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SUFICIÊNCIA SISTEMA

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(1)

...

UM SISTEMA DE AVAL lAÇAO DA SUFICIÊNCIA DE RODOVIAS

WALOOMIRO GOMES DA SILVA

Serviço de Publicações e Encadernação da Esco1a de Engenharia de São Carlos-Universidade de São paulo

1 9 6 6

(2)

APRESENT.AÇ!O HITRODUÇ.IO

1NDICE

A

ESTRUTURA DOS

Div~RSOS SISTEMAS

AS

BASES

DO

SISTEHA.. SUG:ERIDO

O SISTENA

DE

AVALIAÇKO QUGERIDQ

·.-

Aplicação para':lrogramaçffo Apresentação G:v~fica

., .

CONSIDERAÇO'ES FINAIS 3IBLIOGRAFIA

·Pagina 11'

i i i

4 6 8 18 19

20 22

(3)

i i i

No seglli"ldo semestre do ano passado· o ~utor apresentou n::: UniversiC.ade do Bst:1do de I01m (EUA), uma tese intitul2.- da "A Suggestod Sufficioncy Rati~g System Applicable by :0razilian Eie;hi.vay Departamcntsu ,.: co1:1 a qual, apcSs aprovaçiTo,

conpletou os requisitos po.2.,a a obtenç.:lo do título do "Haster of Sciencen.,

fste trabalho

é

~una apresent~ç~o, com ligeiras modif1 co.ções, do tema da tese Ol.,igin::ll.. Foi também excluidc. u.rna parte de aplicaç~o de quatro s:i:stci:las do avaliaç!o usados

A lfo

n<1quele pa1.s.,

A tese citada ~oi datilografada e duas cÓpias deposi- tadas na Biblioteca daquela Universidade ...

Conservo.r:1os nêste trabalho 2. mesma bibliografia d-2. t_§.

se original(!,

(4)

I N T R O D U Ç 1 O

Entre os diversos problem~s coe ministradores rodovi~rios brasileiros de rodovias, avulta o da insuficiência

que se defrontam os ad- 1lgacos a conservaçao 0 . , ~ A!>

de fundos disponfveis para a gie;2.ntesca tarefa de melhorc..r o m2.nter as rodovias exi.ê,

ten':;es~ Nunca houve a si t0.açi:o ideal na qual um orgÜo rodo- viário tivesse fundos suficientes pe:.ra melhorar suas rodovias

P. - n_~_-Qi-.?5-l.'O! v~ -.. S d 8 COllCi.lÇOOS ~ • ""' t 0CElC8.S illlnJ.lTI2.S COl11pa lVelS com P R t ,p as

<> R

3XlgencHLS do tre.fego que as po-ecorre ol

So·~ h est~s ~ cl· rc un s t~n -~ c-~s, 0 surge a necessl·a.'~_de _ ~ da exl·s--·

, ~

.

"'

"tencla de um plano que gc..rc.nta um::~ sc:.-;.bia e equi tativa distri- b~iç~o da verba disponfvel p~ra a melhoria e conservaç~o das rodovias~ de modo a evitcc~r su2. continua deterioraçãoe O "ca=

p:'l:talu representado por umo. estradc. do l..,Od:J.gc;m

é

de tal ordem q_uc exiee cui.d&do consts..nte pc..ra conservá-lo rendendo 11 juros"

élJJ.rante o maior tempo poss::fvel,

Õbvia~1ente~ urJ c.dministrador rodoviário estará a salvo de crft.icas quando êle gc.stc: os :-undos pÚblicos judiciosamen te, aplica.LJ.do-os às necessidades mais urgentes e de mc.ior iQ terêsse para a coletividadeo A decis~o llQO

é

f2cilo Diria- mos que

é

uma das mais importantes e mais difÍceis da moder-

"" , ,p ., ,p - "

na administraçao rodoviaria. Ora, isto so e posslve~ quanao un inventário objetivo das necesshl~J.des

é

usado como guia na

seleç~o das rodovias onde b.., . p

t

~ pro ~ema Ja exls o

A , ,P d

3.1l..llentar a rede de e strc:.c .. __ s Cc)J.:2t:('tlld2..s e pavimenta as que exigirão somas consideráveis par<:, a sua ~·:ac::mutenção e melho-

blema

Nos paÍses de técniCé.". rodovi2:ric. ll.'léUS avi:mçada o pro- tem roouerido pesc:1..üso. 1. - :.t.. ' e GZDG:C".ir.1ent<:"~c2.o J: .;J destinadas ao desenvolvimento de métodos para a deternünação das rodovias

(5)

' -?

ou seções de rodovias de uma rêde rodovi~ria onde a reconstr~

ção ou melhoria se fa~ mais urgente. Como consequência, uma grande variedade de sistemas de avaliação da condiç~o de ro~

vias tem sido desenvolvida e adotada para êste propÓsito (2),

ClJ-), (6), (9), (14),

(16),

(35), (36), Cü4J, <45), C47), C48), (50), (52), (56).

Dando uma definiç~o formal, um sistema de avaliação da su.fici~ncia (tamb~m se usam os termos "condição", 11deficiên- cia"11 "efici~ncia" e nserviço")

é

um procedimento para a av.@.

liação e comparação das necessidades relativas das várias ss ç5es de um dadq sistema rodovi~rio para melhoria.

