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Manual de Suporte ao Professor
A Declaração Universal dos Direitos Humanos
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Índice:
1. Apresentação ... 3
2. Orientação metodológica ... 4
3. Justificativa da unidade ... 5
4. Objetivos ... 6
5. Conteúdos ... 7
6. Competências a desenvolver ... 8
7. Pré-requisitos ... 9
8. Sequência de aprendizagem ... 9
a) Introdução ... 9
b) Origem da Declaração Universal dos Direitos Humanos ... 10
c) Igualdade ... 11
e) Dignidade e respeito ... 12
d) Liberdade ... 13
f) Justiça ... 15
g) Educação ... 16
h) Vida decente ... 18
i) Direitos dentro da comunidade. ... 19
k) Resumo ... 24
l) Avaliação ... 24
9. Programação Didática ... 24
10. Alguns conceitos-chave para a unidade: ... 30
11. Unidades relacionadas ... 31
12. Bibliografia: ... 31
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1. Apresentação
O século XX, sem dúvida, passará à história como o mais atroz na História da Humanidade; e só corre o risco de ser expulso de um registro tão duvidoso, por um século vindouro. Claro, se não evitarmos isso.
O horror da II Guerra Mundial criou o clima de medo e consternação necessário para motivar o texto em um único padrão, bem em forma, coerente e concisa, as "linhas vermelhas" que os Estados e os indivíduos devem respeitar para a coexistência pacífica de milhões de pessoas em todo o planeta.
Apenas setenta anos se passaram e a "Declaração" é sistematicamente quebrada todos os dias no mundo todo. Ousamos afirmar como uma hipótese de que, se a Declaração tivesse que ser elaborada novamente em nossos dias, o consenso necessário não seria alcançado. Felizmente, a Declaração funciona como um farol brilhante que limita nossas ações.
É fácil ver que a grande maioria da população adulta e praticamente toda a população infantil não conhece o conteúdo da Declaração. Nesta situação, falta de consciência, é impossível para os cidadãos exercer a influência do progresso ético necessário. No decorrer dos últimos anos, em escala internacional, observamos que a sociedade civil, e não tanto as instâncias políticas, constitui o verdadeiro motor da mudança.
O ser humano é capaz das maiores atrocidades, destrutivo e auto-destrutiva e capacidade são incomparáveis em qualquer outro ser vivo. Mas também é capaz de iluminar monumentos da cultura e do pensamento e, certamente, a declaração, que condensa a maior esperança para o futuro para a humanidade.
Em nossa opinião, garantir que as crianças sejam cientes da Declaração e assimilem seu conteúdo como sua é a melhor ferramenta ética e de progresso à nossa disposição.
Esta unidade didática abrange a Declaração Universal dos Direitos Humanos, composta por 30 artigos. A unidade começa com a explicação do motivo pelo qual o consenso foi necessário para essa afirmação. Em uma curta sequência de vídeo é contextualizada na história da humanidade e a necessidade de um acordo aparece para
4 acabar com as atrocidades que ocorreram no passado imediato, apenas setenta anos atrás. Esta rota serve os princípios fundamentais defendeu a declaração e faz agrupar os itens nos seguintes blocos: igualdade, dignidade e respeito, liberdade, justiça, educação, vida de dignidade e de direitos dentro da comunidade.
A "Declaração Universal" é complementada pela Convenção sobre os Direitos da Criança. Este texto, muito mais extenso do que a "Declaração", tem uma formulação mais
"técnica" ou "legal", o que não diminui sua relevância. Essa convenção enfatiza os direitos da criança que surgem de sua condição de seres humanos que, por ainda não terem atingido o desenvolvimento físico e mental completo, requerem proteção especial.
2. Orientação metodológica
O objetivo desta unidade é tão simples quanto ambicioso: que os alunos conheçam e compreendam a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A Declaração é um texto legal de trinta artigos. Embora tenha sido escrito de uma forma muito concisa, o texto tem uma certa complexidade de compreensão para a população em geral e especialmente para as crianças. Mas, em nenhum caso pensamos que devemos renunciar ao seu completo entendimento pelos estudantes.
Por outro lado, em torno da própria Declaração e do conteúdo de cada um de seus artigos, amplas ramificações de questões são expandidas, algumas essenciais, outras colaterais; e extremamente interessante tudo. O risco de "se perder" nas proximidades da Declaração é um certo risco. Portanto, recomendamos que o educador se concentre em garantir que a criança compreenda o conteúdo dos artigos.
Esse entendimento leva inexoravelmente a dois derivados:
1. A criança, baseada em sua própria experiência de vida, assume uma posição intelectual e emocional pessoal em cada artigo.
2. E por outro lado; A criança percebe que a realidade que conhece é muito diferente do que o indicado na Declaração.
Ambos os efeitos são didaticamente muito valiosos e essenciais para o objetivo perseguido e, portanto, acreditamos que devem ser fortalecidos pelo educador.
5 Com base nessas considerações, podemos formular os objetivos do trabalho pedagógico desta unidade em:
1. Que os alunos conheçam e compreendam o conteúdo dos artigos da Declaração.
2. Que os alunos adotem uma "posição" emocional pessoal em relação ao conteúdo dos artigos.
3. Que os alunos percebam que o "mundo real" não é como diz a Declaração.
Alcançando estes objetivos, assegura-se que o aluno leva consigo um capital transformador de sua vida e da sociedade.
3. Justificativa da unidade
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um texto de extrema precisão e riqueza excepcional, que resume o denominador comum dos princípios éticos que nossa civilização levou séculos para consolidar e cujo processo deixou, literalmente, rios de sangue.
Sua estrutura de pensamento gravita em vários princípios essenciais que o educador deve entender para desempenhar adequadamente seu trabalho. Estes são:
1. Universalidade: a Declaração diz respeito a todos os membros da espécie humana, sem exceção.
2. Individualidade: A Declaração coloca o indivíduo como o centro da atividade humana.
O indivíduo é o objetivo final.
3. Reciprocidade: Simplesmente: não querer para os demais o que não queremos para nós mesmos.
Por outro lado, a Declaração é um todo. Deve ser interpretado holisticamente e não como artigos isolados, porque é um conjunto de significados conectados e dependentes.
Todos seus artigos se complementam e se apoiam mutuamente.
Como consequência desses princípios, a Declaração trata de certos conceitos básicos que o professor e o aluno são obrigados a conhecer. Além disso, são conceitos essenciais para qualquer formação em cidadania: Direito, Dignidade, Liberdade, Justiça,
6 Fraternidade, Empatia, Responsabilidade, Arbitragem e Direito, entre outros. Esses conceitos são analisados na Unidade Didática 1.
