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Meio Ambiente, Sustentabilidade e Agroecologia

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Academic year: 2021

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Meio Ambiente, Sustentabilidade e

Agroecologia

Atena Editora

2019

Henrique Ajuz Holzmann

(Organizador)

(3)

2019 by Atena Editora Copyright da Atena Editora

Editora Chefe: Profª Drª Antonella Carvalho de Oliveira Diagramação e Edição de Arte: Lorena Prestes e Geraldo Alves

Revisão: Os autores Conselho Editorial

Prof. Dr. Alan Mario Zuffo – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Prof. Dr. Álvaro Augusto de Borba Barreto – Universidade Federal de Pelotas Prof. Dr. Antonio Carlos Frasson – Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Prof. Dr. Antonio Isidro-Filho – Universidade de Brasília Profª Drª Cristina Gaio – Universidade de Lisboa

Prof. Dr. Constantino Ribeiro de Oliveira Junior – Universidade Estadual de Ponta Grossa Profª Drª Daiane Garabeli Trojan – Universidade Norte do Paraná

Prof. Dr. Darllan Collins da Cunha e Silva – Universidade Estadual Paulista Profª Drª Deusilene Souza Vieira Dall’Acqua – Universidade Federal de Rondônia

Prof. Dr. Eloi Rufato Junior – Universidade Tecnológica Federal do Paraná Prof. Dr. Fábio Steiner – Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Prof. Dr. Gianfábio Pimentel Franco – Universidade Federal de Santa Maria

Prof. Dr. Gilmei Fleck – Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Profª Drª Girlene Santos de Souza – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Profª Drª Ivone Goulart Lopes – Istituto Internazionele delle Figlie de Maria Ausiliatrice

Profª Drª Juliane Sant’Ana Bento – Universidade Federal do Rio Grande do Sul Prof. Dr. Julio Candido de Meirelles Junior – Universidade Federal Fluminense Prof. Dr. Jorge González Aguilera – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Profª Drª Lina Maria Gonçalves – Universidade Federal do Tocantins Profª Drª Natiéli Piovesan – Instituto Federal do Rio Grande do Norte Profª Drª Paola Andressa Scortegagna – Universidade Estadual de Ponta Grossa Profª Drª Raissa Rachel Salustriano da Silva Matos – Universidade Federal do Maranhão

Prof. Dr. Ronilson Freitas de Souza – Universidade do Estado do Pará Prof. Dr. Takeshy Tachizawa – Faculdade de Campo Limpo Paulista Prof. Dr. Urandi João Rodrigues Junior – Universidade Federal do Oeste do Pará

Prof. Dr. Valdemar Antonio Paffaro Junior – Universidade Federal de Alfenas Profª Drª Vanessa Bordin Viera – Universidade Federal de Campina Grande Profª Drª Vanessa Lima Gonçalves – Universidade Estadual de Ponta Grossa

Prof. Dr. Willian Douglas Guilherme – Universidade Federal do Tocantins Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(eDOC BRASIL, Belo Horizonte/MG)

M514 Meio ambiente, sustentabilidade e agroecologia [recurso eletrônico] / Organizadores Tayronne de Almeida Rodrigues, João Leandro Neto, Dennyura Oliveira Galvão. – Ponta Grossa (PR): Atena Editora, 2019. – (Meio Ambiente, Sustentabilidade e

Agroecologia; v. 1) Formato: PDF

Requisitos de sistema: Adobe Acrobat Reader Modo de acesso: World Wide Web

Inclui bibliografia

ISBN 978-85-7247-321-7

DOI 10.22533/at.ed.217191604

1. Agroecologia – Pesquisa – Brasil. 2. Meio ambiente – Pesquisa – Brasil. 3. Sustentabilidade. I. Rodrigues, Tayronne de Almeida. II.Leandro Neto, João. III. Galvão, Dennyura Oliveira. IV. Série.

CDD 630 Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422

O conteúdo dos artigos e seus dados em sua forma, correção e confiabilidade são de responsabilidade exclusiva dos autores.

2019

Permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores, mas sem a possibilidade de alterá-la de nenhuma forma ou utilizá-la para fins comerciais.

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APRESENTAÇÃO

A obra Meio Ambiente, Sustentabilidade e Agroecologia vem tratar de um conjunto de atitudes, de ideias que são viáveis para a sociedade, em busca da preservação dos recursos naturais.

