...
UM SISTEMA DE AVAL lAÇAO DA SUFICIÊNCIA DE RODOVIAS
WALOOMIRO GOMES DA SILVA
Serviço de Publicações e Encadernação da Esco1a de Engenharia de São Carlos-Universidade de São paulo
1 9 6 6
APRESENT.AÇ!O HITRODUÇ.IO
1NDICE
A
ESTRUTURA DOS
Div~RSOS SISTEMASAS
BASESDO
SISTEHA.. SUG:ERIDOO SISTENA
DEAVALIAÇKO QUGERIDQ
·.-
Aplicação para':lrogramaçffo Apresentação G:v~fica
., .
CONSIDERAÇO'ES FINAIS 3IBLIOGRAFIA
·Pagina 11'
i i i
4 6 8 18 19
20 22
i i i
No seglli"ldo semestre do ano passado· o ~utor apresentou n::: UniversiC.ade do Bst:1do de I01m (EUA), uma tese intitul2.- da "A Suggestod Sufficioncy Rati~g System Applicable by :0razilian Eie;hi.vay Departamcntsu ,.: co1:1 a qual, apcSs aprovaçiTo,
conpletou os requisitos po.2.,a a obtenç.:lo do título do "Haster of Sciencen.,
fste trabalho
é
~una apresent~ç~o, com ligeiras modif1 co.ções, do tema da tese Ol.,igin::ll.. Foi também excluidc. u.rna parte de aplicaç~o de quatro s:i:stci:las do avaliaç!o usadosA lfo
n<1quele pa1.s.,
A tese citada ~oi datilografada e duas cÓpias deposi- tadas na Biblioteca daquela Universidade ...
Conservo.r:1os nêste trabalho 2. mesma bibliografia d-2. t_§.
se original(!,
I N T R O D U Ç 1 O
Entre os diversos problem~s coe ministradores rodovi~rios brasileiros de rodovias, avulta o da insuficiência
que se defrontam os ad- 1lgacos a conservaçao 0 . , ~ A!>
de fundos disponfveis para a gie;2.ntesca tarefa de melhorc..r o m2.nter as rodovias exi.ê,
ten':;es~ Nunca houve a si t0.açi:o ideal na qual um orgÜo rodo- viário tivesse fundos suficientes pe:.ra melhorar suas rodovias
P. - n_~_-Qi-.?5-l.'O! v~ -.. S d 8 COllCi.lÇOOS ~ • ""' t 0CElC8.S illlnJ.lTI2.S COl11pa lVelS com P • R • t ,p • as
• <> • R
3XlgencHLS do tre.fego que as po-ecorre ol
So·~ h est~s ~ cl· rc un s t~n -~ c-~s, ,·0 surge a necessl·a.'~_de _ ~ da exl·s--·
, ~
.
"'"tencla de um plano que gc..rc.nta um::~ sc:.-;.bia e equi tativa distri- b~iç~o da verba disponfvel p~ra a melhoria e conservaç~o das rodovias~ de modo a evitcc~r su2. continua deterioraçãoe O "ca=
p:'l:talu representado por umo. estradc. do l..,Od:J.gc;m
é
de tal ordem q_uc exiee cui.d&do consts..nte pc..ra conservá-lo rendendo 11 juros"élJJ.rante o maior tempo poss::fvel,
Õbvia~1ente~ urJ c.dministrador rodoviário estará a salvo de crft.icas quando êle gc.stc: os :-undos pÚblicos judiciosamen te, aplica.LJ.do-os às necessidades mais urgentes e de mc.ior iQ terêsse para a coletividadeo A decis~o llQO
é
f2cilo Diria- mos queé
uma das mais importantes e mais difÍceis da moder-"" , ,p ., ,p - "
na administraçao rodoviaria. Ora, isto so e posslve~ quanao un inventário objetivo das necesshl~J.des
é
usado como guia naseleç~o das rodovias onde b.., . p •
t
~ pro ~ema Ja exls o
A , ,P d
3.1l..llentar a rede de e strc:.c .. __ s Cc)J.:2t:('tlld2..s e pavimenta as que exigirão somas consideráveis par<:, a sua ~·:ac::mutenção e melho-
blema
Nos paÍses de técniCé.". rodovi2:ric. ll.'léUS avi:mçada o pro- tem roouerido pesc:1..üso. 1. - :.t.. ' e GZDG:C".ir.1ent<:"~c2.o J: .;J destinadas ao desenvolvimento de métodos para a deternünação das rodovias
' -?
ou seções de rodovias de uma rêde rodovi~ria onde a reconstr~
ção ou melhoria se fa~ mais urgente. Como consequência, uma grande variedade de sistemas de avaliação da condiç~o de ro~
vias tem sido desenvolvida e adotada para êste propÓsito (2),
ClJ-), (6), (9), (14),
(16),(35), (36), Cü4J, <45), C47), C48), (50), (52), (56).
Dando uma definiç~o formal, um sistema de avaliação da su.fici~ncia (tamb~m se usam os termos "condição", 11deficiên- cia"11 "efici~ncia" e nserviço")
é
um procedimento para a av.@.liação e comparação das necessidades relativas das várias ss ç5es de um dadq sistema rodovi~rio para melhoria.
Nos ~stados Unidos da An~érica do Norte, onde o assunto
ê
encarado com grande seriedade, tais sistemas são adotados por36
estados.. Dêstes~ alguns os adotam,para todos os tipos de rodovias e outros somente para determinados tipos. Em s~te estados o uso dêsses sistemas ~ prescrito por lei
C47).
Em geral, tqdos os sistemas dão ênfase às caracterfsti cas da estrada associadas com as condições estruturais, sé-
guran~a e serviço para a comunidade.. Entretanto~ 9 tratamen to dêstes fatôres entre sistemas varia bastante, devido às d~
ferenças em clima, condições econÔmicas, práticas de ~anuten
ção, no~mas locais, etc~ O principal objetivo, no entanto, permanece o mesmo: medir e compar:1r a suficiência da estrada para render o serviço que dela se esperao
Acredita o autor que, no Brasil, será de grande valor um instrumento administrativo de tal natureza, uma vez que, via de regra, os administradores rodovi~rios brasileiros não têm um meio objetivo e eficiente para a avaliação e compara- ção das necessidades das rodovias nos programas de melhoria .. -
Por outro lado, a grande tarefa de· ~~entar e melhorar os sistemas rodoviários brasileiros, quê §~tá sendo forçada
~)elo rápido desenvolvimento da indÚstria automobilÍstica, e
; necessidade de uma sábia distribuição dos reduzidos fundos
,4• ,P i t "Z' • !W t N d
ulsponlve s para a cons ruç&o~ pavlmentaçao e manu ençao as rodovias, requer, urgentemente, a adoção de um sistema que permita uma judiciosa e eficiente distribuição de tais fundose
O autor acredita quo a. avaliação por tais sistemas
é
o mais satisfatÓrio e realfstico meio para o co~~ecimento e com paração das necessidades em programas de conservação e rnelho ria ..O objetivo dêste trabalho
é
justamente êste: sugerir um sistema de avaliação da suficiência de rodovias que pode se~vir aos Departamentos de Estradas de Rodagens brasileiroso
~· :, '
.-,:
-.'·.•·'· ..
