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Núcleo Terapia Comportamental

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Academic year: 2021

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012)

Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental

DEPARTAMENTOS ENVOLVIDOS: Métodos e Técnicas

COORDENADOR: Paola Espósito de Mo raes Almeida

PROFESSORES: Alice Maria de Carvalho Dellitti, Den igés Maure l Regis Neto, Marco s Alexandre de Medeiros, Ma ria Lu isa Guedes, Paula Suzana Gióia

ÊNFASE: PSICOLOGIA, PRÁTICAS CLÍNICAS E SAÚDE

JUSTIFICATIVA:

O núcleo possib ilita ao aluno aplicar e discutir e m profund idad e os recu rso s e limite s de uma proposta teórica dentro da Psico logia que, pautando-se pela prática da pesquisa científica , tem se mostrado promissora no enfrenta mento dos mais diferente s proble mas do comporta mento hu mano: desde os mais simples ao s ma is incapacitantes.

RELAÇÃO DO NÚCLEO COM A FORMAÇÃO ATÉ O 4º ANO:

Até o 4º ano o aluno teve a oportun idade de formação teórica b ásica em Análise Experimenta l do Co mporta mento. Cu mpre agora que ele possa aplicar esse conhecimento e m situ ações que necessitem da atuação do psicó logo. O trabalho prático, além de rico e m termos de possibilid ades de ação dentro dessa abordagem, atende a um mode lo q ue localiza o s prob le mas nas rela ções dos indivíduos co m o mundo, modelo este que será adotado tanto nas discussõe s teóricas quanto nas intervenções clín icas d o Núcleo.

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012) RELAÇÃO COM A ÊNFASE:

O Núcleo se estrutu ra em função de três po ssibilidade s de estág ios:

1. Atendimento clínico a indivíduos, fa mílias e/ou casais que pro curam a *Clínica Psicológica “Ana Maria Poppovic ”.

2. Atendimento clínico/educacional a criança s (e suas famílias) co m desenvolvimento atípico na *Associaçã o de amigos do Autis ta (AMA). .

3. Atendimento clínico a indivíduos co m co mp ortamento s obsessivo-compulsivos – pacientes do “Progra ma de Doenças Afe tiv as e Ansie dade” (Prodaf), na UNIFESP.

O foco do núcleo é a discussão e pro mo ção de prá tica s clín icas de rivada s da Análise do Co mporta mento.

OBJETIVOS DO NÚCLEO:

• Cr iar cond ições para o aluno aprender a aplica r os prin cípio s de Análise do Compo rtamento no d iagnóstico em diferentes proble mas e sofrimento humanos.

• Prepara r o aluno pa r a atuar, inte rv indo e m dife rentes situa ções atravé s da análise e manejo de contingência s, segundo enfoque do Behaviorismo Rad ica l. • Ensinar o aluno a ava li ar o próp rio traba lho, avaliando continua men te sua

prática.

DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE AUTO – AVALIAÇÃO DO NÚCLEO:

Os professores pretendem avaliar o trabalho do Núcleo por tres diferentes fontes de informação: 1. relatório final sobre a evolução do processo terapêutico de cada cliente elaborado pelos

alunos

2. respostas dos estagiários a questionário sobre as atividades propostas no núcleo. 3. desempenho acadêmico dos alunos.

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012)

Programa 1: Fundamentos teóricos e possibilidades da

terapia comportamental

PROFESSOR: Maria Luisa Guedes, Pa ola Espósito de Moraes Alme ida Nº créditos: 03

EMENTA:

Apresentar os p ressu postos da filosofia behaviorista radica l, de modo a propicia r um aprofundamento do conceito de comp ortamento enquanto relação suje ito e ambiente. Especialme nte as rela ções suje ito-home m e amb iente-homem. O e studo dessas rela ções permite entender o suje ito como aque le que fa z que fala, que pensa, que conhece, que se auto conhece, que sente. Aprop ria r-se da visão de homem, entende r as relações que produ zem o que se define co mo saúde e evolução humanas e as que produzem prob lemas, doenças e destruição, é fundamental para a aplica ção e produção de práticas e pro ced imento s que façam frente aos desafios dos ma is d iferente s problemas hu manos.

OBJETIVOS:

Este cu rso p retende criar condiçõe s para que o aluno possa:

• Aprofundar seu conhec imento a cer ca da prop osta do Behavio ri smo Radica l para as questões da subjetividade.

• Identifi car o s pre ssupo stos teó rico s e ca racte ríst icas da terap ia co m portamenta l; • Dis cuti r e a val iar a s p ossib il idades da pe rsp ectiva beha vio ri sta rad ical para a

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. O Conce ito de Ho mem na perspectiva beha viorista

2. Behaviorismo Rad ica l e as questões da subjetividade humana. 3. Características da Terapia Co mporta mental

FORMAS DE AVALIAÇÃO:

O aluno se rá ava liado pela participação nas aulas e pelo de sempen ho na

preparação e e xecuçã o de seminários e ta mbém em p rova s escrita s individua is.

