Aqui vai a 2º publicação de Beinenu. Agora com una
nova: proposta em suas paginas. Como já 201 divulgado,
em meados de abril chegará ao Brasil Joly, maskir de
60202 Haverá uma peguisha detodos. os-Bogrimsdo.
Haho-nim do- Brasil.Sendo assim mais.utilque sucitar discusm.
5065 68 torno de Gezer, que nãoé só de Bogrims, mas de
“toda a tnúa, PogeserGezer,.o novo. KibutzMeshek Iad
da. inha,
|
- Sendo assimesta edição-contem umaentrevista
fci-"768 com Piu-Piu, em Gezer, por mim, o Décio e O Nelson
quando. nos encontravamos lã. Elafoipublicada na
Jure-ma Cooperativista, jornaldakyutza Machon83.
"Quarta feira,21de Março-às- 20:00
horasreali-20U-se no auditorio da G.V. um debate sobre a
problema-- ticado Oriente Médio, Encontravaproblema--se entre. os debatedoproblema--
debatedo-"Pes Celso Gurboz, representante do movimento PAZ AGORA
que comportou-se, aq-meu ver; principalmente numa
pos--tura de esclarecimento sobre o sionisma, nas diversas
forças e êdéias. E que. dentro de IsraeJ): existem, pessoas
dispostas a um dialigo para-a-Paz: com os palestinos.
Um esclarecimento-de- que. não se podecolocarnuma
mes-ma caixa,. tados Os .Judeus-ew-todos. os: sionistas eisrae-lenses.-Hásionistas e. israelenses que. concordám. com um
Estado.Palestinoao lado do Estadó-de Israel e dispostos
ao dialogo.
ala
EA
à
|
3סת
o-uniço debatedor que não entrou em discussões
de quem matou mais ou menos, ou quem é o bom e O ruim,
Portou=se sempre numa postura integra de dialogo. Meus
parabens à você, Pois ao meu ver isto é a solução.
O MENA SS poisLAÉRCIO
סי
Merakez da vaada Itonut m פא טאפאדטם Índice:
2» editorialCl
3- vaadáã teatro
4-conflitos de gerações/. slonka
|
5-4
013מ0218ק6%
Machon-Jerusalem/ Decio
o
6-reflexões
7-entrevista com Piu-Piu e seção decartas.
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CAPA-RENATA
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REDATOR: LAERCIO
כ
1
200
23
DE MARÇO DE 1984
ו ato \ | O E, ouia
COMUNICADO DA VAADÃ TEATRO
SHALOM CHAVE RIM
A vaadá teatro vem buscar esse espaço para deixar cterte à todos os chaverim da tnuá seus objetivos, suas
idéias e sua linha de trabalho.
Em primeiro lugar é importante salientar que este,
grupo estã aberto para quem quizer participar, para tan=
to é necessario estar ciente dos nossos objetivos e idéi
as.
8
O ponto principal é que a trabalho que será levado
aqui visa a uma formação inicial e profunda do ator, ou
seja, desenvolver na pessoa 0 necessário para que esta
se torne um ator, a nivel amador; é claro, Para esse tra
balho, já estamos contando com pessoas com potencial 67
“experiência para direcionar isso, Alguns nomes surgiram
e pretendemos acertar esse Contato no domingo quando
virá aqui o Robinson; um dos nomes que possivelmente se
encaixam nos nossos objetivos.
0 principal trabalho desse "diretor" será um amplo
laboratório visando informar e formar a todos e
princi-palmente transformar em grupo O conjunto de individuos
que participem conosco:
Com os primeiros diálogos e contatos entre nôs,
chegamos à conclusão que 6 16 a quem inte-gra o grupo, ter em mente que nele não hã nomes em
des-taque, não hã estrelas אמ e que todo o trabalho que
surgir dai será consequência de um esforço grupal, e não de mérito de um Ou outro, É necessário ter em mente que o importante não & “o papel" ou a participação
di-reta de um ou outro: Todos terão seu espaço. ( talvez K
nem sempre ao mesmo tempo ) e o importante & o
desen-volvimento de todo o trabalho, e não uma ou outra peça, por exemplos.