A ESTRUTURA DOS DIVERSOS SISTEHAS
O exame dos diversos sistemas de avaliação da
sufici~ncia de rodovias citados na bibliografia permite-nos conclus5es iniciais que serão muito Úteis ao escôpo
d~stetrabalho,.
Inicialmente,
~fácil verificar que a teoria dos siste- mas de avaliação
~muito simples. Um sistema de pontos
~ us~do para assinalar valores a um predeterminado
conj~tode fa•
t8res principais, os quais são subdivididos em diversos elemen
tos~
cada qual com uma dada variação de pontos. • Usualmente, uma seção de rodovia inteiramente adequada é
avaliada em 100. Qualquer
avaliaç~omenor do que 100 mostra o
.
""'grau de deficiencia da seçao.
Coletivamente, os sistemas em uso lidam com cerca de
A50 diferentes elementoso Um sistema particular pode incluir ava- liações de 10 at4 30 elementos.
A dP ""'
A
escolha desses elementos
ebaseada em sua associaçao com as principais razões para a melhoria da estrada, tais como aumentar sua capacidades refazer seu
revestimento~melhorar a drenagem, prover mais segurançat assegurar um melhor serviço de
t~áfego
paTa uma comunidade em propo_rção com suas necessidades, etc.
De modo ·geral, todos os sistemas procuram conseguir
obj~tividade de procedimento e reprodução dos resultados. mstes
o~jet~vos
são conseguidos seja baseando·a avaliação em medidas das e.aracter.!st:i,cas estruturais da rodovia, seja na contagem de
o~tr~s v~r:iáveis.
Quando se usa julgamento pessoal, uma
pequ~:p.a·vªri'l.ção nos valores não permite uma grande dife:r-ença na av'A
~:iªçiq
feita por diversos
avaliadores~Em alguns sistemas fo-
·r.~
desenvolvidas fÓrmulas emp.Íricas para a avaliação de
algu~selemen,toso Isto tudo é feito para conseguir uniformidade e
ev~ta~
v{cios na avaliação, bem como para assegurar que diver-
.
.sos c::J.gen.'l-leiros chegarao ~.os "18:::::-.o.os rc;;sultndos pt::.ra iguais
~;
-
conG_çoes ..
Os prÓprios vc:.lores da avD.liz~ç5.o f!o~ viã de yoegra,. ut,i liz2.dos nrL pro;;rc.:;:..zcção él.s sorviços,.
A maioria dos sistemas têm cinco pontos em comum. ~les
<1119
sao como segue:
a .. Ce.da seção a ser avaliada deve ser aproxirnaê!.:'.:"':l.cnte l'lQ
mogenea .. A Uns. seção
tica apareça, fazendo a nova seção muito di:.'erE:nte c1o. .:~ntcriol"'e
b., As seções poc-:.mn, port2nto ~ variar de ur~a f:raçt>:o de qui lorne ro a e A t t~ d" J.versos qu.:L OBe·cros •1~ ' e::.1 comprJ.men o .. • t
c .. As avaliações s~o feitas geralment~ por v~rificaçGo no
e~npo, com outros dados aplicados o.os resultados dq vcrificaç~o.
do Um sistema de pontos
. é
usado para assinalar valores a,
um conjunto de fatores e seus elementos, cado.. quz..l com. su::1 pr,2 pria variação de pontos ..e .. Uma seção complet~ente adequada
é,
usualmente~ avali~da com 100 pontos ..
Como
já
dissemos, a escolha dos elementq~ que serão ava- liadosé
determinada tendo em vista ressaltar os fatôres que exigem uma melhoria na estradao.A
maioria dos sistemas adota os três principais fatôres seguint.es~ ncaracter:!sticas estru- turais", "segurança" e n serviço" o Usarnos êste. termo para s~nificar a capacidade da estrada em atender ~s necessidades da região que atravessaj bem como
à
rapidez e confÔrto desejados pelo usuário.. Em "características estruturais" englobam-se · não apenas as espessuras das camadas constitUintes do pavimen to mas, tamb~m~ as dimensões transversais do pavilliento e da estrada propriamente ditao6
AS BASES DO
SISTEliJâ. SUGERIDOO sistema que
pJ>Opo~emospara siléiras será baseado nas seguintes ae !le deve levar em conta as vias brasileiras.
~ ~
aplicaçao as rodovias brã, principais considerações:
caracter!sticas das rodo- b. Deve antecipar a necessidade de maiores velocidades•
redução de acidentes,melhoii'ia dos elementos
geom~tricose, prineipalmente, a necessidade de
tip~sde revestimento mais
b - 111
no res que sao alguns dos problemas
cr~tieosdas rodovias
br~sileiras.
c. O julgamento subjetivo deve ser evitado na medida do
"
poss~ve~o
do Devem ser considerados elementos para
o~quais os dã, dos correspondentes são dispon!veis e
s~s~t!veisde aplicação com confiança<)
ee No presente estágio de desenvolvimento das técnicas
·de planejamento
rod~vi~riono Brasil, o uso de
consideraç~es.econÔmicas seria muito dif.!cil ou impossível de sugerir ou aplicar
or. O sistema
ser~sugerido tendo
e~ vista eertos padrõese caracter.:fsticos das rodovias
brasileiras~ ~stespodem não ser os existentes em
determin~doEstado ou regiãoo Caberia en tão ao orgão interessado a
adoç~ede elementos e valores que melhor reflitam as condições locais. Não temos a
pretens~ode elaborar um sistema definitivo e geral0 Antecipamos mesmo que a experiência ganha depois de aplicá-lo por um razoável
, .. .,
per~odo
de tempo, provavelmente sugerira alguma melhoria do prÓprio sistema a ser propostoo
Ainda, o sistema deverá ser relativamente simples,
obj~. tivo e aplicável unirormementec
~Óbvio, também, que seria
quase impossivel utilizar todos os
rat~resque influenciam a
condição de u.ma rodov.ia ,, Deve ser feita uma seleção dos ele""
mentos mais importantes não prejudicar os fins objetiva®
dos ..
Finalmente, queremos dizer que a eliminação de padrÕes
fixos contra os quais a avaliação seria feita, foi necessária
porque não há uniformidade entre os estados brasileiros na
aplicação de normas para estradas de rodagem ..
