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Relatório da Administração

1.

Identidade organizacional

Missão:

“Fortalecer e estimular a interação solidária entre agricultores e cooperativas

através do crédito orientado e da educação financeira com a construção do

conhecimento, visando o desenvolvimento sustentável

Visão:

Ser referência no desenvolvimento local por meio do cooperativismo de crédito

solidário, crescendo com foco na agricultura familiar mantendo nosso diferencial a

partir do princípio da democracia, da profissionalização e do crédito orientado,

atendendo a todas as necessidades financeiras e de serviços dos associados. Ter um

modelo de gestão eficiente gerando inclusão financeira e resultado aos cooperados

e as cooperativas de forma solidária e sustentável.

Princípios:

• Democracia

• Articulação com os movimentos populares

• Gestão pelos agricultores familiares

• Transparência

• Solidariedade e cooperação

• Sustentabilidade institucional

• Descentralização

• Honestidade

2.

Composição do Conselho Administrativo:

Nome

Cargo

Mandato

Lucas Steinmetz

Presidente

2014/2016

Sidnei Strelow Hall

Vice-Presidente

2014/2016

Simone Hax Amaral

Secretária

2014/2016

Arnildo Heller

Conselheiro

2014/2016

Lauro Bergmann Zuhlsdorff

Conselheiro

2014/2016

Ivomar Rutz Thurow

Conselheiro

2014/2016

Claudionei Hense

Conselheiro

2014/2016

Cláudio Renato Specht

Conselheiro

2014/2016

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3.

Mensagem da Diretoria:

A Cresol Boa Vista tem desempenhado o trabalho junto de seus associados

nos vários municípios de sua área de abrangência, nas sete unidades de

atendimento que compreendem os municípios de São Lourenço do Sul, Cristal,

Dom Feliciano, Pelotas, Camaquã e Canguçu. Tem procurado fortalecer a

agricultura familiar e desenvolver a região através de apoio e incentivo as diversas

atividades desenvolvidas pelos agricultores e demais associados, tanto na

agricultura, como nas agroindústrias, pequenos empreendimentos e grupos

econômicos locais.

Houve crescimento em vários indicadores, sendo que, por exemplo, em

associados o crescimento foi de 11% em relação ao ano de 2013, demonstrando a

importância e a confiança em relação a Cresol, que tem sua gestão feita pelos

agricultores da região, com trabalho e dedicação, sendo conquistados vários

objetivos em busca de melhorias para a agricultura familiar.

Agradecemos a confiança e a credibilidade depositada, bem como, o apoio

para que se realizem as ações em prol da comunidade. Esperamos que o ano de

2015 traga ainda mais resultados e que as oportunidades possam ser aproveitadas

para a melhoria e o crescimento coletivo.

4.

Apresentação:

A Cresol por sua filosofia e princípios é uma organização social onde as ações e

atividades estão voltadas para o desenvolvimento de seus associados. A Cooperativa

é ao mesmo tempo, associação de pessoas e empresa socioeconômica, reunindo

funções sociais e econômicas num mesmo empreendimento. O propósito dos

negócios na sociedade cooperativa é proporcionar retornos aos seus associados,

otimizando desenvolvimento econômico social.

A eficiência operacional contribui para redução de custos nas cooperativas

permitindo a ampliação do volume das operações de crédito de pequenos valores.

Este é o grande desafio e também a grande oportunidade, eficiência e a busca de

escalas darão a relevância econômica e social ao cooperativismo de crédito. O

sistema operacional é parte integrante do projeto de inovação tecnológica que

oferece boas condições de controle e segurança das operações. Estamos investindo

(4)

em melhorias no sistema de tecnologia, principalmente relativo a gestão de risco de

inadimplência que envolve análise de crédito, controle de cobrança e o controle dos

processos de alçadas das operações de créditos.

