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TERAPIA COMUNITÁRIA SISTÊMICA INTEGRATIVA

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Academic year: 2021

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(1)

construindo redes solid

construindo redes solidááriasrias

para enfrentamento

para enfrentamento

das questões sobre

das questões sobre áálcool e outras drogaslcool e outras drogas

TERAPIA COMUNIT

TERAPIA COMUNIT

Á

Á

RIA

RIA

SISTÊMICA INTEGRATIVA

SISTÊMICA INTEGRATIVA

Aurea Silva Aurea Silva [email protected] [email protected]

(2)

Surgiu em 1987Surgiu em 1987

Favela do Favela do PirambuPirambu –– Fortaleza Fortaleza –– CE CE

Comunidade de 4 VARAS Comunidade de 4 VARAS

Prof. Dr. Adalberto Barreto Prof. Dr. Adalberto Barreto –– mméédico psiquiatra dico psiquiatra Dr.

Dr. AirtonAirton BarretoBarreto –– AdvogadoAdvogado DireitosDireitos HumanosHumanos

TC = Terapia Comunit

(3)

As solu

As soluçções estão no coletivo,ões estão no coletivo, no compartilhar,

no compartilhar, na identifica

na identificaçção com o outro, ão com o outro, no respeito

no respeito ààs diferens diferençças.as. A comunidade age

A comunidade age onde a fam

onde a famíília e as pollia e as polííticas sociais falham.ticas sociais falham. Adalberto Barreto

Adalberto Barreto

TC

(4)

Í

Índios Tremembndios Tremembéé a

a aranha sem a teia aranha sem a teia é

é como o como o ííndio sem a terra, ndio sem a terra, sem v

sem víínculos, nculos,

enfraquece e morre enfraquece e morre Teia

Teia dada aranhaaranha  ssíímbolombolo

TC

(5)

TERAPIA = acolher, ser caloroso, cuidar, servir, atender.

COMUNITÁRIA - Comum + unidade - pessoas que tem algo em comum: sofrimentos, busca de soluções, apoio recíproco na partilha de experiências e na superação de suas dificuldades

TC

(6)

 SISTÊMICA Pessoas inseridas em rede relacional capaz de auto-regulação, protagonismo e crescimento. Dificuldades relacionadas ao contexto e as interações sociais.

 INTEGRATIVA – reconhece, inclui e valoriza a

diversidade cultural, o saber fazer e as competências das pessoas e comunidades.

TC

(7)

Metodologia de grupo

Metodologia de grupo

partilhar problemas partilhar problemas e superae superaççõesões

criar rede solidácriar rede solidária ria  proteçproteção nas crisesão nas crises

promover a inserçpromover a inserção social ão social

cuidar docuidar do sofrimentosofrimento

encaminharencaminhar patologiaspatologias para ospara os especialistasespecialistas

TC

(8)

Tratar das preocupaTratar das preocupaçções com o cotidianoões com o cotidiano

Expressar as emoçExpressar as emoções: ões: Quando a boca cala os Quando a boca cala os

ó

órgãos falam, quando boca fala os rgãos falam, quando boca fala os óórgãos saramrgãos saram

Buscar a conotaBuscar a conotaçção positiva do sofrimentoão positiva do sofrimento

Incluir e valorizarIncluir e valorizar

TC

(9)

Parte de uma "situação problema" apresentada por um participante e escolhida pelo grupo

A partir dessa situação se estimula e favorece o crescimento, na busca de autonomia e

liberdade

Desabafar, falar para curar

Partilha de vivências e estratégias de superação

Rodas abertas

Não requer continuidade

TC

(10)

Construção de redes sociais solidárias

Valorização do saber e da competência das pessoas

Conscientização da corresponsabilidade

Resgate da capacidade de cura da comunidade

TC

(11)

Empoderamento de pessoas e comunidadesEmpoderamento de pessoas e comunidades

SocializaçSocialização das informaão das informaççõesões

SoluSoluçções prões prááticas, preventivas e curativas, ticas, preventivas e curativas,

desenvolvidas nas fam

desenvolvidas nas famíílias e comunidadeslias e comunidades

Possibilidade de formaPossibilidade de formaçção de terapeutas ão de terapeutas

comunit

comunitáários nas prrios nas próóprias comunidades: prias comunidades: todos todos somos especialistas nas nossas dores

somos especialistas nas nossas dores

TC

(12)