Em sua origem a espécie humana era nômade, e vivia integrada a natureza, sobreviviam da caça e da colheita. Ao perceber o esgotamento de recursos na região onde habitavam, migravam para outra área, permitindo que houvesse uma reposição natural do que foi destruído. Com a chegada da agricultura o ser humano desenvolveu métodos de irrigação, além da domesticação de animais e também descobriu que a natureza oferecia elementos extraídos e trabalhados que podiam ser transformados em diversos utensílios. As pequenas tribos cresceram, formando cidades, reinos e até mesmo impérios e a intervenção do homem embora pareça benéfica, passou a alterar cada vez mais negativamente o meio ambiente.

No século com XIX as máquinas a vapor movidas a carvão mineral, a Revolução Industrial mudaria para sempre a sociedade humana. A produção em grande volume dos itens de consumo começou a gerar demandas e com isso a extração de recursos naturais foi intensificada. Até a agricultura que antes era destinada a subsistência passou a ter larga escala, com cultivos para a venda em diversos mercados do mundo. Atualmente esse modelo de consumo, produção, extração desenfreada ameaça não apenas a natureza, mas sua própria existência. Percebe-se o esgotamento de recursos essenciais para as diversas atividades humanas e a extinção de animais que antes eram abundantes no planeta. Por estes motivos é necessário que o ser humano adote uma postura mais sustentável.

A ONU desenvolveu o conceito de sustentabilidade como desenvolvimento que responde as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das gerações futuras de satisfazer seus próprios anseios. A sustentabilidade possui quatro vertentes principais: ambiental, econômica, social e cultural, que trata do uso consciente dos recursos naturais, bem como planejamento para sua reposição, bem como no reaproveitamento de matérias primas, no desenvolvimento de métodos mais baratos, na integração de todos os indivíduos na sociedade, proporcionando as condições necessárias para que exerçam sua cidadania e a integração do desenvolvimento tecnológico social, perpetuando dessa maneira as heranças culturais de cada povo. Para que isso ocorra as entidades e governos precisam estar juntos, seja utilizando transportes alternativos, reciclando, incentivando a permacultura, o consumo de alimentos orgânicos ou fomentando o uso de energias renováveis.

No âmbito da Agroecologia apresentam-se conceitos e metodologias para estudar os agroecossistemas, cujo objetivo é permitir a implantação e o desenvolvimento de estilos de agricultura com maior sustentabilidade, como bem tratam os autores desta obra. A agroecologia está preocupada com o equilíbrio da natureza e a produção de alimentos sustentáveis, como também é um organismo vivo com sistemas integrados

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Meio Ambiente, Sustentabilidade e Agroecologia Capítulo 5

entre si: solo, árvores, plantas cultivadas e animais.

Ao publicar esta obra a Atena Editora, mostra seu ato de responsabilidade com o planeta quando incentiva estudos nessa área, com a finalidade das sociedades sustentáveis adotarem a preocupação com o futuro.

Tenham uma excelente leitura!

Tayronne de Almeida Rodrigues
 João Leandro Neto
 Dennyura Oliveira Galvão

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SUMÁRIO

CAPÍTULO 1 ...1

A CRISE CONTEMPORÂNEA AMBIENTAL: EM BUSCA DO EQUILÍBRIO

João Leandro Neto

Tayronne de Almeida Rodrigues

DOI 10.22533/at.ed.2171916041

CAPÍTULO 2 ...15

A IMPORTÂNCIA DO EMPODERAMENTO DA MULHER CAMPONESA NA GESTÃO DA PROPRIEDADE RURAL

Jéssica Puhl Croda Djoney Procknow Samara Lazarotto Denise Gazzana

Oscar Agustin Torres Figueredo

DOI 10.22533/at.ed.2171916042

CAPÍTULO 3 ...21

A SUSTENTABILIDADE DA MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA: A PERSPECTIVA DO ESTADO E O CONTRA-ARGUMENTO

Fernando Oliveira Nascimento

DOI 10.22533/at.ed.2171916043

CAPÍTULO 4 ...30

AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MATERIAIS SUSTENTÁVEIS EM CONSTRUÇÕES DE IES PÚBLICAS

Stephane Louise Boca Santa

Rozineide Aparecida Antunes Boca Santa Elisete Dahmer Pfitscher

Humberto Gracher Riella

DOI 10.22533/at.ed.2171916044

CAPÍTULO 5 ...38

AGROFLORESTA E SEUS BENEFICIOS SALIENTANDO AS VANTAGENS AMBIENTAIS

Alisson Luis Soares Teixeira Ana Beatriz Barros Maia Gonçalves Glaucilaine Barbosa Campaneruti Larissa Pereira Caldas de Oliveira Viviane Pereira Alves

