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Projecto Fénix: Concretizar o plano de reestruturação da Groundforce. Documento final 20 de Junho de 2008

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(1)

Projecto Fénix: Concretizar

o plano de reestruturação

da Groundforce

Documento final

20 de Junho de 2008

(2)

Apresentar o diagnóstico de situação de partida da

Groundforce

Debater as questões estruturais para a concretização do

turnaround da Groundforce

Concretizar as principais iniciativas do plano de reestruturação

da Groundforce

(3)

A GROUNDFORCE APRESENTA UM GAP DE 16 MILHÕES DE EUROS ATÉ

AO FINAL DE 2008, SENDO QUE OS DIVERSOS AEROPORTOS APRESENTAM

SITUAÇÕES DÍSPARES…

* Custos de estrutura e custos com Reparação e Manutenção Fonte: Groundforce (Abril 2008)

-18

-16

-14

-12

-10

-8

-6

-4

-2

0

Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out

Desagregação dos

resultados

Evolução dos resultados

Resultado antes impostos. Milhões de euros. 2008

-18,4

Total

Desvio face ao

forecast anterior

-2,3

14,3

Lisboa pax

-1,5

Custos

centrais*

-16,1

Total

-15,8

-4,2

Funchal pax

Faro pax

-7,0

Carga

Porto pax

-1,9

Receitas

79,3

15,5

11,1

11,1

10,6

Resultados por

aeroporto

Lisboa: -3.2

Porto: -0.5

Funchal: -0.3

Faro: -0.2

(4)

218 139 19 -225 (2008*) (2006) Bench-mark Best in class 2.454 1.365 1.441 1.316 (2008) (2006) Bench-mark Best in class 12,1 9,1 6,1 8,1 (2008) (2006) Bench-mark Best in class 678 865 1.422 1.542 (2008) (2006) Bench-mark Best in class 235 192 235 162 (2008) (2006) Bench-mark Best in class 400 524 745 1,099 (2006) (2008) Best in class Bench-mark 279 341 626 443 (2008) (2006) Bench-mark Best in class

A GROUNDFORCE APRESENTA DIVERSOS DESAFIOS À SUA PERFORMANCE

Receita por movimento

Custo por movimento

WLU** por movimento

Outros custos por movimento EBIT por movimento

Receita por WLU**

Euros

Custos com pessoal por movimento

* Dados de Novembro 2007 a Outubro de 2008 – forecast de Março ** 1WLU= 1 Pax= 100 kg Carga

(5)

-743 -194

-79 238

Lisboa Porto Funchal Faro 194

OS DIVERSOS AEROPORTOS APRESENTAM SITUAÇÕES BASTANTE

DÍSPARES A NÍVEL DE PASSAGEIROS

* Estimativa, dados Novembro 2007 a Março 2008 – forecast de Março Fonte: Groundforce; Relatório e contas das Empresas

Receita por movimento

Custo por movimento

WLU** por voo movimento

Outros custos por voo movimento EBIT por movimento

Receita por WLU**

2008*. Negócio de passageiros

Euros

Custos com pessoal por movimento 1.189

1.098 803

1.316

Lisboa Porto Funchal Faro 1.102 881 1.078 Lisboa Porto 1.293 Funchal 1.933 Faro 1.296 8,4 Lisboa 6,0 Porto 5,3 Funchal 4,3 Faro 6 275 205 134 156

Lisboa Porto Funchal Faro 193

896 644

709

Lisboa Porto Funchal 1.487 Faro 934 446 397 237 369

Lisboa Porto Funchal Faro 362 Média Excluindo TAP 77% 74% 61% 19% 924 776 716 809 Peso TAP

(6)

10,6 10,8

10,0 8,2

2005 2006 2007 2008E

ADICIONALMENTE, A GROUNDFORCE APRESENTA UM NEGÓCIO DE

CARGA CONSISTENTEMENTE DEFICITÁRIO…

Proveitos

Milhões de euros

Custos

Milhões de euros

Receita por ton

Euros

Outros custos por ton

Euros

EBITDA

Milhões de euros

Carga (ton)

