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Manual Multímetro

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Eletro-Eletrônica

Eletro-Eletrônica

& Multímetro

& Multímetro

ELETRO-ELETRÔNICA & M

(2)
(3)

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Os roteiros de diagnose

Os roteiros de diagnose devem ser efetuados somente por profissionais especialmente qualificados.devem ser efetuados somente por profissionais especialmente qualificados.

As informações e especificações contidas neste material baseiam-se em dados

As informações e especificações contidas neste material baseiam-se em dados atualizados do fabricante existentesatualizados do fabricante existentes

na época de sua produção.

na época de sua produção.

Portanto, a injetronic não

Portanto, a injetronic não se responsabiliza por eventuais incorreções existentes.se responsabiliza por eventuais incorreções existentes.

Reservamo-nos o direito de introduzir modificações sem prévio

Reservamo-nos o direito de introduzir modificações sem prévio aviso.aviso.

Em caso de dúvida

Em caso de dúvida consulte nosso departamento técnico.consulte nosso departamento técnico.

MÓDULO 01

MÓDULO 01

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(Lei dos Direitos Autorais). (Lei dos Direitos Autorais).

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ELETRO-ELETRÔNICA

ELETRO-ELETRÔNICA

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& MULTTÍ Í METRO AMETRO AUTOMOTIVOUTOMOTIVO

2ª Edição 01/2004

2ª Edição 01/2004

CON

CONTE TE ÚÚDO DO TÉCNITÉCNICO:CO:

VÁLTER RAVAGNANI

VÁLTER RAVAGNANI

PROJETO GRÁFICO E ILUSTRAÇÃO:

PROJETO GRÁFICO E ILUSTRAÇÃO:

ANDRÉ LUIZ SENS

ANDRÉ LUIZ SENS

RENATO KORMIVES

RENATO KORMIVES

VANILDO MATEUS DUBIELA

VANILDO MATEUS DUBIELA

Eletro-Eletrônica

Eletro-Eletrônica

& Multímetro

& Multímetro

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E E s s t t a a p p á á g g i i n n a a é é p p a a r r t t e e i i n n t t e e g g r r a a n n t t e e d d a a E E n n c c i i c c l l o o p p é é d d i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a O O n n l l i i n n e e D D o o u u t t o o r r -i i e e . . R R e e p p r r o o d d u u ç ç ã ã o o , , d d i i s s t t r r i i b b u u i i ç ç ã ã o o , , c c o o m m p p a a r r t t i i l l h h a a m m e e n n t t o o e e c c o o m m e e r r c c i i a a l l i i z z a a ç ç ã ã o o s s ã ã o o p p r r o o i i b b i i d d a a s s c c o o n n f f o o r r m m e e a a L L e e i i d d o o s s D D i i r r e e i i t t o o s s A A u u t t o o r r a a i i s s ( ( l l e e i i 9 9 6 6 1 1 0 0 / / e e o o c c o o n n t t r r a a t t o o d d e e l l i i c c e e n n ç ç a a d d e e u u s s o o . . D D e e n n u u n n c c i i e e a a c c ó ó p p i i a a f f r r a a u u d d u u l l e e n n t t a a p p e e l l o o f f o o n n e e ( ( 4 4 8 8 ) ) 3 3 2 2 3 3 8 8 -0 0 0 0 1 1 0 0 o o u u p p e e l l o o s s i i t t e e w w w w w w . . d d o o u u t t o o r r i i e e . . c c o o m m . . b b r r . . C C o o p p y y r r i i g g h h t t © © D D o o u u t t o o r r -i i e e T T e e c c n n o o l l o o g g i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a ® ® . . T T o o d d o o s s o o s s d d i i r r e e i i t t o o s s r r e e s s e e r r v v a a d d o o

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Índice Índice - Eletro-eletrônica Grandezas Elétricas Tensão elétrica Corrente elétrica Resistência elétrica Campo magnético Indução magnética P - 01 P - 03 P - 04 P - 05 P - 06 P - 11 P - 11 P - 11 P - 11 P - 12 P - 13 P - 13 P - 14 P - 15 P - 15 Interruptor Fonte Fusível Solenóide Resistor Potenciômetro Termistor Capacitor ou condensador Diodo Relê Lei de Ohm Potência elétrica P - 07P - 09

Relações Básicas entreGrandezas Elétricas

Componentes Eletrônicos e Simbologias

P - 18 P - 20 P - 22 P - 23 P - 23

Associação de resistores em série Associação de resistores em paralelo Associação mista

Circuito elétrico Curto-circuito

Conceitos Básicos de Eletrônica Automotiva

Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Índice

Índice - Multímetro Automotivo

Utilizando o Multímetro Automotivo

Sobre o mult metro automotivoí

Medição de resistência elétrica Medição audível de continuidade Medição de tensão (voltagem)

Utilização da função mínimo e máximo

Medição de intensidade de corrente (amperagem) Medição de temperatura

Medição de freqüência (Hz) Medição de rotação (RPM)

Medição de ângulo de permanência (DWELL) Medição de ciclo de trabalho (%DUTY)

Medição de tempo de injeção (ms-PULSE)

Considerações adicionais sobre medição de tempo de injeção Tabela de tempos de injeção

P - 24 P - 25 P - 26 P - 27 P - 28 P - 29 P - 30 P - 31 P - 32 P - 33 P - 34 P - 35 P - 36 P - 38 Analisador de polaridade Osciloscópio P - 39P - 42

Outros Equipamentos de Medição Elétrica

Teste de carga da bateria

Procedimento de partida auxiliar ("chupeta") P - 43P - 44

Bateria Automotiva

P - 45 P - 55 P - 56 P - 58

Exemplos de testes de sensores

ículos injetados Cuidados especiais em ve

Dica Doutor-ie: Erro clássico na medição de tensão

Dica Doutor-ie: Particularidade na medição de resistência elétrica

Dicas e Informações Complementares

Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Grandezas Elétricas

Tensão Elétrica

O movimento das cargas elétricas (corrente) da fonte (bateria) para o consumidor (lâmpada) no esquema abaixo, só ocorredevido a ação de umaforça ou " pressão" denominadatensão elétrica, diferença de potencial elétrico (DDP) ou voltagem (nomenclatura mais popular).

bateria (fonte)

chave

lâmpada (consumidor) carroceria do veículo (massa)

12 VDC

corrente elétrica

tensão elétrica

Portanto, tensão elétrica é a "pressão" que força as cargas a circularem pelos materiais condutores elétricos.AunidadedemedidadetensãoéoVoltqueésimbolizadopelaletraV.

As tensõespodem ser de corrente contínua (DCV, VDC ou -) ou alternada (ACV, VAC ou ~). Fornecem tensão de corrente contínua as pilhas e baterias em geral. A tensão de corrente alternada é encontrada, por exemplo, nas instalaçõesresidenciais.

Na injeção eletrônica, a tensão de corrente contínua será utilizada para medir a maioria dos sinais de entrada e saída dos sensores. Costuma-se dizer que a central que controla a injeção eletrônica (Unidade de Comando Eletrônico - UCE), "conversa" com os sensores e a linguagem utilizada é a tensão de corrente contínua.