DOI 10.22533/at.ed.2171916045

CAPÍTULO 6 ...52

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O PROTAGONISMO DAS MULHERES DO CAMPO, NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA SUSTENTÁVEL

Flaviana Cavalcanti da Silva Antônio Lázaro Sant’Ana Ana Heloisa Maia

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SUMÁRIO

CAPÍTULO 7 ...65

AS CONTRIBUIÇÕES DO MODO DE VIDA AGROECOLÓGICO PARA FORMAÇÃO DE CIDADÃOS AMBIENTAIS

Ana Christina Konrad Luciana Turatti

Margarita Rosa Gaviria Mejía

DOI 10.22533/at.ed.2171916047

CAPÍTULO 8 ...80

BIOÉTICA, BIODIREITO E BIODIVERSIDADE: COMBATE À BIOPIRATARIA

Ana Carolina de Carvalho Siqueira Rodrigo Dias Paes Magalhães Vanessa Iacomini

DOI 10.22533/at.ed.2171916048

CAPÍTULO 9 ...84

CARACTERIZAÇÃO POLÍTICA E SOCIOECONÔMICA DAS MULHERES DA FEIRA AGROECOLÓGICA E SOLIDÁRIA DO CIRCUITO DE FEIRAS AGROECOLÓGICAS DA REGIÃO DO BAIXO MUNIM, MA

Ariadne Enes Rocha Giovanna Lemos Medeiros Fabio Pierre Fontenele Pacheco Caroline Sena

Cidvânia Andrade de Oliveira

DOI 10.22533/at.ed.2171916049

CAPÍTULO 10 ...100

COOPERATIVISMO: AS DIFICULDADES ESTRATÉGICAS NA IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO

Adriano Dias de Carvalho

Rumeninng Abrantes dos Santos Nadia Kassouf Pizzinatto

Antonio Carlos Giuliani

DOI 10.22533/at.ed.21719160410

CAPÍTULO 11 ... 114

DESAFIO DO GESTOR PÚBLICO EM IMPLANTAR UMA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS COPARTICIPATIVA QUE CONTRIBUA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Marcilene Feitosa Araújo Laize Almeida de Oliveira Gabriel Moraes de Outeiro

DOI 10.22533/at.ed.21719160411

CAPÍTULO 12 ...136

CONCRETO COM INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO DE PET

Lucas Henrique Lozano Dourado de Matos Letícia Martelo Pagoto

Mariana Barbosa de Carvalho

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CAPÍTULO 13 ...149

DESCRIÇÃO DAS METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE INVESTIMENTO EM TERRITÓRIO RURAL NO ÂMBITO DO PROJETO PRÓ SEMIÁRIDO

Victor Leonam Aguiar Moraes Emanoel Freitas Amarante José Carlos dos Santos Neri Lizianne de Castro Santos Sergio Luís Amim

Carlos Henrique de Souza Ramos

DOI 10.22533/at.ed.21719160413

CAPÍTULO 14 ...155

DOS EXPERIENCIAS PARA FOMENTAR LA RESPONSABILIDAD HACIA LA SOBERANÍA ALIMENTARIA ENTRE ESTUDIANTES DE JALISCO, MÉXICO

Nury Galindo Marquina

DOI 10.22533/at.ed.21719160414

CAPÍTULO 15 ...161

ECOTURISMO E DESENVOLVIMENTO DOS MUNICÍPIOS: OBSERVAÇÕES INTRODUTÓRIAS

Luciana Sanches Ferreira João Adalberto Campato Junior

DOI 10.22533/at.ed.21719160415

CAPÍTULO 16 ...169

E-COMMERCE: LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO E PRINCIPAIS FERRAMENTAS UTILIZADAS

Ricardo Brandão da Paixão Ricardo Scherrer Tomé Fabio Ytoshi Shibao Mario Roberto dos Santos

DOI 10.22533/at.ed.21719160416

CAPÍTULO 17 ...183

ENSAIO POLÍTICO: A POLIDEZ CLIMÁTICA ATRAVÉS DAS CONFERÊNCIAS DAS PARTES

Ana Cândida Ferreira Vieira

DOI 10.22533/at.ed.21719160417

CAPÍTULO 18 ...196

ENRIQUECIMENTO DE QUINTAIS: SEGURANÇA ALIMENTAR E MELHORIA DO BEM-ESTAR FAMILIAR

Phelipe Silva de Araujo Ariadne Enes Rocha Erik George Santos Vieira Jorge Luiz de Oliveira Fortes Suzzy Ferreira do Nascimento Asafe Mardes de Castro Silva

