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Academic year: 2022

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Inclusão produtiva na indústria da

moda:

um estudo sobre políticas públicas

Palinha #10

A série de infográficos do FGV CeDHE | Fev. 2022.

Trabalho decente na indústria da moda

Políticas públicas de inclusão produtiva

Mulheres e imigrantes na indústria da moda

(2)

O Centro de Direitos Humanos e Empresas (FGV CeDHE) é um centro de pesquisa aplicada da FGV Direito SP. A sua missão é realizar pesquisas sobre o impacto dos negócios nos direitos humanos e influenciar políticas públicas e práticas privadas.

Sobre o FGV CeDHE

Equipe FGV CeDHE: Juliana Reimberg, Thais

Temer e Tamara Brezighello Hojaij

Revisão metodológica: Karina Denari Edição: Juliana Reimberg

Esta pesquisa é desenvolvida com o apoio

da Embaixada do Reino dos Países Baixos

(3)

Lista de siglas

CadÚnico - Cadastro Único para Programas Sociais MDS - Ministério da Cidadania

MEC - Ministério da Educação

MMFDH - Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

SEDE - Secretaria Emprego e Relações de Trabalho do Estado de São Paulo

SEDS - Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

SMADS - Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo

SMDHC - Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo

SMDET - Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo

SPFW - São Paulo Fashion Week

ODS - Objetivo(s) do Desenvolvimento Sustentável OIT - Organização Internacional do Trabalho OIM - Organização Internacional para as Migrações ONU - Organização das Nações Unidas

(4)

Em 2015, 193 Estados membros da Organização das Nações Unidas (ONU), dentre eles o Brasil, se comprometeram com a Agenda 2030, que consiste em plano de ação que busca, ao longo de 15 anos (2015-2030), erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade (ONU, 2015;

UNODC, s.d.).

A Agenda 2030 é composta por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas, que buscam concretizar os direitos humanos de todas as pessoas e alcançar a igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, de forma integrada e indivisível, equilibrando as três dimensões do desenvolvimento sustentável: econômica, social e ambiental (ONU, 2015).

A Agenda 2030 e o trabalho decente na indústria da moda

2

(5)

Dentre os compromissos assumidos pelo Estado brasileiro com a Agenda, merece destaque o papel fundamental atribuído a promoção do trabalho decente, abordada no ODS 8-Trabalho Decente e Crescimento Econômico.

ODS 8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos.

Tal ODS traz 10 metas que buscam

possibilitar o crescimento econômico

produtivo de forma sustentável, sem deixar

ninguém para trás e combatendo abusos e

violações de direitos.

(6)

O trabalho decente é, assim, um conceito central para o alcance do ODS 8, referindo-se ao acesso, sem discriminação, ao emprego adequadamente remunerado, com a devida proteção social, voltando-se à proteção dos direitos dos trabalhadores em todos os seus aspectos, sobretudo em termos de qualidade, e independentemente do vínculo empregatício, formal ou informal (OIT, 1999).

Você sabia?

O conceito de trabalho decente, formalizado em

1999 pela OIT, “sintetiza a sua missão histórica de

promover oportunidades para que homens e

mulheres obtenham um trabalho produtivo de

qualidade, em condições de liberdade, igualdade,

segurança e dignidade humana, sendo composto

por quatro dimensões essenciais: I. garantia dos

direitos do trabalho; II. promoção do emprego

produtivo e de qualidade; III. ampliação da

proteção social; IV. fortalecimento do diálogo

social (OIT, s.d.)

(7)

O trabalho decente é relacionado as chamadas medidas de inclusão produtiva, que buscam efetivar o acesso e a participação no mercado de trabalho em condições de dignas (ABRAMO; CECCHINI;

MORALES, 2019). Ou seja, contribuem ao alcance do ODS 8.

Esta Palinha explora as medidas de inclusão produtiva promovidas por meio de políticas públicas, com foco específico em mulheres migrantes atuantes na indústria da moda. Além disso, considera especificamente a região metropolitana de São Paulo, importante polo do setor.

(FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS, 2021).

As medidas de inclusão produtivas são objeto de divergência em termos de conteúdo, abrangência e aspectos semânticos. A definição adotada nesta Palinha não exclui outras possíveis (SOUSA; NIERDELE, 2018, SILVA, 2020a;

SILVA, 2020b).

1

1

O Trabalho Decente e a Inclusão

Produtiva

(8)

Com o intuito de melhor sistematizar e compreender o que é feito hoje pelo poder público, a análise considerou quatro frentes possíveis de atuação para promoção da inclusão produtiva, quais sejam:

8

Acesso à emprego: políticas que têm como objetivo aumentar a oferta de emprego e/ou as possibilidades de acesso ao mercado de trabalho.

Emprego de qualidade: trabalho em condições justas e saudáveis, com segurança no ambiente de trabalho e com remuneração que proporcione as condições adequadas de vida. Isso se refere não somente a manutenção das condições mínimas de subsistências, mas também ao acesso e manutenção de patamares adequados de alimentação, edução, lazer, saúde e outros, considerando o contexto regional e familiar. Ainda, o emprego de qualidade deve ter a igualdade substancial como eixo fundamental, tanto no acesso ao trabalho quanto na permanência e nas possibilidades de progressão de carreira (OXFAM, 2014;

PARKER et al, 2016; WAGE INDICATOR, 2021; OIT, 2019)

(9)

Qualificação, empreendedorismo e outras medidas:

engloba medidas variadas que buscam auxiliar, direta ou indiretamente, a qualificação profissional, tais como:

capacitações, ações de apoio ao empreendedorismo, acesso à crédito e bancarização, facilitação de formalização e regularização, formações para construção de projetos de vida, medidas de empoderamento, dentre outras.

Políticas de cuidado: endereçam aspectos alheios ao trabalho em si, mas que são essenciais para o seu exercício e para o acesso a outras medidas de inclusão produtiva. Em relação ao trabalho da mulher, referem-se a questões relacionadas ao trabalho de cuidado e doméstico não remunerado, para viabilizar o acesso igualitário ao mercado.

É necessária ainda à disponibilização de serviços públicos

adequados, infraestrutura e políticas de proteção social,

para que haja tempo disponível e condições físicas e

mentais para o exercício do trabalho. (CEPAL, 2019; OIT,

2017; OECD, s.d.)

(10)

As políticas mapeadas foram classificadas em uma ou mais dessas frentes, de acordo com as informações obtidas sobre seus objetivos e atividades desenvolvidas.

No levantamento, foram analisadas informações sobre:

I. o nível de governo responsável pela formulação da política, entidades realizadoras e parceiras na implementação;

II. os principais objetivos e funcionamento da política;

III. o público alvo e, quando aplicável, se tem como público alvo específico a mulher migrante;

IV. a existência de medidas voltadas especificamente - ainda que não exclusivamente, à indústria da moda.

Foram analisadas políticas na cidade e no estado de São Paulo, como também, no nível federal. Optou-se por esse recorte por ser a região metropolitana de São Paulo um importante polo têxtil nacional em que parte significativa da mão de obra é composta por mulheres migrantes (FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS, 2021).

Metodologia de pesquisa

(11)

O mapeamento das políticas foi feito tanto por meio de buscas nos sites de secretarias municipais e estaduais e pastas ministeriais federais, como também, por meio de pedidos via Lei de Acesso à Informação. Não foi realizada nenhuma análise de eficácia, resultados ou efetividade das políticas levantadas.

Os órgãos pesquisados foram:

Prefeitura Municipal de São Paulo: Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), Secretaria Municipal de

Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (SMDET);

Governo do Estado de São Paulo: Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SEDE) e Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS);

Governo Federal: Ministério da Cidadania (MDS),

Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos

Humanos (MMFDH), Secretaria de Trabalho

(Ministério da Economia) e Ministério da Educação

(MEC).

