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OS SACRAMENTOS OS SACRAMENTOS

O PLANO DE DEUS O PLANO DE DEUS

Deus nos criou para a felicidade e por isso fez Deus nos criou para a felicidade e por isso fez um

um plplanano. o. NóNós s pepelo lo pepecacado do enentotortartamomos s asas linhas mestras do plano do amor. Assim Deus linhas mestras do plano do amor. Assim Deus mandou seu próprio Filho que se fez um dos mandou seu próprio Filho que se fez um dos nossos, morreu por nós, ressuscitou para nos nossos, morreu por nós, ressuscitou para nos garantir a continuidade do plano.

garantir a continuidade do plano.

Só Jesus Cristo, Deus homem, poderia ser tão Só Jesus Cristo, Deus homem, poderia ser tão original ao inentar tais encontros, que fossem original ao inentar tais encontros, que fossem sinais certos de sua presen!a amiga durante sinais certos de sua presen!a amiga durante toda a nossa ida. "sses encontros são meios toda a nossa ida. "sses encontros são meios qu

que e JeJesusus s foformurmulolou u papara ra coconhnhececerermomos s osos sacramentos.

sacramentos.

Deus mesmo fala por sinais, todas as criaturas Deus mesmo fala por sinais, todas as criaturas são #os rastros$ da passagem dele. %uando são #os rastros$ da passagem dele. %uando qu

quis is se se totornrnar ar prpresesente ente nenestste e mumundndo o paparara reconstruir seu plano, tornou&se um sinal. Fez& reconstruir seu plano, tornou&se um sinal. Fez& se

se iis's'eel, l, papalplp((elel, , ememinin)n)ncicia a da da cacarnrne,e, atr

atra*a*s s da da enencarcarna!na!ão ão tortornannando&do&se se poipois s umum sacramento. +oltando para o ai, Cristo dei-a& sacramento. +oltando para o ai, Cristo dei-a& se continuar aqui atr

se continuar aqui atra*s de um a*s de um sinal A /gre0a.sinal A /gre0a. OS SACRAMENTOS SÃO SINAIS

OS SACRAMENTOS SÃO SINAIS

A defini!ão e-ata de Sacramento * 12m sinal A defini!ão e-ata de Sacramento * 12m sinal is'el e eficaz da gra!a, institu'do por Jesus is'el e eficaz da gra!a, institu'do por Jesus Cristo, para nossa santifica!ão1.

Cristo, para nossa santifica!ão1.

Jesus escolheu sinais que faziam parte da ida Jesus escolheu sinais que faziam parte da ida do poo he3reu, pois naquele tempo quem se do poo he3reu, pois naquele tempo quem se dispunha a mudar de ida se su3metia a um dispunha a mudar de ida se su3metia a um  3anho de purifica!ão e chamou a essa presen!a  3anho de purifica!ão e chamou a essa presen!a do Amor de Deus que age em nós "sp'rito do Amor de Deus que age em nós "sp'rito Santo.

Santo.

4s sacramentos são e-press5es de f*, de união 4s sacramentos são e-press5es de f*, de união da gra!a e da 3en!ão de Deus que nos lea a da gra!a e da 3en!ão de Deus que nos lea a co

compmproromemeteter r cacada da eez z mamais is cocom m nonossssosos irmãos, nos faz crescer na capacidade de serir irmãos, nos faz crescer na capacidade de serir e transformar a sociedade6 por isso Deus nos e transformar a sociedade6 por isso Deus nos criou para sermos felizes, nos deu intelig)ncia criou para sermos felizes, nos deu intelig)ncia e li3erdade, mas em troca pediu

e li3erdade, mas em troca pediu o nosso amor eo nosso amor e nossa fidelidade.

nossa fidelidade.

Jesus Cristo * o grande sacramento do amor Jesus Cristo * o grande sacramento do amor  para com os ho

 para com os homens sinalmens sinal visívelvisível e e eficazeficaz.. Visível

Visível poporqrque ue se se fefez z hohomemem m cocomo mo nónós,s, i

ieendndo o nunuma ma reregigião ão defidefininida da e e em em tetempmpoo conhecido, presente em nossa história e

conhecido, presente em nossa história e eficazeficaz  porque

 porque quem quem crer crer em em Jesus Jesus Cristo Cristo tem tem aa garantia da sala!ão. garantia da sala!ão. Podemos dividir Podemos dividir em r!s "ares# em r!s "ares# $% Um si&al se&sível $% Um si&al se&sível