(9)

SUMÁRIO

DOI 10.22533/at.ed.21719160418

CAPÍTULO 19 ...212

ESTUDO ETNOBOTÂNICO NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS: UMA AÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

Evilma Nunes de Araújo Santos Paulyanne Karlla Araújo Magalhães Mauricio dos Santos Correia

DOI 10.22533/at.ed.21719160419

CAPÍTULO 20 ...219

EDUCANDO Á TODOS AO MESMO TEMPO, COLETA DE ÓLEO: UM ESTUDO DE CASO

Yasmin Rodrigues Gomes Lilian Gama

Tarik Plestch

DOI 10.22533/at.ed.21719160420

CAPÍTULO 21 ...227

EDUCAÇÃO AMBIENTAL POR MEIO DE PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS DESENVOLVIDAS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE ALEGRE-ES

Ingrid Gabriella da Hora Carriço Mariane Pereira dos Santos Souza Sâmia D’angelo Alcuri Gobbo

DOI 10.22533/at.ed.21719160421

CAPÍTULO 22 ...237

GÊNERO, AGROECOLOGIA E ENTIDADES LOCAIS: PARTICIPAÇÃO E AÇÕES NO TERRITÓRIO DO SISAL

Edeilson Brito de Souza Elisabeth dos Santos Teixeira Glauciane Pereira dos Santos Josenilda dos Santos Anunciação Maíra dos Santos Pinheiro

Maria Auxiliadora dos Santos Freitas

DOI 10.22533/at.ed.21719160422

CAPÍTULO 23 ...243

GESTÃO AMBIENTAL E CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS: ASPECTOS RELEVANTES PARA A GOVERNANÇA DAS ÁGUAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PIRANHAS-AÇU, NO RIO GRANDE DO NORTE

Marcos Antônio de Oliveira Erivaldo Moreira Barbosa

Maria de Fátima Nóbrega Barbosa

DOI 10.22533/at.ed.21719160423

CAPÍTULO 24 ...260

GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MUNICÍPIO DE RONDONÓPOLIS-MT

(10)

DOI 10.22533/at.ed.21719160424

CAPÍTULO 25 ...271

GOVERNANÇA DOS RECURSOS HÍDRICOS NO ESTADO DE RONDÔNIA: UMA ANÁLISE A PARTIR DO PROGESTÃO

Nilda dos Santos

Gleimiria Batista da Costa

DOI 10.22533/at.ed.21719160425

CAPÍTULO 26 ...284

HORTA AGROECOLÓGICA COMO ESPAÇO DIDÁTICO E PROMOÇÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR

Angélica Margarete Magalhães Samuel Neves Neto

Mariana Justino Masugossa Victor Oziel Meier Elias

Antonio Augusto Alves Pereira

DOI 10.22533/at.ed.21719160426

CAPÍTULO 27 ...291

PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DE JOVENS RURAIS

Ana Rafaela Veloso Pereira Ariadne Enes Rocha

Marcus Vinicius Nascimento Fontes Jamires Avelino da Silva

Samara Regina Bezerra

Karlene Fernandes de Almeida

DOI 10.22533/at.ed.21719160427

CAPÍTULO 28 ...308

SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL: UMA TENTATIVA DA REDUÇÃO DE RESÍDUOS ATRAVÉS DA RECICLAGEM DE ÓLEO DE COZINHA NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI - MG

Laísa Santos Magalhães

Luciana Martins Ezequiel Sousa Lima Diego Germini Villardi

Hélvio de Avelar Teixeira

Angélica Cristiny Ezequiel de Avelar Teixeira

DOI 10.22533/at.ed.21719160428

CAPÍTULO 29 ...320

TECNOLOGIAS SOCIAIS SUSTENTÁVEIS NO AMPARO DE COMUNIDADES ATINGIDAS POR DESASTRES AMBIENTAIS

Jady Rafaela Caitano dos Reis

DOI 10.22533/at.ed.21719160429

CAPÍTULO 30 ...325

TOCOS DIDÁTICOS: SENSIBILIZANDO CIDADÃOS PARA UMA ARBORIZAÇÃO URBANA MAIS SADIA

(11)

