/não

Cortes, indentações sim/não (fotos) Manilhas ou elos desgastados sim/não sim/não sim/não Painéis frontais em falta sim/não (fotos) Dano nas fixações das correntes sim/não sim/não sim/não Fixações soltas ou em

falta sim/não (fotos) Pinos de segurança sim/não sim/não sim/não

ACOMPANHAMENTO

Referir-se à ShibataFenderTeam sim/não Problema de garantia sim/não

Data de referência Contato na ShibataFenderTeam

COMENTÁRIOS Fotos (nomes dos arquivos)

... ...

Porto: Nome do ancoradouro:

Data: Hora:

(27)

PERÍODOS PARA INSPEÇÃO DE MANUTENÇÃO

Um programa de inspeção e manutenção é requerido para identificar manutenção, desgaste e danos, bem como as prováveis causas numa fase antecipada. Três níveis de inspeção e manutenção são recomendados. A tabela indica períodos médios para climas temperados. Os mesmos ocorrem mais frequentemente em ambientes severos, tais como: os trópicos. Caso não tenha certeza sobre qualquer aspeto de inspeção ou manutenção, favor consultar a ShibataFenderTeam.

NOTAS

1. Uma inspeção mais detalhada deve ser executada também depois de qualquer ocorrência que possa ter danificada as defensas ou a estrutura de sustentação. Sempre registrar imedia-tamente a ocorrência, a causa e as consequências. Quando existir um dano evidente, o mesmo deve ser imediatamente relatado para a ShibataFenderTeam usando o formulário da página 28. 2. A manutenção provisória incluirá, mas não se limitará a, o reparo

de quaisquer cortes e dano superficial à borracha. Derrama-mentos de tinta devem ser removidos através de jato de água. Unidades de borracha danificadas acidentalmente com cortes profundos ou com sinais claros de sobrecarga devem ser reposi-cionadas imediatamente. Favor consultar a ShibataFenderTeam para conselhos.

3. A manutenção provisória incluirá retoque de pintura onde aço ou primário estejam expostos de acordo com as instruções do fabri-cante de tinta. Muita atenção deve ser prestada a cantos onde cabos podem desgastar (raspar), também em volta de suportes de correntes. Excrementos de pássaros podem atacar agressiva-mente a pintura e, se isto for um problema em continuo, picos de aves ou similares devem ser montados. Reparos de mossas e de outros danos menores devem ser executados com especial atenção prestada à causa e possível perda de robustez como resultado.

4. A manutenção provisória incluirá a reposição de apoios UHMW-PE gastos, em especial todos os apoios com a tolerância de desgaste remanescente insuficiente para durar até a próxima manutenção programada. Muita atenção deve ser prestada a cortes e desgaste localizado, frequentemente causado por navios inapropriados ou com manutenção insuficiente. Os suportes de apoios devem ser renovados quando novos apoios foram montados, tomando cuidado de usar o tamanho e o grau de material corretos de parafusos, porcas e arruelas

5. A manutenção provisória incluirá reaperto de parafusos e chumbadores soltos. Quaisquer porcas de segurança, abas de fechamento ou pinos bipartidos em falta devem ser repostos simultaneamente. A pré-carga correta deve ser aplicada nos elementos de fixação. O efeito de corrosão superficial com fricção e torque de parafusos deve ser considerado. Em caso de dúvidas, consultar a ShibataFenderTeam para conselhos.

6. A manutenção provisória incluirá a medição da ligação de correntes e o diâmetro da argola, particularmente na zona entre marés. Deve-se referir às tolerâncias de corrosão de projeto. Os componentes devem ser substituídos se o diâmetro está prestes a reduzir abaixo do mínimo permitido antes da próxima

manutenção programada. Atenção especial deve ser prestada a ligações „fracas”, onde montadas, uma vez que as mesmas tem diâmetro menor e devem proteger outras partes do sistema de correntes contra dano na ocorrência de sobrecargas.

7. A pressão inicial de enchimento de pneus deve ser monitorada e ajustada cada mês. Se a pressão diminuir gradativo ou inespera-damente, isto pode evidenciar uma válvula com vazamento ou um pequeno furo, que deve ser reposta ou consertado, imedi-atamente. Favor consultar a ShibataFenderTeam para procedi-mentos detalhados.

