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Observatório Socioeconômico SERTÂNIA

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Academic year: 2021

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Apresentação

Este trabalho tem o objetivo de condensar informações básicas sobre o Município, 

fornecendo dados históricos, socioeconômicos e culturais.

Os dados aqui apresentados são, em sua maioria, originários de fontes secundárias 

de informações, principalmente: o IBGE, DATASUS, a STN – Secretaria do Tesouro 

Nacional e o INEP/MEC.

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Observatório Socioeconômico

SERTÂNIA

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Histórico

No  final  do  século  XVII  (1782),  Antão  Alves  de  Souza,  natural  de  Vitória  de  Santo  Antão,  mudou­se para Moxotó, no intuito de desenvolver negócios de gado. Lá chegando, casou­se  com  D.  Catarina,  filha  do  português  Raimundo  Ferreira  de  Brito,  fundou  uma  fazenda  de  gado nas terras do sogro.

Na primeira década do século XIX, Antão Alves iniciava a construção de uma igreja sob orago  de Nossa Senhora da Conceição, concedendo, em 1810, para patrimônio da igreja, uma data  de  uma  légua  quadrada  de  terra.  O  nascimento  de  uma  povoação  foi  uma  consequência  normal  do  costume  sertanejo  de  construir  residências  ao  redor  das  igrejas,  principalmente  em terras onde a água existisse em abundância. Como o rio Moxotó banhava a povoação, o  seu progresso foi rápido e constante.

Os registros informam que Sertânia foi elevado à categoria de distrito em 1942, com o nome  de Alagoa de Baixo. Nesta mesma data foi criada a sua freguesia, cuja sede foi transferida,  posteriormente,  para  o  povoado  de  Jeritacó.  O  topônimo  Sertânia  significa:  "CIDADE  SERTANEJA".

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Município de Sertânia

Unidade Federativa:

 Pernambuco (PE).

Mesorregião:

 Sertão Pernambucano.

Microrregião:

 Moxotó.

Região de Desenvolvimento:

 Sertão do Moxotó.

Municípios Limítrofes:

 Estado da Paraíba e Iguaraci (N); Ibimirim, Tupanatinga, Buíque e  Arcoverde (S); estado da Paraíba (L); Custódia (O).

Acesso Rodoviário:

 BR­110 e BR­232.

Distância até a Capital (Recife):

 311 Km.

Data da Instalação:

 14/05/1878.

Gentílico:

 sertaniense.   Fonte: Banco de Dados de Pernambuco – BDE; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

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Formação Político Administrativa

Prefeito:

 

Lucicleide Xavier Ferreira dos Santos (PSB)

Vice­Prefeito:

 

Francisco Jalvacy D. Ferreira 

Bandeira do Município:

 

 

Vereadores:

 

Antônio Henrique Ferreira dos Santos Antônio Monteiro de Almeida Bartolomeu Brasiliano de Melo Dorgival Rodrigues dos Santos José Damião da Silva José de Vasconcelos Silva José Etelvino Lins de Albuquerque Junior Márcia Maria Rufino Ferreira Severino Veras

Observatório Socioeconômico

Fonte: União dos Vereadores de Pernambuco. Disponível em http://www.uvp.com.br. Sítio Pernambuco Imortal. Disponível em http://pernambucoimortal.com. Acesso em 03 de agosto  de 2012.

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Características Demográficas

População Total:

 33.787 hab.

População Economicamente Ativa (PEA): 

11.947

Eleitores:

 22.836

Densidade Demográfica:

 13,95 hab/Km².

Homens:

 16.500

Mulheres:

 17.287

Alfabetizados:

 23.015

Cor Branca:

 12.047

Cor Preta:

 1.288

Cor Parda:

 20.073

Indígena:

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Observatório Socioeconômico

População Urbana:

 18.557

População Rural:

 15.230

Taxa de Urbanização:

 54,92%

Taxa de Ruralização:

 45,08%

Expectativa de vida*:

 67,43 anos.

Taxa de Fecundidade**:

 2,57 * Quantos anos, em média, espera­se que viva um recém­ nascido. IBGE, 2000. ** Nº médio de filhos que uma mulher teria ao final de  sua idade reprodutiva. IPEA, 2000.  Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2010; Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA.

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Observatório Socioeconômico

Características Geográficas

Território:

 2.421,51 Km².