Algumas coisa já estão surgindo : nossa
participa-ção em Iom Hatzmaut; na messibã de pessach e,
possi-velmente para o 2º semestre, à realização de uma gran- .... de messibã, Salientamos que esses não são os objetivos de todo o trabalho, são apenas consesjuências que
sur-gem e continuarão surginde, mas o ה e principal
objetivo 2, como ja dissemos, formar atores e formar
um GRUPO TEATRAL.
LEHIT2AOT
A VAADÃ TEATRO
P,.S. : Foi estipulado que € horário da vaadá será todo o domingo, a partir das 17:00 hs, com longa duração inicialmente estipulada em 4 horas,
CONFLITO DE GERAÇÕES
OU
CRÔNICA DISSERTATIVA SOBRI! COMO POSSO EER COM ESSE...
O conflito de geraçães é uma polêmica que envolve 8
ser humano desde os mais Pemotos tempos, .
» EM primeiro lugar é imprescindível decifrarmos es
mistérios que envolvem este tema, ou seja, determinaar o
que é conflito de gerações. Para facilitar essa terefa
teremos que recorrer à história,
Um estudiose de Massachusetts (EUA) garante que o
marco inicial deste conflito data de remotíssimos tempos
Ele afirma que o primeiro registro decte conflito foi
quando Adão proibiu Caim de usar brincos.
A verdade, porem, é que Adao não proibiu, apenas
advertiu Caim sobre a pepercussão do fato nos meios sos ciais que frequentava, principalmente na Universidade,
Caim contra-argumentou dizendo que alinda não haviam
mei-os sociais nem universidades, acusando seu pai de fata-lismo futurista, o que na verdade era um imenso retroces
SO, Ou Vice-versa...
-Desde então, o tema tem sido um lugar comum em tode
decorrer da história da humanidade,
De 1932 à 1941 um adepto da dialética realizou na
Dinamarca uma intensa Pesquisa sobre o assunto, Ele
tra-balhou dia e noite no prejeto, com ligeiras paralizações para alimentar suas trutas, O resultado desse trabalho 2 foi um ensaio de 752 páginas, de onde se destaca o sega
guinte parágrfe:
"A manifestação do universo como uma idéia complexa
em si mesma, em oposição a estar no interior ou exterior
do proprio e verdadeiro ser, é, inerentemente, um nada E
concentual ue nada em relação à qualquer forma abstrata
de existência, de existir ou de ter existido perpetua-mente, sem estar sujeita as leis da fisicalidade, de
mo-vimento ou de idéias relativas à antimatéria ou à falta
de um ser ebjetivo uo a um nada subjetivo" « ו
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201
גותו
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transparecer a ideia central do autor:
"Eles não se entendem..."
SLONKA
P.S. : No proximo número: CENSURA E AUTO-CENSURAA
טס
Ao preço que esta a tinta, como deixam ser publicados
artigos como esse 999
A EXPERIÊNCIA MACHO-JERUSALÉM
Começo dizendo que ir para Israel é uma revolução
em sva vida. Passar lá um ano é sentir o gostinho dessa revolução, Uma aliah, uau ! , nem se fala, esta já 6 +0-tal. Vou falar sobre a Pequena (grande) experiência que tive em Jerusalém, quando passei seis meses no MACHON,
O Machon é un instituto para a formação de madri-chim de fora de Israel. Teoricamente com una educação
não formal ( o q TUe quase realmente acontece ), Chegando
1á, uma miscelânea de linguas, caras e costumes diferente
tes, vivendo lado-a-lado o dia-a-dia. Difícil no início
entender castelhano, falar inglês e aprender IVRIT, É
ninguém entende português... Mas só foi dar tempo ao tem
po e a engrenagem andou.