(12)

25

20

15

10

5

0

Foram identificadas 30 políticas públicas que possuem conexão com uma ou mais frentes de análise, conforme o gráfico abaixo. Na maior parte dos casos, as políticas se relacionam com mais de uma frente. Por isso, a descrição dos resultados será feita de forma agregada.

Levantamento de políticas públicas

Acesso à

emprego Emprego

de Qualificação

e outras Políticas de 15

3

25

5

(13)

Possuem como público-alvo migrantes, não havendo, dentre essas, nenhuma voltada especificamente à indústria da moda;

Das 30 políticas públicas identificadas:

são focadas exclusivamente em mulheres e, dentre essas, apenas uma é voltada especificamente à indústria da moda;

Não foi identificada nenhuma política com o foco exclusivo para mulheres migrantes

Principais achados preliminares

(23,3%)

(20%)

Nenhuma política endereça todas as quatro frentes de atuação;

As políticas têm como foco principal os cidadãos, com exceção do "Selo Paulista de Diversidade", que é voltado a

empresas.

Para saber mais sobre as políticas identificadas,

veja o Anexo.

(14)

5 políticas públicas mapeadas têm medidas voltadas à indústria da moda

Todas essas políticas têm relação com a frente de

"Qualificação, empreendedorismo e outras medidas"

e são focadas principalmente na oferta de cursos de corte e costura, como também, no fomento ao empreendedorismo.

Tais políticas são:

1) Programa Fashion Sampa, da SMDET, que oferece formações, estimula iniciativas empreendedoras e gera oportunidades de emprego;

2) Programa Moda e Costura, da SMDET, que oferece capacitações em corte e costura, modelagem, empreendedorismo e cidadania;

3) São Paulo Criativo, da SEDE, que oferece qualificação e formação profissional nas áreas de moda, design, artes, gastronomia e marketing digital;

4) Programa Mãos e Mentes Paulistanas, da SMDET,

que, oferece de cursos e oficinas de capacitação e

promove o acesso ao mercado de trabalho e

(15)

Somente duas políticas são relacionadas à frente de

"Emprego de Qualidade"

Dentre essas duas, nenhuma têm foco específico na indústria da moda. Cabe também destacar que não foram identificadas políticas voltadas especificamente à remuneração adequada do emprego, um dos aspectos do trabalho decente.

Tais políticas são:

1) Trabalho Decente, da SEDE, a qual, de acordo com a descrição constante no site, zela pela aplicação de uma política de trabalho decente no Estado de SP, com a promoção de encontros, capacitações, conferências com jovens, trabalhadores, gestores públicos, representantes patronais e sindicais, entre outros. O programa também subsidia a execução da Agenda Trabalho Decente desenvolvida pela Comissão Estadual de Trabalho Decente. Ainda, uma das frentes do programa é a diplomação de empresas em Boas Práticas de Trabalho Decente, selo social com creditação internacional voltado para empresas que alcancem no mínimo 70% dos indicadores da OIT;

2) Programa Pró Equidade, do MMFDH, o qual

certifica com o "Selo Pró Equidade" as empresas que

promovem a igualdade entre homens e mulheres no

mercado formal de trabalho.

(16)

Somente três políticas são relacionadas à frente de

"Políticas de Cuidado"

Destaca-se que este achado precisa ser analisado com atenção, na medida em que muitas vezes as políticas de cuidado estão inseridas no escopo da assistência social, sem estarem expressamente vinculadas a políticas públicas de inclusão produtiva, o que não foi objeto de análise deste estudo. De toda forma, a ausência de vinculação entre medidas de inclusão produtiva e políticas de cuidado indica um déficit de intersetorialidade entre essas áreas de políticas públicas, constituindo um desafio para a proteção integral das trabalhadoras.

