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Decisão de 22 de setembro de 1995

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Academic year: 2021

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CASO DO PEDIDO DE EXAME DA SITUAÇÃO APRESENTADA PELA NOVA ZELÂNDIA DE ACORDO COM O parágrafo 63 DO JULGAMENTO DA CORTE DE 20 DE DEZEMBRO DE 1974 NO CASO DOS TESTES NUCLEARES

(NOVA ZELÂNDIA v. FRANÇA) (1995)

Decisão de 22 de setembro de 1995

A Corte proferiu sua decisão, considerando que a demanda da Nova Zelândia para um exame da situação de acordo com o parágrafo 63 do julgamento da Corte de 20 de dezembro de 1974 no caso dos Testes Nucleares (Nova Zelândia v. França), que foi apresentada em 21 de agosto de 1995, não estava de acordo com as disposições do já citado parágrafo 63 e deveria, conseqüentemente, ser descartada.

Desse modo, a demanda neozelandesa por medidas cautelares e as demandas com fins de intervenção apresentadas pela Austrália, Samoa, Ilhas Salomão, Ilhas Marshall e os Estados Federados da Micronésia, assim como as declarações de intervenção feitas pelos quatro últimos Estados, foram também indeferidas, já que configuram atos processuais acessórios à demanda principal da Nova Zelândia.

A Corte limitou o processo judicial ao exame da seguinte questão: "As demandas submetidas à Corte pelo governo da Nova Zelândia, em 21 de agosto de 1995, ajustam-se às disposições do parágrafo 63 do julgamento da Corte de 20 de dezembro de 1974 no caso Testes Nucleares (Nova Zelândia v. França)?". Na visão da Corte, a questão possuía dois elementos. O primeiro dizia respeito ao curso do procedimento considerado pela Corte no parágrafo 63 de seu julgamento de 1974, quando ela precisou que "o requerente poderia demandar um exame da situação conforme as disposições do Estatuto"; o outro dizia respeito à questão de saber se o fundamento deste julgamento foi afetado pelo significado do parágrafo 63.

Em seu exame desta questão, a Corte concluiu, em primeiro lugar, que, inserindo no parágrafo 63 a frase acima mencionada, não excluiu a organização de um procedimento especial para o acesso a ela (ao contrário daqueles mencionados no Estatuto da Corte, como o depósito de uma nova demanda ou um pedido para a interpretação ou revisão, que estariam abertos ao Estado demandante). Em segundo lugar, entretanto, a Corte decidiu que o procedimento especial só se disponibilizaria ao Estado demandante quando houvesse a ocorrência de circunstâncias que afetassem o fundamento do julgamento de 1974. Concluiu-se, portanto, que não era este o caso, já que o fundamento do julgamento era o compromisso da França de não proceder a novos testes nucleares atmosféricos. Assim, somente a retomada de tais testes alteraria o fundamento do julgamento. A atual decisão foi alcançada por 12 votos a 3. Três declarações, uma opinião individual e três opiniões dissidentes foram anexadas à decisão.

Resumo da decisão

Em sua decisão, a Corte lembrou que, em 21 de agosto de 1995, a Nova Zelândia depositou uma “demanda para um exame da situação” em consonância com o parágrafo 63 do julgamento da Corte de 20 de dezembro de 1974, no caso dos Testes Nucleares (Nova Zelândia v. França). Encontra-se indicado na demanda que esta “originou-se diante do anúncio da França de que iria levar a cabo novos testes que, se fossem levados adiante, alterariam os fundamentos do julgamento proferido pela Corte em 20 de dezembro de 1974, no caso dos Testes Nucleares (Nova Zelândia v. França)”; e que “o fato imediato dando lugar à presente fase do caso seria uma decisão anunciada pela França em uma declaração feita à mídia em 13 de junho de 1995”, na qual o Presidente da República Francesa teria afirmado que "a França conduziria uma série final de oito testes nucleares no Pacífico Sul, iniciando-os em setembro de 1995". A Nova Zelândia, expressamente, fundou sua "demanda para um exame da situação" com base no parágrafo 63 do julgamento de 20 de dezembro de 1974 (acima mencionado). Ao final de sua demanda, a Nova Zelândia declarou que os direitos para os quais buscava proteção recaíam no quadro dos direitos invocados no parágrafo 28 de sua demanda de 1973. No entanto, naquele tempo, buscava apenas o reconhecimento dos direitos que seriam desfavoravelmente afetados pela poluição do ambiente marinho devido ao material radioativo resultante de testes futuros, a serem realizados nos atóis de Mururoa ou Fangataufa, e de seu direito a ser protegido e a se

