Estatuto da Criança e do Adolescente
– Lei 8069/90 e legislação
Prof º João Alfredo
A INFÂNCIA E A FAMÍLIA NO BRASIL
• Papel do Estado e da Família: A AUTORIDADE DA
FAMÍLIA VAI GRADUALMENTE DECRESCENDO E SE
TORNANDO SUBORDINADA AO ESTADO
• Responsabilidades: A CARIDADE VAI SE
TRANSFORMANDO EM FILANTROPIA DE CARÁTER
SOCIAL E ESTATAL
• Termo “menor”: NO SÉCULO XX “MENOR” GANHA O
CARÁTER DE CRIANÇA OU ADOLESCENTE POBRE/
ABANDONADA, POTENCIALMENTE PERIGOSA.
ASPECTOS HISTÓRICOS DA LEGISLAÇÃO PARA
A INFÂNCIA NO BRASIL
CÓDIGO DE
MENORES DE 1927
DOUTRINA DO DIREITO
DO MENOR
CÓDIGO DE
MENORES DE 1979
SITUAÇÃO IRREGULAR
DOUTRINA DA
ESTATUTO DA
CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
DOUTRINA DA
PROTEÇÃO INTEGRAL
CÓDIGO DE MENORES DE 1927
• OBRIGAÇÕES DOS PAIS EM RELAÇÃO AOS
FILHOS DESDE
O NASCIMENTO ATÉ OS 21 ANOS;
• SISTEMA DUAL DE ATENDIMENTO (CÓDIGO DE MENORES
E CÓDIGO CIVIL);
• LEGISLAVA ESPECIFICAMENTE SOBRE CRIANÇAS DE 0 A
18 ANOS EM ESTADO DE ABANDONO, SEM MORADIA
CERTA, ÓRFÃOS, PAIS IGNORADOS, PAIS PRESOS A MAIS
DE DOIS ANOS, PAIS VAGABUNDOS, MENDIGOS, DE MAUS
COSTUMES, PROSTITUTOS OU ECONÔMICAMENTE
INCAPAZES DE SUPRIR A PROLE;
• O “ MENOR DELINQUENTE” ESTAVA CARACTERIZADO
COMO AQUELE ENTRE 14 E 18 ANOS, SEPARANDO-OS
DOS CONDENADOS ADULTOS;
CÓDIGO DE MENORES DE 1979
O Código de Menores/79 não passava, segundo
Liberati (1991, p. 02), de um “código penal do
menor”, disfarçado em sistema tutelar. Suas
medidas não passavam de verdadeiras
sanções, ou seja, penas disfarçadas de
medidas de proteção. Não relacionava nenhum
direito, a não ser aquele sobre a assistência
religiosa; não trazia nenhuma medida de apoio
à família; tratava a situação irregular da
criança e adolescente, que, na verdade, eram
O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
LEI FEDERAL N° 8069 - 13/07/1990
•
TODAS AS CRIANÇAS (DE 0 A 12
ANOS) E TODOS OS
ADOLESCENTES (DE 12 A 18 ANOS)
SEJAM POBRES OU RICOS, DO
CAMPO OU DA CIDADE, NEGROS,
BRANCOS, INDÍGENAS,
IMIGRANTES, OUTROS
CRIANÇAS E ADOLESCENTES SÃO SUJEITOS DE
DIREITOS, DEIXANDO DE SER PORTADORES DE
NECESSIDADES E OBJETOS DE INTERVENÇÃO JURÍDICA,
PARA SEREM CIDADÃOS, DETENTORES DO DIREITO DE
• O ECA se constitui em um instrumento jurídico social de plena legitimidade
histórica, em primeiro lugar porque se configura como uma ferramenta de
cidadania, pois viabiliza a todo cidadão acionar os meios de defesa de direitos da
criança e do adolescente. Este processo congregou, à época de sua formulação,
inúmeras entidades, destacando-se especialmente:
• o Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua, a Pastoral do Menor da CNBB(Confederação Nacional dos Bispos do Brasil),
• a Frente Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,
• a Articulação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos,
• a Coordenação dos Núcleos de Estudos ligados às Universidades,
• a Sociedade Brasileira da Pediatria,
• a Associação Brasileira de Proteção à Infância e à Adolescência(ABRAPIA),
• a Ordem dos Advogados do Brasil(OAB).
