Session 21
Concessões, Mercados E Política Pública
PURC/ARSESP Training Sao Paulo, S.P., Brazil
October 22-26, 2012 Ashley Brown
Executive Director, Harvard Electricity Policy Group John F. Kennedy School of Government
Harvard University
CONCESSÕES, MERCADOS E POLÍTICA
PÚBLICA
a. Proposta para as Concessões
1. Delegação da prestação do serviço.
2. Promover a eficiência na prestação do serviço.
3. Possibilidade de prestação do serviço por empresas públicas ou privadas.
CONCESSÕES, MERCADOS E POLÍTICA
PÚBLICA
a. Natureza das Concessões
1. Simples licença objeto de regulação; ou 2. Regulação por contratos.
3. Os termos das concessões devem estar alinhadas com os objetivos da política pública.
CONCESSÕES, MERCADOS E POLÍTICA
PÚBLICA
a. Outorga das Concessões
1. Procedimento competitivo (ex. leilão).
i. Evitar decisões arbitrárias;
ii. Mecanismo de mercado. 2. Critérios de licitação
i. Preço pago ao Estado;
CONCESSÕES, MERCADOS E POLÍTICA
PÚBLICA
a. Prazo das Concessões
1. Não perpétuas.
i. Terminação por justa causa;
ii. Expiração.
2. Vencimento automático
i. Com possibilidade de renovação;
CONCESSÕES, MERCADOS E POLÍTICA
PÚBLICA
a. Problemas do sistema sem possibilidade de
renovação
1. Incentivo perverso com custos de operações e manutenção.
2. Problema regulatório quando os incentivos
econômicos estão alinhados com os interesses públicos.
3. Risco não conhecidos pelo novo concessionário, resultando em custos adicionais.
4. Penalização para o concessionário com bom desempenho.
CONCESSÕES, MERCADOS E POLÍTICA
PÚBLICA
a. Perspectiva global sobre a possibilidade de
renovação das concessões
1. Possibilidade de renovação permite aos investidores mais controle sobre seus destinos.
2. Concessão competitiva = mecanismo de mercado não constitui um mercado.
3. Experiência internacional demonstra que a evolução na competição no mercado de energia elétrica não é decorrente da renovação das concessões.
Avaliação dos de Regulação
Independente do Setor de
Energia Elétrica Brasileiro
Fórum
Uma Década de Regulação no Brasil
Promoção ABAR
Rio de Janeiro, RJ, Brasil 26 de Novembro de 2007 Apresentação Ashley C. Brown
Executive Director, Harvard Electricity Policy Group John F. Kennedy School of Government
Harvard University
Critérios de Avaliação
Baseados na obra:
BROWN, Ashley C.; STERN, Jon; TENEMBAUM, Bernard. Handbook for Evaluating
Infrastructure Regulatory Systems.
Experiência Brasileira:
Estrutura Regulatória, Processos,
Procedimentos e Ética
a. Estrutura Legal b. Poderes Legais
c. Direitos de Propriedade e Contratuais
d. Clareza dos Papéis na Regulação e Política
Pública
e. Clareza e Compreensão das Decisões
Regulatórias
f. Previsibilidade e Flexibilidade
Experiência Brasileira:
Estrutura Regulatória, Processos,
Procedimentos e Ética (cont.)
a. Direitos do Consumidor
b. Financiamento das Agências Reguladoras c. Independência Regulatória
d. Responsabilidade Regulatória
e. Processos Regulatórios e Transparência f. Participação Pública
g. Revisão das Decisões Regulatórias h. Ética
Estrutura Legal
a. A agência reguladora deve ser criada por lei
1. Autoridade Jurisdicional
i. Brasil ⇒ Sim
2. Poderes, deveres e responsabilidades
i. Brasil ⇒ falta de clareza
Estrutura Legal (cont.)