Tais políticas são:

1) Centros de Cidadania da Mulher, da SMDHC, o qual oferece espaços de qualificação e formação em cidadania para mulheres;

2) Casa de Passagem, da SEDS, o qual oferece

acolhimento a imigrantes e refugiados por cerca de 6

meses, período no qual recebem orientação

(17)

O mapeamento realizado indica que, apesar de existir um número significativo de políticas públicas de inclusão produtiva que abarcam trabalhadoras e trabalhadores da região metropolitana de São Paulo, essas não consideram, de modo geral, um direcionamento setorial para a indústria da moda, que é economicamente relevante para região.

Ademais, a ausência de políticas que contemplem as quatro frentes de análise indica a importância do desenvolvimento de uma abordagem mais abrangente da inclusão produtiva de mulheres, voltada ao trabalho decente em sua integralidade.

Observa-se, em linhas gerais, que é necessário sobretudo avançar em políticas públicas que promovam emprego de qualidade e políticas de cuidado no contexto da inclusão produtiva, em linha com o ODS 8.

Por fim, embora políticas de transferência de renda não tenham sido objeto de análise do presente levantamento, é relevante refletir sobre a importância de tais medidas para a proteção das populações vulneráveis, ante o cenário de insuficiência de efetiva inclusão produtiva e, especialmente, em contextos de crise, tal como a decorrente da pandemia da COVID-19.

Políticas de transferência de renda são políticas públicas de cessão de renda direta e regular para populações pobres, sendo comum que os programas exijam contrapartidas dos beneficiários, como por exemplo a frequência escolar dos filhos (SIMONI JR, 2021). Alguns exemplos brasileiros são o Programa Bolsa Família e o Auxílio Emergencial.

Considerações finais

(18)

Limitações da pesquisa

O mapeamento realizado não é exaustivo, sendo possível que existam outras políticas públicas pertinentes, mas que não foram identificadas neste momento da pesquisa, a partir dos critérios de busca estabelecidos.

Destaca-se também que a busca não se limitou à

indústria da moda, sendo mapeada qualquer política

sobre inclusão produtiva que poderia ser acessada

por mulheres que atuam no setor.

(19)

ABRAMO, L.; CECCHINI, S.; MORALES, B. Programas sociales, superación de la pobreza e inclusión laboral: aprendizajes desde América Latina y el Caribe, Libros de la CEPAL, N° 155 (LC/PUB.2019/5-P), Santiago, Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), 2019.

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS. O combate ao trabalho escravo na indústria da moda: Recomendações para os setores público e privado.

Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/31101.

2021. Acesso em 12.12.2021.

OECD. OECD Policy on Women´s Economic Empowerment: Recognising, Reducing and Redistributing unpaid Care and Domestic Work: Concept Note. Disponível em: https://www.oecd.org/development/gender- development/OECD-First-Policy-Dialogue-Womens-Economic- Empowerment.pdf. Acesso em 13.07.2021.

ONU. Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: sobre o nosso trabalho para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável no Brasil.

Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em 10 de ezembro de 2021.

ORGANIÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT). Employment Working Paper n. 235: Gender in Employment Policies and Programmes:

what works for women? Geneva, International Labour Office, 2017.

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT). The working poor or how a job is no guarantee of decent living conditions: A study based on ILO’s global estimates of employment by economic class. ILO STAT: spotlight on working statistics. April, 2019, n.06.

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT). Trabalho Decente. Disponível em: https://www.ilo.org/brasilia/temas/trabalho- decente/lang--pt/index.htm. Acesso em 10.10.2021

OXFAM. Steps Towards a Living Wage in Global Supply Chains. Oxfam Issue Briefing, 2014.

Referências Bibliográficas

(20)

PARKER, Jane; ARROWSMITH, JAMES; FELLS, Ray; PROWSE, Peter. The living wage: concepts, contexts and future concerns. LABOUR AND INDUSTRY, 2016 VOL. 26, NO. 1, 1–7.

SILVA, Sandro Pereira. A Inclusão Produtiva como Eixo de Política de Proteção Social: contexto latino-americano e questões para a realidade brasileira. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Brasília: Rio de Janeiro, 2020a.

