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(5) 9. si. MINISTÉRIO. DA VIAÇÃO. E. OBRAS PÚBUCAS. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE FERRO. ESTATÍSTICA DAS. ESTRADAS DE FERRO DO BRASIL RELATIVA AO ANO DE 1954. (TOMO. LI). DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE FERRO. a\. AV.. GRAÇA ARANHA,. RIO DE JANEIRO. ^. 1958. —. 416. BRASIL.
(6) (>%. fe «.
(7) ÍNDICE Introdução histórica Observações gerais Observações relativas aos quadros.. ESTATÍSTICA POR GRUPO DE ESTRADAS. — Extensões em tráfego. — Por distinguindo-se a parte II — Segundo a natureza da administração por bitola III — Segundo a natureza da propriedade e por bitola IV — Segundo a classificação económica e por bitola V — Segundo a discriminação específica VI — Segundo a distribuição regional QUADRO 2 — Transporte de passageiros e animais QUADRO 3 — Transporte de bagagem, encomendas e mercadorias QUADRO 4 — Receitas despesas QUADRO 5 — Detalhes da receita QUADRO 6 — Detalhes da despesa QUADRO 7 — Resultados do tráfego e da exploração QUADRO 8 — Consumo e custo de combustíveis energia pela locomotiva e automotrizes QUADRO 9 — Consumo de lubrificantes e estopa QUADRO 10 — Pessoal em serviço QUADRO 11 — Despesa total do pessoal ferroviário QUADRO 12 — Acidentes pessoais no tráfego QUADRO 13 — Acidentes materiais no tráfego QUADRO 14 — Material novo empregado na via permanente QUADRO. ferroviárias,. 1. I. bitola,. eletrificada e. e. e. 15 15 15 15 lg lg 17 18 19. 20 21. 22. elétrica. 23. 24 25 26 27 28 29. ESTATÍSTICA GERAL E POR ESTRADA í. a. PARTE:. —. Extensões, contratos e concessões (refere-se às três categorias). — Extensões ferroviárias do em 31-XII-1954, por estradas segundo a ordem geográfica Norte-Sul QUADRO 16 — Extensões ferroviárias em tráfego, por estradas, segundo as QUADRO 17 — Modificações nas extensões, verificadas no ano de 1954 e extensões médias em tráfego QUADRO 18 — Extensões ferroviárias em tráfego, por Unidades da Federação, em 31/12/1953 QUADRO 19 — Densidade de população e ferroviária do Brasil referida às regiões e Unidades Federadas — em 31/12/1954 QUADRO 20 — Desenvolvimento da Rede Ferroviária do no período de 1854/1954 QUADRO 21 — Concessões e contratos de estradas de ferro em tráfego PARTE: — Outros elementos à categoria) QUADRO 22 — categoria) — Extensões condições técnicas das estradas de ferro em tráfego) QUADRO 23 — telégrafo categoria) — Via permanente QUADRO 24 — categoria) — Obras de e dependências QUADRO 25 — categoria) — Percursos de locomotivas e automotrizes QUADRO 26 — categoria) — Percursos de trens QUADRO 27 — categoria) — Percursos de veículos próprios e estranhos em serviço nas linhas trafegadas pela empresa QUADRO 28 — categoria) — Percursos dos lugares oferecidos aos passageiros das toneladas de capacidade e do peso morto dos veículos QUADRO 29 — categoria) — Transportes remunerados — Passageiros QUADRO 30 — categoria) — Transportes remunerados — Bagagens, encoQUADRO. 15. Brasil,. .•. bitolas. 35 36 37 38. 40. Brasil,. 2*. (refere-se. (l. a. 41. 43. 1.". e. (l. a (l. a. e. arte, edifícios. (l. a. (1.» (l. a. 48 50 52. 54 58 64. (l. a. (l. a (l. a. mendas. e animais. 68 70 72. —3—.
