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1. IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO

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Academic year: 2021

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Secretaria Municipal de Saúde - SAO JOSE DO CEDRO

CNPJ: 12.094.507/0001-30

Telefone: 4936430187 - E-mail: [email protected]

89930-000 - SAO JOSE DO CEDRO - SC

RELATÓRIO DE GESTÃO - PERIODO DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2011

RUA JOAO XXIII

Data da Posse

Nome

A Secretaria de Saúde teve mais de um gestor no período a que

se refere o RAG?

1. IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO

1.1 SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE

04/03/2010

Não

IRONI FEDRIZZI

Sim

1.4 CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

12.094.507/0001-30

08/2010

Data da Homologação do Termo de Compromisso de Gestão na

reunião da Comissão Intergestores Tripartite

Instrumento legal de criação do FMS

1.3 CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE

RODRIGO DA ROCHA DE TOLEDO

Telefone

Gestor do FMS

Resolução n° 2087, de 11/10/1993

IRONI FEDRIZZI

Sim

Lei n° 1750, de 10/07/1991

Não

trabalhador

Resolução n° 4730 Em 27/01/2010

1.2 FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE

1.6 PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS

07/2011

[email protected]

Segmento

Instrumento legal de criação do CMS

O Município possui Comissão de elaboração do Plano de

Carreira, Cargos e Salários (PCCS)?

Sim

E-mail

A Secretaria de Saúde tem Plano de Saúde aprovado pelo

Conselho de Saúde?

Período a que se refere o Plano de Saúde

O Município possui Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS)?

Secretário de Saúde

O Gestor do Fundo é o Secretário da Saúde?

Aprovação no Conselho de Saúde

Data da última Conferência de Saúde

Sim

Cargo do Gestor do FMS

1.8 REGIONALIZAÇÃO

2010 a 2013

O Município pertence a algum Colegiado de Gestão Regional

Nome do Colegiado de Gestão Regional

O Município participa de algum Consórcio

O Município está organizado em Regiões Intramunicipais

Quantas?

Sim

COLEGIADO DE GESTAO REGIONAL DO

EXTREMO OESTE DE SANTA CATARINA

Sim

Sim

2

1.5 PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

Nome do Presidente do CMS

Aderiu ao pacto pela Saúde

4936430187

CNPJ do FMS

(2)

1.9 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

As políticas públicas de saúde do município de São José do Cedro tem se voltado, de forma crescente, para o atendimento ao usuário, tendo como diretriz a Política Nacional de Humanização.

O ano de 2011 se destacou pela estabilização do quadro de profissionais e pela reorganização do processo de trabalho das equipes da ESF, incorporando na organização da demanda, a consulta médica agendada.

Podemos destacar também como diferencial, a implantação de mais uma equipe da ESF, uma equipe de NASF, investimentos nos espaços físicos das UBS, instrumentais e equipamentos e Projeto Terapêutico do Tabagismo.

2.1.1. POPULAÇÃO - SEXO E FAIXA ETÁRIA População - Perfil demográfico Faixas Etárias Homem Mulher Total

00-04 442 357 799 05-09 453 451 904 10-14 623 580 1.203 15-19 582 581 1.163 20-29 1.138 1.077 2.215 30-39 923 947 1.870 40-49 1.062 1.026 2.088 50-59 829 782 1.611 60-69 489 526 1.015 70-79 282 319 601 80+ 69 147 216 Total 6.892 6.793 13.685

2. DEMOGRAFIA E DADOS DE MORBI-MORTALIDADE

Qte % 0 13.685 0,00% 100,00% 13.684 11.556 491 44 1.588 84,45% 3,59% 0,32% 11,60% 0,04% 5

2.1. POPULAÇÃO ESTIMADA DO ANO 2011

0,00% 0 Rural Urbana Branca Preta Amarela Parda Indígena Sem declaração Qte %

População do último Censo (ano 2011)

População do último Censo (ano 2010)

Análise e considerações do Gestor sobre dados demográficos

Em uma análise comparativa com o ano de 2010, os dados demográficos apontam para uma inversão rápida da população rural em urbana, talvez explicada pela oferta de emprego na indústria e comércio e facilidade no financiamento da casa própria e oferta de terrenos na zona urbana.