• os dirigentes e técnicos ligados à articulação “Criança e Constituinte”,
• o FONACRID (Fórum Nacional de Dirigentes Estaduais de Políticas Públicas para a Criança e o Adolescente). Também é importante mencionar a frente Parlamentar dos Direitos da Criança, articulando deputados e senadores de todos os partidos
ORIGEM
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS (1948)
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA
CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (1959)
CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988
"É DEVER DA FAMÍLIA, DA SOCIEDADE E DO PODER PÚBLICO ASSEGURAR A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE, COM ABSOLUTA PRIORIDADE, O DIREITO À VIDA, À SAÚDE, À ALIMENTAÇÃO, À EDUCAÇÃO, AO LAZER, À PROFISSIONALIZAÇÃO, À CULTURA,
À DIGNIDADE,AO RESPEITO, À LIBERDADE E À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA, ALÉM DE COLOCÁ- LOS A SALVO
DE TODA FORMA DE NEGLIGÊNCIA, DISCRIMINAÇÃO, EXPLORAÇÃO, VIOLÊNCIA, CRUELDADE E OPRESSÃO".
Vale lembrar que para a construção e aprovação do ECA
houve luta dos segmentos sociais, foi um processo em
CONTEÚDO BÁSICO
Eixo Central
Política Prioritária
Direitos Fundamentais
Sobrevivência
Saúde
À vida, à saúde e à
alimentação
Desenvolvimento
pessoal e social
Educação
À educação, à cultura,
ao esporte, ao lazer e à
profissionalização
Integridade física,
moral, psicológica e
social
Proteção especial
Convivência familiar e
comunitária, à
liberdade, à dignidade e
ao respeito
• Art. 74. O poder público, através do órgão competente,
regulará as diversões e espetáculos públicos, informando
sobre a natureza deles, as faixa etárias a que não se
recomendem, locais e horários em que sua apresentação se
mostre inadequada.
• Parágrafo único. Os responsáveis pela diversões e
espetáculos públicos deverão afixar, em lugar visível a faixa
etária especificada no certificado de classificação.
• Art. 75 – Toda criança ou adolescente terá acesso às
diversões e espetáculos públicos classificados com adequados
à sua faixa etária.
• Parágrafo único. As crianças menores de dez anos somente
poderão ingressar e permanecer nos locais de apresentação
ou exibição quando acompanhadas dos pais ou responsável.
• Art. 76. As emissoras de rádio e televisão somente exibirão, no
horário recomendado para o público infanto juvenil, programas
com finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas.
• Parágrafo único. Nenhum espetáculo será apresentado ou
anunciado sem aviso de sua classificação, antes de sua
transmissão, apresentação ou exibição.
• Art. 77. Os proprietários, diretores, gerentes e funcionários de
empresas que explorem a venda ou aluguel de fitas de
programação em vídeo cuidarão para que não haja venda ou
locação em desacordo com a classificação atribuída pelo órgão
competente.
• Parágrafo único. As fitas a que alude este artigo deverão exibir,
no invólucro, informação sobre a natureza da obra e a faixa
•
Art. 78. As revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado
a crianças e adolescentes deverão ser comercializadas em embalagem
lacrada, com a advertência de seu conteúdo.
•
Parágrafo único. As editoras cuidarão para que as capas que contenham
mensagens pornográficas ou obscenas sejam protegidas com embalagem
opaca.
•
Art. 79. As revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não
poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de
bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores
éticos e sociais da pessoa e da família.
•
Art. 80. Os responsáveis por estabelecimentos que explorem comercialmente
bilhar, sinuca ou congênere ou por casas de jogos, assim entendidas as que
realize apostas, ainda que eventualmente, cuidarão para que não seja
permitida a entrada e a permanência de crianças e adolescentes no local,
afixando aviso para orientação do público.