Um ULPAN (aprendizado de hebraico) considerado
co-mo um dos melhores de Israel, Peulot sobre Sociedade :
Israeli, História Judaica, Judaismo, Seminários sobre
conflito Árabe-Israeii, Identidade Judaica, Holocausto,
Festividades Judaicas, Sionismo e Hadrachá, Chuguim de
Rikudei-am, fotografia, Mischakim, Torâáh e atualidades,
etc.
E Tiulim. Enfim, tudo o quanto pôde ser abordado
com re0 a judaismo e Israel,
Veja bem, eu disse abordado, e não aprofundado, 58 muita coisa para um periodo relativamente Curto, O
importante é dar a base para id a pesquisas e leitu-ras.
Bom, isso tudo foi um resujio do que é o Machon,
No fundo, 6 muito mais. 0 5 namento mano-a-mano
com seus amigos e nao--amigos. A vivência extra lar e
ממ
berçajmaterno e ENASKHAM consequente (surpresa)
in-dependência (o queê um choque). Viver em Jerusalém,
Jerusalém não é uma cidade como as demais, Temum quê de especial que até hoje procuro definir e não
consigo. Tudo 18 6 história, sagrado, harmonia. Talvez
pela sacracidade dos seus templos que a imundam, talvez pela cidide velha, que é um misto de fortaleza e
misté-rio, ou talvez até pela própria população que 1á habita, uma população "suigenerisn, Religiosos, ortodoxos laicos E mais alguns... É £fo i lá que passei seis meses de Ma-. chon, dividindo o tempo entre peulot e visitas e passe-los pela cidade. Entre uma e outra maravilha, a vista de
Jerusalém, observada desde o ponto de onibus do Machon, . ê uma delas,
Em resumo, depois de tudo isso, uma experiência
que foi real e vivencialmente válida. E deixando para
a segunda metade do ano pará saborear o ... KIBUTZ4!
Na próxima edição !
“FRASE DA SEMANA:
"SE VOCÊ CRÊ
אט
ALGO, COMECE PELA SUA PRÓPRIA BIOGRAFIA"
(de ABRAHAM GOLEK, prof. do Machon)
a
Kibutaz Gezer, 7/12/1983. Em sua casa, Nélson, Laére
É.
cio e HíDécio entrevistaram Jaime Caminker, o nosso
PIU-PR |
=» PIU.
,
sncontro formal e alegre. Aqui vai a integra desta
ו
“entrevista histórica :
P- Bon, eu fiz shnat em 1979. Naquele ano o dolar estava
à (1$14,00. Quando voltei já estava à trinta e pouco, Uma
inflação do caralho. No meu ano de shnat começou a
aber-tura, liberaram “Caminhando e Cantando". Houveram greves
e subiu o Lula. Tudo isto MK eu não peguei,
Ne Ah! Você não pegou nada disto? A subida do Lula, os
pais, tudo?
Po Não.
Mas peraí, você pegou katiuchas aqui em Israel, não?
(ri-sos).
Meu sinat foi legal pra caralho. Foi com a Kvutzã da Cha
fdp
zit. um Rosh Hanikrã.
8
o
D- Só! E depois XMXêX que você voltou do shnat?
Pe Eu voltei meu pai tinha um Fiat vermelho, Eu pegava
vt
todos os dias. Comecei com Alice, Fazia todo o minhocão,
CART
com o Fiat, em 4:35s, que foi meu record. E neste mesmo
|
dia nós brigamos. Sabe o que é isso? O minhocão de
pon-ta a ponpon-ta em 4:35s,
ant
N- E depois da Alice, veio a Silvia Monica?
Pa. À Ajice foi pro | Snnat e eu fiquei um ano na pindura,. Mas dai veio a uniao com 0 Dror, na primeira machané de
₪"
VOCÊS +...
E N- Biscoito, Biscoito! O seu nome realmente era Jaiminho
e era chegado a comer biscoito. Yeh...Yeh...! (risos).
ww
E então uma noite sai com o Ari, assistimos um filme e
À
depois fomos à um barzinho. O filme, em um dos Gazeta,
|
Começamos a beber (...) Ai o Ari disse que estava afins
A
de voltar para Israel. Falei pra fazermos a Hanagãs
6 | D- Quanto tempo depois do shnat? :
P- Fi: shnat em 79. Isto foi por volta de Janeiro de 81.
