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Doses de potássio em características agronômicas, funcionais e antinutricionais na soja-hortaliça.

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Doses de potássio em características agronômicas, funcionais e antinutricionais na soja-hortaliça.

Sueyde Fernandes de Oliveira1; Renata Castoldi1; Hamilton Cesar de Oliveira Charlo1;

Leila Trevizan Braz1; Mercedes Concórdia Carrão-Panizzi2

1

UNESP- FCAV-Departamento de Produção Vegetal (Via de Acesso Prof. Paulo Donato Castellane, s/n.

Jaboticabal-SP, CEP:14884-900); 2EMBRAPA-Soja, Londrina- PR; sueydefo@yahoo.com.br,

rcastoldi@gmail.com, hamiltoncharlo@gmail.com, leilatb@fcav.unesp.br, mercedes@cnpso.embrapa.br

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo avaliar a resposta de soja-hortaliça quanto às características agronômicas, funcionais e antinutricionais, sob diferentes doses de potássio. O experimento foi conduzido em campo, na UNESP-FCAV, em Jaboticabal. O delineamento experimental adotado foi blocos casualizados, com cinco tratamentos (doses de potássio), e cinco repetições. Cada parcela experimental foi constituída por quatro linhas de plantio, com 6 m de comprimento, 0,60 m nas entrelinhas e 0,15 m entre plantas, sendo consideradas para avaliação 20 plantas por parcela. O genótipo avaliado foi o JLM019. As doses de potássio foram calculadas de acordo com a análise de solo, sendo que foram utilizadas: 0, 50, 100, 150 e 200% do recomendado. A semeadura foi realizada em 13 de janeiro de 2009, diretamente no campo. A colheita foi realizada em 28 de abril de 2009, quando as vagens estavam em estádio reprodutivo R6. Avaliou-se: altura da planta; altura de inserção da primeira vagem; número médio de vagens por planta; massa fresca das vagens por planta; comprimento das vagens; número médio de sementes por vagem; massa fresca de 100 sementes; produtividade total estimada de grãos imaturos (kg ha-1); teor de umidade; proteínas; lipídios; cinzas; carboidratos; isoflavonas e inibidores de tripsina Kunitz (KSTI). Com base nos resultados obtidos, verificou-se que o

aumento de 50% até 100% da dose recomendada possibilitou um incremento de 25% na produção.

Palavras-chave: Glycine max (L.) Merrill; soja-verde, isoflavonas.

ABSTRACT

Potassium levels on agronomic, functional and antinutritional characteristics in vegetable soybeans.

The present work had the objective of avaliable the answer of vegetable soybeans [Glycine max (L.) Merril] with respect to agronomic, functional and antinutritional characteristics under different potassium levels. The experiment was conducted in field, in the UNESP-FCAV, in Jaboticabal. The experimental design adopted was randomized blocks, with five treatments (potassium doses), and five repetitions. Each experimental parcel comprised four planting rows of six meters in length, 0.60 m between rows and 0,15m between plants, were evaluated 20 plants per parcel. The genotype was JLM019. The potassium doses were calculated by analysis of soil, and used 0, 50, 100, 150 e 200% the recommended. The seedling was january 13, 2009, direct in the field. The harvest was april 28, 2009, when the pods were in reproductive stage R6. The following characteristics were evaluated: plant height; first pod height; average number of

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A soja-hortaliça pertence ao mesmo gênero da soja-grão (Glycine max (L.) Merril) e à mesma família (Fabaceae), porém apresenta algumas características especiais que permitem seu uso na alimentação humana como hortaliça. As sementes são consumidas quando imaturas e ocupam 80% a 90% da largura das vagens, o que corresponde ao estádio R6 (Konovsky & Lumpkin, 1990). Para essa linha de produtos, são consideradas diversas características tais como: sementes graúdas com alto teor de proteína; coloração clara do hilo; ausência de enzimas lipoxigenases, conferindo sabor mais suave aos produtos de soja e teor reduzido do Inibidor de Tripsina Kunitz (KSTI), o que permite a redução de tratamento térmico e dos custos de processamento (Embrapa, 2006).

A produção e qualidade da soja dependem, entre vários outros fatores, de uma adubação correta e da utilização de nutrientes e doses adequadas, favorecendo o acúmulo de elementos essenciais na produção de matéria seca, e de nutrientes funcionais.

Bruulsema (2001), afirma que a adoção de 101 kg ha-1 de potássio na cultura da soja, aumentou 21% o teor de isoflavonas e 15% na produção, além de aumentar a quantidade do elemento nas folhas e nos grãos.

