Trabalho realizado por:
Disciplina: Formação Cívica
Realizámos um estudo relativo à
Gestão do Orçamento Familiar a
46 alunos do 7º ao 9º ano da
Escola Secundária Poeta Al Berto
de Sines.
Com este estudo pretendemos
saber as noções que estes alunos
têm relativamente a este tema.
19%
O dinheiro ganho pelos teus pais (ordenado);
A totalidade do dinheiro ganho (ordenado) menos a totalidade das despesas a pagar
Os projectos que a tua família tem, nomeadamente as férias em família, etc…
9%
91%
0%
Não gastar dinheiro
Gastar o dinheiro apenas em coisas essenciais
30%
57% 43%
33%
67%
13%
9%
17%
0% 2%
Uma boa gestão das finanças
pessoais é determinante para
melhor administrar os rendimentos
e controlar as despesas, permitindo
ainda poupar para acautelar
algum imprevisto e para investir.
Foi isso que pretendemos saber
com o estudo estatístico realizado.
Concluímos que a maioria das
pessoas sabe o que é um
orçamento familiar, sabe o que é
poupar e costuma fazê-lo.
O pingo doce para a amostra
estudada é o supermercado que
oferece melhores preços.
1- Faça um orçamento mensal. Registe todos
os seus rendimentos e despesas. O saldo
deverá ser positivo.
2- Aumente a poupança. Tente colocar de
parte 10% do que ganhe.
3- faça um pé-de-meia para eventuais
emergências.
4- tente diversificar as suas fontes de
rendimentos.
6- Pesquise, compare e negoceie os seus créditos
e seguros.
7- Otimize os impostos. Aproveite os benefícios
fiscais.
8- Outras poupanças: invista a longo prazo e
informe-se sobre os vários tipos de produtos
financeiros.
É simples e ajuda quando controlamos as finanças pessoais e familiares:
•
Guarde todos os recibos e aponte num papel todas as despesas que
efetua mensalmente;
•
Registe e calcule as despesas que efetuou ao longo do mês;
•
Registe e calcule todos os rendimentos. Seus e do agregado familiar;
•
Por fim, calcule o seu orçamento mensal
Receitas – Despesas = Saldo Mensal
O saldo mensal deverá ser positivo
Constitua um fundo de emergência (três a seis vezes o rendimento mensal da família) para acautelar situações imprevistas (perda de emprego, doença…). Constitua uma aplicação de curto prazo que lhe dê algum rendimento e que possa movimentar a qualquer momento.
Tente não ficar dependente de uma só fonte e se precisar de aumentar os rendimentos pode recorrer aos seus pequenos conhecimentos e fazê-los render: pequenos arranjos domésticos (canalizações, electricidade…), cozinhar para forra, guarda de crianças…
• Prefira produtos da época e da região;
• Prefira frutas e hortícolas a granel;
• Cozinhe as suas refeições;
• Aproveite as sobras das refeições.
• Opte por lâmpadas económicas;
• Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça na carga máxima e a temperaturas baixas;
• Desligue os aparelhos(TV, computador…) em modo de espera (stand by);
• Reduza o consumo de água e energia tomando duches rápidos.
•
Prefira os transportes públicos e ande
mais a pé;
•
Utilizando o seu automóvel pratique
uma
eco
condução,
evitando
deslocações desnecessárias.
•
Faça uma lista de compras e defina
um montante máximo para os
gastos;
•
Compare produtos, marcas e preços;
•
Esteja atento a promoções e épocas
de saldos;
•
Prefira embalagens familiares e
produtos de marca branca.
•
Prefira tarifas triplas de televisão, internet e telefone
pois são mais baratas;
•
Para o seu telemóvel trace o seu perfil e verifique as
redes e o melhor tarifário às suas necessidades.
O crédito à habitação é uma das principais despesas dos agregados familiares.
Esta decisão tem implicações para
quase toda a vida (40 a 50 anos).
