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Artigo 3 - O Programa de Pós-graduação em Química compreende o nível de formação que leva ao título de Mestre.

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Academic year: 2021

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REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA, CURSO DE MESTRADO DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS CAMPUS DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO.

Artigo 1° - O Programa de Pós-graduação em Química do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas de São José do Rio Preto, Câmpus da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", é estruturado e regido pelas normas fixadas pelo Órgão Federal competente, pelo Estatuto e Regimento da UNESP, pelo Regimento Geral da Pós-graduação da UNESP, e em seus aspectos específicos, por este Regulamento.

I - Dos Objetivos

Artigo 2° - O Programa de Pós-graduação em Química tem por objetivo a formação de recursos humanos especializados para atender às metas de desenvolvimento científico e tecnológico do País.

Artigo 3° - O Programa de Pós-graduação em Química compreende o nível de formação que leva ao título de Mestre.

II - Do Corpo Docente

Artigo 4° - O corpo docente do Programa de Pós-graduação em Química será constituído por professores com titulação acadêmica igual ou superior a de Doutor, vinculados à UNESP, a outras Instituições de Ensino Superior ou de Pesquisa, ou sem vinculo formal, credenciados nos termos do Regulamento Geral da Pós-Graduação da UNESP, deste Regulamento e da legislação vigente.

Artigo 5° - A indicação de docentes e orientadores será feita pelo Conselho do Programa, à vista do currículo dos interessados, e o credenciamento dependerá da análise pelo Conselho do Programa e homologação pela Congregação, baseados nos seguintes aspectos:

I - necessidade e adequação da(s) linha(s) de pesquisa(s) e/ou disciplina(s) proposta(s);

II – atender aos critérios da área de avaliação da CAPES, em vigor, para normas de credenciamento;

III - regularidade de publicação (em revistas indexadas) em nível nacional e internacional associada à(s) linha(s) de pesquisa (s) proposta(s);

IV - experiência em orientação;

V - capacidade de obtenção de recursos financeiros para pesquisa ou bolsas de estudo;

VI - regularidade de participação em eventos científicos.

Artigo 6° - O credenciamento dos docentes e orientadores será revisto anualmente pelo Conselho do Programa, considerando-se o desempenho nos últimos três anos, em relação a:

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I - regularidade de publicações em Revistas indexadas, com o mínimo de dois artigos a cada três anos;

II - captação de recursos (mínimo de um projeto financiado a cada cinco anos); III - tempo médio de formação de alunos de vinte e quatro meses para o Mestrado; IV - regularidade de oferecimento de disciplinas (mínimo de uma a cada dois anos); V - entrega de relatório anual de atividades requerido pelo Conselho de Pós-graduação.

Artigo 7° - Os docentes e orientadores poderão ser descredenciados, mediante solicitação ou proposição do Conselho, para os casos de desempenho insatisfatório, em relação aos incisos do Artigo 6º.

§1º – O orientando cujo orientador estiver em processo de descredenciamento será transferido para outro orientador designado pelo Conselho.

§2º – o docente descredenciado poderá solicitar seu recredenciamento quando satisfizer as condições do artigo 6.

Artigo 8° - O número máximo de orientandos por orientador, no Programa, será de seis.

§1º – Casos excepcionais serão avaliados pelo Conselho do Programa mediante solicitação e justificativas circunstanciadas do orientador.

§2º - o Conselho do Programa poderá restringir o número de vagas solicitado pelo docente considerando-se em conjunto as seguintes atividades junto ao Programa de Pós-graduação:

a) número de orientações em andamento; b) tempo médio para formação de alunos;

c) publicação das dissertações defendidas sob sua orientação; d) condições para desenvolvimento de pesquisa.