a. Princípios regulatórios básicos, práticas,
procedimentos e políticas públicas dispostas em lei
1. Brasil – Parcialmente
b. Todas as leis que tratam de questões
regulatórias devem ser de natureza prospectiva e nenhuma deve ser de aplicação retrospectiva
Poderes Legais da Agência
a. Competência para tomar decisões finais b. Aprovar tarifas
c. Elaborar padrões adequados e vinculantes
1. Brasil – Geralmente sim
Poderes Legais da Agência (cont.)
a. Fazer regras e política subsidiária de acordo
com a lei
1. Brasil – Possivelmente
b. Tomar decisões acerca dos seus servidores
1. Brasil – Limitados
c. Gastar dinheiro adequadamente dentro do
orçamento
Poderes Legais da Agência (cont.)
a. Tomar decisões e ações administrativas
relevantes
1. Brasil – Geralmente sim
b. Executar totalmente suas decisões, padrões e
normas
1. Brasil – Geralmente sim
Poderes Legais da Agência (cont.)
a. Alcance dos instrumentos legais (inclusive
sanções) adequado para a severidade das violações que possivelmente ocorram
Poderes Legais da Agência (cont.)
a. Reivindicar a produção e provisão deinformação adequada
1. Brasil – Geralmente sim
b. Adotar padrões contábeis adequados
1. Brasil – Incerto
c. Adotar adequados procedimentos internos
1. Brasil – Geralmente sim
d. Adjudicar disputas entre entidades reguladas e
entre essas e os consumidores
1. Brasil – Não está claro (há restrições judiciais)
Poderes Legais da Agência (cont.)
a. Evita o abuso do monopólio e do poder do
mercado
b. Promove a competição onde é apropriado e
possível
1. Brasil – Divide os poderes com o CADE
c. Protege de forma adequada os consumidores da
injustiça e de práticas abusivas
1. Brasil – Geralmente sim
d. Evita discriminação indevida
1. Brasil – Geralmente sim
Direitos de Propriedade e Contratuais
a. Os direitos de propriedade de todas as pessoas
e entidades devem ser respeitados
b. Respeito pelos contratos celebrados entre as
partes
1. Brasil – Geralmente sim
Direitos de Propriedade e Contratuais
(cont.)
a. Nenhuma ação que afeta os direitos da
propriedade ou contratuais deve ser tomada sem oferecer a todas as partes interesses uma notificação adequada da ação que está sendo tomada e concedida oportunidade para ser ouvida
1. Brasil – Sim na prática
b. Nenhuma entidade regulada deve ser cobrada
de qualquer atividade exceto se os padrões ou expectativas estejam dispostos formalmente
Clareza dos Papéis na Regulação e Política
Pública
a. Clara articulação das responsabilidades da
agência reguladora, órgãos do governo e todas as outras agências (e.g., administradores do mercado)
1. Brasil: Geralmente sim
b. Política pública básica para o setor regulado
prevista formalmente em lei e vinculada prospectivamente à agência reguladora
1. Brasil: Não está claro (qual o papel do CNPE?)
Clareza dos Papéis na Regulação e Política
Pública (cont.)