Custos com pessoal por ton

Euros * Forecast de Março Fonte: Groundforce -4,2 -4,1 -4,1 -4,9 2005 2006 2007 2008E* 14,8 14,8 14,1 13,1 2005 2006 2007 2008E 123 128 121 116 2005 2006 2007 2008E 85,8 83,7 82,8 70,1 2005 2006 2007 2008E 22,5 22,6 20,6 18,2 2005 2006 2007 2008E 97,8 93,0 96,1 94,4 2005 2006 2007 2008E -14% +29% +13% +6% +23% +4% +22% Crescimento 2005-2008E

(7)

-0,3 -0,5

-3,2

-0,2

Faro

Lisboa Porto Funchal

… E QUE TAMBÉM APRESENTA SITUAÇÕES MUITO DIFERENTES

ENTRE ESCALAS

* Estimativa, dados Novembro 2007 a Março 2008 – forecast de Março Fonte: Groundforce; Análise da Equipa de Projecto

EBITDA Milhões Euros

2008*, Negócio de carga

Média A carga do Funchal apresentou um EBITDA positivo em 2007 no valor de 0,2M€ 0,1 0,6 3,0 6,8 Funchal Porto Faro Lisboa Proveitos Milhões Euros 0,3 0,9 3,5 10,1 Funchal Porto Lisboa Faro Custos exploração Milhões Euros 0,3 3,7 24,0 95,2

Lisboa Porto Funchal Faro

Carga ton 263,1 171,1 125,1 72,0 Funchal Faro Lisboa Porto

Receitas por ton Euros

719,8 174,8

106,1 90,6

Lisboa Porto Funchal Faro

Custos com pessoal por ton Euros

93,5 79,8

39,1 15,8

Lisboa Porto Funchal Faro

Outros custos por ton Euros

Elevados custos com pessoal nas escalas do Funchal e Faro Baixo yield do negócio de carga em Lisboa

(8)

1. A GROUNDFORCE APRESENTA UM PESO DE CUSTOS COM PESSOAL MUITO

SUPERIOR À PORTWAY E A OUTRAS EMPRESAS DE GROUND HANDLING

Peso dos custos com pessoal nos custos operacionais

* Não inclui custos da estrutura central nem manutenção e equipamento (que incluem a maior parte dos custos com terceiros) Fonte: Groundforce; Relatórios de contas; Research McKinsey

56%

(2006)

56%

(2007)

56%

(2006)

71%

(2008)

+15p.p.

71%

Lisboa*

73%

Porto*

75%

Funchal*

77%

Faro*

81%

Carga*

Diferença pode ser

parcialmente justificada pelo

maior recurso da Portway a

trabalhadores temporários

(9)

1. OS CUSTOS POR COLABORADOR NA GROUNDFORCE SÃO SUPERIORES AOS DA

PORTWAY

37.979

35.234

34.460

23.450

(2006)

(2006)

(2008)

(2008 Ajust**)

+47%

Custos anuais por FTE

Euros

* Estimativa com base no número de FTEs médio de Janeiro a Abril de 2008 ** Estimativa ajustada pela mudança de 500 FTEs de temporários para contratados Nota: A taxa de crescimento dos custos com pessoal por FTE entre 2006 e 2008E é de 0,84% Fonte: Groundforce; Relatório de Contas; Portway; McKinsey Research

Taxa crescimento anual dos

custos por FTE

Percentagem, 2004-2006

3,6

3,2

Níveis salariais

de Groundforce

estão em linha

com salários

praticados em

Frankfurt e são

claramente

superiores aos

salários em

Espanha

(10)

1. … SITUAÇÃO QUE SE INVERTE MEDINDO A PRODUTIVIDADE POR UNIDADE DE

CARGA/PASSAGEIRO

Produtividade (1000 WLU*/FTE). 2007

* WLU = 1Pax = 100kg

** Considerando ano de 2007 como amostra

*** Calculado excluindo o absentismo, incluindo horas extraordinárias e subcontratação Fonte: Análise da Equipa de Projecto

