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Relatório e Contas 2007

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Relatório e Contas 2007

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Índice

1. Mensagem do Conselho de Administração... 7

2. Enquadramento Geral... 9

3. Missão... 13

4. Estrutura Organizacional ... 15

5. Actividade Assistencial ... 17

5.1 Internamento ... 17

5.2 Consulta Externa ... 28

5.3 Actividade Cirúrgica ... 38

5.4 Hospital de Dia ... 40

5.5 Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica... 42

6. Investigação ... 53

7. Ensino e Formação ... 59

7.1 Ensino... 59

7.2 Formação ... 62

8. Actividades de Apoio ... 65

8.1 Farmácia Hospitalar ... 65

8.2 Sistemas de Informação... 67

8.3 Gestão Hospitalar ... 68

8.4 Logística e Stocks... 70

8.5 Serviço de Gestão de Compras ... 72

9. Recursos Humanos... 75

10.Área Financeira ... 81

10.1 Controlo de Gestão ... 81

10.2 Contabilidade Analítica ... 81

10.3 Tesouraria ... 81

11. Relatório de Gestão ... 83

11.1 Análise Económica ... 83

11.2 Análise Financeira... 84

11.3 Investimentos ... 85

11.4 Apreciação Global ... 87

11.5 Rácios e Indicadores ... 87

11.6 Remuneração dos Membros dos Órgãos Sociais ... 90

11.7 Proposta de Aplicação de Resultados ... 95

11.8 Bom Governo ... 95

11.9 Demonstrações Financeiras ... 96

11.10 Anexos às Demonstrações Financeiras ... 110

Certificação Legal das Contas

Relatório e Parecer do Fiscal Único

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Mensagem do Conselho

de Administração

A alteração do Estatuto Jurídico, ocorrida a 31 de Dezembro de 2005, que transformou o Hospi- tal Pulido Valente (HPV), de Sociedade Anónima (SA) para o modelo de Entidade Pública Em- presarial (EPE), conjugada com a tomada de posse, a 16 de Abril de 2007, de uma nova equipa no Conselho de Administração (CA), proporcionaram uma oportunidade de desenvolver, reorganizar e modernizar estruturalmente o modelo de gestão existente.

O HPV assistiu, nos últimos anos, à acumulação de deficits de exploração sucessivos (11.735m em 2005 e 8.934m em 2006) e à utilização do seu capital social até à exaustão.

Os persistentes resultados negativos do HPV transformaram-se num desafio para a nova equipa de ges- tão: inverter o rumo e tornar o HPV numa instituição financeiramente “saudável”, sem perda do nível de qualidade técnica na prestação de cuidados aos utentes que o procuram.

As medidas reestruturantes adoptadas visaram registar aumentos sustentados da actividade assisten- cial consubstanciada na reorganização e racionalização dos processos internos, na partilha com as dife- rentes equipas do conhecimento dos objectivos que o CA se propunha alcançar, na monitorização constante desses objectivos e na implementação de medidas correctivas sempre que se detectaram desvios relevantes.

Ao nível organizacional, a gestão de carácter empresarial possibilitou a tomada de um conjunto de me- didas com impacto na sustentabilidade económica e financeira, tanto do lado dos proveitos, como do la- do dos custos. Estas medidas abrangeram diferentes áreas de actividade, com especial enfoque no planeamento e controlo de gestão, na logística hospitalar e nos sistemas de informação.

A proximidade do Hospital de Santa Maria, com o qual o HPV partilha a Unidade de Saúde Setentrional da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, e o facto de dois dos elementos do CA serem comuns aos dois Hospitais, trouxe ganhos operacionais, tanto no domínio económico, como no financeiro. Assim, iniciou-se desde logo, o desenvolvimento de um plano de cooperação em diversas áreas, nomeadamen- te, na logística, nas compras, na gestão financeira, nos sistemas de informação e nos recursos huma- nos, com vista ao ganho de importantes sinergias.

Iniciou-se, igualmente, um plano de reestruturação física e de reorganização funcional dos serviços clí- nicos, propiciador da obtenção de ganhos de eficácia e de eficiência, tão decisivo para a indispensável sustentabilidade financeira do hospital, a médio e longo prazo.

Num momento em que é feita a avaliação do desempenho da actividade do Hospital Pulido Valente, cumpre registar com elevado apreço o envolvimento e o empenho de todos os profissionais na obten- ção dos resultados que dignificam a instituição e honram a sua missão de serviço público.

Estamos certos de que até ao final do mandato do actual Conselho de Administração se consolidarão as medidas exigíveis ao reforço de uma sustentabilidade económica e financeira duradoura, suportada na melhoria da qualidade assistencial e nas condições de atendimento de humanização mais adequadas à natureza e à vocação do Hospital Pulido Valente.

1

(8)
(9)

2 Enquadramento Geral

O Hospital Pulido Valente EPE (HPV) encontra-se inserido na Unida- de Setentrional da sub-região de Saúde de Lisboa, cobrindo uma população de cerca de 350.000 habitantes e actuando articulada- mente com o Hospital de Santa Maria e com 6 Centros de Saúde (Benfica, Pontinha, Lumiar, Alvalade, Loures e Odivelas, represen- tando os dois últimos cerca de 50% da população utente).

Geograficamente, o HPV tem uma localização privilegiada na área dos serviços de saúde, pois confina a oeste com o Instituto Nacio- nal de Saúde Dr. Ricardo Jorge e com a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e tem, na respectiva cerca hospitalar, instalações da Faculdade de Ciência Médicas e o Instituto de Histocompatibilida- de do Sul (estruturas, em ambos os casos, recentes e de excelen- te qualidade).

Ao longo do ano de 2007, o HPV desenvolveu um trabalho de cola- boração com os Centros de Saúde que se traduziu em:

- Processo expedito e organizado de marcação de consultas; es- te último aspecto foi, já na vigência do actual CA, reforçado com a implementação de um novo processo de marcação on-line a partir dos Centros de Saúde. Trata-se de um processo comum aos 2 hospitais (HPV e HSM) de modo a aumentar a oferta de consultas aos doentes e melhorar a acessibilidade, passando o médico do Centro de Saúde a optar, no momento, pela consul- ta com menor lista de espera;

- Colaboração médica e de enfermagem, em presença física, nal- guns Centros de Saúde, na área da Cirurgia Vascular;

- Intensificação da assistência domiciliária a doentes insuficientes

respiratórios crónicos seguidos nas consultas do HPV e atendi-

mento telefónico permanente, com apoio médico, de enferma-

gem e social.

(10)

2 Enquadramento Geral

O HPV, para além do apoio permanente que concede a diferentes Escolas de Enfermagem como campo de estágio, às Escolas de Tecnologias da Saúde e à Escola Nacional de Saúde Pública, para a formação prática de técnicos de diagnóstico e terapêutica e admi- nistradores hospitalares, respectivamente, é um hospital com ensi- no universitário, de acordo com a legislação em vigor.

Nesse sentido, tem um protocolo de colaboração de 2005, com a Faculdade de Ciências Médicas da UNL, para o ensino da medici- na, que inclui a esmagadora maioria dos seus Serviços e um núme- ro significativo dos respectivos médicos, alguns deles doutorados.

Simultaneamente, funciona na cerca do HPV, em edifício próprio, uma secção da Faculdade de Ciências Médicas, com salas de aula, biblioteca, laboratórios, refeitório e estacionamento. Esta colabora- ção com a Faculdade é uma mais valia importante para a dinâmica clínica do hospital, sendo um incentivo precioso para o desenvolvi- mento da investigação médica e para a formação e actualização contínua dos nossos médicos.

O HPV tem uma lotação de 303 camas distribuídas por três Depar- tamentos: Medicina, Pneumologia e Cirurgia.

No Departamento de Medicina inserem-se as especialidades médi- cas de Cardiologia, Gastrenterologia, Dermatologia, Medicina Interna e Intensivismo (Unidade de Cuidados Intensivos médico-cirúrgicas).

Aqui são de destacar respectivamente e pela diferenciação técnica que abarcam, a cardiologia de intervenção, as técnicas de gastrente- rologia e a sub especialidade das doenças auto-imunes. Destaca- mos, ainda, a Neurologia, que não existe no HPV como especialidade independente mas apenas na forma de uma consultoria prestada por um elemento do HSM, desde 2006.