Latitude e Longitude:

 08º 04' 25" Sul, 37º 15' 52" Oeste.

Altitude:

 558 m.

Ocorrência Mineral Predominante:

 Mármore.

Bioma:

 Caatinga.

CEP:

 56.600­000

Vegetação: 

Predomina a caatinga hiperxerófila.

Clima:

 Semi­árido quente, de curto período chuvoso, com período de 7 meses secos, sendo que os maiores valores anuais  de pluviometria ocorrem nos meses de março e abril, enquanto que a temperatura média anual é da ordem de 25ºC.

Relevo:

 Varia de plano a suave­ondulado.

Solo:

 O município de Sertânia encontra­se inserido, geologicamente, na Província Borborema, estando constituído pelos  litotipos  dos  complexos  Floresta,  Sertânia  e  Pão  Açúcar,  da  Suíte  Camalaú,  dos  complexos  Lagoa  das  Contendas  e  Vertentes, dos Granitóides Indiscriminados, dos complexos Surubim­Caroalina e Irajaí, das suítes Calcialcalina de Médio a  Alto Potássio Itaporanga e Shoshonítica Ultrapotássica Triunfo, e dos Depósitos Coúvio­eluviais. Predominam os solos do  tipo Bruno não Cálcico( BNC) ocupando 45% da área do município e os Planossolo Solonetz Solodizado (PLSS) com 35%.  Com menores áreas aparecem os tipos Podozólico Vermelho­Amarelo (PVA­2,5%), Regossolo (RS­2%), Solos Aluviais (SA­ 0,5%) e Solos Litólicos (SL­1,5%). Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2012; Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM, 2010. 

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Observatório Socioeconômico

Hidrografia

Demanda Urbana de Água:

 57 Lts/s.

Precipitação Pluviométrica:

 570,50 mm em 2011. 

Mananciais:

 Poços Amazonas, Poços Jatobá e Açude Barra.

Participação do Manancial na oferta de Água:

 45%, 46% e 9% respectivamente.

Situação do Manancial:

 Satisfatório. O município de Sertânia está totalmente inserido na bacia hidrográfica do rio Moxotó. Fonte: Agência Nacional de Águas – ANA. 2011; Agência Pernambucana de Águas e Clima – APAC, 2011. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM, 2010. 

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Observatório Socioeconômico

Renda

Produto Interno Bruto – PIB Municipal:

 R$ 161.627.000,00 a preços correntes. 

PIB per capita:

 R$ 4.783,70

Renda Média População Urbana:

 R$ 1.545,17

Índice de Gini*:

 0,43

Renda Média População Rural:

 R$ 763,33

Comércio Internacional

Importação:

 $ 0,00 (US$ Free on Board** – FOB)

Exportação:

 $ 0,00 (US$ – FOB) * O Índice de Gini, criado pelo matemático italiano Conrado Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de  renda  em  determinado  grupo.  Ele  aponta  a  diferença  entre  os  rendimentos  dos  mais  pobres  e  dos  mais  ricos.  Numericamente, varia de zero a unidade, sendo que o valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a  mesma renda e o valor um está no extremo oposto, isto é, uma só pessoa detém toda a riqueza (IPEA, 2012).

**  Free  on  Board:  O  vendedor encerra suas obrigações  quando a  mercadoria transpõe a  amurada  do  navio  no porto de  embarque indicado e, a partir daquele momento, o comprador assume todas as responsabilidades quanto a perdas e danos. 

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Observatório Socioeconômico

Arrecadação de Tributos

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS: 

R$ 2.857.906,20

Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI:

 R$ 6.329,34

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA:

 R$ 347.037,90

Imposto Territorial Rural – ITR:

 R$ 11.034,89

Imposto Sobre Serviços – ISS:

 R$ 2.221.346,56

Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – ITBI:

 R$ 64.777,26

Transferências Constitucionais

Fundo de Participação dos Municípios – FPM:

 R$ 16.246.779,48 Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional – STN, 2011. (R$ 1,00)  preços correntes.