8
O SISTEliA SUGERIDO
uma muito simples (talvez incor.l.pletu)
definiç~oí) tt.m.::J.rodov.ia pode ser considerada
usuficie:ote
11quando todos
0sseus
''r,
elementos f!sicos estão em boas condiçÕes e atendem a todos os requisitos do
tr~fegoque a usao
Asslm, o primeiro
p~ssopara propor um sistema de ava- liação deve ser a definição dos "elementos de
sufici~ncianque
serão avaliados e a atribuição de pontos a cada
uradêsses ele -
mentos~
isto
~~um conjunto racional de elementos com valores prÓprios deve ser selec1onado como capaz de descrever a condi- ção da estrada"
Deve haver um compromisso entre êstes elementos e sua praticabilidadeo Não haveria nenhum senso na escolha de fat2 res que não podem ser conhecidos ou medidos com razoável
con~fiança
eEntendemos que
t:nnarodovia deve ter quatr•o qualidades:
~J2a,q:id§l.dE;, ~ ~defl:-laéhº=,
E,egurançp:. e se:ry.iÇ,9o
Estas qua11dades
são~geralmente, suficientes para co=
todos os aspectos de s1...ú'i.ciência de mna rodovia, No no], so pa!s as l!lt.imas três classificações são completamente ade""
quadas para descrever os requisitos das nossas rodoviaso
pacidade ainda não
~um problema no Brasi.l, exceto em algumas rodovias au seções de rodovia.so
d
t
0 ~ 0 p 100 °dA o aremosíl por
convernenc~a~o numero . como
med~a da suficiência completa"
Desde que uma estre.da com estrut1.:1.ra inadequada não pode · ser segura ou render o servlço que é esperado
dela~é Óbvi.o que o primeiro fator, caracter!sticas estruturaisi deve ter uma avaliação superior aos outr'oso Decidimos assinalar
pontos para o primeiro e dividir os restantes
60tos em partes iguais para segurança e serviçoo
k fi~n de assegu:r,ar u111 trateJTiento u.:_l'li.forme das di ve:r":sas
~e,..,. '"' Q ' , i\, d " , , o ~ •• '"" " ' • , • " •• ~
:;;; ');;o .... s ua~ :~o ov~as;; es'tas .::..:..e..ss:..r·J..ca·~oes serao dJ..Vlúlc,as em elementos e'óm os seus pr&prios valores"
Com
isso!$ a tarefa do, " 1 ., - . ;fJ . 1 ? "
engen...J.e.J::J .... c, ao assina· ar pontos r. c2..aa e1..emenco ser a simp..,__ifl- caã.a"
Para selecionarmos êstes elementos baseamo,~ncs ne.s no:t'=
nas bras2.leiras e :::1os valores :çrát.icos existentes Yl..D Brasilo a ~ato de a maioria das nossas rodQ vias não t.er revestim.e:.1.to ou possuir revestimento de pedregulho
í?c<J si::nilar ')
Qê,ré1c~~~{s_·~·i;:;:as ~utnura:l§. no sistema proposto cobre os e:ementos
fi'
si. co s da rodovia tais co:mo larguras da plataforma~:'.:"evestinen-t.o e acost2.!TI.ento:J coi~dição d~stes elementos e condi=
çE:o d<?. d:renag Gl1J ::;;onGl 1J.ID. todo"
' c ' ' d ~ - ' d . / 3 1 .
.;."' :r:,gor"'~ a es-c:!'U"G1..E"a a leç_uacz~ ce c.;Illa est.ra a es·ca re acl.Q.
""\"" ~ .@. "
a~mensces ~ecne~rlcas
dita,
d.os componen~
Las~ a e spes~,
ex c e~
e
Admitimos que qual=:
qu.al.quer fe.lr.:a -estro_.,.~
- .--.-. ~ '> tfJ d,., ..;::;:' ·~ ..! :1
tura.::. re::·.:...e"G:.r~ se""~ na con ::LÇao CL2. e s ceao.a_,
itcred:.~:;;.s.rnos q_·.;';B ()S :ften:= c.scc: .. t.id.os são capazes de des.-
mes:::1a
sed1o"
_,e t? segundo f'at;or 2. ser inc1uidoo
" ~.. .. -, ' "'
rlos soore aclQen·:.e:s oem cono
Uma m:;.nei.ra
lC
;: ,;. ~=:-. e~~ ~c ' s tor aos elecentos geOLl~ t?
t~icos das rodovi~sG AssunirJ.os çue :=, segurança nas estr2 .. das
O];
{I ri:> • d
e a a~sencla e azares ge=
e longas tangentesíl pontes
{ - : ; - ; - ' \
\ ; s' j o
,...., ~.qí ,;;. __ .:.-'ii'l .1':4.-. .;_,....~ c, -~ '"j:. ,, ... 1 . i u u.~ t..-lt'"o .L..;;.. ki.L pr l:::~c:tpa._,_ e s o .r.n1. do par a comp e tar o s. s-
v rJi:>
"~ estr~.d~: .. s brasi.leiras tem uma
gran
l""·:::;ante stema nacional de transpor~
S SD..O =
s para transportar a
produ=de produção
par.:;. os·:c g~ .n~s diversidade dos valo=
2 c~:s ::.:-~.~i-é~l"':;:"~'.S est~CLo~ Oll regi.Oes2 est:a f-ú..,ll
e no sistema a ser propos~
• (? .
mlú'llCJ .. plo atravess2.do pela e~
·· itamos
de Ss .. emos o Jltimo ftem levando
. d. ... o ""' "
:.~--.;_c; eJ:I ~8::a Ui--:J.a ~ lllill'l-LllÇac> o_a v e=
c i -- . l t1lX' cL:. I·oô.ov:i.c.:~ e do rr&.u.er :1 de
4>
.trstes el apar .. ecendo CO!['~O
unúmero de deficiências por quJ.lÔmetrou ..
A soma dos pontos atribuÍdos aos tr~s grupos de elemen- tos será o que denominamos "avaliação básica11 ..
