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DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS

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Academic year: 2021

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(1)

MESTRADO PROFISSIONAL ENSINO EM CIÊNCIAS

DA SAÚDE

DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS

Ana Rojas Acosta

(2)

08/03 Sexta T

Formulação e implementação de políticas

públicas – Profa. Ana Rojas

22/03Sexta M

Avaliação e monitoramento de políticas

públicas – Profa. Ana Rojas

(3)

Levantamento dos serviços e programas relativos

às políticas públicas Serviços e programas

existentes no território e na região onde vivem as famílias

Serviços e programas existentes no território e na região onde vivem as famílias Atenção à diversidade e complexidade das questões e da realidade Atenção à diversidade e complexidade das questões e da realidade

POLÍTICAS

(movimentos sociais, Atores Sociais

conselhos, ONGs e outros) Redes e Parcerias Atores Sociais (movimentos sociais, conselhos, ONGs e outros) Redes e Parcerias

LOAS

ECA

SUAS

SUS

Atenção à fragmentação – não perder a noção de TOTALIDADE DA REALIDADE Atenção à fragmentação – não perder a noção de TOTALIDADE DA REALIDADE

(4)

PRESENTE

FUTURO

MOVIMENTO

PLANEJAR

EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL QUE REQUER INTERVENÇÃO LEITURA DA REALIDADE

PARA

REFLETIR,

DECIDIR E

AGIR

Plano/Programa/Projeto ... REALIDADE EM TRANSFORMAÇÃO PROPOR INTERVENÇÃO, OBJETIVOS, METAS, AÇÕES, RECURSOS, RESULTADOS, AVALIAÇÃO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO REPLANEJAMENTO

(5)
(6)

Levantamento dos serviços e programas relativos às várias políticas públicas

conhecimento da

realidade territorial

Conhecimento do perfil da população e respectivos territórios onde vai incidir

a ação

Quadro de recursos humanos capacitado e supervisionado

Sistema de planejamento e gestão capaz de

aperfeiçoar e fundamentar ações

Diagnóstico socioterritorial:

Condições básicas

(7)

Conhecimento da realidade socioterritorial Diagnóstico Socioterritorial Diagnóstico Socioterritorial Dados socioeconômicos da população e do território Dados socioeconômicos da população e do território Relações sociais, costumes, cultura, religiosidade etc. (alcança a dimensão do subjetivo, da cultura, dos valores, da ética)

Relações sociais, costumes, cultura, religiosidade etc. (alcança a dimensão

do subjetivo, da cultura, dos valores, da ética)

Perfil das famílias:

suas vulnerabilidades e potencialidades e

possibilidades

Perfil das famílias:

suas vulnerabilidades e potencialidades e

possibilidades

Redes e movimentos sociais, ONGs etc., pluralidade de atores e visões

Redes e movimentos sociais, ONGs etc., pluralidade de atores e visões

Conhecimento do perfil da população e respectivos territórios onde vai incidir

(8)

Levantamento dos serviços e programas relativos

às políticas públicas Serviços e programas

existentes no território e na região onde vivem as famílias

Serviços e programas existentes no território e na região onde vivem as famílias Atenção à diversidade e complexidade das questões e da realidade Atenção à diversidade e complexidade das questões e da realidade

POLÍTICAS

(movimentos sociais, Atores Sociais

conselhos, ONGs e outros) Redes e Parcerias Atores Sociais (movimentos sociais, conselhos, ONGs e outros) Redes e Parcerias

LOAS

ECA

SUAS

SUS

Atenção à fragmentação – não perder a noção de TOTALIDADE DA REALIDADE Atenção à fragmentação – não perder a noção de TOTALIDADE DA REALIDADE

(9)

Integra



Um movimento maior

e interdependente

com o

Planejamento

Intervenção

Avaliação

Conhecimento da

realidade socioterritorial

 Um processo de conhecimento

da realidade por aproximações

sucessivas

 Um contínuo de investigação

(10)

Possibilita

conhecer

“Questão

Social”

 Cruza e inter-relaciona demandas

e problemas

 Caracteriza o contexto no seu todo

X

 Apreende a historicidade/o

movimento/tendências das

políticas e seus sujeitos

 Apreende valores/dados culturais

Conhecimento da

(11)

É Hoje

Instrumento

PARTICIPATIVO

E PEDAGÓGICO

 Constitui-se numa construção

coletiva (vários segmentos)

 Compatibiliza diferentes visões

da realidade

 Provoca interação entre

diferentes atores

 Cria marcos de entendimento e

cooperação superando

corporativismos

 Exercita a criação de consensos

 Constrói conhecimentos/saberes

Conhecimento da

(12)

Supõe

Conhecimento

ANALÍTICO E

CRÍTICO

da Realidade

 Leitura das Demandas/

Necessidades/Apreensão crítica

da vulnerabilidade social

 Mapeamento de atenções:

serviços / programas/ benefícios/

atendimentos

 Apreensão do sistema de relações

sociais, comportamentos sociais,

valores, dados culturais

Conhecimento da

realidade socioterritorial

X

(13)

Indicadores

Sociais

IBGE

IPEA

SEADE

Ministérios

SEADS

Prefeituras

Etc.