• Além de serem assegurados os direitos básicos
a crianças e adolescentes, o ECA (Artigo 88,
VI), delega não só à União, Estados e aos
municípios a proposição de ações de
atendimento na área social, mas também a
comunidade é chamada a opinar e indicar as
necessidades de sua população, exigindo sua
participação na formulação de políticas e no
controle das ações em todos os níveis,
cumprindo o Artigo 204, da Constituição
Federal.
Dos Produtos e Serviços
Art. 81. É proibida a venda à criança ou ao adolescente de: I - armas, munições e explosivos;
II - bebidas alcoólicas;
III - produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica ainda que por utilização indevida;
IV - fogos de estampido e de artifício, exceto aqueles que pelo seu reduzido potencial sejam incapazes de provocar qualquer dano físico em caso de utilização indevida; V - revistas e publicações a que alude o art. 78;
VI - bilhetes lotéricos e equivalentes.
Art. 82. É proibida a hospedagem de criança ou adolescente em hotel, motel, pensão ou estabelecimento congênere, salvo se autorizado ou acompanhado pelos pais ou responsável.
• O Estatuto da Criança e do Adolescente preza pela
família, sua estruturação e condições necessárias para
que possa garantir as necessidades básicas de sua
prole. Aos pais fica a responsabilidade pela formação,
orientação e acompanhamento da criança/adolescente.
• Portanto, pode-se perceber que os pais/responsáveis
são contemplados no ECA, tanto em forma de direitos
assegurados, quanto na questão de responsabilidades
junto à criança/adolescente, sendo aplicadas sansões
quando seus deveres não são cumpridos.
• Seção II
• Dos Crimes em Espécie
•
• Art. 241. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro
registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica
envolvendo criança ou adolescente:
(Redação dada pela Lei nº 11.829, de 2008)
• Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.
(Redação dada pela Lei nº 11.829, de 2008)
• Art. 241-A. Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir,
distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por
meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo
ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou
pornográfica envolvendo criança ou adolescente:
Art. 241-B. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
§ 1o A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o
material a que se refere o caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
§ 2o Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar
às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por:
(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
I – agente público no exercício de suas funções;
(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
II – membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo; (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
III – representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário.
(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
§ 3o As pessoas referidas no § 2o deste artigo deverão manter sob sigilo o
material ilícito referido. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Art. 241-E. Para efeito dos crimes previstos nesta Lei, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais.
(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Art. 242. Vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente arma, munição ou explosivo:
Pena - reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos. (Redação dada pela Lei nº 10.764, de 12.11.2003)
Art. 243. Vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida:
Pena - detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa, se o fato não constitui crime mais grave.
(Redação dada pela Lei nº 10.764, de 12.11.2003)
Art. 244. Vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente fogos de estampido ou de artifício, exceto aqueles que, pelo seu reduzido potencial, sejam incapazes de provocar qualquer dano físico em caso de utilização indevida:
Pena - detenção de seis meses a dois anos, e multa.
Art. 244-A. Submeter criança ou adolescente, como tais definidos no caput do art. 2o desta Lei, à prostituição ou à
exploração sexual: (Incluído pela Lei nº 9.975, de 23.6.2000)
Pena - reclusão de quatro a dez anos, e multa.
§ 1o Incorrem nas mesmas penas o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que se verifique a submissão
de criança ou adolescente às práticas referidas no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 9.975, de 23.6.2000)
§ 2o Constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença de localização e de funcionamento do
Art. 241-C. Simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Parágrafo único. Incorre nas mesmas penas quem vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material produzido na forma do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Art. 241-D. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;
(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
ECA estabelece a criação de Conselhos
Municipais, Estaduais e Nacionais dos
Direitos da Criança e do Adolescente, Fundos
Municipais, Estaduais e Nacionais vinculados
aos respectivos Conselhos de Direitos e os
Conselhos Tutelares (Artigo 88). Além de
delegar funções específicas para cada órgão,
os mesmos atenderão crianças,
adolescentes, os pais e/ou responsáveis e a
comunidade, quando necessário.