'% I&si(ído "or )es(s Criso '% I&si(ído "or )es(s Criso *% +ra,a

*% +ra,a

$%

$% Um Um sisi&a&al l sese&s&sívível#el# CoConsnstititutui i a a paparterte ma

mateteririal al do do SaSacrcramamenentoto. . NoNos s sisinanais is ququee constituem a parte material de um sacramento, constituem a parte material de um sacramento, t

teemmoos s ddooiis s eelleemmeennttooss  4 4 pprriimmeeiirroo denominamos

denominamos ma-ria . /0(a do 1aismoma-ria . /0(a do 1aismo. . 44 s

segegunundo do eelelemmeentnto o chachamama&s&see formaforma. . SSããoo  palaras ou ge

 palaras ou gestos que dão signstos que dão significado ao ato.ificado ao ato. '%

'% I&I&ssi(i(ídído o "o"or r )e)es(s(s s CrCrisisoo## 4 4 popodederr humano não pode ligar a gra!a interior a um humano não pode ligar a gra!a interior a um sinal e-terno. /sso * algo que somente Deus sinal e-terno. /sso * algo que somente Deus  pode fazer, e

 pode fazer, e que nos que nos lea a lea a segunda defini!ãosegunda defini!ão de Sacramento 1/nstitu'do por

de Sacramento 1/nstitu'do por Jesus Cristo1. AJesus Cristo1. A /gre0a não pode criar noos Sacramentos, e não /gre0a não pode criar noos Sacramentos, e não  pode haer

 pode haer nunca nem nunca nem mais mais e e nem nem menos quemenos que se

setete, , os os sesete te quque e JeJesusus s nonos s dedeu u 7a7atitismsmo,o, "uca

"ucaristiaristia, , ConfiConfirma!ãrma!ão, o, enienit)ncit)ncia, a, 4rdem4rdem,, 8atrim9nio e 2n!ão dos "nfermos.

8atrim9nio e 2n!ão dos "nfermos.

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*% +ra,a#  +oltando a nossa aten!ão para o terceiro dos elementos, imos que seu fim * dar a +ra,a Sa&ifica&e. ;ra!a * Deus conosco e nós em Deus. < sintonia em Deus e o homem. < estreita união.

8as para rece3ermos a gra!a que os Sacramentos transmitem, * necess(rio que tenhamos disposi!5es interiores. A quantidade de ;ra!a rece3ida depende de nós, não depende de quem administra.

or esse motio procuremos aprender a liturgia sacramental que * rica em gestos tornando  presente a grande realidade que * Cristo, sendo que ele próprio se doa a nós como proa de amor infinito em todos os sete sacramentos. Como o homem por seus esfor!os 0amais  poderia chegar a Deus, então Deus toma a iniciatia e chega at* o homem atra*s do sacramento.

Os SETE SACRAMENTOS &os acom"a&2am em oda &ossa vida es"iri(al# Ordem Na(ral Ordem So1re&a(ral

 Nascer 7atismo Crescer Confirma!ão Alimento "ucaristia =em*dio enit)ncia Comunidade 4rdem Casamento 8atrim9nio

8orte 2n!ão dos "nfermos O SACRAMENTO DO 3ATISMO

Deus ao criar o homem, al*m da ida natural, concedeu&lhe uma ida so3renatural. A gra!a so3renatural ia ser a heran!a

que todos os homens transmitiriam a sua  posteridade. 8as o homem recha!ou a Deus cometendo o primeiro pecado, perdendo assim a ;ra!a Santificante e a união com Deus.

4 próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo, ofereceu a repara!ão infinita pela ingratidão do homem. Jesus iluminou o a3ismo que haia entre a diindade e a humanidade.

ara restaurar na alma a gra!a perdida, Jesus instituiu o Sacrame&o do 3aismo. Atra*s do 7atismo a alma passa a participar da própria ida de Deus e a essa participa!ão chamamos +ra,a Sa&ifica&e.

< o Sacramento da inicia!ão cristã, pois nos li3erta do pecado original, nos faz sermos acolhidos pelo ai e nos apresenta na /gre0a a qual incorporamos e nos tornamos templos ios da Sant'ssima >rindade #Aquele que  permanece em mim e eu nele, este d( muitos

frutos, porque sem mim nada podeis fazer$. 4 7atismo * como uma semente que se planta, mas que ao longo dos tempos, dee ser cultiada para que cres!a e produza frutos6 caso contr(rio de nada adianta. Assim se não for cultiada no dia&a&dia, na ora!ão, na f*, na  participa!ão e na i)ncia de Deus, ser( uma

semente que não germinar(.

