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ECA Faxinal(2)

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(1)

Estatuto da Criança e do Adolescente

– Lei 8069/90 e legislação

Prof º João Alfredo

(2)

A INFÂNCIA E A FAMÍLIA NO BRASIL

• Papel do Estado e da Família: A AUTORIDADE DA

FAMÍLIA VAI GRADUALMENTE DECRESCENDO E SE

TORNANDO SUBORDINADA AO ESTADO

• Responsabilidades: A CARIDADE VAI SE

TRANSFORMANDO EM FILANTROPIA DE CARÁTER

SOCIAL E ESTATAL

• Termo “menor”: NO SÉCULO XX “MENOR” GANHA O

CARÁTER DE CRIANÇA OU ADOLESCENTE POBRE/

ABANDONADA, POTENCIALMENTE PERIGOSA.

(3)

ASPECTOS HISTÓRICOS DA LEGISLAÇÃO PARA

A INFÂNCIA NO BRASIL

CÓDIGO DE

MENORES DE 1927

DOUTRINA DO DIREITO

DO MENOR

CÓDIGO DE

MENORES DE 1979

SITUAÇÃO IRREGULAR

DOUTRINA DA

ESTATUTO DA

CRIANÇA E DO

ADOLESCENTE

DOUTRINA DA

PROTEÇÃO INTEGRAL

(4)

CÓDIGO DE MENORES DE 1927

• OBRIGAÇÕES DOS PAIS EM RELAÇÃO AOS

FILHOS DESDE

O NASCIMENTO ATÉ OS 21 ANOS;

• SISTEMA DUAL DE ATENDIMENTO (CÓDIGO DE MENORES

E CÓDIGO CIVIL);

• LEGISLAVA ESPECIFICAMENTE SOBRE CRIANÇAS DE 0 A

18 ANOS EM ESTADO DE ABANDONO, SEM MORADIA

CERTA, ÓRFÃOS, PAIS IGNORADOS, PAIS PRESOS A MAIS

DE DOIS ANOS, PAIS VAGABUNDOS, MENDIGOS, DE MAUS

COSTUMES, PROSTITUTOS OU ECONÔMICAMENTE

INCAPAZES DE SUPRIR A PROLE;

• O “ MENOR DELINQUENTE” ESTAVA CARACTERIZADO

COMO AQUELE ENTRE 14 E 18 ANOS, SEPARANDO-OS

DOS CONDENADOS ADULTOS;

(5)

CÓDIGO DE MENORES DE 1979

O Código de Menores/79 não passava, segundo

Liberati (1991, p. 02), de um “código penal do

menor”, disfarçado em sistema tutelar. Suas

medidas não passavam de verdadeiras

sanções, ou seja, penas disfarçadas de

medidas de proteção. Não relacionava nenhum

direito, a não ser aquele sobre a assistência

religiosa; não trazia nenhuma medida de apoio

à família; tratava a situação irregular da

criança e adolescente, que, na verdade, eram

(6)

O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO

ADOLESCENTE

LEI FEDERAL N° 8069 - 13/07/1990

TODAS AS CRIANÇAS (DE 0 A 12

ANOS) E TODOS OS

ADOLESCENTES (DE 12 A 18 ANOS)

SEJAM POBRES OU RICOS, DO

CAMPO OU DA CIDADE, NEGROS,

BRANCOS, INDÍGENAS,

IMIGRANTES, OUTROS

CRIANÇAS E ADOLESCENTES SÃO SUJEITOS DE

DIREITOS, DEIXANDO DE SER PORTADORES DE

NECESSIDADES E OBJETOS DE INTERVENÇÃO JURÍDICA,

PARA SEREM CIDADÃOS, DETENTORES DO DIREITO DE

(7)

• O ECA se constitui em um instrumento jurídico social de plena legitimidade

histórica, em primeiro lugar porque se configura como uma ferramenta de

cidadania, pois viabiliza a todo cidadão acionar os meios de defesa de direitos da

criança e do adolescente. Este processo congregou, à época de sua formulação,

inúmeras entidades, destacando-se especialmente:

o Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua, a Pastoral do Menor da CNBB(Confederação Nacional dos Bispos do Brasil),

a Frente Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,

a Articulação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos,

a Coordenação dos Núcleos de Estudos ligados às Universidades,

a Sociedade Brasileira da Pediatria,

a Associação Brasileira de Proteção à Infância e à Adolescência(ABRAPIA),

a Ordem dos Advogados do Brasil(OAB).