a. Agência reguladora competente para criar
regras subsidiárias às políticas públicas objetivando cumprir suas obrigações
1. Brasil – Não está claro
b. Ministérios e agências do governo que procuram
influenciar as decisões regulatórias devem ser capazes de fazê-lo mas somente de forma
totalmente transparente e aberta
Clareza e Compreensão das Decisões
Regulatórias
a. Os princípios-chave e metodologias devem estar
claramente previstos com antecedência em documentos jurídicos adequados (e.g.,
estabelecimento de tarifas, temas de cumprimento de normas)
1. Brasil: Sim na prática
b. Clara previsão de direitos, responsabilidades,
expectativas e consequências que todos os
envolvidos no processo e e interessados gozam ou enfrentam
1. Brasil: Não está claro
Previsibilidade e Flexibilidade
a. Cumprir as decisões regulatórias anteriores
(precedentes)
1. Brasil: Não necessariamente
b. Mudar o predecente somente após comunicar o
público de tal possibilidade e proporcionar
oportunidade ampla de manifestação a todas as partes interessadas na matéria
1. Brasil: Não consistentemente
c. Qualquer mudança fundamental na prática
regulatória ou política pública deve, na medida do possível, ser tomada de forma gradual e
Direitos do Consumidor
a. Adotar um conjunto de direitos do consumidor,
que no mínimo possa incluir:
1. Qualidade nos padrões de serviço que deve ser oferecida ao consumidor
2. Processo para apresentar reclamações
b. Procedimentos que o consumidor possui no caso
de inadimplemento contratual
c. Acesso à agência reguladora para exigir reparo
para seu prejuízo
1. Brasil: Geralmente sim
Financiamento das Agências Reguladoras
a. O nível de financiamento da agência deve seradequado para que possa executar suas
funções de forma competente, profissional e em tempo razoável
1. Brasil: Não
b. Um mínimo de previsão para um fundo,
expresso em termos de um percentual das receitas reguladas (não lucros) deve estão previsto na lei
Financiamento das Agências Reguladoras
(cont.)
a. O fundo da agência deve ser proveniente de
uma imposição legal nas entidades reguladas e não da Fazenda Pública
1. Brasil: Sim na teoria; não na prática
b. Entidades reguladas devem ser capazes de
transferir para os seu clientes, através de tarifas, o valor cobrado para o fundo
1. Brasil: Sim
Financiamento das Agências Reguladoras
(cont.)
a. A receita obtida para fins de regulação não deve
ser alocada para outras despesas
1. Brasil: Não
b. Os controles ordinários do orçamento fiscal e
auditoria do governo aplicam-se à agência reguladora
1. Brasil: Sim
c. Todos os gastos de competência da agência
Financiamento das Agências Reguladoras
(cont.)
a. A aprovação do goveno não deve ser obtida em
prazo determinado, a agência deve ser
pertimida uma autorização orçamentária (em termos reais) igual ao seu orçamento no ano fiscal anterior
1. Brasil: Não
b. A agência reguladora deve, sem preocupar-se
com a autorização orçamentária da agência, ser capaz de contratar um consultor para executar tarefas específicas e exigir o pagamento dos custos específicos das entidades reguladas
Independência Regulatória
a. As agências reguladoras devem ser criadas por
lei (ou pela Constituição), e não por decreto ou legislação hierarquicamente inferior
1. Brasil: Sim
b. Com base na lei, as agências reguladoras
devem ter os seguintes poderes e características:
1. As decisões regulatórias devem, se possível, ser tomadas por um colegiado de 3, 5 ou 7 diretores (commissioners)
Independência Regulatória (cont.)
a. Fonte de recursos estável e responsável para
suas operações
1. Brasil: Sim na teoria, não na prática
b. Oferecer aos servidores remuneração
competitiva e viáveis oportunidades de carreira, bem como adequado treinamento e educação
1. Brasil: Não competitivo
c. Estabelecer o gerenciamente da estrutura
dentro da agência e tomar todas as decisões relevantes relativas aos servidores da agência
Independência Regulatória (cont.)
a. Criar as regras e políticas necessárias para
implementar suas responsabilidades
1. Brasil: Geralmente sim
b. Promulgar um código de ética a ser aplicado aos
servidores da agência e àqueles que tratam de interesses na agência
Independência Regulatória (cont.)
a. Deve ser estimulada a participação da agência
em importantes entidades de pesquisa,
educação e profissionalizantes bem como em organizações de cooperação no âmbito regional e internacional
1. Brasil: Sim
b. Os diretores da agência devem preencher os
seguintes requisitos:
1. Nomeação para mandato fixo 2. Brasil: Sim
Independência Regulatória (cont.)
