ÍNDICE
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II
DA PRESIDÊNCIA, COMPOSIÇÃO, TRATAMENTO E COMPETÊNCIAS CAPÍTULO III
DA ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO IV
DAS COMISSÕES. SUAS ATRIBUIÇÕES CAPÍTULO V
DA POSSE, LICENÇA E PERDA DO CARGO CAPÍTULO VI
DAS SESSÕES CAPÍTULO VII
DA ORDEM DOS TRABALHOS CAPÍTULO VIII
DOS PARAMENTOS, DO PROTOCOLO DE RECEPÇÃO E DO TRATAMENTO CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS CAPÍTULO X
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
GRANDE ORIENTE DO BRASIL CONSELHO FEDERAL REGIMENTO INTERNO (*)
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. O Conselho Federal do Grande Oriente do Brasil, com funções consultivas e de assessoramento, é um órgão colegiado permanente do Poder Executivo Federal, de acordo com o art. 83 da Constituição do Grande Oriente do Brasil.
Parágrafo único. O Conselho Federal tem sede em Brasília, Distrito Federal, e se reúne na Sala de Sessões “Leopoldo Jorge Alves”, no Poder Central, no SGAS, Quadra 913, Conjunto “H”.
CAPÍTULO II
DA PRESIDÊNCIA, COMPOSIÇÃO, TRATAMENTO E COMPETÊNCIAS
Art. 2º. O Conselho Federal, composto por trinta e três Mestres Maçons regulares, com no mínimo cinco anos no grau, tem o tratamento de Ilustre e é presidido pelo Grão-Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil.
Parágrafo único. Os Conselheiros Federais, nomeados pelo Grão-Mestre-Geral, são demissíveis ad nutum.
Art. 3º. Compete ao Conselho Federal:
I – eleger, anualmente, sua Administração e Comissões;
II – elaborar e atualizar seu Regimento Interno;
III – apreciar e emitir parecer sobre:
a) a proposta orçamentária do Grande Oriente do Brasil;
b) o balancete mensal do Grande Oriente do Brasil e o acompanhamento da respectiva execução orçamentária;
c) a validade dos Estatutos das Lojas, com exclusividade;
d) fusão de Lojas;
e) questões administrativas provocadas por Loja, Delegacia, Grandes Orientes dos Estados e do Distrito Federal e sobre os recursos relativos à placet ex officio;
IV – propor ao Grão-Mestre Geral:
a) a concessão de indulto ou a comutação de sanção imposta a Maçom ou a Loja;
b) regulamentação para confecção e uso de insígnias e paramentos das Dignidades da Federação.
V – elaborar projeto normativo, com especificações pormenorizadas, para a confecção, conforme previsão na legislação do Grande Oriente do Brasil, de certificados, diplomas e cartas constitutivas.
Parágrafo único. No assessoramento e no atendimento a consultas, o Conselho Federal emitirá parecer sobre outras matérias que lhe forem submetidas pelo Grão-Mestre Geral.
CAPÍTULO III
DA ADMINISTRAÇÃO
Art. 4º. Anualmente, no mês de agosto, o Conselho Federal elegerá, dentre os seus Conselheiros, o Vice-Presidente, o Secretário e os Membros das Comissões Permanentes.
§ 1º A votação será secreta, podendo, no caso de chapa única, ocorrer por aclamação.
§ 2º No caso de vacância, na sessão seguinte proceder-se-á à eleição do novo titular para a complementação do mandato, e o Conselheiro eleito tomará posse na mesma ocasião.
§ 3º O Secretário tem adjunto, cuja designação, por sua indicação, será feita pelo Presidente do Conselho.
Art. 5º. Compete aos Membros da Administração:
I – Presidente:
a) coordenar as atividades do Conselho Federal e dirigir as respectivas reuniões;
b) zelar pelo cumprimento das deliberações do Conselho Federal;
c) representar o Conselho Federal perante os Poderes Maçônicos e respectivas autoridades;
d) firmar os atos deliberativos do Conselho Federal, bem como os expedientes;
e) referendar as deliberações do Conselho Federal, mediante resoluções interna corporis.
II – Vice-Presidente:
a) substituir o Presidente em suas ausências ou impedimentos ocasionais;
b) colaborar com o Presidente na condução administrativa do Conselho.
III – Secretário:
a) lavrar as atas, remetendo-as aos Conselheiros em até dez dias da realização Sessão;
b) encaminhar à Secretaria-Geral de Administração e Patrimônio, objetivando a publicação no Boletim do Grande Oriente do Brasil, as informações constantes de:
I – relação dos Conselheiros presentes;
II – relação dos processos protocolizados, com a indicação do seu objeto e dos nomes dos interessados;
III – relação dos processos discutidos e as respectivas deliberações;
IV – resumo das atas aprovadas;
V – indicação dos atos administrativos baixados pelo Presidente do Conselho Federal.
c) responder pelos serviços burocráticos do Conselho Federal, consistentes de protocolização, controle e guarda da documentação, bem como, visando a identificação do assunto, do registro dos processos, dos nomes das partes, da data de carga e sua baixa, e da distribuição ao Conselheiro ou à Comissão;
d) zelar pelo acervo material e cultural do Conselho Federal.