Nos ~stados Unidos da An~érica do Norte, onde o assunto

ê

encarado com grande seriedade, tais sistemas são adotados por

36

estados.. Dêstes~ alguns os adotam,para todos os tipos de rodovias e outros somente para determinados tipos. Em s~

te estados o uso dêsses sistemas ~ prescrito por lei

C47).

Em geral, tqdos os sistemas dão ênfase às caracterfsti cas da estrada associadas com as condições estruturais, sé-

guran~a e serviço para a comunidade.. Entretanto~ 9 tratamen to dêstes fatôres entre sistemas varia bastante, devido às d~

ferenças em clima, condições econÔmicas, práticas de ~anuten­

ção, no~mas locais, etc~ O principal objetivo, no entanto, permanece o mesmo: medir e compar:1r a suficiência da estrada para render o serviço que dela se esperao

Acredita o autor que, no Brasil, será de grande valor um instrumento administrativo de tal natureza, uma vez que, via de regra, os administradores rodovi~rios brasileiros não têm um meio objetivo e eficiente para a avaliação e compara- ção das necessidades das rodovias nos programas de melhoria .. -

Por outro lado, a grande tarefa de· ~~entar e melhorar os sistemas rodoviários brasileiros, quê §~tá sendo forçada

~)elo rápido desenvolvimento da indÚstria automobilÍstica, e

; necessidade de uma sábia distribuição dos reduzidos fundos

(6)

,4• ,P i t "Z' !W t N d

ulsponlve s para a cons ruç&o~ pavlmentaçao e manu ençao as rodovias, requer, urgentemente, a adoção de um sistema que permita uma judiciosa e eficiente distribuição de tais fundose

O autor acredita quo a. avaliação por tais sistemas

é

o mais satisfatÓrio e realfstico meio para o co~~ecimento e com paração das necessidades em programas de conservação e rnelho ria ..

O objetivo dêste trabalho

é

justamente êste: sugerir um sistema de avaliação da suficiência de rodovias que pode se~

vir aos Departamentos de Estradas de Rodagens brasileiroso

(7)

:, '

.-,:

-.'·.•·'· ..

A ESTRUTURA DOS DIVERSOS SISTEHAS

O exame dos diversos sistemas de avaliação da

sufici~n­

cia de rodovias citados na bibliografia permite-nos conclus5es iniciais que serão muito Úteis ao escôpo

d~ste

trabalho,.

Inicialmente,

~

fácil verificar que a teoria dos siste- mas de avaliação

~

muito simples. Um sistema de pontos

~ us~

do para assinalar valores a um predeterminado

conj~to

de fa•

t8res principais, os quais são subdivididos em diversos elemen

tos~

cada qual com uma dada variação de pontos. • Usualmente, uma seção de rodovia inteiramente adequada é

avaliada em 100. Qualquer

avaliaç~o

menor do que 100 mostra o

.

""'

grau de deficiencia da seçao.

Coletivamente, os sistemas em uso lidam com cerca de

A

50 diferentes elementoso Um sistema particular pode incluir ava- liações de 10 at4 30 elementos.

A dP ""'

A

escolha desses elementos

e

baseada em sua associaçao com as principais razões para a melhoria da estrada, tais como aumentar sua capacidades refazer seu

revestimento~

melhorar a drenagem, prover mais segurançat assegurar um melhor serviço de

t~áfego

paTa uma comunidade em propo_rção com suas necessidades, etc.

De modo ·geral, todos os sistemas procuram conseguir

obj~

tividade de procedimento e reprodução dos resultados. mstes

o~

jet~vos

são conseguidos seja baseando·a avaliação em medidas das e.aracter.!st:i,cas estruturais da rodovia, seja na contagem de

o~tr~s v~r:iáveis.

Quando se usa julgamento pessoal, uma

pequ~

:p.a·vªri'l.ção nos valores não permite uma grande dife:r-ença na av'A

~:iªçiq

feita por diversos

avaliadores~

Em alguns sistemas fo-

·r.~

desenvolvidas fÓrmulas emp.Íricas para a avaliação de

algu~s

elemen,toso Isto tudo é feito para conseguir uniformidade e

ev~ta~

v{cios na avaliação, bem como para assegurar que diver-

(8)

.

.

sos c::J.gen.'l-leiros chegarao ~.os "18:::::-.o.os rc;;sultndos pt::.ra iguais

~;

-

conG_çoes ..

Os prÓprios vc:.lores da avD.liz~ç5.o f!o~ viã de yoegra,. ut,i liz2.dos nrL pro;;rc.:;:..zcção él.s sorviços,.

A maioria dos sistemas têm cinco pontos em comum. ~les

<1119

sao como segue:

a .. Ce.da seção a ser avaliada deve ser aproxirnaê!.:'.:"':l.cnte l'lQ

mogenea .. A Uns. seção

tica apareça, fazendo a nova seção muito di:.'erE:nte c1o. .:~ntcriol"'e

b., As seções poc-:.mn, port2nto ~ variar de ur~a f:raçt>:o de qui lorne ro a e A t t~ d" J.versos qu.:L OBe·cros •1~ ' e::.1 comprJ.men o .. • t

c .. As avaliações s~o feitas geralment~ por v~rificaçGo no

e~npo, com outros dados aplicados o.os resultados dq vcrificaç~o.

do Um sistema de pontos

. é

usado para assinalar valores a

,

um conjunto de fatores e seus elementos, cado.. quz..l com. su::1 pr,2 pria variação de pontos ..

e .. Uma seção complet~ente adequada

é,

usualmente~ avali~

da com 100 pontos ..