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beneficiar de uma avaliação de impacto ambiental adequada. Dentro destes limites, Nova Zelândia solicitou à Corte que julgasse e declarasse:

“i) Que a condução dos testes nucleares propostos constituirá uma violação dos direitos da Nova Zelândia, bem como de outros Estados, com relação ao direito internacional;

além disso e subsidiariamente,

ii) Que a França não tem o direito de conduzir tais testes nucleares antes de empreender uma avaliação de impacto ambiental de acordo com os parâmetros internacionais reconhecidos. Os direitos da Nova Zelândia, bem como de outros Estados, sob o direito internacional, serão violados se esta avaliação não demonstrar que os testes não provocam, direta ou indiretamente, contaminação radioativa do meio ambiente marinho.”

A Corte lembrou ainda que, no mesmo dia, a Nova Zelândia depositou uma demanda para a indicação das seguintes medidas cautelares:

“1) Que a França se abstenha de conduzir quaisquer novos testes nucleares nos atóis de Mururoa e Fangataufa;

2) Que a França empreenda uma avaliação de impacto ambiental dos testes nucleares propostos em consonância com os parâmetros internacionais reconhecidos, e que ela se abstenha de proceder a estes testes se esta avaliação não demonstrar que eles não provocam contaminação radioativa do meio ambiente marinho;

3) Que a França e a Nova Zelândia assegurem que nenhuma ação, que possa agravar ou estender a disputa submetida à Corte, ou prejudicar os direitos da outra parte, em relação às decisões a serem tomadas pela Corte, sejam elas quais forem, será tomada."

A Corte fez igualmente referência ao depósito da demanda com fins de intervenção pela Austrália, Samoa, Ilhas Salomão e os Estados Federados da Micronésia. Fez referência, ainda, à apresentação, por demanda do Presidente da Corte, do "informal aides-mémoire" pela Nova Zelândia e França e às audiências públicas realizadas em 11 e 12 de setembro de 1995. A Corte resumiu, assim, as teses expressas por ambos os Estados no curso dos procedimentos.

A Corte finalmente observou que a "demanda por um exame da situação", submetida pela Nova Zelândia à luz do parágrafo 63 do julgamento de 1974, mesmo se contestado in limine que ela respondia às condições estabelecidas no parágrafo, não seria objeto de uma inscrição na Lista Geral da Corte para o propósito de permitir que a Corte apenas determinasse se aquelas condições foram preenchidas; e, conseqüentemente, instruiu seu secretário a proceder.

A Corte iniciou citando o parágrafo 63 do julgamento de 20 de dezembro de 1974, que estatui: "Uma vez que a Corte tenha verificado que um Estado se comprometeu a uma conduta futura, não é função da Corte fiscalizar o seu cumprimento. Entretanto, a Corte observa que, se o fundamento deste julgamento fosse afetado, o requerente poderia solicitar um exame da situação em consonância com os dispositivos do Estatuto; a denúncia francesa, realizada por carta datada de 2 de janeiro de 1974, do Ato Geral para a Solução Pacífica das Controvérsias Internacionais, que é invocado como um dos fundamentos da competência da Corte no presente caso, não constitui, por si mesmo, um obstáculo para a apresentação de tal demanda.”