Como sacramento ele significa a ida noa que o cristão rece3e, sendo apresentado na 7'3lia atra*s das figuras do Dil?io @;n  B e a assagem do 8ar +ermelho @"- :, :&E:B. Antes de Cristo, este sacramento era administrado por João 7atista que pregaa a conersão para a inda do Salador, por isso ele dizia #"u 3atizo com (gua, mas aquele que

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ir( depois de mim os 3atizar( no "sp'rito Santo$.

A palara 3aismo em do grego 3a"izi(m que quer dizer Imer0ir em 40(a.

>odo cristão dee permanecer fiel Gs  promessas do 7atismo, principalmente Gquela de nunca perder a +ida Diina pelo ecado 8ortal, dee ser o # sal da terra e luz do mundo$ e sendo assim, eleado a dignidade de filho de Deus.

A partir do dia de entecostes, a /gre0a cele3rou e administrou o 7atismo #Arrependei&os e cada um de ós se0a  3atizado em nome de Jesus Cristo para a remissão dos ossos pecados. "ntão, rece3ereis o dom do "sp'rito Santo$ @At , EHB

4s 3atizados se estem de Cristo. 4 3atismo * um 3anho que purifica, santifica e  0ustifica. "le * um 3anho de (gua no qual a

alara de Deus produz seu efeito de ida. 4 3atismo nos a3re as portas da /gre0a. Faz de nós participantes da assem3l*ia congregada na f*, que * a /gre0a, o noo poo de Deus, o poo da noa e eterna Alian!a. elo 3atismo somos incorporados na /gre0a, o Corpo de Cristo. Feito mem3ro da /gre0a o  3atizado não pertence mais a si mesmo @/ Cor I,:B, mas Gquele que morreu e ressuscitou por nós.

 Na comunhão da /gre0a, o 3atizado * chamado a ser sinal e instrumento do =eino de Deus, a ier fraterna solidariedade e a praticar a  0usti!a. 4 3atizado assume um compromisso de ier e testemunhar, como mem3ro de Cristo, a

sua f* at* as ?ltimas conseqK)ncias, de forma coerente e fiel.

Efeios do 3aismo#

:LB Pa0a a dívida 5(e o 2omem em com De(s ao &ascer. D'ida essa contra'da pelos nossos primeiros pais, atra*s da deso3edi)ncia  para com Deus.

LB O 3aismo &os or&a fil2os de De(s6 irm7os de )es(s Criso e em"los do Es"írio Sa&o. Nós nos tornamos ha3ita!ão da Sant'ssima >rindade. 1+iremos a ele e nele faremos nossa morada1. Jo:, E.

ELB I&f(&de em &8s as r!s vir(des eolo0ais# 9-6 es"era&,a e caridade. "ssas irtudes são infundidas em nós em forma de semente. Compete a nós, atra*s da freqK)ncia aos Sacramentos, ora!5es, leitura da 7'3lia e 3oas o3ras, fazer com que essa semente germine, cres!a e d) 3ons frutos.

LB Nos faz 2erdeiros de De(s. Se somos filhos de Deus tam3*m somos herdeiros. " a nossa heran!a * o c*u.

LB : o "ri&cí"io; : a "ora de e&rada "ara os o(ros Sacrame&os. Sem o 3atismo não  podemos rece3er nenhum outro Sacramento.

ILB Nos faz cris7os;  %uer dizer, somos de Cristo. Aqui est( nossa oca!ão cristã, tornamo&nos seguidores de Cristo. arecidos com Cristo, pelas nossas o3ras, pela nossa conduta.

LB I&rod(z < I0re=a. 4 7atismo nos incorpora G /gre0a, nos faz ser /gre0a. Faz de nós mem3ros ios e comprometidos com a /gre0a. A /gre0a somos nós.

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HLBIm"rime car/er de Cris7o; Se depois de  3atizados pecamos mortalmente, cortamos a nossa união com Deus e o flu-o da sua gra!a6  perdemos a gra!a santificante, mas não o car(ter 3atismal, que transformou a nossa alma  para sempre.

O SACRAMENTO DA PENIT>NCIA ?Reco&cilia,7o @ Pe&i!&cia @ Co&fiss7o

Chama&se sacramento da Conersão, pois se realiza sacramentalmente o conite de Jesus  para o caminho de olta ao ai, do qual a  pessoa se afastou pelo pecado.

Chama&se sacramento da enit)ncia porque consagra um esfor!o pessoal e eclesial de arrependimento e de satisfa!ão do cristão  pecador.