A Pneumologia, especialidade com tradição no HPV, está organiza-

da em Departamento pela importância e peso que tem na organiza-

ção. Com quatro Serviços de internamento e com uma Unidade de

Cuidados Intensivos Pneumológicos, prestam-se cuidados a doen-

tes de pneumologia geral, pneumologia oncológica, insuficientes

respiratórios crónicos, imunodeficientes e doentes infecciosos,

predominantemente doentes com tuberculose. Acrescem, ainda,

várias estruturas que suportam todos os doentes em tratamento

ambulatório, das quais se destacam as relacionadas com a patolo-

gia do sono e os hospitais de dia abaixo descritos, assim como as

áreas de técnicas diferenciadas, que incluem as técnicas invasivas

Pneumológicas, a reabilitação respiratória e o laboratório de função

pulmonar.

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2 Enquadramento Geral

No Departamento de Cirurgia concentram-se a Anestesiologia e as seguintes especialidades cirúrgicas: Cirurgia Torácica, Urologia, Otorrinolaringologia, Angiologia e Cirurgia Vascular, Cirurgia Geral e Digestiva e Estomatologia.

Para além destas, o HPV tem ainda as seguintes especialidades médicas: Medicina Física e Reabilitação, Patologia Clínica, Anato- mia Patológica, Imunohemoterapia e Imagiologia.

Para suportar o desenvolvimento das actividades de ambulatório, existem diversos Hospitais de Dia (Oncologia, Imunodeficiência, Cardiologia, Insuficientes Respiratórios e Imunohemoterapia) e uni- dades de técnicas – Pneumológicas, Gastrenterológicas e Cardioló- gicas.

O tipo de prestações, em regime de internamento, é de complexi-

dade e severidade elevadas no contexto nacional (índice de case-

mix de 1,11 para os Serviços de Medicina e de Pneumologia e 1,48

para os Serviços Cirúrgicos).

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(13)

3 Missão

“Nos termos do Regulamento Interno, o Hospital Pulido Valente EPE (HPV) é o estabelecimento de referência para a população envolvente, designadamente, nas áreas torácica e pneumológica.

O Hospital desenvolve ainda a vertente de ensino universitário na formação pré e pós-graduada de médicos e disponibiliza igualmente estágios para outras profissões de saúde.”

Regulamento Interno do Hospital Pulido Valente, EPE

(14)

Serviços Clínicos

Comissão de Ética para a Saúde Vogal Executivo Vogal Executivo Director Clínico

Presidente

Conselho de Administração

Enfermeira Directora

Comissão Departamental

Comissão de Humanização e Qualidade dos Serviços

Comissão de Farmácia e Terapêutica Comissão de Controlo da Infecção Hospitalar Auditor Interno

Comissão de Coordenação Oncológica

Comissão Transfusional

Comissão do Bloco Operatório Comissão de Consulta

Externa

Comissão de Hemoderivados Comissão de Prevenção

do Tabagismo Comissão de Harmonização

e Boas Práticas Gabinete de Comunicação

e Relações Públicas Gabinete de Planeamento

e Informação de Gestão

Departamento de Cirurgia

Fiscal Único

Conselho Consultivo

Serviço de Anestesiologia Serviço de Angiologia

Cirurgia Vascular Serviço de Cirurgia

Geral e Digestiva Serviço de Cirurgia

Torácica Serviço de Otorrinolaringologia

Serviço de Urologia

Bloco Operatório Central de Esterilização

Unidade de Cuidados Anestésicos Pós-Operatórios

Unidade de Cirurgia de Ambulatório

Unidade de Estomatologia

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia

Serviço de Gastrenterologia Serviço de Medicina

Interna 1 Serviço de Medicina

Interna 2

Unidade de Técnicas Cardiologia Unidade de Técnicas

Gastrenterologia Unidade de Oncologia Médica

Unidade de Dermatologia

Unidade de Cuidados Intensivos

Médico-Cirúrgicos

(15)

4 Estrutura Organizacional

Pelo Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 Dezembro de 2005, foi institucionalizado o Hospital Pu- lido Valente, EPE, cujo Regula- mento Interno prevê a seguinte estrutura orgânica:

Comissão de Documentação Clínica

Direcção do Internato Médico

Departamento de Pneumologia

Serviço de Pneumologia 1

Serviço de Pneumologia 2

Serviço de Pneumologia 3

Serviço de Pneumologia 4

Unidade de Imunodeficiência

Unidade de Oncologia Pneumológica Unidade de Cuidados

Intensivos Pneumológicos

Unidade de Fisiopatologia

Respiratória Unidade de Imunoalergologia

Unidade de Reabilitação

Respiratória Unidade de Técnicas

Invasivas Pneumológicas

Serviço de Anatomia Patológica

Serviço de Imagiologia

Serviço de Imunohemoterapia Serviço de Medicina Física e Reabilitação

Serviço de Patologia Clínica

Serviço de Assistência Religiosa

e Espiritual Serviço de Gestão Técnico-Farmacêutico

Serviço de Nutrição e Dietética

Serviço de Psicologia

Serviço Social

Centro de Formação

Serviço de Gestão Hospitalar Serviço de Saúde

Ocupacional

NAIDI

Serviços de Apoio Clínico

e de Suporte à Prestação de Cuidados

Serviços de Apoio Geral

e Logística

Investigação, Formação

e Ensino

Comissão de Catástrofe e Emergência Interna

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(17)

5 Actividade Assistencial

Para apreciação global e evolutiva da actividade do Hospital Pulido Valente, apresentam-se os resultados das grandes áreas funcionais que caracterizam a sua actividade assistencial: o Internamento, a Consulta Externa, a Actividade Cirúrgica, o Hospital de Dia e os Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica.

Seleccionaram-se, para cada área, os indicadores clássicos, de for- ma a melhor aferir a evolução da produção nas diversas vertentes.

Os resultados são reportados globalmente e por Serviço ou Espe- cialidade. Para permitir uma visão dinâmica, apresentam-se os va- lores dos três últimos anos (2005, 2006 e 2007), com as respectivas variações

5.1. Internamento

Em termos globais o número de doentes saídos do internamento aumentou cerca de 2,1% face ao ano de 2006 (11.732 doentes saí- dos em 2007, tendo em 2006 este indicador apresentado um valor de 11.493).

Para esse facto muito contribuiu o aumento significativo nos in- ternamentos dos serviços (Tabela I) de Cirurgia Geral e Digestiva (serviço que revelou um aumento de 11,2% nos seus doentes saídos), de Cirurgia Vascular (31,0%), de Urologia (10,3%), assim como alguns dos serviços de Medicina e de Pneumologia.

Gráfico 1 Evolução dos Doentes Saídos

15

10

5

0

MILHARES

11 11 12

2005 2006 2007

(18)

5 Actividade Assistencial

Doentes Saídos 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 1.024 1.229 20,0 1.264 2,8

Serviço de Gastrenterologia 575 642 11,7 617 -3,9

Serviço de Medicina 1 Piso 0 463 458 -1,1 456 -0,4

Serviço de Medicina 1 Piso 1 920 933 1,4 958 2,7

Serviço de Medicina 2 626 600 -4,2 675 12,5

Unidade Cuidados Intensivos Coronários 193 131 -32,1 108 -17,6

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 116 119 2,6 119 0,0 Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 1.270 1.448 14,0 1.610 11,2

Serviço de Cirurgia Torácica 537 549 2,2 578 5,3

Serviço de Cirurgia Vascular 419 503 20,0 659 31,0

Serviço de Otorrinolaringologia 604 605 0,2 661 9,3

Serviço de Urologia 979 1.189 21,5 1.312 10,3

UCAPO

(Unidade Cuidados Anestésicos Pós-Operatórios) 16 1 -93,8 Departamento de Pneumologia

Serviço de Pneumologia 1 745 650 -12,8 680 4,6

Serviço de Pneumologia 2 205 201 -2,0 190 -5,5

Serviço de Pneumologia 3 563 503 -10,7 637 26,6

Serviço de Pneumologia 4 448 663 48,0 767 15,7

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 33 45 36,4 35 -22,2

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 882 1.024 16,1 406 -60,4

Transferências Internas 1.348 1.268 -5,9 1.321 4,2

Total 10.618 11.493 8,2 11.732 2,1

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Tabela I Evolução dos Doentes Saídos

(19)

5 Actividade Assistencial

Na Tabela II e Gráfico 2 tem-se a percepção da distribuição dos doentes saídos, pelos diferentes escalões etários.