8. A manutenção completa deve ser executada quando pintura, corrosão ou danos requerem remoção dos sistemas de defensas para uma revisão mais completa. A oportunidade deve ser usada para desmontar o sistema de defensas, substituir compo-nentes usados, consertar danos e para jatear e repintar todos os componentes em aço. Atenção especial deve ser prestada às unidades de defensas de borracha, particularmente quaisquer sinais de craqueamento por ozônio. Revisões também propor-cionam a oportunidade de girar defensas no ancoradouro, movendo sistema de uso pesado para áreas que são menos usados e vice-versa. Favor consultar a ShibataFenderTeam para recomendações sobre manutenção e revisão de maior extensão para confirmar a disponibilidade de peças sobres-salentes e o escopo otimizado de serviços. Um engenheiro da ShibataFenderTeam visitará o canteiro, caso for requerido. 9. A manutenção provisória deverá incluir a substituição da válvula

de enchimento e sua capa. Normalmente, isto pode ser feito no local com a ferramenta apropriada e sem necessidade de primei-ramente esvaziar a defensa.

10. A manutenção provisória deverá incluir a substituição da válula de enchimento e sua capa. Normalmente, isto pode ser feito no local com a ferramenta apropriada e sem necessidade de primei-ramente esvaziar a defensa.

11. A manutenção completa das defensas pneumáticas inclui a desmontagem das conexões nas extremidades e das válvulas, bem como a substituição das mesmas. Redes de correntes e pneus devem ser revisadas ou substituídas, também.

12. O crescimento marinho pode esconder ou mesmo causar problemas para a manutenção. Em áreas propensas a cresci-mento marinho pesado, e correntes e marés fortes, o crescicresci-mento marinho pode aumentar forças de arrasto e aumentar substan-cialmente o peso de ar do sistema de defensas. Sempre remover o crescimento pesado para inspeção. Também considerar por inteiro o peso aumentado da defensa devido ao crescimento marinho, quando levantar e retirar a mesma para manutenção completa. Programa de Inspeção e de Manutenção NÍVEL 1 Inspeção visual próximo NÍVEL 2 Manutenção intermediária NÍVEL 3

Manutenção maior ou vistoria Notas

Defensas de borracha Cada ano 4–6 anos 15–25 anos 1, 2, 8

Painéis de aço (armações) Cada ano 4–6 anos 15–25 anos 1, 3, 8, 9

Outras estruturas metálicas Cada ano 4–6 anos 15–25 anos 1, 3, 8, 9

Sistemas de proteção contra corrosão Cada ano 4–6 anos 10–15 anos 1, 3, 8, 9

Painéis frontais UHMW-PE Cada ano 4–6 anos 15–25 anos 1, 4, 8

Chumbadores & parafusos Cada ano 4–6 anos 15–25 anos 1, 5, 8

Corrente, manilhas & tensores Cada ano 2–4 anos 5–10 anos 1, 6, 8

Pressão inicial (Defensas Pneumáticas) Cada mês N/A N/A 7

Válvulas e conexões nas extremidades Cada seis meses 4–6 anos 5–10 anos 10, 11

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MODELO PARA RELATÓRIO DE OCORRÊNCIAS

Se qualquer dano for causado ao seu sistema de defensas da ShibataFenderTeam, independentemente da causa, isto deve ser relatado imediatamente à ShibataFenderTeam. Se falhar neste procedimento, os termos de garantia podem ser afetados. Favor providenciar toda a informação relevante bem como fotografias e relatórios de manutenção, onde aplicável.

Porto: Nome do ancoradouro:

Relatado por: Posição:

Telefone: E-Mail:

GERAL

Data da ocorrência: Última data de inspeção:

Localização da defensa: Número da defensa:

Causa suspeita:

DANO DA BORRACHA DANO DO PAINEL DA DEFENSA

DANO DO APOIO FRONTAL DANO DO SISTEMA DE CORRENTES

OUTROS COMENTÁRIOS Fotos (nomes dos arquivos)

Favor tirar fotos da vista geral e dos detalhes, submeter em alta resolução, onde possível. Indicar o(s) nome(s) e a(s) respetiva(s) posição(ções) da defensa.