BIBLIOGRAFIA: a) Bibliografia Básica

1. Skinner, B.F (1989,1991) Questões recentes na Análise do Comportamento. Campinas Ed Papirus 2. Skinner, B.F (1989,1991) Ciencia e Comportamento Humano.. São Paulo, Ed Martins Fontes. 3. Skinner, B.F (1974, 1982) Sobre o Behaviorismo. São Paulo, Ed Cultrix, Ed USP.

b) Bibliografia Complementar

Skinner, B. F. (1967, 2007) Por que eu não sou um psicólogo cognitivista. Revista Brasileira de Analise do Comportamento. Vol 3, n.2, 307-318.

Guilha rdi, H.J Aspecto s ético s e técn ico s da prática psicoterápica: a visão

comportamenta l. Dispo nível e m http://www.te rapiapo rcontingen cias.com.b r/ Ace sso em 10 de ma io de 201 1.

Tourinho, E. Z.; Luna, S. V. (o rg) (2010 ) Análise do Compo rtamento - Inve stiga ções histó rica s, con ceitua is e aplicadas. São Pau lo, Editora Roca.

Banaco, R(org). (1997) Sobre Comportamento e Cognição. Volume 1-Aspectos teóricos, metodológicos e de formação em análise do comportamento e terapia cognitivista. São Paulo, ARBytes Editora.

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012)

Programa 2: Terapia comportamental de indivíduos e grupos

PROFESSOR: Alice Maria de Carvalho Dellitti, Denigés Maurel Regis Neto Nº créditos: 02

EMENTA:

Fornece r subsíd ios pa ra o a luno a analisa r funcionalmente p roble mas e specíficos e avalia r o impacto que têm sobre os compo rtamento s do próprio indivíduo e dos memb ros do grupo. Ainda busca habilita r o aluno a manejar técn icas para a solução de tais p roble mas no contexto ind ividua l ou g rupal.

OBJETIVOS:

Conside rando a grande procura por Tera pia Compo rtamenta l nas modalidades individual e e m g rupo, bem co mo a gran de desenvolvimento de pesquisas e a crescente prática ne sta área, o cu rso forne cerá sub sídio s teórico s e prático s para que o aluno possa:

• fazer a aná lise das co ntingência s que estão envolvidas nas que ixa s, • planejar e efetuar a intervenção te rapêutica (o que ocorrerá no e stá gio) • avalia r as inte rvençõe s utilizadas e seu p ró prio compo rtamento co mo terapeuta.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Habilidades bá sica s p ara inte rvenção e m te rapia compo rta mental: técnicas de observação e entre vista inicia l.

• Bases da Te rapia ana lítico -funcional (FAP)

• Interações terapêutica s na terap ia em g rupo e individual • Características e pa rticularidades do atend imento ind ividual e de g rupos

• A formação de grupo s terapêuticos co m d iferentes queixas e seu s mane jos

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012) • Subsídios e xperimenta is pa ra análise de contingência s

• Estratég ias de mudança do compo rtamento: o auto monito ra me nto.

FORMAS DE AVALIAÇÃO:

O aluno se rá ava liado pela participação nas aulas e pelo de sempen ho na

preparação e e xecuçã o de seminários. Tamb ém se rá ava liado po r p rovas e scrita s individuais.

BIBLIOGRAFIA: a) Bibliografia Básica

1. DELITTI; A. M.; DERDYK P. (ORG.).(2008) TERAPIA ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL EM GRUPO. SANTO ANDRÉ: ESETEC.

2. KOHLENBERG, R.J.; TSAI, M.(2004) - PSICOTERAPIA ANALÍTICA FUNCIONAL: CRIANDO RELAÇÕES TERAPÊUTICAS INTENSAS E CURATIVAS. ESETEC, SANTO ANDRÉ,

3. SIDMAN, M. (2001). COERÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES. CAMPINAS: LIVRO PLENO.

b) Bibliografia complementar:

BRANDÃO, M. Z. DA S., CONTE, F. C. DE S., BRANDÃO, F. S., INGBERMAN, Y. K., MOURA, C. B. DE, SIL VA, V. M. DA, & OLIANE, S. M. (ORGS.). (2 003) SOBRE COMPORTAMENTO E COGNIÇÃO: VOL. 12. SANTO ANDRÉ: ESETEC

GUILHARDI, H. J. & AGUIRRE, N. C. DE (ORGS.)(2006 ). SOBRE

COMPORTAMENTO E COGNIÇÃO: VOL. 18. EXPONDO A VARIABILIDADE. SANTO ANDRÉ: ESETEC.

GUILHARDI, H. J., MADI, M. B. B. P., QUEIROZ, P. P., & SCOZ, M. C. (ORGS.). (2001) SOBRE COMPORTAMENTO E COGNIÇÃO: VOL. 8. SANTO ANDRÉ: ESETEC.