A pirâmide etária aponta para uma redução do número de nascimentos, percentual elevado de jovens e adultos jovens e o aumento da expectativa de vida com uma forte tendência para o crescimento da população com idade superior a 60 anos, prevalecendo o sexo feminino.

(3)

Análise e considerações sobre Mortalidade

Como prevalência das causas de óbito no município, permanecem as neoplasias.

Identifica-se uma pequena queda no número de óbitos em consequência de doenças do aparelho circulatório e aparelho respiratório na faixa etária superior a 60 anos.

(4)

Análise e considerações sobre Morbidade

Verificamos uma discreta desaceleração nos índices de internação no ano de 2011.

Mas prevalecem como principais causas de internação hospitalar as doenças do aparelho respiratório, doenças do aparelho digestivo, gravidez, parto e puerpério, doenças do aparelho respiratório, lesões, envenenamentos e algumas outras conseqüências de causas externas.

O clima e o relevo justificam o elevado número de internações por doenças respiratórias, principalmente nos meses do inverno.

3. REDE FÍSICA DE SAÚDE, PÚBLICA E PRIVADA, PRESTADORA DE SERVIÇO AO SUS

3.1 TIPO GESTÃO

Tipo de Estabelecimento Total Municipal Estadual Dupla CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA 4 0 0 4

HOSPITAL GERAL 1 0 0 1

Total 5 0 0 5

(5)

Tipo de Estabelecimento Total Municipal Estadual Dupla

PRIVADA 4 0 0 4

MUNICIPAL 7 0 0 7

Total 11 0 0 11

4. PROFISSIONAIS SUS (Fonte: CNES)

AUTONOMO

TIPO TOTAL

INTERMEDIADO P ENTIDADE FILANTROPICA E/OU SEM

FINS LUCRATIVO 1

INTERMEDIADO POR EMPRESA PRIVADA 8

SEM INTERMEDIACAO(RPA) 6 TOTAL 15 VINCULO EMPREGATICIO TIPO TOTAL CARGO COMISSIONADO 1 CELETISTA 31

CONTRATO POR PRAZO DETERMINADO 13

EMPREGO PUBLICO 54

ESTATUTARIO 40

SEM TIPO 5

TOTAL 144

Dados não conferem com base do SCNES, uma vez que ocorreram importantes mudanças apartir do concurso público de 2010 para todas as categorias profissionais.

Análise e Considerações sobre Prestadores de Serviços ao SUS

5. PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE

Objetivo

Programada Realizada Programado Executado

Meta Anuais Recursos Orçamentários

Efetivar a Atenção Básica tendo a Saúde da Família como estratégia prioritária para sua organização de acordo com os preceitos do SUS, promovendo articulação intersetorial e com os demais níveis de complexidade da Atenção a Saúde.

• Ampliação do quadro funcional • Inscrição do município no PMAQ • Organização e fortalecimento do trabalho dos Agentes de Saúde

0,00 • 80%

• 4 Equipes • 100%

0,00

O sistema público de saúde do município possui cinco equipes de ESF atuando em três unidades básicas de saúde e uma equipe de NASF.

(6)

true

Diretriz

Programada Realizada Programado Executado

Meta Anuais Recursos Orçamentários

Buscar novas parcerias em serviços de Saúde para diminuir a demanda reprimida e aumentar a oferta de assistência.

• Buscar parceria e otimizar os encaminhamentos ao Hospital Regional de São Miguel do Oeste • Implantar a 5ª Equipe da ESF • Aumentar o número de equipes ESF com Saúde Bucal

0,00 • Realizado • Realizado • Realizado 0,00 true Objetivo

Programada Realizada Programado Executado

Meta Anuais Recursos Orçamentários

Estimular a participação da sociedade organizada na discussão,

acompanhamento, deliberação, avaliação e fiscalização da implantação das políticas públicas em Saúde.