A
tQbela segui~te fornece as variações em_ valores e condi ções dos elementos da estrada que selecionamos para compor o si ster:1a proposto, con alguma infornaç5:o adicional sÔbre seu uso no cG.mpooTabela 1., Elementos e avaliacões c'l.o sistema de avaliacão da suficiência de rodovi2s sugeridoo ~
f
tem Avaliação- I.. Car<J~cterísticas estruturais
As l:::,rgur2.s sol""'Qo tomadas de dados existentes ou por ~nspeção no " --~'.po o I:edidas 2.dicionai s serão ne-
ce ssCLrias no,_ lug ... e s onde el::.s pareçam ser diferen-
!~sdcL ... r:::.é-~.:f-o P.""'c,_.,n_:.l:;~o dos elementos deve ser e.vª-
J..l;.;. a poT' lnspeçao no ca::rrpo o
l" La:rgura d<.!. plataforma, metros
14 13
12
11
10
8 9
72o Largura do revestirrtento, metros
7 6
4 5 3
2 1o
8
l 5
4 3
2 1
o
12
Tube1a
1~(Cont:im.UJ.GÕ:o)
"'
"
f tem Aval:l.açüo
-.,.,._..,
·-···e-~·~---3o
Largurado acostamento, metros
2,5
3~02»0 135 1110 0))5
L~ o
Condição
daplataform&
5o Condição
dorevestimento 6o Condição do acostamento
'lo Condição da drenagem
Excelent~
Boa
Regular'Há
P~ss:i.maSogu:runça
4 5
z. 3
1
o
4 5 3
2 1As
distancias devisibilidade ser;o avaliadas pela contagem dos trechos
deficientes~horizontal ou: vert:l.=
c~~a.e
dividindo
ototal
pelocomprimento da seç!o em
qlLUCmetros ..~ 11
Riscos
11 :ineluon todosos elementos que possam
ser consideradosuma
fonte potencialde
acidentes:pontes
estreitas,intersecç5es
3 curv~s fechadas,cruzamentos
onn:fvel
com ferrovJ.as, &:rvores~etc.. O total deve ser divi.dido
pelocomprimento da
seçrroem quilamatroso
lo
Largura da plataforma, metros
14 13
12 11 10
89 7 6
8
l 4
z.
~ 1o
' ~ . 1 ) · 1 . ·- -· - · l .. - " (rt.-.•-,'i·~· ' · " I ! .. c -···"'·L·.':; ,.'"'·-'; ~1-)
f tom
2o L~rgur~ do rovcstimonto, mutros
Avallaç1o
10 q
ó.
~
3 0 Di s t rnci.;, ::: cl . .; vi:: ll:J"il ~i ~1.:.: •. ~.G in ~-:1J.~-:-i Ct. :.:n
t
c s ~ nQcL dcfi.d ênci:< c; liGl.'' ."~L'lJj ... ;c:Jo:u
III.,
8
() 7
E. 3
2 1
o
1-J.
2
3
1
o
14
Tabela 1. (Continuação)
!tem Avaliaç!ro
---~---~---
1.. População~
milhares acima de
60~055,0-59,9
50~0-54?9 45:~0-49,9
40,o-41+,9
35~0-39~9 30~0
... 341)9
25,0.u29~9
20,0-24,9
15~0-19~9
abaixo de 15
90
2Q Condição de revestimento Excelente
Boa
Recular
Há
P~ssüna3...
CU.J."'V<J.sfechadas, nc por
quil~metro0-0:~99 lt)00~1,99 2~00
...
2:,~99 3~oo •. 3, 99
4~00..v4\)99
5~00=5,99
6,oo ... 6,99 1,00 ou mais
LJ."'
Zonas de ultrapassagem proibida,
()..,0~99
1~oo
... 1;99 2,oo.,2,99
3~00
... 3,99
l.J.,00«>4~99 5í!00-5~99
6v00-6$99
7~00
... 7rt99
8?00
ou mais
nc o
1
2
~ ~
é 9
10
4 5
3 2 17 6
~ 3
2 1
o
por 8
l
54 3
2 1
o
quilometro
6A avalin.çúo bn.sica:'l do:r.ivc.O.a acimq1 ~ i110t·amcnte uma ox-
"' " ' d "'. :1 é • 1 ~: "" ~ t d t prcssç_o numor:~..co. a sm: lc .Gl1CJ.8. ao tuno.. s~çu-o mt os ro. a em OI, r~o.c dos seus co.ractcr!sticos
r!.sicos.
Dqsdeque :::.:.
•I su:~ici~n·~c i.:.;;." do tm1J. f.::oçZ!o o stc.~ 0~;trei t.:1:·!1ento rcic.cionc~dc. • com o
volu ...
m " t Qe<> • "' 1 . ... ' di' • ~ •
. e cte ra1ego nessa r1osma seçuo~ a a.vD. .... :~..::tç<:.o o:::.r;J.cL'. n .. ~o cons~
é-~Gr<:t o vo1U.J.J.C: (L::: tr~~fo.::;o o
Por
outro1-::l(o 6
cL:.J.'O queduc.
c se ....4lJ 1" ~ 1 ~~ e "'e 1'\ I 1 .,
çoes com Li. mes1aa ava l.açao oc,_.:nca~ mz.s CLl~: crom;es vo Uülos c.<)
trccf0go devem sor IJ c.valiuc1~ts co;J.l ditcrontos valores. .í1 mais alta prioridade devo sor dD.da. ~s euções ou ostradL:s
com
os m:.:tis clc~vc~é~os volumes do trrÍfo;:;;oo .;~ssim~é
~bvia. a necossidudo de um método lXJ.r<:~ o.justc.1~ c, :~tva.li8.'~!J:o b~.~sic8. de <.il.C~rdocom o
vo1~rc:c do
tr:fi'ozo..
Par<.:i. ~ste fim, o autor sugere uma reduç~o da n ...VL'vlic .. (~êro lxfsica~ de acÔ1"c1o co:m clivc~rs.:~s VCJ.:rinçõcs do volU..1!1G do trLfego~
os
quaissertto
capazesde reconhecer a
necessida.clede
1, i 1 ~ •· ·, <$!>
me üOI'. n r e ~;.cion .. :.:tc:c~ com o tr.::.~.::oso nc. · .scçuo ..
posto ser~ feito de
acardo
com :.:tTubola ?Q
:c~ a 11av::.üiaçi!'ro ajusta.d[l.. p.::trc.. o tr~fego" ..O ajustar.lEmto JJl"~
O valor
obtido se-To.bela 2a Ajustarnento para
o volt:une ,
de tr.ifego
VDT
na. Parcela aVDT na
Parcela aseç8:o
deduzir
seção deduzir~---·~'"'P 4 "':IF =
.:.tcin1n. de
1999
20900 ... 999 9
1900~-1999
i é
8~8998
180()...1899
7'0~7991
1700-1799 17 6oo,699 6
1600 .... 1699 16
~ooq,R994
1500,.,1599 15
()()t.>99
1400~·1499
14
300..399~
1300-1399 13 200.,..299
120(}...1299 12 1.00""199 1
1100-1199 11
nbaixo de100 o
1000~1099 10
;J,~}'-1 '·
"' ,.