+

-+

Carga de pico/carga média **

Produtividade global

(1.000 WLU*/FTE)

Produtividade com FTEs disponíveis Produtividade com FTEs do quadro

5,0

6,0

7,0

8,0

9,0

10,0

2,0

2,5

3,0

3,5

4,0

4,5

OPO

LIS

FNC

OPO

FAO

FNC

LIS

FAO

Produtividade

Lisboa com especificidades que limitam

produtividade (p.ex., 2 terminais;

existência de passageiros transferência)

7,2

6,7

+9%

Produtividade acima da média devido

às reduzidas subcontratações e horas

extraordinárias para compensar o

absentismo

(11)

255

949

1.147

1.528

Faro

Lisboa

Porto

Funchal

Média

970

1. O NEGÓCIO DE CARGA APRESENTA TAMBÉM UMA BAIXA PRODUTIVIDADE COM

VARIABILIDADE ENTRE AEROPORTOS

Produtividade Kg/FTE*/Dia

2007

* Exclui pessoal alocado a tratamento documental Fonte: Groundforce; Equipa de Projecto

Player

europeu

2.557

Groundforce

970

Benchmark

# FTEs disponíveis*

224

74

16

7

40% da actividade

concentrada em 3

meses (Junho;

Julho; Agosto)

(12)

2. A NÍVEL COMERCIAL, A ENTRADA DA PORTWAY CAUSOU UMA QUEBRA NOS

PREÇOS, GERANDO UM YIELD INFERIOR AO DE OUTROS HANDLING AGENTS

1.201

1.222

1.207

1.396

1.418

1.416

1.475

2008**

2007

2002

2003

2004

2005

2006

* Workload unit = 1 Pax = 100 kg ** Valores a Junho 2008

6,1

8,1

8,7

12,1

10,5

Ø 9,1

Receita/WLU*

Euros

Evolução dos preços médios por

movimento da Groundforce

Euros/movimento ponderado

-17%

Média:

9,1

(2007)

(2003)

(2007)

(2008)

(2006)

(13)

2. ADICIONALMENTE, A GROUNDFORCE TEM VINDO A PERDER

QUOTA DE MERCADO EM PASSAGEIROS

* Valores de Novembro de 2007 a Março de 2008 ajustados a 12 meses Fonte: Portal Groundforce (Dezembro acumulado)

85

2005

83

2006

79

2007

77

2008*

76%

54%

Quota de mercado excluindo TAP

83%

Funchal

66%

Porto

44%

Faro

85%

Lisboa

PRELIMINAR

73%

68%

63

72

33

42

Evolução da quota de mercado em passageiros

(14)

Distribuição dos proveitos

adicionais*

2007, Milhares Euros

2. A GROUNDFORCE APRESENTA TAMBÉM REDUZIDAS RECEITAS SUPLEMENTARES

PARA ALÉM DOS CONTRATOS COMO HANDLING AGENT

* Excluindo 0,2 M Euros de refacturação

Peso na receita total

9

Total

268

Outros

Formação

25

Assistência

técnica

509

Lounge

74

Ticketing

133

492

510

285

582

2007

2004

2005

2006

Evolução dos proveitos adicionais

Milhares euros

2,9%

1,5%

Inexistência de

serviços oferecidos

por outras

companhias (p.ex.,

fuelling, assistência

a grupos)

Inexistência de

evolução positiva

de receitas

adicionais nos

últimos anos

2,5%

1,5%

(15)

Apresentar o diagnóstico de situação de partida da Groundforce

Debater as questões estruturais para a concretização do

turnaround da Groundforce

Concretizar as principais iniciativas do plano de reestruturação

da Groundforce

(16)

NESTE CONTEXTO, A GROUNDFORCE TEM DUAS GRANDES PRIORIDADES...