(8) — Transportes remunerados — Mercadorias — Mercadorias de maior vulto no transporte remunerado categoria) — Transportes — Detalhes do movimento de QUADRO 33 — passageiros, animais e telegramas categoria) — Transportes — Detalhe3 do movimento de bagaQUADRO 34 — gens, encomendas e mercadorias e peso categoria) — Transportes remunerados — Peso QUADRO 35 — bruto categoria) — Receitas totais QUADRO 36 — categoria) — Receitas médias QUADRO 37 — categoria) — Despesas totais QUADRO 38 — categoria) — Despesas médias QUADRO 39 — 29, categoria) — Quadro complementar dos quadros. QUADRO 40 — 30, 31, 37 e 46 categoria) — Resultados do tráfego e da exploração QUADRO 41 — categoria) — Principais dados estatísticos relativos a dois QUADRO 42 — anos consecutivos categoria) — Resultados do tráfego no quinquénio 1950-1954 QUADRO 43 — categoria) — Consumo de energia elétrica e combustível no QUADRO 44 — serviço de tração categoria) — Consumo de lubrificantes e estopa QUADRO 45 — categoria) — Pessoal — Número médio mensal de empregados QUADRO 46 — categoria) — Despesa de pessoal e relações diversas QUADRO 47 — categoria) — Material novo empregado na via permanente QUADRO 48 — e nas instalações telegráficas e telefónicas categoria) — Acidentes no tráfego QUADRO 49 — categoria) PARTE: — Outros elementos (Refere-se à categoria) — Extensões e condições técnicas das estradas QUADRO 22 — de ferro em tráfego categoria) — Via permanente e telégrafo QUADRO 23 — e dependências categoria) — Obras de QUADRO 24 — categoria) — Percursos de locomotivas e automotrizes QUADRO 25 — categoria) — Percursos de trens QUADRO 26 — categoria) — Percursos de veículos próprios e estranhos em QUADRO 27 — serviço nas linhas trafegadas pela empresa categoria) — Percursos dos lugares oferecidos aos passageiros QUADRO 28 — das toneladas de capacidade e de peso morto dos veículos categoria) — Transportes remunerados de passageiros QUADRO 29 — categoria) — Transportes remunerados de bagagens e QUADROS 30 e 31 — encomendas, animais e mercadorias QUADRO 32 — categoria) — Mercadorias de maior vulto no transporte remunerado. ^ QUADRO 33 — categoria) — Transportes — Detalhes do movimento de passageiros, animais e telegramas QUADRO 34 — categoria) — Transportes — Detalhes do movimento de bagagens, encomendas e mercadorias QUADRO 36 — categoria) — Receitas totais QUADRO 38 — categoria) — Despesas totais QUADRO 41 — categoria) — Resultados do trágego e da exploração QUADRO 42 — categoria) — Principais dados estatísticos relativos a dois anos consecutivos QUADRO 43 — categoria) — Resultado do tráfego no quinquénio 1950-1954 QUADRO 44 — categoria) — Consumo de energia elétrica e combustível no serviço de tração QUADRO 45 — categoria) — Consumo de lubrificantes e estopa QUADRO 46 — categoria) — Pessoal — Número médio mensal de empregados QUADRO 47 — categoria) — Despesa de pessoal e relações diversas QUADRO 48 — categoria) — Material novo empregado na via permanente e nas instalações telegráficas e telefónicas QUADRO 49 — categoria) — Acidentes no tráfego PARTE: — Outros elementos (Refere-se à categoria) QUADRO 50 — categoria) — Percursos totais QUADRO 51 — tegoria) — Receitas e despesas do exercício ferroviário QUADRO 52 — categoria) — Transportes remunerados QUADRO 53 — categoria) — Produtos médios QUADRO 54 — categoria) — Quantidade e despesa do pessoal QUADRO 55 — categoria) — Consumo de combustíveis QUADRO QUADRO. 31. 32. — —. (1.» (1.». categoria) categoria). •. •. 76 '°. (1.». 80. (1.*. 82. útil. (1.*. (1." (l. a. (1.* (1.» (l. a. 84. 86 88 90 94. .25,. (1.'. 98 100. (1.*. (1.". 102 108. (l. a. -. (1.". (1." (1.". 112 116 118 122. (1.". (l.«. 2.. a. 126 128. 2.". (2.*. (2."'. a. (2.. arte, edifícios. (2.» (2.". 132 134 136 138 142. (2.*. 144. (2.*. (2.*. (2.. 148 150. a. 152. a. (2.. ...". (2.. 154. a. 156. (2.». (2.* (2.» (2.". 158 160 162 166. (2.*. (2.». 168 170. (2.". (2.". 174 176. (2.". ,. (2." (2.. (2.». S. m. 178 180. a. 182 184. 3. a. (3.. (3.. (3.. a a. c. a. (3.". (3.. (3.. a. a. —4. 188 188 189 189 190 190.