Outras linhas de pensamento ou outras culturas podem lidar com conceitos muito diferentes. Por exemplo, a preeminência do social, do destino de um povo ou de uma nação, contra o indivíduo; a resignação do carma, pela qual o indivíduo deve aceitar de forma submissa seu destino; ou a teocracia, que funde religião com legislação e governo;
etc.
A Declaração representa uma posição inequívoca tomada por um pensamento, laico e universal, em que todas as condições humanas particulares são consideradas acidentais (religião, raça, cultura, língua, local de residência, idade, etc.) em relação a certos direitos, denominados direitos fundamentais.
Todos esses conceitos constituem o substrato pedagógico da unidade. E, embora não se refiram à explicitação que agora transmitimos ao educador, estão presentes em toda a unidade.
4. Objetivos
O objetivo essencial desta unidade é a compreensão pelo estudante do conteúdo da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Compreender, além disso, por
"compreensão", desenvolver o vínculo emocional da criança com esses conteúdos e aumentar sua capacidade de julgamento comparativo entre a realidade que conhece e os ideais incorporados na Declaração.
Cada seção começa com uma declaração sobre o princípio fundamental a ser tratado.
Este enunciado pretende ser o mais divertido possível. Para isso, os recursos foram divididos como fragmentos do filme, balas na forma de quadrinhos dos personagens ou suposições fictícias.
A declaração dá lugar a atividades. Cada atividade inclui um "feedback" explicativo, tanto no caso de sucesso como de erro. Normalmente, uma segunda oportunidade não é coletada, exceto em casos específicos que, devido ao seu conteúdo, exigem isso.
7 As atividades concluem com uma réplica do personagem "Don Fausto", na qual ele reforça teoricamente o conceito trabalhado. Além disso, nessas últimas telas de cada atividade há uma chamada para consultar o texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Esta é uma ferramenta muito útil para o treinador.
A unidade termina como começa, com um resumo da Justiça. Justiça analisa tudo que foi aprendido, para que o aluno tenha em mente e não se esqueça. Por fim, a avaliação propõe várias questões para verificar se o aluno interiorizou o conteúdo da unidade ou não.
Metodologicamente, os conteúdos são trabalhados por um método indutivo, sendo o aluno que, a partir de casos particulares, pode alcançar o raciocínio geral das ideias especificadas.
Do ponto de vista da participação do aluno, a unidade didática apela à participação ativa, não só pela interatividade do aplicativo, mas por convidar o aluno a dar sua opinião, indicar seus sentimentos ou ideias antes de responder as atividades propostas.
Todos os conteúdos trabalhados na unidade são ferramentas muito úteis para a vida adulta dos alunos.
Resumo dos objetivos:
Conhecer o quadro contextual em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi criada e sua importância a vida em sociedade do ser humano atual.
Dar importância à Declaração Universal dos Direitos Humanos como conquista da humanidade.
Conhecer os direitos específicos dos alunos e como isso afeta suas vidas.
5. Conteúdos
A unidade divide o seguinte conteúdo:
Introdução
Liberdade
Origem da Declaração Universal
Igualdade
Dos Direitos Humanos
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Respeito
Justiça
Educação
Vida Digna
Direitos na Comunidade
Direitos da criança.
6. Competências a desenvolver
Competências DeSeCo
Categoria 2: interagir em grupos heterogêneos.
A habilidade de se relacionar bem com outros.
A habilidade de cooperar.
A habilidade de gerenciar e resolver conflitos.
Categoria 3: atuar de maneira autônoma.
A habilidade de atuar dentro do grande esquema.
A habilidade de formar e conduzir planos de vida e projetos pessoais.
A habilidade de afirmar direitos, interesses, limites e necessidades.
Competências do século XXI, ACTS21 Maneiras de trabalhar:
Pensamento crítico
Comunicação
Colaboração Maneiras de pensar:
Criatividade
Pensamento crítico
Resolução de problemas.
Maneiras de viver no mundo:
Cidadania local e global.
Responsabilidade pessoal e social.
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7. Pré-requisitos
Embora nenhum pré-requisito seja necessário para o trabalho da unidade, recomenda-se ter conhecimentos básicos de sua comunidade e também de ferramentas digitais.
8. Sequência de aprendizagem
a) Introdução
Preparação, motivação para aprender e interiorização:
Contextualização e preparação para o conteúdo.
Captar a atenção da criança e predispor positivamente.
Interiorizar em valor o DUDH para a humanidade.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Propomos um debate aberto com os alunos, com o seguinte diálogo:
Propor aos alunos que indiquem coisas que acham que são as maiores realizações da humanidade e as piores coisas da humanidade.
Discutir com os alunos como as grandes realizações da Humanidade não necessariamente têm que ser objetos materiais ou avanços na ciência e tecnologia.
Raciocinar com os alunos de que nenhum desses avanços é realmente útil se a coexistência humana falhar e levar a guerras, desigualdades, abusos etc.
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Raciocinar que a Humanidade levou séculos para poder se equipar com um instrumento de coexistência verdadeiramente universal, capaz de ser compartilhado e respeitado por raças, culturas, línguas, origens, gênero, status social, etc.
Trabalhar em sala de aula, como pode ser um mundo em que ninguém respeita qualquer norma de coexistência.
A ideia central deste diálogo, moderado pelo educador, é que as grandes realizações arquitetônicas, como as Pirâmides do Egito; científicos, tais como a conquista do espaço ou a investigação médica são grandes avanços, mas sem regras de convivência e sem ética, a convivência em comunidade torna-se muito difícil.
Duração: Entre 20-30 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais: Quadro de classe ou semelhante.
b) Origem da Declaração Universal dos Direitos Humanos
O objetivo da seção é divulgar a motivação e a origem histórica da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Um vídeo faz uma breve explicação sobre a razão pela qual foi necessário, no século XX, o desenvolvimento de um texto apoiado por todas ou quase todas as nações do mundo para garantir os direitos básicos dos cidadãos e assim, a ordem internacional.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Pedir aos alunos para identificar cada um dos momentos históricos e culturas apresentados no vídeo (Roma Clássica, Jogos Romanos, Cruzadas da Idade Média, Século XV e XVI Conquista da América, Guerras no Mundo Árabe, Guerras na Ásia, O século XVIII e XIX, Guerras Napoleônicas, a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial, a Campanha da Rússia, Auschwitz campos de concentração, Bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki) e que devem documentar-se sobre estas épocas ou conflitos.