• Readequar paritariamente o Conselho Municipal de Saúde

0,00

• Realizado 0,00

true

Diretriz

Programada Realizada Programado Executado

Meta Anuais Recursos Orçamentários

Promover a produção de conhecimento a partir do cotidiano de trabalho do servidor e da realidade vivida pela Gestão, profissionais e usuários.

• Treinar e capacitar todos os profissionais da saúde estimulando a participação nos cursos do Telessaúde-SC.

• Estimular o aumento de ações psicopedagógicas nos grupos de risco

0,00 • Realizado • Realizado 0,00 true Objetivo

Programada Realizada Programado Executado

Meta Anuais Recursos Orçamentários

Realizar ações de reforma, ampliação, modernização e construção de Unidade Básica de Saúde e serviços.

• Reformar e ampliar a capacidade instalada da UBS Padre Réus • Realizar a instalação e instrumentalização de Unidade Básica de Saúde no Bairro São Cristovão • Instrumentalizar a Unidade Básica de Saúde de Padre Réus • Climatizar os consultórios odontológicos

• Adquirir Raio-x Odontológico Digital para o Centro Municipal de Saúde

• Reformar o Centro Municipal de Saúde adequando e estabelecendo área de fluxo de materiais • Ampliar a frota de veículos

0,00 • Realizar • Realizar • Realizar • 75% • Realizado • Realizado • 30% 0,00 true Última atualização: 28/05/2012 09: 39:58

6. INDICADORES DA SAÚDE (Fonte: SISPACTO)

6.1. PACTO PELA VIDA: PRIORIDADES, OBJETIVOS E RESULTADO ALCANCADOS

PRIORIDADE: II - CONTROLE DO CANCER DE COLO DE UTERO E DE MAMA.

Objetivo: AMPLIAR A OFERTA DE MAMOGRAFIA VISANDO ALCANCAR UMA COBERTURA DE 60% DA POPULACAO ALVO. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

RAZAO ENTRE MAMOGRAFIAS REALIZADAS NAS MULHERES DE 50 A 69 ANOS E A

POPULACAO FEMININA NESTA FAIXA ETARIA, EM DETERMINADO LOCAL E ANO. 45,00 0,09 null

Objetivo: AMPLIAR A OFERTA DO EXAME PREVENTIVO DO CANCER DO COLO DO UTERO VISANDO ALCANCAR UMA COBERTURA DE 80% DA POPULACAO ALVO.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

RAZAO ENTRE EXAMES CITOPATOLOGICOS DO COLO DO UTERO NA FAIXA ETARIA DE 25 A

59 ANOS E A POPULACAO ALVO, EM DETERMINADO LOCAL E ANO. 80,00 0,21 null

Objetivo: TRATAR/SEGUIR AS LESOES PRECURSORAS DO CANCER DO COLO DO UTERO NO NIVEL AMBULATORIAL. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PERCENTUAL DE SEGUIMENTO/TRATAMENTO INFORMADO DE MULHERES COM DIAGNOSTICO DE LESOES INTRAEPITELIAIS DE ALTO GRAU DO COLO DO UTERO.

100,00 0,00 null

Avaliação da prioridade PRIORIDADE: II - CONTROLE DO CANCER DE COLO DE UTERO E DE MAMA.: Corrigindo o indicador da prioridade II que se refere a razão entre exames citopatológicos de colo de útero, na meta 2011 aparece percentual e não razão. Considerando as considerações do manual instrutivo a cerca dos indicadores de monitoramento pela saúde bienio 2010-2011 cuja meta nacional é 0,23, o município de São José do Cedro apresentou como resultado a razão de 0,38. O mesmo não acontecendo com as mamografias cujo registro não foi confiável.

PRIORIDADE: III - REDUCAO DA MORTALIDADE INFANTIL E MATERNA.