Como

dissemos, a escolha dos elementq~ que serão ava- liados

é

determinada tendo em vista ressaltar os fatôres que exigem uma melhoria na estradao

.A

maioria dos sistemas adota os três principais fatôres seguint.es~ ncaracter:!sticas estru- turais", "segurança" e n serviço" o Usarnos êste. termo para s~

nificar a capacidade da estrada em atender ~s necessidades da região que atravessaj bem como

à

rapidez e confÔrto desejados pelo usuário.. Em "características estruturais" englobam-se · não apenas as espessuras das camadas constitUintes do pavimen to mas, tamb~m~ as dimensões transversais do pavilliento e da estrada propriamente ditao

(9)

6

AS BASES DO

SISTEliJâ. SUGERIDO

O sistema que

pJ>Opo~emos

para siléiras será baseado nas seguintes ae !le deve levar em conta as vias brasileiras.

~ ~

aplicaçao as rodovias brã, principais considerações:

caracter!sticas das rodo- b. Deve antecipar a necessidade de maiores velocidades•

redução de acidentes,melhoii'ia dos elementos

geom~tricos

e, prineipalmente, a necessidade de

tip~s

de revestimento mais

b - 111

no res que sao alguns dos problemas

cr~tieos

das rodovias

br~

sileiras.

c. O julgamento subjetivo deve ser evitado na medida do

"

poss~ve~o

do Devem ser considerados elementos para

o~

quais os dã, dos correspondentes são dispon!veis e

s~s~t!veis

de aplicação com confiança<)

ee No presente estágio de desenvolvimento das técnicas

·de planejamento

rod~vi~rio

no Brasil, o uso de

consideraç~es

.econÔmicas seria muito dif.!cil ou impossível de sugerir ou aplicar

o

r. O sistema

ser~

sugerido tendo

e~ vista eertos padrões

e caracter.:fsticos das rodovias

brasileiras~ ~stes

podem não ser os existentes em

determin~do

Estado ou regiãoo Caberia en tão ao orgão interessado a

adoç~e

de elementos e valores que melhor reflitam as condições locais. Não temos a

pretens~o

de elaborar um sistema definitivo e geral0 Antecipamos mesmo que a experiência ganha depois de aplicá-lo por um razoável

, .. .,

per~odo

de tempo, provavelmente sugerira alguma melhoria do prÓprio sistema a ser propostoo

Ainda, o sistema deverá ser relativamente simples,

obj~

. tivo e aplicável unirormementec

~

Óbvio, também, que seria

quase impossivel utilizar todos os

rat~res

que influenciam a

(10)

condição de u.ma rodov.ia ,, Deve ser feita uma seleção dos ele""

mentos mais importantes não prejudicar os fins objetiva®

dos ..

Finalmente, queremos dizer que a eliminação de padrÕes

fixos contra os quais a avaliação seria feita, foi necessária

porque não há uniformidade entre os estados brasileiros na

aplicação de normas para estradas de rodagem ..

(11)

8

O SISTEliA SUGERIDO

uma muito simples (talvez incor.l.pletu)

definiç~oí) tt.m.::J.

rodov.ia pode ser considerada

u

suficie:ote

11

quando todos

0s

seus

''r,

elementos f!sicos estão em boas condiçÕes e atendem a todos os requisitos do

tr~fego

que a usao

Asslm, o primeiro

p~sso

para propor um sistema de ava- liação deve ser a definição dos "elementos de

sufici~ncian

que

serão avaliados e a atribuição de pontos a cada

ura

dêsses ele -

mentos~

isto

~~

um conjunto racional de elementos com valores prÓprios deve ser selec1onado como capaz de descrever a condi- ção da estrada"

Deve haver um compromisso entre êstes elementos e sua praticabilidadeo Não haveria nenhum senso na escolha de fat2 res que não podem ser conhecidos ou medidos com razoável

con~

fiança

e

Entendemos que

t:nna

rodovia deve ter quatr•o qualidades:

~J2a,q:id§l.dE;, ~ ~defl:-laéhº=,

E,egurançp:. e se:ry.iÇ,9o

Estas qua11dades

são~

geralmente, suficientes para co=

todos os aspectos de s1...ú'i.ciência de mna rodovia, No no], so pa!s as l!lt.imas três classificações são completamente ade""

quadas para descrever os requisitos das nossas rodoviaso

pacidade ainda não

~

um problema no Brasi.l, exceto em algumas rodovias au seções de rodovia.so

d

t

0 ~ 0 p 100 °d

A o aremosíl por

convernenc~a~

o numero . como

med~

a da suficiência completa"