§ 1º O Presidente do Conselho apenas exercerá o voto em desempate;
§ 2º Aos substitutos eventuais são cometidas as mesmas atribuições do titular do cargo.
§ 3º Os Conselheiros Federais, após o recebimento do texto da ata, de conformidade com a alínea “a” do inciso III, têm o prazo de cinco dias para, se for o caso, propor emendas.
CAPÍTULO IV
DAS COMISSÕES. SUAS ATRIBUIÇÕES
Art. 6º. O Conselho Federal funciona com três Comissões Permanentes (art.
84, § 2º da Constituição do GOB):
I - Comissão de Constituição e Justiça;
II - Comissão de Educação e Cultura;
III - Comissão de Orçamento e Finanças.
Parágrafo único. O Presidente de cada Comissão Permanente será escolhido por seus membros, devendo essa decisão ser comunicada à Administração do Conselho.
Art. 7º. As Comissões Permanentes apreciam matérias que lhe são inerentes, em especial:
I – Comissão de Constituição e Justiça:
a) questões administrativas provocadas por Loja, Delegacia, Grandes Orientes dos Estados e do Distrito Federal e recursos relativos a placet ex officio;
b) validade dos Estatutos das Lojas;
c) fusão de Lojas;
d) proposição de concessão de indulto ou de comutação de sanção imposta a Maçom ou a Loja;
II – Comissão de Educação e Cultura:
a) regulamentação para o uso de insígnias e paramentos das Dignidades da Federação;
b) outras, de natureza afim a sua especialização, como o estabelecimento de normas protocolares.
III – Comissão de Orçamento e Finanças:
a) análise da documentação contábil e das demonstrações financeiras do Grande Oriente do Brasil, elaboradas pela Secretaria-Geral de Finanças, a saber:
I – balancetes financeiros mensais;
II – Balanço Geral e respectivo relatório;
III – proposta orçamentária.
b) outras, pertinentes à execução orçamentária, abrangendo programas e atividades, relacionadas às áreas de atuação das Secretarias de Finanças e de Planejamento do GOB.
CAPÍTULO V
DA POSSE, LICENÇA E PERDA DO CARGO
Art. 8º. O Conselheiro Federal tomará posse logo após a leitura do expediente.
Parágrafo único. A data da posse e o cargo do Conselheiro Federal definirão o seu local de assento na Sala de Sessões do Conselho Federal.
Art. 9º A Administração do Conselho Federal proporá a exoneração, observadas as disposições do art. 10, de Conselheiro que faltar a:
I - duas sessões consecutivas;
II - ou a três sessões, no decurso de um ano.
Art. 10. O Conselheiro Federal que, por motivo de força maior, estiver impedido de comparecer à sessão, deve justificar a sua falta, formalmente, pelos meios disponíveis de comunicação, até a data da respectiva Sessão, para que o seu pedido seja apreciado pelo Conselho.
Parágrafo único. Quando o Colegiado não acolher a justificativa do Conselheiro, a ausência será considerada para os efeitos do art. 9º deste Regimento Interno.
Art. 11. Ao Conselheiro Federal poderá ser concedida licença, por prazo não excedente a três meses, permitidas prorrogações somente quando o respectivo pleito decorrer de questão de saúde.
Parágrafo único. Não se concederá, concomitantemente, licença a mais de três Conselheiros.
CAPÍTULO VI
DAS SESSÕES
Art. 12. O Conselho Federal reúne-se, ordinariamente, na segunda sexta-feira de fevereiro, de abril, de agosto e de outubro; na terceira sexta-feira de junho e na primeira sexta-feira de dezembro, ou extraordinariamente, por convocação do seu Presidente ou do Grão-Mestre Geral.
Parágrafo único. Somente na hipótese de eventual e justificada ausência de pauta poderá ser cancelada a sessão, por decisão do Presidente do Conselho, cuja comunicação aos Conselheiros deverá ser feita em tempo hábil.
Art. 13. As sessões terão início às quatorze horas e término às dezesseis horas e trinta minutos” (*)
§ 1º O quorum é de dezessete Conselheiros, nele não computado o Presidente do Conselho.
§ 2º Se necessária a prorrogação do horário, o Presidente, pelo menos dez minutos antes do encerramento da sessão, em questão de ordem, submeterá a respectiva proposta que poderá ser aprovada por maioria simples.