11 Os alunos podem propor outros fatos históricos semelhantes em seu próprio ambiente geográfico e cultural. Para a maioria das crianças, a Segunda Guerra Mundial é um evento distante e até desconhecido. Porém, ignorar esses fatos é abrir a porta para sua repetição no mundo em que os alunos viverão. Recomendamos que, através da discussão em classe, os alunos imaginem as situações que ocorreram: como outras crianças não sobreviveram aos campos de concentração ou perderam todos seus parentes. Há muita documentação pública com imagens da Segunda Guerra Mundial. O professor deve lidar com esses conteúdos de acordo com a sensibilidade das crianças, mas sempre tendo em mente que ignorar esses fatos é uma grande lacuna educacional.
Duração: 60 minutos.
Materiais: Nenhum.
c) Igualdade
O objetivo da seção é que o estudante possa interiorizar a noção de que todos os seres humanos são iguais em dignidade e direitos.
O conceito de fraternidade entre os seres humanos e a necessidade de abolir todos os tipos de discriminação baseada em raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou qualquer outro tipo, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outro tipo de discriminação é explicado.
Na primeira atividade, através de uma história em quadrinhos, dois personagens, Oskar e Li, expõem a diferença entre diversidade e igualdade. "Somos diferentes, mas iguais em direitos". O aluno deve escolher entre vários cartazes para detetar qual deles respeita o direito de todas as crianças de frequentar a escola e qual não.
A segunda atividade avança na noção de igualdade. Trata-se de saber quem pode ou não participar do governo de um país. Para fazer isso, o aluno deve escolher entre várias opções que protegem esse direito, dando como exemplo a possibilidade de ser nomeado prefeito de uma cidade.
A última atividade estende a questão da igualdade às situações cotidianas. Os alunos irão determinar se a igualdade entre homens e mulheres é cumprida no dia a dia.
12 Proposta de trabalho em sala de aula:
Os alunos podem fazer uma lista de seus colegas e tentar classificá-los de acordo com diferentes critérios, como:
Cor dos olhos
Meninos e meninas
Altura
Passatempos
Local de nascimento
Direito de estudar
Direito de ter um namorado e começar uma família
Direito de ser prefeito da cidade
Direitos a ser atendido pelo médico
Direito de iniciar seu próprio negócio
Ou outros exemplos que o educador pode encontrar, próximos da realidade de seus alunos. Cada aluno faz sua própria lista e logo apresenta à turma.
O resultado deve ser que os alunos classifiquem seus colegas de classe de acordo com os diferentes critérios, mas não encontrar uma maneira de discriminar seus colegas em termos de direitos fundamentais. Se esse não for o resultado, abrir um debate na sala de aula, para esclarecer o raciocínio de cada aluno.
Duração: Entre 20-30 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais: Quadro de classe ou semelhante.
e) Dignidade e respeito
O objetivo da seção é interiorizar que todas as pessoas merecem o maior respeito.
Este respeito inclui, por exemplo, o direito à vida, à saúde, à integridade física e mental, à comida, a um lar decente, a comunicação com os outros, o ambiente, a paz, etc.
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Na primeira atividade, o aluno deve reconhecer, entre várias imagens, cenas cotidianas em que falta o respeito pelos outros.
Na segunda atividade, propõe-se relacionar várias imagens com suas consequências. Dessa forma, os alunos refletirão sobre as causas e
consequências das situações cotidianas de desrespeito que afetam a todos nós.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Para esta atividade propomos um exercício coletivo, que consiste em pedir aos alunos, individualmente ou em equipe, que elaborem duas listas: uma lista de atitudes que consideram falta de respeito pelos outros e uma segunda lista com atitudes que os agradam dos demais.
Essas listas também podem ser orientadas solicitando que diversos ambientes sejam levados em conta, tais como: aula, recreação, esporte, rua ou vida familiar.
Após alguns minutos de trabalho, as listas podem ser lidas e compartilhadas na turma, dividindo o quadro em duas partes e observando as coincidências entre as ideias dos diferentes alunos.
O debate na aula deve esclarecer a necessidade de respeitar os outros, sendo um argumento sólido para não fazer aos outros o que nos incomoda.
O critério do professor é fundamental aqui para avaliar possíveis conflitos de interpretação sobre a dignidade pessoal.
Duração: Entre 20-30 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais: Quadro de classe ou semelhante.
d) Liberdade
O objetivo desta seção é aprender que todas as pessoas são livres e interiorizar que a liberdade tem limites, bem como dar a conhecer que a liberdade pode ser exercida em diferentes áreas, como políticas, religiosas ou pessoais.
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Na primeira atividade, os alunos devem decidir se querem ou não fazer parte da gangue, levando em conta as ideias de Zak, o líder autoritário dos Gorilas del Norte.
Essas ideias denotam sua natureza autoritária e contrárias à liberdade.
A segunda atividade inclui a ideia de como o exercício da liberdade implica respeitar a liberdade dos outros. Devem reconhecer quais frases dos personagens refletem esse princípio e aquelas que não.
A terceira atividade reforça os limites do exercício da liberdade. Para fazer isso, nada melhor do que selecionar, entre várias imagens do dia a dia, onde se observa um abuso de liberdade.
A última atividade faz uso do mesmo recurso, mas substitui imagens reais por momentos de um filme. O nível de violência aumenta nas situações mostradas. Diante do cotidiano da atividade anterior, trabalhamos agora com situações mais importantes. O objetivo é que os alunos reconheçam claramente situações de falta de liberdade.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Propomos como um exercício que em um espaço aberto (o pátio da escola, por exemplo) distribua aos alunos/pares em pares tentando que os pares sejam constituídos por alunos/como não sejam amigos. Colocar cada par e amarrar a perna direita de um à perna esquerda do outro.
Pedir que andem assim por cinco minutos. Não há meta para alcançar, apenas para andar. Após cinco minutos, converse com eles sobre a experiência.
Perguntas para orientar o diálogo:
Como eles se sentiram?
Foi fácil andar?
Poderia cada um daqueles que fizeram o casal fazer o que eles queriam?
Tinham que chegar a um acordo para não cair, não se machucar?
Quem mandou? Foram tomadas decisões entre os dois?
Gostaram de estar amarrados ao outro?
Como nos sentimos quando não temos liberdade?
15 Isso deve levar ao diálogo sobre a falta de liberdade, mas também sobre os limites da liberdade, "nossa liberdade termina onde começa a do outro".