III - Da Inscrição, Seleção e Matrícula

Artigo 9° - O candidato ao Programa de Pós-graduação poderá ser diplomado em curso superior de Bacharelado ou Licenciatura nas áreas de Ciências Exatas, Ciências Biológicas, ou áreas correlatas, e apresentar no ato da inscrição para o processo de seleção:

I - requerimento de inscrição;

II - cópia do diploma ou Certificado de conclusão de graduação e respectivo histórico escolar;

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IV - cópia da cédula de identidade, CPF, título de eleitor e certidão de nascimento ou de casamento;

V - certificado de reservista;

VI - curriculum vitae Plataforma Lattes, documentado;

Parágrafo único - O candidato que não possuir diploma ou documento equivalente de conclusão do curso superior, poderá se inscrever condicionalmente.

Artigo 10 - Terá direito a matrícula o candidato aprovado no processo seletivo e classificado dentro do número de vagas existentes, mediante anuência expressa de um orientador.

Artigo 11 - A seleção dos candidatos será realizada por Comissão Examinadora especialmente designada pelo Conselho do Programa, mediante:

I - prova de Inglês de nível básico, eliminatória, versando sobre interpretação de texto na área;

II - prova de conhecimentos específicos, objetivando verificar o conhecimento do candidato e sua capacidade de expressão sobre conteúdos específicos da área de Química.

III - entrevista com argüição, visando avaliar o curriculum vitae Plataforma Lattes. § 1º - No julgamento da prova de Inglês será atribuído o conceito "suficiente" ou "insuficiente".

§ 2º - Na prova de conhecimentos específicos, referida no inciso II, e realizada conforme programa elaborado pelo Conselho do Programa, será exigido aproveitamento mínimo de cinqüenta por cento.

§ 3º - A classificação final será calculada pela média aritmética entre as notas da prova referida no inciso II e da análise do currículo lattes documentado.

§ 4º - Quando o número de candidatos classificados por orientador for superior ao número de vagas de que esse dispõe, o orientador será responsável pela seleção final de seus candidatos.

Artigo 13 - O programa de Pós-graduação em Química adota o regime de matrícula semestral.

Parágrafo único - Mesmo já tendo cumprido todos os créditos em disciplinas, o aluno regular deverá efetuar matrícula semestralmente.

Artigo 16 - O Orientador poderá indicar, em comum acordo com o orientando, um co-orientador, mediante o encaminhamento ao Conselho do Programa de justificativa e curriculum vitae Plataforma Lattes que será analisado e aprovado pelo Conselho do Programa, e homologado pela Congregação do Instituto.

Artigo 17 - A transferência para outro orientador poderá ser autorizada a qualquer tempo, por solicitação do orientando ou de qualquer um dos orientadores

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envolvidos, sempre que haja anuência expressa das partes envolvidas, e a devida manifestação do Conselho do Programa.

Parágrafo único - As transferências de orientação serão formalizadas em documento a ser juntado ao prontuário do aluno.

IV - Da Integralização dos Créditos e dos Prazos

Artigo 18 - Para obtenção do título acadêmico de Mestre serão necessários pelo menos noventa e seis créditos, sendo setenta e dois em atividades de pesquisa ligadas à elaboração da Dissertação, e no mínimo vinte e quatro créditos em disciplinas e atividades complementares, dos quais pelo menos oito em disciplinas obrigatórias e dezesseis em disciplinas obrigatórias ou optativas. No somatório dos créditos em disciplinas optativas, o discente poderá incluir até quatro créditos em atividades complementares.

I - As atividades complementares e o número de créditos compreendem:

a) trabalho completo publicado ou aceito para publicação em periódico Qualis “A” (A1 e A2), quatro créditos por trabalho como primeiro autor e dois créditos como co-autor; artigo em periódicos Qualis “B” como primeiro autor dois créditos e como co-autor um crédito; artigos de divulgação científica, como primeiro autor, um crédito;

b) resumos de trabalhos publicados em anais de congressos e reuniões científicas de âmbito nacional ou internacional, uma unidade de crédito para cada dois trabalhos.

II – A atribuição de crédito em atividades complementares dependerá de requerimento do aluno, devidamente documentado, e justificado pelo orientador. Artigo 19 - O prazo máximo para integralização dos créditos em disciplinas, mencionados nos Artigos 17, será de três semestres.