SILVA, Sandro Pereira. Dimensões Analíticas do Conceito de Inclusão Produtiva para fins de Política Social: uma revisão bibliométrica. In:

Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análises. IPEA, 2020b.

SIMONI JR, Sérgio. Políticas de transferência de renda e de assistência no Brasil: descontinuidades recentes e os desafios colocados pela Covid-19.

In: Brazilian Journal of Latin American Studies, v. 20 n. 40, 2021.

SOUSA, Diego Neves de; NIERDELE, Paulo André. A Produção Científica Brasileira sobre o que se Entende por Inclusão Produtiva: um recorte temporal entre 2005 a 2016. Revista Desenvolvimento Social No 23/01, 2018.

WAGE INDICATOR FOUNDATION. Frequently Asked Question about the Minimum Wages and Living Wages. Disponível em:

https://wageindicator.org/salary/living-wage/faq-living-wage. Acesso em 10 de janeiro de 2021.

As referências bibliográficas referente às informações sobre as políticas públicas podem ser solicitadas às autoras e serão disponibilizadas no relatório final.

Referências Bibliográficas

(21)

Programa Tem Saída

Programa desenvolvido pela SMDET, em parceria com o MPE,

DPE, ONU Mulheres e OAB-SP, para promoção da autonomia financeira e empregabilidade de

mulheres vítimas de violência.

Programa Mãos e Mentes Paulistanas - Programa

de Artesanato e Manualidades

Programa desenvolvido pela SMDET com o objetivo de melhorar a atividade econômica

e social empreendedores artesanais e manualistas

paulistanos

Acessuas Trabalho

Programa da SEDS-SP que promove ações voltadas para a garantia de direitos e cidadania das pessoas em situação de vulnerabilidade e/ou risco social

a partir do acesso a serviços e da inclusão no mercado de

trabalho.

Programa Caminhando Juntos

Curso oferecido pelo Governo Federal, em parceria com a OIM

e o SENAI, voltado para imigrantes com informações

sobre documentação, possibilidades de formação e

aperfeiçoamento, desenvolvimento de competências pessoais, elaboração de currículos e processos seletivos, além de empreendedorismo e geração de

renda.

Anexo

(22)

Programa Fashion Sampa

Programa desenvolvido pela SMDET, em parceria com o Instituto Nacional de Moda e

Design e o SPFW, para fomentar o setor da moda, gerar

oportunidades de trabalho, emprego e renda, promover qualificação profissional, apoiar o empreendedorismo e fomentar

a competitividade do setor.

Selo Paulista de Diversidade

Programa da SEDE para certificar organizações privadas

e sociedade civil que tenham políticas de inserção e

diversidade.

Impulsiona SP

Política da SEDS e SEDE para inserção no mercado de

trabalho, através da formalização, empreendedorismo e Economia

Solidária, visando a autonomia financeira dos trabalhadores.

Programa Costurando Pela Vida

Programa da SMDET para contratação de costureiras e

cooperativas para o fornecimento de máscaras, bem

como para participar de capacitações de moda e costura.

Anexo

(23)

Programa Pró-Equidade

Programa federal do MMFDH, destinado a instituições públicas

e privadas de médio e grande porte, para promover a igualdade entre homens e mulheres no mercado formal do

trabalho. As empresas que executam ações igualitárias de

forma satisfatória recebem o

"Selo Pró-Equidade".

Programa Moda e Costura

Política da SMDET, em parceria com a Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura para oferta de capacitação sobre

corte e costura, modelagem, sociedade e cidadania e visão

empreendedora.

Bancarização de imigrantes

Política da SMDHC para que os bancos prestem atendimento

especializado à população migrante para abertura de

contas e crédito.

Portas Abertas:

Português para Imigrantes

Programa da SMDHC em parceria com a SME para oferecer curso de português gratuito, contínuo e permanente para alunos imigrantes na Rede de Municipal de Ensino, suas

famílias e comunidades.