Desde que uma estre.da com estrut1.:1.ra inadequada não pode · ser segura ou render o servlço que é esperado

dela~

é Óbvi.o que o primeiro fator, caracter!sticas estruturaisi deve ter uma avaliação superior aos outr'oso Decidimos assinalar

pontos para o primeiro e dividir os restantes

60

tos em partes iguais para segurança e serviçoo

(12)

k fi~n de assegu:r,ar u111 trateJTiento u.:_l'li.forme das di ve:r":sas

~e,..,. '"' Q ' , i\, d " , , o ~ •• '"" " ' , " •• ~

:;;; ');;o .... s ua~ :~o ov~as;; es'tas .::..:..e..ss:..r·J..ca·~oes serao dJ..Vlúlc,as em elementos e'óm os seus pr&prios valores"

Com

isso!$ a tarefa do

, " 1 ., - . ;fJ . 1 ? "

engen...J.e.J::J .... c, ao assina· ar pontos r. c2..aa e1..emenco ser a simp..,__ifl- caã.a"

Para selecionarmos êstes elementos baseamo,~ncs ne.s no:t'=

nas bras2.leiras e :::1os valores :çrát.icos existentes Yl..D Brasilo a ~ato de a maioria das nossas rodQ vias não t.er revestim.e:.1.to ou possuir revestimento de pedregulho

í?c<J si::nilar ')

Qê,ré1c~~~{s_·~·i;:;:as ~utnura:l§. no sistema proposto cobre os e:ementos

fi'

si. co s da rodovia tais co:mo larguras da plataforma~

:'.:"evestinen-t.o e acost2.!TI.ento:J coi~dição d~stes elementos e condi=

çE:o d<?. d:renag Gl1J ::;;onGl 1J.ID. todo"

' c ' ' d ~ - ' d . / 3 1 .

.;."' :r:,gor"'~ a es-c:!'U"G1..E"a a leç_uacz~ ce c.;Illa est.ra a es·ca re acl.Q.

""\"" ~ .@. "

a~mensces ~ecne~rlcas

dita,

d.os componen~

Las~ a e spes~,

ex c e~

e

Admitimos que qual=:

qu.al.quer fe.lr.:a -estro_.,.~

- .--.-. ~ '> tfJ d,., ..;::;:' ·~ ..! :1

tura.::. re::·.:...e"G:.r~ se""~ na con ::LÇao CL2. e s ceao.a_,

itcred:.~:;;.s.rnos q_·.;';B ()S :ften:= c.scc: .. t.id.os são capazes de des.-

mes:::1a

sed1o"

_,

e t? segundo f'at;or 2. ser inc1uidoo

" ~.. .. -, ' "'

rlos soore aclQen·:.e:s oem cono

Uma m:;.nei.ra

(13)

lC

;: ,;. ~=:-. e~~ ~c ' s tor aos elecentos geOLl~ t?

t~icos das rodovi~sG AssunirJ.os çue :=, segurança nas estr2 .. das

O];

{I ri:> d

e a a~sencla e azares ge=

e longas tangentesíl pontes

{ - : ; - ; - ' \

\ ; s' j o

,...., ~.qí ,;;. __ .:.-'ii'l .1':4.-. .;_,....~ c, -~ '"j:. ,, ... 1 . i u u.~ t..-lt'"o .L..;;.. ki.L pr l:::~c:tpa._,_ e s o .r.n1. do par a comp e tar o s. s-

v rJi:>

"~ estr~.d~: .. s brasi.leiras tem uma

gran

l""·:::;ante stema nacional de transpor~

S SD..O =

s para transportar a

produ=

de produção

par.:;. os

·:c g~ .n~s diversidade dos valo=

2 c~:s ::.:-~.~i-é~l"':;:"~'.S est~CLo~ Oll regi.Oes2 est:a f-ú..,ll

e no sistema a ser propos~

(? .

mlú'llCJ .. plo atravess2.do pela e~

·· itamos

de Ss .. emos o Jltimo ftem levando

. d. ... o ""' "

:.~--.;_c; eJ:I ~8::a Ui--:J.a ~ lllill'l-LllÇac> o_a v e=

c i -- . l t1lX' cL:. I·oô.ov:i.c.:~ e do rr&.u.er :1 de

4>

.trstes el apar .. ecendo CO!['~O

(14)

unúmero de deficiências por quJ.lÔmetrou ..

A soma dos pontos atribuÍdos aos tr~s grupos de elemen- tos será o que denominamos "avaliação básica11 ..

A

tQbela segui~te fornece as variações em_ valores e condi ções dos elementos da estrada que selecionamos para compor o si ster:1a proposto, con alguma infornaç5:o adicional sÔbre seu uso no cG.mpoo

Tabela 1., Elementos e avaliacões c'l.o sistema de avaliacão da suficiência de rodovi2s sugeridoo ~

f

tem Avaliação

- I.. Car<J~cterísticas estruturais

As l:::,rgur2.s sol""'Qo tomadas de dados existentes ou por ~nspeção no " --~'.po o I:edidas 2.dicionai s serão ne-

ce ssCLrias no,_ lug ... e s onde el::.s pareçam ser diferen-

!~sdcL ... r:::.é-~.:f-o P.""'c,_.,n_:.l:;~o dos elementos deve ser e.vª-

J..l;.;. a poT' lnspeçao no ca::rrpo o

l" La:rgura d<.!. plataforma, metros

14 13

12

11

10

8 9

7

2o Largura do revestirrtento, metros

7 6

4 5 3

2 1

o

8

l 5

4 3

2 1

o

(15)