(9) INTRODUÇÃO HISTÓRICA Até 1897, os dados estatísticos referentes às estradas de ferro eram publicados no relatório do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas", denominado depois "Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas" e atualmente, "Ministério da Viação e Obras Públicas".. A. lei n.° 560, de 31 de dezembro de 1898, pelo seu artigo 36, tornou obrigaa organização de estatísticas completas do tráfego, em moldes uniformes, em todas as vias férreas de propriedade ou concessão federal. A primeira publicação especial de dados estatísticos, referentes a essas estradas de ferro e ao ano de 1898, foi editada em 1900, sob o título "Estatística das Estradas de Ferro da União e concedidas pela União", título que no ano seguinte passou a ser "Estatística das Estradas de Ferro da União e das Fiscalizadas pela União".. tória. O. regulamento aprovado pelo Decreto n.° 15 157, de 5 de dezembro de 1921, da então "Inspetoria Federal das Estradas" a de proceder à divulgação anual da estatística de todas as estradas de ferro brasileiras, iniciando-se desse modo, com o novo título de "Estatística das Estradas de Ferro do Brasil", a série que vem sendo editada, até à presente data, pelo atual Departamento Nacional de Estradas de Ferro. incluiu entre as atribuições. Embora a. estruturação geral da "Estatística" venha mantendo suas têm sido progressivamente feitas, tanto na disposição dos dados quanto em sua natureza, quantidade e critério de cálculo. Tais mudanças visam ao aperfeiçoamento constante desta publicação e decorrem, em parte, das modificações por que tem passado as ferrovias brasileiras, quanto a seu regime jurídico, tipo de equipamento utilizado e outras circunstancias. linhas mestras, numerosas alterações. —5—.
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(11) ;. OBSERVAÇÕES GERAIS Critérios. de grupamentos. Esta publicação abrange apenas as ferrovias de tráfego público. Os agrupamentos adotados obedecem a quatro critérios: discriminação específica, distribuição regional, classificação económica e separação por bitola. I. —. Discriminação específica (Ver Quadro 1-V). De De De. propriedade federal-arrendadas. 1. propriedade estadual. ]. r.. j j propriedade particular. De. propriedade federal. _,•. •. Administradas pela União. i. ide concessão federal <. 1 }. _. Ide concessão estadual II. —. Distribuição. regional. (Ver. Quadro. Administradas pelos Estados .. ,. .. ,. .. .. ,. Administradas por particulares. J. I-VI). A. distribuição regional obedece à divisão regional do Brasil cujo quadro, fixado pelo artigo 2.° da Resolução n.° 72 da Assembleia Geral do Conselho Nacional de Geografia, ficou organizado pela Resolução n.° 151, de 31 de janeiro de 1944, do Diretório Central do mencionado Conselho.. —. Região Norte: Territórios do Guaporé, Acre, Rio Branco e do Amazoas e Pará.. Amapá e. Estados. Região Nordeste compreendendo duas partes: Nordeste Ocidental: Estados do Maranhão e Piauí; Nordeste Oriental: Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e o Território de Fernando de Noronha. Região Leste compreendendo duas partes: Leste. Setentrional:. Estados de Sergipe e Bahia;. Leste Meridional: Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Distrito Federal;. Região Sul: Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul Região Centro-Oeste: Estados de Goiás e Mato Grosso. III. —. Classificação. As estradas de modo:. económica (Ver Quadro 1-VII). ferro de serventia pública são agrupadas. em. categorias. do. seguinte. Numero. de unidades virtuais. em. trájego. Categorias. Categoria. Superior a 50 000 000. 1.". Entre 5 000 000 e 50 000 000 Inferior a 5 000 000. 2. a. Categoria. 3.". Categoria. As quantidades de unidades virtuais de tráfego, correspondentes respectivamente: ao número de toneladas-quilômetro de mercadorias, bagagens e encomendas; ao número de toneladas-quilômetro de animais;. —7—.