Mapeamento de cursos de Português para

Imigrantes

SMDHC mapeia cursos de português oferecidos pela

sociedade civil.

Anexo

(24)

Minha chance

SMDHC mapeia cursos de português oferecidos pela

sociedade civil.

Programa Horizontes

O Programa Horizontes busca à capacitação para o empreendedorismo e aumento da qualificação dos jovens para

criação e manutenção de negócios próprios, criação de oportunidades de emprego e

geração de renda, proporcionando acesso gratuito

a aulas sobre empreendedorismo

São Paulo Criativo

Programa da SEDE que atua na qualificação e formação profissional com foco no desenvolvimento da criatividade

de forma inovadora e empreendedora, nas áreas de

moda, design, artes, gastronomia e marketing digital.

Via Rápida

Programa da SEDE que oferece cursos gratuitos (100h) de qualificação profissional para

jovens e adultos.

Anexo

(25)

Empreenda Mulher

Programa da SEDE, em parceria com SEBRAE e Aliança Empreendedora, que oferece vagas gratuitas em cursos de

qualificação em empreendedorismo e libera microcrédito pelo Banco do

Povo.

Empreenda Rápido

Programa da SEDE com o SEBRAE, onde o empreendedor

pode realizar a abertura de empresa, acessar crédito, aprender a gerir negócios, realizar cursos de qualificação

profissional, criar e gerir soluções inovadoras e acessar o

mercado por meio de parcerias com plataformas digitais.

Prospera Família

Política da SEDES, voltada à responsáveis de famílias monoparentais com renda familiar de até R$ 89,00 por

pessoa, baseado em quatro eixos: tutoria, projeto de vida,

capacitações e incentivo financeiro.

Centro de Referência e Atendimento

Política da SMDHC, em parceria com o Serviço Franciscano de

Solidariedade (Sefras), que oferece atendimento especializado a imigrantes, promove capacitações, organiza

a demanda de cursos de português, entre outras ações..

Anexo

(26)

Projeto Piloto Qualifica Mulher

Política do MMFDH voltado a mulheres em situação de vulnerabilidade social, que

oferece qualificação e capacitação profissional,

capacitação para o empreendedorismo, incentivo ao

microcrédito, criação de redes para oferta de empregos, entre

outras ações.

Estratégia Nacional de Qualificação

Política do Ministério da Economia que propõe um

sistema de vouchers empresariais para qualificação profissional, realiza contratos de

qualificação profissional por performance e fomenta a utilização, pelo Poder Público, de

metodologias de captação dinâmica da real demanda do setor produtivo por qualificação

profissional.

Programa Escola do Trabalhador

Programa do Ministério da Economia que, por meio de uma plataforma de ensino à distância, capacita jovens e adultos em habilidades digitais com foco no

aumento da empregabilidade.

Iniciativa da SMDHC, na qual

Anexo

(27)

Casa de Passagem

Política pública da SEDES, a qual oferece acolhimento temporário para imigrantes e refugiados, os

quais recebem orientação profissional e jurídica, participam

de oficinas de idioma, contam com auxílio para inclusão produtiva e encaminhamento para a rede de políticas públicas.

Projeto Mulher, Viver sem Violência

Programa do Governo Federal que integra e amplia os serviços

públicos existentes voltados às mulheres em situação de violência, mediante a articulação

dos atendimentos especializados no âmbito da saúde, da justiça, da segurança

pública, da rede socioassistencial e da promoção

da autonomia financeira.

Plano Progredir

Projeto do Governo Federal que tem como objetivos a inserção

de pessoas de baixa renda, inscritas no cadastro único no

mercado de trabalho, a qualificação profissional e a

promoção do empreendedorismo. Possui um

aplicativo voltado às pessoas inscritas no CadÚnico com vagas de emprego, cursos de

qualificação, área para elaboração de currículo e possibilidades de microcrédito.

Anexo

Referências

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