O presente trabalho teve por objetivo avaliar a resposta de soja-hortaliça quanto a essas características, sob diferentes doses de potássio.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no período de janeiro a maio de 2009, semeadas diretamente no campo em 13-01-2009, sendo as sementes anteriormente inoculadas com Bradyrhizobium spp. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com cinco tratamentos (doses de potássio), e cinco repetições. Cada parcela constou de quatro linhas de plantio, com 6 m de comprimento, espaçadas de 0,60 m nas entrelinhas e 0,15 m entre plantas, sendo consideradas para avaliação 20 plantas por parcela, das duas linhas centrais. O genótipo utilizado foi o JLM019.

O solo foi preparado, conforme sistema convencional, e adubado de acordo com a análise do solo, utilizando-se para isto 50 kg ha-1 de P

2O5 no sulco de plantio da mesma

forma para todos os tratamentos, tendo como fonte o superfosfato simples. O potássio foi aplicado de acordo com o tratamento estabelecido, utilizando-se as seguintes doses de potássio: 0% (tratamento 1), 50% (tratamento 2), 100% (tratamento 3), 150% (tratamento 4) e 200% (tratamento 5) da dose recomendada, ou seja, 0 g m-2; 5,5 g m-2; 11,0 g m-2; 16,7 g m

-2

e 22,2 g m-2, aplicadas no sulco de plantio com incorporação antes do plantio, tendo como fonte o cloreto de potássio. As irrigações foram feitas por gotejamento, conforme a necessidade e desenvolvimento da cultura.

pods per plant; fresh weight of pods per plant; length of the pods; average number of seeds per pods; fresh weight of 100 seeds; estimated productivity of immature seeds (kg ha-1); moisture content; proteins; lipids; ash; carbohydrates; isoflavonas and Kunitz trypsin inhibitor (KSTI). Based in the obtained

results, conclude that an increase of 50% until 100% the recommended dose enabled an increase of 25% in productivity of immature seeds.

Keywords: Glycine max (L.) Merrill, vegetable soybean, isoflavones.

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A colheita foi realizada 105 dias após a semeadura (DAS), quando as vagens apresentavam-se em estádio reprodutivo R6. As características avaliadas foram: altura da planta; altura de inserção da primeira vagem; número médio de vagens por planta; comprimento das vagens; número médio de sementes por vagem; massa fresca de 100 sementes; produtividade total estimada de grãos imaturos (kg ha-1): obtida considerando-se o número de plantas por hectare, o número de vagens por planta, o número médio de sementes por vagem e o peso médio de 100 sementes; teor de umidade: avaliado pelo método gravimétrico; proteínas: quantificadas pelo método de micro Kjeldahl, conforme a metodologia proposta por AOCS (1988); lipídeos: analisados por extração, no destilador Soxhlet, de acordo com a metodologia proposta por AOCS (1988); cinzas; carboidratos: determinados por diferença, conforme metodologia proposta por AOCS (1988); isoflavonas: determinadas de acordo com a metodologia preconizada por Berhow (2002) e Inibidores de tripsina Kunitz (KSTI): determinados em espectrofotômetro (ë = 410nm) utilizando tripsina padrão e BPNA como substrato, conforme sugerido por Kakade et al. (1974) modificado por Hamerstrand et al. (1981).

Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Também foi realizada análise de regressão, e para as características que apresentaram efeito significativo, os dados foram discutidos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na Tabela 1, são apresentadas as médias das características produtivas avaliadas, das quais não houve diferença significativa, exceto para o número de sementes por vagem. Verifica-se que para altura das plantas, o valor médio encontrado foi de 73,76 cm. Quanto à altura de inserção da primeira vagem não houve diferença estatística entre as diferentes doses de potássio. Apesar de não ter ocorrido diferença significativa pelo teste F, a análise de regressão apresentou efeito linear significativo, com incremento no número de vagens por planta da menor dose (82,83) para a maior dose (104,29) de 25,91% (Figura1).

O comprimento das vagens manteve-se semelhante para todas as doses utilizadas, apresentando-se dentro do padrão estabelecido como tamanho ideal das vagens de 2 a 7 cm no estado maduro.

O número de sementes por vagem apresentou efeito significativo da dose máxima (1,82) sobre a dose mínima (1,67), mas sem ocorrer diferenças significativas das doses de 50% (1,70), 100% (1,71) e 150% (1,79).

A massa fresca das vagens por planta apresentou médias entre 87,92 (dose de 50%) e 117,78g (dose de 200%). Apesar de não ter ocorrido diferença estatística pelo teste F, observou-se efeito linear significativo pela análise de regressão, podendo-se notar o aumento da massa das vagens com a utilização das doses de 100, 150 e 200% com relação a dose de 0% e 50%, podendo este fato estar relacionado ao aumento do número de grãos por vagem quando compara-se às doses de 0% e 50% às doses mais elevadas (Figura 1).