Objetivo: REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL. Não Informado 0,00 null

(7)

TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL POS-NEONATAL. Não Informado 0,00 null

Objetivo: REDUZIR A MORTALIDADE MATERNA.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DE OBITOS DE MULHERES EM IDADE FERTIL E MATERNOS INVESTIGADOS. 100,00 0,00 null

INCIDENCIA DE SIFILIS CONGENITA. Não Informado 0,00 null

Avaliação da prioridade PRIORIDADE: III - REDUCAO DA MORTALIDADE INFANTIL E MATERNA.: Sem comentários.

PRIORIDADE: IV - FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE RESPOSTAS AS DOENCAS EMERGENTES E

ENDEMIAS, COM ENFASE NA DENGUE, HANSENIASE, TUBERCULOSE, MALARIA, INFLUENZA, HEPATITE,

Objetivo: AMPLIAR A CURA DE CASOS NOVOS DE TUBERCULOSE PULMONAR BACILIFERA DIAGNOSTICADOS A CADA ANO. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DE CURA DE CASOS NOVOS DE TUBERCULOSE PULMONAR BACILIFERA 100,00 0,00 null

Objetivo: AUMENTAR A PROPORCAO DE COLETA DE AMOSTRAS CLINICAS PARA O DIAGNOSTICO DO VIRUS INFLUENZA DE ACORDO COM O PRECONIZADO.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DE AMOSTRAS CLINICAS COLETADAS DO VIRUS INFLUENZA EM RELACAO AO

PRECONIZADO 95,00 0,00 null

Objetivo: AUMENTAR O PERCENTUAL DE CURA NOS COORTES DE CASOS NOVOS DE HANSENIASE A CADA ANO PARA ATINGIR 90% DE CURA EM 2011

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DE CURA DOS CASOS NOVOS DE HANSENIASE DIAGNOSTICADOS NOS ANOS

DAS COORTES 100,00 0,00 null

Objetivo: FORTALECER A VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA DA DOENCA PARA AMPLIAR A DETECCAO DE CASOS DE HEPATITE B, E A QUALIDADE DO ENCERRAMENTO DOS CASOS POR CRITERIO LABORATORIAL.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DE CASOS DE HEPATITE B CONFIRMADOS POR SOROLOGIA. 100,00 77,78 null

Objetivo: REDUZIR A LETALIDADE DOS CASOS GRAVES DE DENGUE.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

TAXA DE LETALIDADE DAS FORMAS GRAVES DE DENGUE (FEBRE HEMORRAGICA DA DENGUE - FHD /SINDROME DO CHOQUE DA DENGUE - SCD /DENGUE COM

COMPLICACOES - DCC)

Não Informado 0,00 null

Objetivo: REDUZIR A TRANSMISSAO VERTICAL DO HIV.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

TAXA DE INCIDENCIA DE AIDS EM MENORES DE 5 ANOS DE IDADE Não Informado 0,00 null

Avaliação da prioridade PRIORIDADE: IV - FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE RESPOSTAS AS DOENCAS EMERGENTES E ENDEMIAS, COM ENFASE NA DENGUE, HANSENIASE, TUBERCULOSE, MALARIA, INFLUENZA, HEPATITE, AIDS.: É objetivo do município fortalecer e apoiar o trabalho da vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, agentes da dengue e toda a vigilância em saúde do município.

PRIORIDADE: VI - FORTALECIMENTO DA ATENCAO BASICA

Objetivo: AMPLIAR A COBERTURA POPULACIONAL DA ATENCAO BASICA POR MEIO DA ESTRATEGIA SAUDE DA FAMILIA. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DA POPULACAO CADASTRADA PELA ESTRATEGIA SAUDE DA FAMILIA. 100,00 102,84 null

Objetivo: AMPLIAR O ACESSO A CONSULTA PRE-NATAL.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PROPORCAO DE NASCIDOS VIVOS DE MAES COM 7 OU MAIS CONSULTAS DE PRE-NATAL 95,00 0,00 null