(12) de interior; e ao número de passageiros-quilômetro de subúrbio; são obtidas multiphcando^e ao número de passageiros-quilômetro 5 e 0,2. O numero respectivamente por 1, 2,5 os quatro referidos números a quantidade de expnme produtos quatro totat correspondente à soma desses indica sua catee considerado, ano no unidades virtuais de tráfego da ferrovia, goria económica.. pela ordem decrescente dos respectivos seguir apresentamos as ferrovias em 1954. números totais de unidades virtuais de tráfego. A. Estradas de. Estradas de 8.* categoria. /." categoria. E. E. E. E. E. E.. E. F. Central do Brasil E. F. Soroeabana Cia. Paulista de E. F. V. Férrea do Rio Grande do Sul E. F. Vitória a Minas R. V. Paraná-Santa Catarina E. F. Santos a Jundiaí E. F. Leopoldina E. F. Noroeste do Brasil Cia. Mogiana de E. F. R. Mineira de Viação R. Ferroviária do Nordeste R. Viação Cearense V. F. Federal Leste Brasileiro. E. E. E. E. E. E. E.. F. S. Luiz-Teresina F. Bahia e Minas. F. F. F. F. F. F. F. F. F. F. F.. Sampaio Correia Nazaré Bragança Bragantina São Paulo e Minas Santa Catarina Mossoró-Sousa Central do Piauí. Madeira-Mamoré Ilhéus. Votorantim. E. F. Araraquara E. F. D. Teresa Cristina E. F. Goiás. Estradas de. S.* categojra. E. F. Perus-Pirapora E. F. Corcovado E. F. Morro Velho E. F. Guaira-Pôrto Mendes E. F. Jacuí (da V.F.R.G.S.) E. F. Palmares a Ozório. E. F. Itapemirim E. F. Campos do Jordão Cia. E. F. Mossoró E. F. Tocantins E. F. Monte Alto. para figurar acima: a E. F. Itabapoana, por estar com o tráfego Estado do (Dec. do trilhos seus retirados sido terem F. Itatibense por 222-B de 20-2-52) o Ramal Férreo Campineiro que foi incor-. Deixam de lizado a. E. Espírito Santo n.° 21 Cia. Pauporado à E. F. Soroeabana, a E. F. Morro Agudo que foi incorporada à 22-7-52) e as E. F. Terezópolis e E. F. lista de E. F. (Dec. Estadual 21 577-B de embora Maricá que continuam de fato fazendo parte da E. F. Central do Brasil. F. tenham sido desincorporadas dessa estrada pela lei 1 163 de 22-7-50. A E. acordo de S., R. G. V. F. a Jacuí embora conste da relação supra, está incorporada. com. o Dec. 36 226 de 24-9-54.. IV. —. Separação por bitola (Ver Quadro. 16).. efeitos estradas de ferro de serventia pública são agrupadas, para certos como: estas consideradas bitolas, as segundo estatísticos,. As. bitola larga, tendo 1,60. m. bitola corrente, tendo 1,00 bitola estreita, tendo. m. menos de. 1,00. m. —8—.
(13) OBSERVAÇÕES RELATIVAS AOS QUADROS Extensão. A extensão de linha principal é contada do eixo da estação inicial ao da extensão de ramal é contada da chave de entroncamento ao estação final. (Quadro n.° 22) eixo da estação final.. A. A. extensão anterior ao eixo-da-estação-inicial-de-linha-principal e a posterior eixo-da-estação-final-de-hnha-principal-ou-de-ramal são consideradas como linhas acessórias e indicadas juntamente com desvios, triângulos, etc.. ao. A. extensão do trecho em que há trilho interposto, formando duas bitolas, uma só vez e incluída na extensão da linha de bitola de tráfego predominante, no mesmo trecho. é contada. As extensões das vias suplementares (segunda, terceira, quarta, etc), nos trechos onde há duas, três, quatro, ou mais vias, são contadas apenas para figurarem na extensão de vias, não sendo computadas, portanto, na extensão das linhas da Estrada. Nesta, só se computa a extensão da primeira via.. A. extensão-média-em-tráfego-em determinado ano (fornecida no Quadro 17. e utilizada nos Quadros 25, 29, 30, 31, 37 e 46) obtem-se cadas a seguir em a e b e subtraindo as indicadas em. somando as parcelas. indi-. c:. em. no primeiro. a). Extensão das linhas principais e dos ramais existentes dia do ano em causa;. b). Os produtos das extensões-de-cada-trecho-incorporado-definitivamente-ao-trá-. tráfego. fego-ou-trafegando-temporáriamente, pelos números-de-dias-em-que-foram-trafegados-dividisos pelo número-de-dias-do-mesmo-ano; c). Os produtos das extensões-de-cada-trecho-cujo-tráfego haja-sido-suspenso-temporária-ou-definitivamente, pelos números-de-dias-emque-deixarem-de-ser-trafegados divididos pelo número-de-dias-do-ano-em-questão.. Para o cômputo da extensão média em tráfego, é também incluída, nas bases acima indicadas, a extensão de trecho de outra empresa trafegada pelos trens da empresa em causa.. No Quadro 40 são apresentadas as extensões médias das vias em tráfego, para as estradas que possuem trechos em linha dupla, tripla, quadrupla, etc. Nesse mesmo quadro, são apresentados índices relativos a essas extensões, análogos aos existentes em quadros anteriores relativos às extensões médias das linhas em. tráfego.. Percurso de trens percurso de trens mistos é desdobrado, no Quadro em percurso de trens de passageiros e de trens de carga. Tal procedimento artificial visa a permitir o. O. cálculo de índices relativos a esses dois serviços.. (Quadro. 26).. O percurso de trens mistos se divide em percurso de trens de passageiros e percurso de trens de carga, proporcionalmente às percentagens que os percursos dos veículos que compuzeram aqueles trens, no serviço de passageiros e no de carga, representam sobre o total do percurso de veículos nos mesmos trens. Assim,. —9—.