SUMÁRIO

Marco Aurélio Locateli Verdade Tatiani Roland Szelest

DOI 10.22533/at.ed.21719160430

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AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

MATERIAIS SUSTENTÁVEIS EM CONSTRUÇÕES DE IES

PÚBLICAS

CAPÍTULO 4

doi

Stephane Louise Boca Santa

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC Florianópolis - SC

Rozineide Aparecida Antunes Boca Santa

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC Florianópolis - SC

Elisete Dahmer Pfitscher

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC Florianópolis - SC

Humberto Gracher Riella

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC Florianópolis - SC

RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo

realizar uma breve investigação sobre possíveis tecnologias que possam auxiliar nas edificações e relacionar as características e benefícios dos materiais de construção sustentáveis com as exigências referente à adesão da Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P para instituições públicas de ensino. A metodologia empregada na pesquisa conforme seus objetivos foi descritiva, quanto aos procedimentos técnicos adotados, foi bibliográfico e por fim, quanto a abordagem do estudo, é considerada qualitativa. Quanto à trajetória metodológica, foi dividida em três fases. Na primeira fase é feita a coleta de dados bibliográficos, na segunda fase, foi realizada

a análise das bibliografias encontradas, e posteriormente, a terceira fase trás a relação entre as características de materiais de construção sustentáveis e as necessidades exigidas para a adesão a A3P. Conclui-se que a literatura referente aos materiais sustentáveis trás diversos benefícios em relação à fabricação e uso, como por exemplo, evitar e extração dos recursos naturais; diminuir a poluição evitando o acúmulo de resíduos; promover benefícios econômicos em diversos setores, entre outros benefícios. Quanto a A3P, a mesma trás 5 eixos a serem trabalhados em instituições públicas e os 5R’s, que são: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. Percebe-se relação entre os benefícios no uso de materiais de construção sustentáveis e os objetivos da A3P.

PALAVRAS-CHAVE: Agenda ambiental.

Materiais Sustentáveis. IES públicas.

ENVIRONMENTAL AGENDA IN PUBLIC

ADMINISTRATION: SUSTAINABLE MATERIALS IN PUBLIC HEI BUILDINGS

ABSTRACT: This study aimed to conduct a

brief investigation of possible technologies that can assist in buildings and list the features and benefits of sustainable building materials with the requirements regarding the accession of the Environmental Agenda in Public Administration - A3P for public education. The methodology

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Meio Ambiente, Sustentabilidade e Agroecologia Capítulo 4 31

used in the survey, as its objectives, was descriptive; on the technical procedures, it was bibliographic; and finally, as the study approach, it was considered qualitative. The methodology was divided into three phases. In the first phase is done the collection of bibliographic data. In the second phase, it was performed an analysis of the bibliographies found. In the third phase it was made the relationship between sustainable building materials characteristics and needs required for joining the A3P. It is concluded that the literature related to materials that are sustainable provides several benefits over the manufacture and use, for example: prevents the extraction of natural resources, reduces pollution by avoiding the accumulation of waste, promotes economic benefits in various sectors, among other benefits. About the A3P, there are 5 axis to be worked in public institutions and the 5 R’s, which are: rethink, refuse, reduce, reuse and recycle. It is perceived the relationship between the benefits in the use of sustainable building materials and objectives of A3P.

KEYWORDS: Environmental agenda. Sustainable materials. Public HEI.

1 | INTRODUÇÃO

A busca por materiais sustentáveis tem sido priorizada nos últimos anos principalmente na área de construções. A construção tem se expandido devido principalmente ao crescimento populacional e a maioria da matéria-prima é mantida por fontes naturais, que para se restabelecerem em alguns casos podem levar milhões de anos. Essa prática leva insustentabilidade, pois a degradação é maior que o poder de regeneração do sistema.

No preambulo de preparação da Rio +20, o item 11, aborda as necessidades de comprometimento com as pressões elevadas nos recursos naturais e a carga excessiva sobre a capacidade dos ecossistemas, que tende a aumentar nos próximos anos. Atualmente a Terra suporta sete bilhões de pessoas e prevê um aumento até 2050 para nove bilhões (RIO +20).

A responsabilidade ambiental é de todos, mas principalmente as áreas voltadas para a educação devem ser trabalhadas e praticadas para haver efetividade e fundamentação. As instituições públicas estão distribuídas em diversos ambientes e pode fornecer aporte para pesquisas multidisciplinares. O desenvolvimento de novos materiais de construção duráveis e resistentes pode ser fundamental para suprir as demandas na área da construção. Torgal et al., (2013) aborda a importância de reformas curriculares que garantam integração entre economia, técnica e desenvolvimento sustentável.