Pela análise da área de residência para os doentes saídos, no ano de 2007, verifica-se que cerca de 60% dos doentes internados resi- dem fora da área de influência directa do Hospital. (Vide Tabela III e Gráfico 4).

Tabela II Evolução dos Doentes Saídos por Grupos Etários

Grupos Etários 2005 2006 2007

Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total

01 a 04 anos 16 15 31 14 17 31 29 28 57

05 a 09 anos 25 30 55 21 27 48 31 40 71

10 a 14 anos 7 17 24 10 23 33 12 16 28

15 a 24 anos 94 140 234 109 146 255 113 152 265

25 a 44 anos 539 712 1.251 609 867 1.476 639 816 1.455

45 a 64 anos 1.293 2.125 3.418 1.513 2.297 3.810 1.574 2.121 3.695

65 a 74 anos 1.015 1.763 2.778 1.037 1.824 2.861 1.068 1.861 2.929

> 74 anos 1.355 1.472 2.827 1.461 1.517 2.978 1.568 1.664 3.232

Total 4.344 6.274 10.618 4.774 6.718 11.492 5.034 6.698 11.732

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Gráfico 2 Doentes Saídos em 2007 por Grupos Etários

M01 a 04 anos M05 a 09 anos M10 a 14 anos M15 a 24 anos M25 a 44 anos M45 a 64 anos M65 a 74 anos M> 74 anos

0

%

1

%

0

%

2

%

25

%

12

%

32

%

28

%

Gráfico 3 Evolução dos Doentes Saídos por Género

MFeminino MMasculino

59

%

41

%

42

%

43

%

58

%

57

%

2005

2007 2006

(20)

5 Actividade Assistencial

Doentes Saídos

por Área de Residência 2005 2006 2007

Área de Influência H.P.V. 4.123 4.406 4.640

Concelho de Odivelas 1.274 1.371 1.517

Caneças 185 180 212

Famões 111 113 121

Odivelas 113 154 297

Olival Basto 97 102 87

Pontinha 405 425 433

Póvoa de Santo Adrião 185 183 175

Ramada 178 214 192

Concelho de Lisboa 1.861 2.002 2.022

Alvalade 151 127 113

Ameixoeira 140 161 167

Benfica 468 504 559

Campo Grande 127 129 125

Carnide 179 182 232

Charneca 105 110 118

Lumiar 609 674 695

São João de Brito 82 115 13

Concelho de Loures 988 1.033 1.101

Bucelas 56 63 60

Fanhões 35 27 24

Frielas 32 20 23

Loures 491 493 547

Lousã 45 82 94

Santo Antão do Tojal 75 57 70

Santo António dos Cavaleiros 211 232 221

São Julião do Tojal 43 59 62

Fora da Área de influência H.P.V. 6.495 7.086 7.092

Total 10.618 11.492 11.732

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Tabela III Evolução dos Doentes Saídos por Área de Residência

Gráfico 4 Doentes Saídos em 2007 por Origem

MConcelho de Odivelas MConcelho

de Lisboa MConcelho de Loures

43

%

33

%

24

%

(21)

5 Actividade Assistencial

Dos doentes da área de influência, Lisboa apresenta, em 2007 e pa- ra os doentes saídos, o maior peso, com 43% do total, seguida por Odivelas e Loures com 33% e 24%, respectivamente (Gráfico 5).

A análise por distrito de origem dos doentes saídos evidencia a na- tural predominância de Lisboa, com 71% do total (Tabela IV).

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Tabela IV Evolução dos Doentes Saídos por Distrito

Doentes Saídos por Distrito 2005 2006 2007

Aveiro 9 13 18

Beja 77 91 86

Braga 5 1 3

Bragança 3 0 1

Castelo Branco 20 9 21

Coimbra 11 10 11

Évora 154 136 193

Faro 110 105 90

Guarda 17 8 8

Leiria 246 288 285

Lisboa 7.102 7.784 8.335

Portalegre 75 72 71

Porto 4 3 8

Santarém 322 303 351

Setúbal 677 750 755

Viana do Castelo 3 3 1

Vila Real 6 4 2

Viseu 12 8 11

Madeira 5 6 7

Açores 33 34 37

Desconhecidos 1.727 1.864 1.438

Total 10.618 11.492 11.732

A análise por Entidade Financeira Responsável pelo pagamento dos cuidados aos doentes saídos, no ano de 2007, mostra que o Servi- ço Nacional de Saúde representa cerca de 85,3% do total. Na Tabe- la V e Gráfico 6, é possível analisar a evolução e a distribuição dos doentes saídos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) e por Outras Entidades Financeiras Responsáveis.

Gráfico 5 Doentes Saídos em 2007 por Área de Influência HPV (Concelho)

MÁrea de Influência H.P.V.

MFora da Área de Influência H.P.V.

2005

2007 2006

61

%

39

%

38

%

40

%

62

%

60

%

(22)

5 Actividade Assistencial

Ao nível do valor global de dias de internamento (Gráfico 7) verifica- -se um acréscimo, em 2007, de 7% face a 2006, um aumento um pouco mais acentuado do que o verificado para os doentes saídos (2,1%), com o consequente efeito de acréscimo na Demora Média global (Gráfico 8) de 7,3 para 7,7 dias.

Tabela V Evolução dos Doentes Saídos

por Entidade Financeira Responsável

Doentes Saídos

por Entidade Financeira Responsável 2005 2006 2007

S.N.S 9.727 9.741 10.008

Outras Entidades 891 1.751 1.724

Total 10.618 11.492 11.732

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Gráfico 7 Evolução dos dias de Internamento

90 80 70 60 50 40 30 20 10 0

MILHARES

84 84 90

2005 2006 2007

Gráfico 8 Evolução da Demora Média

9 8 7 6 5 4 3 2 1 0

DIAS

8,0 7,3 7,7

2005 2006 2007

Gráfico 6 Doentes Saídos em 2007 por Entidade Financeira Responsável

MS.N.S MOutras

Entidades

15

%

85

%

(23)

5 Actividade Assistencial

O aumento de dias de internamento em 2007, face a 2006, verifica- -se generalizadamente ao nível dos serviços (Tabela VI), em espe- cial no Serviço de Gastrenterologia (com uma variação de 12,3%), de Otorrinolaringologia (11,9%) e a maioria dos serviços de Pneu- mologia. Como excepções podem ser apontados o Serviço de Car- diologia e a Unidade de Cuidados Intensivos Médico Cirúrgicos.

Na Demora Média, em análise por Serviço e Especialidade, verifi- cam-se variações em ambos os sentidos.

No Departamento de Cirurgia, verifica-se uma diminuição na Demo- ra Média em todos os serviços (com excepção do Serviço de Otor- rinolaringologia, onde não houve qualquer variação), conforme se encontra expresso na Tabela VII.

Tabela VI Evolução dos Dias de Internamento

Dias de Internamento 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 5.220 4.987 -4,5 4.881 -2,1

Serviço de Gastrenterologia 4.798 4.704 -2,0 5.283 12,3

Serviço de Medicina 1 Piso 0 4.706 4.648 -1,2 4.795 3,2

Serviço de Medicina 1 Piso 1 8.921 8.808 -1,3 9.671 9,8

Serviço de Medicina 2 7.147 6.857 -4,1 7.395 7,8

Unidade Cuidados Intensivos Coronários 847 773 -8,7 779 0,8

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 1.614 1.563 -3,2 1.536 -1,7 Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 6.875 6.927 0,8 6.945 0,3

Serviço de Cirurgia Torácica 4.375 4.314 -1,4 4.373 1,4

Serviço de Cirurgia Vascular 2.149 2.672 24,3 2.894 8,3

Serviço de Otorrinolaringologia 1.865 1.846 -1,0 2.066 11,9

Serviço de Urologia 5.800 6.050 4,3 6.481 7,1

Departamento de Pneumologia

Serviço de Pneumologia 1 8.391 7.536 -10,2 8.667 15,0

Serviço de Pneumologia 2 5.421 5.106 -5,8 5.190 1,6

Serviço de Pneumologia 3 8.458 7.632 -9,8 8.535 11,8

Serviço de Pneumologia 4 5.400 7.483 38,6 8.250 10,2

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 1.295 1.077 -16,8 1.131 5,0 Unidade de Fisiopatologia Respiratória 1.132 1.280 13,1 1.298 1,4

Transferências Internas 1.348 1.268 -5,9 1.321 4,2

Total 84.414 84.263 -0,2 90.170 7,0

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(24)

5 Actividade Assistencial

A Taxa de Ocupação, que em 2006 tinha revelado um ligeiro decrés- cimo de 76,3% para 76,2%, sofreu, em 2007, um acentuado cres- cimento para 81,5% (Gráfico 9).