Dados Nacionais,

Territoriais/Locais

Dados Nacionais,

Territoriais/Locais

Bancos de Dados

(14)

Atlas do Desenvolvimento Humano

www.pnud.org.br/atlas

(15)

GEOSUAS

(16)
(17)

Assistência Social

Enquanto

prática social

era:



Fragmentada



Emergencial



Dissociada do reconhecimento/formatação de

uma política nacional



Planejamento era adotado como necessidade

burocrática e de controle

(18)

O Planejamento historicamente

•TRADICIONAL

(etapista, datado, circunscrito)

•BUROCRÁTICO

(fechado num documento institucional)

O Planejamento face às novas diretrizes de gestão

estratégica

•PROCESSUAL

momentos interdependentes, circular

com base em informações qualificadas

integra vários atores

(19)

LOAS

LOAS

-

-

ARTIGO 30

ARTIGO 30

É condição para transferência dos recursos aos Municípios,

aos Estados e ao Distrito Federal, a efetiva instituição e

funcionamento de:

I - Conselho de Assistência Social, de composição

paritária entre governo e sociedade civil;

II - Fundo de Assistência Social, com orientação e controle

dos respectivos Conselhos de Assistência Social;

III - Plano de Assistência Social.

Base legal do Planejamento para Assistência

Social

(20)

Planejamento é...

Um

processo permanente e metódico

de abordar

questões do mundo social;

Uma

ação contínua

sobre um

conjunto dinâmico

de

situações em um determinado

momento histórico

;

Uma

seqüência de atos decisórios

, ordenados em

momentos definidos e

baseados em conhecimentos

(21)

DECISÃO

REFLEXÃO AÇÃO

RETOMADA DA

REFLEXÃO

Enquanto processo racional, o planejamento se

organiza por operações interligadas, em um processo

dinâmico e contínuo:

(22)

O Planejamento

Processo político

Processo

pedagógico

Processo técnico

operacional

Constrói conhecimento da realidade: análise e interpretação de dados

Sintetiza fatos e informações da realidade

Adequa-se às condições reais e concretas

Enfrenta jogo das vontades políticas

Compatibiliza diferentes interesses envolvidos

Mobiliza parcerias, acordos e pactos

(23)

POL

POLÍÍTICA PTICA PÚÚBLICABLICA

PROGRAMAS SOCIAIS POLÍTICAS SOCIAIS PROJETOS SOCIAIS Benefícios

Serviços

Planos

Planos

(24)

Articulação: Política, Plano, Programa, Projeto

• Política:

adoção de referenciais gerais (diretrizes, princípios e

eixos) para uma ação pública;

• Plano: diretrizes e estratégias que fundamentam implantação

de programas e projetos-serviços e benefícios- específicos da

Política;

Programa: aprofunda e detalha o Plano em determinadas

especificidades. Estabelece as prioridades nas intervenções,

ordena os projetos, aloca os recursos;

Projeto: empreendimento planejado que consiste em conjunto

de atividades inter-relacionadas e articuladas para alcançar

objetivos, dentro de limites de orçamento e tempo.

(25)

Relação dos Planos com a PNAS

Plano Nacional Planos Estaduais Planos Municipais

S

U

A

S

(26)

A lógica da PNAS exige hoje atuação em

sistema...

• Unidade de objetivos;

• Pactuação de interesses;

• Acordos na definição de responsabilidades;

• Hierarquia das ações;

• Articulação e integração;

(27)

SUAS

 Sistema público estatal, cuja

função é a gestão da assistência

social em território nacional;



Sistema articulador e

provedor de ações em diferentes níveis

de complexidade;

 Alteração da história fragmentação programática

,

entre as

esferas do governo e das ações por segmentos sociais.

• Quais as práticas e concepções que precisam ser superadas

para a efetivação da Política de Assistência Social na

perspectiva de um Sistema?

(28)

A exigência de Planos decorre da necessidade de

incorporação, pela assistência social, de práticas

planejadas baseadas em estudos de realidade e

desenvolvidas com monitoramento e avaliação

sistemáticos e contínuos .

Planos de Assistência Social

, sob coordenação

do órgão gestor, juntamente com os

Conselhos

(29)

• Quais são os desafios que os municípios

enfrentam hoje para a elaboração dos Planos

Municipais.