Uma abordagem que vem sendo debatida, é a busca por novos materiais produzidos a partir de subprodutos industriais ou materiais. Existem inúmeros tipos de materiais residuais disponíveis com potencial elevado para utilização com matéria-prima principal para produção de cimentos, de novos materiais ou como agregado e enchimento. Entre os resíduos mais pesquisados pode-se citar: resíduos ricos em

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sílica, resíduos cerâmicos, cinzas de diversas fontes, lamas ricas caulins, casca de ostra, resíduos da construção cível, escórias de alto forno, cinzas vulcânicas, pó de vidro, entre outros (XU, et al., 2002 - 2003).

A utilização de resíduos industriais também favorece a retirado desses materiais de circulação, contribuindo com a eliminação do passivo industrial e favorecendo na economia financeira com a construção de aterros industriais.

Portanto, políticas voltadas para educação e gestão ambiental que buscam privilegiar a sustentabilidade são relevantes. A divulgação dos problemas ambientais e a conscientização através de debates, seminários, congressos e pesquisas voltadas para as causas ambientais devem ser incentivadas para melhorar e manter a qualidade de vida no planeta Terra. Esta é uma preocupação tanto de empresas, quanto de órgão públicos. E nada melhor do que as instituições de ensino para dar o exemplo e auxiliar na conscientização do bom uso de recursos naturais.

Com vistas a esta necessidade de órgãos públicos trabalharem de forma sustentável, o Ministério do Meio Ambiente elaborou a Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P, em 1999. A intenção era revisar padrões de produção e consumo, e criar uma referencia de sustentabilidade para instituições públicas. Em 2002, a A3P obteve o reconhecimento da Unesco e ganhou o prêmio “O melhor dos exemplos” na categoria Meio Ambiente. (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2009)

Com base neste contexto, esta pesquisa tem como objetivo realizar uma breve investigação sobre possíveis tecnologias que possam auxiliar nas edificações e relacionar as características e benefícios dos materiais de construção sustentáveis com as exigências referentes à adesão da A3P para instituições de ensino. A pesquisa visa contribuir com as instituições de ensino, quanto à adesão da A3P, proporcionando novas possibilidades em suas construções e reformas.

2 | METODOLOGIA

A metodologia da pesquisa divide-se em enquadramento metodológico e procedimentos metodológicos. Quanto aos objetivos da pesquisa, considera-se como sendo descritiva, pois, conforme Cervo, Bervian e Silva (2007, p. 61) “a pesquisa descritiva observa, registra, analisa e correlaciona fatos ou fenômenos (variáveis) sem manipulá-los”, corroborando com esta ideia, Richardson (2014, p. 71) fala que “os estudos de natureza descritiva propõe-se investigar o “que é”, ou seja, a descobrir as características de um fenômeno como tal”, sendo assim, será realizada análise da literatura do tema estudado.

No que se refere aos procedimentos técnicos o recurso empregado para identificar a literatura analisada é bibliográfico, pois segundo Marconi e Lakatos (2010, p. 166) “a pesquisa bibliográfica, ou de fontes secundárias, abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc.”, aqui, a

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Meio Ambiente, Sustentabilidade e Agroecologia Capítulo 4 33

pesquisa foi realizada em artigos e livros considerados relevantes, correlacionando os temas.

Já a abordagem deste estudo é considerada qualitativa. Pois conforme Richardson (2014, p. 80) “os estudos que empregam uma metodologia qualitativa podem descrever a complexidade de determinado problema”, neste caso, como materiais de construção sustentáveis podem auxiliar as IES na adesão da A3P.

A Tabela 1, apresenta resumidamente a metodologia empregada nesta pesquisa.

Autores Enquadramento Pesquisa Objetivos da Pesquisa Cervo, Bervian e Silva (2007) / Richardson (2014) Descritiva Identificação e análise da teoria Procedimentos

Técnicos Marconi e Lakatos (2010) Bibliográfico Identificação de dados Abordagem do estudo Richardson (2014) Qualitativa compreender e Visa analisar,

contribuir Tabela 1 – Enquadramento Metodológico

Fonte: Elaborada pelas autoras.