A Corte indicou, desse modo, a seguinte questão a ser respondida in limine: "as demandas submetidas à Corte pelo governo da Nova Zelândia, em 21 de agosto de 1995, recairiam dentro das previsões do parágrafo 63 do julgamento da Corte de 20 de dezembro de 1974, no caso concernente aos Testes Nucleares (Nova Zelândia v. França)?”; indica, também, que os procedimentos processuais foram, conseqüentemente, limitados àquela questão. A questão possui dois elementos: um relativo ao curso do procedimento estatuído pela Corte, no parágrafo 63 de seu julgamento de 1974, quando se estabeleceu que "o

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requerente poderia solicitar um exame da situação conforme as disposições do Estatuto”; o outro diz respeito à questão de se saber se o fundamento deste julgamento foi afetado em virtude de seu parágrafo 63.

Quanto ao primeiro elemento, a Corte relembrou que a Nova Zelândia expressou o seguinte ponto de vista: "o parágrafo 63 é um mecanismo que possibilita a continuação ou o reinício dos procedimentos de 1973 e 1974. Estes não foram completamente decididos. A Corte previu que a seqüência dos eventos poderia, de forma justa, exigir que a Nova Zelândia tivesse a oportunidade de dar continuidade ao seu caso, cujo avanço foi interrompido em 1974. Para tal fim, a Corte autorizou no parágrafo 63 estes procedimentos subseqüentes ... a apresentação de uma demanda para um exame de tal ordem deve ser parte do mesmo caso e não de um novo". A Nova Zelândia acrescentou, ainda, que o parágrafo 63 poderia referir-se apenas ao procedimento aplicável ao exame da situação, uma vez que a demanda foi aceita; além disso sustentou, explicitamente, que não buscava uma interpretação do julgamento de 1974 à luz do artigo 60 do Estatuto, nem a revisão daquele julgamento à luz do artigo 61.

A França, a seu favor, sustentou que: "Como a própria Corte expressamente declarou, os caminhos possíveis que apresentou estão subordinados a respeitar as ‘disposições do Estatuto’... O governo francês, além disso, eventualmente observa que, mesmo não tendo a Corte especificado o princípio esse se aplica: qualquer atividade da Corte é direcionada pelo Estatuto, que circunscreve seus poderes e prescreve a conduta que os Estados devem observar, não sendo possível para os mesmos dela se eximirem, ainda que por acordo...; como resultado, um Estado não pode agir unilateralmente perante a Corte sem qualquer fundamento no Estatuto. A Nova Zelândia não invocou o dispositivo do Estatuto nem poderia invocar qualquer outro que fosse capaz de justificar seu procedimento. Não se tratava de um pedido para interpretação ou revisão, nem de uma nova demanda cuja inscrição na Lista Geral da Corte seria totalmente excluída".

A Corte observou que, tendo expressamente previsto no parágrafo 63 de seu julgamento de 20 de dezembro de 1974 que nas circunstâncias definidas “o requerente poderia solicitar um exame da situação conforme as disposições do Estatuto", não poderia ter a intenção de limitar o acesso do requerente a procedimentos jurídicos, tais como o depósito de uma nova demanda (Estatuto, artigo 40, parágrafo 1º), um pedido para a revisão (Estatuto, artigo 61) ou uma demanda para interpretação (Estatuto, artigo 60), os quais estariam em qualquer momento abertos às partes. Inserindo as palavras acima indicadas no parágrafo 63 de seu julgamento, a Corte não excluiu a organização de um procedimento especial para o caso em que as circunstâncias definidas no parágrafo se apresentassem, quais sejam: as que afetassem o fundamento do julgamento de 1974. A Corte prosseguiu indicando que tal procedimento estava indissociavelmente ligado, nos termos deste parágrafo, à existência das circunstâncias mencionadas, e que, se as circunstâncias em questão não ocorressem, este procedimento especial não poderia estar aberto.