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Grandezas Elétricas

02

O instrumento utilizado para medir tensão é o voltímetro. Também pode ser usado o multímetro automotivo na escala Volts (que deve serligado em paralelo* ao circuito elétrico).

Exemplo de medição de tensão de corrente contínua - VDC

U n id ad e d e C o m a n d o E le tr ô n ic o Conectar à massa

Sensor Temp. Água

multímetro automotivo

Quanto maior for a temperatura menor será a tensão (VDC) lida pelo multímetro

Exemplo de medição de tensão de corrente alternada - VAC

A tensão de corrente alternada é utilizada para teste de sensores de relutância variável como os de rotação das rodas dos sistema de freios ABS ou rotação do motor na injeção eletrônica.

Observação

*Ligaçãoparalelaéaquelaqueéefetuadasemaaberturadocircuitoelétrico;(semcortarfiospara inserir o instrumento de medição). Para se medir tensão, basta fazer um "furo" no fio em quese deseja fazer a verificação.

Exemplo de medição do sinal enviado pelo sensor de temperatura à UCE. Ilustração extraída do Módulo 2 - Doutor - ie (Multec 700 - TBI)

Exemplo de medição da tensão alternada enviado pelo sensor de rotação à UCE. Ilustração extraída do Módulo 4 - Doutor - ie (Microplex / Digiplex / IAW G7.11)

Sensor de Rotação

Quanto maior for a rotação da roda fônica, maior será a tensão (VAC)

lida pelo multímetro

roda fônica Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Corrente Elétrica

Corrente elétrica ou intensidade de corrente é o fluxo de cargas elétricas que circulam pelos condutoresem um certo intervalo de tempo (é a vazão de cargas elétricas).

A corrente elétrica circula do polo positivo para o polo negativo e é simbolizada no circuito pela letra i. A unidade de corrente é o ampére, representada pela letra A.

Quanto maior for a energia (potência) requerida por um consumidor, maior será a corrente que circula por ele.

A corrente pode ser contínua (DCA, -) ou alternada (ACA, ~).

O instrumento utilizado para medir intensidade de corrente é o amperímetro. Também pode ser usado o multímetro automotivo na escala Ampére (que deve ser ligado em série ao circuito elétrico - o circuito deve seraberto).

bateria (fonte)

chave

carroceria do veículo (massa) 12 VDC corrente elétrica tensão elétrica multímetro automotivo bomba elétrica de combustível (consumidor)

Doutor-IE

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Resistência Elétrica

04

É a "dificuldade" que um componente oferece à passagem de corrente elétrica. Quanto maior a resistênciaelétricaglobaldeumcircuitoelétricomenorseráacorrentequeocircula.

A resistência elétrica é representada pela letra R e sua unidade de medida é o OHM simbolizada pela letra grega “ ” .

Emumcomponentearesistênciaelétricadependede:

! seucomprimento(L)-quantomaiorocomprimentomaioraresistência;

!  suaáreadasecçãotransversal"bitola"(A)-quantomaioa"bitola"menoraresistência;

!do material queo constitui “ ”

Matematicamente temos:

R=

L

 /A

A medição da resistência elétrica é de extrema utilidade na análise de sistemas eletrônicos (injeção eletrônica, ABS etc.). Com ela pode-se testar continuidade de fios, enrolamentos de bobinas, válvulas injetoras,sensores indutivos, aquecedores da sonda lambda etc.

O instrumento utilizado para medir resistência elétrica é o ohmímetro. Também pode ser usado o multímetro automotivo na escala ohm. O equipamento deve ser ligado aos terminais ou extremidades do componente (ligação paralela) e o componentedeveestar desconectado do circuito elétrico.

Exemplo de medição de resistência elétrica da bobina impulsora.

Ilustração extraída do Módulo 2 - Doutor - ie (Multec 700 - TBI)

Conjunto Distribuidor (Kadett, Monza e Ipanema EFI)

Bobina Impulsora

Os materiaispodem serclassificadosquantoa capacidade de conduzir corrente elétrica como: ! Condutores: são substância que conduzem corrente elétrica. Ex.: corpo humano, ferro. Alumí-nio,ouro,prataetc.

!Isolantes: são substância através das quais a corrente elétrica não flui (porque possui resistência elétrica muito elevada). Ex.: plástico, vidro,porcelana etc.

Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Campo Magnético

Campo Magnético é a região do espaço em torno de um imã permanente ou de um eletroímã (condutor percorrido por corrente), sobre a qual é exercida influência magnética (são atraídos materiais ferro-magnéticos*).

Imã permanente: São imãs que mantém suas propriedades magnéticas (campo magnético) por tempoindeterminado.

Imã permanente

campo magnético sul Norte

Campo magnético permanente

Eletroímã: É um dispositivo (enrolamento, solenóide ou bobina) que só funciona como imã quando é percorrido por uma corrente elétrica. As válvulas injetoras e os solenóides de controle da marcha-lenta (como o do FORD KA e Fiesta) são exemplos de componentes que funcionam devido a ação de um eletroímã. bateria (fonte) 12 VDC tensão elétrica campo magnético solenóide percorrido por corrente chave (massa) corrente elétrica solenóide

Válvula Injetora Válvula Injetora aberta

(campo magnético atuando) (presença de corrente elétrica)

Solenóide percorrido por corrente

Campo magnético Mola

Válvula Injetora fechada (sem campo magnético) (ausência de corrente elétrica)

Solenóide

Mola Campomagnéticonão permanente

(depende do fluxo de corrente)

Observação

* Ferro-magn ticos:são substâncias que sofrematração por campos magnéticos.é

EX.: Ferro,Níquel, Cobaltoe algumas ligas metálicas.

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Indução Eletromagnética

06 

Toda vez que o campo (fluxo) magnético através de um circuito varia, surge, neste circuito, uma tensão(voltagem) induzida.

Exemplo: sensorde rotação indutivo (aplicado na injeção eletrônica e freios ABS).

campo magnético variando

O Sinal enviado pelo sensor de rotação Indutivo surge devido à indução eletromagnética. O movimento da roda fônica, faz variar a intensidade do campo magnético do imã permanente sobre o solenóide (circuito). Esta variação provoca o surgimento de uma tensão (voltagem) induzida no circuito do solenóide (sinal do sensor).

A intensidade da tensão(voltagem)induzida depende:

! da distância entre a roda fônica e o sensor;

!  darotaçãodarodafônica.

As bobinas de ignição e os transformadores residenciais, são exemplos de componentes que funcionam devidoa induçãoeletromagnética.

solenóide imã permanente

roda fônica girando

multímetro automotivo Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

(13)

Relações básicas entre as grandezas elétricas

Lei deOhm

Esta lei demonstra que existe uma relação matemática entre as grandezas básicas da eletricidade. Segundo a lei de OHM, a intensidade da corrente (amperagem) que atravessa um circuito elétrico é igual

tensão que alimenta este circuito, dividida porsua resistênciaelétrica total.