Ao analisar a taxa de ocupação por Serviço e Especialidade surgem significativas variações, com predomínio de valores superiores aos aceitáveis nalgumas áreas médicas (Tabela VIII), nomeadamente nas especialidades de Medicina Interna, Gastrenterologia e Pneu- mologia.

Tabela VII Evolução da Demora Média

Demora Média 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 5,1 4,1 -20,4 3,9 -4,8

Serviço de Gastrenterologia 8,3 7,3 -12,2 8,6 16,9

Serviço de Medicina 1 Piso 0 10,2 10,1 -0,2 10,5 3,6

Serviço de Medicina 1 Piso 1 9,7 9,4 -2,6 10,1 6,9

Serviço de Medicina 2 11,4 11,4 0,1 11,0 -4,1

Unidade Cuidados Intensivos Coronários 4,4 5,9 34,5 7,2 22,2

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 13,9 13,1 -5,6 12,9 -1,7 Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 5,4 4,8 -11,6 4,3 -9,8

Serviço de Cirurgia Torácica 8,1 7,9 -3,5 7,6 -3,7

Serviço de Cirurgia Vascular 5,1 5,3 3,6 4,4 -17,3

Serviço de Otorrinolaringologia 3,1 3,1 0,4 3,1 0,0

Serviço de Urologia 5,9 5,1 -14,1 4,9 -2,9

Departamento de Pneumologia

Serviço de Pneumologia 1 11,3 11,6 2,9 12,7 9,9

Serviço de Pneumologia 2 26,4 25,4 -3,9 27,3 7,5

Serviço de Pneumologia 3 15,0 15,2 1,0 13,4 -11,7

Serviço de Pneumologia 4 12,1 11,3 -6,4 10,8 -4,7

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 39,2 23,9 -39,0 32,3 35,0

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 1,3 1,3 -2,6 3,2 155,8

Total 8,0 7,3 -7,8 7,7 4,8

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Gráfico 9 Evolução da Taxa de Ocupação

90 80 70 60 50 40 30 20 10 0

%

76,3 76,2 81,5

2005 2006 2007

(25)

5 Actividade Assistencial

No que à lotação global diz respeito, não houve alteração desde 2005, mantendo-se a lotação de 303 camas (Gráfico 10). Ao nível dos serviços (Tabela IX), houve a alteração, de 2006 para 2007, de 21 para 20 camas na Cirurgia Torácica e de 10 para 11 na Cirurgia Vascular.

Gráfico 10 Evolução da Lotação Média Praticada

350 300 250 200 150 100 50 0

303 303 303

2005 2006 2007

Tabela VIII Evolução da Taxa de Ocupação

Taxa de Ocupação 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 84,1 80,4 -4,5 78,7 -2,1

Serviço de Gastrenterologia 93,9 92,1 -2,0 103,4 12,3

Serviço de Medicina 1 Piso 0 99,2 98,0 -1,2 101,1 3,2

Serviço de Medicina 1 Piso 1 90,5 89,4 -1,3 98,1 9,8

Serviço de Medicina 2 93,2 89,5 -4,1 96,5 7,8

Unidade Cuidados Intensivos Coronários 58,0 52,9 -8,7 53,4 0,8

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 88,4 85,6 -3,2 84,2 -1,7 Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 65,0 65,4 0,8 65,6 0,3

Serviço de Cirurgia Torácica 57,1 56,3 -1,4 59,9 6,4

Serviço de Cirurgia Vascular 58,9 73,2 24,3 72,1 -1,5

Serviço de Otorrinolaringologia 51,1 50,6 -1,0 56,6 11,9

Serviço de Urologia 56,8 59,2 4,3 63,4 7,1

Departamento de Pneumologia

Serviço de Pneumologia 1 88,4 79,4 -10,2 91,3 15,0

Serviço de Pneumologia 2 82,5 77,7 -5,8 79,0 1,6

Serviço de Pneumologia 3 89,1 80,4 -9,8 89,9 11,8

Serviço de Pneumologia 4 61,6 85,4 38,6 94,2 10,2

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 88,7 73,8 -16,8 77,5 5,0

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 51,7 58,4 13,1 59,3 1,4

Total 76,3 76,2 -0,2 81,5 7,0

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(26)

5 Actividade Assistencial

A Tabela X mostra a distribuição dos 20 GDHs (sistema de classifi- cação de doentes em grupos de diagnósticos homogéneos) mais realizados em 2007.

Relativamente aos GDHs Médicos, as Perturbações Respiratórias, excepto infecções, bronquite ou asma, com CC major (GDH 541) cor- respondem ao GDH mais frequente, com 17% dos GDHs Médicos.

Relativamente aos GDHs Cirúrgicos, a laqueação venosa e flebo-ex- tracção (GDH 119) é o mais frequente com 13%, seguido de proce- dimentos para hérnia inguinal e femoral, idade> 17 anos, sem CC (162) e dos grandes procedimentos torácicos (GDH 75), com 8%.

Tabela IX Evolução da Lotação Média Praticada

Lotação Média Praticada 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 17 17 0,0 17 0,0

Serviço de Gastrenterologia 14 14 0,0 14 0,0

Serviço de Medicina 1 Piso 0 13 13 0,0 13 0,0

Serviço de Medicina 1 Piso 1 27 27 0,0 27 0,0

Serviço de Medicina 2 21 21 0,0 21 0,0

Unidade Cuidados Intensivos Coronários 4 4 0,0 4 0,0

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 5 5 0,0 5 0,0

Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 29 29 0,0 29 0,0

Serviço de Cirurgia Torácica 21 21 0,0 20 -4,8

Serviço de Cirurgia Vascular 10 10 0,0 11 10,0

Serviço de Otorrinolaringologia 10 10 0,0 10 0,0

Serviço de Urologia 28 28 0,0 28 0,0

Departamento de Pneumologia

Serviço de Pneumologia 1 26 26 0,0 26 0,0

Serviço de Pneumologia 2 18 18 0,0 18 0,0

Serviço de Pneumologia 3 26 26 0,0 26 0,0

Serviço de Pneumologia 4 24 24 0,0 24 0,0

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 4 4 0,0 4 0,0

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 6 6 0,0 6 0,0

Total 303 303 0,0 303 0,0

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(27)

5 Actividade Assistencial

GDH's 2007

Número %

Código GDH GDH's Médicos (20 +)

541 Perturbações respiratórias, excepto infecções, bronquite ou asma, com CC major 764 17%

35 Outras perturbações do sistema nervoso, sem CC 517 12%

125 Perturbações circulatórias excepto enfarte agudo do miocárdio 513 12%

87 Edema pulmonar e insuficiência respiratória 297 7%

88 Doença pulmonar obstrutiva crónica 294 7%

82 Neoplasias respiratórias 267 6%

127 Insuficiência cardíaca e choque 246 6%

101 Outros diagnósticos do aparelho respiratório, com CC 182 4%

100 Sintomas e sinais respiratórios, sem CC 171 4%

102 Outros diagnósticos do aparelho respiratório, sem CC 166 4%

89 Pneumonia e pleurisia simples, idade > 17 anos, com CC 165 4%

90 Pneumonia e pleurisia simples, idade > 17 anos, sem CC 108 2%

97 Bronquite e asma, idade > 17 anos, sem CC 104 2%

475 Diagnósticos do aparelho respiratório com suporte ventilatório 99 2%

131 Perturbações vasculares periféricas, sem CC 96 2%

557 Perturbações hepatobiliares e pancreáticas, com CC major 89 2%

202 Cirrose e hepatite alcoólica 88 2%

320 Infecções dos rins e das vias urinárias, idade > 17 anos, com CC 88 2%

395 Perturbações dos eritrócitos, idade > 17 anos 88 2%

14 Acidente vascular cerebral com enfarte 85 2%

Código GDH GDH's Cirúrgicos Programados (20 +)