As operações de créditos com maior riscos são submetidas eletronicamente para

área de Riscos da Cresol Central responsável pela emissão de pareceres sobre taxas,

prazos, limites e viabilidade das operações de crédito. A área fica subordinada ao

Diretor de Risco, que é responsável pelo gerenciamento do risco de crédito por

operação individual, ou consolidada da carteira, a fim de assegurar que os limites

operacionais sejam observados. Cabe também a área de risco parametrizar e manter

atualizada as políticas de crédito do Sistema cresol Central aprovada pelo Conselho

de Administração. Essas medidas são importantes para qualificar as práticas de

gestão e melhorar a gestão de riscos de crédito.

O sistema de controle de cobranças permite gerenciar as operações do devedor principal e

dos avalistas segregando a carteira por tipo de procedimento de cobrança. Os dados são

parametrizados no sistema e após entrada no módulo de cobrança o sistema gerencia os

restritivos externos dos devedores principais e solidários.

Os índices de rentabilidade são positivos e satisfatórios considerando o propósito do

negócio cooperativo. Os resultados vêm da boa eficiência operacional, dos juros

gerados pela carteira financiada com recursos próprios e ingressos de aplicações

financeiras.

A Cresol tem entendimento que a melhoria dos processos internos é imprescindível

e faz a diferença para alcançar os objetivos estratégicos definidos. A partir desse

entendimento aprovou plano de contingência de negócios voltados para redução de

riscos, melhorias de controles internos e estruturação tecnológica.

(5)

5.

Dados estatísticos:

Demonstrativos Contábeis

Descrição dos Itens Dezembro 2013 Dezembro 2014 Evolução Em Nº Evolução %

Ativos 49.214.270,62 52.484.544,01 3.270.273,39 6,64% Serviços 8.654.985,01 12.345.633,93 3.690.648,92 42,64% Ativos + Serviços 57.869.255,63 64.830.177,94 6.960.922,31 12,03% Associados 7.575,00 8.399,00 824,00 10,88% Deposito a Prazo 20.256.576,84 24.980.436,19 4.723.859,35 23,32% Capital Social 5.407.672,69 6.358.861,69 951.189,00 17,59% Patrimonio de Referencia 5.946.286,17 6.587.722,47 641.436,30 10,79%

Total do Sistema Financeiro 12.476.698,17 15.482.226,07 3.005.527,90 24,09%

Carteira Propria 11.722.366,72 15.031.665,72 3.309.299,00 28,23%

Carteira Repasses 18.166.894,25 16.652.082,87 (1.514.811,38) -8,34%

Carteira Total 29.889.260,97 31.683.748,59 1.794.487,62 6,00% Carteira Total Com Serviços 38.544.245,98 44.029.382,52 5.485.136,54 14,23%

(6)

I - BALANÇO PATRIMONIAL (em R$)

CÓD. DISCRIMINAÇÃO DOS VERBETES EXERCÍCIO ATUAL EXERCÍCIO ANTERIOR

ATIVO CIRCULANTE 29.272.781,48 25.793.568,08

110 Disponibilidades 92.985,10 207.199,39

TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 319.171,31 447.447,72

131 Carteira Própria 319.171,31 447.447,72

RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 15.168.822,77 11.822.051,06

141 Pagamentos e Recebimentos a Liquidar 98.753,11

-Créditos Vinculados 15.070.069,66 11.822.051,06

149 Centralização Financeira - Cooperativas 15.070.069,66 11.822.051,06

OPERAÇÕES DE CRÉDITO 9.669.283,10 8.758.994,23

161 Operações de Crédito 10.819.324,18 10.127.777,72 169 (Provisão para Oper. de Crédito de Liq. Duvidosa) (1.150.041,08) (1.368.783,49)

OUTROS CRÉDITOS 2.120.446,28 2.207.295,31

183 Rendas a Receber 252.241,27 598.800,30 187 Diversos 1.866.424,38 1.608.495,01

Avais e Fianças Honradas 7.458,59 -Provisao de concessao de credito (5.677,96)

OUTROS VALORES E BENS 1.902.072,92 2.350.580,37

194 Outros Valores e Bens 1.993.808,48 2.866.815,93 197 (Provisões para Desvalorizações) (116.235,56) (516.235,56) 199 Despesas Antecipadas 24.500,00

-ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 20.864.424,41 19.761.483,25

161 Operações de Empréstimos 20.864.424,41 19.761.483,25

PERMANENTE 2.347.338,12 3.259.219,29

INVESTIMENTOS 1.292.905,74 2.235.743,74

Participações em Coligadas e Controladas 1.292.905,74 2.235.743,74

315 Outros Investimentos 1.292.905,74 2.235.743,74

IMOBILIZADO DE USO 1.054.432,38 1.023.475,55

323 Imóveis de Uso 694.468,62 694.468,62 324 Outras Imobilizações de Uso 873.667,83 754.981,46 329 (Depreciações Acumuladas) (513.704,07) (425.974,53)

DIFERIDO -

-341 Gastos de Organização e Expansão 1.748,00 1.748,00 349 (Amortização Acumulada) (1.748,00) (1.748,00)

T O T A L D O A T I V O 52.484.544,01 48.814.270,62

CÓD. DISCRIMINAÇÃO DOS VERBETES EXERCICIO ATUAL EXERCICIO ANTERIOR

PASSIVO CIRCULANTE 33.214.342,42 28.974.765,64

DEPÓSITOS 28.916.630,34 24.755.551,82

411 Depósitos à Vista 3.936.194,15 4.498.974,98 414 Depósitos a Prazo 24.980.436,19 20.256.576,84

RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 3.980.327,56 3.966.888,41

441 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar 10.000,00 425,00 443 Repasses Interfinanceiros 3.970.327,56 3.966.463,41

RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS 83.013,14 52.166,73

451 Recursos em Trânsito de Terceiros 83.013,14 52.166,73

OUTRAS OBRIGAÇÕES 234.371,38 200.158,68

491 Cobrança Arrecadação de Tributos e Assemelhados 23.430,08 23.589,30 493 Sociais e Estatutárias 21.911,51 32.527,71 494 Fiscais e Previdenciárias 30.756,66 39.895,09 503 Diversas 158.273,13 104.146,58

PASSIVO EXIGIVEL A LONGO PRAZO 12.687.930,06 14.293.218,81

Repasses Interfinanceiros 12.687.930,06 14.293.218,81 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 6.582.271,53 5.546.286,17 Capital 6.358.861,69 5.407.672,69 605 De Domiciliados no País 6.358.861,69 5.407.672,69 613 Reservas de Capital 36.709,37 36.709,37 615 Reservas de Lucros 119.953,57 399.448,12 617 Sobras ou Perdas Acumuladas 66.746,90 (297.544,01)

T O T A L D O P A S S I V O 52.484.544,01 48.814.270,62

Cooperativa de Crédito Rural com Interação Solidária de Boa Vista - CRESOL BOA VISTA Endereço: Vila Boa Vista, s/n - 6º Distrito, CEP: 96.170-000 - São Lourenço Do Sul - RS

CNPJ: 04.929.712/0001-40

(7)

II - DEMONSTRAÇÃO DAS SOBRAS E PERDAS

10 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2.814.096,01 5.137.669,54 4.000.744,99

711 - Operações de Credito 1.863.132,66 3.575.967,15 2.846.685,75 715 - Resultado de Oper. Com Tít. e Valores Mobiliários 27.463,33 63.815,79 32.369,10 - Ingressos de Depósitos Intercooperativos 923.500,02 1.497.886,60 1.121.690,14

15 DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (1.554.503,93) (3.048.791,34) (2.324.778,62)

812 - Operações de Captação no Mercado (1.351.623,60) (2.376.381,33) (1.509.683,75) 814 - Operações de Empréstimos e Repasses (217.807,74) (431.450,85) (507.453,18) 820 - Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 14.927,41 (240.959,16) (307.641,69)

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RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

(10 - 15) 1.259.592,08 2.088.878,20 1.675.966,37 50 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS (867.124,43) (2.219.352,30) (1.517.160,03)

