• Nenhum resultado encontrado

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

Recuperação do 3° Bimestre – disciplina Filosofia – 2º Ano EM A|B

Conteúdo:

 Introdução ao período moderno

 Valorização do ser humano e da natureza

 Razão e Experiência

 Introdução ao pensamento de René Descartes

 Discurso do Método

 As quatro regras do Método

 Dualismo cartesiano

Lista de exercícios

1° (Enem/1999) "(...) Depois de longas investigações, convenci-me por fim de que o Sol é uma estrela fixa rodeada de planetas que giram em volta dela e de que ela é o centro e a chama. Que, além dos planetas principais, há outros de segunda ordem que circulam primeiro como satélites em redor dos planetas principais e com estes em redor do Sol. (...) Não duvido de que os matemáticos sejam da minha opinião, se quiserem dar-se ao trabalho de tomar conhecimento, não superficialmente mas duma maneira aprofundada, das demonstrações que darei nesta obra. Se alguns homens ligeiros e ignorantes quiserem cometer contra mim o abuso de invocar alguns passos da Escritura (sagrada), a que torçam o sentido, desprezarei os seus ataques: as verdades matemáticas não devem ser julgadas senão por matemáticos." (COPÉRNICO, N. De Revolutionibus orbium caelestium.)

"Aqueles que se entregam à prática sem ciência são como o navegador que embarca em um navio sem leme nem bússola. Sempre a prática deve fundamentar-se em boa teoria. Antes de fazer de um caso uma regra geral, experimente-o duas ou três vezes e verifique se as experiências produzem os mesmos efeitos. Nenhuma investigação humana pode-se considerar verdadeira ciência se não passa por demonstrações matemáticas."

(VINCI, Leonardo da. Carnets.)

O aspecto a ser ressaltado em ambos os textos para exemplificar o racionalismo moderno é a) a fé como guia das descobertas;

b) o senso crítico para se chegar a Deus;

c) a limitação da ciência pelos princípios bíblicos; d) a importância da experiência e da observação; e) o princípio da autoridade e da tradição;

Colégio FAAT

(2)

2° (UFPI) Na transição do feudalismo para o capitalismo, tivemos:

a) a transformação de uma sociedade estamental, com fraca mobilidade vertical e posições sociais pela origem de nascimento, para uma sociedade de classes com grande mobilidade vertical e posições sociais determinadas pelo poder econômico.

b) a transformação de uma sociedade de classes, com grande mobilidade vertical, para uma sociedade estamental com fraca mobilidade vertical e posições sociais determinadas pelo poder econômico.

c) a passagem de uma sociedade de classes para uma sociedade de castas.

d) a desorganização de uma sociedade patriarcal, com grande mobilidade vertical, para uma sociedade estamental com fraca mobilidade social.

e) a mudança de uma sociedade de castas para uma sociedade estamental. 3° (Fuvest-SP)

"Os próprios céus, os planetas e este centro [a Terra] Respeitam os graus, a precedência e as posições. Como poderiam as sociedades,

Os graus nas escolas, as irmandades nas cidades, O comércio pacífico entre praias separadas, A primogenitura e o direito de nascença,

Os privilégios da idade, as coroas, cetros, lauréis, Manter-se em seu lugar certo – não fossem os graus?"

Esses versos de Shakespeare (da peça Troilo e Gressida) revelam urna visão de mundo: a) moderna e liberal, ao tratarem das cidades, do comércio e, virtualmente, até do novo continente.

b) medieval e aristocrática, ao defenderem privilégios, graus e hierarquias como decorrentes de uma ordem natural.

c) universal e democrática, ao se referirem a valores e concepções que ultrapassam seu próprio tempo histórico.

d) clássica e monarquista, ao mencionarem instituições, como a monarquia e o direito de primogenitura, que eram características do mundo greco-romano.

e) particularista e elitista, ao expressarem hierarquias, valores e graus exclusivos da Inglaterra do século XVI.

4° (Cesgranrio-RJ) O regime monárquico absolutista, forma política predominante entre os Estados modernos europeus nos séculos XVI a XVIII, caracterizava-se, do ponto de vista político e social, pelos seguintes aspectos:

(3)

3 – caráter divino da autoridade real, situada acima das leis e dos indivíduos, considerados apenas súditos;

4- inexistência de quaisquer limites, mesmo na prática, ao exercício da autoridade despótica do monarca.

Assinale:

a) se somente os itens 1 e 3 estão corretas. b) se somente os itens 2 e 4 estão corretas. c) se somente os itens 3 e 4 estão corretas. d) se somente os itens 1 e 2 estão corretos. e) se somente os itens 2 e 3 estão corretas.