Chama&se sacramento da Confissão porque G declara!ão dos pecados diante do sacerdote Deus concede o perdão e a paz.

< tam3*m chamado de sacramento da =econcilia!ão porque d( ao pecador o amor de Deus que reconcilia 1=econciliai&os com Deus1 @Cor ,MB.

%uem ie do amor misericordioso de Deus, est( pronto a responder ao apelo do Senhor 1+ai primeiro reconciliar&te com teu irmão1 @8t ,B.

< no sacramento do perdão que Deus reconhece nossas falhas, nossa limita!ão, mas reconhece tam3*m nossa 3oa ontade. Jesus disse 1"u detesto o pecado mas amo o  pecador1.

4 próprio Cristo no dia da =essurrei!ão @Domingo de (scoaB conferiu aos apóstolos o

 poder de perdoar os pecados 1=ece3ei o "sp'rito Santo, aqueles a quem perdoardes os  pecados ser&lhes&ão perdoados6 e aqueles aos quais não perdoardes ser&lhes&ão retidos1 @Jo M, :&EB.

Deemos contar todos os nossos pecados ao  padre para rece3er o perdão, pois com isso nos restitui a ida na gra!a e nos d( noo igor  para não mais pecar.

Re5(isios "ara rece1er (ma 1oa co&fiss7o# :L EBame de Co&sci!&cia# =ezar e pensar nos  pecados cometidos.

L Co&ri,7o o( arre"e&dime&o#  >risteza dos nossos erros e de nossa falta de amor a Deus.

EL Pro"8sio# "itar o pecado e serir a Deus com mais amor.

L Co&fiss7o#  Acusa!ão clara e o30etia dos  pecados ou falhas cometidas.

L Pe&i!&cia# <&nos dada pelo sacerdote para demonstrarmos nosso arrependimento e a firmeza de nosso propósito de não mais pecar e de reparar as falhas cometidas.

Sem o perdão de Jesus iemos como filhos  pródigos @c :, ::&B. Na par(3ola do filho  pródigo encontramos todos estes requisitos fazer o e-ame de consci)ncia, admitir o erro, ter o propósito de oltar para o ai, confessar e admitir&se pecador diante do ai e proferir a sua penit)ncia. 1Não sou mais digno de ser chamado seu filho1.

Santa >erezinha do 8enino Jesus dizia 14s nossos pecados por mais feios e numerosos que 

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se0am, desaparecem diante da 3ondade de Deus, como uma gotinha de (gua no oceano imenso.1 4 ai do c*u nos ama tanto que nos quer sempre perto dele.

O SACRAMENTO DA EUCARISTIA

"ucaristia * o sacramento que cont*m, so3 as esp*cies do pão e do inho erdadeiro, real e su3stancialmente presente o Corpo, o Sangue, a Alma e a Diindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, para alimento de nossas almas.

< o sacramento do amor6 * a hóstia pura, hóstia santa, a hóstia imaculada6 * o Sant'ssimo Sacramento, a Santa Comunhão.

Jesus disse "u sou o pão io que desceu do c*u. %uem comer desse pão ier( eternamente. " o pão que hei de dar * a minha carne para a sala!ão do mundo.

9i0(ras da E(carisia &o A&i0o e &o Novo Tesame&o#

Ceia Pascal# A pedido de Deus, o poo de /srael deeria repetir a cada ano como lem3ran!a ou memorial da li3erta!ão do 0ugo dos eg'pcios. @e E,  & :B

O Ma&/# Deus alimentou o poo he3reu durante M anos no deserto com o man(. @"- :I,  & EIB

As d(as m(li"lica,es dos "7es# @8t :, :E & : e 8t :,  O EB

Promessa da E(carisia "or )es(s Criso# @Jo I, E O :B

9oi &a (i&a@9eira Sa&a 5(e )es(s i&si(i( o sacrame&o da E(carisia#

As palaras de Jesus foram #/sto * o meu Corpo$ e #/sto * o meu Sangue$, o  pão e o inho se conertem no Corpo e

no Sangue de Cristo.

"m cada 8issa, pelo poder dado por Cristo a todo sacerdote, torna&se presente o sacrif'cio de Cristo.

A "ucaristia dentre os sacramentos * chamada de Sant'ssimo Sacramento6 por isso, a /gre0a nos aconselha a adorarmos agradecermos e louarmos a Jesus presente na Sant'ssima "ucaristia.