Ele queria volta. a Israel em Julho de 81. Eu pedi pra
esperar que nos voltariamos em janeiro ou fevereiro 66 8 820 ₪ 28262 a Hanaga meio ano,
” ——Re blvemos ligar para o pessoal. Sabiamos de um monte de
'g te que queria vir para Israel. E como no dia seguinte tral alhavamos na Unificuda. O Ari ligou para O Paulão, que topou na hora. Eu liguei pro Cebola. O Ari falou com Q MaPçelo, y falamos com o Merlin. Foi a primeira XX vez 'que cohversamos sobre Garine
Cometanos as.61 Formamos o primeiro Garin. Em Mar
ço de 81, fizemos umax peguishã de todos os bogrim, na : É Hachsharã. Foi uma peguinta unificada, da-“junção Habonim
N 0% Dror. E Formou-se o Garin com 14 pessoas. -- 0" . HEM ל : . ב
/
bo SA
/
Tinha o Marcelo, a Jú, Elizete, Urso (Dror) e etc...
fizemos o Beit, a Hanagá (82), por meio ano.
D- | Gezer? .
P- Quando começou a falar-se do papo de Gezer, nós
esta-Vamos no shnat. Eu, Paulão, Cebola, Tânia e turma, Dai,
vienos pra cã. Vieram 7 ao inves de 14, Fizemos
Hachsha-rá em rzoHachsha-rá, Moravamos na mesma casa. Tinha quartos e Hx
uma sala, Num quarto dormia eu e o Arik e Merlin 6 no
Outro Cebola e Mirinha. Deu muita briga. Quando,
chega-mos em Gezer mgfochega-mos maltratados pela vaadá klíta.
Chega-mos e começou O maior reviravolta. Problemas com quartos e trabalho. Nos deram trabalhos em lugares diferentes de cue fizemos hachshará em Tzorá, O Cebola não foi para
O mussach, Oo Paulão nao foi para a masguirias..
N- E com os americanos?
P- Era a maior falsidade, falar mal de americano em por-tuguês. Mas quando era em hebraico, o maior sorriso,
Passou um tempo o Ari foi embora. O Paulão não foi
acei-to. Foi um tapa na maioria dos brasileiros.
N- E a lingua?
P- O papo de 2 linguas é o seguinte: aqui não se bate pa
po, não se conversa, se fala hebraico. As pessoas falam” Oque precisam em hebraico, no horario de trabalho de
fa-la
hebraico à vontade, etc... Mas na hora da janta cada
um já se senta onde falam a lingua que ele quer falar, O
hebraico dos caras é hebraico de nível de shnat ou um
Pouco másX maior, em 1
Tinha o pessoal que tava meio fora das coisas, Acho que
6 medo, eles ficam “por fora" da realidade...
E assim o Kibutz funciona até às 4:00 hrs e depois das
4:00, ele morre, entende? Não tem aquele puta contato so
cial. É só cheder haochel, janta, etc... As pessoas não.
tem contato profundo, o D- Mesmo entre os americanos?
P- É os americanos têm um grupo de anigos pequeno e o
resto "se conhece",
D- A Santa Privacidade...
P- Não tem americaro contra brasileiro, irem a mentalidaé
de fechada, cada um na sua. Não que eles sejam
antipáti-Cos. Eles tem medo de se abrir com os outros 7-7
\
O relacionamento entre as pessoas é muito superficial,
muito fraco. Mesmo quando é bom cada um cuida da sua
Privacidade. E o papo é sempre esse, Maçante(...). As
pessoas aqui parece que é uma concorrência individual,
de cada um se firmar no trabalho e perunte o kibutz (..) Mas ai o papo entre brasileiros e americanos é o seguin
te: os brasileiros tem medo de se abrir, quando podiam 7
dar esse exemplo aos americanos. Falar português acaba
sendo a resposta. Ou inglês. Porque é mais confortavél.