721 - Receitas de Prestação de Serviços 577.678,34 752.232,69 635.146,05 722 - Rendas de Tarifas Bancárias 9.751,23 24.738,48 20.600,67 822 - Despesas de Pessoal (578.272,84) (1.108.451,96) (1.035.404,55) 824 - Outras Despesas Administrativas (795.735,44) (1.664.506,13) (1.364.933,15) 826 - Despesas Tributárias (8.312,40) (22.881,16) (62.677,45) 725 - Outras Receitas Operacionais 219.647,62 595.613,67 807.890,33 832 - Outras Despesas Operacionais (291.880,94) (796.097,89) (517.781,93)

60 RESULTADO OPERACIONAL (20 + 50) 392.467,65 (130.474,10) 158.806,34

65 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (828 e 830) 237.544,63 220.721,40 (455.774,39)

- Receitas não Operacionais 402.827,37 410.404,62 66.255,07 - Despesas não Operacionais (165.282,74) (189.683,22) (522.029,46)

75 RESULTADO ANTES DESTINACOES(60 + 65) 630.012,28 90.247,30 (296.968,05) 80 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL - - (575,96)

890 - Provisão para Imposto de Renda - - (287,98) 891 - Provisão para Contribuição Social - - (287,98)

85 PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO (893) - (23.500,40) -

- Fundo de Reserva (18.049,46)

- FATES (4.512,37)

- FATES Ato não Cooperativo cfe Lei 5764/71 art. 87 C43 (938,57)

90 SOBRAS/PERDAS A DISPOSICAO AGO (75 - 80 - 85) 630.012,28 66.746,90 (297.544,01)

CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO II SEMESTRE

EXERCÍCIO ATUAL EXERCÍCIO ATUAL

EXERCÍCIO ANTERIOR

III - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

Capital Reserva Reserva Sobras/Perdas

Social Legal Capital Disp.AGO

Saldo em 31.12.2013 5.407.672,69 399.448,12 36.709,37 (297.544,01) 5.546.286,17

Ajustes de Exercícios Anteriores

-AUMENTO DE CAPITAL:

Sobras e Reservas (capital social) 297.544,01 297.544,01

Integralização de Capital 1.207.406,00 1.207.406,00

Devolução de Capital (256.217,00) (256.217,00)

Capitalização de Reserva Legal (297.544,01) - (297.544,01)

Resultado Exercício 2014 90.247,30 90.247,30

Destinação Reserva Legal 18.049,46 (18.049,46)

-Destinação Fates (4.512,37) (4.512,37)

(-) FATES ato não Cooperativo cfe Lei 5.764/71, art 87 (938,57) (938,57)

Saldo em 31.12.2014 6.358.861,69 119.953,57 36.709,37 66.746,90 6.582.271,53

(8)

V - NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL

A Cooperativa tem por objetivos a organização em comum de serviços financeiros, econômicos, creditícios, educativos, habitacionais e assistência técnica aos seus associados. Pode praticar todas as operações compatíveis com a sua modalidade social, dentro do que permite a legislação pertinente, os atos regulamentares oficiais, seu estatuto social e as normas internas da Cresol Central SC/RS.

A Cresol Boa Vista tem área de atuação nos municípios de São Lourenço Do Sul, Cristal, Turuçu, Canguçu, Dom Feliciano, Camaquã, Arroio Do Padre, Pelotas, Chuvisca, São Jerônimo, Cerro Grande Do Sul, Amaral Ferrador, Morro Redondo, Capão Do Leão, Pinheiro Machado e Piratini.

Autorizada a Funcionar pelo Bacen sob nº PT 0101114378 Registro na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul sob nº 434.000.858-66.

NOTA 02 – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

a) Os valores apresentados na Demonstração de Resultado, estão demonstrados em Reais (R$ 1,00).