a. Os mandatos dos diretores não devem coincidir
com os mandatos dos membros do governo e do legislativo
1. Brasil: Sim
b. As indicações de cada diretor da agência,
presidente ou outro membro da diretoria deve ser feita pelo chefe do governo ou chefe de
Estado, com aprovação do legislativo
1. Brasil: Sim
c. No caso de agências colegiadas, os mandatos
Independência Regulatória (cont.)
a. Os diretores só podem ser removidos por
somente por motivo de causa relevante
comprovada (descumprimento manifesto das suas atribuições) e investigada por uma
comissão independente
1. Brasil: Sim
b. Os prazos e condições de emprego de qualquer
diretor da agência não podem ser alterados durante o prazo do mandato
1. Brasil: Sim
c. Os diretores devem ser provenientes de
diversas profissões e formação técnica (e.g., economia, direito, engenharia e contabilidade)
Responsabilidade Regulatória/Legimitidade
a. Comissões legislativas e/ou grupos de trabalhodo executivo devem conduzir periodicamente audiências públicas de análise e revisão da performance das agências reguladoras
Responsabilidade Regulatória/Legimitidade
(cont.)
a. O governo ou as autoridades legislativas devem
periodicamente contratar os serviços de um grupo de especialistas externo
financeiramente, sem interesse na agência,
para preparar um relatório sobre a performance de todo o sistema regulatório ou em áreas
específicas de interesse
1. Brasil: Sim
b. As agências reguladoras devem, pelo menos
uma vez ao ano, apresentar um relatório público das suas atividades
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade
a. Exceto em situações de emergência definidas, a
agência reguladora deve tomar suas decisões observando os seguintes requisitos:
b. Adequada notificação legal dever comunicar
todas as partes de que determinado problema está sendo analisado formalmente
c. A notificação pública deve identificar o problema
analisado, a parte que iniciou o processo e todas as datas dos procedimentos a serem realizados
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade (cont.)
a. Nenhuma decisão deve ser tomada por uma
agência reguladora sem a divulgação da mesma de forma pública e por meio de documento
escrito que contenha:
b. Uma declaração objetiva da decisão
c. A descrição e análise de todas as evidências
usada na decisão
d. Um resumo das visões oferecidas pelos
participantes do procedimento
e. A motivação completa dos argumentos usados
na decisão
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade: Processo
formal de elaboração da decisão
a. Agências com vários diretores normalmente
tomas decisões por:
b. Voto de maioria ou
c. Por consenso, sem método de votação
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade: Processo
formal de elaboração da decisão (cont.)
a. Todas as decisões devem ser tomadas através
de votos públicos de todos os diretores públicos
b. Os diretores que votarem “não” devem ter a
opção de registrar formalmente os motivos dos seus votos
c. Os diretores cujos votos concorrerem para o
resultado mas que, por razões diferentes,
devem ter a opção de registrar formalmente os seus votos não divergentes com a respectiva motivação
1. Brasil: Sim
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade: Processo
formal de elaboração da decisão (cont.)
a. Todas as agências reguladoras devem definir
claramente e publicar os procedimentos regulatórios de forma motivada
1. Brasil: Sim na prática
b. Todos os documentos em poder de uma agência
reguladora, especialmente aqueles que são usados para tomada de decisões, devem ser disponibilizados para inspeção pública, exceto se as regras da agência determinarem de forma contrária (e.g., os que se relacionarem com a confidencialidade comercial)
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade: Processo
formal de elaboração da decisão (cont.)