Art. 14. O traje utilizado nas sessões do Conselho Federal é composto de terno preto ou azul marinho, meias e sapatos pretos, camisa branca e gravata da cor adotada pelo rito maçônico da Loja a que se agremia o Conselheiro.
Art. 15. Na falta ou impedimento ocasional do Presidente, os trabalhos serão dirigidos pelo Vice-Presidente ou, na ausência deste, pelo decano dos Conselheiros presentes ou, então, neste caso, se houver empate, por aquele que detiver a Cédula de Identidade Maçônica – CIM de menor numeração.
CAPÍTULO VII
DA ORDEM DOS TRABALHOS
Art. 16. Nos trabalhos do Conselho Federal será observada a seguinte ordem:
I - abertura;
II - discussão e votação da ata da sessão anterior, sendo que eventuais emendas a ela não incorporadas, mesmo as decorrentes do cumprimento do § 3º do art. 5º deste Regimento, serão registradas na ata da sessão do dia em que forem suscitadas;
III - leitura e encaminhamento do expediente;
IV - posse de Conselheiros;
V - apreciação de justificativa de ausência de Conselheiros;
VI - apresentação de propostas pelos Conselheiros;
VII - ordem do dia, para discussão e, se for o caso, deliberação:
a) com precedência, das matérias com pedido de vista;
b) de outros assuntos;
IX - encerramento.
§ 1º Os convites feitos pelo Presidente do Conselho Federal e pelos Conselheiros Federais, bem aqueles que os mesmos encaminharem, de interesse de suas Lojas de origem e de outras entidades maçônicas ou não, integram o expediente.
§ 2º As propostas de que trata o inciso VI serão por escrito e apresentadas, fundamentadamente, antes do início da Sessão, devendo ser submetidas à deliberação na sessão subsequente à da sua apresentação, ficando, no entanto, ao critério do Presidente do Conselho a discussão imediata.
§ 3º A palavra franqueada, insuscetível de debates, salvo se for da conveniência do Conselho Federal, por decisão de seu Presidente, limita-se a breves comunicações de assuntos de interesse da Ordem.
Art. 17. Os pareceres, obrigatoriamente escritos, em duas vias, deverão conter relatório composto da síntese do objeto processual ou da matéria, alusão às questões de direito e de fato, culminando com o voto conclusivo no qual se declinará a base legal.
§ 1º O Relator, se constatar a carência das informações da instrução quanto à matéria sob análise, poderá concluir por se colocar o processo ou procedimento em diligência, para a complementação da instrução, desde que as deficiências de conteúdo sejam sanáveis, caso contrário sugerirá o arquivamento, com a devida ciência ao interessado.
§ 2º Os pareceres devem ser apresentados na sessão seguinte à data em que forem distribuídos os processos ou as matérias.
§ 3º A Secretaria, visando à celeridade e economia processuais, sempre que possível, antecipará, por correio eletrônico, o encaminhamento dos pareceres aos Conselheiros, para conhecimento prévio necessário às discussões na sessão do Conselho.
Art. 18. Apresentado o parecer, a matéria será imediatamente posta em discussão para, em seguida, ser votada, salvo se houver eventual pedido de vista, hipótese em que a deliberação será transferida para a próxima sessão.
Parágrafo único. Se, no entendimento do Presidente do Conselho, não estiver suficientemente esclarecida a matéria, a decisão será postergada até a sessão seguinte.
Art. 19. Os Conselheiros Relatores poderão falar até cinco minutos sobre o parecer de sua lavra, enquanto que os demais Conselheiros não excederão a um minuto.
Parágrafo único. O tempo estabelecido poderá ser ampliado até o seu dobro por decisão do Presidente do Conselho, em atenção a plausível solicitação prévia do Relator.
Art. 20. O Secretário providenciará com que seja redigida ao pé das duas vias do respectivo parecer, de forma sucinta, a decisão de acolhimento, total ou parcial, anotando, da mesma forma, as razões da rejeição total.
CAPÍTULO VIII
DOS PARAMENTOS, DO PROTOCOLO DE RECEPÇÃO E DO TRATAMENTO
Art. 21. Os Conselheiros Federais usarão paramentos, Colar e Avental, com as seguintes características:
I - Colar: composto de duas faixas de 40 mm de largura, nas cores azul e branca, com a cor azul na parte interna do colar, resultando na figura de uma ponta de triângulo isósceles, com o vértice voltado para baixo. Na junção desse vértice, um triângulo equilátero branco, com o vértice voltado para cima, posto em um resplendor de ouro, tendo em abismo um triângulo menor, com os lados em azul, com a letra “G” no centro, cercado nos lados direito e esquerdo pela expressão “CONSELHO FEDERAL” e, na base, pelas iniciais “G∴O ∴B ∴” em letras azuis. O colar tem como adorno na frente, em cada um dos lados, dois ramos de Acácia estilizados, cruzados em aspa e guarnecido por festão de ouro. A parte posterior em preto e todo ele revestido de plástico transparente. Como pingente, a jóia de Mestre Instalado (para os Conselheiros que sejam Mestres Instalados) ou de Mestre Maçom (para os demais).