IV - FLUXO DE CAIXA FLUXO DE CAIXA MODELO DIRETO SEGUNDO SEMESTRE EXERCÍCIO Juros e comissões 2.814.096,01 5.137.669,54 Juros pagos (1.569.431,34) (2.807.832,18)

Recuperação de empréstimos baixados para prejuízo (162.416,75) (109.908,30)

Outros recebimentos 1.086.461,07 1.428.910,29

Pagamentos de dispêndios para custeio de atividades (1.835.609,25) (3.777.745,25)

Subtotal 333.099,74 (128.905,90)

Recursos de curto prazo (1.511.941,55) (1.794.487,62)

Adiantamentos e antecipações (155.444,03) 436.603,37 Outros títulos negociáveis a curto prazo 1.825.380,67 (3.119.742,19)

Depósitos de clientes (958.335,12) 4.161.078,52

Recursos de curto prazo (487.754,34) (1.526.657,58)

Recursos de capital social 731.760,00 1.345.605,15

Caixa líquido das atividades operacionais antes do imposto de renda e contribuição social (223.234,63) (626.506,25)

Imposto de renda e contribuição social pagos - -

Caixa líquido das atividades operacionais (223.234,63) (626.506,25)

Venda de coligada ou controlada - - Dividendos recebidos - - Juros recebidos - - Produto da venda de títulos (títulos não negociáveis) - - Compra de títulos (títulos não negociáveis) - -

Investimentos 209,98 (942.838,00)

Compra de ativo imobilizado (22.135,65) 1.854.719,17

Caixa líquido das atividades de investimento (21.925,67) 911.881,17

Emissão de instrumento de dívida - - Emissão de ações preferenciais por coligada ou controlada - - Amortização de empréstimo a longo prazo - - Redução líquida em outros empréstimos - - Dividendos pagos - -

Caixa líquido das atividades de financiamento - -

Efeitos da oscilação de câmbio sobre o caixa e equivalentes de caixa - -

Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa (245.160,30) 285.374,92 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 337.734,61 207.199,39 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 92.985,10 92.985,10

Fluxos de caixa das atividades de financiamento

Fluxo de caixa das atividades operacionais

(Aumento) diminuição em ativos operacionais

Aumento (diminuição) em passivos operacionais

(9)

As Demonstrações contábeis foram elaboradas em conformidade com a legislação fiscal e Societária em vigor com observância da Lei das Sociedades Cooperativas e Preceitos do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - Cosif aplicados com uniformidade em relação ao mesmo período do exercício anterior.

NOTA 03 – PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Apuração de Resultado:

As Receitas e Despesas são apropriadas mensalmente, pelo regime de competência.

b) Ativo Circulante e Realizável a longo prazo:

Estão demonstrados pelos valores de realização, incluído, quando aplicáveis os rendimentos e as variações monetárias auferidas até a data do fechamento. Os Valores Realizáveis em até 360 dias, compõem o Ativo Circulante, após este prazo integram o Realizável a Longo Prazo.

c) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez e Títulos e Valores Mobiliários:

O saldo dos recursos da aplicação financeira da Cooperativa está assim constituído na data do Balanço.

BANCO MODALIDADE PRAZO MÉDIO SALDO EM

31/12/2014

Banco do Brasil S/A Fundos Diários 319.171,31

Cresol Central Centralização Financeira Mensal 15.070.069,66

TOTAL DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS 15.389.240,97

Variações entre os exercícios: 25,43%

Houve aumento nas aplicações em virtude de novos associados através de depósitos e também em função da campanha de captação (poupe poupe) e aumento do capital social.

d) Relações Interfinanceiras

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Cheques e Outros Papéis a

Devolver - 98.753,11

Total - 98.753,11

Variação:

Depósitos em cheques dos associados que no encerramento do exercício ficaram bloqueados devido a seu prazo de compensação além dos cheques devolvidos no dia 31/12/2014 que deverão ser creditados pela compensação no dia 02/01/2015.

e)Composição da Carteira de Crédito:

1- O saldo dos recursos de Direitos a receber em carteira de Crédito de Recursos Próprios está assim constituído na data do Balanço:

MODALIDADE 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Adto a depositante 22.681,71 5.065,53 -77,67%