Esta reflexão tem muitas ramificações:
a liberdade de movimento
a liberdade de expressão
a liberdade de ação
a liberdade no casal
Duração: Entre 15 e 20 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais: Quadro de classe ou semelhante.
f) Justiça
Nesta seção, tentamos aprender que somos todos iguais perante a lei e que todos devemos desfrutar da mesma proteção legal. O estudante deve saber que todos nós temos direito a um julgamento justo e que ninguém pode ser arbitrariamente acusado ou detido. Em essência, sensibilizar o aluno para situações injustas e promover a denúncia e proteção das pessoas.
Na primeira atividade uma situação fictícia é colocada pelos personagens de desenhos animados: a criança Oskar encontra a memória USB com o vírus que foi
"inoculado" pela banda antagonista dos "Gorilas del Norte". Perguntamos ao aluno o que deve fazer Oskar para resolver esse conflito de forma justa. Você terá que escolher entre três opções.
Nas duas atividades a seguir, avançamos na compreensão do conceito e funcionamento da Justiça, apresentando ao aluno as funções dos envolvidos em um julgamento. Os alunos devem atribuir essas funções a personagens de um filme em um suposto julgamento na sala de aula do professor Don Fausto para julgar o caso da destruição do trabalho de amigos.
A última atividade reúne a ideia universal de justiça. Os alunos devem selecionar quem devem proteger. Fortalecer a ideia de que a justiça é um direito universal para todos os seres humanos e todos têm a mesma proteção perante a lei.
16 Proposta de trabalho em sala de aula:
Propõe-se como atividade uma dramatização que consiste em reproduzir o 'julgamento' das atividades 2 e 3 em sala de aula (a destruição do trabalho por um vírus inoculado no computador suportado por uma sequência de vídeo). O professor pode optar por dramatizar outra situação ideal para os alunos. Os alunos compartilharão os papéis típicos de um julgamento: advogado de defesa, promotor ou procurador, acusado, juiz, testemunha (s) e membros do júri (vários). O professor trabalhará para que a dramatização integre os conceitos trabalhados na seção: o próprio conceito de justiça, sua universalidade, o princípio da presunção de inocência, as normas (leis) que devem ser aplicadas, a necessidade de provas para provar a culpa, o testemunho de testemunhas (o que não pode ser falso), etc. É sobre os alunos fazendo um exercício prático de personificação e, uma vez terminados, apresentam suas conclusões na sala de aula. Recomenda-se que os mesmos alunos assumam papéis diferentes, para viver em si os benefícios da justiça e os danos causados pela injustiça.
Duração: Entre 30 e 60 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais: Quadro de classe ou semelhante.
g) Educação
Esta seção busca transmitir a ideia de que todas as pessoas têm direito à educação e que os estudantes interiorizem a importância da educação como um instrumento para alcançar oportunidades iguais. E a educação obviamente requer frequentar a escola.
A primeira atividade trabalha com o impacto emocional que a história da menina de ficção Alba tem para os estudantes. Por meio de emoticons, os alunos mostram sua concordância ou discordância em relação à realidade de Alba e Mike, a questão central é o fato de que muitas crianças nem sequer têm a oportunidade de ir à escola.
A segunda atividade reforça a ideia do direito universal à educação. Para isso, ele apresenta vários personagens de um filme, incluindo um robô e um cachorro. É
17 sobre apontar quem tem que ir para a escola e quem não tem; logicamente, para concluir que todas as pessoas têm o direito de receber educação.
A terceira atividade se concentra na necessidade de escola. Várias opções são oferecidas e o aluno deve selecionar qual delas corresponde à ideia de que a escola é uma fonte de oportunidades.
Este mesmo objetivo pedagógico visa a quarta atividade, argumentando os benefícios para o futuro de Alba e Mike. Explicitamente, as chances de ir ou não ir à escola são comparadas.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Recomendamos que os alunos façam um exercício de reflexão individual sobre a importância da educação e sobre a responsabilidade de cada aluno em frequentar a escola.
Para este exercício, o professor pede aos alunos que "por escrito" recolham os seus pensamentos sobre as razões que existem para ir à escola. Escrever suas ideias por escrito requer um esforço maior para o aluno organizar suas ideias e expô-las de maneira ordenada. Cada aluno lerá sua escrita em voz alta para a turma como um todo, explicando suas razões para ir à escola, conforme aprendido no vídeo e de acordo com as explicações do educador.
O exercício individual pode ser complementado com a elaboração de um grande painel coletivo ou colagem, na parede, em que cada aluno escreve ou desenha a ideia mais importante relacionada ao direito à educação.
O professor deve corrigir aquelas ideias que não estão de acordo com a Declaração, nem a Convenção sobre os Direitos da Criança e comentar com a classe sobre o motivo da retificação, sem criticar a criança, mas enunciada como uma nova perspectiva sobre as oportunidades oferecidas pelo aprendizado de novos conceitos e ideias. Esse painel permanecerá na sala de aula enquanto o educador considerar útil determinar a importância desse direito.
Duração: Entre 30 e 60 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
18 Materiais: Quadro de classe ou semelhante.
h) Vida decente
Esta seção procura fazer com que o aluno reflita sobre as condições de extrema dureza em que muitas pessoas vivem. Todas as pessoas têm o direito de viver com um mínimo de recursos. O conceito de "vida digna" é assim estabelecido. Ou seja, os recursos básicos essenciais são identificados para levar uma "vida digna".
Na primeira atividade, os alunos devem identificar, entre várias opções, quais lacunas impedem uma vida digna: educação, casa, saúde...
Na segunda atividade, avançando no conceito de uma vida digna, introduzimos novos elementos através de imagens. Os alunos devem discernir quais estão diretamente relacionados para levar uma vida digna e que, se desconsiderados, não são realmente afetados à nossa dignidade.
A terceira atividade trabalha especificamente sobre a relação entre vida digna e saúde. Os alunos selecionam, entre várias opções, os recursos que buscam prevenir doenças.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Em uma cartolina ou por meio de um suporte tridimensional, por exemplo de papelão ou arame, a estrutura de uma árvore é configurada, com ramos, mas sem folhas ou frutos. A árvore permanecerá acessível na sala de aula durante uma semana inteira. Durante os dois primeiros dias, os alunos podem preencher a árvore com folhas:
as folhas devem conter ideias escritas sobre os recursos necessários para uma vida decente. Depois desses dois dias, uma contagem será feita das folhas que encheram a árvore. Folhas que não são consideradas recursos necessários são excluídas.
Em uma segunda fase do exercício, os alunos terão mais dois dias para a árvore ser preenchida com frutas. A fruta será um desenho que será colocado ao lado de cada folha. Pode haver várias frutas associadas à mesma folha. A fruta é entendida como uma consequência positiva direta da condição de vida digna expressa em cada folha. No
19 final da semana os resultados são contados, oralmente, na presença de todos os alunos.