II - Avental: branco, medindo 400 mm de largura por 340 mm de altura, de pleno, circundado com fita azul de 45 mm nas laterais e na base e de 25 mm na parte superior, abeta descida, em fita azul de 35 mm centrado o Brasão do Grande Oriente do Brasil com 60 mm de diâmetro, em azul, com dois pendentes de 40 mm em dourado, sustentados por fitas em azul de 45 mm de largura por 100 mm de altura, distantes das laterais por 30 mm. Abaixo dos pendentes, as letras C∴ F∴ em dourado, pontilhadas maçonicamente, medindo 55 mm de altura
por 40 mm de largura. As fitas em azul molduradas em dourado de 8 mm. A parte posterior em preto e toda ela revestida de plástico transparente. Será sustentado por um cinto em elástico preto de 30 mm de largura e terminais em fivela para ajuste à cintura do usuário.
§ 1º Os paramentos têm uso em representatividade maçônica, fora das Sessões do Conselho.
§ 2º Os paramentos, entregues aos Conselheiros Federais por ocasião de sua posse, deverão ser restituídos ao patrimônio do Conselho Federal, ao término do exercício do respectivo cargo.
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 22. O Conselho Federal, em cumprimento ao disposto no art. 146 da Constituição do Grande Oriente do Brasil, elaborará projeto para o estabelecimento de normas protocolares a serem observadas quando da realização de Sessões Magnas reservadas ou públicas, bem como por ocasião de festas e banquetes organizados pelo Grande Oriente do Brasil, pelos Grandes Orientes dos Estados e do Distrito Federal e pelas Lojas.
CAPÍTULO X
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 23. Este Regimento Interno poderá ser alterado ou reformado, por proposta:
I - do Presidente do Conselho, devendo, neste caso, ser aprovado o respectivo requerimento pelo Plenário, como condição ao processamento, distribuição e discussão da matéria;
II - devidamente justificada, subscrita por, pelo menos, 7 (sete) Conselheiros.
Art. 24. Os casos omissos serão resolvidos de acordo com o bom senso dos Conselheiros, aplicando-se, subsidiariamente, a legislação maçônica vigente.
Art. 25. O presente Regimento Interno foi aprovado na Sessão de 03 de dezembro de 2010, da E∴V∴, entrando em vigor nessa mesma data, revogando-se quaisquer disposições em contrário, em atenção ao disposto no art. 153 do Regulamento Geral da Federação.
PS: Os artigos 24 e 25 não constam da publicação oficial do GOB, embora necessários para dar juridicidade ao referido diploma legal.
CONSELHEIROS
Cláudio Roque Buono Ferreira – Presidente Adilson Lamounier (MG)
Adilson Paula da Silva (DF) Agripino Bonani Filho (SP) Antonio José Rigueira (DF) Ariovaldo Santana da Rocha (RJ) Bento Oliveira Silva (SP)
Derval Costa (GO)
Duarte Vaz Pacheco de Castro Júnior (SP) Eduardo Ferreira Telles (SP)
Estefan Kabbach (SP) Everaldo Mendonça (DF) Hélio Moreira (GO)
Henrique Maurício Fanstone (GO) Iran Velasco Nascimento (DF) Joneval Gomes de Carvalho (GO) José Emilio Coelho Chierighini (SP) José Rosa de Souza Neto (SP) José Walter Marques Faria (GO) Lindemberg Castorino da Costa (MG) Maurílio Gomes de Oliveira (GO) Mauro Alves Ferreira (MG) Milton Carlos Paixão (SP)
Paulo Gomes Dos Santos Filho (RJ) Raimundo Bento de Araújo (DF)
Raymundo Regner de Oliveira Filho (DF) Renilson Ribeiro Pereira (MA)
Ruy Cardoso de Mello Tucunduva (SP)
Ruy Ferreira Borges (DF) Sidnei Conceição Sudano (SP) Vicente de Paulo Azevedo (RJ) Virgílio Roberto Campos (GO) Waldemar Pereira Borges (DF) Walter Alexandre Ferraz (SP)
(*) Texto aprovado pela Resolução CFGOB Nº 01, de 03 de dezembro de 2010, da E∴V∴ publicado no Boletim Oficial do GOB Nº 03, DE 28/02/2011 – págs.
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(**) Nova redação dada pela Resolução CFGOB Nº 02, de 11 de fevereiro de 2011, da E∴V∴, publicada no Boletim Oficial do GOB Nº 03, DE 28/02/2011 - pág.
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