§ 1º - Será obrigatória a freqüência dos alunos a, pelo menos, setenta e cinco por cento das atividades programadas nas disciplinas.

§ 2º - A solicitação de cancelamento de matrícula em disciplina será possível, mediante justificativa e concordância do orientador, desde que não tenha transcorrido mais de um terço do seu desenvolvimento.

Artigo 20 - O aproveitamento de créditos em disciplinas obedecerá aos seguintes critérios:

I - créditos obtidos em disciplinas isoladas, cursadas em Programas de áreas afins da UNESP, USP ou UNICAMP serão aceitos automaticamente até o limite de cinquenta por cento do total de créditos em disciplinas exigido pelo Programa; II - créditos obtidos em disciplinas isoladas, cursadas em Programa recomendado pela CAPES, de área afim, poderão ser aproveitados até o limite de cinquenta por cento do total de créditos exigidos em disciplinas, a critério do Conselho do Programa;

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III - créditos obtidos em disciplinas isoladas, cursadas na categoria de aluno especial em Programa recomendado pela CAPES, em período anterior à matrícula como aluno regular do programa, poderão ser aproveitados até o limite de um terço do total de créditos exigidos em disciplinas para o Curso pretendido, a critério do Conselho do Programa.

Artigo 21 - O prazo máximo para integralização dos créditos em atividades complementares, mencionados no Artigo 17, será de quatro semestres.

Artigo 22 - O prazo máximo para conclusão do Curso de Mestrado Acadêmico, entendendo-se por conclusão o protocolo de entrega dos exemplares da versão final, defendida e aprovada, da dissertação será de vinte e oito meses.

Parágrafo único - Por versão final defendida e aprovada, entende-se aquela entregue posterior à defesa, contemplando as modificações e correções sugeridas pela banca, com anuência do orientador, e até 30 dias após a data da defesa.

Artigo 23 - Após cursar o primeiro semestre, poderá ser concedida suspensão de matrícula no Programa, por prazo não superior a cento e oitenta dias corridos, ao aluno que a requeira de forma documentada, por motivo que o impeça de dar continuidade ao Curso, com justificativa circunstanciada do orientador, ouvido o Conselho do Programa e aprovado pela Congregação do Instituto.

V - Do Aluno Especial

Artigo 25 - Aos portadores de diploma de nível superior, é permitida a matrícula em disciplinas como aluno especial.

§ 1º - A matrícula em disciplinas privilegiará os alunos regulares.

§ 2º - A matrícula a que se refere o caput deste artigo é condicionada à anuência do docente responsável pela disciplina e à manifestação favorável do Conselho do Programa.

§ 3º - Para graduado, não matriculado regularmente em Programa de Pós-graduação, só será aceita a matrícula em até duas disciplinas por semestre, a critério do Conselho.

§ 4º A critério do Conselho do Programa, alunos de Graduação com atividades de iniciação científica, encaminhados por orientadores credenciados na pós-graduação da Unesp, poderão matricular-se em disciplinas de pós-graduação, como alunos especiais.

§ 5º - Havendo vagas, o número de alunos especiais não poderá exceder a cinqüenta por cento do número de alunos regulares matriculados na disciplina. § 6º - No caso de haver maior número de interessados do que de vagas, a seleção dos candidatos será feita seguindo, por ordem, os critérios:

a) aluno de programa de mesma natureza da UNESP;

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c) aluno de programa de natureza diversa da UNESP;

d) aluno de programa de natureza diversa de outra Instituição; e) graduado não vinculado a programa de Pós-graduação.

§ 7º - Submetendo-se ao processo seletivo vigente, passando a condição de regular, o aluno especial poderá aproveitar os créditos de disciplinas, nas quais tenha sido aprovado com conceito mínimo B, até o limite de cinquenta por cento do total de créditos exigidos pelo Programa, por proposta do orientador e a critério do Conselho.