No imediato

A prazo

Garantir a viabilidade da empresa

Aumentar a competitividade da

Groundforce a nível da sua base de

custos

– Custos com pessoal

– Custos com terceiros

Desenvolver uma estratégia para

retenção (e captação) de clientes

rentáveis

Criar as condições para o

desenvolvimento sustentável

Melhorar, de forma substancial, a

qualidade do serviço prestado aos

clientes

Aumentar o grau de motivação dos

colaboradores da Groundforce

Garantir existência de processos

sistemáticos nos principais processos

Assegurar uma transformação de

cultura de empresa

Foco prioritário

(17)

1. A ESCALA DE FARO APRESENTA UM ELEVADO DÉFICE OPERACIONAL

Por um lado, Faro apresenta reduzidas receitas por movimento*

Receitas de Pax por movimento* (€)

660 Faro 844 Restantes escalas Forte peso das low costs e concorrência agressiva com a Portway 28%

+

1.933 Faro 1.296 Restantes escalas

Por um lado, Faro tem uma estrutura demasiado pesada para o seu volume negócios

Custos por movimento

28%

Quota de mercado

48%

80%

Consequentemente o resultado operacional de Faro contribui significativamente para o gap de 2008

Milhões de euros 11,3 FSE e outros custos Receitas 4,2 Resultado operacional Custos com pessoal -7,1 14,2 38,9 25,7 10,9 2,3

Média para restantes escalas

* Movimento ponderado exculindo a TAP ** Forecast para 2008 Março

(18)

4. O PROCESSO DE RENEGOCIAÇÃO DEVERÁ PRIORITIZAR OS CLIENTES A

RENEGOCIAR COM BASE EM TRÊS CRITÉRIOS

* Calculado tendo em conta o reajust da margem bruta para 40% em todos os contratos Fonte: Groundforce, OAG; Análise da Equipa de Projecto

0,10

1,27

1,26

0,91

0,78

0,52

0,39

0,38

0,38

0,12

0,15

Gap face a margem

bruta de 40%

M€

Cliente

Contribuição

para pico

Final do contrato

31/03/2009

31/12/2010

31/03/2010

31/03/2010

31/03/2009

31/03/2009

31/03/2010

31/03/2009

31/03/2010

Contribuição alta Contribuição baixa Air Açores

N.d.

(FNC)

(FAO)

(FNC)

(LIS)

(LIS)

(FAO)

(OPO)

(FAO)

31/03/2010

(FNC)

31/03/2012

(LIS)

Critério de prioritização de

clientes

Avaliação do impacto

esperado no cenário de

renegociação para margem

bruta de 40% (engloba

dimensão do cliente e

margem unitária)

Inclusão de clientes que

pertencem a grupos de

clientes a renegociar (Alitalia

e KLM)

Avaliação da contribuição do

cliente para o pico de

actividade nos aeroportos

onde opera (lógica

marginalista vs lógica full

cost)

(19)

4. POR ÚLTIMO, É ESSENCIAL DEFINIR PRAZOS PARA O PROCESSO

DE NEGOCIAÇÃO

Negociação em todas as escalas (exclui TAP)

Milhões de euros

* Considerando subida média de 10% dos preços aos clientes prioritizados em 2 anos consecutivos e de 15% para os restantes, exceptuando Sata e Iberia (subida de 5%)

Fonte: Equipa de Projecto

1,1

2,5

3,6

Total

Impacto na

2ª ronda

de negociações*

Impacto na

1ª ronda

de negociações*

Cliente

Data de negociação

proposta

Dificuldade de

implementação

Processo de

agendamento

de reuniões

em curso

Preparação

dos packs de

negociação a

implementar

em função do

planeamento

elaborado

18 de Junho 2008

4º semana de Junho

4º semana de Junho

1º semana de Julho

1º semana de Julho

1º semana de Julho

2º semana de Julho

2º semana de Julho

3º semana de Julho

3º semana de Julho

4º semana de Julho

Elevada Reduzida

Negociação

conjunta

Air Açores

Negociação

conjunta

(20)

4. A RENEGOCIAÇÃO DOS CONTRATOS COM SUCESSO PODERÁ IMPACTAR DE

FORMA POSITIVA EM 2,4 MILHÕES DE EUROS

Impacto em função de diferentes cenários negociais

Milhões de euros

* Considerando subida média de preços de 10% na renegociação imediata e 10% adicionais após o final do contrato, exceptuando Sata e Iberia (subida de 5%)