a. Temas confidenciais abrangem somente a forma
como o regulador trata o documento. Pedido de confidencialidade não é motivo para uma parte exigir um documento do regulador
1. Brasil: Sim
Processos Regulatórios e
Transparência/Legitimidade:
Participação Pública
a. Deve haver ampla participação para todas as
partes interessadas que desejarem participar dos procedimentos regulatórios
1. Brasil: Geralmente sim
b. As agências reguladoras devem tomar todos os
procedimentos para facilitar e estimular a participação pública
1. Brasil: Sim, exceto pela falta de defensor do consumidor
Revisão das Decisões Regulatórias:
Decisões/Legitimidade
a. Todos os recursos de uma decisão de agência
reguladora devem ser interpostos para uma única entidade revisora independente, de cuja decisão não caberá recurso
b. A entidade revisora julgadora deve ser: c. Uma corte especificamente designada ou
d. Um tribunal especializado com competência
para julgar as decisões de uma ou mais agências reguladoras de infra-estrutura
Revisão das Decisões Regulatórias:
Decisões/Legitimidade (cont.)
a. Em qualquer caso, a entidade revisora deve ter
alto grau de expertise em temas regulatórios
1. Brasil: Não. O art. 5o, XXXV da CF de 1988 permite processo de revisão fracionado. Todas as cortes
federais possuem jurisdição e o TCU pode influenciar. A criação de Varas Regulatórias seria útil.
b. Qualquer parte que se sentir prejudicada por
um decisão de agência reguladora deve ter o direito de recorrer de tal decisão
Revisão das Decisões Regulatórias:
Decisões/Legitimidade (cont.)
a. Somente a parte que participou formalmente do
procedimento da agência reguladora, e suscitou o tema durante o processo, deve ter o direito de recorrer sobre o tema que a prejudicou.
1. Brasil: Não
b. Nenhuma parte interessada pode suscitar novos
temas ou nova evidência no recurso de apelação que não tenha sido arguído nos procedimentos da agência, inclusive em qualquer nova audiência
1. Brasil: Não
Revisão das Decisões Regulatórias:
Decisões/Legitimidade (cont.)
a. As decisões das agências reguladoras devem
ser confirmadas em recurso, exceto se a agência:
b. Atua de forma ilegal ou excedeu a sua
competência
c. Não cumpriu o devido processo legal
(procedimentos) para exigido na elaboração da decisão
d. Tomou decisões claramente em desacordo com
Revisão das Decisões Regulatórias:
Decisões/Legitimidade (cont.)
a. A decisão da agência reguladora da qual se
interpôs recurso não tem efeito suspensivo
enquanto o recurso não for julgado, salvo se a agência ou a entidade (órgão) para o qual se recorreu decidir de forma contrária
b. O cumprimento da decisão não deve ser adiado
sem uma demonstração de dano irreparável para o apelante e a possibilidade de que o pedido do recurso seja deferido
1. Brasil: Sim
Revisão das Decisões Regulatórias:
Decisões/Legitimidade (cont.)
a. Se o tribunal revisor reformar ou mudar a
decisão da agência reguladora:
b. O ideal é que o processo seja enviado de volta
para a agência reguladora para que faça um remédio consistente com a decisão do tribunal revisor
Ética/Legitimidade
a. Os servidores devem ser proibidos de
receberem propinas, favores ou outros
presentes de qualquer parte que tenha qualquer negócio na agência
b. Limitações para emprego posterior em qualquer
empresa que seja parte ou faça negócios sob competência da agência
c. Proibição de ajuda financeira ou qualquer
conflito de interesse envolvendo os servidores ou seus parentes até 2º grau
Ética/Legitimidade (cont.)
a. Probição de qualquer conduta que demonstre
favoritismo ou compromisso ético
b. Divulgação dos dados financeiros e patrimoniais c. Proibição de emprego ou outro serviço por
qualquer servidor da agência ou parente até 2º grau em companhias ou áreas de trabalho de competência da agência por um razoável
período de tempo após ter trabalhado na agência
Conclusões
a. Alto nível de transparência e participação b. Recursos inadequados para regulação
1. baixos salários
2. incerteza orçamentária
c. Estrutura jurídica e constitucional de certa
forma problemática
d. As debilidades estão no sistema e nas leis e. Performance regulatória da agência
razoavelmente boa