os dirigentes e técnicos ligados à articulação “Criança e Constituinte”,

o FONACRID (Fórum Nacional de Dirigentes Estaduais de Políticas Públicas para a Criança e o Adolescente). Também é importante mencionar a frente Parlamentar dos Direitos da Criança, articulando deputados e senadores de todos os partidos

(8)

ORIGEM

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS (1948)

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA

CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (1959)

CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988

"É DEVER DA FAMÍLIA, DA SOCIEDADE E DO PODER PÚBLICO ASSEGURAR A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE, COM ABSOLUTA PRIORIDADE, O DIREITO À VIDA, À SAÚDE, À ALIMENTAÇÃO, À EDUCAÇÃO, AO LAZER, À PROFISSIONALIZAÇÃO, À CULTURA,

À DIGNIDADE,AO RESPEITO, À LIBERDADE E À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA, ALÉM DE COLOCÁ- LOS A SALVO

DE TODA FORMA DE NEGLIGÊNCIA, DISCRIMINAÇÃO, EXPLORAÇÃO, VIOLÊNCIA, CRUELDADE E OPRESSÃO".

Vale lembrar que para a construção e aprovação do ECA

houve luta dos segmentos sociais, foi um processo em

(9)

CONTEÚDO BÁSICO

Eixo Central

Política Prioritária

Direitos Fundamentais

Sobrevivência

Saúde

À vida, à saúde e à

alimentação

Desenvolvimento

pessoal e social

Educação

À educação, à cultura,

ao esporte, ao lazer e à

profissionalização

Integridade física,

moral, psicológica e

social

Proteção especial

Convivência familiar e

comunitária, à

liberdade, à dignidade e

ao respeito

(10)

• Art. 74. O poder público, através do órgão competente,

regulará as diversões e espetáculos públicos, informando

sobre a natureza deles, as faixa etárias a que não se

recomendem, locais e horários em que sua apresentação se

mostre inadequada.

• Parágrafo único. Os responsáveis pela diversões e

espetáculos públicos deverão afixar, em lugar visível a faixa

etária especificada no certificado de classificação.

• Art. 75 – Toda criança ou adolescente terá acesso às

diversões e espetáculos públicos classificados com adequados

à sua faixa etária.

• Parágrafo único. As crianças menores de dez anos somente

poderão ingressar e permanecer nos locais de apresentação

ou exibição quando acompanhadas dos pais ou responsável.

(11)

• Art. 76. As emissoras de rádio e televisão somente exibirão, no

horário recomendado para o público infanto juvenil, programas

com finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas.

• Parágrafo único. Nenhum espetáculo será apresentado ou

anunciado sem aviso de sua classificação, antes de sua

transmissão, apresentação ou exibição.

• Art. 77. Os proprietários, diretores, gerentes e funcionários de

empresas que explorem a venda ou aluguel de fitas de

programação em vídeo cuidarão para que não haja venda ou

locação em desacordo com a classificação atribuída pelo órgão

competente.

• Parágrafo único. As fitas a que alude este artigo deverão exibir,

no invólucro, informação sobre a natureza da obra e a faixa

(12)

Art. 78. As revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado

a crianças e adolescentes deverão ser comercializadas em embalagem

lacrada, com a advertência de seu conteúdo.

Parágrafo único. As editoras cuidarão para que as capas que contenham

mensagens pornográficas ou obscenas sejam protegidas com embalagem

opaca.

Art. 79. As revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não

poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de

bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores

éticos e sociais da pessoa e da família.

Art. 80. Os responsáveis por estabelecimentos que explorem comercialmente

bilhar, sinuca ou congênere ou por casas de jogos, assim entendidas as que

realize apostas, ainda que eventualmente, cuidarão para que não seja

permitida a entrada e a permanência de crianças e adolescentes no local,

afixando aviso para orientação do público.