5° (Cesgranrio-RJ) Os começos do desenvolvimento científico moderno se identificam com a revolução científica do século XVII – o aparecimento de novas maneiras de pensar voltadas principalmente para o problema do conhecimento, tal como o demonstram as obras de Galileu, Bacon, Descartes, etc. Constituíram elementos característicos dessa revolução:

1 – a substituição da importância da autoridade e da tradição pelo valor da observação e da experimentação.

2 – a valorização da especulação racional em função da redescoberta das obras de Aristóteles. 3 – o triunfo do pressuposto racionalista acerca da racionalidade e inteligibilidade de um universo "escrito em linguagem matemática".

4- a superioridade filosófica e científica do racionalismo cartesiano, dedutivo, sobre o empirismo de Locke e Hume.

Assinale:

a) se somente os itens 1 e 2 estão corretas. b) se somente os itens 3 e 4 estão corretas. c) se somente os itens 1 e 3 estão corretas. d) se somente os itens 2 e 4 estão corretas. e) se somente os itens 1, 2 e 4 estão corretas. 6° (Centec-BA) Questões I e II:

(4)

Questão I:

No texto, a característica marcante do movimento humanista-renascentista é: a) espírito crítico voltado para o estímulo às mudanças

b) supremacia do mundo espiritual sobre o material c) valorização da piedade, da mansidão e da disciplina d) defesa da Igreja e da cultura medievais

e) reprodução da crença dogmática dos teólogos medievais Questão II:

A crítica dos humanistas era dirigida à sociedade: a) capitalista

b) feudal c) comunista d) escravista e) socialista

7° Na Europa, entre os séculos XI e XV, ocorreram transformações sociais, políticas, econômicas e culturais, dentre as quais não se pode citar:

a) o desenvolvimento do capital comercial. b) a dissolução gradual do trabalho servil.

c) a consolidação da influência bizantina na Igreja. d) o surgimento de uma cultura antropocêntrica. e) o início da centralização do poder político.

8° "Renascimento, Expansão Marítima e Comercial Européia. Estado Nacional, Reforma são assuntos que necessariamente devem ser relacionados, pois o processo histórico que envolve a Europa Ocidental na época é globalizante e os fatos se interpenetram".

A afirmativa acima pode ser considerada:

a) Verdadeira - pois os fenômenos históricos da época, para a região assinalada, não podem ser tomados em separado, sob pena de não entendimento do processo histórico do Ocidente. b) Falsa - pois o Renascimento foi um movimento intelectual. artístico, sem nenhuma relação com o processo de evolução comercial, política ou religiosa européia.

c) Falsa pois o Estado Nacional teve seus fundamentos em etapa posterior, principalmente no século XVIII, cor-n a Revolução Francesa, enquanto os demais movimentos indicados são do século XVI.

d) Verdadeira - se entendermos Renascimento e Expansão Marítima e Comercial Européia como um só feito, o do Renascimento Comercial no Ocidente Mediterrâneo.

(5)

9° A Europa Ocidental, nos séculos XV e XVI, sofreu diversas transformações políticas, econômicas e sociais. Sobre essas transformações podemos afirmar que:

l - o Humanismo e o Renascimento foram movimentos intelectuais e artísticos que privilegiaram a observação da natureza.

II - a Reforma Luterana, identificando-se com os segmentos camponeses alemães, difundiu-se em virtude da centralização do Estado alemão.

III - a Reforma Calvinista aproximava-se da moral burguesa, pois encorajava o trabalho e o lucro.

IV - a reação da Igreja Católica, denominada Contra-Reforma, através do Concílio de Trento (1545), tentou barrar o avanço protestante, alterando os dogmas da fé católica.

As afirmativas corretas são: a) apenas l e II. b) apenas l e III. c) apenas l e IV. d) apenas II e III. e) apenas II e IV 10° Enem (2013) TEXTO I

“Há já algum tempo eu me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que aquilo que depois eu fundei em princípios tão mal assegurados não podia ser senão mui duvidoso e incerto. Era necessário tentar seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo novamente a fim de estabelecer um saber firme e inabalável.” (DESCARTES, R. Meditações concernentes à Primeira Filosofia. São Paulo: Abril Cultural, 1973) (adaptado). TEXTO II

“É o caráter radical do que se procura que exige a radicalização do próprio processo de busca. Se todo o espaço for ocupado pela dúvida, qualquer certeza que aparecer a partir daí terá sido de alguma forma gerada pela própria dúvida, e não será seguramente nenhuma daquelas que foram anteriormente varridas por essa mesma dúvida.” (SILVA, F. L. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Moderna, 2001). (adaptado).

