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Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.31 número4

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Academic year: 2018

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210 Rev Bras Ginecol Obstet. 2009; 31(4):XXX-X

Resumo de tese

Palavras-chave Fibroma uterino Leiomioma uterino Fatores de risco Catecol-orto-metiltransferase Polimorfismo

Key words Uterine fibroid Uterine leiomyoma Risk factors Catechol-o-methyltransferase Polymorphism

Avaliação do polimorfismo do gene da

catecol-orto-metiltransferase (COMT) como fator

relacionado ao desenvolvimento do leiomioma do útero

The catechol-o-methyltransferase (COMT) gene polymorphism

and prevalence of uterine fibroids

AUTOR:

EMERSONDE OLIVEIRA

ORIENTADOR:

PROF. DR. MANOEL JOÃO

BATISTA CASTELLO GIRÃO

Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, para a obtenção do título de Doutor em Ciências, em 18 de julho de 2008

OBJETIVO: avaliar o polimorfismo da catecol-orto-metiltransferase como possível fator relacionado ao desenvolvimento

de leiomioma do útero. MÉTODOS: foram comparadas, em estudo caso-controle, 124 mulheres com leiomioma uterino sintomático, que se submeteram a tratamento cirúrgico (casos) e 193 mulheres na pós-menopausa sem diagnóstico prévio ou atual dessa afecção (controles). Os grupos foram analisados quanto à presença do polimorfismo do gene da COMT. A genotipagem foi realizada por meio de reação em cadeia da polimerase (PCR), com DNA proveniente de punção venosa periférica no Grupo Controle, ou de fragmento de leiomioma retirado durante a histerectomia no Grupo Caso. Os grupos foram estratificados por raça e, a seguir, para cálculo da razão de chances, ou odds ratio

(OR), para a ocorrência da doença, aplicou-se o modelo de regressão logística. O nível de significância adotado foi de 5% (p<0,05) e o intervalo de confiança foi de 95% (IC 95%). RESULTADOS: o polimorfismo da COMT foi mais

prevalente nas mulheres da raça branca (p=0,013). Após a estratificação pelo volume uterino, o modelo de regressão logística demonstrou que o polimorfismo da COMT, nas pacientes com leiomioma do útero, correlacionou-se com tumores

maiores (OR=4,35; IC 95%=1,58-12; p=0,004). CONCLUSÕES: a presença do polimorfismo do gene da COMT

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