(13)

• Além de serem assegurados os direitos básicos

a crianças e adolescentes, o ECA (Artigo 88,

VI), delega não só à União, Estados e aos

municípios a proposição de ações de

atendimento na área social, mas também a

comunidade é chamada a opinar e indicar as

necessidades de sua população, exigindo sua

participação na formulação de políticas e no

controle das ações em todos os níveis,

cumprindo o Artigo 204, da Constituição

Federal.

(14)

Dos Produtos e Serviços  

Art. 81. É proibida a venda à criança ou ao adolescente de: I - armas, munições e explosivos;

II - bebidas alcoólicas;

III - produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica ainda que por utilização indevida;

IV - fogos de estampido e de artifício, exceto aqueles que pelo seu reduzido potencial sejam incapazes de provocar qualquer dano físico em caso de utilização indevida; V - revistas e publicações a que alude o art. 78;

VI - bilhetes lotéricos e equivalentes.

Art. 82. É proibida a hospedagem de criança ou adolescente em hotel, motel, pensão ou estabelecimento congênere, salvo se autorizado ou acompanhado pelos pais ou responsável.

(15)

• O Estatuto da Criança e do Adolescente preza pela

família, sua estruturação e condições necessárias para

que possa garantir as necessidades básicas de sua

prole. Aos pais fica a responsabilidade pela formação,

orientação e acompanhamento da criança/adolescente.

• Portanto, pode-se perceber que os pais/responsáveis

são contemplados no ECA, tanto em forma de direitos

assegurados, quanto na questão de responsabilidades

junto à criança/adolescente, sendo aplicadas sansões

quando seus deveres não são cumpridos.

(16)

• Seção II

• Dos Crimes em Espécie

•  

• Art. 241. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro

registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica

envolvendo criança ou adolescente:

(Redação dada pela Lei nº 11.829, de 2008)

• Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.

(Redação dada pela Lei nº 11.829, de 2008)

• Art. 241-A. Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir,

distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por

meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo

ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou

pornográfica envolvendo criança ou adolescente:

(17)

Art. 241-B. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.

(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

§ 1o A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o

material a que se refere o caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

§ 2o Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar

às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por:

(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

I – agente público no exercício de suas funções;

(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

II – membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo; (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

III – representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário.

(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

§ 3o As pessoas referidas no § 2o deste artigo deverão manter sob sigilo o

material ilícito referido. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

(18)

Art. 241-E. Para efeito dos crimes previstos nesta Lei, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais.

(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Art. 242. Vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente arma, munição ou explosivo:

Pena - reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos. (Redação dada pela Lei nº 10.764, de 12.11.2003)

Art. 243. Vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida:

Pena - detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa, se o fato não constitui crime mais grave.

(Redação dada pela Lei nº 10.764, de 12.11.2003)

Art. 244. Vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente fogos de estampido ou de artifício, exceto aqueles que, pelo seu reduzido potencial, sejam incapazes de provocar qualquer dano físico em caso de utilização indevida:

Pena - detenção de seis meses a dois anos, e multa.

Art. 244-A. Submeter criança ou adolescente, como tais definidos no caput do art. 2o desta Lei, à prostituição ou à

exploração sexual: (Incluído pela Lei nº 9.975, de 23.6.2000)

Pena - reclusão de quatro a dez anos, e multa.

§ 1o Incorrem nas mesmas penas o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que se verifique a submissão

de criança ou adolescente às práticas referidas no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 9.975, de 23.6.2000)

§ 2o Constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença de localização e de funcionamento do

(19)

Art. 241-C. Simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Parágrafo único. Incorre nas mesmas penas quem vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material produzido na forma do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Art. 241-D. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;

(Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

(20)

ECA estabelece a criação de Conselhos

Municipais, Estaduais e Nacionais dos

Direitos da Criança e do Adolescente, Fundos

Municipais, Estaduais e Nacionais vinculados

aos respectivos Conselhos de Direitos e os

Conselhos Tutelares (Artigo 88). Além de

delegar funções específicas para cada órgão,

os mesmos atenderão crianças,

adolescentes, os pais e/ou responsáveis e a

comunidade, quando necessário.