Porque ideologia, nao se pode viver de princípios.
A-final todo princípio é egoista.
.
.
Profissionalmente estou muito bem. No proximo ano, se fi car, serei merakez do kerem (uvas). Além de tudo tem gen te legal. Pra mim o importante é se dar con todo mudo.
Eu não posso ficar coma medo de uma pessoa, po não
co-nhecê-la, O importante é H se sentir à vontade. Alem do
que do ponto de vista paupável, tenho ainda 24 anos, tô
sozinho e posso procurar kibuta à vontade,
Le E 06 Garin?
P=- A gente não tinha proposta concreta de atuação HE no
kibutz. Não tinhamos unidade, Não esperavamos que ia XK
ser tão difícil, tinhamos uma idéia muito mais bucólica e mais bonita do que ia ser, Que afinal Gezer é Kibutz d de Olim Chadachim. E deveria ser muito mais fácil a kli-tã, pois todos conhecem os problemas, Oo que se passa no
inicio, eles poderiam dar uma força...
D- O garin de vocês veio como grupo social, sem posições
tomadas com relação aos mais diversos assuntosKX ?
P=- Não sei se tinhamo s idéias basificadas, mas sim
ti-nhamos a idéia de viver em grupo muito grande, Pois a ' grande maioria era do Beit Bogrim e tinhamos muitos pon
tos er comum, IR
D= É cue ouvi dizer que teve Garin de americano com pos
sição politica formada.
P- & ue nossa proposta, talvez seja mais realista,
A-gente vem a fim de fazer bem e kibutz e depois partir pa
Hx ra a realidade. Americano é muis tipo intelectualóide
eles podem ir no Shalom Achshav mas os problemas do
ki-butz eles não resolven. Tem muita coisa que tá errada,
mas que ue não tenho mais saco, não da pra ficar a
vi-da inteira falando sobre isso, PÔ , ninguém quer viver
sô de seriedade... E aí façam umas perguntas prã saber
de minha mamãe...
|
D- E pro futuro a alia pra Gezer continua? . ב
P= A tnuã não pode mudar de Gezer sem nada concreto. Não À se pode entrar num barco furado, Se for pra mudar que se
volte pra Bror Chail e que se pense. Mas tem gente em 6
zer, tem coisas. : 8
Por aqui faltam idéias. O problema existe e já deu 8
את
pra ver que a soluçao não vai sair da gente,
Nos podemos ser a geração do fracasso, mas se vierem pra
ca talvez novas idéias de como levar isso pra frente, É
um desafio. Pois o Xibutz não tem uma estrutura
defini-dã.
D- O teu Garin foi um fracasso?
P- Em termos de união, foi(...). Talvez agente tenha HM
muita coisa pra dar, mas a porrada foi grandeXJ para mk
o 1º garin, onde mudança toda ( casamento, alia, kibutz,
8
ה
N- Pra completar, acho que essa imagem atual de Gezer de
Ve ser corrigida nesse seminário. Toda essa insegurança” em Cima da gente, cara,
L- Piu só um resumo...
. D= Eu acho certa HK idéia de força nova, em um novo
Ga-rin. Mas em termos de praticidade nã» vejo muita gente
que quer fazer aliã pra cão.
P= S: fala em kibutz, em Gezer mas as pessoas não estão
chegando. Agente (nós, o kibutz, a tnua) tá precisando
de vocês , dos amigos , aqui... € em GEZER!!!
CARTAS
mm ריר
Cares chaverim da tnuá:
Gestaria de dizer que gestei muito do trabalho da vaada
SHABAT (tzofim e selelim).
Parabens e continuem assim ! BONIM
CHAVER
= ש כ ..
PS:" NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS PELOS ARTIGOS PUBLICADOS NESSA EDIÇÃO, SENDO RESPONSABILIDADE DOS SEUS RESPECTI-VOS AUTORES$