Na Missa# especialmente na hora da Consagra!ão e na hora da Comunhão. Na Adora,7o ao Sa&íssimo Sacrame&o#  nas horas santas, nas prociss5es do Corpo de Deus, acompanhado com toda adora!ão e reer)ncia. ara rece3ermos com adora!ão a "ucaristia deemos estar em estado de gra!a @sem pecado mortalB, estar em paz e harmonia com todos, ter f* @crer na presen!a real de Jesus Cristo na "ucaristia e ier como talB, guardar o 0e0um eucar'stico @uma hora sem comer e nem 3e3er antes da comunhão O nem chicletes, 3alas etc. Somente (guaB, comungar com respeito e deo!ão.

>odo sacramento produz efeitos em nós. A "ucaristia aumenta em nós a gra!a santificante,  pois nela encontramos e rece3emos o próprio

autor da gra!a Jesus Cristo. A SANTA MISSA

Ao tratar so3re a "ucaristia, * indispens(el falar na santa 8issa, pois * no sacrif'cio eucar'stico que a "ucaristia se realiza 

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especialmente na consagra!ão do pão e do inho.

A 8issa * uma ora!ão, a melhor das ora!5es6 a rainha, como dizia São Francisco de Sales.  Nela reza Jesus Cristo, homem&Deus. Nós temos apenas de associar&nos. #4 que pedirdes ao ai em meu nome "le o&lo dar($, disse Jesus @Jo :I,EB.

São João Crisóstomo disse durante a 8issa nossas ora!5es a3óiam&se so3re a ora!ão de Jesus Cristo. Nossas ora!5es são mais facilmente atendidas, eficazes, porque Jesus Cristo as oferece ao seu eterno ai em união com a sua.

4s an0os presentes oram por nós e oferecem nossa ora!ão a Deus.

< o presente mais agrad(el que  podemos oferecer G Sant'ssima

>rindade.

Cada 8issa elea nosso lugar no c*u e aumenta nossa felicidade eterna.

Cada ez que olhamos cheios de f* para a Santa Póstia, ganhamos uma recompensa especial no c*u.

A 8issa * a maior, a mais completa e a mais  poderosa ora!ão da qual disp5e o católico.

"ntretanto, se não conhecemos o seu alor e significado e repetimos as ora!5es de maneira mecQnica, não usufruiremos os imensos  3enef'cios que a missa traz.

=eflitamos um pouco mais so3re a forma de como cada um participa da 8issa lendo a seguinte história

 Numa certa cidade, uma 3ela catedral estaa sendo constru'da. "la era inteiramente feita de

 pedras, e centenas de oper(rios moiam&se por todos os lados para leant(&la. 2m dia, um isitante ilustre passou para isitar a grande constru!ão. 4 isitante o3serou como aqueles tra3alhadores passaam um após o outro, carregando pesadas pedras, e resoleu entreistar tr)s deles.

A pergunta foi a mesma para todos 4 que oc) est( fazendoR

& Carregando pedras, disse o primeiro. & Defendendo meu pão, respondeu o segundo. 8as o terceiro respondeu & "stou construindo uma catedral, onde muitos louarão a Deus, e onde meus filhos aprenderão o caminho do c*u.

"ssa história relata que apesar de todos estarem realizando a mesma tarefa, por*m a maneira de cada um realizar * diferente. Assim igualmente acontece com a 8issa. "la * a mesma para todos, contudo a maneira de participar * diferente, dependendo da f* e do interesse de cada um

"-istem os que ão para cumprir um  preceito6

P( os que ão G 8issa para fazer seus  pedidos e ora!5es6

" h( aqueles que ão G 8issa para louar a Deus em comunhão com seus irmãos.

Compreendamos melhor agora cada parte da 8issa

 Na entrada, ato enitencial, ;lória, 4ra!ão, nós falamos com Deus.

 Na iturgia da alara que compreende as  leituras, o "angelho, a Pomilia @SermãoB, Deus fala conosco.

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A iturgia "ucar'stica @E partesB 4fertório, 4ra!ão "ucar'stica e a Comunhão * o Cora!ão, o Centro da 8issa.

 No ofertório nós apresentamos nossas oferendas, o nosso amor, o nosso ser representado pelo pão e inho.

 Na ora!ão "ucar'stica, Jesus consagra nossas oferendas e nos lea consigo at* Deus.

 Na comunhão, Deus nos deole esse Dom.

Ao nos unirmos G Cristo unimo&nos tam3*m a todos que estão #em Cristo$, aos outros mem3ros da /gre0a.