I = V

R

Destarelação derivam:

R = V

I

V = R.I

I = intensidade de corrente que atravessa o circuito elétrico

R = resistência elétrica total do circuito

V = tensão que alimenta o circuito elétrico

e

Exemplo da aplicação da Lei de Ohm

bateria (fonte)

12 VDC tensão válvula injetora

elétrica

R = 2 ohm

Se uma válvula injetora com resistência elétrica de 2 ohms for ligada a uma bateria de 12 volts, qual seráaamperagemquecircularáporessaválvula?

Resolução do problema

Temos os seguintes dados:

! Resistência elétrica da válvula: 2 ohm ! Tensão de bateria: 12 Volts

Utilizando-sealeideOHMteremos:

Portanto,I=6Ampéres

Resposta:A corrente que circularápelaválvula será de 6 Ampéres.

I = V

R

I = 12

2

I = 6A*

Observação

*Correntesmaiores que 1 ampére sãoconsideradas altas,portanto a ligação acima não é aconselhável; sob risco de "queima" da válvula injetora.

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE

g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Exemplo de aplicação da lei de OHM

08

R = V

I

R = 220

22

R = 10 ohm

tomada 220 volts i = 22 ampéres chuveiro

Um chuveiro elétrico ligado a tensão de 220 volts é percorrido por uma corrente de 22 ampéres. Qualé o valor da resistência elétrica do chuveiro?

Resolução do problema

Temos os seguintes dados:

!  Tensãoemqueestáligadoochuveiro:220Volts ! Correntequepercorreochuveiro:22Ampéres Utilizando-sealeideOHMteremos: Portanto,R=10ohm Resposta:Aresistênciaelétricadochuveiroéde10ohm.

Doutor-IE

Doutor-IE

E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

(15)

Potência elétrica

A corrente elétrica pode realizar trabalho (faz funcionar a bomba elétrica de combustível, rotacionara hélice do ventiladorde arrefecimento, aquecer o coletor de admissão etc.).

A relação entre o trabalho realizado e o tempo gasto para realizá-lo é a potência.

A potência elétrica consumida por um circuito pode ser calculada pelo produto entre a tensão que alimentaestecircuitoeacorrentequeocircula.

P = V.I

PV ==  potência tensão que alimenta o circuito elétrico

I = intensidade de corrente que atravessa o circuito elétrico

Destarelação derivam:

I = P

V

e

V = P

I

Aunidadedemedidadepotência(maiscomum)éoWATT(W).

Relacionando-se a expressão de potência e a Lei de Ohm, podemos dizer que:

I = V

R

Lei de Ohm

P = V.I

Expressão da Potência

R = V

I

V = R.I

I = V

R

P = V.I

P = V.I

P = R.I.I

P = V.V

R

P = R.I²

P = V²

R

Portanto:

Doutor-IE

g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Exemplo de aplicação do conceito de potência elétrica

10  bateria (fonte) lâmpada 12 VDC tensão elétrica P = 120 Watts

Um eletricista deseja instalar uma lâmpada de 120 Watts no farol de um veículo. Sabendo-se que a tensão de alimentação da lâmpada será de 12 volts (tensão de bateria). Qual será a corrente consumida pela lâmpada?

Resolução do problema

Temos os seguintes dados:

! Potência da lâmpada: 120 Watts

! Tensãodabateria:12volts

Utilizandoa expressão da potência elétrica temos:

I = P

V

I = 120

12

I = 10A

Portanto,I=10A

Resposta:A corrente consumida pela lâmpada será de 10 Ampéres.

bateria (fonte) aquecedor do coletor de admissão 12 VDC tensão elétrica R = 6 ohms i = 2A

Um aquecedor do coletor de admissão possui resistência elétrica igual a 6 ohms e é percorrido por umacorrentedeintensidadede2ampéres.Qualapotênciaconsumidapeloaquecedor?

Resolução do problema

Temos os seguintes dados:

! Resistência elétrica do aquecedor: 2 ohms

! Tensãodabateria(tensãodealimentaçãodoaquecedor):12volts ! Corrente que percorre o aquecedor: 2 Ampéres

Utilizando-se a expressão da potência elétrica temos:

Portanto,P=24W

Resposta:A potência consumida peloaquecedor será de 24 Watts.

P = 24W

P = 24W

P = 6.2²

P = 12²

6

P = R.I²

P = V²

R

Exemplo 1 Exemplo 2

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE   Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Componentes Eletrônicos e Simbologias

Nos circuitos elétricos, os componentes eletrônicos são representados por símbolos. A seguir, mostraremos a função e a representação esquemática mais comum de cada um deles.

Interruptor

Interruptor ou chave é um dispositivo utilizado para abrir ou fechar (ligar ou desligar) os circuito elétricos. fechado aberto fechado aberto Fonte

Gerador*, fonte ou armazenador é o componente que fornece energia ao circuito elétrico. São exemplos de geradores, as baterias automotivas (corrente contínua), pilhas (corrente contínua), alternador (corrente alternada).

gerador de corrente alternada geradores de corrente contínua

Fusível

Os fusíveis são dispositivos de segurança em um circuito elétrico. Ao serem atravessados por uma corrente de intensidade maior que um certo limite, fundem-se, causando interrupção da corrente elétrica e, conseqüentemente, preservando os demais elementos da destruição.

Solenóide

O Solenóide é um dispositivo constituído de um fio condutor enrolado em forma de espiras (voltas). Recebe também o nome de bobina. Tem grande aplicação na construção de eletro-imãs, relês e transformadoresde ignição(bobinas).

Observação

*Gerador é qualquerequipamento que transforma energia química, mecânica ou de outra natureza em energia elétrica.

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Resistor 

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É um dispositivo utilizado para transformar energia elétrica em energia térmica (calor). Sua principal característica é a sua resistência elétrica elevada.

São exemplos de resistores:

!filamentos de tungstênio em lâmpadas incandescentes;

!"espiras"de nicromo em chuveiros elétricos; etc.

Além disso, alguns resistores (resistores de carvão*) são utilizados nos circuitoselétricoscomo limitadores de corrente e tensão (voltagem).

Código de cores para resistores

Através das cores pintadasem um resistor, podemossaber o valor de sua resistência elétrica.

marrom vermelho ouro prata 1% 2% 5% 10% tolerância primeiro algarismo segundo algarismo potência de dez tolerância preto marrom vermelho laranja amarelo verde azul violeta cinza branco valores numéricos 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

Valor do resistor ao lado: Amarelo: 4 (40) Violeta: 7 (07) Vermelho: 2 (10² ou 100) Vermelho: 2% 40 + 07=47 100 X 47= 4700 ohm (+/- 2%) ou 4,7 Kohm (+/- 2%)

As faixas são pintadas de forma assimétrica. O primeiro algarismo corresponde à faixa mais próxima de uma dasextremidades. 15A  (fusível) 15A 1 5 A bateria A3 C1 velocidade baixa (A) resistor da velocidade baixa Limita a corrente que alimenta a ventoinha

ventoinha velocidade

alta (F) Corrente maior (velocidade alta) Corrente menor (velocidade baixa) 87 86 30 85 87 86 30 85 U n id a d e d e C o m a n d o E le tr ô n ic o (cabo fusível) 15A chave de ignição  G         M         

Exemplo de utilização de resistores (resistor da velocidade baixa da ventoinha) Ilustração extraída do Módulo 2 - Doutor - ie (Multec 700 - TBI)

Observação

*Resistores de carvão: são componentes eletrônicos, caracterizadospor sua elevada resistência elétrica. Esses componentes são muitoutilizados em circuitosde rádio, televisão etc.