Fonte: Modelo de rentabilidade; Equipa de Projecto

Cliente

0,05

0,10

0,12

0,13

0,16

0,25

0,27

0,29

0,36

0,36

0,40

2,49

Subida de preços em todas as escalas*

0,23 (LIS)

0,27 (LIS)

0,18 (LIS)

0,17 (FAO)

0,13 (LIS)

0,16 (FNC)

0,25 (FAO)

0,12 (LIS)

0,08 (FAO)

0,30 (FAO)

0,05 (FNC)

1,94

Subida de preços na escala de

maior relevância

(21)

Apresentar o diagnóstico de situação de partida da Groundforce

Debater as questões estruturais para a concretização do

turnaround da Groundforce

Concretizar as principais iniciativas do plano de

reestruturação da Groundforce

(22)

1. EXISTEM DIFERENÇAS CONSIDERÁVEIS NA PRODUTIVIDADE DOS DIFERENTES

AEROPORTOS E UM GAP FACE ÀS MELHORES PRÁTICAS

Produtividade real diária

(1)

. 2007

(1) Desconsiderando FTEs ausentes; considerando horas extraordinárias e subcontratados (2) Observações no TBP no dia 22 de Maio

(3) Movimentos considerados pela dimensão da frota Fonte: Recursos humanos, análise da equipa de projecto

Assistência em

placa

(movimentos

(3)

/

FTE)

Check-in/

acolhimento

(passageiros/

FTE)

118

89

70

94

150

1,40

0,24

0,27

0,31

0,40

Lisboa

Porto

Funchal

Faro

Benchmark

Escalas

De um ponto de

vista top-down,

aparentam existir

oportunidades de

homogeneização

de procedimentos

e alinhamento

com melhores

práticas

sobretudo a nível

da bagagem e da

assistência placa

1 - 2

5 - 7

N.d.

N.d

N.d.

Bagagem

(malas/FTE em

período de pico)

(2)

(23)

2. APESAR DOS ESFORÇOS RECENTES PARA A OPTIMIZAÇÃO DO PLANEAMENTO A

LONGO PRAZO, AINDA APARENTAM EXISTIR OPORTUNIDADES DE MELHORIA

* 19% em 2007

Nota: Planeamento feito supondo abolição do horário de pequeno almoço e considerando o efeito da refeição única Fonte: Groundforce; Equipa de Projecto

Escala de Lisboa, 2ª feira da semana tipo do Verão IATA 2008

Turnos (Inform) Tarefas (Inform) Horários

OAEs assistência placa

TTAEs assistência placa

OAEs terminais

TTAEs check-in e acolhimento

Horários ajustados por ausentismo médio* 0 20 40 60 80 100 120 140 160 0:00 2:15 4:30 6:45 9:00 11:15 13:30 15:45 18:00 20:15 22:30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 0 :0 0 1 :3 0 3 :0 0 4 :3 0 6 :0 0 7 :3 0 9 :0 0 1 0 :3 0 1 2 :0 0 1 3 :3 0 1 5 :0 0 1 6 :3 0 1 8 :0 0 1 9 :3 0 2 1 :0 0 2 2 :3 0 0 20 40 60 80 100 120 0:00 2:15 4:30 6:45 9:00 11:15 13:30 15:45 18:00 20:15 22:30 0 10 20 30 40 50 60 70 80 0 :0 0 1 :3 0 3 :0 0 4 :3 0 6 :0 0 7 :3 0 9 :0 0 1 0 :3 0 1 2 :0 0 1 3 :3 0 1 5 :0 0 1 6 :3 0 1 8 :0 0 1 9 :3 0 2 1 :0 0 2 2 :3 0

C

o

la

b

o

ra

d

o

re

s

Horário

Horário

Horário Horário

C

o

la

b

o

ra

d

o

re

s

C

o

la

b

o

ra

d

o

re

s

C

o

la

b

o

ra

d

o

re

s

(24)