Objetivo: AMPLIAR O NUMERO DE EQUIPES DE SAUDE BUCAL (ESB) DA ESTRATEGIA SAUDE DA FAMILIA (ESF) Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

COBERTURA POPULACIONAL ESTIMADA DAS EQUIPES DE SAUDE BUCAL DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA

95,00 100,85 null

Objetivo: AUMENTAR A PREVENCAO DAS PRINCIPAIS DOENCAS BUCAIS: A CARIE DENTARIA E A DOENCA PERIODONTAL. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

MEDIA DA ACAO COLETIVA DE ESCOVACAO DENTAL SUPERVISIONADA 95,00 313,24 null

Objetivo: REDUZIR A INTERNACAO HOSPITALAR POR ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) NO AMBITO DO SUS. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

TAXA DE INTERNACOES POR ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) 8,82 3,59 null

Objetivo: REDUZIR A INTERNACAO HOSPITALAR POR DIABETES MELLITUS NO AMBITO DO SUS. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

TAXA DE INTERNACOES POR DIABETES MELLITUS E SUAS COMPLICACOES. 4,87 3,59 null

Objetivo: REDUZIR E MONITORAR A PREVALENCIA DE BAIXO PESO EM CRIANCAS MENORES DE 5 ANOS. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

PERCENTUAL DE CRIANCAS MENORES DE CINCO ANOS COM BAIXO PESO PARA IDADE 2,85 2,63 null

PERCENTUAL DE FAMILIAS COM PERFIL SAUDE BENEFICIARIAS DO PROGRAMA BOLSA FAMILIA ACOMPANHADAS PELA ATENCAO BASICA

(8)

Avaliação da prioridade PRIORIDADE: VI - FORTALECIMENTO DA ATENCAO BASICA: As ações voltadas para grupos estratégicos já repercutem no percentual de internações hospitalares.

PRIORIDADE: VII - SAUDE DO TRABALHADOR

Objetivo: AUMENTAR A IDENTIFICACAO E A NOTIFICACAO DOS AGRAVOS A SAUDE DO TRABALHADOR A PARTIR DA REDE DE SERVICOS SENTINELA EM SAUDE DO TRABALHADOR, BUSCANDO ATINGIR TODA A REDE DE SERVICOS DO SUS.

Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

NUMERO DE NOTIFICACOES DOS AGRAVOS A SAUDE DO TRABALHADOR CONSTANTES DA PORTARIA GM/MS Nº.777/04.

62,00 0,00 null

Avaliação da prioridade PRIORIDADE: VII - SAUDE DO TRABALHADOR: Sem comentários.

PRIORIDADE: XI - SAUDE DO HOMEM

Objetivo: AMPLIAR O ACESSO A CIRURGIAS DE PATOLOGIAS E CANCERES DO TRATO GENITAL MASCULINO. Meta2011 Resultado2011

Indicadores Unidade

NUMERO DE CIRURGIAS PROSTATECTOMIA SUPRAPUBICA POR LOCAL DE RESIDENCIA. Não Informado 0,00 null

Avaliação da prioridade PRIORIDADE: XI - SAUDE DO HOMEM: Sem comentários.

Alguns indicadores nos mostram onde há fragilidade em nosso sistema e onde devemos implementar ações de prevenção e promoção a saúde e/ou melhorar a qualidade da informação. Este relatório foi elaborado pela equipe de gestão, apresentado, analisado e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde, conforme Ata em anexo.

AVALIAÇÃO GERAL DAS PRIORIDADES

6.2 INDICADORES DE GESTÃO: RESPONSABILIDADES

RESPONSABILIDADES GERAIS

Última atualização: 31/05/2012 08: 10:07

Eixo: RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS

Indicadores Meta 2011 Resultado 2011

PERCENTUAL DE REALIZACAO DAS ANALISES DE VIGILANCIA DA QUALIDADE DA AGUA, REFERENTE AO PARAMETRO COLIFORMES TOTAIS.

0,00 31,94

PROPORCAO DE OBITOS NAO FETAIS INFORMADOS AO SIM COM CAUSA BASICA DEFINIDA.