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Potenci metrosô

Potenciômetros são resistores cuja resistência elétrica pode ser variada mecanicamente (normalmente movimentando-se um cursor). Por isso, na injeção eletrônica os potenciômetros são utilizados como sensores (Sensor de Posição de Borboleta e MedidordeFluxodear). U n id ad e d e C o m an d o El et rô n ic o +5volts VDC (sinal de entrada) +5volts VDC (sinal de entrada)

(sinal de saída) (sinal de saída)

U n id ad e d e C o m an d o El et rô n ic o

Potenciômetro do Sensor de Posição da Borboleta

Termistor

São resistores cuja resistência elétrica varia com a temperatura. Os termistores podem ser:

! NTC (coeficiente de temperatura negativo) - sua resistência elétrica diminui com o aumento da

temperatura. Ex.: Sensor de temperatura do ar, sensor de temperatura da água.

! PTC (coeficiente de temperatura positivo) - sua resistência

elétrica aumenta com o aumento da temperatura. Ex.:

Aquecedor do coletor de admissão, aquecedor da sonda lambda.

U n id ad e d e C o m an d o El et rô n ic o U n id ad e d e C o m an d o El et rô n ic o Motor frio Alta resistência elétrica

Alta queda de tensão

Motor quente Baixa resistência elétrica

Baixa queda de tensão Sensor de Temperatura da Água (termistor - NTC)

Doutor-IE Doutor-IE   Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Capacitor ou Condensador

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Capacitores são componentes utilizados principalmente para armazenar cargas elétricas. Tem aplicação diversificada na eletrônica automotiva. São utilizado por exemplo, nos sistemas de ignição convencional para evitar a "queima"do platinado. Quando o platinado se abre, as cargas são armazenadas no condensador*. Quando ele se fecha as cargas saem do condensador e vão à massa**. Isso evita que a corrente pule de um poloaooutroe"queime"oplatinado.

!Platinado aberto (condensador armazena cargas):

bateria bobina condensador platinado bateria bobina platinado

! Platinado fechado(condensador libera as cargas para a massa):

bateria

bobina

condensador platinado

Nos sistema eletrônicos (como injeção eletrônica, ABS, Air Bag) os capacitores ou condensadores, são utilizados principalmente na construção das placas de circuito impresso das centrais de comando.

As centrais de comando dos sistemas de Air Bag, possuem um capacitor interno que continua alimentandoo sistema por alguns mili-segundos (caso falte alimentação). Em caso de acidentes em que fique comprometida a alimentação da central, o Air Bag será acionado graças a alimentação proveniente do referido capacitor.

A capacidade de armazenar carga de um capacitor é a sua capacitância. A unidade de medida de capacitância éoFarad(F).

Prefixos mais utilizados na capacitância

Prefixo m F  F pF Significado mili Farad micro Farad pico Farad Valor 0,001 F 0,000001 F 0,000000000001 F Cuidado!

Em veículos quepossuem sistemade Air-Bag:

-Nunca utilize lâmpadas de teste ou qualquer outro equipamento de medição próximo ao chicote do sistema (chicote de corchamativa, nornalmente amarela, isoladodos demaissistemas);

-Antes de executar qualquer reparo próximo ao chicote do Air-Bag, desligue a bateria por 20 minutos. (Tempo necessário para descarregar o capacitor que alimenta o sistema). Dessa forma são evitados acidentes (acionamentos indesejáveisdo Air Bag).

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Diodos e Relê

Diodos

É um componente quepermite a passagem da corrente elétrica em um só sentido.

O diodo é utilizado como retificador da tensão no circuito de carga da bateria (diodos do alternador), impedindo que a corrente flua da bateria para o alternador. Um diodo bastante conhecido é o LED (Light Emitting Diode).O LED é um diodo que quando percorrido por corrente elétrica emite luz.

diodo LED

Para se testarum diodo* proceda da seguinte forma:

Selecione o multímetrona escalapara teste dediodos ( );

!

Os valores medidosdevem estar de acordo com a tabela abaixo: !

Diodo

Bom

Posição das pontas de testes negativo para positivo

0,4 a 0,9 V Circuito aberto

Posição das pontas de testes positivo para negativo

Circuito aberto 0,4 a 0,9 V

Observação

*O teste mencionadodeve serutilizado para diodos comuns(nãoserve para LED). Um diodo

defeituosoéaqueleemquesetemamesmaleituranasduasdireçõesouleituraentre1,0e3,6Vnas duas direções.

bateria lâmpadaacesa bateria lâmpadaapagada

Relê

O R el ê é u m i nt er ru pt or (normalmente aberto) acionado atravésde um eletroímã.

Quando o eletroímã é energi-zado, o campo magnético formado por ele atrai o contato do interruptor, fe-chando-o. 87 86 30 85 mola bobina de controle do interruptor (eletroímã) interruptor normalmente aberto 87 86 30 85 mola eletroímã energizado campo magnético interruptor fechado bateria botão acionado buzina acionada Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Relê

16 

Quando o eletroímã é desenergizado, o interruptor deixa de ser atraído e o contato elétrico é aberto. 87 86 30 85 mola eletroímã desenergizado interruptor aberto bateria botão solto buzina Nos sistemasdeinjeçãoeletrônicaosrelêspodemserutilizadospara: controle da eletro-bombade combustível;

!

alimentaçãodaunidadedecomandoUCE; !

corte do compressor do ar condicionado duranteultrapassagens; !

acionamentodapartidaafrio; !

acionamento do aquecedor do coletor de admissão etc. !

O número de relês utilizados depende do sistema de injeção em questão. Além disso, na injeção eletrônica os relês podem ter 4, 5 e 7 terminais utilizados.

4 terminais

(exemplo do relê da bomba) Corsa MPFI

5 terminais

(exemplo do relê de potência) Linha FIAT mono-ponto

7 terminais (relê de comando) Sistema LE-JETRONIC 87 86 30 85 (linha 15)* (linha 30)** à bomba ao terminal da UCE (controle) 87B 87 86 30 85 (linha 15)* (linha 30)** à bomba às válvulas injetoras, aquecedor da sonda lambda etc.

ao terminal da UCE (controle) (linha 50)*** ao negativo da bobina de ignição (linha 15)* (linha 30)** bombas de combustível aos sensores e atuadores 30 50 15 87 87B 31 01 Exemplos de relês utilizados na Injeção Eletrônica

Observação

*linha15:Positivo(tensãodebateria)comachavedeigniçãoligada

**linha30: Positivo (tensão de bateria) sempre ligado (direto da bateria). ***Linha 50: Positivo (tensão de bateria) durante a partida do motor.