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NOTAS

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PÓS VENDA E GARANTIA

A ShibataFenderTeam se empenha em fornecer apoio e assistência durante a fase de comissionamento e ainda por longo prazo no futuro. Com a nossa própria equipa de instalação e manutenção alocada na Alemanha, podemos oferecer assistência durante os serviços de instalação e / ou de manutenção. Damos apoio aos clientes com as revisões de rotina e upgrades, ou de recuperação rápida em caso de danos acidentais. Garantias padrão e estendidas estão disponíveis, bem como orientações sobre regimes de inspeção e manutenção para assegurar que nossos sistemas de defensa sempre oferecem melhor desempenho e proteção. O período de garantia padrão é de 12 meses a partir da instalação ou 18 meses a partir da data de embarque, o que ocorre primeiro. Garantias estendidas estão disponíveis mediante solicitação. Garantias de desempenho estão disponíveis se o teste opcional de desempenho da defensa for realizado. Garantias de pintura estendidas também podem ser fornecidas. Em todos os casos, as garantias da ShibataFenderTeam pressupõem que os operadores de atracação realizem inspeções periódicas de acordo com as nossas recomendações, bem como apresentem periodicamente relatórios e fotografias. Isso permite que quaisquer pro-blemas que apareçam possam ser detetados antecipadamente e retificados e monitorados, consequentemente.

As garantias não cobrem danos acidentais, desgaste normal, aparência visual ou os efeitos de degradação ambiental ao longo do tempo. No caso improvável de uma reivindicação de materiais e / ou mão-de-obra defeituosos, a ShibataFenderTeam irá reparar ou substituir os componentes defeituosos a seu próprio critério. Os valores de compensação não podem exceder o custo dos materiais fornecidos, menos qualquer redução para o uso normal, e em nenhuma circunstância custos de remoção ou de rein-stalação, ou quaisquer custos indiretos, perdas ou passivos serão aceitos.

A ShibataFenderTeam recomenda que os usuários adotem um sistema de gerenciamento de ativos com base na ISO 55000 (ou PAS-55).

REJEIÇÃO DE REIVINDICAÇÃO

Todos os esforços foram feitos para assegurar que especificações técnicas, descrições de produtos e métodos de projeto refe-ridos neste manual estão corretos e representam as melhores práticas da atualidade. A ShibataFenderTeam AG, suas sub-sidiárias, agentes e associados não aceitam a responsabilidade por quaisquer erros e omissões, por qualquer motivo. Quando usar este manual técnico para desenvolver um projeto, os clientes são fortemente recomendados para solicitar uma especifi-cação detalhada, cálculos e desenhos certificados dos especialistas da ShibataFenderTeam antes de construir e / ou fabricar. A ShibataFenderTeam se esforça constantemente para melhorar a qualidade e o desempenho de produtos e sistemas. Reserva-monos o direito de alterar especificações sem aviso prévio. Todas as dimensões, as propriedades do material e os valores de des-empenho citados estão sujeitas às tolerâncias normais de produção. Este manual substitui as informações fornecidas em todas as edições anteriores. O mesmo deve ser utilizado, também, em conjunto com catálogos atuais dos produtos da ShibataFenderTeam. Em caso de dúvida, favor consultar a ShibataFenderTeam.

MARCA

© 2019 ShibataFenderTeam AG, Alemanha

Este catálogo tem os direitos autorais da ShibataFenderTeam AG e não pode ser reproduzido, copiado ou distribuído para terceiros sem a autorização prévia da ShibataFenderTeam, em qualquer caso.

A ShibataFenderTeam® é a Marca Registrada da ShibataFenderTeam AG. Data: 05 / 2019

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Tarpen 40, Haus 1b 22419 Hamburg, Germany Tel. +49 (0)40 63 86 10 - 170 Fax +49 (0)40 63 86 10 - 180 [email protected] ShibataFenderTeam Inc.

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Av/ Amado Granell Mesado no. 75 3a Planta, oficina 3C 46013 Valencia, Spain Tel. +34 960 913 108 [email protected] ShibataFenderTeam B. V. Meerheide 58A 5521 DZ Eersel, The Netherlands Tel. +31 (0)497 749 - 260 [email protected]

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Referências

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