2. DETALHE DO PLANEAMENTO DOS OAEs DE ASSISTÊNCIA À PLACA

Escala de Lisboa, 2ª feira da semana tipo do Verão IATA 2008

* 19% em 2007

Nota: Planeamento feito supondo abolição do horário de pequeno almoço e considerando o efeito da refeição única Fonte: Groundforce; Equipa de Projecto

BACK-UP

0 10 20 30 40 50 60 70 80 0:00 1:15 2:30 3:45 5:00 6:15 7:30 8:45 10:00 11:15 12:30 13:45 15:00 16:15 17:30 18:45 20:00 21:15 22:30 23:45

Horário

C

o

la

b

o

ra

d

o

re

s

Turnos (Inform) Tarefas (Inform) Horários

Horários ajustados por ausentismo médio*

(25)

2. EM AEROPORTOS COM GRANDE VARIABILIDADE DE CARGA DE TRABALHO

SEMANAL E ANUAL A CRIAÇÃO DE UM ESQUEMA DE BANCO DE HORAS (PARA

ALGUNS TRABALHADORES) IRÁ AJUDAR A FAZER FACE AOS PICOS

2008

Ilustração da carga de trabalho típica para uma semana (movimentos)

Lisboa

Porto

Faro

Funchal

2a 3a 4a 5a 6a S

D

x1.1

2a 3a 4a 5a 6a S

D

x1.3

2a 3a 4a 5a 6a S

D

x2.4

2a 3a 4a 5a 6a S

D

x1.1

Ilustração de carga de trabalho típica para um ano

Lisboa

Porto

Faro

Funchal

J F M A M J J A S O N D

J F M A M J J A S O N D

J F M A M J J A S O N D

J F M A M J J A S O N D

(26)

2. A GROUNDFORCE APRESENTA UM FORTE AUSENTISMO JUSTIFICADO

SOBRETUDO POR UM ELEVADO ABSENTISMO DOS SEUS COLABORADORES

2007

46,3

24,2

21,7

5,4

11,9

4,4

Acidentes

de trabalho

Doença +

assistência

família

Outras

Total

Férias

0,4

Formação

Total

Fonte: Groundforce, Relatório de contas Portway; Equipa de Projecto

Número médio dos dias de ausentismo

por trabalhador

Mais de 50% do absentismo é devido

a doença e assistência à família

79% do número total das baixas

médicas são de 3 dias ou menos

12,3

21,7

(27)

3. UMA PARTE DOS CUSTOS COM PESSOAL CORRESPONDE A HORAS

EXTRAORDINÁRIAS NECESSÁRIAS DEVIDO AO MAU PLANEAMENTO

* O número de FTEs considerado não inclui potenciais trabalhadores temporários Fonte: Groundforce

13

52

98

302

372

1.672

Lisboa

Porto

Madeira

Faro

Manutenção Estrutura

2.509

Total horas

extra

85

54

62

17

60

9

65

Custos com horas extra, 2007

Milhares de euros

Corresponde a cerca de

3% dos custos com

pessoal

Número de horas extra por FTE*

(28)

3. NO ANO PASSADO, DEVIDO AO MAU PLANEAMENTO*, FORAM NECESSÁRIAS

MUITAS HORAS EXTRAORDINÁRIAS EM PERÍODOS DE VALE

Fonte: Groundforce; Equipa de Projecto

Escala de Lisboa, 2007

Total de horas extraordinárias

00h 01h 02h 03h 04h 05h 06h 07h 08h

09h

10h

11h

12h

13h

14h

15h

16h

17h 18h 19h 20h 21h 22h 23h

10%

31%

37%

23%

A utilização do

INFORM no

planeamento a

curto prazo

permitirá uma

redução

drástica do

número de

horas

extraordinárias

(29)

3. O INFORM DÁ VISIBILIDADE A SITUAÇÕES ANÓMALAS DE ALOCAÇÃO DE

RECURSOS HUMANOS EM TEMPO REAL E PERMITE, ASSIM QUE SEJA BEM

UTILIZADO, A SUA OPTIMIZAÇÃO

Fonte: Groundforce

EXEMPLO

Funcionários que fizeram

horas extraordinárias sem

terem tarefas alocadas a

tempo inteiro

(30)