A exposição e a análise do projeto cartesiano indicam que, para viabilizar a reconstrução radical do conhecimento, deve-se:

(6)

11° Leia o trecho a seguir: “[…] é quase impossível que nossos juízos sejam tão puros e tão sólidos como teriam sido se tivéssemos tido inteiro uso de nossa razão desde a hora de nosso nascimento, e se tivéssemos sido conduzidos sempre por ela.” (DESCARTES, René. Discurso do Método. São Paulo: Martins Fontes. 1996, p. 17).

A Razão Cartesiana inaugurou, na modernidade, uma forma de se pensar a partir de uma linguagem racionalista, inspirada em modelos matemáticos. Esse modelo racional pretendia servir como guia para o conhecimento da realidade. Sobre o método cartesiano, é correto afirmar que:

a) tem sua formulação mais bem acabada na obra “Crítica da Razão Pura”.

b) consistia em colocar o mundo, a realidade, “entre parênteses”, operando assim em uma “redução fenomenológica”.

c) foi duramente combatido pelos filósofos contemporâneos a Descartes, não tendo assim exercido influência em nenhuma geração posterior.

d) consistia em duvidar de tudo e, a partir da dúvida, reconduzir o pensamento à possibilidade da realidade, processo que se sintetiza na frase: “penso, logo existo”.

e) tem seu apogeu no século XV, quando a entra em declínio a filosofia escolástica.

12° (PUC-PR) No livro Discurso do método (1537), Descartes estabeleceu algumas regras para bem conduzir a razão.

I. Somente acolher alguma coisa como verdadeira após conhecê-la de maneira evidente. II. Somente acolher como falso aquilo que foi estabelecido empiricamente como falso.

III. Dividir cada dificuldade a ser examinada em quantas partes forem possíveis e necessárias para resolvê-la.

IV. Refletir, antes de tudo, sobre as dificuldades em seu aspecto global; privilegiar sempre o todo em detrimento das partes.

V. Conduzir em ordem os pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o conhecimento dos mais complexos compostos.

VI. Conduzir em ordem os pensamentos, começando a examinar as coisas a partir da sua importância moral até chegar a sua importância histórica.

VII. Fazer, para todos os procedimentos, revisões e enumerações completas para ter certeza de que nada foi omitido.

VIII. Aceitar a fé como fonte do conhecimento a partir da qual tudo pode ser pensado. IX. Observar a natureza para aprender a pensar.

Correspondem a todas as regras do método apenas os enunciados: a) I, II, III e IV

(7)

13° (UEL) É amplamente conhecido, na história da filosofia, como Descartes coloca em dúvida todo o conhecimento, até encontrar um fundamento inabalável; uma espécie de princípio de reconstituição do conhecimento. Neste processo, Descartes elege uma regra metodológica que o orientará na busca de novas verdades. A regra geral que orientará Descartes na busca de novas verdades é:

a) a possibilidade do mundo externo. b) a possibilidade de unirmos corpo e alma. c) a clareza e distinção.

d) a certeza dos juízos matemáticos.

e) a idéia de que corpo e alma são entidades distintas.

14° (UEL) Leia o seguinte texto de Descartes: “[...] considerei em geral o que é necessário a uma proposição para ser verdadeira e certa, pois, como acabara de encontrar uma proposição que eu sabia sê-lo inteiramente, pensei que devia saber igualmente em que consiste essa certeza. E, tendo percebido que nada há no “penso, logo existo” que me assegure que digo a verdade, exceto que vejo muito claramente que, para pensar, é preciso existir, pensei poder tomar por regra geral que as coisas que concebemos clara e distintamente são todas verdadeiras”. (DESCARTES, R. Discurso do método. Tradução de Elza Moreira Marcelina. Brasília: Editora da Universidade de Brasília; São Paulo: Ática, 1989. p. 57.)

Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento cartesiano, é correto afirmar: a) Para Descartes, a proposição “penso, logo existo” não pode ser considerada como uma proposição indubitavelmente verdadeira.

b) Embora seja verdadeira, a proposição “penso, logo existo” é uma tautologia inútil no contexto da filosofia cartesiana.

c) Tomando como base a proposição "penso, logo existo", Descartes conclui que o que é necessário para que uma proposição qualquer seja verdadeira é que ela enuncie algo que possa ser concebido clara e distintamente.

d) Descartes é um filósofo cético, uma vez que afirma que não é possível se ter certeza sobre a verdade de qualquer proposição.

e) Tomando como exemplo a proposição "penso, logo existo", Descartes conclui que uma proposição qualquer só pode ser considerada como verdadeira se ela tiver sido provada com base na experiência.