• Quais são os passos essenciais para elaborar

um Plano?

(30)

Processo de Elaboração do Plano

Municipal de Assistência Social

(31)

PRESENTE

FUTURO

MOVIMENTO

PLANEJAR

EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL QUE REQUER INTERVENÇÃO LEITURA DA REALIDADE

PARA

REFLETIR,

DECIDIR E

AGIR

Plano/Programa/Projeto ... REALIDADE EM TRANSFORMAÇÃO PROPOR INTERVENÇÃO, OBJETIVOS, METAS, AÇÕES, RECURSOS, RESULTADOS, AVALIAÇÃO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO REPLANEJAMENTO

(32)

Processo sistematizado.

É

É

T

T

É

É

CNICO, MAS PRINCIPALMENTE POL

CNICO, MAS PRINCIPALMENTE POL

Í

Í

TICO!

TICO!

Fases :

• Conhecimento da realidade

• Definição de prioridades / decisão

• Implementação: execução/ ação

• Monitoramento e avaliação

Planejamento na Assistência Social

(33)

Conhecimento

Conhecimento dada realidaderealidade

Monitoramento

Monitoramento ee Avalia

Avaliaççãoão

Ciclo do Plano Municipal de Assistência Social

Detalhamento

Detalhamento

e

e execuexecuççãoão de de Propostas

Propostas

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL

Defini

Definiççãoão de de Prioridades

(34)

Planos

Elementos básicos:



Conhecimento da Realidade



Definição de objetivos,



Determinação de metas,



Programas, projetos, benefícios e serviços



Determinação dos recursos (material, humanos)



Sistemática de implantação



Financiamento

(35)

• É importante lembrar que o plano dialoga

com os outros instrumentos de planejamento

da gestão...

(36)

CONSTITUIÇÃO FEDERAL – Artigos 165 a 169: Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: -o plano plurianual (PPA); -as diretrizes orçamentárias (LDO); - os orçamentos anuais (LOA). PPA instrumento de planejamento define as prioridades por um período de 4 anos,sob a forma de recursos que ele pretende arrecadar e investir.

Planejado no 1º ano do exercício do mandato; vigora até 1º ano do mandato subseqüente. Contem “diretrizes, objetivose metas para as despesas de capital e programas de duração continuada”.

Deve ser coerente com o Plano Diretor

do município

LDO

Estabelece anualmente as

metas e prioridades para o ano seguinte;

Define regras quanto a recursos humanos (aumento de salários, cargos,etc) Especifica os programas e ações prioritários a serem executados e a meta quantificada a ser atingida até o final do ano subseqüente. O Executivo encaminha para aprovação do Legislativo; Orienta a elaboração da LOA. LOA Tem caráter autorizativo. Prioriza orientações e metas do PPA, LDO que deverão ser atingidas naquele ano; Previsão de receitas e autorização de despesas para as ações; É fundamental acompanhar a execução orçamentária visando assegurar a efetivação das despesas previstas.

(37)

Orçamento da assistência social:

Na Lei Orçamentária a função programática 8 é aquela

relativa à assistência social

• Como aparece no Orçamento Público:

Função 8 e

sub-funções

(assistência comunitária, assistência à criança,

assistência ao idoso, assistência ao deficiente; outras

sub-funções).

Deve estar subordinada ao comando único da

assistência social: não dispersar em outras áreas de

políticas/ atividades públicas.

(38)

Obrigada!

Bibliografia

CARVALHO, MARIA DO C. B.(2000) Avaliação de Projetos Sociais. In Gestão de Pojetos Sociais, Ed. Capacitação Solidária, AAPC, São Paulo

COHEN, Ernesto & FRANCO Rolando (1993) Avaliação de projetos sociais. Petrópolis, Vozes.

FIGUEIREDO, Marcus & FIGUEIREDO Argelina M.C. (1986) Avaliação Política e Avaliação de Políticas Públicas. IDESP, São Paulo, n. 15.

Instituto de Estudos Especiais. Material didático para o Curso de Elaboração do Plano Municipal de Assistência Social – Alagoas, 2009.

JANNUZZI, Paulo de Martino Repensando A Prática de Uso de Indicadores Sociais na Formulação de Políticas Municipais. In Qualidade de Vida, Tânia Keinert e Ana Paula Karruz (Orgs.) Fapesp, Annablume, 2002 PEREIRA, A.P Potyara, Política de Assistência Social para a Pessoa Idosa,1998.

Legislação LOAS, 1993. NOB RH, 2005. PNAS, 2004 Sites www.ibge.gov.br/observatoriodaequidade www. seade.gov.sp.br www. aplicacoes.mds.gov.br www.pnud.org.br

Referências

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