12

Tube1a

1~

(Cont:im.UJ.GÕ:o)

"'

"

f tem Aval:l.açüo

-.,.,._..,

·-···e-~·~---

3o

Largura

do acostamento, metros

2,5

3~0

2»0 135 1110 0))5

L~ o

Condição

da

plataform&

5o Condição

do

revestimento 6o Condição do acostamento

'lo Condição da drenagem

Excelent~

Boa

Regular'

P~ss:i.ma

Sogu:runça

4 5

z. 3

1

o

4 5 3

2 1

As

distancias de

visibilidade ser;o avaliadas pela contagem dos trechos

deficientes~

horizontal ou: vert:l.=

c~~a.e

dividindo

o

total

pelo

comprimento da seç!o em

qlLUCmetros ..

~ 11

Riscos

11 :ineluon todos

os elementos que possam

ser considerados

uma

fonte potencial

de

acidentes:

pontes

estreitas,

intersecç5es

3 curv~s fechadas,

cruzamentos

on

n:fvel

com ferrovJ.as, &:rvores~

etc.. O total deve ser divi.dido

pelo

comprimento da

seçrro

em quilamatroso

lo

Largura da plataforma, metros

14 13

12 11 10

89 7 6

8

l 4

z.

~ 1

o

(16)

' ~ . 1 ) · 1 . ·- -· - · l .. - " (rt.-.•-,'i·~· ' · " I ! .. c -···"'·L·.':; ,.'"'·-'; ~1-)

f tom

2o L~rgur~ do rovcstimonto, mutros

Avallaç1o

10 q

ó.

~

3 0 Di s t rnci.;, ::: cl . .; vi:: ll:J"il ~i ~1.:.: •. ~.G in ~-:1J.~-:-i Ct. :.:n

t

c s ~ nQ

cL dcfi.d ênci:< c; liGl.'' ."~L'lJj ... ;c:Jo:u

III.,

8

() 7

E. 3

2 1

o

1-J.

2

3

1

o

(17)

14

Tabela 1. (Continuação)

!tem Avaliaç!ro

---~---~---

1.. População~

milhares acima de

60~0

55,0-59,9

50~0-54?9 45:~0-49,9

40,o-41+,9

35~0-39~9 30~0

... 341)9

25,0.u29~9

20,0-24,9

15~0-19~9

abaixo de 15

9

0

2Q Condição de revestimento Excelente

Boa

Recular

P~ssüna

3...

CU.J."'V<J.s

fechadas, nc por

quil~metro

0-0:~99 lt)00~1,99 2~00

...

2:,~99 3~

oo •. 3, 99

4~00..v4\)99

5~00=5,99

6,oo ... 6,99 1,00 ou mais

LJ."'

Zonas de ultrapassagem proibida,

()..,0~99

1~oo

... 1;99 2,oo.,2,99

3~00

... 3,99

l.J.,00«>4~99 5í!00-5~99

6v00-6$99

7~00

... 7rt99

8?00

ou mais

nc o

1

2

~ ~

é 9

10

4 5

3 2 1

7 6

~ 3

2 1

o

por 8

l

5

4 3

2 1

o

quilometro

6

(18)

A avalin.çúo bn.sica:'l do:r.ivc.O.a acimq1 ~ i110t·amcnte uma ox-

"' " ' d "'. :1 é 1 ~: "" ~ t d t prcssç_o numor:~..co. a sm: lc .Gl1CJ.8. ao tuno.. s~çu-o mt os ro. a em OI, r~o.c dos seus co.ractcr!sticos

r!.sicos.

Dqsde

que :::.:.

•I su:~ici~n·~

c i.:.;;." do tm1J. f.::oçZ!o o stc.~ 0~;trei t.:1:·!1ento rcic.cionc~dc. com o

volu ...

m " t Qe<> "' 1 . ... ' di' ~

. e cte ra1ego nessa r1osma seçuo~ a a.vD. .... :~..::tç<:.o o:::.r;J.cL'. n .. ~o cons~

é-~Gr<:t o vo1U.J.J.C: (L::: tr~~fo.::;o o

Por

outro

1-::l(o 6

cL:.J.'O que

duc.

c se ....

4lJ 1" ~ 1 ~~ e "'e 1'\ I 1 .,

çoes com Li. mes1aa ava l.açao oc,_.:nca~ mz.s CLl~: crom;es vo Uülos c.<)

trccf0go devem sor IJ c.valiuc1~ts co;J.l ditcrontos valores. .í1 mais alta prioridade devo sor dD.da. ~s euções ou ostradL:s

com

os m:.:tis clc~vc~é~os volumes do trrÍfo;:;;oo .;~ssim~

é

~bvia. a necossidudo de um método lXJ.r<:~ o.justc.1~ c, :~tva.li8.'~!J:o b~.~sic8. de <.il.C~rdo

com o

vo1~

rc:c do

tr:fi'ozo..

Par<.:i. ~ste fim, o autor sugere uma reduç~o da n ...