A Corte considerou, assim, que deveria determinar o segundo elemento da pergunta levantada, isto é, determinar se a fundamentação de seu julgamento de 20 de dezembro de 1974 teria sido afetada pelos fatos aos quais a Nova Zelândia se referiu, e se a Corte poderia, conseqüentemente, proceder ao exame da situação como contemplado pelo parágrafo 63 do julgamento. Para tal fim deveria, primeiramente, definir o fundamento do julgamento através de uma análise de seu texto. A Corte observou que em 1974 tomou como ponto de partida de seu raciocínio a demanda depositada pela Nova Zelândia em 1973, afirmando, em seu julgamento de 1974, que "nas circunstâncias do caso atual, como já mencionado, deve-se apurar o verdadeiro conteúdo da disputa, do objeto e da finalidade da demanda... Para fazê-lo, deve-se levar em consideração não apenas as conclusões do Estado demandante, mas a demanda como um todo, os argumentos desenvolvidos por ele perante a Corte e outros documentos pertinentes..." (C.I.J. Rec. 1974, p. 467 parágrafo 31). Fazendo referência a uma declaração feita pelo Primeiro Ministro da Nova Zelândia, a Corte concluiu que "para a finalidade da demanda, a reivindicação da Nova Zelândia deveria ser interpretada como aplicável somente a testes atmosféricos, conduzidos de modo a dar causa a contaminações radioativas do território neozelandês e não a ensaios de outro tipo (C.I.J. Rec. 1974, p. 466, parágrafo 29). Chegando a essa conclusão, em 1974, e à do caso dos Testes Nucleares (Austrália v. França) [para a Corte, ambos os casos aparentam ser idênticos quanto a seu objeto, dizendo respeito exclusivamente a testes atmosféricos], a Corte dirigiu-se para a questão de saber se a Nova Zelândia poderia ter tido, quando do depósito de sua demanda em 1973, objetivos maiores do que a simples cessação dos testes nucleares atmosféricos - "principal preocupação" do governo da Nova Zelândia, segundo os termos que emprega atualmente. A Corte conclui pela impossibilidade do reexame desta questão, já que sua responsabilidade estaria limitada à análise do julgamento de 1974.

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A Corte lembrou o comunicado emitido pelo gabinete do Presidente da República Francesa, em 8 de junho de 1974, indicando que "em vista do desenvolvimento alcançado na execução do seu programa de defesa nuclear, a França estará em posição para avançar ao estágio de explosões subterrâneas, assim que a série de testes planejados para este verão estiver completa" (C.I.J. Rec. 1974, p. 469, parágrafo 35). Ela igualmente se referiu a outras declarações oficiais de autoridades francesas a respeito do mesmo assunto, realizadas publicamente, fora do âmbito da Corte e erga omnes, demonstrando a intenção do governo francês de finalizar seus testes atmosféricos. A Corte concluiu que, comparando o compromisso assumido pela França com a reivindicação imposta pela Nova Zelândia, enfrentou "uma situação em que o objetivo do Estado demandante foi de fato realizado" (C.I.J. Rec. 1974, p. 475, parágrafo 55) e, por conseqüência, indicou que, “tendo a demanda manifestamente perdido o seu objeto, não havia nada a julgar" (C.I.J. Rec. 1974, p. 477, parágrafo 62). A Corte definiu, desse modo, que o fundamento do julgamento de 1974 era o compromisso francês de não conduzir testes nucleares atmosféricos adicionais. Apenas uma retomada dos mesmos afetaria a base do julgamento, hipótese que não se materializou.