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Observatório Socioeconômico

Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional – STN, 2011. (Valores expressos na escala de R$ 1,00 e a preços correntes).  Legislativo Judiciário Administração Seg. Pública Assist. Social Saúde Educação Cultura Urbanismo Habitação Saneamento Gestão Ambiental Ciência e Tecnologia Agricultura Indústria Comércio e Serviços Energia Transporte Desporto e Lazer R$ 0,00 R$ 2.000.000,00 R$ 4.000.000,00 R$ 6.000.000,00 R$ 8.000.000,00 R$ 10.000.000,00 R$ 12.000.000,00 R$ 14.000.000,00 R$ 16.000.000,00 R$ 1.725.932,29 R$ 121.173,63 R$ 3.445.005,18 R$ 0,00 R$ 1.646.072,62 R$ 9.447.194,14 R$ 13.510.685,23 R$ 1.817.028,85 R$ 5.640.176,30 R$ 0,00 R$ 9.859,35 R$ 855.588,91 R$ 0,00 R$ 2.653.493,39 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 437.983,87 R$ 205.144,01

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Observatório Socioeconômico

Dados Sociais

Média de pessoas por domicílio:

 3,47

Famílias que recebem o Benefício Bolsa Família:

 5.814

Índice de Desenvolvimento Humano – IDH:

 0,65

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – IFDM:

 0,6998

Número de famílias inscritas no Cadastro Único:

 7.520

Criado  por  Mahbub  ul  Haq  com  a  colaboração  do  economista  indiano  Amartya  Sen,  ganhador  do  Prêmio  Nobel  de  Economia de 1998, o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos os  aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem indica "o melhor lugar no mundo  para  se  viver".  Varia  de  0  a  1,  onde  a  unidade  representa  a  melhor  condição  dos  três  pilares  que  o  constituem:  saúde,  educação e renda.

O  Índice  FIRJAN  de  Desenvolvimento  Municipal  (IFDM)  é  um  estudo  anual  do  Sistema  FIRJAN  que  acompanha  o  desenvolvimento dos municípios brasileiros em três áreas: Emprego & Renda, Educação e Saúde. O índice varia de 0 a 1 e  quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento da localidade. O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de  baixa renda, entendidas como aquelas que têm: a) renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (½ Salário Mínimo  – SM) ou b) renda mensal total de até três salários mínimos (3 SM). Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social – MDS/CadÚnico, 2011; Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), 2009; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento  – PNUD/Atlas do Desenvolvimento Humano/IDH, 2000.

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Observatório Socioeconômico

Condições de Vida

Taxa de Mortalidade Geral:

 2,26

Número de óbitos:

 248

Nascidos Vivos:

 497

Número de domicílios com internet: 

898 Fonte: IBGE/Censo Demográfico, 2010. Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP/Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – Portal ODM, 2011. 29,50% 40,80% 29,80%

Abaixo Linha Indigência < ¼ SM Acima Linha Pobreza > ½ SM Entre Indigência e Pobreza

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Estabelecimentos de Ensino (Fundamental e Médio):

 75 Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais ­ INEP/Censo Educacional 2009. Compreende o somatório do número de docentes e matrículas da rede federal, estadual, municipal e privada. 5.672 1.460 297 109

Nº Matrícula Ensino Fundamental Nº Matrícula Ensino Médio Nº Docentes Ensino Fundamental Nº Docentes Ensino Médio

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

Taxa  de  aprovação,  reprovação  e  abandono  nos  Níveis  de  Ensino  Fundamental  de  8  e  9  anos  e  Médio.  Os  cálculos das taxas são baseados nas informações sobre o movimento e o rendimento dos alunos.

Tx. Aprovação Ensino Fundamental

Tx. Aprovação Ensino Médio

Tx. Reprovação Ensino Fundamental

Tx. Reprovação Ensino Médio

Tx. Abandono Ensino Fundamental

Tx. Abandono Ensino Médio 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% 87,9% 84,6% 9,3% 8,7% 2,8% 6,7%

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb  foi  criado  pelo  Inep  em  2007,  varia  de  zero  a  dez.  Sintetiza  dois  conceitos  igualmente  importantes  para  a  qualidade  da  educação:  aprovação  e  média  de  desempenho  dos  estudantes  em  língua  portuguesa  e  matemática. O indicador é calculado a partir dos dados  sobre  aprovação  escolar,  obtidos  no  Censo  Escolar,  e  médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e  a Prova Brasil.

A taxa de analfabetismo é maior entre as pessoas com  idade superior a quinze anos. Incentivar o programa  Educação de Jovens e Adultos (EJA)  é uma  maneira  de diminuir este índice.