As conclusões são desenhadas em grupo e enriquecidas com comentários sobre a escrita.
Duração: durante uma semana.
Materiais: cartolina, folhas.
i) Direitos dentro da comunidade.
Nesta seção, tentamos ensinar que as pessoas se organizam para viver em comunidade e que cada uma delas deve ter o direito de participar das decisões de sua comunidade. Uma comunidade pode ser um pequeno coletivo, uma cidade, uma nação ou até mesmo a união de nações do mundo inteiro. O aluno deve compreender a sequência de ideias: que a vida em comunidade é a forma natural de existência do ser humano e que esse fato acarreta direitos e obrigações.
A primeira atividade aborda a adequação de critérios para a eleição de um representante público. Para abordar essa questão para os alunos, a escolha do representante da turma é usada como exemplo.
Na segunda atividade, esse mesmo conceito de vida comunitária é abordado, mas fora da escola. Através de vários exemplos de socialização, os alunos irão diferenciar quais das ideias listadas são verdadeiras ou falsas.
A terceira atividade procura mostrar que nenhuma pessoa deve ser privada dos direitos conferidos por sua condição de cidadão.
Proposta de trabalho em sala de aula:
Para esta seção, sugerimos duas propostas de trabalho em sala de aula. Na primeira proposta, vários grupos de trabalho de três a cinco alunos são formados. Cada grupo recebe um ambiente; como por exemplo: a aula, o pátio, a biblioteca, o parque, a sala de jantar, a sala compartilhada com os irmãos, etc. Cada grupo é solicitado a elaborar
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"regras de coexistência" para esse ambiente específico, respondendo, pelo menos, às seguintes diretrizes:
O que se pode fazer.
O que não deve ser feito.
Quem pode acessar esse ambiente.
O que melhoraria esse ambiente.
Como você escolheria alguém para representar as pessoas que usam esse ambiente e alcançar as melhorias propostas?
Depois de alguns minutos de trabalho, cada grupo lê os resultados em voz alta e depois estabelece um colóquio. O professor deve liderar o colóquio destacando várias ideias, como:
Cada ambiente precisa de regras de coexistência
As regras devem ser conhecidas, compartilhadas e assumidas pelos usuários do ambiente.
Há coisas que não devem ser feitas nesse ambiente
Ao lidar com ambientes públicos, seus usuários estão em condições de igualdade para seu uso e para a formulação das regras.
Ao escolher um representante de usuários que ambiente contra os outros casos (o conselho escolar, pais, etc.) é escolhido como um critério razoável de adequação e representatividade, como espera-se que o representante para alcançar melhorias.
A ideia por trás de todo esse trabalho em sala de aula é a necessidade de organizar a convivência com normas aceitas e respeitadas por todos, e a ideia de dedicação pelo bem comum.
Duração: Entre 45 e 60 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais:Nenhum.
21 Proposta de trabalho em sala de aula 2:
Para a segunda proposta, os alunos são divididos em grupos de 5 pessoas. Eles são informados de que precisam escolher representantes por maioria. Para isso, cada grupo tem 20 minutos para elaborar uma lista de ações destinadas a melhorar sua comunidade. O educador pode escolher, por exemplo, entre três níveis:
Melhorias para a escola em sala de aula.
Melhorias para a comunidade do bairro.
Melhorias para a cidade.
Ele está desenvolvendo um programa "político", entendeu o conceito de "política"
como um trabalho para melhorar a comunidade, a fim de ser eleito pelos seus pares como a melhor opção. Cada grupo terá 2 minutos para informar aos outros quais são suas propostas. Uma vez que todos os "programas políticos" tenham sido ouvidos, um voto secreto é depositado depositando-se as urnas em uma urna ou caixa que serve como uma urna. Cada aluno pode votar em quem considera melhor, seja em seu próprio grupo ou num grupo que os convence mais. O objetivo desta atividade é simular uma eleição em pequena escala de representantes.
Através desta dinâmica os alunos praticam...
Pensar na comunidade bem versus o bem individual.
Elaborar propostas de maneira organizada e argumentada.
Apresentar oralmente suas propostas de forma convincente.
A eleição de representantes através de um método democrático.
No caso em que a prática escolhida tenha sido o nível de sala de aula, recomendamos que o grupo vencedor experimente, por algumas semanas, a implementação de suas propostas. Após as duas semanas, todos os alunos falarão sobre a experiência:
É difícil colocar em prática uma proposta que afeta o coletivo?
Como os eleitos se sentiram?
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Como o resto do grupo foi visto?
Que dificuldades / suportes você encontrou?
Como avaliam o resultado da ação?
A sala de aula-escola melhorou como esperado?
Duração: Entre 30 e 45 minutos, dependendo do tamanho do grupo Materiais: Nenhum.
J) Direitos da criança
O consenso internacional, derivados da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que mais tarde deu origem à Convenção sobre os Direitos da Criança, estabelece claramente um fundamentais ideia: crianças, devido à sua vulnerabilidade, deve ter consideração especial e proteção legal.
A Convenção sobre os Direitos da Criança é um texto jurídico complexo com mais de sessenta artigos. Não é objetivo desta seção que os alunos conheçam este texto, mas sim direcionados aos governos. No entanto, se consideramos importante que as próprias crianças se sintam sujeitas a direitos especiais diferentes, ou melhor, complementares às dos adultos. E também que eles sabem da existência da Convenção.
A primeira atividade discrimina as diferenças entre adultos e crianças através das atividades específicas de cada uma delas.
A segunda atividade reitera o direito à educação de todas as crianças e seu dever de frequentar a escola. O objetivo é combater o absenteísmo escolar, escolhendo as opções corretas que enfatizam a utilidade da escola.
Na terceira atividade, usamos uma estratégia "emocional". Os alunos rotulam com emoticons as propostas de três dos personagens com realidades muito diferentes.
A quarta atividade, mais amplamente, coleta a realidade de crianças de diferentes partes do mundo. Entre eles, o trabalho perigoso ou em lugares insalubres e a crueldade do uso de menores em conflitos armados.
23 Proposta de trabalho em sala de aula:
Chamamos uma primeira proposta de trabalho na aula "queremos ser felizes". No quadro negro, o educador traçará uma linha vertical. Do lado esquerdo desenhar um rosto feliz, à direita um rosto triste. Durante 10 minutos, os estudantes lançarão ideias de situações ou coisas que tornam uma criança feliz e aqueles que o deixam triste. Eles serão escritos no quadro de maneira sistemática.