-
Fin::ümente~ precisamos considerar o
fato
de que o. maio··ria de nossas rodovio.s não possuem revostinwnto ou s!lo ap~nas e.p•.::dregulho.d<ls.. Um .::;.just2.mento especial sor<f foi to par2. ostes
tipos de rodovias@ A
suf:f.ei~neia do limo.estrada com
revesti~monto
depedregulho
ousimilur diminui
mais r~Lpidamonte comuument0s
dQV.Plume
detrafego
tJ doque para tipo' mais nobres
derevestimenté.
Em ~utrns pul~vras.· a v;:J.riuç~ade
volumede
tr~fegG> po.ra a qual o pedregulho é adequado
~tr!Uito mais red'l!lz1..,
da doque aquelu
po.r<.1. Gsrevestimentos
mnisnobres.. Para le-·
var em considerução
êste fato~ sugerimos o. reduç~Qda
11avo.li,i
Ç~Q
ajustada para o
t~~fogo"das estradas eom revestimento de
pedreguahoou similar.. Esta redução
seráfeita de
acÔrd~eom a
Tabela3 ..
Tabela 3o Ajustamento
pu1"a a.s estradas de terra· 0\l'a.~a.das.VDT
...
na' 38Qi1(:)
ParQela a
V"DT na Parcela aele
duz.tr:
ie.:s~Qdeduz.'k' .-
..2.0
45~ft49 ~
i é
Lj.OO""t9
350 .. ·399
l
l7 300 .... 349
16
250·-~9il.
200..150ttl99 9 t 3
13
10Q...l49 212
50- 99
111 uba~
de 50 o
10
Desde
quenão
hádiferença
pr~ticunos valores do
voluu~de tr!tfogo nas estradas
deterra ou upedregulhudas
0o ajusta.
t . . " .
d' d dmen
Q par~ as pr~me1ras~sera
~mesmo
1n 1cao para as ape re ...
gulhadus mais lOo
Exemplifieando,
se
t\1110.estrada
deterra tem um volume de
tr<:f.fego igual a 260 ve:fculos pordia
sua "avaliação ajustado.p~ra
o
trQfcgo11 ser~ diminuídade 5
+ 10= 15o
O v.:::.lor derivado do e.justo.tr:onto u ser
foi to
para ases- tradas
se~:, revcstin:entoou
:revestidascom p0drogulho
11sora d,â ,
nor~ünado 11avaliaçõ:o ajustada p<:.~ra o rovestimento" <3
,,..·,
.•·.
O n&n.ero obtido apó's uplico.dos todos os ajustamentos
~ b!veis ~ a 11avaliaç~ofinal"
o ~le varilll"'~ de O a 100 e sor;f sempre u.m intei.ioo .A seguil~ sugerimos um mod~lo de f~:Lha para o reg:Lst~o de dados
no
campo •.DEPART.AJ.:ENTO DE ESTRADAS DE RODAGB!i DO ESTADO DE "o o ... " ... .,().,~ o
A\AL.IAQ.tQ ,DA SUFlCJt.N.Ç.J:A
T) 1 • n r~
.
ó) •l\OC.OV:La n• o --,~-·-- ·iUlJ.l C~ pl,O
-
Seção: do
l{m _ao
km ExtGn.i:$~o krnRevestimento: Avaliador -
,.~·\·
.... Duta .... .,1 _ _..,~~
I. CARCATER!STICAS ESTRUTUI:U\IS . 1 '
lo
J..~argura da pla to.form.2,metros
2o Largur'a do revestimento:~
metros
~: Largura do acostamento, metros Condicão
da plato.forma
"w
5 .. Condico..o do revestinwnto
"""'
6 .. CondicCLo
doacosto.mónto
"""
7<> Cond:içao etc
clreno.t:;em
II. SEGURANÇA
Largura da pla taforraa
~metros Largv..ra do
revestimento~metros Distâncias do
visibilid~de in~ficiontes~
no de doficiencias por quilÔmetro
Riscos
11nQ
pOI' quil~motroi S. '
--do
~.o4'=--
...
~'.... ~~~~
~-... ·-~
~--
""
' --~- n t " ' '
Sub ... total III. S:DRVIÇO
Popu~a~~otl'
milh<:n'e?
Cond1çao
dorevest1mento CL.U'V.::ts
foch:.o'.d.o.s~nQ por km Zonas de ul trapo.·ssagem
pro·ibi~du~
n.O por quilÔmetro
f d:t~
.... ...
-
~ ~~--.·~~~-""'
--
~: ~·
18
" l ' "' b~ .
1:1.VD.. 1aço.o a s1ca
V'rD
no.
scçao ""' ve:fculos por dia Parcela a deduzir dovi.do ao tráfego Avaliação ajustada para o tráfogoParcelo. o. deduzir devido D.o revestimento Avaliação ajustado. po.ra o revestimento
A 1 • vo. 1uçao ... 1na N f ' ' 1
Aplicaçno para Progra~mção
A programação de serviços bó.seada nas avaliações fil1<.1.is
{I
o muito simpleso Propomos quo estas sejam arranjadas em or ...
dem ascendente e assim a programação seguir~ a lista de cima
b • ~ ~ 1' N • b • ~
para a~xou ~s soçoes com o.s ava 1açoos ma1s a1xas serao,
~bviamonte,
atondido.s em primeiro 'lugo.ro Algumasmodifico.~
ç5os podem ser sugeridas por
bom
sonsoo Por exemplo, estra~asPb l t " " l ' '"' 1' • d
ou seçoes com a ... a pr1.0r1.c nc.te mas que soruo o unna as por uma d . 1 "" "" "" ., T , 1 )
nova ro ov1a ou ro oc.:::ça.o m.:.o sorD.o programacto.s.. <..1moem, se div0rsas seções consecutivas aparecerem '
na
lista ~omuma
poq'Uâ na diferonça nas respectivas o.va1io.çõos, pode ser rocomend~vel o sou a tonétirnonto no. mo sma, ocasião.,O primeiro passo na b:rogro.mação geral so1 .. .f
~
na turalmon- te9 avaliar todoo
sistema:, rodoviifrio o estabelecerum
progr.Q, ma ele melhoria abrangendo um por:foclo ele tcrn.po adequado, t::ll- voz cinco anos~ A cont!nua revisÕ:o o.êsse proero.mo. ~ necessá-. . .1 "" " . .... ...
r1Q po1 s e e na o o umo. colsa e s tAl vlCa"
R ~ecomena.o.mos ' que a.s avo. 1o.çoes 1' "" seJam . f e::L ' t as anua 1 Ioon··e
t
a fim do mo.ntor o pl"Ogro.ma a tua1izado q É! Óbvio que s~monte os elementos quo sofreram nucli.<.nço.s dover:1 sor reviso.do s"A o.v::üiaçB:o goral do sistoEJ.O. beE1 con1o o ostabolecimentC'il do WiD programo.çffo racion2l nffo s~o diffcois do serem postos
<Pt,
o
~"h' ' "t "
O)) dom pra lCO.o s ongolu!O::Lros rosl~en·os uo conscrvo.çna • po Q
f • P 1 ·1 ., • , "" '1' • •
mos a 1rmo.- o - pocon1 aopo1s 80 so L2illl lO.rlzurom com o s~s-
...
tema~
proceder a essa avaliação com pequeno esfÔrço
ésem maiQ res
despesas"~~Apresentação Gráfica
Na T.s:.bela 4 apresentamos alguns vulores para dotert:.'lina. ...
das variações das avaliações finais
de umaseção de rodovia, os quais definem
a sufici~nciada seçãoQ
Namesma Tabela in- dicamos certas
c~respara apresentação g:tâficao
To.belo.