Deemos medir a efic(cia das nossas comunh5es pela melhora no nosso modo de ser e agir. @8t I, I & H O 8c :, & O c , : & M O / Cor ::, E & B

O SACRAMENTO DA CRISMA

?CON9IRMAÃO

Crisma * o sacramento que, conferindo os dons do "sp'rito Santo em plenitude, inaugurado no  3atismo, p5e o fiel no caminho da perfei!ão cristã e assim o faz passar da infQncia para a idade adulta, pois * o Sacramento da maturidade Cristã.

odemos então dizer que a Crisma * o Sacramento da Confirma!ão do 7atismo. < o Sacramento da Juentude. < o Sacramento por e-cel)ncia do "sp'rito Santo.

Crisma  * uma palara grega que significa 8leo de (&0ir. A palara Confirma!ão tem aqui o significado de fortalecimento, pois dee tornar o cristão #forte e ro3usto$ no esp'rito.

2ngir * esfregar o óleo do Crisma na fronte do crismando em forma de cruz. "sse óleo usado na cerim9nia de Crisma * consagrado na 8issa da %uinta&Feira Santa.

>r)s coisas são necess(rias na administra!ão da Crisma

A imposi!ão das mãos so3re a ca3e!a do crismando6

A un!ão com o óleo do Crisma na fronte do crismando6

As palaras que o 7ispo diz =ece3e  por este sinal os Dons do "sp'rito Santo, ao que o crismando responde Am*m.

 Normalmente * o 7ispo que ministra o sacramento da Crisma, por*m ele pode delegar esse poder a um sacerdote em sua aus)ncia.  Na cele3ra!ão o 7ispo faz essa 4ra!ão pedindo

os Dons do "sp'rito Santo #Deus >odo oderoso que, pela (gua e pelo "sp'rito Santo, fizeste renascer estes ossos seros, li3ertando& os do pecado, eniando&lhes o "sp'rito Santo dai&lhes, Senhor, o "sp'rito de Sa3edoria e /ntelig)ncia, o "sp'rito de Conselho e Fortaleza, o "sp'rito de Ci)ncia e iedade, e enchei&os do "sp'rito do osso >emor.$

4 Sacramento da Crisma dee proocar no crismando aquilo que o "sp'rito Santo  proocou naqueles que estaam no cen(culo no dia de entecostes. Atos dos Apóstolos , :&. Para 5(e rece1emos o Sacrame&o da CrismaF  Comumente dizemos que a Crisma nos faz soldados de Cristo, que confirma o 7atismo, Sacramento do adulto, da responsa3ilidade. 2ma só coisa a /gre0a nos 

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garante so3re este sacramento #Crisma nos concede o "sp'rito Santo$.

4lhando para a 7'3lia, desco3rimos que o "sp'rito Santo tem duas fun!5es

:LB o de dar a ida atra*s do 7atismo. LB e o de lear a ida at* sua perfei!ão @santidadeB  Crisma.

A confirma!ão nos d(, pois, o "sp'rito Santo  para learmos at* a perfei!ão o que rece3emos no 7atismo. Chegar G perfei!ão segundo a ontade do ai.

>alez possamos dizer que o 7atismo constitui mais o aspecto est(tico ao passo que a Crisma e-pressa mais o aspecto dinQmico, eolutio da ida cristã. 2ma coisa * ser cristã simplesmente, outra * chegar a plenitude de santidade. "oluir, * tomar noo impulso, crescer constantemente na ida iniciada no 7atismo.

 Não podemos permanecer semente6 * preciso que a semente germine, cres!a e d) frutos em a3undQncia. @At H, : & : O At , :&B

Miss7o do crisma&do

Ser 3om fermento que leeda a massa. Fomentar a caridade fraterna.

Comunicar aos outros o amor de Cristo que est( nele.

8ostrar, com palaras e com atos, sua maturidade cristã e o dese0o de sempre crescer at* atingir a plenitude de Cristo. Crisma não * um sacramento a mais, * o sacramento que faz o aut)ntico cristão. Ser cristão * comprometer&se com o "angelho

e ser coerente aos compromissos assumidos em rela!ão a ele.

Os see Do&s do Es"írio Sa&o#

Sa1edoria# Não a sa3edoria do mundo, mas aquela que nos faz reconhecer e  3uscar a erdade, que * o próprio Deus fonte da sa3edoria. +erdade que encontramos na 7'3lia

E&e&dime&o# < o dom que nos faz aceitar as erdades reeladas por Deus. Co&sel2o# < a luz que nos d( o "sp'rito Santo, para distinguirmos o certo do errado, o erdadeiro do falso, e assim orientarmos acertadamente a nossa ida, e a de quem pede um conselho. Ci!&cia#  Não * a ci)ncia do mundo, mas a ci)ncia de Deus. A erdade que * ida. por esse dom o "sp'rito Santo nos indica o caminho a seguir na realiza!ão da nossa oca!ão.