Quanto à trajetória metodológica, ela foi dividida em três fases. Na primeira fase é feita a coleta de dados bibliográficos, seja por livros, seja por artigos. Na segunda fase, foi realizada a análise das bibliografias encontradas, para posterior correlação. E por fim, a relação entre as características de materiais de construção sustentáveis e as necessidades exigidas para a adesão a A3P.

3 | RESULTADOS

São apresentados nesta seção, os conceitos encontrados nesta temática, segundo a metodologia abordada, que demonstram a contribuição dos materiais de construção sustentáveis para as IES, visando atender as exigências da A3P. Os resultados foram divididos em: Demanda por materiais de construção e novos cimentos; e A3P.

Quanto a demanda por materiais de construção e novos cimentos, os cimentos Portland tem sido um dos ligantes mais utilizados na história pelos seres humanos. Conforme dados da Cimento.org houve um aumento a nível mundial de 71% na produção de cimento de 2005-2013. O Brasil é 13° maior produtor produzindo em 2013 70 milhões de toneladas.

As necessidades nas áreas da construção são muitas não apenas para produção de cimentos, outros materiais também vêm sendo explorado, tais como, areais, britas, entre outros. (PINTO, 2004). O petróleo e o aço têm sido apontados como materiais vitais para o desenvolvimento econômico.

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US$ 250 bilhões de dólares/ano. (Cimento.org, 2013).

Porém, as questões ambientais relacionadas com a extração de matéria-prima natural e emissão de CO2 tem causado preocupação com a produção de cimentos não

sustentáveis. As opções de novos ligantes hidráulicos são poucas. E neste contexto a busca por novos ligantes tem crescido entre a comunidade cientista (SHI et al., 2011) podendo citar: cimentos sulfoaluminato de cálcio; cimentos alcalinos; alcalina híbrido cimentos (SHI et al., 2011); cimentos geopoliméricos, entre outros (DAVIDOVITS, 2005).

Os materiais ativados aceitam resíduos industriais ricos em aluminossilicatos em sua formulação, e por isso, são apontados como alternativa para auxiliar os cimentos tradicionais, principalmente, devido a seu desempenho elevado (CRIADO et al., 2005).

Um exemplo, que pode ser citado como iniciativa inovadora na área da construção é o Instituto de Mudança Global da Universidade de Queensland (GCI) apontado como o primeiro prédio no mundo a utilizar um novo concreto isenta de cimento convencional para a construção suspensa, o empreendimento utilizou um pré-moldado de cimento geopolimérico. O edifico foi construído buscando tecnologias que imitem a natureza (LIVING FUTURE INSTITUTE AUSTRALIA, 2013).

A utilização de resíduos provinda de diferentes processos industriais tem agregado valores a materiais que no passado eram tratados como “lixo”. Com a evolução das tecnologias o homem tem encontrado maneiras para o reaproveitamento de resíduos pós-consumo. Não gerar resíduos é a prioridade principal, no entanto em processos inevitáveis reutilizar e reciclar devem ser pensados a partir do início do projeto. Muitas catástrofes ambientais poderiam ser evitadas se houvesse mais preocupação com a deposição do resíduo gerado. Portanto, o reuso de resíduos promove:

• A sustentabilidade ambiental, pois evita e extração dos recursos naturais; • Diminuição da poluição, evitando a acumulação de resíduos em rios, mares, entre outros;

• Preservação da vida, pois muitos animais têm sido sacrificados ao ingerirem resíduos depositados ou jogados em lugares impróprios;

• Promove benefícios econômicos em diversos setores, entre eles: o custo com a fabricação de aterros industriais e com a manutenção dos mesmos, os resíduos muitas vezes são doados pelas empresas ou vendidos por um preço simbólico para empreendedores interessados na reutilização;

• Evita doenças graves, pois muitos resíduos gerados são cancerígenos e estiverem no meio ambiente podem provocar doenças e acumulo de pragas e insetos;

• Preserva os recursos hídricos, entre outros.

Sendo assim, são muitos os benefícios ao meio ambiente trazidos pela fabricação e pelo uso de materiais de construção sustentáveis.

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Meio Ambiente, Sustentabilidade e Agroecologia Capítulo 4 35

Quanto à agenda ambiental na Administração Pública, a Figura 1 apresenta os eixos temáticos da A3P, pois, segundo o Ministério do Meio Ambiente (2009, p. 36) “diante da importância que as instituições públicas possuem em ‘dar exemplo’ para a redução de impactos socioambientais negativos, a A3P foi estruturada em cinco eixos temáticos prioritários”.