~-oGraus
desuficiência do.dos pelas avo.liações finais.
-- "---·---·---·---
Avaliaç5es finais Graus de
sufici~ncia C~I'GS ---~---~~---Excólente Bom.
Regular Hau
P8SSHL10 ()l o
Azul Verde Amarela Rosa Vermelha
Os graus de
sufici~nciaconvoncionndos com
c~ressao
evr<1ui
to
~tei
spara aprosentaçGío gr<.1fico..,
As avaliaç~es quandó
colocada.s num mapa são ràc.ilmente compree'nsÍveis e retratam,
globa.lmentea a situo.çüo da rbdo rodoviáriao
.:::o
CONSIDIJ;HAÇÜBS FINAIS
O autor desenvolveu bsto sistema quo, acredite., podo sor aplicado pelos Depnrto.montos de Estro.d~s do Rodagem bra-
sileiros~ c.pÓs ostudnr o. litor<-'.tln·::~ sÔb:."o o o.s:::v.nto o oxo.mi- no.l• v{.:-io ;:.: sistor:l::·,s do <-"'.V::lirLç~o c12 ::::u:::'iciÔncis. do I•odovio.s o.c1ot<.'.clo s em
,
outros pr'.J.Scs., () Sl S"(,(:lllél pi'OpO S O 11.8.0 - . ' t .. CLGVG ser ~ considerado definitivo o noD mesmo cocploto.,
, 1»1 f . .
t
l ~ • ) • 1CtG:~ O O OJ. pi'OJO "élüO Ol'~pl!.:'lC:>.:nonco COl1JU,:;P.nC.O
de diversos
Poi' nocossida- ... i a oxporJ.cmc o.
c1uo fez e o.pl,1 co.ndo corte\ c1o so do jul::·.1:::nto l)C: ::;so''.l o conhocimcmto clns ro- dovias nacionais.,
O ::dstc;·:~c. ~ oforoclc~.o col~~:) u;;1 .su'bsf<lio p::1.1~a o closcmvol-
vi!'~onto elo ov.tro s ow cncl..:'. }j ~;t~_do b~?;;. si loiro, co.. do. qual com co,n
n1tlj_ ·t() s 01.1 tx~() s ~---- ~:1) c_·: c Jco ~)o
~~~~n~c~~ 0 ~l·c~s ~o~·)•r~ ~~l·~c
\.,).,_..,j_ (.._., ... .., G ·.• .. ..l. '-' LJ L,... ,, .,__!,. \ -L·- __ !_ (.., 1.:;1
f.-·urY' -1 v~L '")~ ~Q v . L... 'o),-, .l. ,_..\-,) r-• o •:J C' ri '-· .... ~··-J' f',-.-,-,,-'-'-'· -....-·~--'--' 'l-i-·'"' _,,J r
J.~odovL s., p.y,_' :;::,_;: ··Jo ~ o:·, c.,j_ ·Go i"o' .:. :::t. ·.:~_; s o '7--:.lor· do. pr·odug.=ro
::·.crfcoL:~ ,·'o t~l1_'l.icfpL; p>~~ ~-:'" . -.-~;:._' q ulc::·:cmto indico.do par:>. bom
c~r~ctcriznr n fw~ç~o d~ rodovi2 como vi~ do tr~nsporto paro.
O.Cj_l-1810.. :Jl~~:;(~tl(]::Oo 1.fC.\~~:~)()~:: ~-1:: S C8t.:".C~.o.r:; 011cl.o. ['. gr~.t:1c~c ElC.iO~CifL (l.C'~S
ostr~d~s c
,
~a torra... r r• · '
·' '_,
I II!J, 1 t
üll'CPC C'SSOS l~OJ.S
tilJ\.'!i.~Q ~-~ :..'..)l:i.c:.·.~::o (~:.o sif:t:r1<'-:;. ~-u_-. f ;:-c~~\-·~·to tor 1..1J110. v<:üido.do
;.'.C'JÍ ttic.Ú~ p:::.'O\---?.T.:J1. . ,, '-i:'~~i. ·.:;,, ):.;-S C~L~.) C
z~o dot,orminante JOOS progrumz.;_s de melhorias. Ho.s h~ outros f.:tt~ros quo <levem ser considerados. Entro ~ssos~ ost!'ro os oc,a
6 . I N
nomicos to.is como~ custos, bonofJJcios o 2.1:1ortizaço.o c1o c::;.pit"-:.1 empregado no.s molharias ... A uvalio.ç!!o, po!:> si pr<S'pl"i.a,
t
cogP.llto i .., ollll N
o.s cons dOl"o.çoes de Ol"dom eco nanico?.. 7.~1::>.
sinple
srwnto pooem
dvid~nc~a a defici~ncit•. do. estr0.da. A n:aiol~io. elos poscp..1.1SC1.da- ros t~m clo.mac1o pela necessidade de mais investigação parn co~rolacicmar a avaliaç~o da sufici~ncio. com algtU11
tipo
de am!J.i- se ocon~mica-. Eais pesquisa também ~ necess!ria a fim do rolJ(,.ciorw.r se~Ul"c.nçc. com o.cidontos1 vidn
l!til
dapavimentação
e custos do mo.nutençt!o com o.s D.VD.liLJ.Ç~e s9 etc"C7j »
(lO) 3 (ll) 9(l7)i (19)~ (38)~ (50)~ (55)~ (58)o
Estas
~l ..eus
quase ine~~pJ.a 1'1:~clc:.s o.pi'OSont~~m l'l.EJ.r:. oportu.nidado p<.::r::~ invo stig.::~.ç~o pelos on ...sonhciros roc~ovi!rio s,.
Lus .. apesar ela ;!.nexist~ncL.i. de corrolo.ções aceite:~veis po.