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012) DELITTI, M (1997 ) (ORG.)SOBRE COMPORTAMENTO E COGNIÇÃO : VOL 2 A

PRÁTICA DA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO E DA TERAPIA COGITIVO-COMPORTAMENTAL. SÃO PAULO,ARBYTES EDITORA LTDA

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012)

Programa 3: A Análise do Comportamento na prática

Professor: Marcos Alexandre de Medeiros Nº créditos: 02

EMENTA:

Desenvo lver no a luno a habilidade de obse rvação de co mportamentos co mo fo rma de coleta r dados pa ra elabora ção de uma h ipótese d iagnóstica, e planeja mento de uma inte rvenção.

OBJETIVOS:

Criar condiçõe s para q ue o aluno aprenda a observa r e descreve r contingência s de reforçamento pa ra futu ra inte rven ção

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

- O que é aplicação e m análise do compo rta mento - Obtenção de dados - a avalia ção co mporta me ntal - Obtenção de dados - e ntrevista

- Obtenção de dados – observação - Registro Compo rta mental

- Identificação de respo stas

FORMA DE AVALIAÇÃO:

O aluno se rá ava liado pela participação nas aulas e pelo de sempen ho na preparação e m ativida des de aula. Ta mbé m será ava liado po r p rovas escrita s individuais.

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012) BIBLIOGRAFIA:

Bibliogra fia básica:

1. Fagundes, A .J..M ; Kanfer, F. H. (1992) Descrição, definição e registro do comportamento. São Paulo: EDICON.

2.Guilha rdi, H.J Za mig nani, D. R. (2001) Sob re Co mporta mento e cognição, 8: expondo a variabilidad e. São Paulo:ARBytes

3. Martin,G; Pear,J. (2 007) Mod ificação de Comporta mento- o que é e como faze r. São Pau lo , Edito ra Roca.

Bibliogra fia c omple mentar

Guilha rdi, H.J Aspecto s ético s e técn ico s da prática psicoteráp ica: a visão

comportamenta l. Dispo nível e m http://www.te rapiapo rcontingen cias.com.b r/ Ace sso em 23 de Junho de 20 11.

Bohm, C. H; Silva, L Gimenes. Automon ito ramento co mo técn ica te rapêutica e de avalia ção co mporta me nta. Disponíve l em

http://www.p sico log.co m.br/e107_file s/down loads/Revista_Psico log .pdf Acesso e m 23 de Junho de 2011.

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012)

Estágio Supervisionado

PROFESSORES: Alice Maria Delitti, Maria Luisa Guedes, Pa ola Almeida , Paula Gióia, Denigés Re gis Ne to e Marc os Alexandrede Me deiros. Nº créditos: 05

EMENTA:

Sob supervisão e participação direta do professor (através do espelho unidirecional ou participando do atendimento) a meta do estágio é modelar- através de feedback imediato, da modelação e das discussões em pequenos grupos imediatamente após a sessão, as sutis habilidades que caracterizam o ser terapeuta comportamental.

OBJETIVOS:

Permitir o tre ino do aluno na avaliação d e crianças, ado lescen tes e adultos, e levantar as possíve is rela ções estabe lecid as entre o indivíduo e seu amb iente, garantindo a identificação de contingência s que envolve m co mportamento s que serão a lvo de inte rvenção, assim co mo déficits compo rta mentais e specíficos. Pretende-se , ta mbém, instru mentaliza r o aluno para o manejo de prob lema s humanos co m enfoque clín ico e/ou educa cio nal percebendo -se enq uanto profissiona l dentro desse p roce sso .

ATIVIDADES PREVISTAS PARA OS ALUNOS:

• seleção de indi víduos para terap ia ind iv idual ou de grupo; • seleção de fa mí lia s p ara entre vi stas;

• entrevi sta co m os ind i víduos para melho r co nhecimen to do p roble ma apresentado como queixa;

• análise fun ciona l da q ueixa em dife rentes m omentos do p roces so t erapêutico; • condução, junto com o professo r, da sessão t erapêutica;

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Núcleo 2.8 Terapia Comportamental (2012) • leitu ras de tex tos co ncernentes a pos síve is p roble máti cas dos cl ientes e/ou

profissiona is não contempladas no s Prog ra mas;

• avalia ção do repe rtór i o inic ia l dos indiv íduos com desen vol vi mento atípico e tre ino de habilidade s específicas.

• Entrev ista co m fa mi lia res de ind ivíduos com necessidade s espec ia is, co m ênfase na identificação de comporta mentos releva ntes para a pro moção de interações terapêuticas na fa mília .

FORMA DE AVALIAÇÃO:

A avalia ção se rá feita com base na conduta do aluno durante o estágio, nos relató rio s parcia is e final dos atendimentos, prio rizando as habilida des técnicas e comportamento s éticos.

INSTITUIÇÃO E CLIENTELA:

2 grupos na*Clínica Psicológica “Ana Maria Poppovic ” : Indivídu os, famílias e/ou casais que busca m ate ndimento te rapêutico;

1 grupo na*Ass ociação de amigos do Autis ta (AMA). Crianças co m Desenvo lvimento Atípico: portado res autismo .

1 grupo no “Progra ma de Doenças Afe tivas e Ansieda de” (Proda f). Grupo de atendimento a pa cientes com Transto rno Ob sessivo Compu lsivo

Referências

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