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE Doutor-IE

Doutor-IE

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Relê

De maneira geral, o acionamento destes relês é controlado pela UCE. Observe que cada terminal do relê,possuiumnúmeroqueoidentifica(estesnúmerospodemvariardeumsistemaparaoutro). OssistemasdeABS,tambémutilizamrelês.Osmaiscomunssão: !  RelêdealimentaçãodaUCE. ! Relêdabombaderecirculação. Osrelêspermitemocontroledecircuitosdealtapotência,atravésdeumcircuitodebaixapotência. 15A  20A  bomba de combustível relê da bomba de combustível chave de ignição bateria F26 20 A F19 15 A 30 86 87 85 B6          G           M U n id ad e d e C o m an d o El et rô n ic o circuito controlador (baixa potência) circuito controlado (alta potência)

Exemplo de aplicação de relê (relê da bomba de combustível do Corsa MPFI) Ilustração extraída do Módulo 6 - Doutor - ie (Multec Delphi)

Observação

Observequenestecircuitoelétrico,abombadecombustívelseráacionadaquandoachavede ignição estiver ligada e o terminal B6 da UCE estiver aterrado. Desta forma, a UCE mantém o controle da bomba elétrica de combustível.

Enciclopédia Doutor-ie Online

Ferramenta Indispensável

www.drieonline.com.br/testdrive

Cinto de segurança salva vidas.

Adriano - Elite Diesel

José Carlos da JC Meca Truck

“A Doutor-IE veio suprir as nossas necessidades de informações técnicas, e desde então nós tivemos grandes resultados.”

Adriano - Elite Diesel (Itapecerica da Serra/SP)

“Eu uso a licença Doutor-IE há 2 anos. O pessoal do suporte me ajuda bastante. Participo também dos treinamentos. Eu indico para todo mundo.”

José Carlos - JC Meca Truck (São Bernardo do Campo/SP)

Doutor-IE

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Associação de Resistores

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Todos os componentes que possuem resistência elétrica (válvulas injetoras, enrolamentos de bobinas, resistores etc.), podem ser associados como resistores. Estes resistores podem ser ligados em série, paralelo ou ligações mistas.

Na injeção eletrônica, a visualização destasligações podefacilitara agilizar os diagnósticos.

Associação de resistores em série

Quandoosresistoressãoassociadosemsériearesistênciaequivalente(resultante)éiguala:

Req=R1+R2

R1 = 10 ohms

R1 = 10 ohms R2 = 8 ohms

R2 = 8 ohms Req = 18 ohms

Note-se que nasassociações em série a resistência global aumenta.

Dica Doutor-ie

Associaçãoem série

Nos sistemas de injeção eletrônica seqüencial* (sistemas multiponto que possuem ligações individuaispara cada válvula injetora); Na medição da resistência elétrica das válvulas injetoras, elas podem ser associadas em série duas a duas. O exemplo a seguir, refere-se ao sistema MOTRONIC MP 9.0 (Gol MI 1000 8V). Em qualquer outro sistema de injeção seqüencial as considerações são as mesmas (o que muda é o valor da resistência elétrica dasválvulas injetoras e o número dosterminais da UCE - consulte as especificações do sistema em questão).

15 A 21 23 1º 2º 3º 4º 28 25 30 87 85 Relê da Bomba 86 U N ID A D E D E C O M A N D O   bateria + -chave de ignição F14 15 A 28 06 07 04 28 06 15 ohm 15 ohm 15 ohm 28 06 07 04 28 06 30 ohm 30 ohm 30 ohm vem do 87 do relê da bomba Associação em série Req = R1+R2 Associação em série Req = R1+R2 Associação em série Req = R1+R2 vem do 87 do relê da bomba vem do 87 do relê da bomba 15 ohm 15 ohm 15 ohm 4ª válvula injetora 3ª válvula injetora 2ª válvula injetora 3ª válvula injetora 2ª válvula injetora 1ª válvula injetora   r e d e  s   e  n  h  a n d o...

Note que nos sistemas de injeção seqüencial, o valor da resistência elétrica das válvulas injetoras associadas em série, será sempre aproximadamente igual ao dobro do valor da resistência elétrica de uma válvulaisolada.

Req = esistência equivalenter

R1 = primeiro resistor R2 = segundo resistor Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

(25)

Associação de Resistores

Associação de Resistores

Portanto,noGolMI10008Vpodemosverificarque: Portanto,noGolMI10008Vpodemosverificarque:

!

! MedMedindindo-so-seeduasduasválvválvulasulasinjinjetoetorasrasassassociociadaadassemem

série (desconectando o conetor da UCE - com a série (desconectando o conetor da UCE - com a chave de ignição desligada) a resistência elétrica chave de ignição desligada) a resistência elétrica deveestarentre20e30ohm.

deveestarentre20e30ohm.

Conector da UCE (lado do chicote) Conector da UCE (lado do chicote)

medição entre os medição entre os terminais 4 e 28 da UCE. terminais 4 e 28 da UCE.

*Ex

*Exempemploslosdedesissistemtemasasdedeinjinjeçãeçãooseqseqüenüenciacial:l:

*BOSCH *BOSCH

BO

BOSCSCHHMMOTOTRORONNICMPICMP9.9.0 0 (G(GolMI100olMI100008V8V)) BO

BOSCSCHHMMOTOTRORONNIC1.IC1.5.5.4 4 (V(Vececttra16ra16VVGSGSI)I) BO

BOSCSCHHMMOTOTRORONNIC2.IC2.8 8 (C(Calalibibra2.ra2.001616VV/V/Vececttra2.ra2.001616VV)) BO

BOSCSCHHMOMOTRTRONONIC2.8IC2.8.1 .1 (O(Omemega4.1ga4.1/S/Sililveverarado4.1do4.1/C/C204.1204.1)) BO BOSCSCHHMMOTOTRORONNIC2.IC2.7 7 (P(PasassasattVVR6R6/V/VarariaiantVRntVR6)6) B BOOSSCCHMOHMOTTRROONNIIC2.C2.9 9 ((GGoolGTlGTII)) *FIC *FIC F FIIC EC EEEC IC IV V ((EEssccoorrt 1t 1..8 18 166V - mV - moottoor zr zeetteecc)) F FIIC EC EEEC V C V ((FFoorrd Kd KAA//FFiieesstta 1a 1..0 e0 e11..33)) *MARELLI *MARELLI I IAAW PW P8 8 ((TTeemmpprra 1a 166VV, T, Tiippo 2o 2..00, C, Coouuppéé)) I IAAWW11AABBG G ((PPáálliioo1166VV)) I IAAW 1W 1AAVVB B ((VVoollkksswwaaggeen Mn MI 1I 1..66//11..88//22..00)) *ROCHESTER *ROCHESTER M MuulltteeccS S ((CCoorrssaaGGSSII1166VV)) *Simens *Simens S Siimmoos 4s 4S S ((PPaassssaat 2t 2..00//VVaarriiaannt 2t 2..00)) !