0,00 Não Informado

PROPORCAO DE CASOS DE DOENCAS DE NOTIFICACAO COMPULSORIA (DNC) ENCERRADOS OPORTUNAMENTE APOS NOTIFICACAO

0,00 100,00

COBERTURA VACINAL COM A VACINA TETRAVALENTE (DTP+HIB) EM CRIANCAS MENORES DE UM ANO.

0,00 97,56

Eixo: REGULACAO, CONTROLE, AVALIACAO E AUDITORIA

Indicadores Meta 2011 Resultado 2011

INDICE DE ALIMENTACAO REGULAR DA BASE DE DADOS DO CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTOS DE SAUDE (CNES).

0,00 100,00

A estabilização dos profissionais tem facilitado a manutenção de dados atualizados no CNES

AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DA GESTÃO

7. DEMONSTRATIVO DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS (Fonte: SIOPS)

7.1 BLOCO DE FINANCIAMENTO

Última atualização: 30/05/2012 16:

14:18 RECEITAS (R$) DESPESAS (R$) RP/Outros Pagamentos Saldo Finan. do Exercício Atual Op. Crédito /Rend. /Outros Saldo Finan. do Exercício Anterior Federal

Total Dotação Empenhada Liquidada Paga Orçada Recursos

Próprios Transferência fundo a fundo

Movimentação Financeira Estadual Outros Município s Atenção Básica 1.130.728,4 2 273.596,51 0,00 2.634.437,4 7 2.640.785,17 2.640.785,1 7 2.640.785, 17 0,00 0,00 2.357.242, 253.918,62 247.570,92 87 2.723.247,2 5 1.230.112,5 4 Atenção de MAC Ambulatorial e Hospitalar 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Vigilância em Saúde 39.199,56 0,00 0,00 2.428.088,1 2 2.248.529,09 2.229.518,2 9 2.201.140, 20 0,00 0,00 1.993.731, 273.198,41 500.146,33 74 2.734.183,5 4 2.388.888,5 6 Assistência Farmacêutica 78.206,44 62.363,35 0,00 0,00 365.662,83 361.145,38 361.145,38 361.145,38 371.124,2 0,00 25.397,28 29.914,73 8 0,00 225.093,04 Gestão do SUS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Convênios 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Prestação de Serviços de Saúde 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

(9)

Sem comentários.

Análise sobre a Utilização dos Recursos

7.2. INDICADORES FINANCEIROS (Fonte: SIOPS)

Última atualização: 30/05/2012 16: 14:18

Participação da receita de impostos total do município 6,16%

Participação das transferências intergovernamentais na receita total do Município 69,45% Participação % das Transferências para a Saúde (SUS) no total de recursos transferidos para o Município 7,13% Participação % das Transferências da União para a Saúde no total de recursos transferidos para a saúde no 78,79% Participação % das Transferências da União para a Saúde (SUS) no total de Transferências da União para o Município 11,91% Participação % da Receita de Impostos e Transferências Constitucionais e Legais na Receita Total do Município 64,10% Despesa total com Saúde, sob a responsabilidade do Município, por habitante 382,30% Participação da despesa com pessoal na despesa total com Saúde 59,85% Participação da despesa com medicamentos na despesa total com Saúde 7,35% participação da desp. com serviços de terceiros - pessoa jurídica na despesa total com Saúde 19,09% Participação da despesa com investimentos na despesa total com Saúde 3,00% Participação das transferências para a Saúde em relação à despesa total do Município com saúde 30,28% Participação da receita própria aplicada em Saúde conforme a EC 29/2000 20,49%

Análise e considerações sobre os Indicadores Financeiros

Sem comentários.

