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Teoria do Consumidor:

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Academic year: 2021

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(1)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Teoria do Consumidor:

Excedente do consumidor e equação de Slutsky

Roberto Guena de Oliveira

(2)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Sumário

A função de utilidade indireta

Função dispêndio e demanda compensada Medidas de variação de bem estar individual Equação de Slutsky

O problema de minimização dos gastos Exercícios

(3)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Sumário

A função de utilidade indireta

Definição

Função dispêndio e demanda compensada Medidas de variação de bem estar individual Equação de Slutsky

O problema de minimização dos gastos Exercícios

(4)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Função de utilidade indireta

Definição

Sejam as funções de demanda x1(p1, p2, m) e x2(p1, p2, m) resultantes da solução do problema

de maximizar a função de utilidade U(x1, x2) dada

a restrição orçamentária p1x1+ p2x2= m. A

função de utilidade indireta, notada por

V(p1, p2, m), retorna, para os valores de p1, p2 e n

a utilidade obtida ao se resolver esse problema

(5)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Exemplo – preferências Cobb-Douglas

Função de utilidade U(x1, x2) = x1ax21−a, 0 < a < 1 Funções de demanda x1(p1, p2, m) = a m p1 e x2(p1, p2, m) = (1 − a) m p2

Função de utilidade indireta V(p1, p2, m) = – am p1 ™a– (1 − a)m p2 ™1−a = aa(1 − a)1−a m p1ap21−a

(6)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Sumário

A função de utilidade indireta

Função dispêndio e demanda compensada

Função dispêndio

Medidas de variação de bem estar individual Equação de Slutsky

O problema de minimização dos gastos Exercícios

(7)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Definições

A função de dispêndio, notada por e(p1, p2, u), é

uma função que retorna a resposta à seguinte questão: que renda deve ser dada a um

consumidor para garantir que, com essa renda, dados os preços p1 e p2, ele obtenha, ao

maximizar sua utilidade, o nível de utilidade u? Desse modo, e(p1, p2, u) é definida por

(8)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Exemplo: preferências Cobb-Douglas

A função de utilidade indireta

V(p1, p2, m) = aa(1 − a)1−a m p1ap21−a Função dispêndio: V(p1, p2, e(p1, p2, u)) = u ⇒ aa(1 − a)1−ae(p1, p2, u) p1ap21−a = u ⇒ e(p1, p2, u) = u p1ap21−a aa(1 − a)1−a

(9)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Observações

Se considerarmos u uma constante, a função e(p1, p2, u) passa a ter apenas dois

argumentos e seu gráfico descreverá a superfície de iso-utilidade indireta associada ao nível de utilidade u.

Se adicionalmente considerarmos p2uma

constante, a função e(p1, p2, u) para a ter

apenas um argumento variável e seu gráfico será uma curva de iso-utilidade indireta.

(10)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Função dispêndio e curvas de

iso-utilidade indireta

V(p1, p2, m) = u2 m = e(p1, p2, u2) V(p1, p2, m) = u1 m = e(p1, p2, u1) V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) b c p1 m

(11)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Funções de demanda compensada

Definimos as funções de demanda compensada ou hicksiana pelos bens 1 e 2, notadas

respectivamente por h1(p1, p2, u) e h2(p1, p2, u)

como

h1(p1, p2, u) = x1(p1, p2, e(p1, p2, u))

e

(12)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Exemplo: preferências Cobb-Douglas

Funções demanda e dispêndio

x1(p1, p2, m) = a m p1 e(p1, p2, u) = u p1ap21−a aa(1 − a)1−a

Função demanda compensada (bem 1)

h1(p1, p2, u) = x1(p1, p2, e(p1, p2, u)) = a u p1ap21−a aa(1−a)1−a p1 = u – a 1 − a p2 p1 ™1−a

(13)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Exemplo: derivando curvas com p