!  Med  Medindindo-so-se e uma uma úniúnica ca válválvulvula a injinjetoetorara

(de

(descsconeonectctanando-do-a a de de seseu u coconetnetoror) ) a a reresisiststênênciciaa elétricadeveestarentre10e15ohm. elétricadeveestarentre10e15ohm. Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE g g i i n n a a é é p p a a r r t t e e i i n n t t e e g g r r a a n n t t e e d d a a E E n n c c i i c c l l o o p p é é d d i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a O O n n l l i i n n e e D D o o u u t t o o r r -i i e e . . R R e e p p r r o o d d u u ç ç ã ã o o , , d d i i s s t t r r i i b b u u i i ç ç ã ã o o , , c c o o m m p p a a r r t t i i l l h h a a m m e e n n t t o o e e c c o o m m e e r r c c i i a a l l i i z z a a ç ç ã ã o o s s ã ã o o p p r r o o i i b b i i d d a a s s c c o o n n f f o o r r m m e e a a L L e e i i d d o o s s D D i i r r e e i i t t o o s s A A u u t t o o r r a a i i s s ( ( l l e e i i 9 9 6 6 1 1 0 0 / / c c o o n n t t r r a a t t o o d d e e l l i i c c e e n n ç ç a a d d e e u u s s o o . . D D e e n n u u n n c c i i e e a a c c ó ó p p i i a a f f r r a a u u d d u u l l e e n n t t a a p p e e l l o o f f o o n n e e ( ( 4 4 8 8 ) ) 3 3 2 2 3 3 8 8 -0 0 0 0 1 1 0 0 o o u u p p e e l l o o s s i i t t e e w w w w w w . . d d o o u u t t o o r r i i e e . . c c o o m m . . b b r r . . C C o o p p y y r r i i g g h h t t © © D D o o u u t t o o r r -i i e e T T e e c c n n o o l l o o g g i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a ® ® . . T T o o d d o o s s o o s s d d i i r r e e i i t t o o s s r r e e s s e e r r v v a a d d o o

(26)

Associação de resistores em paralelo

Associação de resistores em paralelo

20  20 

Qua

Quandondodoisresisdoisresistortoresessãosãoassassociociadosemadosemparparalelalelooaaresresististêncênciaiaequiequivalvalententeeééiguigualala:a: Req

Req = = rresistesistência ência equivalequivalenteente R1

R1 = primeiro resistor = primeiro resistor R2

R2 = segundo resistor = segundo resistor

Req = (R1 x R2)

Req = (R1 x R2)

(R1 + R2)

(R1 + R2)

R1 = 10 ohms R1 = 10 ohms R2 = 8 ohms R2 = 8 ohms Req = 4,44 ohms Req = 4,44 ohms Req = Req =10 x 810 x 8 10 + 8 10 + 8 Req =Req = 80 80 18 18 R1 = 10 ohms R1 = 10 ohms R2 = 8 ohms R2 = 8 ohms Req = 4,44 ohms Req = 4,44 ohms Not

Note-se-seequequenasnasassassociociaçõaçõesesememparparalelalelooaaresresististêncênciaiaglobglobalaldimdiminuiinui.. Observação

Observação

O

Omumultltímímetetroroééliligadgadooememparparalalelelooparparaamemediradiravovoltltageagemmememumumcicircrcuituito.o. Os

Oscircircuicuitostosdedeinjeinjeçãoçãoeleeletrôtrônicnicaaaprapreseesentantaresresististêncênciaiaeléelétritricacaeleelevadvada,a,porporississoosósódevedevemmserser uti

utilizlizadosmultíadosmultímetmetrosroscomcomresresististêncênciaia(im(impedâpedâncincia)a)dedeententradradaamaimaiororqueque1010MMohmohm.. Des

Dessasamanmaneireira,a,evievita-ta-sesequequeooequiequipampamententoointinterferfirairananaresresististêncênciaiaglobglobalaldodocircircuicuitotoeléelétritricoco con

considsideraeradodo(ev(evitaitandondoassassim,im,risriscocodedequeiqueimamadedecomcomponeponententes,s,priprincincipalpalmenmenteteaaUCEUCE).). Dica

DicaDoutoDoutor-r-ieie

Assoc

Associaçãoiaçãoememparaparalelolelo

Nos sistemas de injeção eletrônica contínua* (sistemas multiponto que possuem um mesmo Nos sistemas de injeção eletrônica contínua* (sistemas multiponto que possuem um mesmo terminal da UCE para controlar todas as válvulas i

terminal da UCE para controlar todas as válvulas injetoras); Na medição da resistência elétrica dasnjetoras); Na medição da resistência elétrica das vál

válvulavulassinjinjetoetorasras,,elaelasspodepodemmserserassassociociadasemadasemparparalealeloloduasaduasaduasduas..

Oexemploaseguir,refere-seaosistemaDIGIFANTMI(GolfGL1.8).Emqualqueroutrosistemade Oexemploaseguir,refere-seaosistemaDIGIFANTMI(GolfGL1.8).Emqualqueroutrosistemade Injeçãocontínua,asconsideraçõessãoasmesmas(oquemudaéovalordaresistênciaelétricadas Injeçãocontínua,asconsideraçõessãoasmesmas(oquemudaéovalordaresistênciaelétricadas válvulasinjetoraseonúmerodosterminaisdaUCE-consulteasespecificaçõesdosistemaem válvulasinjetoraseonúmerodosterminaisdaUCE-consulteasespecificaçõesdosistemaem questão). questão). 1 1 5 5 A A 1º 1º 2º 2º 3º 3º 4º 4º 12 12 30 30 87 87 85 85 Relê da Relê da Bomba Bomba 86 86 U U N N I I D D A A D D E E D D E E C C O O M M A A N N D D O O    bateriabateria + + - -chave de ignição chave de ignição Fusível Fusível R1=16 ohm R1=16 ohm R2=16 ohm R2=16 ohm R3=16 ohm R3=16 ohm R4=16 ohm R4=16 ohm vem do 87 do vem do 87 do relê da bomba relê da bomba 12 12 Req1 = Req1 = Req = Req = = 8 ohms = 8 ohms = 4 ohms = 4 ohms = 8 ohms = 8 ohms Req2 = Req2 = Req2 = Req2 = Req1 = Req1 = Req = Req = 16 x 16 16 x 16 8 x 8 8 x 8 16 x 16 16 x 16 R3 x R4 R3 x R4 R1 x R2 R1 x R2 Req1 x Req2 Req1 x Req2 16 + 16 16 + 16 8 + 8 8 + 8 16 + 16 16 + 16 R3 + R4 R3 + R4 R1 + R2 R1 + R2 Req1 + Req2 Req1 + Req2 Req1=8 ohm Req1=8 ohm Req2=8 ohm Req2=8 ohm vem do 87 do vem do 87 do relê da bomba relê da bomba 12 12 Req=4 ohm

Req=4 ohm relê da bombarelê da bombavem vem do do 87 87 dodo

12

12   r

  r e e d d e e  s  s

  e

  e  n  n  h  h

 a

 a n n d d o o......

Note que

Note que nos sistemas de injeção contínua, o nos sistemas de injeção contínua, o valor da valor da resisresistência elétritência elétrica das ca das válvulválvulas injetorasas injetoras as

assosociciadaadassememparparalaleloelo,,seserárásesempmprereapraproxioximamadadamementntee44vevezezessmemenornorquequeoovavalolorrdadareresisiststênênciciaaelelététriricacadede uma

umaválvválvulaulaisoisoladalada..