Para massa fresca de 100 sementes não houve diferença significativa pelo teste F, assim como não houve efeito das doses de potássio sobre a produtividade total estimada pelo teste F(Tabela 1). O resultado encontrado deve-se ao fato de que o teor inicial do solo não ultrapassou o nível crítico de 1,1 mmol

c. dm -3

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que esta respondesse a adubação potássica (Borket et al., 1993). Além disso, devido à alta pluviosidade (238 mm) durante o mês de janeiro em Jaboticabal (UNESP, 2009), pode-se justificar uma provável lixiviação do potássio para as camadas inferiores a 20 cm, fazendo com que não houvesse resposta da soja-hortaliça a adubação utilizada.

Verificou-se efeito significativo linear das doses de potássio sobre a produtividade, sendo que houve incremento de 26,28% na produção, da maior dose (9132,44 Kg ha-1) sobre a menor (6732,47 Kg ha-1) (Figura 1). De acordo com o resultado encontrado, sugere-se aumentar a dosugere-se recomendada em 50% até 100%, visto que a soja-hortaliça é um produto de valor agregado, e o aumento no custo de produção é pequeno diante do incremento de 25% na produção.

Na Tabela 2, encontram-se as médias da composição química centesimal e dos teores de isoflavonas e inibidor de tripsina Kunitz, avaliados para o genótipo de soja-hortaliça JLM019, sob diferentes doses de potássio. Verificou-se que não houve diferença significativa entre os tratamentos para todas as características avaliadas, exceto carboidratos.

Independentemente das doses de potássio utilizadas, os teores de umidade mantiveram-se invariáveis (entre 60,44% e 62,59%, respectivamente para as doses de 50% e 150%). Quanto ao teor de proteínas não houve diferença significativa, sendo os valores médios encontrados no atual experimento de 15,80%.

As doses de potássio empregadas no experimento não contribuíram para aumento significativo dos teores de óleo nos grãos do genótipo JLM019, já que não houve diferença significativa entre as diferentes doses utilizadas.

Para os teores de cinzas a amplitude foi menor que 1% entre as doses de potássio utilizadas. Com relação aos teores de carboidratos, a dose de 0% (14,52%) apresentou diferença significativa em relação a dose de 200% (12,81%), porém não apresentou efeito sobre as demais doses.

De acordo com a análise de regressão verificou-se que o maior teor de carboidratos foi obtido com a dose mínima (14,52), sendo este valor 13,35% superior que a dose mínima (12,81) (Figura 2). Pode–se dizer que a quantidade de carboidratos na semente diminui com o incremento da dose utilizada, provavelmente devido a um efeito de diluição, em função do maior desenvolvimento da planta. As diferentes doses de potássio utilizadas no presente trabalho não interferiram significativamente na concentração de isoflavonas para o genótipo JLM019, diferentemente do que ocorreu no experimento de Bruulsema (2001), o qual mostrou correlação positiva entre adubação potássica e concentração de isoflavonas. O genótipo avaliado apresentou valores de isoflavonas entre 129,28 a 149,22 mg/100g. Quanto ao teor de inibidor de tripsina Kunitz (KSTI) não houve diferença significativa entre os tratamentos. Nas condições deste experimento, conclui-se que o aumento da dose recomendada em 50% até 100% é viável, visto que o aumento no custo de produção é pequeno diante do incremento de 25% na produção.

AGRADECIMENTOS

Agradecimentos à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) pela concessão de auxilio a pesquisa e bolsa de iniciação científica para o primeiro autor.

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REFERÊNCIAS

AOCS. Official methods and recommended practices of the American Oil Chemists’ Society. 3rd ed. Champaign, 1988. v. 1-2.

BERHOW, M. A. Modern analytical techniques for flavonoid determination. In: BUSLIG, B. S.; MANTHEY, J. A. (Ed.). Flavonoids in the living cell. New York: Klusher Academic, 2002. p.61-76. (Adv. Exp. Méd. Biol. v. 505).

BORKET CM; SFREDO GJ; SILVA DN. 1993. Calibração de K trocável para soja em latossolo roxo distrófico. Revista Brasileira de Ciência do Solo 17: 223-226.

BRUULSEMA T. Potássio aumenta a produção de isoflavona na soja. 201. Informações agronômicas, 94: 5..

EMBRAPA. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. 2006. Tecnologia de produção de soja - região central do Brasil 2007. Londrina. 225 p. (Sistemas de Produção, 11).

HAMERSTRAND, G. E.; BLACK, L.T.; GLOVER, J. D. Trypsin inhibitors in soy products: modification of the standard analytical procedure. Cereal Chemistry, Saint Paul, v. 51, n. 1, p. 42-45, 1981.