1- PENSAMENTO SISTÊMICO – Sou parte do problema e da

solução

2- TEORIA DA COMUNICAÇÃO (Watzlawick) – Quando a boca

cala os órgãos falam; quando a boca fala os órgãos saram

3- ANTROPOLOGIA CULTURAL – Quem sou passa pelo que creio,

como ando, falo, me visto, canto

4- RESILIÊNCIA – A carência gera competência: a ostra que não

é ferida não produz pérola

5- PEDAGOGIA DE PAULO FREIRE – Juntos fazemos, aos poucos,

na prática social em que tomamos parte

PILARES TEÓRICOS

TC

(13)

MUDAR O OLHAR

MUDAR O OLHAR

DE

DE

PARA

PARA

Adalberto Barreto [email protected] SALVADOR DA P

SALVADOR DA PÁÁTRIATRIA

CARÊNCIAS / DEFICIÊNCIAS

CARÊNCIAS / DEFICIÊNCIAS

UNIT

UNITÁÁRIO ( TRIO ( TÉÉCNICO)CNICO) CONCENTRA

CONCENTRAÇÇÃO INFORMAÃO INFORMAÇÇÃOÃO OUTRO

OUTRO ÉÉ UM OBJETO PASSIVOUM OBJETO PASSIVO A SOLU

A SOLUÇÇÃO VEM DE FORAÃO VEM DE FORA GERA DEPENDÊNCIA

GERA DEPENDÊNCIA

DESCREN

DESCRENÇÇA NO OUTROA NO OUTRO CLIENTELISMO

CLIENTELISMO CIDADANIACIDADANIA

CREN

CRENÇÇA NA CAPACIDADE DO OUTROA NA CAPACIDADE DO OUTRO SUSCITA CORRESPONSABILIDADE

SUSCITA CORRESPONSABILIDADE

AS SOLU

AS SOLUÇÇÕES VÊM DAS FAMÕES VÊM DAS FAMÍÍLIASLIAS O OUTRO

O OUTRO ÉÉ UM PARCEIRO ATIVOUM PARCEIRO ATIVO CIRCULA

CIRCULAÇÇÃO DA INFORMAÃO DA INFORMAÇÇÃOÃO COMUNIT

COMUNITÁÁRIORIO COMPETÊNCIAS

COMPETÊNCIAS

SOLU

SOLUÇÇÕES PARTICIPATIVASÕES PARTICIPATIVAS

TC

(14)

Para pessoas com problemas com A&D

espaço de acolhimento e escuta respeitosa

partilha dos caminhos já trilhados por outros com dificuldades semelhantes.

possibilidade de encaminhamento para tratamento e grupos organizados

resgate da autoestima e esperança

reinserção social

TC

(15)

Pertencer a uma rede de apoio,

Pertencer a uma rede de apoio,

ter acesso a recursos afetivos e de ajuda m

ter acesso a recursos afetivos e de ajuda múútua tua gera um sentimento de ser reconhecido,

gera um sentimento de ser reconhecido,

amado e apreciado

amado e apreciado, ,

o que produz um efeito (...) protetor sobre a sa

o que produz um efeito (...) protetor sobre a saúúde.de. OMS

OMS

TC

(16)

SENAD

SENAD

SECRETARIA NACIONAL DE POL

SECRETARIA NACIONAL DE POLÍÍCAS SOBRE DROGASCAS SOBRE DROGAS

A TC possibilita que a preven

A TC possibilita que a prevençção se dê em ão se dê em três ntrês nííveisveis 1.

1. Antecipar-Antecipar-se ao uso de drogasse ao uso de drogas

trabalhando posstrabalhando possííveis motivadores para o veis motivadores para o consumo

consumo

analisando riscos analisando riscos

ampliando a percepampliando a percepçção do contexto ão do contexto 2004

2004 –– TC incluTC incluída na PNAD, como aída na PNAD, como açção de prevenão de prevenççãoão

TC

(17)

2.