*Uso do Limite de Cheque

Especial 141.359,05 171.998,48 21,67% Desconto de Cheques 74.535,61 55.008,42 -26,20% Financiamento de Veículos 4.337.658,25 8.026.827,19 85,05% Credito Habitação - 2.001,89 Pré-Custeio e Pré Investimento 221.184,65 157.149,01 -28,95% Micro Credito 182.118,66 146.014,31 -19,82%

Empréstimos Linhas livres 6.742.828,79 6.465.515,35 -4,11%

Procap 1.293.486,77 1.419.549,35 9,75%

Financiamentos - Outros - 2.085,54

Total 13.015.853,49 16.451.215,07 26,39%

Total concedido em Limites à

liberar: 3.347.144,68 3.175.633,01 -5,12%

Variações entre os exercícios: 26,39%

O aumento dos saldos da carteira de crédito recursos próprios deve-se a demanda do quadro social por recursos junto a Cooperativa.

(10)

2 - O saldo dos recursos de Direitos a receber em carteira de Repasses esta assim constituído na data do Balanço. O prazo médio de retorno da carteira segue os prazos do órgão repassador.

MODALIDADE 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Investimentos – BNDES 16.579.130,66 14.899.047,88 -10,13%

Custeios – BNDES 125.244,93 106.650,82 -14,85%

Custeios - CEF - 91.105,26

Custeios – Banco Safra 50.441,00 - -100,00%

Custeio - Banco do Brasil 118.590,89 13.666,24 -88,48%

Custeios - Itau - 122.063,32

Pronaf Composicao Dividas - Res.

4028 31.718,68 -100,00%

Total 16.873.407,48 15.232.533,52 -9,72%

Variações entre os exercícios: -9,72%

O aumento dos saldos da carteira de crédito repasses deve-se a captação de recursos (aumento do limite para a Cooperativa) devido ao patrimônio líquido e demanda do quadro social por recursos junto a Cooperativa.

f) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Valor do Balanço: 1.198.404,00 A provisão para créditos de liquidação duvidosa está constituída conforme prevê a Resolução 2.682 de 21/12/1999, e reclassificação conforme manual interno da Cresol Central SCRS onde cada devedor apresenta uma classificação em função do risco, bem como em função do efetivo atraso a partir de 15 dias, estando a carteira de empréstimos e outros créditos assim classificada em 31.12.2014:

Níveis % de Provisão VALOR

A 0,50% 151.988,30 B 1,00% 17.683,65 C 3,00% 26.864,25 D 10,00% 333.293,17 E 30,00% 40.968,05 F 50,00% 130.299,66 G 70,00% 49.106,74 H 100,00% 405.778,27 SUB-TOTAL 1.155.982,09

Além do que determina a referida resolução, foram constituídas provisões por arrasto sobre avais e coobrigações, reavaliação das operações de acordo com o grau de risco atribuído.

42.421,91

TOTAL GERAL 1.198.404,00

Obs: A carteira provisionada inclui as carteiras de recursos próprios e repasses contabilizadas nas contas 1.6 e as coobrigações contabilizadas nas contas 3.0.1

Variações entre os exercícios: -15,98%

g) Oscilação do Prejuízo

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Saldo Anterior 1.641.219,37 2.208.553,37 34,57%

Créditos Transferidos Para Prejuízo

854.026,12 553.038,69 -35,24%

Créditos Recuperados de

Prejuízo 286.692,12 491.493,31 71,44%

Saldo Atual 2.208.553,37 2.270.098,75 2,79%

Variações entre os exercícios: 2,79%

(11)

h)Devedores Diversos está assim composta:

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Rendas a Receber 598.800,30 252.241,27 -57,88%