KAKADE, M. L.; RACKIS, J. J.; McGHEE, J. E.; PUSKI, G. Determination of trypsin inhibitor analysis of an improved procedure. Cereal Chemistry, Saint Paul, v. 51, n. 3, p. 376-382, 1974.

KONOVSKY J; LUMPKIN TA. 1990. Edamame production and use: a global perspective. In: INTERNATIONAL CONFERENCE SOYBEAN PROCESSING AND UTILIZATION. Program and abstracts….Gongzhuling: Jilin Academy of Agricultural Science.

UNESP- Universidade Estadual Paulista. Dados meteorológicos. 2009. Disponível em <http:/ /www.exatas.fcav.unesp.br/estacao/est_tab_meteor_01_ 02.htm>.

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. Doses de potássio em características agronômicas, funcionais e antinutricionais na soja-hort

aliça. [Pot

assium levels on

agronomic,

functional and antinutritional characteristics in veget

able soybeans]. UNESP

, Jaboticabal, 2009 1 Doses de Potássio AP (cm) AI1ªV(cm) NVP CV(cm) NSV MFVP(g) MF100S (g) PTE (Kg ha -1 ) 0 % 72,32 a (1) 1 1,15 a 87,80 a 3,83 a 1,67 b 92,35 a 42,07 a 6884,62 a 50% 74,36 a 1 1,1 1 a 81,73 a 3,83 a 1,70 ab 87,92 a 43,65 a 6732,47 a 100% 74,00 a 10,27 a 91,88 a 3,80 a 1,71 ab 101,85 a 42,90 a 7448,25 a 150% 72,77 a 10,37 a 101,80 a 3,81 a 1,79 ab 1 12,13 a 42,67 a 8715,30 a 200% 75,37 a 1 1,35 a 104,59 a 3,89 a 1,82 a 1 17,78 a 43,55 a 9132,44 a T este F 0,77 NS 1,00 NS 2,08 NS 0,09 NS 4,26 * 2,14 NS 0,85 NS 3,65 NS DMS (T ukey ,5%) 6,0887 2,1319 28,7199 3,8715 0,1326 37,5344 3,0545 2459,43 CV (%) 4,26 10,15 15,85 5,25 3,94 8,93 3,67 16,32 (1)

Médias seguidas da mesma letra dentro da coluna não diferem entre si pelo

T este de T ukey a 5% de probabilidade. * e NS

, significativo ao nível de 5% de probabilidade e não significativo ao nível de 5% de probalilidade pelo teste F

, respectivamen

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. Doses de potássio em características agronômicas, funcionais e antinutricionais na soja-hort

aliça. [Pot

assium levels on

agronomic,

functional and antinutritional characteristics in veget

able soybeans]. UNESP

, Jaboticabal, 2009 1 Doses de Potássio Umidade (1) Proteínas Lipídeos Cinzas Carboidratos Isoflavonas KSTI (%) (%) (%) (%) (%) (mg/100g) (MG/100g) 0 % 60,81 a (2) 15,90 a 6,58 a 2,12 a 14,52 a 149,22 a 19,34 a 50% 60,44 a 16,29 a 7,16 a 2,14 a 13,65 ab 144,67 a 20,62 a 100% 61,85 a 15,80 a 7,04 a 2,14 a 13,16 ab 148,33 a 19,46 a 150% 62,59 a 15,58 a 6,71 a 2,06 a 13,06 ab 143,43 a 21,59 a 200% 62,53 a 15,43 a 7,16 a 2,07 a 12,81 b 129,28 a 20,26 a T este F 1,77 NS 1,33 NS 0,42 NS 0,36 NS 3,18 * 0,86 NS 0,16 NS DMS (T ukey ,5%) 3,2069 1,2300 1,7953 0,2769 1,6405 37,5202 9,8662 CV (%) 2,69 4,02 13,38 6,80 6,30 13,55 25,16 (1)

Cálculo em base úmida

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Médias seguidas da mesma letra dentro da coluna não diferem entre si pelo

T este de T ukey a 5% de probabilidade. * e NS

, significativo ao nível de 5% de probabilidade e não significativo ao nível de 5% de probabilidade pelo teste F

, respectivamen

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Figura 1. Produtividade total estimada [estimated productivity of immature seeds (kg ha-1)] (Figura 2-A), massa fresca das vagens[fresh weight of pods per plant] (Figura 2-B), número de vagens por planta [average number of pods per plant] (Figura 2-C) e número de sementes por vagem [average number of seeds per pods] (Figura 2-D), em soja-hortaliça sob diferentes doses de potássio[of vegetable soybeans under different potassium levels]. UNESP, Jaboticabal, 2009.

Figura 2. Teor de carboidratos em soja-hortaliça sob diferentes doses de potássio[carbohydrates of vegetable

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