119 Laqueação venosa e flebo-extracção 507 13%

162 Procedimentos para hérnia inguinal e femoral, idade >17 anos, sem CC 306 8%

75 Grandes procedimentos torácicos 288 8%

60 Amigdalectomia e/ou adenoidectomia, idade <18 anos 258 7%

55 Procedimentos diversos no ouvido, nariz, boca e garganta 239 6%

158 Procedimentos no ânus e estomas, sem CC 211 6%

62 Miringotomia com colocação de tubo, idade <18 anos 198 5%

494 Colecistectomia laparoscópica, sem exploração do colédoco, sem CC 195 5%

854 Procedimentos cardiovasculares percutâneos, com stent eluidor de fármacos 194 5%

270 Outras intervenções na pele, no tecido subcutâneo e na mama, sem CC 156 4%

335 Grandes procedimentos pélvicos masculinos, sem CC 154 4%

311 Procedimentos transuretrais, sem CC 147 4%

356 Procedimentos reconstrutivos do aparelho reprodutor feminino 145 4%

160 Procedimentos para hérnia excepto inguinal e femoral, idade >17 anos, 144 4%

53 Procedimentos nos seios faciais e mastóide, idade > 17 anos 123 3%

116 Outras implantações de pacemaker cardíaco permanente 122 3%

337 Prostatectomia transuretral, sem CC 117 3%

288 Procedimentos para obesidade, em bloco operatório 96 3%

341 Procedimentos no pénis 88 2%

339 Procedimentos nos testículos, por doença não maligna, idade > 17 anos 84 2%

Tabela X Ranking de GDH’s em 2007

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(28)

5 Actividade Assistencial

5.2. Consulta Externa

A evolução no número de consultas tem vindo, desde 2005, a mos- trar-se bastante positiva, dado o aumento acentuado e progressivo.

(Gráfico 11)

Tabela XI Evolução do Total de Consultas Externas

Total de Consultas 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 10.015 9.816 -2,0 9.849 0,3

Serviço de Dermatologia 4.456 5.090 14,2 6.158 21,0

Serviço de Gastrenterologia 7.373 7.272 -1,4 7.466 2,7

Serviço de Medicina 1 3.366 4.224 25,5 5.129 21,4

Serviço de Medicina 2 2.669 3.143 17,8 4.018 27,8

Serviço de Neurologia 344 108 -68,6 361 234,3

Serviço de Oncologia Médica 3.184 3.704 16,3 2.970 -19,8

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 80 118 47,5 184 55,9 Departamento de Cirurgia

Serviço de Anestesiologia 2.070 2.230 7,7 2.713 21,7

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 11.511 12.573 9,2 14.471 15,1

Serviço de Cirurgia Torácica 3.001 3.052 1,7 3.187 4,4

Serviço de Cirurgia Vascular 4.034 4.800 19,0 6.337 32,0

Serviço de Estomatologia 2.004 1.803 -10,0 1.837 1,9

Serviço de Otorrinolaringologia 12.828 12.174 -5,1 13.880 14,0

Serviço de Urologia 6.683 7.338 9,8 7.400 0,8

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunoalergologia 3.418 3.859 12,9 3.961 2,6

Serviço de Imunodeficiência 3.573 2.313 -35,3 2.496 7,9

Serviço de Oncologia Pneumológica 2.950 2.988 1,3 3.366 12,7

Serviço de Pneumologia 1 5.351 5.675 6,1 6.353 11,9

Serviço de Pneumologia 2 2.969 2.981 0,4 3.264 9,5

Serviço de Pneumologia 3 2.712 3.534 30,3 3.656 3,5

Serviço de Pneumologia 4 3.002 2.945 -1,9 3.622 23,0

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 1.234 1.266 2,6 1.305 3,1 Unidade de Fisiopatologia Respiratória 2.824 3.056 8,2 2.572 -15,8

Unidade de Reabilitação Respiratória 846 802 -5,2 574 -28,4

Unidade Técnicas Invasivas Pneumológicas 702 862 22,8 974 13,0

Outro Departamento

Serviço de Apoio Nutricional e Dietética 2.102 2.619 24,6 2.345 -10,5

Serviço de Imunohemoterapia 8.698 9.423 8,3 10.530 11,7

Serviço de Medicina Física e Reabilitação 1.311 1.488 13,5 2.215 48,9

Serviço de Saúde Ocupacional 1.421 1.386 -2,5 1.388 0,1

Serviço de Psicologia 2.286 2.382 4,2 2.311 -3,0

Total 119.017 125.024 5,0 136.892 9,5

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(29)

5 Actividade Assistencial

Com base nos dados apresentados no Gráfico 11, podemos con- cluir que o número de consultas externas cresceu cerca de 9,5 %, relativamente a 2006.

Na análise, por serviço e especialidade, verifica-se que as especiali- dades que apresentam um maior crescimento percentual de consul- tas em 2007 foram a Medicina Física e Reabilitação, Cirurgia Vascular, Medicina Interna, Anestesiologia e Dermatologia (Tabela XI).

Na Tabela XII e nos Gráficos 12 e 13 visualiza-se a distribuição das consultas por escalões etários e por género. Realça-se que o sexo feminino representou, em 2007, 58% dos atendimentos.

Gráfico 11 Evolução do Total de Consultas Externas

140 120 100 80 60 40 20 0

MILHARES

119 125 137

2005 2006 2007

Tabela XII Evolução do Total de Consultas Externas por Grupos Etários

Grupos Etários

2005 2006 2007

Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total

< 1 ano 27 26 53 31 35 66 43 34 77

01 a 04 anos 226 297 523 241 331 572 381 489 870

05 a 09 anos 571 686 1.257 598 685 1.283 717 871 1.588

10 a 14 anos 466 462 928 410 455 865 486 479 965

15 a 24 anos 2.026 1.731 3.757 2.130 1.712 3.842 2.111 1.785 3.896

25 a 44 anos 11.263 8.243 19.506 11.505 8.452 19.957 12.297 9.296 21.593 45 a 64 anos 22.911 20.066 42.977 23.859 21.559 45.418 26.835 23.409 50.244 65 a 74 anos 13.849 15.988 29.837 14.526 16.535 31.061 15.557 17.828 33.385

> 74 anos 9.585 10.594 20.179 10.515 11.445 21.960 11.877 12.397 24.274 Total 60.924 58.093 119.017 63.815 61.209 125.024 70.304 66.588 136.892

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(30)

5 Actividade Assistencial

Verificou-se, em 2007, que 59% dos doentes que acorreram à con- sulta externa do HPV eram provenientes de fora da área de influên- cia directa do Hospital (Unidade de Saúde Setentrional). Para os doentes residentes na área de influência, cerca de 42% pertencem ao concelho de Lisboa, 35% a Odivelas e 23% a Loures. As Gráfi- cos 14 e 15 e a Tabela XIII mostram de forma mais detalhada esta distribuição.

Gráfico 12 Consultas Externas em 2007 por Grupos Etários

M< 1 ano M01 a 04 anos M05 a 09 anos M10 a 14 anos M15 a 24 anos M25 a 44 anos M45 a 64 anos M65 a 74 anos M> 74 anos

0

%

3

%

1

%

1

%

1

%

24

%

16

%

18

%

36

%

Gráfico 13 Evolução do Total de Consultas Externas por Género

MFeminino MMasculino

2005

2007 2006

49

%

51

%

51

%

51

%

49

%

49

%

Gráfico 14 Consulta Externa em 2007 por Origem

MFora da Área de Influência H.P.V.

MÁrea de Influência H.P.V.

59

%

41

%

(31)

5 Actividade Assistencial

Consulta por Área de Residência 2005 2006 2007 Área de Influência H.P.V. 48.892 50.843 56.724 Concelho de Odivelas 16.160 17.043 19.925

Caneças 2.063 2.052 2.235

Famões 1.487 1.536 1.619

Odivelas 2.173 2.507 4.614

Olival Basto 1.197 1.219 1.227

Pontinha 4.165 4.288 4.428

Póvoa de Santo Adrião 2.676 2.784 2.913

Ramada 2.399 2.657 2.889

Concelho de Lisboa 21.224 22.314 23.842

Alvalade 1.137 1.143 1.293

Ameixoeira 1.885 2.065 2.280

Benfica 4.763 4.965 5.491

Campo Grande 1.358 1.413 1.493

Carnide 1.648 1.616 1.728

Charneca 1.319 1.337 1.497

Lumiar 7.815 8.449 8.794

São João de Brito 1.299 1.326 1.266

Concelho de Loures 11.508 11.486 12.957

Bucelas 695 724 735

Fanhões 406 355 385

Frielas 325 340 403

Loures 4.983 4.913 5.878

Lousã 607 662 769

Santo Antão do Tojal 783 786 728

Santo António dos Cavaleiros 3.221 3.208 3.575

São Julião do Tojal 488 498 484

Fora da Área de Influência H.P.V. 70.125 74.181 80.168

Total 119.017 125.024 136.892

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Tabela XIII Evolução da Consulta Externa por Área de Residência

Gráfico 15 Consulta Externa em 2007 por Área de Influência HPV (Concelho)

MConcelho de Odivelas MConcelho

de Lisboa MConcelho de Loures

35

%

23

%

42

%

(32)

5 Actividade Assistencial

Considerada a distribuição por distrito, verifica-se, mais uma vez, que Lisboa representa cerca de 73% do total, Setúbal um pouco mais de 5%, Santarém regista 2%. Na Tabela XIV é possível ver es- ta distribuição em pormenor.