Tx. Analfabetismo < 15 anos Tx. Analfabetismo > 15 anos 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 14,50 33,60

Ideb obtido Ideb Meta 3,1 3,1 3,2 3,2 3,3 3,3 3,4 3,4 3,5 3,5 3,2 3,5

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

O  Exame  Nacional  do  Ensino  Médio  (Enem)  é  uma  avaliação  cujos  resultados  podem  ser  utilizados para:  (1)  compor  a  avaliação  de  medição  da  qualidade  do  Ensino  Médio  no  país;  (2)  a  implementação  de políticas  públicas;  (3)  a  criação  de  referência  nacional  para  o  aperfeiçoamento  dos  currículos  do  Ensino Médio  e  (4)  o  desenvolvimento  de  estudos  e  indicadores  sobre  a  educação  brasileira.  Neste  exame, busca­se  aferir  as  competências  e  habilidades  desenvolvidas  pelas  estudantes  ao  fim  da  escolaridade  básica. Esta  aferição  é  realizada  por  meio  de  uma  redação  e  de  provas  objetivas  que  avaliam  quatro  áreas  do conhecimento:  Linguagens,  Códigos  e  suas  Tecnologias,  Ciências  Humanas  e  suas  Tecnologias,  Ciências  da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias.

ENEM (Escolas Públicas Estaduais) ENEM (Escolas Públicas Municipais) ENEM (Escolas Privadas) 0,00 100,00 200,00 300,00 400,00 500,00 600,00 514,33 0,00 0,00

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Observatório Socioeconômico

Empregos por atividade formal

Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS/Ministério do Trabalho e Emprego – MTE/Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, 2010. 

A Relação Anual de Informações Sociais – RAIS constitui uma das principais fontes de informações sobre o mercado  de  trabalho  formal,  apresentando  uma  história  de  dados  bem  consolidada  e  de  qualidade,  capaz  de  subsidiar  diagnósticos  e  fundamentar  políticas  públicas,  tanto  nos  aspectos  do  setor  privado,  quanto  do  setor  público,  permitindo aos gestores atuar sobre cenários desfavoráveis, em busca de uma maior equidade social. 

Agropecuária Extrativa Mineral Indústria de Transformação Construção Civil Comércio Serviços Adm. Pública 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 39 9 133 1.280 309 108 1.035

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Observatório Socioeconômico

Pecuária

Fonte: Produção da Pecuária Municipal – PPM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Bovinos Equinos Bubalinos Asininos Muares Suínos Caprinos Ovinos Galos, Frangas, Pintos Galinhas Codornas Coelhos 0 20.000 40.000 60.000 80.000 100.000 120.000 140.000 160.000 27.000 2.500 0 1.200 400 5.800 150.000 100.000 38.000 25.000 2.800 0

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Observatório Socioeconômico

Produção de origem animal

Fonte: IBGE/Séries Estatísticas & Históricas, 2010.

Leite (lts) Ovo galinha (dúzia) Ovo Codorna (dúzia) Mel Abelha (Kg) Casulo Bicho Seda (Kg) Lã (Kg) 0 500.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 3.500.000 4.000.000 4.500.000 3.833.000 78.000 26.000 0 0 0

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Lavoura Temporária

 

O

bs

er

va

ri

So

ci

oe

co

n

ôm

ic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 1.800 2.000 0 40 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.740 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.860 0 0 0 300 0 0 Toneladas

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Lavoura Temporária (Área Plantada x Colhida)

 

O

bs

er

va

ri

So

ci

oe

co

n

ôm

ic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 1.000 2.000 3.000 4.000 0 40 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.100 0 0 0 10 0 0 Hectares

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 1.000 2.000 3.000 4.000 0 40 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.100 0 0 0 10 0 0 Hectares

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Lavoura Temporária (Valor Produção em R$ mil)

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 3.000 0 32 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2.610 0 0 0 0 0 0 0 0 0 651 0 0 0 180 0 0 (R$ mil)

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Lavoura Permanente

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 40 0 0 0 18 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Toneladas

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Lavoura Permanente (Área Plantada e Colhida)

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 1 2 3 4 5 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Hectares Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 1 2 3 4 5 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Hectares

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Lavoura Permanente (Valor da Produção – R$ mil)