Pretende-se que o professor e os alunos alcancem um slogan. Pela discussão de sala de aula das ideias que surgiram propondo a desenvolver um catálogo: unificar aquelas que são repetidos, eliminar alunos determinar quais são superficiais, escolha o mais importante 2-3 ... para chegar a uma única frase consenso o grupo que define o que uma criança precisa para ser feliz.
Para um exercício de segunda classe, a proposta é escolher um artigo da Convenção sobre os Direitos da Criança e discutir em sala de aula qual é seu conteúdo.
Tentar chegar a uma conclusão sobre o porquê dessa ideia ser tão importante para estar na convenção. Os artigos da Convenção podem ser obtidos em:
https://www.unicef.es/sites/unicef.es/files/comunicacion/ConvencionsobrelosDerechos delNino.pdf
Embora recomenda-se que o professor escolher o item ou itens que parece mais de acordo com a realidade imediata de seus alunos/as e que lhes dá mais benéfico para suas idiossincrasias de aprendizagem, por exemplo, o artigo 7.1 propõe "A criança será registrada imediatamente após o nascimento e têm direito desde o nascimento a um nome, a uma nacionalidade e, na medida do possível, a conhecer seus pais e a ser cuidada por eles”. Sugestões de perguntas para trabalhar com:
O que este artigo significa?
Por que você acha que é importante registrar o nascimento?
Estar registrado... evita qualquer perigo? Você oferece alguma garantia?
Por que é importante conhecer nossos pais? É imperativo que nossos pais cuidem de nós?
24
Quais são os direitos inerentes a uma nacionalidade?
Isso é verdade no ambiente de nossos alunos?
Duração: Entre 20 e 30 minutos, dependendo do tamanho do grupo.
Materiais: Nenhum.
k) Resumo
O resumo desta unidade reforça a ideia de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos é uma ferramenta fundamental para todos. Os alunos devem conhecê-la porque ela fornece sólidos fundamentos éticos para sua vida adulta. O personagem da justiça. Compila as informações essenciais em que trabalhamos em cada unidade.
l) Avaliação
A avaliação busca verificar o grau de compreensão que cada criança alcançou nesta unidade. Este conhecimento é valorizado com uma pontuação entre 0 e 10, sendo 10 a nota mais alta que pode ser alcançada. A lista de perguntas pode ser encontrada nas tabelas de programação didática.
9. Programação Didática
O educador pode adaptar o conteúdo da unidade a seus critérios e circunstâncias.
A execução completa da unidade requer aproximadamente 50 minutos. Mas, o educador pode estabelecer suas prioridades, escolhendo e descartando agenda ou organizando outra forma. Assim, pode estabelecer uma rota pedagógica alternativa. O conteúdo da unidade pedagógica é resumido abaixo.
25 SEG
Cabeçalho Genérico VÍDEO 30
A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
VÍDEO DE APRESENTAÇÃO DO TEMA Personagem da justiça 75
ORIGEM DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS 30
VÍDEO QUADRINHOS DESENHOS ANIMADOS 114
IGUALDADE
60 Somos todos iguais?
QUADRINHOS / SELECIONAR UM CARTAZ PENDURADO NA ESCOLA
Efetivamente, ninguém pode ser discriminado Lembre-se que, embora nem todos sejamos iguais na aparência, nascemos livres e não podemos discriminar por raça, cor, sexo, língua, religião, opinião, nem o lugar onde nascemos.
Quando ela for mais velha, Li gostaria de ser a prefeita de sua cidade. Você acha que ela consegue?
SELECIONAR AS RESPOSTAS CORRETAS 60
Li poderia ser prefeita porque qualquer pessoa pode representar os cidadãos da sua cidade, independentemente de onde nasceu, sua religião, se é homem ou mulher, a cor da pele ou seu pensamento.
Quais dessas opções respeitam o direito à igualdade de todos os seres humanos?
SELECIONAR AS RESPOSTAS CORRETAS 60
Muitas pessoas têm grandes qualidades e podem fazer coisas maravilhosas. Não seria justo desperdiçar o talento de ninguém por causa de sua raça, gênero, religião ou suas ideias.
Refletir sobre isso
60 Todos os seres humanos são iguais em dignidade e direitos e deve ser eliminada qualquer discriminação baseada na raça, cor, nacionalidade, sexo, idioma, religião ou maneira de pensar.
Mas também é importante que não discriminemos ninguém. A igualdade é um direito que todos devemos cumprir sem exceção.
LIBERDADE 30
Você gostaria de fazer parte dos Gorilas del Norte?
60 QUADRINHOS / ESCOLHER ENTRE VÁRIAS OPÇÕES
Nós também não nos juntaríamos a Zak. Em um grupo de amigos todos opinam, ninguém se impõe pela força. Isso não é ter amigos. Isso não é liberdade.
26 Você concorda ou não com essas afirmações.
QUADRINHOS / SELECIONE VERDADEIRO OU FALSO 60
Quando somos livres, somos também responsáveis pelo que fazemos. Nossa liberdade não pode tirar os direitos dos outros.
Entre essas imagens... em que situações você acha que o uso da liberdade prejudica os outros?
FOTOGRAFIAS / SELECIONAR AS RESPOSTAS CORRETAS 60
Quando você é livre, pode fazer muitas coisas, mas deve sempre considerar os demais. Assediar um colega ou sujar uma praia não são comportamentos corretos. Você é livre, mas também é responsável pelo que faz.
Entre essas imagens. Em que situações você acha que outras pessoas estão sendo privadas de liberdade?
60 QUADRINHOS / SELECIONAR AS RESPOSTAS CORRETAS
A liberdade é o direito de tomar nossas próprias decisões e agir de acordo com a nossa consciência. Mas, devemos ser responsáveis por nossas ações. Nossa liberdade não nos permite atacar outras pessoas ou limitar sua própria liberdade.
Refletir sobre isso
60 Todos temos o direito de viver em liberdade, de nos sentir seguros e de não ter
medo. Mas, nossa liberdade tem limites. Somos responsáveis por nossas ações e, por isso, devemos sempre pensar sobre a repercussão que nossas ações podem ter sobre os demais. Não podemos atacar ou humilhar os outros.
DIGNIDADE E RESPEITO 30
Sabemos respeitar?
SELECIONAR A FOTOGRAFIA CORRETA 60
Gritar com um árbitro é desrespeitoso, mas em nossas vidas diárias há muitos atos desrespeitosos. 60 Muitas vezes esquecemos que todos merecemos o maior respeito …
Entre essas imagens, quais mostram respeito pelos outros?