9oraleza# < o dom da coragem para ier fielmente a f* no dia&a&dia, e at* mesmo o mart'rio, se for preciso.

Piedade# < o dom pelo qual o "sp'rito Santo nos d( o gosto de amar e serir a Deus com alegria. Nesse dom nos * dado o sa3or das coisas de Deus.

Temor de De(s# >emor aqui não significa 1ter medo de Deus1, mas um amor tão grande, que queima o cora!ão deRes"eio "or De(s. Não * um paor  pela 0usti!a diina, mas o receio de

ofender ou desagradar a Deus. O SACRAMENTO DO MATRIMGNIO 4 matrim9nio * um sacramento que esta3elece uma santa e indissol?el união entre um homem e uma mulher e lhes d( a gra!a de se H

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amarem, procriarem e educarem seus filhos #... cada homem tenha sua mulher e cada mulher seu marido. %ue o marido cumpra seu deer em rela!ão a mulher e igualmente a mulher em rela!ão ao marido. A mulher não disp5e de seu corpo, mas sim o marido. /gualmente o marido não disp5e de seu corpo, mas sim a mulher. Não se recusem um ao outro...1 @:Cor , &B

"sse sacramento foi institu'do pelo próprio Deus no in'cio da cria!ão quando deu a Adão uma companheira & "a & para que iessem  0untos, numa só carne, em amor fiel e

indissol?el.

%uando um homem e uma mulher procuram o matrim9nio cristão * porque Deus os chama  para mudar o significado do amor que um sente  pelo outro, para su3mergir o amor humano no

mist*rio do amor de Deus.

4 dom do sacramento * ao mesmo tempo oca!ão e deer dos esposos cristãos, para que  permane!a fiel um ao outro para sempre, para al*m de todas as proas e dificuldades, em generosa o3edi)ncia, a santa ontade de Deus 1o que Deus uniu, não separe o homem1.

4s esposos cristãos são chamados a dar testemunho e Cristo em seu amor m?tuo. A isso nos comprometemos mediante o sacramento do matrim9nio, a presentear&nos um ao outro não só a luz e o calor do próprio amor, mas tornar isto um sinal de refle-o io desse sol de amor que * Cristo. "ste compromisso tão audaz se apóia em outro que contrai o próprio Senhor atra*s do sacramento que "le nos oferece como a0uda G for!a de seu próprio amor.

4 sacramento do matrim9nio que retoma e especifica a gra!a santificante do 7atismo, * a fonte própria e o meio natural de santifica!ão  para os c9n0uges. "m irtude da morte e

ressurrei!ão de Cristo, dentro do qual se insere noamente o matrim9nio cristão, o amor con0ugal * purificado e santificado 14 Senhor dignou&se sanar, aperfei!oar e elear este amor com um dom especial de gra!a e caridade1. 4 dom de Jesus Cristo não se esgota na cele3ra!ão do matrim9nio, mas acompanha os c9n0uges ao longo de toda e-ist)ncia.

ara refletir

/ndissolu3ilidade do 8atrim9nio & 8t :, E& T 8c :M, :&:

Cristo não aproa o diórcio & c :I,:H T =m , &E

Deeres rec'procos dos esposos & "f , :&EE

O SACRAMENTO DA ORDEM

?Orde&a,7o Sacerdoal

< um sacramento social que Cristo instituiu na  Ultima Ceia. < um sacramento no qual "le

concede ao candidato ao sacerdócio o poder sacerdotal e lhe d( as gra!as para e-erc)&lo santamente.

O 5(e - (m SacerdoeF

< um homem como nós, su0eito a fraquezas,  por*m separado dos demais para o e-erc'cio da doa!ão de Deus aos homens. 4 Sacerdote * o dispensador do amor de Deus aos homens. < chamado de  Pontífice = ponte - artífice

construtor de pontes6 pontes que ligam o C*u G

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>erra6 os homens G Deus6 o eterno ao temporal6 o pecado G misericórdia.

4 sacerdote administra os sacramentos, sinais do amor de Deus aos homens. 4 ministro do sacramento da 4rdem * o 7ispo. "m caso de impossi3ilidade, o 7ispo delega esse poder a outro sacerdote.