O aumento de consultas externas em 2007, face a 2006, é mais ele- vado ao nível das primeiras consultas do que ao nível das subsequen- tes (Gráfico 16), o que corresponde a um aumento de 29,1% nas primeiras consultas e a 2,7% nas subsequentes (Tabelas XV e XVI).

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Tabela XIV Evolução da Consulta Externa por Distrito

Consulta por Distrito 2005 2006 2007

Aveiro 75 66 61

Beja 445 517 644

Braga 36 35 34

Bragança 26 20 14

Castelo Branco 188 164 257

Coimbra 89 77 46

Évora 724 792 883

Faro 559 557 622

Guarda 54 38 58

Leiria 2.326 2.512 3.171

Lisboa 87.240 90.983 101.140

Portalegre 484 496 587

Porto 14 13 28

Santarém 3.350 3.639 3.885

Setúbal 6.543 6.900 7.333

Viana do Castelo 15 8 8

Vila Real 48 31 51

Viseu 102 114 124

Madeira 19 20 21

Açores 105 131 166

Desconhecidos 17.659 17.911 17.759

Total 119.017 125.024 136.892

Gráfico 16 Evolução da Consulta Externa

100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0

MILHARES

89

30

93 96

2005 2006 2007

32 41

Primeiras Consultas Consultas Subsequentes

(33)

5 Actividade Assistencial

Tabela XV Evolução de Primeiras Consultas

Primeiras Consultas 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 2.145 2.100 -2,1 2.710 29,0

Serviço de Dermatologia 2.340 2.680 14,5 3.821 42,6

Serviço de Gastrenterologia 1.983 1.997 0,7 2.925 46,5

Serviço de Medicina 1 812 1.023 26,0 1.656 61,9

Serviço de Medicina 2 559 604 8,1 859 42,2

Serviço de Neurologia 110 39 -64,5 233 497,4

Serviço de Oncologia Médica 536 578 7,8 491 -15,1

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 33 41 24,2 73 78,0

Departamento de Cirurgia

Serviço de Anestesiologia 2.070 2.230 7,7 2.711 21,6

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 3.044 3.315 8,9 4.096 23,6

Serviço de Cirurgia Torácica 681 708 4,0 957 35,2

Serviço de Cirurgia Vascular 1.706 1.995 16,9 2.615 31,1

Serviço de Estomatologia 240 239 -0,4 282 18,0

Serviço de Otorrinolaringologia 4.254 4.005 -5,9 5.549 38,6

Serviço de Urologia 1.892 2.066 9,2 2.586 25,2

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunoalergologia 854 986 15,5 1.137 15,3

Serviço de Imunodeficiência 445 185 -58,4 301 62,7

Serviço de Oncologia Pneumológica 376 387 2,9 440 13,7

Serviço de Pneumologia 1 1.015 992 -2,3 1.323 33,4

Serviço de Pneumologia 2 538 541 0,6 725 34,0

Serviço de Pneumologia 3 425 638 50,1 764 19,7

Serviço de Pneumologia 4 652 563 -13,7 771 36,9

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 176 167 -5,1 189 13,2

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 608 636 4,6 545 -14,3

Unidade de Reabilitação Respiratória 240 233 -2,9 166 -28,8

Unidade Técnicas Invasivas Pneumológicas 152 197 29,6 346 75,6

Outro Departamento

Serviço de Apoio Nutricional e Dietética 817 1.193 46,0 950 -20,4

Serviço de Imunohemoterapia 708 593 -16,2 794 33,9

Serviço de Medicina Física e Reabilitação 415 502 21,0 793 58,0

Serviço de Saúde Ocupacional 104 120 15,4 78 -35,0

Serviço de Psicologia 491 492 0,2 484 -1,6

Total 30.421 32.045 5,3 41.370 29,1

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(34)

5 Actividade Assistencial

Tabela XVI Evolução de Consultas Subsequentes

Consultas Subsequentes 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 7.870 7.716 -2,0 7.139 -7,5

Serviço de Dermatologia 2.116 2.410 13,9 2.337 -3,0

Serviço de Gastrenterologia 5.390 5.275 -2,1 4.541 -13,9

Serviço de Medicina 1 2.554 3.201 25,3 3.473 8,5

Serviço de Medicina 2 2.110 2.539 20,3 3.159 24,4

Serviço de Neurologia 234 69 -70,5 128 85,5

Serviço de Oncologia Médica 2.648 3.126 18,1 2.479 -20,7

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 47 77 63,8 111 44,2 Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 8.467 9.258 9,3 10.375 12,1

Serviço de Cirurgia Torácica 2.320 2.344 1,0 2.230 -4,9

Serviço de Cirurgia Vascular 2.328 2.805 20,5 3.722 32,7

Serviço de Otorrinolaringologia 8.574 8.169 -4,7 8.331 2,0

Serviço de Urologia 4.791 5.272 10,0 4.814 -8,7

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunoalergologia 2.564 2.873 12,1 2.824 -1,7

Serviço de Imunodeficiência 3.128 2.128 -32,0 2.195 3,1

Serviço de Oncologia Pneumológica 2.574 2.601 1,0 2.926 12,5

Serviço de Pneumologia 1 4.336 4.683 8,0 5.030 7,4

Serviço de Pneumologia 2 2.431 2.440 0,4 2.539 4,1

Serviço de Pneumologia 3 2.287 2.896 26,6 2.892 -0,1

Serviço de Pneumologia 4 2.350 2.382 1,4 2.851 19,7

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 1.058 1.099 3,9 1.116 1,5 Unidade de Fisiopatologia Respiratória 2.216 2.420 9,2 2.027 -16,2

Unidade de Reabilitação Respiratória 606 569 -6,1 408 -28,3

Unidade Técnicas Invasivas Pneumológicas 550 665 20,9 628 -5,6

Outro Departamento

Serviço de Apoio Nutricional e Dietética 1.285 1.426 11,0 1.395 -2,2

Serviço de Imunohemoterapia 7.990 8.830 10,5 9.736 10,3

Serviço de Medicina Física e Reabilitação 896 986 10,0 1.422 44,2

Serviço de Saúde Ocupacional 1.317 1.266 -3,9 1.310 3,5

Serviço de Psicologia 1.795 1.890 5,3 1.827 -3,3

Total 88.596 92.979 4,9 95.522 2,7

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(35)

5 Actividade Assistencial

Tabela XVII Evolução da Percentagem de Primeiras Consultas

Percentagem de Primeiras Consultas 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06 Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 21,4 21,4 -0,1 27,5 28,6

Serviço de Dermatologia 52,5 52,7 0,3 62,0 17,8

Serviço de Gastrenterologia 26,9 27,5 2,1 39,2 42,7

Serviço de Medicina 1 24,1 24,2 0,4 32,3 33,3

Serviço de Medicina 2 20,9 19,2 -8,2 21,4 11,2

Serviço de Neurologia 32,0 36,1 12,9 64,5 78,7

Serviço de Oncologia Médica 16,8 15,6 -7,3 16,5 5,9

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 41,3 34,7 -15,8 39,7 14,2 Departamento de Cirurgia

Serviço de Anestesiologia 100,0 100,0 0,0 99,9 -0,1

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 26,4 26,4 -0,3 28,3 7,4

Serviço de Cirurgia Torácica 22,7 23,2 2,2 30,0 29,4

Serviço de Cirurgia Vascular 42,3 41,6 -1,7 41,3 -0,7

Serviço de Estomatologia 12,0 13,3 10,7 15,4 15,8

Serviço de Otorrinolaringologia 33,2 32,9 -0,8 40,0 21,5

Serviço de Urologia 28,3 28,2 -0,6 34,9 24,1

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunoalergologia 25,0 25,6 2,3 28,7 12,3