60 SELECIONAR AS FOTOGRAFIAS CORRETAS
Respeitar os outros está impedindo que nossas ações tenham consequências ruins para os outros. Poluir prejudica a saúde e passar os sinais causa acidentes.
Entre essas imagens, quais mostram respeito pelos outros?
60 SELECIONAR AS FOTOGRAFIAS CORRETAS
27 Todas as pessoas merecem o maior respeito. Devemos respeitar a vida dos
outros e não fazer nada que coloque em perigo sua saúde. Nem menosprezar ou ofender ninguém. Todos queremos viver em paz e com dignidade, orgulhosos de ser cidadãos e de ser tratados como tal. Também os animais e plantas merecem nosso respeito.
EDUCAÇÃO 30
Por que é tão importante ir à escola?
VÍDEO QUADRINHOS, DESENHOS ANIMADOS 110
A Declaração Universal dos Direitos Humanos lembra que todas as pessoas têm direito à educação. A educação permite desenvolver-se como pessoas.
Aprendemos a melhorar nossas condições de vida. Portanto, todas as crianças têm a obrigação de ir à escola.
60 O que você sente ao ler essas frases de Mike e Alba?
QUADRINHOS / SELECIONE O EMOTICON 60
Se as crianças não vão à escola, elas não aprendem as coisas mais elementares e limitam suas possibilidades de uma vida melhor.
Quem tem o direito de ir à escola?
QUADRINHOS / SELECIONE A OPÇÃO CORRETA 60
Todas as crianças, sem exceção, têm o direito e a obrigação de ir à escola.
Por que ir à escola?
QUADRINHOS / SELECIONE A OPÇÃO CORRETA 60
Estudar é essencial para ter mais oportunidades na vida e alcançar seus objetivos. Se as crianças não vão à escola, perdem muitas oportunidades.
Se Alba não for para a escola e o Mike sim...Qual será seu futuro?
60 QUADRINHOS / ARRASTA A CARA DO PERSONAGEM À OPÇÃO CORRETA
Por que você acha que Alba não quer ver o quadrinho que Mike encontrou?
Para que? Se ele não pode ler .... Aqueles que não sabem ler e escrever sentem falta de coisas maravilhosas e precisam da ajuda de outras pessoas durante toda a vida. Daí a importância de ir à escola.
Refletir sobre isso
60 Todas as pessoas têm o direito à educação. As crianças não devem trabalhar e
são obrigadas a frequentar a escola. Se você decidir não ir à escola, você é o mais atingido. A vida será mais difícil e você perderá muitas oportunidades. O futuro é muito melhor para as pessoas que frequentam a escola.
VIDA DIGNA 30
Todos merecemos uma vida decente?
VÍDEO QUADRINHOS, DESENHOS ANIMADOS 60
28 Milhões de pessoas vivem em prédios altos, em casas térreas, cabanas, até
mesmo em barcos, mas.... Elas vivem de maneira digna? A Declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece o direito de desfrutar de uma vida digna. Uma vida digna significa ter os recursos mínimos para viver.
O que você acha que significa ter uma vida decente?
FRASES / APONTAR VERDADEIRO OU FALSO 60
Todas as pessoas têm que viver com dignidade e recursos mínimos. Educação, casa, comida e saúde são essenciais para uma vida decente.
O que é necessário para ter uma vida decente?
60 FOTOGRAFIAS / ARRASTAR A ETIQUETA
Alguns são essenciais, como alimentação saudável, curar doenças, teto para abrigar e um trabalho que proporcione recursos econômicos mínimos são elementos essenciais para uma vida decente.
O que você acha que é importante para estar saudável?
60 QUADRINHOS / ESCOLHER ENTRE AS OPÇÕES
Aguentar a dor não é curar. É preciso ir ao médico. É por isso que deve haver médicos perto de você. A higiene é essencial para prevenir doenças. A atenção médica é essencial para uma vida decente.
Refletir sobre isso
Todas as pessoas têm direito a uma vida decente. Todas as pessoas devem viver 60 com dignidade e ter recursos mínimos. Educação, uma casa para morar, comida e atenção médica são essenciais para desfrutar de uma vida decente.
DIREITOS NA COMUNIDADE 30
O que significa viver em uma comunidade?
Você já percebeu que os seres humanos são seres sociais? Vivemos e nos 60 divertimos em comunidade. Claro, morar junto requer regras que todos devemos cumprir... também na escola.
Vamos escolher o representante da turma. Qual opção parece mais justa para você?
QUADRINHOS / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA 60
O representante da turma deve falar em nome de todos os alunos, então é importante que eles escolham entre todos com um voto. Isso é democracia.
Qual destas afirmações está correta?
60 FOTOGRAFIA / APONTAR VERDADEIRO OU FALSO
Todos os jogadores de uma equipe devem conhecer as regras do jogo e os músicos de um grupo devem jogar coordenados. Os seres humanos vivem em comunidade e isso exige respeito e cumprir normas.
Quem NÃO poderia fazer parte de uma comunidade? 60
29 TEXTO / ESCOLHA A OPÇÃO CORRETA
Nossa comunidade inclui todas as pessoas que vivem nela, sem exceção. Todas as pessoas têm lugar em uma comunidade.
Refletir sobre isso
60 As pessoas não vivem isoladas, mas em comunidade. Precisamos de outros
desde que nascemos. As pessoas têm a obrigação de ajudar umas às outras.
Quando cooperamos, tudo fica mais fácil e vai melhor. Mas, a vida em comunidade também tem suas dificuldades. São necessárias regras. Se
queremos ser respeitados, também devemos respeitar os demais. As decisões que afetam a todos devem ser tomadas por todos, em uma democracia. Todas as pessoas têm o direito de participar no governo de seu país, concorrendo a eleições e votações.
DIREITOS DA CRIANÇA 30
As crianças merecem proteção especial?
60 As crianças fazem parte de nossa comunidade como adultos. Elas têm os
mesmos direitos que os adultos, por exemplo, viver em liberdade, direito de ser respeitadas, ouvidas ou direito a crescer fortes e saudáveis e a viver com
segurança e sem medo. Mas além disso, meninos e meninas são especiais por muitas razões. Eles são mais indefesos, dependem dos adultos para se
alimentar, crescer, estudar e desenvolver-se plenamente. A comunidade deve prestar a máxima atenção às crianças. A Convenção sobre os Direitos da Criança promulgada pelas Nações Unidas e assinada pela maioria dos países fala sobre tudo isso.
Quais atividades correspondem a uma criança e quais a um adulto?