Jesus Cristo deu aos apóstolos a plenitude do  poder sacerdotal e estes transmitiram essa  plenitude a outros, pela imposi!ão das mãos.

Desde o tempo dos apóstolos, t)m&se sagrado  3ispos e ordenado sacerdotes pela imposi!ão

das mãos e ora!ão.

ela ordena!ão Sacerdotal, Jesus Cristo confere o poder de

:. Cele3rar a Sant'ssima "ucaristia6

. Administrar os sacramentos 7atismo, =econcilia!ão, "ucaristia, 2n!ão dos "nfermos, 8atrim9nio6

E. Administrar o sacramento da Crisma, quando rece3er delega!ão do senhor 7ispo pela total impossi3ilidade deste6 . Consagrar e 3enzer @pessoas e coisasB.

Somente o sacerdote pode confessar e consagrar.

A ordena!ão Sacerdotal imprime car(ter que nunca se apaga. Chamamos de sinal indel*el. ela ordena!ão o sacerdote fica unido de modo especial a Jesus.

"le * a e-tensão de Cristo entre os homens, amando&os e dispensando&lhes a sala!ão  proporcionada por Jesus por meio da /gre0a em

seus Sacramentos.

4 sacerdote 0amais poder( perder o seu poder sacerdotal, a menos que se0a dispensado pelos seus leg'timos superiores atra*s da ordem e-pressa do Santo adre o apa.

Jesus chama os 0oens a seu seri!o. Joens de todas as nacionalidades, ra!as e cores. "les deem ter requisitos 3(sicos de cristãos erdadeiros F* ia e operante6 "star pronto ao sacrif'cio, at* da própria ida, no seri!o ao Deus que chama6 >ra3alhar pela sala!ão dos homens sem distin!ão de ra!a ou cor.

O SACRAMENTO DA UNÃO DOS EN9ERMOS

elos sacramentos da inicia!ão cristã, o homem rece3e a ida noa em Cristo. 4ra, esta ida nos trazemos 1 em asos de argila1 @Cor ,B. Agora, ela se encontra 1escondida com Cristo em Deus1, estamos ainda em 1nossa morada terrestre1 @Cor ,:B su0eitos ao sofrimento, G doen!a e G morte. "sta noa ida de filhos de Deus pode se tornar de3ilitada e at* perdida pelo pecado.

4 Senhor Jesus Cristo, m*dico de nossa alma e de nosso corpo, que remiu os pecados do  paral'tico e restituiu&lhe a sa?de do corpo, quis que sua igre0a continuasse, na for!a do "sp'rito Santo, sua o3ra de cura e de sala!ão, tam3*m  0unto de seus próprios mem3ros. < esta a finalidade dos dois sacramentos de cura o da enit)ncia e da 2n!ão dos "nfermos.

4 Sacramento da =econcilia!ão cristã que mediante a ora!ão e a un!ão com óleo santo feita pelo sacerdote, concede ao doente a gra!a e o al'io espiritual e muitas ezes o conforto corporal, isto *, concede a sa?de da alma e do corpo.

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4 óleo utilizado neste sacramento * um dos óleos que o 7ispo a3en!oa na %uinta&feira Santa. 4 sacerdote unge a fronte e as mãos do enfermo. o corpo do homem ungido pelo 7atismo * santo e por meio deste fazemos o  3em. 4 Sacramento da 2n!ão dos "nfermos faz com que estes tenham for!as para testemunhar Jesus Cristo em meio ao sofrimento que passam unindo&se a o3ra redentora do Filho de Deus.

(em "ode rece1er a U&,7o dos E&fermosF >odos os que estão graemente doentes e as  pessoas que tem mais de IM anos.

Co&di,es "ara rece1er a U&,7o dos E&fermos#

& "star em estado de gra!a, isto *, sem pecado6 & =ece3er a 2n!ão com f*, esperan!a, caridade e resigna!ão G ontade de Deus.

4s sinais sens'eis da 2n!ão dos "nfermos, ora!ão&un!ão produ!ão de gra!a, institui!ão diina, são ministrados pelo sacerdote, de  prefer)ncia pelo p(roco. A mat*ria usada para a un!ão * o óleo de olieira ou planta que * a3en!oado na %uinta&feira Santa. No ato da un!ão o sacerdote profere as seguintes  palaras 1or esta santa un!ão o Senhor enha em teu au-'lio com a gra!a do "sp'rito Santo. Deus em sua infinita 3ondade quis1.

Fonte CN77TCatecismo da /gre0a Católica

Referências

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