(14) os percursos de carros de passageiros, restaurantes, dormitórios e bagagens e encomendas, que integraram os trens mistos se reagrupam convencionalmente produzindo a correspondente parcela de trens de passageiros; semelhantemente, os. percursos de vagões de animais e mercadorias contribuem para o percurso dos trens de carga. (Denominadores das colunas J+9 e 50 do Quadro 27).. É oportuno observar que, pelo critério exposto, os percursos dos veículos que transportaram animais, nos trens de passageiros, constituem parcela do percurso total de veículos em serviço de passageiros, enquanto que os percursos dos veículos que transportaram animais, nos trens mistos e de carga, constituem parcela do (Ver Quadro 35). percurso total de veículos em serviço de carga. Percurso do Material Rodante. Os percursos de locomotivas, automotrizes e veículos, apresentados para cada estrada, nos Quadros 25 a 27, compreendem os percursos efetuados, nas linhas da mesma estrada, por material de sua propriedade ou de propriedade de terceiros, ressalvada a exceção que será exposta adiante.. O percurso de material rodante de propriedade de terceiros (Quadro n.° 27) abrange o trágego de vagões de propriedade dos usuários, bem como o de material rodante de propriedade de outras estradas, que estejam ligadas à estrada em causa por acordos de intercâmbio ou arrendamentos de veículos. Constitue exceção à regra geral o caso em que uma estrada realiza tráfego, por sua conta, com material rodante de sua propriedade, em trecho de outra estrada, mediante ajuste lavrado para esse fim. Neste caso, o percurso do material rodante é atribuído, para o cálculo dos elementos estatísticos desta publicação (Quadros 27 e 28), à estrada proprietária do material rodante e não à proprietária. do. referido trecho.. Os percursos de automotrizes (composições) são apresentados no Quadro 25, separado dos percursos de trens. Os percursos dos veículos não motorizado, que fizeram parte dessas composições figuram em conjunto com os demais veículossegundo o serviço em que foram utilizados, e, consequentemente, figuram também nos títulos próprios os percursos correspondentes de lugares oferecidos aos passas geiros, de toneladas de capacidade e peso morto e de eixos. Para contagem dos percursos das composições de automotrizes como trens, são eles considerados integralmente, posto que, no caso em que trafegam composições com mais de um veículo automotor, são utilizados os percursos das composições e não os desses veículos. em. individualmente.. No Quadro n.° 27, são apresentados, lado a lado, os dados relativos a percurso de veículo e a percurso de eixos. Para cômputo do percurso de veículos, cada veículo é considerado como unidade, qualquer que seja o número de seus eixos. Índices relativos às quantidades, receitas e despesas dos transportes. No. cálculo. das seguintes relações médias:. — quantidades. transportadas a dos transportes ferroviários,. por:. —. um. quilómetro,. receitas. e. despesas. quilómetro trafegado, trem-quilômetro e veículo-quilômetro; são considerados apenas os dados relativos ao transporte remunerado, quer nas quantidades transportadas, quer nos percursos de trens e de veículos. (Ver Quadros 29, 30, 31, 37 e 39).. Os percursos de carros-restaurantes não são considerados para distribuição de passageiros-km por veículo-km no transporte de passageiros.. Nas estradas que têm mais de uma via, a distribuição por quilómetro trafegado é feita para a extensão média em tráfego durante o ano, calculada esta segundo o critério retro indicado, e, em quadro separado (Quadro n.° 40) para essa extensão acrescida das linhas suplementares, nas Estradas que as possuem.. —. 10. —.