60 QUADRINHOS / ARRASTAR O PERSONAGEM
As crianças devem se sentir seguras e protegidas. Eles devem ir à escola para ter mais oportunidades de viver melhor. Como são mais indefesas que os adultos, devem ser tratadas de maneira especial. Dar segurança à família é tarefa dos adultos, além de garantir a alimentação dos meninos e meninas.
Você acha que Mike deveria deixar a escola e trabalhar com Alba?
60 TEXTO / ESCOLHA UMA OPÇÃO
Mike deve continuar estudando. As crianças devem receber educação para conseguir uma vida melhor.
Quais sentimentos essas afirmações provocam?
60 QUADRINHOS / ESCOLHA UM EMOTICON
A prioridade de meninos e meninas deve ser ir à escola e desfrutar de espaços para brincar com seus amigos e familiares.
Quais dessas atividades são positivas para meninos e meninas?
60
30 QUADRINHOS / SELECIONAR UMA IMAGEM
As crianças devem ter toda sua energia e tempo para crescer e estudar. Quando deixam de ir à escola por algum motivo, estão limitando seu futuro.
Evidentemente, nenhuma criança deve fazer um trabalho perigoso para sua saúde, muito menos ser um soldado.
Refletir sobre isso
Todas as crianças nascem livres e têm os mesmos direitos que os adultos. Mas, 60 por ser mais indefesos e dependentes de adultos, também têm direitos
especiais que estão incluídos na Convenção sobre os Direitos da Criança.
RESUMO
VÍDEO DA JUSTIÇA
AVALIAÇÃO 200
COMPLETE A AFIRMAÇÃO: A Declaração Universal dos Direitos Humanos…
TEXTO / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA
Podemos ter uma participação ativa na política de nossa comunidade?
TEXTO / SELECIONAR VERDADEIRO OU FALSO
A Declaração reconhece o dever de ajudar as pessoas?
TEXTO / SELECIONAR VERDADEIRO OU FALSO
O que significa "todos os seres humanos nascem livres"?
TEXTO / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA O que essas afirmações fazem você sentir?
TEXTO / SELECIONE UM EMOTICON
O que as pessoas devem estar presentes em um julgamento justo?
TEXTO / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA
COMPLETE A AFIRMAÇÃO: A Declaração Universal dos Direitos Humanos…
TEXTO / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA O que é essencial para ter uma vida decente?
TEXTO / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA
COMPLETE A AFIRMAÇÃO: A Convenção sobre os Direitos da Criança fala sobre…
TEXTO / SELECIONAR A OPÇÃO CORRETA
10. Alguns conceitos-chave para a unidade:
Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas:
É um documento de 30 artigos promulgados em 1948 com o objetivo de ser universalmente respeitado e que inclui os direitos e obrigações fundamentais dos seres humanos pelo simples fato de ser um, e independentemente de sua raça, cor da pele, gênero, idioma, religião, crença, origem ou situação econômica.
31 ONU, Organização das Nações Unidas:
É a organização internacional que visa reunir os países do mundo. Foi constituída em 24 de outubro de 1945 com a integração de 51 países. Atualmente, é composta por 193 nações, representadas em seu corpo deliberativo, a Assembleia Geral.
Convenção sobre os Direitos da Criança:
É um tratado assinado em 1989 pelos países das Nações Unidas, que inclui os direitos específicos que dizem respeito às crianças. É guiado pelo critério de "melhores interesses da criança". As crianças, por não terem atingido seu desenvolvimento evolutivo máximo, são mais vulneráveis e requerem proteção especial. Todas as sociedades devem proteger sua infância.
Discriminação:
Ato de separação de uma pessoa ou grupo de pessoas com base em um critério específico e que tem o efeito de impedir ou anular o reconhecimento ou exercício dos direitos ou a real igualdade de oportunidades das pessoas. É o oposto do direito à igualdade.
11. Unidades relacionadas
Esta unidade está relacionada a todas as unidades que podemos encontrar no repositório de recursos e que podemos pesquisar com os seguintes nomes.
Unidade " Conceitos gerais de convivência"
12. Bibliografia:
Nas páginas web listadas abaixo, podemos encontrar muito material didático para trabalhar os direitos humanos na sala de aula de forma presencial.
http://www.ohchr.org/Documents/Publications/ABCChapter1sp.pdf
https://www.es.amnesty.org/en-que-estamos/temas/menores/
Educação em Valores: Uma Ferramenta para Mudança do ACNUR https://eacnur.org/blog/material-educativo-educar-valores/
Educação em valores: contos para dormir – ACNUR:
https://eacnur.org/blog/educacion-valores-cuentos-cortos-dormir/
32
Livros de exercício para o ensino dos direitos humanos...:
http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001373/137336s.pdf
ABC: O ensino dos direitos humanos – OHCHR:
www.ohchr.org/Documents/Publications/ABCChapter1sp.pdf
Materiais para a Educação em Direitos Humanos - Arartekohttp:
//www.ararteko.net/RecursosWeb/DOCUMENTOS/1/2_466_3.pdf
Anistia Internacional - Relatório Anual 2017 - amnesty.org
A Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nações Unidas.
http://www.un.org/es/universal-declaration-human-rights/
Organizações para a proteção dos Direitos Humanos e comentários. Nações Unidas.
http://www.un.org/es/sections/issues-depth/human-rights/index.html
Conselhos práticos e instituições internacionais de proteção dos Direitos Humanos https://www.derechoshumanos.net/
Ministério dos Negócios Estrangeiros da Espanha e compromisso de proteger os Direitos Humanos:
http://www.exteriores.gob.es/Portal/es/PoliticaExteriorCooperacion/DerechosHum anos/Paginas/Inicio.aspx
Conselho da Europa. Proteção e Desenvolvimento dos Direitos Humanos:
https://www.coe.int/es/web/compass/what-are-human-rights-
Organização Mundial de Saúde. Direitos Humanos e Saúde:
http://www.who.int/topics/human_rights/es/
Campanha internacional para promover o 70º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos: http://www.standup4humanrights.org/es/partners.html
Comissão Interamericana de Direitos Humanos: http://www.oas.org/es/cidh/
Unicef. Direitos das Crianças: https://www.unicef.es/causas/derechos-infancia https://www.unicef.es/causas/derechos-ninos/convencion-derechos-ninos
Comissão Nacional do México dos Direitos Humanos das Crianças:
http://www.cndh.org.mx/Ninos_Derechos_Humanos
Aplicações e promoção dos direitos da criança:
http://www.bienestaryproteccioninfantil.es/fuentes.asp