VL'vlic .. (~êro lxfsica~ de acÔ1"c1o co:m clivc~rs.:~s VCJ.:rinçõcs do volU..1!1G do trLfego~

os

quais

sertto

capazes

de reconhecer a

necessida.cle

de

1, i 1 ~ •· ·, <$!>

me üOI'. n r e ~;.cion .. :.:tc:c~ com o tr.::.~.::oso nc. · .scçuo ..

posto ser~ feito de

acardo

com :.:t

Tubola ?Q

:c~ a 11av::.üiaçi!'ro ajusta.d[l.. p.::trc.. o tr~fego" ..

O ajustar.lEmto JJl"~

O valor

obtido se-

To.bela 2a Ajustarnento para

o volt:une ,

de tr.ifego

VDT

na. Parcela a

VDT na

Parcela a

seç8:o

deduzir

seção deduzir

~---·~'"'P 4 "':IF =

.:.tcin1n. de

1999

20

900 ... 999 9

1900~-1999

i é

8~899

8

180()...1899

7'0~799

1

1700-1799 17 6oo,699 6

1600 .... 1699 16

~ooq,R99

4

1500,.,1599 15

()()t.>

99

1400~·1499

14

300..399

~

1300-1399 13 200.,..299

120(}...1299 12 1.00""199 1

1100-1199 11

nbaixo de

100 o

1000~1099 10

;J,~}'-1

"' ,.

-

Fin::ümente~ precisamos considerar o

fato

de que o. maio··

ria de nossas rodovio.s não possuem revostinwnto ou s!lo ap~nas e.p•.::dregulho.d<ls.. Um .::;.just2.mento especial sor<f foi to par2. ostes

(19)

tipos de rodovias@ A

suf:f.ei~neia do limo.

estrada com

revesti~

monto

de

pedregulho

ou

similur diminui

mais r~Lpidamonte com

uument0s

dQ

V.Plume

de

trafego

tJ do

que para tipo' mais nobres

de

revestimenté.

Em ~utrns pul~vras.· a v;:J.riuç~a

de

volume

de

tr~

fegG> po.ra a qual o pedregulho é adequado

~

tr!Uito mais red'l!lz1..,

da do

que aquelu

po.r<.1. Gs

revestimentos

mnis

nobres.. Para le-·

var em considerução

êste fato~ sugerimos o. reduç~Q

da

11

avo.li,i

Ç~Q

ajustada para o

t~~fogo"

das estradas eom revestimento de

pedreguaho

ou similar.. Esta redução

será

feita de

acÔrd~

eom a

Tabela

3 ..

Tabela 3o Ajustamento

pu1"a a.s estradas de terra· 0\l'a.~a.das.

VDT

...

na

' 38Qi1(:)

ParQela a

V"DT na Parcela a

ele

duz.tr:

ie.:s~Q

deduz.'k' .-

..

2.0

45~ft49 ~

i é

Lj.OO""

t9

350 .. ·399

l

l7 300 .... 349

16

250·-~9

il.

200..

150ttl99 9 t 3

13

10Q...l49 2

12

50- 99

1

11 uba~

de 50 o

10

Desde

que

não

diferença

pr~ticu

nos valores do

voluu~

de tr!tfogo nas estradas

de

terra ou upedregulhudas

0

o ajusta.

t . . " .

d' d d

men

Q par~ as pr~me1ras~

sera

~

mesmo

1n 1ca

o para as ape re ...

gulhadus mais lOo

Exemplifieando,

se

t\1110.

estrada

de

terra tem um volume de

tr<:f.fego igual a 260 ve:fculos por

dia

sua "avaliação ajustado.

p~ra

o

trQfcgo11 ser~ diminuída

de 5

+ 10

= 15o

O v.:::.lor derivado do e.justo.tr:onto u ser

foi to

para as

es- tradas

se~:, revcstin:ento

ou

:revestidas

com p0drogulho

11

sora d,â ,

nor~ünado 11avaliaçõ:o ajustada p<:.~ra o rovestimento" <3

(20)

,,..·,

.•·.

O n&n.ero obtido apó's uplico.dos todos os ajustamentos

~ b!veis ~ a 11avaliaç~o

final"

o ~le varilll"'~ de O a 100 e sor;f sempre u.m intei.ioo .

A seguil~ sugerimos um mod~lo de f~:Lha para o reg:Lst~o de dados

no

campo •.

DEPART.AJ.:ENTO DE ESTRADAS DE RODAGB!i DO ESTADO DE "o o ... " ... .,().,~ o

A\AL.IAQ.tQ ,DA SUFlCJt.N.Ç.J:A

T) 1 n r~

.

ó)

l\OC.OV:La n• o --,~-·-- ·iUlJ.l C~ pl,O

-

Seção: do

l{m _

ao

km ExtGn.i:$~o krn

Revestimento: Avaliador -

,.

~·\·

.... Duta .... .,1 _ _

..,~~

I. CARCATER!STICAS ESTRUTUI:U\IS . 1 '

lo

J..~argura da pla to.form.2,

metros

2o Largur'a do revestimento:~

metros

~: Largura do acostamento, metros Condicão

da pla

to.forma

"w

5 .. Condico..o do revestinwnto

"""'

6 .. CondicCLo

do

acosto.mónto

"""

7<> Cond:içao etc

clreno.t:;em

II. SEGURANÇA

Largura da pla taforraa

~

metros Largv..ra do

revestimento~

metros Distâncias do

visibilid~de in~

ficiontes~

no de doficiencias por quilÔmetro

Riscos

11

nQ

pOI' quil~motro

i S. '

--do

~.o4'=--

...