.. -
ra ~sses tipos do problouo..:::t o cmto:L" acredita que os
sistemas
d e ava J.aç<:..J.o 1. ~ c:;, 1 surlcJ..oncl:..:. ú:..u; roces roCLOVJ.J.l"lD.S e o mc..J.s ... ~ lhl " · " . IJI • c.c~ .,
CJ.llo.do o po:.?.l!stico moio do conhecer as necessidades das estra- d<.-o.::: do I'Oclo.gom o do pl"OG:l":..-:.Ew.r os investimont;os raciono.lmonto o
soL cl.ospord!cios que a .escassez do fundos exige.
t1o osporD. que ~sto or~tudo posse:. sor de~ .::'.lgWT.~ utilic1o.. ...
elo paro. o::> administradores rodovi!{rios
brasilei!"OSv
22
BIBLIOGRAFIA
1. &nerican Association of State Highway
Officials~Roud user benefit analysis for highvmy improvements.o Washington$ EUA, autor, 1960 ..
2 .. Anderson, J., Ao Simple system of determining priorit:tes of improvement for low-type roo.ds.. Northvrest Conference on Road Building Proceedings
1959~98-104" 1959o
3.. Arizona State Highway Depa1 .. tment.. Sufficie:ney rating coun,....
ty federa.l-aid secondary system. Phoenix, EUA, autor, 1964 ..
4. Baerv-rald, J
o E.Establishing a pr:tority for local rural improvements.. Traffic Quarterly 10: 223 ... 2-46. 1956, 5.. Baer'ltnüd, J ..
E ..Imp:rovement priority ratings for loeal
rural roads in Indiana.. Hi.gh-vmy Research Board Proceedings 35: 38-62. 1956o
6e Bhagat,
Do G ..Adequacy assessment of highvíaYo Journal
ofthe Indian Road Congress 23: 111-139. 1958.
7o Buck1ey, J.
P ..and Fritts
1 C~E.. Objectives and findings of highway needs studies. Highway Research Board Procee•
dings
28~1-13.. 1948.
8.. Burnes,
C.,H.. Three R'
sof hightoJ"ay programing. Better Roads 30
7NQ. 5: 19-20
136. Maio 1960.
10 ..
llo 12 ..
California St&te Division <Jf HighvTays., Adequacy ratings ..
Himeografado..
Sacramento:~ EUA~autor" 1963 ..
Campbell,
Mo E..Elemental vso composite ratings, Highway Research Board Bu11etin 53: 30-31.. 1952.
Campbell, 1:. E. Physical and economic rating methods for priority considerations.. Hlghway Research Board Special Report 62: 75•93.. 1961 ..
Carlson, H ..
E..Adequacy and priority ratings for rational highway system planningo HighHo.y Rese?-.rch Abstracts 25,
NQ.,4: 20-27o Abril 1955. '
Carstens, R.,
LoEconomic analysis for highway improvemcnts in underdeve1oped countries01 Tese de "haster of Science
11,não publicada.,
Ames~EUA, Biblioteca da Iowa State Uni- versity of Science and Techno1ogy, 1964.
Charles\vorth, G.,, Reyno1dst D .. J. and Hurdrop, J. G ..
Hoad improvements; choosing priorities by a nEnv formula.
Engineoring (Londres) 188,
NQ., L~813:185-188.. SetembrCJ 11
111959e
Covault, D.O. Estimation of county primary road system by
sample survoy methods., High-vmy Rosearch Board Bulletin
249: 61-75 ... 1960.,
18 ..
20.
2lo
Eng1and0 Ao Co Ba1nncing of physical and economie ratings w;th other considorations to estab1ish project prioritieso H:1gh1vay Re senrch Board Spocia.l Report 62 g 95-108" 1961"
Farrel ~ F., B<) Conducting 1onp-ro.nge high~tray noeds studies.
P~blic Roads 25: 121-1280 194Bo
Fritts\} Co E<> Relat1:on of Sufficiency ratings, "iolerable standards, nnd priorities" HighH·ay Research Board
Bul1etin 53: 36oa40o
1952o.
Gardnei·,_ E., H.. The congestion approach to ra:tiooal pro- grami.ng" Highv1ay R e search Bonrd Bulletin 249 ~ 16»22.. 1960., Glenn11 Bo Nodcrn appraach to local transportation prob1ems.
Northwest Conference on Roard Building Proceedings 8:
93-100., 1955a
Govbrno do Estado de S~o Pauloo Segundo Plano de Aç~o~
1963=1966o São :flaulo7J Brasil,. Imprensa Oficial do Estadoe
1962o
23o Granum~ J o O o Graph;i.cal presentation procedures., Highvn:ty Research Board Bulletin 53= 17M29o 1952.,
28.,
29.
30.
Hevws!) L? I., and Oglesby2 Co H.. Highvmy eng±neering., 2ao ediçãoo Nevl York:;) EUA.v John Wiley and Sonso 1.963 ..
Highw.sy Rescarch Board., Economic analysis in high\!Jay
programing~ 1ocation o.nd design.. Highvna.y Resea:tOOO Board Special Report 56: l960o
Illino:hs State Divi.sion of High,,,,ay., Sufficiency rating report of the primo.ry high1vay system., Springfield~~o
EUA,
autor., 1963o
IovJa State High1vay Cornmj.ssiono Analysis of the fifty highest hours at the automatic traffic recorder statione, 195Ü-1963"' Ames~ EUA~ autoro
1964.,
Io-v1a Gt.::1.te Highvmy Commission., Farm to market road
dcsign stanclards., Nimeogro.fada, Ames!) EUA.~ autor., 1960., Iovra Sto.te Highvmy Commissiono Report of the Eighvmy Plam1ing Progro.m for the fiscal period beginning July 19 1959., 1960\l
Iovm Sto.te High'i-T.J.Y Comnission., Rural primD.ry road sufficicncy guide, Ames,
EUA
9 autoro 1963oIovJO. i3tate High'i•ray Commission,. Suf'ficiency guidli:l of the municipul extensJ.ons on the primary road system. Arncs9 EUA~ autor., 19639
33o
Zh
Io\'m Stato lt\.gh\·i'D.Y :l.n Iow-o." Amo ::l q EU.l\.6,
;, "'
ssiono Truck and bus registrati~n
DU.LO:r''J 1963o
Jorgcnseno R0 EG
adequacy~ Civil Eng Lcan. high\vo.;y
s1
ho'ti'lto
11100. sure thoi .. ::c ering22g 84-08. 1952o
J'orge:rwen~ Ho E, :Lt.:Les o.nd o..dvancecl plo.nningc;
Urüver si ty· of rachlgD.n ~í9t~h Anrmc:.:.l High\'ray Conference Procoedings 56~ NQo Dh'l 7~15o
1955.,
Jorgonsan1
Ré E. Use
of sUfficioncy ratings in long-range planning" Highvray Research Board Bulletin 53: 32 ... 35.,1952o
Kansas Wç.ate H:Lgb.vn1y GomL1l.ssion" ~'uture planning for the county rbad systems
in
Kansas. Topeka, EUA1 autoro1961o
Kipp~ Co Lo Sufficiency ratings as an administrativa toolo Higlnv·ay Hesc~arel:1 Bo<:c~C'd B·uJ.lot:Ln 53~ l,.,,z.,
19521)
Kuenzii ~ D" H o Ro<.td·~r~::·.ting sy .stem i s big ho1p in many
\rJD.YSo Bettc):r: Hoads 27 fl NQo 9~
27'""29
0 48'li 50., Setembro<~'I Ot:'"(.