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E E s s t t a a p p á á g g i i n n a a é é p p a a r r t t e e i i n n t t e e g g r r a a n n t t e e d d a a E E n n c c i i c c l l o o p p é é d d i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a O O n n l l i i n n e e D D o o u u t t o o r r -i i e e . . R R e e p p r r o o d d u u ç ç ã ã o o , , d d i i s s t t r r i i b b u u i i ç ç ã ã o o , , c c o o m m p p a a r r t t i i l l h h a a m m e e n n t t o o e e c c o o m m e e r r c c i i a a l l i i z z a a ç ç ã ã o o s s ã ã o o p p r r o o i i b b i i d d a a s s c c o o n n f f o o r r m m e e a a L L e e i i d d o o s s D D i i r r e e i i t t o o s s A A u u t t o o r r a a i i s s ( ( l l e e i i 9 9 6 6 1 1 0 0 / / e e o o c c o o n n t t r r a a t t o o d d e e l l i i c c e e n n ç ç a a d d e e u u s s o o . . D D e e n n u u n n c c i i e e a a c c ó ó p p i i a a f f r r a a u u d d u u l l e e n n t t a a p p e e l l o o f f o o n n e e ( ( 4 4 8 8 ) ) 3 3 2 2 3 3 8 8 -0 0 0 0 1 1 0 0 o o u u p p e e l l o o s s i i t t e e w w w w w w . . d d o o u u t t o o r r i i e e . . c c o o m m . . b b r r . . C C o o p p y y r r i i g g h h t t © © D D o o u u t t o o r r -i i e e T T e e c c n n o o l l o o g g i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a ® ® . . T T o o d d o o s s o o s s d d i i r r e e i i t t o o s s r r e e s s e e r r v v a a d d o o

(27)

Conector

Conectorda UCE (lda UCE (lado do ado do chicote)chicote)

01 01 14 14 25 25 13 13 85 85 86 86 87 87 30 30 soquete do relê soquete do relê da bomba da bomba Por

Portantanto,to,nonoGolGolffGLGLpodepodemosmosververifiificarcarqueque:: !

! Medindo-se uma única válvula injetora Medindo-se uma única válvula injetora

(desconectando-a de seu conetor) a resistência (desconectando-a de seu conetor) a resistência elétricadeveestarentre13e16ohm.

elétricadeveestarentre13e16ohm.

*Ex

*Exempemploslosdedesissistemtemasasdedeinjinjeçãeçãooconcontíntínuaua::

*BOSCH *BOSCH B

BOOSSCCHHLL33..11JJEETTRROONNIIC C ((UUnnooTTuurrbboo)) BO

BOSCSCHHMMOTOTRORONNIC1.IC1.5.5.2 2 (A(Aststra2.ra2.0)0) *MARELLI *MARELLI I IAAW GW G77..225 5 ((TTeemmpprra 1a 166V - 2V - 2bboobbiinnaass)) *BOSCH-HELIA *BOSCH-HELIA D DIIGGIIFFAANNT MT MI I ((GGoollf Gf GLLXX, G, Goollf Gf GTTII, G, Goollf f GGL 1L 1..88))

Associação de resistores em paralelo

Associação de resistores em paralelo

!

!  Medindo-se as válvulas injetoras associadas em  Medindo-se as válvulas injetoras associadas em

pa pararalelelolo(d(desescoconenectctanandodooococonenetotorrdadaUCUCEEeereretitirarandndoo o orerelêlêdadabobombmba)a)aareresisiststênênciciaaelelététriricacadedeveveesestatarrenentrtree 3,25e4,00ohm. 3,25e4,00ohm. Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE g g i i n n a a é é p p a a r r t t e e i i n n t t e e g g r r a a n n t t e e d d a a E E n n c c i i c c l l o o p p é é d d i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a O O n n l l i i n n e e D D o o u u t t o o r r -i i e e . . R R e e p p r r o o d d u u ç ç ã ã o o , , d d i i s s t t r r i i b b u u i i ç ç ã ã o o , , c c o o m m p p a a r r t t i i l l h h a a m m e e n n t t o o e e c c o o m m e e r r c c i i a a l l i i z z a a ç ç ã ã o o s s ã ã o o p p r r o o i i b b i i d d a a s s c c o o n n f f o o r r m m e e a a L L e e i i d d o o s s D D i i r r e e i i t t o o s s A A u u t t o o r r a a i i s s ( ( l l e e i i 9 9 6 6 1 1 0 0 / / c c o o n n t t r r a a t t o o d d e e l l i i c c e e n n ç ç a a d d e e u u s s o o . . D D e e n n u u n n c c i i e e a a c c ó ó p p i i a a f f r r a a u u d d u u l l e e n n t t a a p p e e l l o o f f o o n n e e ( ( 4 4 8 8 ) ) 3 3 2 2 3 3 8 8 -0 0 0 0 1 1 0 0 o o u u p p e e l l o o s s i i t t e e w w w w w w . . d d o o u u t t o o r r i i e e . . c c o o m m . . b b r r . . C C o o p p y y r r i i g g h h t t © © D D o o u u t t o o r r -i i e e T T e e c c n n o o l l o o g g i i a a A A u u t t o o m m o o t t i i v v a a ® ® . . T T o o d d o o s s o o s s d d i i r r e e i i t t o o s s r r e e s s e e r r v v a a d d o o

(28)

Associação mista

22

São associações em que os resistores estão ligados em série e em paralelo simultaneamente. Este tipo de ligação pode ser visualizado no circuito das válvulas injetoras de todos os sistemas de injeção eletrônica semi-seqüencial* (banco a banco).

Exemplo: a ligação das válvulas injetoras do sistema de injeção eletrônica, Multec Delphi (Corsa MPFI).

1º 2º

3º 4º

Note que nos sistemas de injeção semi-seqüencial, valor da resistência elétrica das válvulas injetoras associadas, será aproximadamente igual ao valor da resistência elétrica de uma válvula isolada (consulte especificações do sistema em questão).

*Exemplos de sistemas de injeção semi-seqüencial:

*BOSCH

BOSCH MOTRONIC1.5.2 (Omega/Suprema2.0 álcool)

BOSCH MOTRONIC1.5.1 (Omega/Suprema2.0 e 3.0 gas. - Vectra 2.0 gas.até96)

*FIC

EECIVEFI (Logus/ParatiGLSi,Santana,QuantumGLI,PointerGLI)

*ROCHESTER

MULTEC D ELPHI (Corsa M PFI e Omega 2 .2 MPFI)

C15 C11 U N ID A D E D E C O M A N D O   bateria + -chave de ignição R1=2 ohm R3=2 ohm R2=2 ohm R4=2 ohm vem da chave de ignição C15 C11 Req1=1 ohm Req=2 ohm Req2=1 ohm Req2=Req1 C15 C11 C15 C11   r e d e  s   e  n  h  a n d o... associação

em paralelo em paraleloassociação

associação em série Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

(29)

Circuito Elétrico

Denominamos circuito elétrico o conjunto de dispositivos (geradores, fios condutores, interruptores, relês,resistores etc.) onde se podeestabelecer umacorrente elétrica.