8.1. RECEITAS

RECEITAS PREVISÃO INICIAL

(R$)

PREVISÃO ATUALIZADA (a) (R$)

RECEITAS ATUALIZADAS Jan a Dez (b) (R$) % (b/a) RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS

CONSTITUCIONAIS LEGAIS (I)

114,79 14.680.277,23 16.852.277,66

14.680.277,23

Impostos 1.322.968,00 1.322.968,00 1.562.840,43 118,13

Multas, Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos 4.300,80 4.300,80 3.758,80 87,39

Dívida Ativa dos Impostos 12.185,00 31.189,47 37.325,57 119,67

Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos

119,67 12.185,00 15.440,44

31.189,47

Receitas de Transferências Constitucionais e Legais 13.309.633,96 13.309.633,96 15.232.912,42 114,45

Da União 7.111.440,90 7.111.440,90 8.005.828,95 112,57

Do Estado 6.198.193,06 6.198.193,06 7.227.083,47 116,59

TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS (II)

117,30 1.350.419,96 1.584.094,28

1.350.419,96

Da União para o Município 1.080.956,24 1.080.956,24 1.248.134,42 115,46

Do Estado para o Município 266.213,72 266.213,72 335.959,86 126,19

Demais Municípios para o Município 0,00 0,00 0,00 0,00

Outras Receitas do SUS 3.250,00 3.250,00 0,00 0,00

RECEITA DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) 0,00 0,00 0,00 0,00

OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS 21.086.153,58 7.728.844,35 10.900.436,35 141,03

(-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEB 2.661.926,78 2.661.926,78 3.047.144,44 114,47

TOTAL 21.097.614,76 21.097.614,76 26.289.663,85 124,60

(10)

8.2. DESPESAS COM SAÚDE

DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) (R$) DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS Jan a Dez (d) (R$) % ((d+e)/c) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR

NÃO PROCESSADOS (e) (R$) Dez (d) (R$)

8.2.1. DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza de Despesa)

DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza de Despesa)

DESPESAS CORRENTES 3.777.715,90 5.291.567,89 5.074.487,04 19.010,80 96,25

Pessoal e Encargos Sociais 2.241.024,65 3.179.930,27 3.131.824,94 0,00 98,48

Juros e Encargos da Dívida 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Outras Despesas Correntes 1.536.691,25 2.111.637,62 1.942.662,10 19.010,80 92,89

DESPESAS DE CAPITAL 144.620,00 165.862,90 156.961,80 0,00 94,63

Investimentos 144.620,00 165.862,90 156.961,80 0,00 94,63

Inversões Financeiras 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Amortização da Dívida 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

TOTAL DAS DESPESAS COM SAÚDE (IV) 3.922.335,90 5.457.430,79 5.231.448,84 19.010,80 96,20

8.2.2.DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE, AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE E SERVIÇOS PÚ BLICOS DE SAÚDE DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) (R$) LIQUIDADAS Jan a Dez (d) (R$) % ((d+e)/c) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR

NÃO PROCESSADOS (e) (R$) Dez (d) (R$)

DESPESAS EXECUTADAS

DESPESAS COM SAÚDE N/A N/A 5.231.448,84 19.010,80 100,00

(-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS

N/A N/A

(-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE

34,21

1.794.982,91 1.681,56

N/A N/A

Recursos de Transferências do Sistema Único de Saúde - SUS

30,28

1.588.685,54 1.301,56

N/A N/A

Recursos de Operações de Crédito N/A N/A 0,00 0,00 0,00

Outros Recursos N/A N/A 206.297,37 380,00 3,93

(-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE

0,00 N/A

N/A

TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

65,78 3.453.795,17

N/A N/A

PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSPARÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL <15%> [( V - VI )]

[( V - VI )]

8.5. PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE

IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSPARÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS

PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL <15%>²[(V - VI)/I]

20,49

DESPESAS COM SAÚDE (por subfunção) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) (R$) DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS Jan a Dez (d) (R$) % ((d+e)/c) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR

NÃO PROCESSADOS (e) (R$) Dez (d) (R$)

8.5.1.DESPESAS COM SAÚDE (por subfunção)

3.814.974,93 5.279.861,82 5.090.631,77 170.408,25 96,73

Atenção Básica

52.550,00 102.538,00 97.047,83 5.490,17 1,88

Assistência Hospitalar e Ambulatorial

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Suporte Profilático e Terapêutico