2

= 1

x1 x2 u(x1, x2) = up1 m x1 p1 p01 m0 x01 b p11 b m1 x11 b m = e(p1, 1, u∗) v(p1, 1, m) = u∗ b p01 m0 bb p11 m1 b b p01 x01 h1(p1, 1, u∗) b b p11 x11 b

(14)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

e(p1

, p

2, u) é côncava em relação a p1

b c m = e(p1, p2, u∗) v(p1, p2, m) = up1 m m = p1x1 + p2x2 p2x2 b p1 mx1 x∗ 1 = h1(p ∗ 1, p ∗ 2, u) x2 = h2(p1, p2, u∗) u= U(x1, x2) = V(p1, p2, m∗)

(15)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

Lema de Shephard

∂e(p1, p2, u) ∂p1 = h1(p1, p2, u) ∂e(p1, p2, u) ∂p2 = h2(p1, p2, u)

(16)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Exemplo: preferências Cobb-Douglas

Função dispêndio

e(p1, p2, u) = u

p1ap21−a aa(1 − a)1−a

Função demanda compensada:

h1(p1, p2, u) = ∂e(p1, p2, u) ∂p1 = ∂p1 u p1 ap 21−a aa(1 − a)1−a = au p1a−1p21−a aa(1 − a)1−a = u – a 1 − a p2 p1 ™1−a

(17)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Curvas de iso-utilidade indireta para

bens normais

b

c

p1 m

(18)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Curvas de iso-utilidade indireta para

bens inferiores

p1 m

(19)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Curvas de iso-utilidade indireta para

preferências quase-lineares

p1 m

(20)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Lei da demanda compensada

A demanda compensada de um bem é não

crescente em relação ao preço desse bem, ou seja

p1 1> p 0 1⇒ h1(p 1 1, p2, m) ≤ h1(p 0 1, p2, m) Observação:

A lei da demanda não é válida para a demanda não compensada, uma vez que os bens Giffen são teoricamente possíveis.

(21)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Curvas de demanda marshalliana e de

demanda compensada – bem normal

x1 p1 x1(p1, p2, m∗) p01 b h1(p1, p2, v(p01, p2, m∗)) p11 b h1(p1, p2, v(p11, p2, m∗))

(22)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Curvas de demanda marshalliana e de

demanda compensada – bem inferior

x1 p1 b p01 h1(p1, p2, v(p1, p2, m∗)) x1(p1, p2, m∗)

(23)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Curvas de demanda marshalliana e de

demanda compensada – preferências

quase-lineares

x1 p1 p01 b p11 b    x1(p1, p2, m∗) =h1(p1, p2, v(p01, p2, m∗)) =h1(p1, p2, v(p11, p2, m∗))

(24)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Sumário

A função de utilidade indireta

Função dispêndio e demanda compensada Medidas de variação de bem estar individual

Variação compensatória Variação equivalente Comparações

Excedente do consumidor

Equação de Slutsky

O problema de minimização dos gastos Exercícios

(25)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Variação compensatória

Seja uma mudança nos preços e na renda do consumidor dos valores iniciais (p0

1, p 0 2, m

0) para os

valores finais (p11, p12, m1). Associada a essa mudança definimos a variação compensatória na renda desse consumidor (VC) como a redução na renda (ou o negativo do aumento na renda) necessária(o) para fazer com que, a partir dos preços e renda finais (p11, p1

2, m

1), o consumidor

volte a obter em equilíbrio, o mesmo nível de utilidade que obtia com os preços e renda originais, (p0

1, p 0 2, m

(26)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Variação compensatória – definições

equivalentes

Usando a função de utilidade indireta: V(p11, p12, m1− VC) = V(p01, p02, m0)

Usando a função dispêndio:

(27)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Representação gráfica – redução em p

1

V(p1, p2, m) = u1 m = e(p1, p2, u1) V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) b c p01 m∗ b b p11 p1 m VC

(28)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Representação gráfica – aumento em p

1

V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) b c p11 p01 p1 m mVC

(29)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

Redução em p

1

– representação

alternativa.