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 5 10 15 20 25 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 20 0 0 0 11 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 (R$ mil)

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Observatório Socioeconômico

Serviços Urbanos e Hospedagem

Empreendedorismo Individual*

36 EI cadastrados em 2011. *O Empreendedor Individual – EI é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.  Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano, não ter participação em  outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Fonte: IBGE/Cadastro Nacional de Empresas – CNE, 2011. Banco Central do Brasil – BCB, 2011. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, 2011. Nº Empresas Nº Bancos Nº Hotéis Nº Pousadas Nº Leitos 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 466 4 3 2 169

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Observatório Socioeconômico

Frota

Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN/Departamento de Trânsito de Pernambuco – DETRAN, 2012. Automóvel Caminhões Caminhonetes Micro-ônibus Motocicletas Ônibus Reboque Semi-Reboque Utilitário 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 2.422 374 617 31 6.460 38 36 38 9

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Observatório Socioeconômico

Dados sobre a Saúde

Fonte: Ministério da Saúde/DATASUS/Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, 2011.

O Ministério da Saúde através da Portaria nº 1.101,  de  12  de  junho  de  2002,  estima  em  2,5  a  3  a  necessidade  de  leitos  para  cada  grupo  de  mil  habitantes.

As  informações  disponíveis  são  geradas  a  partir  dos  dados  enviados  pelas  Secretarias  Municipais  e  Estaduais  de  Saúde  através do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de  Saúde (CNES/SUS) e consolidadas no Banco de Dados Nacional  pelo  DATASUS,  conforme  determina  a  Portaria  SAS/SE/MS  nº  49  de  4  de  julho  de  2006  e  SAS/MS  311  de  14  de  maio  de  2007. 

Estabelecimento Saúde SUS Leitos Internação Farmacêutico Médico Enfermeiro Fisioterapeuta Fonoaudiólgo Nutricionista Odontólogo Psicólogo 0 10 20 30 40 50 60 70 80 18 76 2 14 5 3 1 0 4 2

Mortalidade Infantil/1000 hab. Leitos/1000 hab. 0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 14,08 2,25

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Observatório Socioeconômico

Dados sobre a Saúde

Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, 2011. Departamento de Atenção Básica – DAB/Atenção Básica e a Saúde da Família. 

Os  princípios  fundamentais  da  atenção  básica  no  Brasil  são:  integralidade,  qualidade,  equidade  e  participação  social.  Mediante  a  adstrição  de  clientela,  as  equipes  Saúde  da  Família  estabelecem  vínculo  com  a  população,  possibilitando  o  compromisso e a corresponsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade. Seu desafio é o de ampliar suas  fronteiras  de  atuação  visando  uma  maior  resolubilidade  da  atenção,  onde  a  Saúde  da  Família  é  compreendida  como  a  estratégia  principal  para  mudança  deste  modelo,  que  deverá  sempre  se  integrar  a  todo  o  contexto  de  reorganização  do  sistema de saúde.

Equipe Saúde da Família – ESF Agentes – ESF Agente de Endemias

0 10 20 30 40 50 60 8 59 15

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Observatório Socioeconômico

Saneamento

Energia

Fonte: Banco de Dados do Estado de Pernambuco – BDE/Perfil Municipal, 2010; Ministério da Saúde – MS/DATASUS, 2011.

Água Rede Pública Água Poço Particular

0 2.000 4.000 6.000 5.223 785 Domicílios Lixo Coletado Lixo Queimado/Enterrado Lixo Céu aberto

0 2.000 4.000 6.000 5.711 441 468 Domicílios Casa de Tijolo Casa de Taipa Casa de Madeira 0 2.000 4.000 6.000 8.000 6.528 52 1 Domicílios

Domicílios com Energia (Qtd) Consumo Energia (Mw/h)

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000

6.374

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Observatório Socioeconômico

Pontos Turísticos

O  açude  de  Albuquerque  Né  constitui­se  em  um  reservatório  de  água  de  tamanho  considerável  dotado  de  significativa  beleza.  O  local  é  utilizado  para  o  abastecimento  do  povoado  de  Albuquerque  Né,  não  sendo,  consequentemente,  aproveitado para banhos nem pesca.