(15) Peso Útil. e. Peso Bruto. Na composição de peso útil transportado (Quadro n.° 35), o passageiro é considerado com o peso de 70 quilos para os transportes de subúrbio e de 90 quilos para Quanto a animais, são adotadas as médias de 400 quilos para o os de interior. gado vacum de grande porte, de 300 quilos para cavalares, muares e semelhantes e de 100 quilos para animais de pequeno porte, tais como suinos, caprinos, ovinos, etc.. Para calcular os índices de peso útil e peso bruto por trem-km de passageiros e por trem-km de carga, reahza-se a separação convencional, por essas espécies de trem, do percurso dos trens mistos.. Nas toneladas-km de peso bruto de locomotivas.. total,. não. se. consideram as toneladas-km. Para a distribuição do consumo de combustíveis, em quantidade e valor; por tonelada-km de peso útil e de peso bruto, são considerados transportes remunerados e não remunerados (Quadro n.° 44). Igualmente se procede, para calcular o número de empregados e a despesa de pessoal por esses mesmos divisores (Quadro n.° 46). Produto médio (receita produzida por unidade de transporte). Na. em referência às diversas unidades (Quasão divisores os percursos do tráfego remunerado (relativos a trens, veículos, passageiros, bagagens e encomendas, animais, mercadorias). No cálculo dos produtos médios de trem-km e de veículo-km, o dividendo é o total da receita dos transportes; no caso das demais unidades, os dividendos são as receitas correspondentes aos respectivos serviços. dro. apuração dos produtos médios. 37),. Custo Médio. Ainda não. se fêz a separação das despesas. de custeio pelas duas espécies. transportes, passageiros e cargas.. Na apuração dos custos médios do trem-km, do veículo-km e da tonelada-km de peso bruto (Quadro 39), são utilizados como divisores os percursos dessas espécies em serviço remunerado; o dividendo nos três casos, é a despesa de custeio ferroviário. Os custos médios do trem-km e da tonelada-km de peso bruto, são distribuídos em parcelas relativas aos serviços dos vários Departamentos da Estrada. Calcula-se ainda, para esses dois custos, a parte correspondente a pessoal.. —. O. pascusto médio do transporte de cada uma das seguintes unidades: sageiro-km, tonelada-km de bagagens e encomendas, animal-km, tonelada-km de mercadorias é obtido multiplicando-se o custo médio do veículo-km pela relação entre o percurso dos veículos utilizados no serviço remunerado referente às unidades das espécies consideradas, e o número de unidades dessa mesma es-. —. pécie. no. referido serviço.. Tendo em. que o processo exposto para cálculo dos custos de transporte das unidades referidas afasta-se muito da apropriação direta, é utilizado também um segundo processo, para efeito de comparação de resultados. Neste, procede-se analogamente, tomando-se como base o custo médio do transporte da tonelada-km de peso bruto no serviço remunerado, em vez de o veículo-quilôvista. metro. Combustíveis. na tração (Quadro 44) são indicados em separado, por quantidade e custo médio da unidade. Para obter-se o índice de consumo. Os combustíveis. utilizados. por locomotiva-km, são esses combustíveis convertidos em carvão estrangeiro de em carvão nacional e em lenha, atribuindo-se como termos de equivalência, em calorias-quilo, 10 500 para óleo combustível, 7 800 para carvão de pedra importado de boa qualidade, 4 000 para carvão de pedra nacional, 3 500. boa qualidade,. —. —. 11. —.
(16) para tortas de caroço de algodão e semelhante e 2 200 para lenha, incluído nesta Diesel. o nó de pinho, convertido em base do custo, e 18 000 para óleo A energia elétrica consumida em locomotivas e automotrizes é distribuída relativos à tração pelas unidades desse material trator, para se obterem os índices Para se obter porém o índice geral (consumo médio de combustíveis, elétrica. na tração por tonelada-km de peso bruto) aquela energia é convertida em carvão kg estrangeiro de boa qualidade por equivalência. Para tal fim, equiparam-se 2 de carvão importado a 1 KWH. A distribuição de combustíveis por locomotiva-quilômetro e por composição-km remunerado e do (de automotriz ou automotrizes) abrange o percurso de serviço. não remunerado. Acidentes. Os acidentes registrados no Quadro 49 são os que se verificaram no serviço de tráfego, não figurando entre eles acidentes no trabalho em outros serviços, tais como os de oficina, os de conservação da linha, edifícios e dependências etc. Na. distribuição dos acidentes pessoais por passageiro-km e trem-km, são considerados também os transportes e os trens no serviço não remunerados. Na distribuição de acidentes por quilômetro-trafegado, o divisor é a extensão média trafegada, com a inclusão das vias suplementares.. —. 12.
(17) estatística por grupos. de estrada.