(21)

Para que as regras de cidadania contempladas

no ECA, em prol da população infanto-juvenil,

não permaneçam como meras legalidades que

não saem do papel, a população deve cobrar a

interferência do denominado Sistema de

Garantia dos Direitos das Crianças e dos

Adolescentes, seja pelo aparelho de Justiça

(Poder Judiciário, Ministério Público e

Defensoria Pública) ou pela política de

atendimento (Conselhos de Direitos e

Conselhos Tutelares).

(22)

Artigos relacionados ao Direito à Educação, Cultura,

Esporte e Lazer presentes na Legislação (CEDCA, 2001)

Documentos Legais

Educação

Cultura

Lazer

Declaração Universal dos

Direitos Humanos – 1948

17 –22 -26

17-22-27-30

17-22-24

Declaração dos Direitos da

Criança - 1959

5-7

5-7

4-7

Constituição Federal- 1988

5-6-205 a

214

5-215-216

5-6-217

Convenção das Nações Unidas

sobre os Direitos da Criança-

1989

28-29

12-17

31

Constituição Estadual do Paraná

– 1989

12-13-165-

177 a 189

12-165-190 a

196-206

12-165-197 a

199

ECA – 1990

53 a 59

53 a 59

53 a 59

Lei orgânica da Assistência

Social- 1993

2-4

2-4

2-4

(23)

Declaração dos Direitos da

Criança

Adotada pela Assembléia das Nações Unidas de 20

de novembro de 1959 e ratificada pelo Brasil.

• PRINCÍPIO 7º

A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e

compulsória pelo menos no grau primário.

Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua

cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais

oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de

emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a

tornar-se um membro útil da sociedade.

Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os

responsáveis pela sua educação e orientação; esta

responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.

A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se,

visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e

as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo

deste direito.

(24)

Interlocução com:

Poder

executivo

Poder

Judiciário

Ministério

Público

Conselhos

de Direitos

Federal, estadual

e municipal. Têm

a finalidade de

instalar e/ou dar

condições de

funcionamento

aos programas e

serviços que

realizam

atendimento

direto às crianças

e adolescentes,

bem como, às

famílias.

Vara da criança

e a juventude e

Defensoria

Pública

cumprem com os

ritos jurídicos

para que os

direitos de defesa

e proteção

possam estar

presentes e

preservados no

cotidiano de

crianças e

adolescentes.

Conselhos

Tutelares,

Fóruns e

Entidades de

defesa Direitos

observadores e

legítimos agentes

de intervenção

ante as situações

que ameaçam e

violam os direitos

e deveres.

Está encarregado

de propor ações,

requerer e

destinar recursos

para os

programas e

para os serviços

de atendimento.

Conclama a

participação

igualitária de

representantes

do governo e

sociedade

organizada.

(25)

Conselho Tutelar

Ministério Público

(Promotoria / Juiz do município)

Denúncias do não funcionamento:

de ambas instâncias: Corregedoria Pública (Curitiba)

Porém é indispensável saber de suas funções (a partir do Artigo

131 do ECA e Estatuto Próprio de cada Município). Além disso, o

contato direto, solicitação de visita à escola, discutir funções e

ações é uma proposição que deve partir das escolas

(26)

ABRAMOVAY, M. e RUA, M. das G. Violência nas Escolas – versão resumida. Brasília: UNESCO/ Pitágora, 2003.

COSTA, A. C. G. da. De menor a cidadão- notas para uma história do novo direito da infância

e da juventude no Brasil.

GENTILI, P. e SILVA, T.T.da.(orgs). Escola S.A. quem ganha e quem perde no mercado

educacional do neoliberalismo. Brasília: CNTE, 1996.

LIBERATI, W.D. O ECA: comentários. RJ: IBPS, 1991.

MIRANDA, S.G. Criança e adolescente em situação de rua: políticas e práticas

sócio-pedagógicas do Poder Público de Curitiba. Curitiba, 2005

PARO, V. H. Administração escolar e qualidade de ensino; o que os pais ou responsáveis têm

a ver com isso? In: BASTOS, J.B (org). Gestão Democrática. RJ: DP&A, 2a edição, 2002.

Referências

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