Figura 1 – Eixos Temáticos da A3P

Fonte: Ministério do Meio Ambiente (2009)

Ainda faz parte da A3P, a política dos 5R’s, que conforme o Ministério do Meio Ambiente (2009, p. 40) “a política dos 5R’s tem sido abordada em projetos de Educação Ambiental (EA) que trabalham a questão dos resíduos sólidos como tema gerador”. Os 5R’s são: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2009).

4 | MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEIS AUXILIANDO NA ADESÃO DA A3P

Tendo em vista os cinco eixos temáticos da A3P e as características de materiais de construção sustentáveis, verifica-se que os materiais auxiliam na sustentabilidade de instituições públicas. Pois, quando se está utilizando uma material de construção sustentável, está visando o uso racional dos recursos naturais e dos bens públicos, já que, o material sustentável atende os critérios dos 5R’s.

Utilizando o material sustentável estará repensando a forma de construir, assim, como foi repensada a forma de fazer este material, e optando pela utilização, a instituição estará recusando materiais com potencial poluidor. Já reduzir refere-se

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ao desperdício, assim, a utilização destes materiais evita desperdiçar até mesmo os resíduos, pois muitos destes são feitos com base em resíduos, deixando de acumular no meio ambiente e evitando a contaminação. E ainda sobre resíduos, um dos eixos da A3P refere-se justamente sobre a gestão de resíduos.

Mais do que reduzir desperdício, ao optar pelo uso de materiais de construção sustentáveis, a empresa estará reutilizando resíduos, isto é, um material que não tinha mais serventia, tornando-o novamente útil, eficiente e resistente.

5 | CONCLUSÃO

Este trabalho teve como objetivo geral, realizar uma breve investigação sobre possíveis tecnologias que possam auxiliar nas edificações e relacionar as características e benefícios dos materiais de construção sustentáveis com as exigências referentes à adesão da A3P para instituições de ensino. Visando contribuir com as instituições de ensino, quanto a adesão da A3P, proporcionando novas possibilidades em suas construções e reformas.

A pesquisa atingiu o seu objetivo, visto que, apresentou referências relevantes quanto aos materiais de construção sustentáveis e também apresentou a A3P, idealizada pelo Ministério do Meio Ambiente, apresentando os eixos temáticos e os 5R’s. O material de construção sustentável é feito de forma que sejam aproveitados os resíduos que poderiam estar poluindo a natureza ou então, são produzidos de forma que não cause impacto a natureza.

Sendo assim, levando em consideração que os 5R’s da A3P são: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar e que o material de construção sustentável visa reduzir o impacto ambiental tanto em sua fabricação quanto na sua utilização. Este material pode auxiliar as instituições de ensino públicas a aderir e atender as exigências da A3P.

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TAYRONNE DE ALMEIDA RODRIGUES Filósofo e Pedagogo, especialista em

Docência do Ensino Superior e Graduando em Arquitetura e Urbanismo, pela Faculdade de Juazeiro do Norte-FJN, desenvolve pesquisas na área das ciências ambientais, com ênfase na ética e educação ambiental. É defensor do desenvolvimento sustentável, com relevantes conhecimentos no processo de ensino-aprendizagem. Membro efetivo do GRUNEC - Grupo de Valorização Negra do Cariri. E-mail: tayronnealmeid@gmail. com ORCID: https://orcid.org/0000-0001-9378-1456

JOÃO LEANDRO NETO Filósofo, especialista em Docência do Ensino Superior e

Gestão Escolar, membro efetivo do GRUNEC. Publica trabalhos em eventos científicos com temas relacionados a pesquisa na construção de uma educação valorizada e coletiva. Dedica-se a pesquisar sobre métodos e comodidades de relação investigativa entre a educação e o processo do aluno investigador na Filosofia, trazendo discussões neste campo. Também é pesquisador da arte italiana, com ligação na Scuola de Lingua e Cultura – Itália. Amante da poesia nordestina com direcionamento as condições históricas do resgate e do fortalecimento da cultura do Cariri. E-mail: joaoleandro@ gmail.com ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1738-1164

DENNYURA OLIVEIRA GALVÃO Possui graduação em Nutrição pela Universidade

Federal da Paraíba, mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica) pela Universidade Federal de Santa Maria (2016). Atualmente é professora titular da Universidade Regional do Cariri. E-mail: [email protected] LATTES: http://lattes.cnpq.br/4808691086584861

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