2. Para aqueles que jPara aqueles que jáá são ususão usuááriosrios, a TC pode, a TC pode

acolher e ampararacolher e amparar

auxiliar na significaauxiliar na significaçção do uso ou abusoão do uso ou abuso

contribuir para um uso não prejudicial ou contribuir para um uso não prejudicial ou para a abstinência para a abstinência

TC

TC

SENAD

SENAD

SECRETARIA NACIONAL DE POL

(18)

3. No tratamento 3. No tratamento

Facilita a identificaFacilita a identificaçção da necessidade e dos ão da necessidade e dos meios para o tratamento

meios para o tratamento

Auxilia na manutenAuxilia na manutençção deste ão deste

Identifica estratIdentifica estratéégias de redugias de reduçção de danosão de danos

Favorece a criaFavorece a criaçção ou o resgate da rede social ão ou o resgate da rede social

TC

TC

SENAD

SENAD

SECRETARIA NACIONAL DE POL

(19)

A Prevenção do Uso de Drogas e a Terapia

Comunitária.

Brasília: SENAD, 2006.

www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Publica

www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Publicacoes/327616.pdfcoes/327616.pdf

TC

(20)

P.19

A TC pode contribuir

efetivamente com o

tratamento de dependentes químicos como um recurso mobilizador da rede social

de apoio ao usuário,

contribuindo para a

melhoria da qualidade das suas relações afetivas e

(21)

CONVÊNIO SENAD/MISMEC-CE/UFC- Nº 16/2004

1.

1. 2006 –2006 – 2007 2007 1.

1. FormaFormaçção de 789 terapeutas comunitão de 789 terapeutas comunitáários, rios, com ênfase nas questões relacionadas ao uso

com ênfase nas questões relacionadas ao uso

de

de áálcool e outras drogas lcool e outras drogas

12 turmas em 12 estados12 turmas em 12 estados

PE –PE – Polo Formador: EspaPolo Formador: Espaçço Famío Famílialia

51 participantes 51 participantes –– BA, PE e RNBA, PE e RN

TC

(22)

CONVÊNIO SENAD/MISMEC-CE/UFC- Nº 16/2004

Forma

Formaçção de Terapeutas comunitão de Terapeutas comunitáários, com ênfase rios, com ênfase nas questões relacionadas ao uso de

nas questões relacionadas ao uso de áálcool e outras lcool e outras drogas

drogas

20 horas sobre Drogas, acrescentadas 20 horas sobre Drogas, acrescentadas à

às 360 h do Programa de Formas 360 h do Programa de Formaççãoão

Ministradas pelasMinistradas pelas DrasDras. Jandira Saraiva . Jandira Saraiva e

e EnildesEnildes Melo, Melo, alunas da turmaalunas da turma

TC

(23)

2. Avalia

2. Avaliaçção do impacto da TC nos protagonistas das ão do impacto da TC nos protagonistas das rodas

rodas

12.000 questioná12.000 questionáriosrios

EvoluEvoluçção dos vão dos víínculos, como fatores de nculos, como fatores de prote

proteçção ao uso de drogasão ao uso de drogas

Repercussão da TC no enfrentamento das Repercussão da TC no enfrentamento das inquieta

inquietaçções do cotidiano, fatores de risco ões do cotidiano, fatores de risco para o uso de drogas.

para o uso de drogas.

CONVÊNIO SENAD/MISMEC-CE/UFC- Nº 16/2004

TC

(24)

TC

(25)

[email protected]

ESTRAT

ESTRAT

É

É

GIAS DE ENFRENTAMENTO

GIAS DE ENFRENTAMENTO

0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 1

Estratégias de Enfrentamento

Empoderamento Pessoal: Capacidade de apropriar-se do seu "poder agir".