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(19) QUADRO. 1. RESUMO DAS EXTENSÕES FERROVIÁRIAS EM TRÁFEGO. —. I. Segundo o sistema de tração. Extensões não. BITOLAS. eletrificadas. (m). 1,60. sobre a extensão. (km). 897,029. 5,38. (1). 91,64. (2). 0,76. 729,109. 1. Õ S ? B ^?X^Çkm), ^. Total. (km). 325,206. 0,92. 35 346,485. 100.00. 1. %. sobre a extensão total. 729,265. 39,54. 2 626,394. 7,07. 106,844. 60,01. 33 501,985. 90,07. 729,109. 1,96. 8,359. 0,45. 8,359. 0,03. 325,206. 0,87. 844,468. 100,00. 37 190,953. 100,00. (3). TOTAIS. total. 3,06. 0,66 0,60. sobre a extensão. eletrificadas. 32 395,141. 1. 1,00. %. Extensões. %. (km). e por bitola. r. Central do Brasil '191,168 km). Cia. Paulista (451,186 km) e Santos a Jundiaí (1) '86,911 km) (2) Leste (138,000 > Corcovado (3,824 km), Campos do Jordão (46,670 km), Votorantim (15,000 km) Cia Paulista (42 997 km! 1?*£ Mineira (333,040 km), Central do Brasil (1,456 km), Sorocabana (489,557 km) e Paraná Santa Catarina (36 3TO km).' t. i Brasileiro. '3). —. II. Segundo a natureza da administração e por. Morro Velho. (8. 359 km^. bitola. BITOLAS. NATUREZA DA ADMINISTRAÇÃO. 1,60. 1,00. 0,76. %. 0,66. 0,60. Total. Km 22 603,897. 635,181. 1. Administradas pelos Estados.. 729,109. 107,152. 25 075,339. 55,200. 7 317,774. 19,67. 8,359. 162,854. 4 797,840. 12.S9. 8,359. 325,206. 37 190,953. 7 262,574. .. Administradas por particulares. TOTAIS. 991,113. 3 635,514. 2 626,294. 33 501,985. —. III. 729,109. sobre a extensão Total. Segundo a natu reza de propriedade. 67.44. 100,00. e por bitola. BITOLAS. NATUREZA DA PROPRIEDADE. 1,60. 1,00. !. %. 0,76. 0,66. 0,60. Total. sobre a extensão total. Km De De De. propriedade da União propriedade dos Estados. (1) .. 635,181. 1. .. propriedade de particulares. 991,113. (2). TOTAIS. (3)26 469,497 (4). 3 396,974. (5). 3 635,514. 2 626,294. (6). 729,109. (7). 33 501,985. 729,109. 8,359. (8). 107,152. 28 940,939. (9). 55,200. 3 452,174. 9,27. 162,854. 4 797,840. 12,90. 325,206. 37 190,953. 100,000. (10). 8,359. 77,83. —. OBSERVAÇÕES Central do Brasil (1 496,141 km) e Santos a Jundiai. (2) Cia. Paulista. (3) Madeira Mamoré, Tocantins (1) Bragança (246,577 km), S. Luiz Terezina, Central do Piauí, Cearense, Mossoró Souza, Sampaio Correia. Rede Ferroviária do Nordeste, Leste Bahia e Minas, Ilhéus, Leopoldina, Central do Brasil (2 242,958 km), Rede Mineira (3 259,990 km), Goiás, Noroeste, Paraná-Santa Catarina, Itanguá-Mafra Barreto, D. Teresa Cristina, Santa Catarina, Viação Férrea Rio Grande do Sul e Jacui. (4) Nazaré, Itapemirim Sorocabana, Bragantina, Campos do Jordão, Araraquara, Monte Alto, São Paulo e Minas. (5) Vitória e Minas, Itabapoana, Corcovado, Cia. Paulista '1 102,425 km), Mogiana '1 874,413 km) e Votorantim. (61 Rede Mineira. (7) Morro Velho. (8) Bragança (47,152km) e Guaíra Porto Mendes. (9) Palmares a Ozório. (10). Cia. Paulista (62,298 km), Mogiana (84,416 km) e Perús-Pirapora. Brasileiro,. IV. — Segundo. a classificação económica e por bitola. BITOLAS. %. CLASSIFICAÇÃO. 1,60. ECONÓMICA. 0,76. 1,00. 0,60. 0,66. Total. sobre a extensão total. Km (1). TOTAIS. OBSERVAÇÕES. 2 626,294. 2 626,294. (2)29 582,724 (3). 3 396,624. (4). 522,637. 33 501,985. (5). 729,109. (0). 729,109. —. 8,359 8,359. (7). 146,714. 33 084,841. 88,96. (S). 47,152. 3 443,776. 9,36. (9). 131,340. 662,336. 1,78. 325,206. 37 190,953. 100 00. Central do Brasil (1 496, 141 km), Santos a Jundiai, Cia. Paulista (991,113 km). (2) Central do Brasil (1) 242,958 km), Cia. Paulista (1 102,425 km), Sorocabana, Viação Férrea Rio Grande do Sul, Vitória a Minas, Paraná Santa Catarina, Leopoldina, Noroeste, Cia. Mogiana (1 874,413 km), Rede Mineira (3 259.990 km). Rede Ferroviária do Nordeste, Cearense, Leste Brasileiro, Araraquara, D. Teresa Cristina, Goiás. (3) São Luiz Terezina, Bahia e Minas Sampaio Correia, Nazaré, Bragança (246;577 km), Bragantina, São Paulo e Minas Santa Catarina, Mossoró Souza, Central do Piauí, Madeira Mamoré, Ilhéus e Votorantim. (4) Itapemirim, Campos do Jordão, Cia. E. F. Mossoró, Tocantins, Monte Alto, Corcovado, Jacuí, Itabapoana. (5) Rede Mineira. (6) Morro Velho. (7) Cia. Paulista (62,298 km) Cia. Mogiana (84,416 km). (8) Bragança. (9) Perus Pirapora, Palmares a Ozório e Guaíra Porto Mendes. (2. ,. 15. —.