x2 x1 p01x1+ p2x2= m bE0 p11x1+ p2x2= m bE1 p11x1+ p2x2= e(p11, p2, V(p01, p2, m)) bEc V C p2

(30)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Variação equivalente

Seja uma mudança nos preços e na renda do consumidor dos valores iniciais (p01, p02, m0) para os valores finais (p1

1, p 1 2, m

1). Associada a essa

mudança definimos a variação equivalente na renda desse consumidor (VE) como o aumento na renda (ou o negativo da redução na renda)

necessário(a) para fazer com que, a partir dos preços e renda iniciais (p01, p02, m0), o consumidor passasse a obter em equilíbrio, o mesmo nível de utilidade que obteria com os preços e renda finais, (p11, p12, m1).

(31)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Variação equivalente – definições

equivalentes

Usando a função de utilidade indireta: V(p01, p02, m0+ VE) = V(p11, p12, m1)

Usando a função dispêndio:

(32)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Representação gráfica – redução em p

1

V(p1, p2, m) = u1 m = e(p1, p2, u1) V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) b c p01 b p11 b p1 m mVE

(33)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Representação gráfica – aumento em p

1

V(p1, p2, m) = u1 m = e(p1, p2, u1) V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) b c p11 p01 p1 m mVE

(34)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

Redução em p

1

– representação

alternativa.

x2 x1 p01x1+ p2x2= m bE0 p11x1+ p2x2= m bE1 p11x1+ p2x2= e(p01, p2, V(p11, p2, m)) bEc V E p2

(35)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

VC e VE – redução em p

1 V(p1, p2, m) = u1 m = e(p1, p2, u1) V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) b c p01 p11 p1 m mVC VE

(36)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

VC e VE – aumento em p

1 V(p1, p2, m) = u0 m = e(p1, p2, u0) V(p1, p2, m) = u1 m = e(p1, p2, u1) b c p11 p01 p1 m mVE VC

(37)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Comparando as medidas

Variação apenas no preço de um bem

Bens normais VC < VE

Bens inferiores VC > VE

(38)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Variação compensatória e equivalente e

demanda compensada

O caso de uma mudança em p1 Variação compensatória VC = e(p01, p2, u0) − e(p11, p2, u0) = Z p01 p1 1 h1(p1, p2, u0)dp1 Variação equivalente VE = e(p01, p2, u1) − e(p11, p2, u1) = Z p01 p1 1 h1(p1, p2, u1)dp1 Nas quais u0= V(p0 1, p2, m) e u 1= V(p1 1, p2, m)

(39)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Variações compensatória e equivalente

como áreas

Var. compensatória x1 p1 x1(p1, p2, m) p01 p11 VC h1(p1, p2, u0) b b Variação equivalente x1 p1 x1(p1, p2, m) p01 p11 VE h1(p1, p2, u1) b b

(40)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Excedente do consumidor

Em se tratando de um bem com demanda independente da renda (preferências

quase-lineares), as duas áreas do slide anterior coincidem e são chamadasvariação no excedente

(41)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Uma medida aproximada

x1 p1 x1(p1, p2, m) p01 p11 CS b b

(42)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

ANPEC – concurso 2008, questão 2

Um consumidor tem a função de utilidade

U(x, y) = xαy1−α, com 0 < α < 1, em que x é a quantidade do primeiro bem e y a do segundo. Os preços dos bens são, respectivamente, p e q, e m é a renda do consumidor. Julgue as afirmações:

0. A demanda do consumidor pelo primeiro bem

será x = m/p F

1. A demanda do consumidor pelo segundo bem

será y = (1 − α)m/ αq F

2. Se m = 1.000, α = 1/4 e q = 1, então o consumidor irá adquirir 250 unidades do

(43)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

ANPEC – concurso 2008, questão 2

3. Suponha que: m = 288, α = 1/2 e p = q = 1. Se

q quadruplicar, será necessário triplicar a

renda do consumidor para que ele fique tão bem quanto antes, pelo cálculo de sua

variação compensatória. F

4. Suponha que m = 288, α = 1/2 e imagine que, após uma situação inicial em que p = q = 1, q tenha quadruplicado. Pelo cálculo da variação equivalente, a variação de bem-estar

corresponderá à redução de sua renda à

(44)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Questão 02 de 2007

Sendo U(x, y) a função que representa a utilidade atribuída por um consumidor a uma cesta (x, y) qualquer, julgue as proposições:

0. Se U(x, y) = xαyβ, sendo α e β dois números

positivos, as preferências do consumidor não

são bem-comportadas. F

1. Se U(x, y) = x + ln(y) e se a demanda é interior, então a variação no excedente do consumidor decorrente de uma variação no preço do bem y mede a variação no bem-estar

(45)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Sumário

A função de utilidade indireta

Função dispêndio e demanda compensada Medidas de variação de bem estar individual Equação de Slutsky

Efeitos substituição e renda

Efeitos substituição e renda de Slutsky A equação de Slutsky

O caso de compra e venda

O problema de minimização dos gastos Exercícios

(46)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Efeitos substituição e renda

Definição

Oefeito substituição associado a uma mudança

no preço do bem 1 de p0

1para p 1

1, com o preço do

bem dois e a renda constantes em p2e m é dado

por

ES = h1(p11, p2, V(p01, p2, m)) − x1(p01, p2, m)

= h1(p11, p2, V(p01, p2, m)) − h1(p01, p2, V(p01, p2, m))

Definição

Oefeito rendaassociado a uma mudança no preço

do bem 1 de p01para p11, com o preço do bem dois e a renda constantes em p2e m é dado por

(47)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Ilustração gráfica – redução de preço,

bem normal

x1 p1 x1(p1, p2, m∗) h1(p1, p2, v(p01, p2, m∗)) p01 b p11 b ef. substituição ef. renda ef. total b

(48)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Ilustração gráfica – aumento de preço,

bem inferior

x1 p1 b p01 ef. substituição ef. renda ef. total h1(p1, p2, v(p1, p2, m∗)) x1(p1, p2, m∗)

(49)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Outra ilustração gráfica – bem normal,

redução em p

1 x2 x1 p01x1+ p2x2= m bE0 p11x1+ p2x2= m bE1 p11x1+ p2x2= e(p11, p2, V(p01, p2, m)) bEc Efeito preço Efeito substituição Efeito renda

(50)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Três possibilidades

Bens normais: Efeitos substituição e renda têm a

mesma direção.

Bens inferiores ordinários: Efeitos substituição e

renda têm sinal contrário e efeito substituição é maior, em módulo, ao efeito renda.

Bens de Giffen: Efeitos substituição e renda têm

sinal contrário e efeito renda é maior, em módulo, ao efeito substituição.

(51)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Efeitos substituição e renda de Slutsky

Convenções

∆p1= p11− p01 x10= x1(p01, p2, m)

Definições:

Os efeitos substituição e renda de Slutsky (respectivamenteESSe ERS) associados a uma mudança no preço do bem 1 de p0

1para p 1

1, com o

preço do bem dois e a renda constantes em p2 e m são dados por

ESS = x1(p11, p2, m+ ∆p1x10) − x1(p01, p2, m)

(52)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

Ilustração gráfica

x2 x1 p01x1+ p2x2= m bE0 p11x1+ p2x2= m bE1 p11x1+ p2x2= m + ∆p1x01 bEc Efeito preço Efeito substituição Efeito renda

(53)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

A equação de Slutsky

Derivação h1(p1, p2, u) ≡ x1(p1, p2, e(p1, p2, u)) ∂h1 ∂p1 = ∂x1 ∂p1 +∂x1 ∂m ∂e(p1, p2, u) ∂p1 = ∂x1 ∂p1 +∂x1 ∂mh1(p1, p2, u) = ∂x1 ∂p1 +∂x1 ∂mx1(p1, p2, e(p1, p2, u)) ∂x1 ∂p1 = ∂h1 ∂p1 ∂x1 ∂mx1