3. A MELHORIA DO PROCESSO DE PLANEAMENTO DE CURTO PRAZO PODERÁ TER

IMPACTO A DOIS NÍVEIS

* Assumindo redução de 50% face aos valores de 2007 Fonte: Equipe de Projecto

Impacto financeiro por redução das

horas extras*

Impacto de redução de

horas extras

Milhares de euros

49

151

186

836

1.222

Total

Faro

Funchal

Porto

Lisboa

Impacto na melhoria operacional

Introdução de maior disciplina

operacional nas diversas escalas

Desenvolvimento de uma maior

previsibilidade do ponto de vista de

gestão de operações

Possibilidade de ser utilizada como

catalisador e/ou mecanismo de

acompanhamento

– Iniciativas de melhoria de eficiência

operacional

– Oportunidades de redução dos

standards

(31)

1. A GROUNDFORCE APRESENTA DIVERSOS CLIENTES COM MARGEM ABSOLUTA

NEGATIVA

* Cliente

Fonte: Groundforce; Equipa de Projecto

Número de clientes com margem

absoluta negativa

(84%)

Total

14

89

19

(100%)

27

(97%)

Madeira

Lisboa

Faro

Porto

(82%)

(68%)

29

(%) Percentagem do total

-1,2

-2,1

-0,9

-3,3

-2,9

-2,3

-0,7

-1,1

Margem

absoluta (m€)

Cliente

Aeroportos

Principais clientes com margem negativa

FAO; FNC; LIS

FAO

LIS; OPO; FAO

FAO; FNC;

OPO; LIS

LIS; OPO

LIS; FNC;

OPO; FAO

FAO;FNC

LIS

(32)

1. PRINCIPAIS CLIENTES COM MARGEM NEGATIVA POR ESCALA

Fonte: Groundforce (modelo de rentabilidade)

Lisboa

(19)

Porto

(9)

Funchal

(19)

Faro

(23)

Monarch

Condor

Grupo TUI

Air Berlin

Sata Air Açores

Air Berlin

Air France

Air France

420

KLM

909

Lufthansa

925

Air Nostrum

1.957

Lufthansa

1.583

Air Nostrum

262

255

486

2.156

363

397

923

1.109

1.358

1.829

842

Grupo TUI

1.902

Air Berlin

CB Airways

Thomas Cook UK

10

0

78

37

22

5

19

122

120

105

100

251

-17

105

-177

-108

-47

-503

-756

-701

-133

-870

-158

-335

-663

-319

-969

-256

-1.138

-1.717

-1.325

-1.837

-1.098

-1.516

Movimentos

Margem bruta

€/movimento

Margem absoluta

€/movimento

Cliente

Aeroportos

( ) Clientes abaixo de 40%

de margem bruta média

(33)

1. ADICIONALMENTE, A ESTRATÉGIA DE RENEGOCIAÇÃO DEVE TER EM CONTA A

CONTRIBUIÇÃO PARA O PICO

Comparação do preço por movimento com a contribuição para o pico

* Considerando pico das 10 às 11 e das 16 às 17 horas Fonte: Groundforce; DAG; Análise da Equipa de Projecto

Bribaby Flyglobespan GB Airways Helvetic Lufthansa Monarch TAP Thomas Cook UK Travel Servis Air Berlin Aeroporto de Faro P re ç o p o r m o v im e n to ( € )

Contribuição para o pico (%)

Aigle Azur Air Berlin Air Europa Air Nostrum Clickair Iberia Lufthansa SATA TAP Aeroporto do Porto P re ç o p o r m o v im e n to ( € )

Contribuição para o pico (%)

Aeroporto de Lisboa P re ç o p o r m o v im e n to ( € )

Contribuição para o pico (%) Aigle Azur Air France Air Nostrum Bribaby British Airways Continental Iberia

Royal Air Morocco Sata TAP Aeroporto do Funchal P re ç o p o r m o v im e n to ( € )