(20) QUADRO. —. V. 1. (conclusão). Segundo a natureza da administração e a propriedade. DE PROPRIEDADE PARTICULAR. De. De. propriedade. propriedade estadual. NATUREZA DA ADMINISTRAÇÃO. federal. Concessão. Concessão. federal. estadual. Total. Km Administradas pela União. Administradas pelos Estados.. .. .. (1). 25 075,339. (2). 3 865,600. 25 075,339. (3). 3 452,174. Administradas por particulares.. 7 317,774. (4). TOTAIS. 3 452,174. 28 940,939. 1. 490,950. 1. 490,950. (5). 3 306,890. 4 797,840. 3 306,890. 37 190,953. —. Madeira Mamoré, Tocantins, Bragança, São Luiz Teresina, Central do Piauf, R. V. Cearense, Mossoró Souza, OBSERVAÇÕES (1) R. F. do Nordeste Sampaio Correia, Leste Brasileiro, Ilhéus, Bahia e Minas, Rede Mineira, Leopoldina, Central do Brasil, Goiás, Santoe a Jundiaí, Noroeste, Paraná Santa Catarina, Itanguá Mafra Barreto, Teresa Cristina e Guaira Porto Mendes. (2) Santa Catarina, Viação Férrea Rio Grande do Sul e Jacuí. (3) Nazaré, Itapemirim, Campos do Jordão, Sorocabana, São Paulo Minas, Araraquara, Monte Alto e Palmares a Ozório. (4) Corcovado, Mogiana (917,858 km), e Vitória a Minas. (5) Itabapoana, Cia. E. F. Mossoró, Morro Velho, Mogiana (1 040,971 km), Votorantim, Cia. Paulista e Perus Pirapora.. VI. —. Segundo a. ADMINISTRAÇÃO DOS ESTADOS. Administração e propriedade. REGIONAL. DIVISÃO. da União. distribuição regional. Da União (arrendadas). Dos Estados. Total. Administração e propriedade de particulares. Totais. (concedidas). Km 777. (1). 777. Nordeste:. Oriental. (2). 712. (3). 4 236. 712 (12). 37. 4 273. Leste: (4). 2 566. (5). 10 815. Sul. (6). 4 280. Centro-Oeste. (7). 1. TOTAIS. 324. 324. (10). 85. 85. (13). 1. 244. 12 144. '11). 3 043. 6 909. '14). 3 516. 14 705. (9). '8). 3 866. 2 890. 690. 25 076. 1. 3 866. ~. 3 452. 7 318. 4 797. 690. 37 191. VA ^ 0ES ' '*' Madeira Mamoré, Tocantins e Bragança. '2) São Luiz Teresina, Central do Piauí e Leste Brasileiro '49 km), rense Sam P aio Correia, Leste Brasileiro a55 km), Mossoró Souza e R. F. do Nordeste, '4) Leste Brasileiro '2 291 km), Ilhéus '147 km). '5) Central do Brasil '3,325 km), Leopoldina, Bahia e Minas '435 km), Leste Brasileiro '50 km), Rede Mineira Li 895 e '53 km). (6) Central do Brasil '414 km), Rede Mineira '24 km), Noroeste '567 km), Santos a Jundiai, Paraná Santa. Catarina, guaira Porto Mendes, Itanguá Mafra Barreto e D. Terera Cristina. '7) Rede Mineira '70 km), Noroeste '1 195 km) e Goiás '425 kmí. banta Catarina, V. F. Rio Grande do Sul e Jacuí. '9) Nazaré. '10) Itapemirim e São Paulo (8) e Minas '31 km). '11) Campos do Jordão, ra S antma ?° r ?cabana, Araraquara, Monte Alto, São Paulo e Minas '149 km) o Palmares a Ozório. (12) Mogiana Cia. E. F. Mossoró. (13) (bdU km), Vitória a Minas, Corcovado, Morro Velho e Itabapoana. (14) Mogiana (1 329 km), Cia. Paulista, Votorantim e Perus Pirapora 9,. ^. o 5" V7? «°™ Minas km) Goiás. '. e. £. .. 16.
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