Serviço de Imunodeficiência 12,5 8,0 -35,8 12,1 50,8

Serviço de Oncologia Pneumológica 12,7 13,0 1,6 13,1 0,9

Serviço de Pneumologia 1 19,0 17,5 -7,8 20,8 19,1

Serviço de Pneumologia 2 18,1 18,1 0,2 22,2 22,4

Serviço de Pneumologia 3 15,7 18,1 15,2 20,9 15,8

Serviço de Pneumologia 4 21,7 19,1 -12,0 21,3 11,3

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 14,3 13,2 -7,5 14,5 9,8

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 21,5 20,8 -3,3 21,2 1,8

Unidade de Reabilitação Respiratória 28,4 29,1 2,4 28,9 -0,5

Unidade Técnicas Invasivas Pneumológicas 21,7 22,9 5,5 35,5 55,4

Outro Departamento

Serviço de Apoio Nutricional e Dietética 38,9 45,6 17,2 40,5 -11,1

Serviço de Imunohemoterapia 8,1 6,3 -22,7 7,5 19,8

Serviço de Medicina Física e Reabilitação 31,7 33,7 6,6 35,8 6,1

Serviço de Saúde Ocupacional 7,3 8,7 18,3 5,6 -35,1

Serviço de Psicologia 21,5 20,7 -3,8 20,9 1,4

Total 25,6 25,6 0,3 30,2 17,9

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(36)

5 Actividade Assistencial

Relativamente à taxa de primeiras consultas surge uma subida de 25,6%, valor que se mantinha estável desde 2005, para 30,2% em 2007 (Gráfico 17).

O rácio de primeiras consultas em relação ao total de consultas cresceu 17,9%. Em valor absoluto o número de primeiras consultas subiu 9325, face a 2006.

Por serviço ou especialidade (Tabela XVII) verificam-se aumentos substanciais na percentagem de primeiras consultas em Gastren- terologia, Cirurgia Torácica, Cardiologia, Urologia, Otorrinolaringolo- gia e alguns serviços do Departamento de Pneumologia.

Relativamente ao número de consultas subsequentes geradas pe- las primeiras, traduzido no Índice de consultas subsequentes em função das primeiras (Gráfico 18) verifica-se, em 2007, uma diminui- ção do valor de 2,9 em 2005 e 2006 para 2,3 em 2007. Assim, pa- ra a globalidade do Hospital, cada primeira consulta gerou uma média de 2,3 consultas subsequentes em 2007.

Por serviço (Tabela XVIII) a mesma análise revela uma diminuição quase generalizada do referido índice.

Gráfico 17 Evolução da Percentagem de Primeiras Consultas

45 40 35 30 25 20 15 10 5 0

%

25,6 25,6 30,2

2005 2006 2007

Gráfico 18 Evolução do Índice de Consultas Subsequentes

3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0

2,9 2,9

2005 2006 2007

2,3

(37)

5 Actividade Assistencial

Índice Subsequentes/Primeiras Consultas 2005 2006 D % 06/05 2007 D % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 3,7 3,7 0,1 2,6 -28,3

Serviço de Dermatologia 0,9 0,9 -0,6 0,6 -32,0

Serviço de Gastrenterologia 2,7 2,6 -2,8 1,6 -41,2

Serviço de Medicina 1 3,1 3,1 -0,5 2,1 -33,0

Serviço de Medicina 2 3,8 4,2 11,4 3,7 -12,5

Serviço de Neurologia 2,1 1,8 -16,8 0,5 -68,9

Serviço de Oncologia Médica 4,9 5,4 9,5 5,0 -6,6

Unidade Cuidados Intensivos Médico-Cirúrgicos 1,4 1,9 31,9 1,5 -19,0 Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 2,8 2,8 0,4 2,5 -9,3

Serviço de Cirurgia Torácica 3,4 3,3 -2,8 2,3 -29,6

Serviço de Cirurgia Vascular 1,4 1,4 3,0 1,4 1,2

Serviço de Estomatologia 7,4 6,5 -11,0 5,5 -15,7

Serviço de Otorrinolaringologia 2,0 2,0 1,2 1,5 -26,4

Serviço de Urologia 2,5 2,6 0,8 1,9 -27,0

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunoalergologia 3,0 2,9 -2,9 2,5 -14,8

Serviço de Imunodeficiência 7,0 11,5 63,6 7,3 -36,6

Serviço de Oncologia Pneumológica 6,8 6,7 -1,8 6,7 -1,1

Serviço de Pneumologia 1 4,3 4,7 10,5 3,8 -19,5

Serviço de Pneumologia 2 4,5 4,5 -0,2 3,5 -22,4

Serviço de Pneumologia 3 5,4 4,5 -15,6 3,8 -16,6

Serviço de Pneumologia 4 3,6 4,2 17,4 3,7 -12,6

Unidade Cuidados Intensivos Pneumológicos 6,0 6,6 9,5 5,9 -10,3

Unidade de Fisiopatologia Respiratória 3,6 3,8 4,4 3,7 -2,3

Unidade de Reabilitação Respiratória 2,5 2,4 -3,3 2,5 0,6

Unidade Técnicas Invasivas Pneumológicas 3,6 3,4 -6,7 1,8 -46,2

Outro Departamento

Serviço de Apoio Nutricional e Dietética 1,6 1,2 -24,0 1,5 22,8

Serviço de Imunohemoterapia 11,3 14,9 31,9 12,3 -17,7

Serviço de Medicina Física e Reabilitação 2,2 2,0 -9,0 1,8 -8,7

Serviço de Saúde Ocupacional 12,7 10,6 -16,7 16,8 59,2

Serviço de Psicologia 3,7 3,8 5,1 3,8 -1,7

Total 2,9 2,9 -0,4 2,3 -20,4

Tabela XVIII Evolução do Índice de Consultas Subsequentes

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(38)

5 Actividade Assistencial

5.3. Actividade Cirúrgica

CIRURGIA CONVENCIONAL

A actividade cirúrgica no Hospital Pulido Valente, no que respeita à cirurgia convencional, teve um aumento de 16,1%, de 2006 para 2007 (Gráfico 19).

A Tabela XVI permite analisar esta actividade por Serviço/Especiali- dade, com a esperada diversidade de evolução de actividade entre sectores.

A actividade cirúrgica urgente realizada no Hospital Pulido Valente sofreu algumas alterações funcionais ao longo dos últimos anos.

Em 2007, a tendência mantém-se em comparação com 2006, com uma diminuição da cirurgia convencional urgente (14%) (Gráfico 20, Tabela XX).

Gráfico 19 Evolução da Cirurgia Programada

4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 0

3.184

3.771

2005 2006 2007

4.378

Tabela XIX Evolução da Cirurgia Programada

Cirurgia Convencional 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 1.049 1.280 22,0 1.472 15,0

Serviço de Cirurgia Torácica 509 492 -3,3 548 11,4

Serviço de Cirurgia Vascular 328 412 25,6 574 39,3

Serviço de Otorrinolaringologia 494 537 8,7 615 14,5

Serviço de Urologia 804 1.050 30,6 1.169 11,3

Total 3.184 3.771 18,4 4.378 16,1

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Gráfico 20 Evolução da Cirurgia Urgente

200 175 150 125 100 75 50 25 0

201

136

117

2005 2006 2007

(39)

5 Actividade Assistencial

CIRURGIA DE AMBULATÓRIO

Em 2007, face a 2006, houve um crescimento de 38%.

A Tabela XXI permite observar o comportamento desta actividade, ao longo dos três anos, de uma forma detalhada, por Serviço.