(8)

Com base no texto, é correto afirmar:

a) O espírito possui uma ideia obscura e confusa de Deus, o que impede que esta ideia possa ser conhecida com evidência.

b) A ideia da existência de Deus, como um ser completo e independente, é uma consequência dos limites do espírito humano.

c) O conhecimento que o espírito humano possui de si mesmo é superior ao conhecimento de Deus.

d) A única certeza que o espírito humano é capaz de provar é a existência de si mesmo, enquanto um ser que pensa.

e) A existência de Deus, como uma ideia clara e distinta, é impossível de ser provada.

16° (Fepese – SC– 2012) René Descartes tornou-se famoso pela frase “Cogito, ergo sum” (penso logo existo), pilar fundamental da filosofia:

a) Racionalista. b) Fenomenológica. c) Teocêntrica. d) Empirista. e) Liberal.

17° O processo de questionamento sobre tudo o que René Descartes pensava até então ser verdadeiro pode ser chamado de:

a) Plano cartesiano. b) Teoria das ideias. c) Dúvida metódica. d) Exercício hiperbólico

e) Nenhuma das alternativas acima

18° É marcada pela descoberta de obras de Platão, desconhecidas na Idade Média, de novas obras de Aristóteles, bem como pela recuperação das obras dos grandes autores e artistas gregos e romanos: a) Filosofia Contemporânea. b) Filosofia da Renascença. c) Filosofia Moderna. d) Filosofia do Iluminismo. e) N.D.A.

(9)

a) A única certeza que tinha era a ausência de dúvidas. b) Não tinha metodologia em suas pesquisa.

c) Era empirista convicto.

d) Criou um método universal para encontrar a verdade. (mecaniscismo). e) N.D.A.

20° (Uel 2011) O principal problema de Descartes pode ser formulado do seguinte modo: “Como poderemos garantir que o nosso conhecimento é absolutamente seguro?” Como o cético, ele parte da dúvida; mas, ao contrário do cético, não permanece nela. Na Meditação Terceira, Descartes afirma: “[...] engane-me quem puder, ainda assim jamais poderá fazer que eu nada seja enquanto eu pensar que sou algo; ou que algum dia seja verdade eu não tenha jamais existido, sendo verdade agora que eu existo [...]”

(DESCARTES. René. “Meditações Metafísicas”. Meditação Terceira, São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 182. Coleção Os Pensadores.)

Com base no enunciado e considerando o itinerário seguido por Descartes para fundamentar o conhecimento, é correto afirmar:

a) Todas as coisas se equivalem, não podendo ser discerníveis pelos sentidos nem pela razão, já que ambos são falhos e limitados, portanto o conhecimento seguro detém-se nas opiniões que se apresentam certas e indubitáveis.

b) O conhecimento seguro que resiste à dúvida apresenta-se como algo relativo, tanto ao sujeito como às próprias coisas que são percebidas de acordo com as circunstâncias em que ocorrem os fenômenos observados.

c) Pela dúvida metódica, reconhece-se a contingência do conhecimento, uma vez que somente as coisas percebidas por meio da experiência sensível possuem existência real.

d) A dúvida manifesta a infinita confusão de opiniões que se pode observar no debate perpétuo e universal sobre o conhecimento das coisas, sendo a existência de Deus a única certeza que se pode alcançar.

Referências

Documentos relacionados

(2) mostra a evolução do fluxo de calor interfacial para duas tiras lingotadas com o distribuidor reto (Tira T-90) e de base inclinada (Tira T-45), respectivamente..

Ou ainda, a citação deste trabalho como prova definitiva de associação entre hereditariedade e reabsorções dentárias em Ortodontia pode traduzir também o desejo de excluir

In terms of the average dry weight matter of the aerial part of “fava d’anta” seedlings (Table 4), the best results were seen under conditions of constant temperatures at 30 and

Esterno levemente granulado, pubescente apenas na parte anterior da depressão abdominal dos machos; margem lateral externa entre o segundo e o terceiro esternito com fissura,

Tendo em vista os objetivos pelos quais essa pesquisa se orientou, em especial os objetivos específicos – investigar os significados atribuídos à formação profissional,

• Do ponto de vista do desenvolvimento da pesquisa propriamente dita, inicialmente foi realizado levantamento bibliográfico, buscando textos que

4.1 Será divulgado o Resultado Parcial de Seleção do presente Edital após conferência da documentação apresentada, considerando os indicadores de renda per

Vara Execução Fiscal Municipal da Comarca de Campo Grande (MS). Ação: Execução Fiscal. Assunto: Crédito Tributário. Exequente: Município de Campo Grande-MS, conforme certidão