§ 8º - Casos excepcionais serão avaliados pelo Conselho do Programa mediante solicitação e justificativa circunstanciada do orientador.

VI - Do Plano de Atividades, Projeto de Pesquisa e Relatórios

Artigo 26 - Decorridos até quatro meses da data de matrícula os orientadores deverão encaminhar ao Conselho do Programa, um Plano de Atividades que englobe o projeto de pesquisa a ser desenvolvido pelo aluno.

§ 1º - O projeto de dissertação ou tese deverá conter os seguintes itens: Título, Introdução, Justificativa, Objetivos, Material e Métodos, Exeqüibilidade, Referências Bibliográficas e Cronograma de realização de atividades em acordo com as Normas vigentes da ABNT (NBR1079).

§ 2º - Em caso de substituição de projeto de pesquisa, o novo projeto deve ser submetido ao Conselho do Programa, com a devida justificativa elaborada pelo orientador.

§ 3º - O aluno que receber bolsa para desenvolver o programa também estará sujeito às normas fixadas pela agência de fomento ou outras entidades financiadoras.

Artigo 27 - O aluno deverá, de acordo com o prazo previsto no Calendário Escolar, encaminhar ao Conselho do Programa o Relatório Anual de Atividades com parecer do orientador, conforme normas e datas fixadas pelo Conselho do Programa. Deverá constar no Relatório: disciplinas cursadas; andamento do projeto com cronograma para próxima etapa e outras atividades de formação (participação em Eventos Científicos, produções bibliográficas, estágio docência e afins).

VII - Do Exame de Proficiência em Língua Estrangeira

Artigo 28 - Os alunos do Mestrado Acadêmico deverão ser proficientes no idioma inglês, que lhe permita acompanhar adequadamente a literatura especializada. A comprovação da proficiência deverá ser verificada no prazo máximo de um ano após a matrícula inicial no Programa.

§ 1º - O exame de proficiência em idioma estrangeiro, será feito por solicitação do aluno, obedecendo o calendário Escolar.

§ 2º - No caso de reprovação, o aluno poderá demonstrar proficiência em idioma estrangeiro através de um novo exame, obedecendo ao prazo especificado no

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caput deste artigo, sendo que nova reprovação implicará em seu desligamento

do Programa.

§ 3° - Caberá ao Conselho do Programa indicar a Comissão encarregada da elaboração e aplicação dos exames, que constará da interpretação de um texto. § 4º - Serão dispensados dos exames os alunos que apresentarem certificados de proficiência em idioma estrangeiro obtidos em instituições oficiais, ou ainda através da obtenção de pontuações no exame TOEFL ou similares, a critério do Conselho do Programa.

Artigo 29 - Os alunos de nacionalidade estrangeira, cuja língua materna não seja a Portuguesa, deverão demonstrar proficiência nessa língua.

§ 1º - A comprovação de proficiência em Língua Portuguesa deverá ocorrer no prazo máximo de seis meses após o ingresso do aluno no Programa. No caso de reprovação, os alunos poderão demonstrar proficiência através de um novo exame, obedecendo ao prazo especificado neste parágrafo, sendo que a nova reprovação implicará em seu desligamento do Programa.

§ 2º - Caberá ao Conselho do Programa indicar a Comissão encarregada da elaboração e aplicação do exame, que constará da interpretação de um texto. VIII - Do Exame Geral de Qualificação

Artigo 30 - Completados os créditos em disciplinas, sendo considerado proficiente em idioma estrangeiro e até 18 meses para o mestrado após a matrícula no programa, o aluno deverá submeter-se a Exame Geral de Qualificação, perante Comissão Examinadora constituída pelo orientador, seu presidente nato, e dois docentes portadores do título de Doutor, designados pelo Conselho do Programa. Parágrafo único - O orientador deverá solicitar ao Conselho do Programa as providências para a realização do Exame Geral de Qualificação e encaminhar relação de cinco docentes, entre os quais o Conselho escolherá os membros da Comissão Examinadora.