Tabela XX Evolução da Cirurgia Urgente

Cirurgia Urgente 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 157 94 -40,1 72 -23,4

Serviço de Cirurgia Torácica 14 10 -28,6 14 40,0

Serviço de Cirurgia Vascular 10 17 70,0 5 -70,6

Serviço de Otorrinolaringologia 4 2 -50,0 2 0,0

Serviço de Urologia 16 13 -18,8 24 84,6

Total 201 136 -32,3 117 -14,0

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Gráfico 21 Evolução de Cirurgia Ambulatório

1.500 1.250 1.000 750 500 250 0

988 976

2005 2006 2007

1.350

Tabela XXI Evolução de Cirurgia Ambulatório

Cirurgia de Ambulatório 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 316 323 2,2 546 69,0

Serviço de Cirurgia Torácica 3 0 -100,0 1 -

Serviço de Cirurgia Vascular 123 133 8,1 219 64,7

Serviço de Otorrinolaringologia 422 396 -6,2 474 19,7

Serviço de Urologia 124 124 0,0 110 -11,3

Total 988 976 -1,2 1.350 38,3

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Tabela XXII Taxa de Ambulatorização

Taxa de Ambulatorização 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva 23,2 20,1 -13,0 27,1 34,3

Serviço de Cirurgia Torácica 0,6 0,0 -100,0 0,2 -

Serviço de Cirurgia Vascular 27,3 24,4 -10,5 27,6 13,2

Serviço de Otorrinolaringologia 46,1 42,4 -7,9 43,5 2,6

Serviço de Urologia 13,4 10,6 -21,0 8,6 -18,6

Total 23,7 20,6 -13,2 23,6 14,6

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(40)

5 Actividade Assistencial

5.4. Hospital de Dia

A tendência de crescimento do número de sessões de Hospital de Dia verificada entre 2005 e 2006, manteve-se em 2007, muito em- bora o crescimento tenha sido inferior (Gráfico 22).

Por serviço (Tabela XXIII) os aumentos mais expressivos regista- ram-se nos hospitais de dia de Imunodeficiência e de Imunohemo- terapia (30,4 e 65,4% respectivamente).

Gráfico 22 Evolução do Número de Sessões em Hospital de Dia

25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0

20.265

2005

21.169

2006

21.278

2007

Tabela XXIII Evolução do Número de Sessões em Hospital de Dia

Sessões 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Insuficientes Cardíacos 1.769 1.900 7,4 1.903 0,2

Oncologia Médica 5.392 5.247 -2,7 2.834 -46,0

Departamento de Cirurgia

Urologia 0 463 - 437 -5,6

Departamento de Pneumologia

Imunodeficiência 4.794 4.748 -1,0 6.193 30,4

Oncologia Pneumológica 1.883 2.433 29,2 2.771 13,9

Insuficientes Respiratórios 5.547 5.324 -4,0 5.397 1,4

Outro Departamento

Imunohemoterapia 880 1.054 19,8 1.743 65,4

Total 20.265 21.169 4,5 21.278 0,5

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(41)

5 Actividade Assistencial

A análise do número de doentes assistidos em Hospital de Dia (Gráfico 23) permite concluir que este número aumentou entre 2006 e 2007, confirmando a tendência de crescimento verificada em anos anteriores.

Tal como ocorrido com o número de sessões, os aumentos mais significativos do número de doentes (Tabela XXIV) registaram-se nos Hospitais de Dia de Imunodeficiência e de Imunohemoterapia (20,9 e 38,5%, respectivamente).

Gráfico 23 Evolução de Doentes Tratados em Hospital de Dia

3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 0

1.885

2.318

2005 2006 2007

2.494

Tabela XXIV Evolução de Doentes Tratados em Hospital de Dia

Doentes Tratados 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 170 200 17,6 227 13,5

Serviço de Oncologia Médica 336 490 45,8 401 -18,2

Departamento de Cirurgia

Serviço de Urologia 0 64 - 60 -6,3

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunodeficiência 373 398 6,7 481 20,9

Serviço de Oncologia Pneumológica 183 321 75,4 344 7,2

Unidade de Reabilitação Respiratória 625 606 -3,0 650 7,3

Outro Departamento

Serviço de Imunohemoterapia 198 239 20,7 331 38,5

Total 1.885 2.318 23,0 2.494 7,6

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

O número de sessões por doente (Gráfico 24) diminuiu de 9,1, em

2006, para 8,5 em 2007.

(42)

5 Actividade Assistencial

5.5. Meios Complementares

de Diagnóstico e Terapêutica

No total dos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT’S) realizados no HPV (Tabela XXV), verificou-se um aumen- to de 3,5%, aumento este que se pode considerar razoável face aos aumentos verificados nas restantes linhas de produção que atrás foram detalhadas: internamento, consulta externa, cirurgias e hospitais de dia.

Tabela XXV Evolução do Total de MCDT’s Realizados

MCDT’s 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Departamento de Medicina

Serviço de Cardiologia 17.025 16.676 -2,0 16.618 -0,3

Unidade Técnica de Cardiologia 13.370 13.637 2,0 13.634 0

Unidade de Hemodinâmica 1.564 1.464 -6,4 1.484 1,4

Unidade de Pacing 2.091 1.575 -24,7 1.500 -4,8

Serviço de Dermatologia 3.353 3.622 8,0 4.096 13,1

Serviço de Gastrenterologia 20.685 18.602 -10,1 16.847 -9,4

Departamento de Cirurgia

Serviço de Cirurgia Vascular 585 1.105 88,9 1.053 -4,7

Serviço de Estomatologia 2.361 2.335 -1,1 3.173 35,9

Serviço de Otorrinolaringologia 10.075 9.601 -4,7 11.208 16,7

Serviço de Urologia 2.140 2.237 4,5 2.100 -6,1

Departamento de Pneumologia

Serviço de Imunoalergologia 3.609 3.335 -7,6 3.401 2,0

Unidade Técnicas Invasivas Pneumológicas 4.334 5.010 15,6 7.035 40,4 Unidade de Fisiopatologia Respiratória 29.744 27.323 -8,1 31.137 14,0 Unidade de Reabilitação Respiratória 67.384 77.448 14,9 75.082 -3,1

Apoio Domiciliário 1.865 1.753 -6,0 2.358 34,5

Outro Departamento

Serviço de Anatomia Patológica 14.569 16.006 9,9 15.871 -0,8

Serviço de Imagiologia 56.138 63.278 12,7 69.295 9,5

Serviço de Imunohemoterapia 76.229 65.805 -13,7 59.466 -9,6

Serviço de Medicina Física e Reabilitação 30.823 39.703 28,8 44.549 12,2

Serviço de Patologia Clínica 816.222 870.829 6,7 926.200 6,4

Serviço de Psicologia Clínica 5.382 4.521 -16,0 4.326 -4,3

Técnicas Gerais 18.843 22.046 17,0 26.575 20,5

Total 1.198.391 1.267.911 5,8 1.337.008 5,4

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

(43)

5 Actividade Assistencial

Em 2007, os acréscimos mais significativos registaram-se nos ser- viços de Medicina Física e Reabilitação (57,7%), Unidade Técnicas Invasivas Respiratórias (40,4%), na Dermatologia (27,5%) na Unida- de de Fisiopatologia Respiratória (14,3%) e na Cardiologia (14,0%).

A área da Medicina Física e Reabilitação revelou-se muito dinâmica em 2007, tendo introduzido novas técnicas, como a reabilitação car- dio-respiratória, a reabilitação vesico-esfincteriana, a pressoterapia e técnicas de massagem, e reforçando outras como a termoterapia e a terapia com laser, pelo que registou um aumento de actividade de 57,7%.

Tabela XXVI Evolução de MCDT’s Realizados em Cardiologia

MCDT’s 2005 2006 ∆ % 06/05 2007 ∆ % 07/06

Serviço de Cardiologia

Unidade Técnica de Cardiologia 13.370 13.637 2 13634 0

Doppler cardíaco completo 1.479 1.012 -32 1.020 1

Doppler cardíaco estudo limitado 3 8 167 10 25

Eco Modo M e 2D 1.914 1.866 -3 1.850 -1

Eco stress 18 26 44 30 15

Eco transesofágico 40 30 -25 35 17

Electrocardiogramas 7.566 7.956 5 7.925 0

Holter de 24h 794 664 -16 828 25

Mapa 591 559 -5 533 -5

Prova de esforço em tapete rolante 954 964 1 977 1

Tilt Teste 11 36 227 55 53

Outros 516 371 -28

Unidade de Hemodinâmica 1.564 1.464 -6 1484 1

Angioplastia coronária transluminal percutânea 671 458 -32 483 5

Cateterismo 865 841 -3 833 -1

Conversão eléctrica externa de arritmia, electiva 15 22 47 40 82

Outros Hemodinâmica 13 143 1000 128 -10

Unidade de Pacing 2.091 1.575 -25 1500 -5

Análise electrónica de Sistema Pacemaker 1.441 806 -44 882 9

Implantação de pacemaker 130 90 -31 61 -32

Outros Pacing 169 465 175 457 -2

Registo de electrograma intra-auricular 172 111 -35 78 -30

Registo de eletrograma intra-ventricular 158 85 -46 13 -85

Substituição de gerador (Pacemaker) 21 18 -14 9 -50

Fonte: Planeamento e Controlo de Gestão

Referências

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