14.181,29 29.401,29 16.341,03 13.060,26 0,54

Vigilância Sanitária

23.029,68 28.029,68 12.154,71 15.685,97 0,51

Vigilância Epidemiológica

CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VÍNCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES

RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS

8.3. CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VÍNCULADOS SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES

Cancelados em 2011 (R$) Inscritos em exercícios anteriores (R$)

(11)

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Alimentação e Nutrição 17.600,00 17.600,00 15.273,50 2.326,50 0,32 Outras Subfunções 3.922.335,90 5.457.430,79 5.231.448,84 206.971,15 100,00 TOTAL

Considerações Gerais sobre demonstrativo orçamentário

O financiamento do setor saúde ainda é insuficiente para atender as necessidades vigentes acarretando ao município um investimento muito maior do que preconizado pela legislação.

9. ANÁLISE E CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O RELATÓRIO DE GESTÃO

9.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Com a utilização do SARGSUS o município tem em mãos uma ferramenta para análise da gestão.

A busca pela qualidade e resolutividade é premissa na construção de nossas ações, sempre considerando a universalidade, o acesso e a equidade.

9.2. RECOMENDAÇÕES PARA A PRÓXIMA PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE E/OU REDIRECIONAMENTOS

PARA O PLANO DE SAÚDE

• Melhorar a qualidade e consistência dos dados informados pelas equipes; • Monitorar e realizar busca ativa dos faltosos dos grupos prioritários;

• Intensificar o processo de análise dos dados junto as equipes, interpretando resultados e identificando pendências; • Garantir o cumprimento das metas do PMAQ;

• Implantar o Laboratório Regional de Próteses Odontológicas-LRPD; • Criar um espaço de estudo nas unidades básicas de saúde; • Instituir e implantar os protocolos assistencias de enfermagem;

• Criar calendário de licitações, evitando o desabastecimento de medicamentos e materiais de consumo; • Implantar programa de gerenciamento de estoque e dispensação, baseado em série histórica; • Construção de mais um consultório odontológico;

• Intensificar ações de educação continuada tanto para as equipes quanto para os grupos estratégicos; • Implantar plano de cargos e salários;

• Construir a Unidade Básica de Saúde São Cristovão; • Reformar o Posto de Saúde da Linha Mariflor;

• Realizar o acompanhamento antropométrico de crianças e adultos conforme rotina estabelecida pelo SISVAN; • Capacitar todos os profissionais concursados que não realizaram o Curso Introdutório em 2009.

9.3. ARQUIVOS ANEXOS

Documento Tipo de Documento

(12)

10. APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO DE GESTÃO

1º TRI

2º TRI

3º TRI

4º TRI

Enviado ao Conselho de Saúde em

Enviado para Câmara de Vereadores em

09/03/2012 26/08/2011

Enviado ao Conselho de Saúde para apreciação em

Apreciado pelo Conselho de Saúde em

Resolução da Apreciação Status da Apreciação

Parecer do Conselho de Saúde Todos os itens deste instrumento de gestão foram expostos para o Conselho Municipal de Saúde, analisados e aprovados por unanimidade.

Enviado ao Tribunal de contas a que está jurisdicionando em

18/05/2012

Data 18/05/2012 Reenviado ao Conselho de Saúde para reapreciação em

Reapreciado pelo Conselho em

10.2.2. INFORMAÇÕES DO CONSELHO DE SAÚDE

10.2.1. INFORMAÇÕES DO GESTOR

10.2. RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO (RAG)

Data de Recebimento do RAG pelo CS 18/05/2012

Enviado à Câmara de Vereadores em

Aprovado 18/05/2012

022012 Enviado para Câmara de Vereadores em

10.1 RELATÓRIO TRIMESTRAL (Lei 8.689/1993 e Dec. 1.651/1995)

SAO JOSE DO CEDRO - SC, ____de __________________de _____.

Referências

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