·-·7),o
Lo.ndon~ t'Io 1~·()
UnivoJ'sity of
dlr}'J''C! s·LJ 1\T()
General obj o c ti vos of highvm.y plnnning o J'üchigc,n Ann1u::ü Highvmy Conferonc-e Procoe""
-~ o2 ,_, ·"r· 6.· .. ,() c) •· 9 r.--..,.
~-·"--[-::;, u . -··l} .l'l "'"' (') .~ ,, ' ,J " . .L., '),)0
Leh~an:1 R r, J o ~~nd ~~t1.rcrut 'J. J o .Ao Applyi.ng suffi.cj .. oncy ro.t1.ng f:>" .Arnor1co.n Ho:.!.d Btnldcr 42~
Nº,, 1
~12=13 a
Juno,1ro
1965.,l:Iakoevor 'J C o :tL Tho advantag e s of sto.ndardi.zod road sect.lon dosignations for uso of roud inv.entor.y data<>
Highway Resourch Doard Dulletin
17: 3-11.
19~aNaryo~ Bo Jro The ostéJüi;::hnwnt of priorities for higlwnw improvm~wnt prozr<?.mr.> q IIi.c;h•:rD.y R o SOé).rch Boo.rd Proceedings 20:
115-120a 1940o
lt:.:.tsonp 'l'o }L,I!l Smttho U, EL, C'.nd I-Iurcl~ Fo VVc Trc.ffic ongi•'<>
noeri.n.g., Now Yorlc.1 EUA:1 l.,icG:r·c.~·~·J··I-Iill Book Compo.ny~ Inc.,
1955e
lclionagle? J o C., A cor'lprchonsivo rnethod of' sci.entific programine; ,, Iüghvnty H o sor"rch BoD.rd Proceeding s 35::
33=37o 1956ú
t:J.clügan I:) to. te High\Iny Dupa1:•tn1ent ,.
comput;~Ltions for Jj chit._;::~n hi.zhí,.r:..:.ys"'
1960o
Sufficioncy rc.ting Lansing,. EUA@. autor., r:inicr:J Ho Go R~'.ting ::.ctuul concUtions of county roetds., Better Ro:::.ds 251l NQo h:~ hz,,,L)./_j.~ L!.8o Abrj.l 1955"
1.+8 o Ho skc:n,r:L ~l Ko l.\rumc:c:l'.c;a 1 rati:o.g s for high1-vo.y soctions as n basis for construct1.on proernmso Mimeografado, Phoonix~
EUAo DoDa ~Ju.:cccnJ. P11biic Hoadsa 1959o
49o Nev1 Eoxico State Htr;hvray Depo.rtrrlGnto Ratings for highvro.y i.mprovemontso NovJ' l:exico rural federal~o.id secondary system~ Santa F&, EUA, autoro 1964o
50. Now l·~oxico ~3tate Hi.ghvro.y DepartmontQ Ratings for high\vay ÜQprovem<'mtso Procodure manuc_'.lo Edisãa revista. .Sunta
r:~"' }.,U.J1 t 'IC/1 11 e~ 1 ·~!Y au oro ,_ ;:JcL~o
51 o Normns tG'cnico.s oficiais paro. forrovia.s e rodovias brasi- leiras a ~Mimeografadoa S~o Carlos, Brasil1 Serviço de Publicaçôes da Bscol.;:;t do gngonllariát
de São
Carlos., circa1962o '*1'1'--
520 North Caroltna Stnte Highway Commission.
Secondary roadsa
Raleigh~ EUA~ autora 1962a
53
o5Üo
55,
Oglesby~ Co Ho and
Grnntíl>
Eo L.,Economic
analysis\the
funcbmental approach j;;o de c i s:Lons in highvJay plannfng anel des:lgn, IUghvJ'él.y .tlo.soarch Banrcl Procc;edings37:
1 .1.)" ) ' " r- ... r:::'~(· ·1 cw0 ' ".I ::h)"
Powlll s ~ I:" A., Jr ~ CouJJ.ty h i gln·ray s v s o county higlwmy p1ann:tng o Gounty Off"ic.er 25\1 NQ o 4~ ll5·~1960o Ül"iginal não d1spon:fvo1; rosum:Ldo em IUghway Research Abstracts 30~
NQo 6:
18=l.9u
1960oStaffeld, Po Ro Possible aroas of improvoment in rating procoduro., IUghvray Reso<:J.rch
BoE1.rd
Bullotin 53: 11-·13.-.l9
' r.-z· ) -oStonor 3 J o go A procedure for ranldng roads in terms of their importancoo Highwuy Rosoarch Abstracts 27~
NQo6:
2~ .... 30, Junho
1957 o
Stonex, Kn Au Roadsido design for safetyo Ediç~o revis- tao l.'J_moogru .. fado" }/j_lfot·d, EUA:!l General Eotors Proving Groundo 1960n
S\·l: . .ü1son? J.o A" Gunoro.l commonts
on
sufficiency ratings procoduros, H:LglrvJ~.w R o sonrch Dom~d Bulloti.n 53:: 3"" 1"1952o
U. S" Dup<..rtnont of Intcr.ior o Duro nu o f Public Ronds"' High•.ray c~~pac:i ty· l1lD.n·1 .. tctl., l.JD. shi.ngtonil' EUA o U oS"' Govern•·•
ment Pr1nt:1.ng Off''lco ., 1950 o
26
60 u vHley, H., S., Condi
tion ru
tinesfor
high'\'mY improvomonts.Arc.crica.n Association of Stuto Highwuy Officials Pi .. ocoo- dings
1960& 150-156o 1960.,
61.., Hiloy, \'le E., Arizon..::.1." s oxpo:rionce wi th sufficioncy
r-.t.tings.. Highway HosoQ.rch Board Bulletin
53: 3•7. 1952.
62..
\Vilkins,G .. G.,
Commentson the
Brazilian hight>tayproblem. In u .. s .. Institute of
Inter~American Affuirs.Washington, EUAQ autor., 1955 ..
·;·