Para que as regras de cidadania contempladas
no ECA, em prol da população infanto-juvenil,
não permaneçam como meras legalidades que
não saem do papel, a população deve cobrar a
interferência do denominado Sistema de
Garantia dos Direitos das Crianças e dos
Adolescentes, seja pelo aparelho de Justiça
(Poder Judiciário, Ministério Público e
Defensoria Pública) ou pela política de
atendimento (Conselhos de Direitos e
Conselhos Tutelares).
Artigos relacionados ao Direito à Educação, Cultura,
Esporte e Lazer presentes na Legislação (CEDCA, 2001)
Documentos Legais
Educação
Cultura
Lazer
Declaração Universal dos
Direitos Humanos – 1948
17 –22 -26
17-22-27-30
17-22-24
Declaração dos Direitos da
Criança - 1959
5-7
5-7
4-7
Constituição Federal- 1988
5-6-205 a
214
5-215-216
5-6-217
Convenção das Nações Unidas
sobre os Direitos da Criança-
1989
28-29
12-17
31
Constituição Estadual do Paraná
– 1989
12-13-165-
177 a 189
12-165-190 a
196-206
12-165-197 a
199
ECA – 1990
53 a 59
53 a 59
53 a 59
Lei orgânica da Assistência
Social- 1993
2-4
2-4
2-4
Declaração dos Direitos da
Criança
Adotada pela Assembléia das Nações Unidas de 20
de novembro de 1959 e ratificada pelo Brasil.
• PRINCÍPIO 7º
A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e
compulsória pelo menos no grau primário.
Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua
cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais
oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de
emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a
tornar-se um membro útil da sociedade.
Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os
responsáveis pela sua educação e orientação; esta
responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.
A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se,
visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e
as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo
deste direito.
Interlocução com:
Poder
executivo
Poder
Judiciário
Ministério
Público
Conselhos
de Direitos
Federal, estadual
e municipal. Têm
a finalidade de
instalar e/ou dar
condições de
funcionamento
aos programas e
serviços que
realizam
atendimento
direto às crianças
e adolescentes,
bem como, às
famílias.
Vara da criança
e a juventude e
Defensoria
Pública
cumprem com os
ritos jurídicos
para que os
direitos de defesa
e proteção
possam estar
presentes e
preservados no
cotidiano de
crianças e
adolescentes.
Conselhos
Tutelares,
Fóruns e
Entidades de
defesa Direitos
observadores e
legítimos agentes
de intervenção
ante as situações
que ameaçam e
violam os direitos
e deveres.
Está encarregado
de propor ações,
requerer e
destinar recursos
para os
programas e
para os serviços
de atendimento.
Conclama a
participação
igualitária de
representantes
do governo e
sociedade
organizada.
Conselho Tutelar
Ministério Público
(Promotoria / Juiz do município)
Denúncias do não funcionamento:
de ambas instâncias: Corregedoria Pública (Curitiba)
Porém é indispensável saber de suas funções (a partir do Artigo
131 do ECA e Estatuto Próprio de cada Município). Além disso, o
contato direto, solicitação de visita à escola, discutir funções e
ações é uma proposição que deve partir das escolas
• ABRAMOVAY, M. e RUA, M. das G. Violência nas Escolas – versão resumida. Brasília: UNESCO/ Pitágora, 2003.
•
• COSTA, A. C. G. da. De menor a cidadão- notas para uma história do novo direito da infância
e da juventude no Brasil.
• GENTILI, P. e SILVA, T.T.da.(orgs). Escola S.A. quem ganha e quem perde no mercado
educacional do neoliberalismo. Brasília: CNTE, 1996.
•
• LIBERATI, W.D. O ECA: comentários. RJ: IBPS, 1991. •
• MIRANDA, S.G. Criança e adolescente em situação de rua: políticas e práticas
sócio-pedagógicas do Poder Público de Curitiba. Curitiba, 2005
• PARO, V. H. Administração escolar e qualidade de ensino; o que os pais ou responsáveis têm
a ver com isso? In: BASTOS, J.B (org). Gestão Democrática. RJ: DP&A, 2a edição, 2002.
•