Buscar redes solidárias e a reciprocidade: A sicialização das redes de apoio amplia e enriquece as estratégias de enfrentamento. Buscar ajuda religiosa ou espiritual

Cuidar e se relacionar melhor com a família

Buscar ajuda profissional e ações de cidadania

Auto-cuidado - Busca de recursos da cultura

Participar da Terapia Comunitária

Outros

N=12.000

Fonte relat

Fonte relatóório SENAD/UFC/MISMECrio SENAD/UFC/MISMEC--CE 2007CE 2007

Adalberto Barreto [email protected]

TC

(26)

AVALIAÇÃO QUALITATIVA DOS VÍNCULOS

TC

(27)

A construção de redes de apoio social torna o

indivíduo e a comunidade mais autônomos e menos dependentes dos especialistas e instituições

especializadas. Serviços Especializados Terapia Comunitária 88,5 11,5 N = 12.000

DEMANDA POR ATENDIMENTOS

ESPECIALIZADOS

Adalberto Barreto [email protected]

TC

(28)

A TC

não pretende ser uma panacéia,

nem substituir os outros serviços

da rede de saúde,

mas complementá-los.

TC

(29)

www.abratecom.org.br36 POLOS FORMADORES17.000 TERAPEUTAS TREINADOS750.000 RODAS DE TC REALIZADAS20.000.000 PESSOAS ATENDIDAS

REDE DA TC NO BRASIL

REDE DA TC NO BRASIL

TC

TC

(30)

SENAD SENAD

Rede de atenRede de atençção ao uso de drogas ão ao uso de drogas

ConvênioConvênio SENAD/FUNAI/UFC SENAD/FUNAI/UFC –– FCPCFCPC Projeto Piloto de Forma

Projeto Piloto de Formaçção de Lideranão de Liderançças as Ind

Indíígenas em Terapia Comunitgenas em Terapia Comunitáária, ria, Massoterapia e T

Massoterapia e Téécnicas de Resgate da cnicas de Resgate da Autoestima

Autoestima IndIndíígena gena –– Abril, 2010Abril, 2010

TC

TC

REDE DA TC NO BRASIL

(31)

SASAÚÚDEDE

ATENATENÇÇÃO BÃO BÁÁSICASICA –– 20072007 Sa

Saúúde da Famde da Famíília lia Pr

Práticas Integrativas e Complementares áticas Integrativas e Complementares -- 20072007

HUMANIZASUS HUMANIZASUS –– 20072007

ATENATENÇÇÃO HOSPITALAR ÃO HOSPITALAR –– 20072007

SASAÚÚDE MENTAL DE MENTAL –– 20102010 Pol

Políítica Ptica Púública Prioritblica Prioritária Nacional ária Nacional V Conf. Nac. Sa

V Conf. Nac. Saúúde Mental de Mental –– jun/2010jun/2010

TC

TC

REDE DA TC NO BRASIL

(32)

EDUCAEDUCAÇÇÃO ÃO

Escolas pEscolas púúblicas e privadasblicas e privadas

SEGURANSEGURANÇÇA PA PÚÚBLICABLICA

Programa de JustiçPrograma de Justiça Terapêuticaa Terapêutica

Grupos no sistema prisionalGrupos no sistema prisional

GRUPOS DE AUTOGRUPOS DE AUTO--AJUDAAJUDA

Amor ExigenteAmor Exigente AA / ALANON AA / ALANON

TC

TC

REDE DA TC NO BRASIL

REDE DA TC NO BRASIL

(33)

A Terapia

A Terapia

Não

Não

é

é

minha s

minha s

ó

ó

Ela

Ela

é

é

de todos n

de todos n

ó

ó

s,

s,

De todos n

(34)

ESPAÇO FAMÍLIA *

Polo Formador credenciado pela

ABRATECOM - Associação Brasileira de Terapia Comunitária

www.abratecom.org.br

Rua 48, nº 772 – Aflitos - Tel. 81-3241-3141 [email protected]

http://tcespacofamilia.blogspot.com

Aurea Silva

Coordenadora do Polo Formador Celular: 81-91523520

(35)

RODA SEMANAL

Aberta para pessoas de qualquer idade, sem

necessidade de inscrição, requisição ou marcação.

5ª feiras – 13:30 às 15h

HOSPITAL DAS CLÍNICAS – UFPE

Ambulatório de Puericultura – 2º Andar Sala de Grupo

Referências

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