(54)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Equação de Slutsky em elasticidades

∂x1 ∂p1 = ∂h1 ∂p1 ∂x1 ∂mx1 ∂x1 ∂p1 p1 x1 =∂h1 ∂p1 p1 h1 ∂x1 ∂m m x1 p1x1 m ε1,1 = εh1,p1− siε1,m

(55)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Compra e Venda – exemplo 1

Efeito de um aumento em p1 x1 x2 b ω1 ω2 b p01 p2ω12 b b efeito substituição efeito renda comum

bb

(56)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Compra e Venda – exemplo 2

Efeito de um aumento em p1 x1 x2 b ω1 ω2 p01 p2ω12 b b b efeito substituição efeito renda comum

b

(57)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

O caso de compra e venda

A função de demanda do bem 1 é

x1(p1, p2, m(p1, p2)) na qual m(p1, p2) ≡ p1ω1+ p2ω2. Assim dx1 dp1 = ∂x1 ∂p1 + ∂x1 ∂mω1 dx1 dp1 = ∂h1 ∂p1 +∂x1 ∂m(ω − x1)

Caso o bem 1 seja normal e o consumidor seja ofertante líquido desse bem, o efeito renda total (ordinário + dotação) terá sinal contrário ao efeito substituição.

(58)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Sumário

A função de utilidade indireta

Função dispêndio e demanda compensada Medidas de variação de bem estar individual Equação de Slutsky

O problema de minimização dos gastos

O problema

Funções dispêndio e demanda compensada

(59)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Minimização de gastos

Qual é o valor da cesta de bens mais barata que garanta que um consumidor com preferências representadas por uma função de utilidade

U(x1, x2) atinja um nível mínimo de utilidade ¯u?

Trata-se de resolver o problema: min

x1,x2

p1x1+ p2x2

(60)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

Solução gráfica

Curvas de isocusto x2 x1 p 1x 1+ p 2x 2 = c0 tan = −p1p2 p 1x 1+ p 2x 2 = c1 p1 x 1+ p 2x 2= c2 Solução x2 x1 U(x1, x2) = ¯u b h1 h2 |TMS| =p1 p2

(61)

Preferências Roberto Guena de Oliveira

Solução matemática

O problema min x1,x2 p1x1+ p2x2 sujeito a U(x1, x2) ≥ ¯u O Lagrangiano L = p1x1+ p2x2− λ(U(x1, x2) − ¯u) Condições de 1ªordem    UMg1 UMg2 =p1 p2 U(x1, x2) = ¯u

(62)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

Funções de demanda compensada e

função dispêndio

Função de demanda compensada

Sejamh1(p1, p2, u) eh2(p1, p2, u) as funções que

geram as quantidades ótimas dos bens 1 e 2, respectivamente, para o problema de minimização de gastos. Elas são chamadasfunções de

demanda compensadasoufunções de demanda

hicksianas.

A função dispêndio

A função dispêndio, notada pore(p1, p2, u), é a

função que determina o gasto ótimo associado ao problema de minimização de gasto. Ela é definida por

(63)

Preferências

Roberto Guena de Oliveira

ANPEC 2009 – Questão 1

Considere uma função de utilidade Cobb-Douglas

U = qα

1q

α

2 . Julgue as afirmativas abaixo:

0. A demanda hicksiana pelo bem 1 tem a forma

q1= U

”

1+ pρ2—1/ ρ, em que ρ = 0, 75 . F 1. A sensibilidade da demanda hicksiana do bem

1 em relação ao preço do bem 2 é igual à sensibilidade da demanda hicksiana do bem 2

ao preço do bem 1. V

2. A demanda marshalliana pelo bem 1 tem a forma q1= Ap1−α2 pα−11 W , em que A é uma

função de α e em que W é a renda do

consumidor. F

3. O efeito-renda para esta função é dado por

(−α2W)/ p21. V

4. Para esta função de utilidade, o efeito renda é

Referências

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