~'.

... ~~~~

~-... ·-~

~--

""

' --~

- n t " ' '

Sub ... total III. S:DRVIÇO

Popu~a~~otl'

milh<:n'e?

Cond1çao

do

revest1mento CL.U'V.::ts

foch:.o'.d.o.s~

nQ por km Zonas de ul trapo.·ssagem

pro·ibi~

du~

n.O por quilÔmetro

f d:t~

.... ...

-

~ ~~--.·~

~~-""'

--

~

(21)

:

18

" l ' "' b~ .

1:1.VD.. 1aço.o a s1ca

V'rD

no.

scçao ""' ve:fculos por dia Parcela a deduzir dovi.do ao tráfego Avaliação ajustada para o tráfogo

Parcelo. o. deduzir devido D.o revestimento Avaliação ajustado. po.ra o revestimento

A 1 • vo. 1uçao ... 1na N f ' ' 1

Aplicaçno para Progra~mção

A programação de serviços bó.seada nas avaliações fil1<.1.is

{I

o muito simpleso Propomos quo estas sejam arranjadas em or ...

dem ascendente e assim a programação seguir~ a lista de cima

b • ~ ~ 1' N b • ~

para a~xou ~s soçoes com o.s ava 1açoos ma1s a1xas serao,

~bviamonte,

atondido.s em primeiro 'lugo.ro Algumas

modifico.~

ç5os podem ser sugeridas por

bom

sonsoo Por exemplo, estra~as

Pb l t " " l ' '"' 1' • d

ou seçoes com a ... a pr1.0r1.c nc.te mas que soruo o unna as por uma d . 1 "" "" "" ., T , 1 )

nova ro ov1a ou ro oc.:::ça.o m.:.o sorD.o programacto.s.. <..1moem, se div0rsas seções consecutivas aparecerem '

na

lista ~om

uma

poq'Uâ na diferonça nas respectivas o.va1io.çõos, pode ser rocomend~vel o sou a tonétirnonto no. mo sma, ocasião.,

O primeiro passo na b:rogro.mação geral so1 .. .f

~

na turalmon- te9 avaliar todo

o

sistema:, rodoviifrio o estabelecer

um

progr.Q, ma ele melhoria abrangendo um por:foclo ele tcrn.po adequado, t::ll- voz cinco anos~ A cont!nua revisÕ:o o.êsse proero.mo. ~ necessá-

. . .1 "" " . .... ...

r1Q po1 s e e na o o umo. colsa e s tAl vlCa"

R ~ecomena.o.mos ' que a.s avo. 1o.çoes 1' "" seJam . f e::L ' t as anua 1 Ioon··e

t

a fim do mo.ntor o pl"Ogro.ma a tua1izado q É! Óbvio que s~monte os elementos quo sofreram nucli.<.nço.s dover:1 sor reviso.do s"

A o.v::üiaçB:o goral do sistoEJ.O. beE1 con1o o ostabolecimentC'il do WiD programo.çffo racion2l nffo s~o diffcois do serem postos

<Pt,

o

~"h' ' "

t "

O)) d

om pra lCO.o s ongolu!O::Lros rosl~en·os uo conscrvo.çna • po Q

f • P 1 ·1 ., , "" '1' • •

mos a 1rmo.- o - pocon1 aopo1s 80 so L2illl lO.rlzurom com o s~s-

(22)

...

tema~

proceder a essa avaliação com pequeno esfÔrço

é

sem maiQ res

despesas"~~

Apresentação Gráfica

Na T.s:.bela 4 apresentamos alguns vulores para dotert:.'lina. ...

das variações das avaliações finais

de uma

seção de rodovia, os quais definem

a sufici~ncia

da seçãoQ

Na

mesma Tabela in- dicamos certas

c~res

para apresentação g:tâficao

To.belo.

~-o

Graus

de

suficiência do.dos pelas avo.liações finais.

-- "---·---·---·---

Avaliaç5es finais Graus de

sufici~ncia C~I'GS ---~---~~---

Excólente Bom.

Regular Hau

P8SSHL10 ()l o

Azul Verde Amarela Rosa Vermelha

Os graus de

sufici~ncia

convoncionndos com

c~res

sao

ev

r<1ui

to

~te

i

s

para aprosentaçGío gr<.1fico..,

As avaliaç~e

s quandó

colocada.s num mapa são ràc.ilmente compree'nsÍveis e retratam,

globa.lmentea a situo.çüo da rbdo rodoviáriao

(23)

.:::o

CONSIDIJ;HAÇÜBS FINAIS

O autor desenvolveu bsto sistema quo, acredite., podo sor aplicado pelos Depnrto.montos de Estro.d~s do Rodagem bra-

sileiros~ c.pÓs ostudnr o. litor<-'.tln·::~ sÔb:."o o o.s:::v.nto o oxo.mi- no.l• v{.:-io ;:.: sistor:l::·,s do <-"'.V::lirLç~o c12 ::::u:::'iciÔncis. do I•odovio.s o.c1ot<.'.clo s em

,

outros pr'.J.Scs., () Sl S"(,(:lllél pi'OpO S O 11.8.0 - . ' t .. CLGVG ser ~ considerado definitivo o noD mesmo cocploto.,