Fechar um circuito é efetuar uma ligação que permite a passagem da corrente elétrica. Abrir um circuito é interromper essa corrente. Tais operações se efetuam geralmente através de uma chave ou interruptor.

Paraquehajafluxodecorrenteemcircuitoelétricoéfundamentalque: ! ocircuitonãoestejaaberto;

!  ospolospositivoenegativodocircuitoestejaemperfeitoestadoenãoestejamoxidados.

Curto-Circuito (C.C.) e Circuito Aberto (C.A.)

Provoca-se um curto-circuito entre dois pontos de um circuito elétrico quando esses pontos são ligados porum condutor de resistência nula.

Curto-circuito não apresenta oposição à passagem de corrente. Quando é provocado um curto-circuito a intensidade de corrente do curto-circuito considerado pode aumentar (o que ocasionalmente provoca a queimadofusíveldeproteção).

Circuito abertoé umelementodocircuitoque apresenta resistência infinita. Sejaqual for a tensãoaplicadaa esteelemento,acorrentequeocirculaseránula. bateria Linha 30   fusível Linha 15 chave de ignição interruptor da buzina buzina relê 87 86 30 85 bateria Linha 30   fusível Linha 15 chave de ignição interruptor da buzina buzina relê 87 86 30 85 curto-circuito (resistência elétrica nula) (aumento da corrente elétrica) curto-circuito

(resistência elétrica nula) (aumento da corrente elétrica)

bateria

Linha 30 fusível

fusível "queimado" (circuito aberto) (resistência infinita) (não há passagem de corrente) Doutor-IE Doutor-IE   Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

(30)

Multímetro Automotivo

24

Basicamente o mutímetroé um equipamento utilizado para medir grandezas elétricas como: ! resistênciaelétrica (ohm)

! tensão elétrica (volt)

!intensidade de corrente (ampére)

Portanto um multímetro engloba as funções do ohmímetro (medidor de resistência), do voltímetro (medidor de voltagem) e do amperímetro (medidor de intensidade de corrente).

O multímetro pode ser analógico (de ponteiro) ou digital (de números). Os digitais podem ser automáticos ou manuais (o operadordeve escolher a faixa de escala mais adequada). Para aplicação na área automotiva existem os chamados multímetros automotivos.

O multímetro automotivo tem todas as funções de um multímetro comum, mais algumas funções automotivascomo:

!  mediçãodarotaçãodomotor(RPM) !  mediçãodotempodeinjeção(ms) ! mediçãodociclodetrabalho(%duty) !  mediçãodatemperatura(ºCouºF)

! medição do ângulo de permanência (DWELL)

Nesse trabalho serão analisadas as funções e a utilização de um multímetro automotivo, digital e automático.

Para outros multímetros automotivos as considerações são similares (consulte o manual do equipamento).

Doutor-IE

E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Medição de Resistência Elétrica

Através da medição de resistência elétrica podemos:

!verificara continuidade dos fios condutores do circuito elétrico

! testartodos os componentes que sejam constituídos por bobinas(como sensorde rotação, válvula injetora), resistores (como aquecedor da sonda lambda), potenciômetros (como sensorde posiçãodaborboleta)etermistores(comosensordetemperaturadaágua).

Procedimento de Medição de Resistência

!Conectar a ponta de teste preta no terminal (COM)

! Conectar a ponta de teste vermelha no terminal (V/OHM/RPM)

!  SelecionarocursornaescalaOHM.Feitoissooequipamentoestáprontoparamedirqualquer valorentre0e40MOHM(escalaautomática)

!  CasodesejemaiorprecisãonamediçãoaperteobotãoRANGEparaselecionarumafaixamanual de medição. Se a faixa escolhidafor muito alta, as leituras serão de baixa precisão.Se, for muito

Baixa o multímetro indica OL ( over limit )

! Desconectar o componente a sermedido do circuito elétrico

!Ligar as pontas de teste aos terminais ou extremidades do componente.

OFF OFF X10RPM RPM TEMP DWELL ms-PULSE %duty Hz TÜV SAFETYAPROVED TO IEC1010 20A mA 0 10 20 30 40  AUTO válvula injetora seleção da escala OHM medição de resistência elétrica RANGE: para seleção manual de escalas, caso deseje maior precisão

Prefixos mais utilizados na escala OHM

Prefixo K ohm M ohm Significado quilo ohm mega ohm Valor 1.000 ohm 1.000.000 ohm Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

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Medição Audível de Continuidade

26 

Este teste é utilizado para testar continuidade de condutores cuja resistência é menor que 40 ohm (fios condutores, chicotes em geral).

!Conectar a ponta de teste preta no terminal (COM)

! Conectar a ponta de teste vermelha no terminal (V/OHM/RPM) ! SelecionarocursornaescalaOHM.

!  Apertarobotãoazulparaselecionarotesteaudível.

! Desconectar o componente a sermedido do circuito elétrico

!Ligar as pontas de teste aos terminais ou extremidades do componente.

!  Seocircuitoestiverfechadoomultímetroemitiráumsom(BEEP).

!Seo circuito estiver aberto o displaymostrará 400 ohm ouO.L.(over limit).

OFF OFF X10RPM RPM TEMP DWELL ms-PULSE %duty Hz TÜV SAFETYAPROVED TO IEC1010 20A mA 0 10 20 30 40  AUTO válvula injetora seleção da escala OHM medição de continuidade

BOTÃO AZUL: para seleção da

continuidade audível

OFF OFF OFF OFF

X10RPM X10RPM RPM RPM TEMP TEMP DWELL DWELL ms-PULSE ms-PULSE %duty %duty Hz Hz

TÜV SAFETY APROVED TO IEC1010 TÜV SAFETY APROVED TO IEC1010

20A 20A

mA mA

0 10 20 30 40 0 10 20 30 40

 AUTO  AUTO

fio sem interrupção

seleção da escala OHM seleção da escala OHM fio interrompido Multímetro indicando resistência elétrica igual a zero

(fio sem interrupções)

Multímetro indicando resistência elétrica infinita O.L

(fio interrompido)

medição de continuidade medição de continuidade

Prefixos mais utilizados na escala OHM

Prefixo K ohm M ohm Significado quilo ohm mega ohm Valor 1.000 ohm 1.000.000 ohm

Doutor-IE

Doutor-IE

Doutor-IE Doutor-IE Doutor-IE   Doutor-IE E st a p á g in a é p a rt e in te g ra n te d a E n ci cl o p é d ia A u to m o ti v a O n li n e D o u to r-ie . R e p ro d u çã o , d is tr ib u iç ã o , co m p a rt il h a m e n to e co m e rc ia li z a çã o sã o p ro ib id a s co n fo rm e a L e i d o s D ir e it o s A u to ra is (l e i 9 6 1 0 /1 e o co n tr a to d e li ce n ça d e u so . D e n u n ci e a có p ia fr a u d u le n ta p e lo fo n e (4 8 ) 3 2 3 8 -0 0 1 0 o u p e lo si te w w w .d o u to ri e .c o m .b r. C o p y ri g h t© D o u to r-ie T e cn o lo g ia A u to m o ti v a ® . T o d o s o s d ir e it o s re se rv a d o

Referências

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