Artigo 31 - O Exame Geral de Qualificação ao Mestrado Acadêmico constará de uma aula versando sobre a Dissertação.

§ 1º - A partir da inscrição, o candidato terá o prazo máximo de um mês para entrega do Trabalho de Qualificação referido no caput do artigo à Seção de Pós-graduação, em quatro vias.

§ 2º - Os membros da Comissão Examinadora deverão receber cópia do Trabalho de Qualificação com antecedência mínima de quinze dias da data da argüição. § 3º - A aula terá duração de trinta e quarenta minutos.

§ 4º - Para a argüição, na forma de diálogo, o tempo será de até 30 minutos para cada examinador.

Artigo 31 - Será considerado aprovado no Exame Geral de Qualificação o aluno que obtiver o conceito "aprovado" com, no mínimo, dois examinadores.

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Parágrafo único - O aluno não aprovado no Exame Geral de Qualificação poderá repeti-lo uma única vez, no prazo máximo de dois meses.

IX - Desligamento de Alunos do Programa

Artigo 35 - Será desligado do Programa de Pós-graduação o aluno que:

I - não apresentar dentro de cento e vinte dias após a matrícula, o Plano de Atividades e Projeto de Pesquisa elaborados de comum acordo com o orientador; II - não apresentar relatório de atividades, conforme normas e datas estabelecidas pelo Conselho do Programa;

III - não for considerado proficiente em Língua Inglesa ou Portuguesa, nas condições estabelecidas no Artigo 29 e §§;

IV - for reprovado pela segunda vez no Exame de Qualificação; V - for reprovado pela segunda vez na mesma disciplina;

VI – não atender o prazo máximo para conclusão do curso, disposto no artigo 22. VII - tiver seu desligamento solicitado e justificado pelo orientador, garantindo-se o direito de defesa do aluno;

VIII - for advertido e penalizado por processo disciplinar.

§ 1º - Caberá ao Conselho do Programa avaliar a justificativa do orientador para o não cumprimento dos prazos estabelecidos nos incisos I, II, III e IV.

§ 2º - O aluno desligado do Programa poderá reingressar, submetendo-se ao processo seletivo vigente, podendo aproveitar as atividades anteriormente realizadas a critério do Conselho, deduzido o tempo nelas utilizado.

X - Da Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado

Artigo 35 - Para a obtenção do título de Mestre será exigida Dissertação apoiada em trabalho de pesquisa científica.

§ 1º - Na apresentação da Dissertação, deverá ser anexada cópia de no mínimo um manuscrito referente ao trabalho, nos moldes de um artigo científico para ser submetido à revista indexada.

§ 2º - A Dissertação também poderá ser apresentadas sob a forma de artigo(s) científico(s), redigido(s) de acordo com as normas de uma revista indexada.

Artigo 36 - O prazo máximo para entrega dos exemplares da Dissertação será de vinte e seis meses, a partir da matrícula do aluno no curso.

Artigo 37 - A Dissertação será apresentada pelo aluno perante uma comissão examinadora, que o argüirá em sessão pública.

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Artigo 38 - A Comissão Examinadora, de que trata o artigo anterior, será composta por três membros titulares, com no mínimo o título de Doutor, indicados pelo Conselho do Programa, ouvido o orientador, e aprovados pela Congregação, sendo o orientador membro nato e presidente.

§ 1º - No impedimento do orientador, assumirá o co-orientador e, não existindo a figura deste ou na sua impossibilidade, assumirá a presidência da Comissão Examinadora o membro mais titulado da Comissão.

§ 2º - Dentre seus titulares, a Comissão deverá ter, pelo menos, um membro não pertencente ao corpo docente e de orientadores do Programa, bem como do Instituto.

§ 3º - Deverão constar da Comissão Examinadora, dois suplentes, um dos quais, pelo menos, não pertencente ao corpo docente e de orientadores do Programa, bem como do Instituto.