, 1»1 f . .

t

l ~ ) 1

CtG:~ O O OJ. pi'OJO "élüO Ol'~pl!.:'lC:>.:nonco COl1JU,:;P.nC.O

de diversos

Poi' nocossida- ... i a oxporJ.cmc o.

c1uo fez e o.pl,1 co.ndo corte\ c1o so do jul::·.1:::nto l)C: ::;so''.l o conhocimcmto clns ro- dovias nacionais.,

O ::dstc;·:~c. ~ oforoclc~.o col~~:) u;;1 .su'bsf<lio p::1.1~a o closcmvol-

vi!'~onto elo ov.tro s ow cncl..:'. }j ~;t~_do b~?;;. si loiro, co.. do. qual com co,n

n1tlj_ ·t() s 01.1 tx~() s ~---- ~:1) c_·: c Jco ~)o

~~~~n~c~~ 0 ~l·c~s ~o~·)•r~ ~~l·~c

\.,).,_..,j_ (.._., ... .., G ·.• .. ..l. '-' LJ L,... ,, .,__!,. \ -L·- __ !_ (.., 1.:;1

f.-·urY' -1 v~L '")~ ~Q v . L... 'o),-, .l. ,_..\-,) r-• o •:J C' ri '-· .... ~··-J' f',-.-,-,,-'-'-'· -....-·~--'--' 'l-i-·'"' _,,J r

J.~odovL s., p.y,_' :;::,_;: ··Jo ~ o:·, c.,j_ ·Go i"o' .:. :::t. ·.:~_; s o '7--:.lor· do. pr·odug.=ro

::·.crfcoL:~ ,·'o t~l1_'l.icfpL; p>~~ ~-:'" . -.-~;:._' q ulc::·:cmto indico.do par:>. bom

c~r~ctcriznr n fw~ç~o d~ rodovi2 como vi~ do tr~nsporto paro.

O.Cj_l-1810.. :Jl~~:;(~tl(]::Oo 1.fC.\~~:~)()~:: ~-1:: S C8t.:".C~.o.r:; 011cl.o. ['. gr~.t:1c~c ElC.iO~CifL (l.C'~S

ostr~d~s c

,

~a torra

... r r• · '

·' '_,

I II!J, 1 t

üll'CPC C'SSOS l~OJ.S

tilJ\.'!i.~Q ~-~ :..'..)l:i.c:.·.~::o (~:.o sif:t:r1<'-:;. ~-u_-. f ;:-c~~\-·~·to tor 1..1J110. v<:üido.do

;.'.C'JÍ ttic.Ú~ p:::.'O\---?.T.:J1. . ,, '-i:'~~i. ·.:;,, ):.;-S C~L~.) C

(24)

z~o dot,orminante JOOS progrumz.;_s de melhorias. Ho.s h~ outros f.:tt~ros quo <levem ser considerados. Entro ~ssos~ ost!'ro os oc,a

6 . I N

nomicos to.is como~ custos, bonofJJcios o 2.1:1ortizaço.o c1o c::;.pit"-:.1 empregado no.s molharias ... A uvalio.ç!!o, po!:> si pr<S'pl"i.a,

t

cogP.

llto i .., ollll N

o.s cons dOl"o.çoes de Ol"dom eco nanico?.. 7.~1::>.

sinple

srwnto poo

em

dvid~nc~a a defici~ncit•. do. estr0.da. A n:aiol~io. elos poscp..1.1SC1.da- ros t~m clo.mac1o pela necessidade de mais investigação parn co~

rolacicmar a avaliaç~o da sufici~ncio. com algtU11

tipo

de am!J.i- se ocon~mica-. Eais pesquisa também ~ necess!ria a fim do rolJ(,.

ciorw.r se~Ul"c.nçc. com o.cidontos1 vidn

l!til

da

pavimentação

e custos do mo.nutençt!o com o.s D.VD.liLJ.Ç~e s9 etc"

C7j »

(lO) 3 (ll) 9

(l7)i (19)~ (38)~ (50)~ (55)~ (58)o

Estas

~l ..

eus

quase ine~~pJ.a 1'1:~clc:.s o.pi'OSont~~m l'l.EJ.r:. oportu.nidado p<.::r::~ invo stig.::~.ç~o pelos on ...

sonhciros roc~ovi!rio s,.

Lus .. apesar ela ;!.nexist~ncL.i. de corrolo.ções aceite:~veis po.

.. -

ra ~sses tipos do problouo..:::t o cmto:L" acredita que os

sistemas

d e ava J.aç<:..J.o 1. ~ c:;, 1 surlcJ..oncl:..:. ú:..u; roces roCLOVJ.J.l"lD.S e o mc..J.s ... ~ lhl " · " . IJI c.c~ .,

CJ.llo.do o po:.?.l!stico moio do conhecer as necessidades das estra- d<.-o.::: do I'Oclo.gom o do pl"OG:l":..-:.Ew.r os investimont;os raciono.lmonto o

soL cl.ospord!cios que a .escassez do fundos exige.

t1o osporD. que ~sto or~tudo posse:. sor de~ .::'.lgWT.~ utilic1o.. ...

elo paro. o::> administradores rodovi!{rios

brasilei!"OSv

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