Faça uma pesquisa de mercado
consultando o maior número de
bancos
possível.
Compare
encargos e negoceie condições.
•
Despesas iniciais (comissões de análise ou
de estudo e de abertura de processo,
despesas de avaliação);
•
Custos associados aos seguros;
•
Pagamento do imposto municipal sobre
as transmissões onerosas (IMT).
Numa simulação bancária,
os bancos são obrigados a fornecer
uma Ficha de Informação
Precisa
mesmo do produto?
Necessita de contrair um crédito para a sua
aquisição?
Poderia primeiro efetuar uma poupança?
O orçamento familiar suporta uma nova
despesa e a prestação mensal do crédito?
Se a opção é mesmo o recurso ao crédito, é necessário obter informação sobre as diferenças formas de crédito disponíveis, nomeadamente, no que concerne ao valor da TAEG para comparar as propostas de várias instituições e escolher a melhor.
A TAEG (Taxa Anual Efectiva Global) – percentagem anual que
expressa o custo total de um contrato de crédito. No cálculo da
TAEG estão incluídas as despesas de capital e juros, impostos,
comissões e seguros. Nos contratos de crédito quanto mais baixa
for esta taxa menor é o custo de crédito.
Na escolha de um cartão
de crédito deverá, estar
atento à taxa de juro e à
anuidade (muitos cartões
estão isentos no primeiro
ano), referida no contrato
de adesão.
•
Seja disciplinado e controle os
gastos. E muito fácil perder a noção
de quanto já gastou;
•
Pague integralmente o saldo em
dívida porque as taxas de juro são
elevadas;
•
Utilize sempre, e apenas, o período
de crédito sem juros (só paga as
despesas ao fim de 20 a 50 dias e
Os seguros fazem parte da maioria dos orçamentos familiares. Permitem, muitas vezes, proteger o nosso dinheiro e preservar o estilo de vida no caso de se verificar algum imprevisto.
•Diminua as despesas com os seus seguros:
• Faça um levantamento dos seus seguros para evitar a duplicação de coberturas e o desperdício de dinheiro.
•Faça uma prospeção de mercado, solicite simulações, uma vez que as diferenças de preços em vários seguros são muito acentuadas.
•Contraste apenas aquilo que realmente necessita e avalie corretamente os bens seguros para garantir que, em caso de sinistro, recebe a indemnização devida.
•Se tiver dificuldade em pagar o prémio de uma só vez, considere a possibilidade de fracionar o pagamento. Mas atenção! O fracionamento tem encargos.
Os impostos são encargos que nunca devem ser esquecidos, nem que seja,
pelas consequências que o seu não pagamento pode trazer: coimas,
penhora de bens, etc.
Alguns dos principais impostos:
•IRS,
•IRC,
•IVA,
Existe uma grande variedade de produtos financeiros disponíveis para aplicar as poupanças. Com mais ou menos risco, o importante é ver a poupança a crescer. Sejam ações, fundos de investimento, obrigações ou até imobiliário.
A primeira regra para um bom investimento é conhecer bem o produto em que está a aplicar o seu dinheiro. Nunca se deve investir no desconhecido! Tenha em conta a segurança, a liquidez e o rendimento de cada produto.
Quando as contas se complicam pode:
Reorganizar o seu orçamento mensal em
função do rendimento anual. Diminua as despesas, adote um estilo de vida diferente!
Poderá ser necessário adotar medidas drásticas,
como a venda do carro ou até da casa.
Apresente a situação às entidades credoras e
O que não deve fazer:
•O pior que pode fazer é deixar arrastar a situação; •Não deixe de contactar com as entidades. Verifique a correspondência recebida;
•Quando tem prestações em atraso, se não resolver, a dívida tende sempre a aumentar;
•Evite contrair créditos para fazer face às dificuldades financeiras. Pode ser o início de uma bola de neve e só aumentará as suas dívidas!