A Corte observou, ainda, que, ao analisar seu julgamento de 1974, chegou à conclusão de que este tratou exclusivamente dos testes nucleares atmosféricos. Conseqüentemente, não havia a possibilidade de considerações sobre questões relacionadas a testes nucleares subterrâneos. A Corte não poderia, portanto, levar em conta os argumentos neozelandeses devido, por um lado, às condições nas quais a França tinha conduzido testes nucleares subterrâneos desde 1974, e por outro ao desenvolvimento do direito internacional nas décadas recentes - e particularmente a conclusão, em 25 de novembro, da Convenção de Noumea - não mais que os argumentos franceses sobre a conduta do governo da Nova Zelândia desde 1974. Finalmente, a Corte observou que sua decisão foi proferida sem prejuízo das obrigações dos Estados de respeitar e proteger o meio ambiente natural, obrigações em relação às quais Nova Zelândia e França reafirmaram seu compromisso, naquele momento.

A Corte concluiu, portanto, que o fundamento do julgamento de 1974 não foi afetado; que a demanda apresentada pela Nova Zelândia não recaía nas disposições do parágrafo 63 do julgamento, devendo assim ser indeferida. Indicou também que, de acordo com sua decisão, instruiu seu secretário a remover a demanda da Lista Geral de 22 de setembro de 1995.

Por fim, a Corte indicou que deveria, do mesmo modo, descartar a nova demanda para a indicação de medidas cautelares apresentadas pela Nova Zelândia, a demanda com fins de intervenção apresentada pela Austrália, bem como as demandas com fins de intervenção e declarações de intervenção apresentadas por Samoa, Ilhas Salomão, Ilhas Marshall e os Estados Federados da Micronésia, já que todos seriam procedimentos acessórios à demanda principal neozelandesa.

O texto completo do parágrafo dispositivo dispõe: “68. Em conseqüência,

A Corte,

1. Por 12 votos a 3,

Declara que ‘a demanda para o exame da situação’ com base no parágrafo 63 do julgamento de 20 de dezembro de 1974 no caso dos Testes Nucleares (Nova Zelândia v. França), apresentada pela Nova Zelândia em 21 de agosto de 1995, não recairia nas previsões do parágrafo 63 e deveria, portanto, ser descartada;

A FAVOR: Presidente Bedjaoui; Vice-Presidente Schwebel; juízes Oda, Guillaume, Shahabuddeen, Ranjeva, Herczegh, Shi, Fleischhauer, Vereshchetin, Ferrrari Bravo e Higgins;

CONTRA: juízes Weeramantry, Koroma e juiz ad hoc Geoffrey Palmer; 2. Por 12 votos a 3,

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Declara que a ‘nova demanda para a indicação de medidas cautelares’ apresentada pela Nova Zelândia na mesma data deveria ser descartada;

A FAVOR: Presidente Bedjaoui; Vice-Presidente Schwebel; juízes Oda, Guillaume, Shahabuddeen, Ranjeva, Herczegh, Shi, Fleischhauer, Vereshchetin, Ferrrari Bravo e Higgins;

CONTRA: juízes Weeramantry, Koroma e juiz ad hoc Geoffrey Palmer; 3. Por 12 votos a 3,

Declara que ‘a demanda com fins de intervenção’ apresentada pela Austrália em 23 de agosto de 1995 e as ‘demandas com fins de intervenção’ e as ‘declarações de intervenção’ apresentadas por Samoa e Ilhas Salomão, em 24 de agosto de 1995, bem como pelas Ilhas Marshall e Estados Federados da Micronésia em 25 de agosto de 1995, deveriam igualmente ser descartadas;

A FAVOR: Presidente Bedjaoui; Vice-Presidente Schwebel; juízes Oda, Guillaume, Shahabuddeen, Ranjeva, Herczegh, Shi, Fleischhauer, Vereshchetin, Ferrrari Bravo e Higgins;

CONTRA: juízes Weeramantry, Koroma e juiz ad hoc Geoffrey Palmer.”

O Vice-Presidente Schwebel e os juízes Oda e Ranjeva anexaram declarações à decisão; o juiz Shahabuddeen anexou sua opinião individual. Os juízes Weeramantry e Koroma e o juiz ad hoc Geoffrey Palmer anexaram suas opiniões dissidentes.

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