Contribuição para o pico (%) Hamburg International

Sata Air Açores SATA

TAP

Air Berlin GB Airways

(34)

3. EXISTE UM CONJUNTO DE SERVIÇOS COM POTENCIAL DE EXPLORAÇÃO PELA

GOUNDFORCE

Lounges

Fuelling e gestão do

fuel

Catering e

provisionamento

Serviço especial a

grupos

Serviços a avião

e passageiro

Descrição

Exemplos de players

SAS Ground Services

Abastecimento da aeronave e gestão

do fuel, incluindo a procura de

fornecedores e estudo de preços mais

competitivos

Pré check-in; acolhimento e

acompanhamento no aeroporto;

transporte para hotel e aeroporto

Disponibilização de serviços de lounge

para os clientes de elevado valor das

companhias aéreas, oferecendo

internet, informações sobre os voos,

bebidas e snacks

Preparação das provisões e de

(35)

146-235

Abertura de Blue

lounge do Porto

~362-464

Novos Negócios

Publicidade em

cartões de

embar-que e

equipamen-tos de placa

~181

Conversão do

lounge do Funchal

em Blue lounge

35-48

3. A GROUNDFORCE PREVÊ IMPLEMENTAR UM CONJUNTO DE INICIATIVAS EM

NOVOS NEGÓCIOS QUE REPRESENTAM ~0,4 M€

Resultado líquido do exercício

* Pressupondo que a TAP suporta custos de Produção dos cartões (~90 000€) e se aplica uma margem de 25% aos restantes clientes

Milhares de euros

Valor no ano 5 após

implementação

Valor superior assume

estimulação de vendas

Novos negócios em análise

Assistência a grupos

Colocação de jornais e revistas

Entrega de bagagens

Gestão de ULDs

35 M€ na publicidade com

equipamentos de placa

146 M€ devido a publicidade

(36)

4. ACTUALMENTE O PROCESSO DE FACTURAÇÃO TEM UM FORTE PENDOR MANUAL

QUE PODE LEVANTAR ERROS POTENCIAIS

Etapas Macro

do processo

Esclarecimento com

cliente e facturação

Análise dos dados

registados e

carregamento no

sistema

Registo dos serviços

prestados pelo

operacional

Registo manual dos

serviços, com potencial

de falha no registo da

totalidade dos serviços

prestados

Nº de voos/serviços

assistidos e não

registados pelo

operacional, e respectivo

impacto

Issues actuais

Análises em

curso

Serviço de baixo valor

acrescentado baseado

no carregamento

manual das check-lists

e exigindo a leitura e

compreensão da

check-list do operacional

Nº de voos/serviços

registados pelo

operacional e não

facturados e respectivo

impacto, tempo médio

até à facturação

Ausência de evidência

para discussão dos

serviços prestados ao

cliente (elevado número

de check-lists não

assinadas pelo cliente)

% de processos com

erros de esclarecimento

dos clientes

Necessidade de

automatização o

registo dos serviços

prestados

Eliminação de

serviços

realizados e não

facturados

Descontinução de

tarefas de baixo

valor

acrescentado na

equipa de

facturação (p.ex.,

carregamento

manual das

check-list nos

sistema)

Recolha de dados

que suportam

discussão com

cliente

(37)

4. EXISTEM OPORTUNIDADES DE RECEBIMENTO DE SERVIÇOS FACTURADAS AINDA

NÃO RECEBIDOS

Milhões de euros

2,94

2,11

0,83

Valores em falta

0,44

Valores

facturados

0,22

Valores

recebidos

0,22

Handling

Baggage Service

(09/2003 a

06/2004)

IMUSE - Faro

(04/2008 a

07/2008)

Air France – 0,26

Lufhtansa – 0,21

Iberia – 0,17

Condor – 0,08

Virgin Express – 0,08

White – 0,03

TAP – 0,09

Thomson Fly – 0,04

First Choice – 0,04

Thomas Cook – 0,02

Monarch – 0,01

Outros – 0,02

Implementar

contacto/

visita a

clientes de

modo a

demonstrar

legitimidade

da facturação

(a coordenar

com plano de

renegociação)

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