O cruzeiro encontra­se situado em uma elevação conhecida como “gogó da gata”, local de romarias. Seu maior fluxo de  visitação acontece na madrugada da quinta para a sexta­feira santa, quando o senhor morto é conduzido em procissão da  matriz da Imaculada Conceição até o alto do cruzeiro. De acordo com Maria de Fátima Domingos, moradora, a cruz tem  uma  altura  aproximada  de  6  metros,  e  na  base  em  que  está  assentada  avista­se  ex­votos  em  agradecimentos  a  graças  alcançadas. O local também é um mirante natural de onde se contempla parte do centro da cidade e um belo relevo de  serras e vales.

Apesar de ser uma construção recente e de arquitetura singela, a igreja de Nossa Senhora de Fátima do Sítio Campos vem  se firmando como um centro de romaria, chegando a receber grupos vindos de fora do município, inclusive do Recife.

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Observatório Socioeconômico

Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS)

 Caprinocultura de corte e leite: 

1.835 beneficiários.

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Referências

   AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Atlas de Abastecimento Urbano de Água. Brasília, 2010. ______. Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos. Brasília, 2010. AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA (APAC). Climatologia da Precipitação. Recife, 2012. ______. Boletim Pluviométrico 2011. BANCO CENTRAL DO BRASIL (BCB). Sistema de Informações do Banco Central (SISBACEN): Séries Históricas 2011. BANCO DE DADOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO (BDE). Perfil do Municípios 2011. Recife, 2012. BANCO DE DADOS SIDRA. IBGE, 2011. CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE (CNES). CNESNet 2012. COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS (CPRM). Recursos Hídricos Subterrâneos 2011. Brasília, 2012. ______. Serviço Geológico do Brasil: Recursos Minerais 2010. DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DE PERNAMBUCO (DETRAN­PE): Frota de veículos segundo município. Recife, 2012. FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (FIRJAN). Índice FIRJAN de Desenvolvimento Muni­ cipal (IFDM) 2009. Rio de Janeiro, 2011. GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO – AGÊNCIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E PESQUISAS, 2010.

Observatório Socioeconômico

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INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Cadastro Nacional de Empresas: 2011. Brasília, 2012. ______. Cadastro Nacional das Empresas 2011. IBGE 2012. ______. Censo Demográfico: 2010. IBGE, 2012. ______. Produção Agrícola Municipal, 2010. IBGE, 2012. ______. Produto Interno Bruto Municipal 2009. IBGE 2011. ______. Produção da Pecuária Municipal 2010. IBGE 2011. ______. Séries Estatísticas & Históricas 2011. IBGE 2012. INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). Sinopses Estatísticas 2011. INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS APLICADAS (IPEA). Ipeadata social, 2000. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Cadastro da Educação Superior e­MEC. Brasília, 2012. ______. Censo Educacional 2009. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR/Balança Comercial Brasileira, 2011.  MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS). Banco de Dados do Sistema Único de Saúde. Brasília, 2012. ______. Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) 2011. ______. Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) 2011. ______. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) 2011. 

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______. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) 2011.  ______. Sistema de Informações Hospitalares (SIH) 2011. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME (MDS). Cadastro Único 2011. ______. Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação – SAGI, 2011.  ______. Relatório de Informações Sociais 2011. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). Cadastro Geral de Empregados e Desempregados 2010. Brasília, 2012. OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM). Portal ODM: Sistema de Indicadores Municipais 2010. PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – PNUD. Atlas do Desenvolvimento Humano, 2000.  SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL (STN). Indicadores Fiscais e de Endividamento 2011. Brasília, 2012. SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS – SEBRAE. Empreendedores Individuais, 2011. SÍTIO FERIASTUR. Disponível em http://www.ferias.tur.br. Acesso em 03 de agosto de 2012. SÍTIO PERNAMBUCO IMORTAL. Disponível em http://pernambucoimortal.com. Acesso em 03 de agosto de 2012. SÍTIO PERNAMBUCO DE A­Z. Disponível em http://www.pe­az.com.br. Acesso em 03 de agosto de 2012. SÍTIO VIAJANDO TODO O BRASIL. Disponível em http://www.viajandotodoobrasil.com.br. Acesso em 16 de julho de 2012. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO (TRE­PE). Cadastro de Eleitores 2011. UNIÃO VEREADORES DE PERNAMBUCO – UVP. Disponível em http://www.uvp.com.br. Acesso em 03 de agosto de 2012.

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