§ 4º - Entre os membros da Comissão Examinadora somente poderá ser incluído o co-orientador se estiver substituindo o orientador, quando este não puder participar.

Artigo 39 - Para constituição da Comissão Examinadora de Mestrado Acadêmico, o orientador encaminhará, como sugestão ao Conselho do Programa, relação de seis nomes de especialistas portadores do Título de Doutor, endereço e área específica de trabalho, sendo três do corpo docente e três externos ao corpo docente do Programa, bem como do Instituto.

Artigo 40 - A defesa de Dissertação compreenderá a defesa pública do seu trabalho em sua versão final, sendo necessária respectivamente a entrega de seis exemplares da mesma, na Seção de Pós-graduação.

Artigo 41 - A sessão pública da defesa da Dissertação constará de uma exposição de trinta a quarenta minutos, na qual o aluno fará uma síntese de seu trabalho, e da argüição do aluno pelos membros da Comissão Examinadora.

§ 1º - A argüição de cada membro terá a duração máxima de trinta minutos, dispondo o aluno de igual tempo para responder, ou será conduzida em forma de diálogo, durante sessenta minutos.

§ 2º - Cada examinador atribuirá o conceito Aprovado ou Reprovado, prevalecendo a avaliação da maioria de examinadores.

§ 3º - Cada examinador deverá emitir parecer circunstanciado sobre a aprovação ou não do candidato.

Artigo 42 - A Defesa Pública deverá efetivar-se no prazo máximo de sessenta dias, contados da data da entrega dos exemplares na sua versão final na Seção de Pós-graduação.

§1º - Na impossibilidade de cumprir o disposto no caput deste artigo, o orientador deve, dentro do prazo estabelecido, apresentar justificativa ao Conselho do Programa.

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§2º - Após a defesa, no prazo máximo de trinta dias, o aluno deverá entregar a versão final da dissertação, defendida, aprovada e corrigida, na forma exigida pela CGB-Central Geral de Bibliotecas da Unesp, bem como uma cópia do arquivo em

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XI - Da Coordenação do Programa

Artigo 43 - Para a composição do Conselho do Programa de Pós-graduação em Química será feita a eleição dos membros, titulares e suplentes, entre os docentes e alunos regulares do Programa, observando-se o disposto no artigo 30 do Regimento Geral da Pós-graduação da UNESP e pelo Conselho do Programa.

§ 1º - O Coordenador e o Vice-coordenador serão escolhidos, entre os membros titulares do Conselho do Programa e deverão ser docentes responsáveis por disciplinas e credenciados como orientadores de alunos, obrigatoriamente lotados na Unidade responsável pelo Programa.

§ 2º - A eleição para composição do próximo Conselho do Programa deverá ocorrer com antecedência mínima de trinta dias do término do mandato dos membros do Conselho vigente.

§ 3º - Os docentes, credenciados no Programa como orientadores e responsáveis por disciplinas, e os alunos, regularmente matriculados no Programa, interessados em participar do Conselho deverão inscrever-se junto à Seção de Pós-graduação com antecedência mínima de quinze dias da eleição, especificando o titular e o respectivo suplente.

§ 4º - A escolha dos representantes docentes será feita por seus respectivos pares, por meio de processo eleitoral, e os eleitores poderão votar em até quatro candidatos para membros titulares e respectivos suplentes.

§ 5º - O membro discente, aluno regular matriculado no Programa, será indicado nos termos da legislação em vigor.

XII - Das Disposições Gerais

Artigo 44 - Os casos omissos neste Regulamento serão apreciados pelo Conselho do Programa, no âmbito de sua competência, respeitadas as disposições da legislação superior vigente.

XIII - Das Disposições Transitórias

Artigo 1º - Os Discentes regularmente matriculados no Programa de Pós-graduação em Química serão regidos por este Regulamento. No caso de modificação neste, o Discente poderá optar pelo novo regimento, a partir de sua publicação, até o prazo máximo de sessenta dias.

Referências

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