Adto e antecipações salariais 4.968,94 1.849,12 -62,79%

Adto para pagamento de conta - 76.000,00

Adto por conta de Imobilizações 100.906,12 129.189,50 28,03%

Devedores por compra de

Valores e Bens - 580.000,00

Devedores por dep em garantia 6.374,68 6.374,68 0,00%

Títulos e Créditos a Receber 69.595,06 70.291,43 1,00%

Devedores Diversos Pais 1.426.650,21 1.002.719,65 -29,72%

TOTAL 2.207.295,31 2.118.665,65 -4,02%

Variações entre os exercícios: -4,02%

i) Outros Valores e Bens está assim composta

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação Imóveis 1.723.410,23 480.410,23 -72,12% Veículos e Afins 213.044,90 118.863,90 -44,21% Maquinas e equipamentos 380.275,44 626.394,49 64,72% Outras 550.085,36 768.139,86 39,64% (-) Desvalorização (516.235,56) (116.235,56) -77,48% TOTAL 2.350.580,37 1.877.572,92 -20,12%

Observando o prazo de permanência dos bens na referida rubrica é constituído provisão para desvalorização.

j) Despesas Antecipadas

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Despesa Antecipada Aluguel - 24.500,00

TOTAL - 24.500,00

k) Permanente:

É demonstrado ao custo de aquisição considerado os seguintes aspectos:

Investimentos - São contabilizados pelo valor de cotas integralizadas assim composto:

Entidade 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Cresol Central SC/RS 2.218.952,20 1.275.904,22 -42,50%

Base Regional de Serviços 10.964,54 10.964,54 0,00%

COOPERTEC 5.827,00 6.036,98 3,60%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 2.235.743,74 1.292.905,74 -42,17% Variações entre os exercícios: -42,17%

Integralização de Capital Social junto a Cresol Central, atendendo o Estatuto Social, quanto associada.

l) Imobilizado - São contabilizados pelo custo de aquisição.

As depreciações são calculadas pelo método linear com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado.

BEM DEPRECIAÇÃO(%) | VIDA

UTIL(em anos) SALDO BENS - 31/12/2013 SALDO BENS -31/12/2014

- Bens imóveis sujeitos a depreciação 04% 25 18.400,00 694.468,62 - Instalações móveis e equipamentos 10% 10 161.445,42 179.759,48 - Sistema de Comunicação 20% 05 49,68 49,68 - Equipamentos de Process. de Dados 20% 05 72.773,73 67.636,80 - Sistema de Segurança 20% 05 40.322,79 35.871,08 - Sistema de Transporte 20% 05 54.415,31 76.646,72

(12)

m) Passivo exigível a longo prazo:

Estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo os encargos e as variações monetárias incorridas até a data do fechamento.

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Passivo exigível a longo prazo: 14.293.218,81 12.687.930,06 -11,23%

Variações entre os exercícios: -11,23%

Operações de recursos repassados, direcionados conforme regra específica de cada linha de financiamento do orgão repassador.

n) Obrigações por Empréstimos e Repasses - Repasses Interfinanceiros

São apropriados os juros das obrigações respeitando o regime de competência

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Repasses BNDES 18.059.905,14 16.418.237,81 -9,09%

Repasses Banco Safra 50.434,94 - -100,00%

Repasses Caixa Econômica

Federal - 90.937,50

Repasses Banco do Brasil 149.342,14 28.383,84 -80,99%

Repasses Itau - 120.698,47

TOTAL 18.259.682,22 16.658.257,62 -8,77%

Variações entre os exercícios: -8,77% o)Outras Obrigações

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Relações Interf - Serviços

Compensação 425,00 10.000,00 2252,94% Relações Interdependências 52.166,73 83.013,14 59,13% Cobrança e Arrecadação de Tributos 23.589,30 23.430,08 -0,67% Sociais e Estatutárias 32.527,71 21.911,51 -32,64% Fiscais e Previdenciárias 39.895,09 30.756,66 -22,91% TOTAL 148.603,83 169.111,39 13,80%

Variações entre os exercícios: 13,80% p)Diversas

DESCRIÇÃO 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Obrigações por convênios 23.324,69 - -100,00%

Credores Diversos 80.821,89 158.273,13 95,83%

Total 104.146,58 158.273,13 51,97%

Variações entre os exercícios: 51,97%

Operações recebidas de associados de forma antecipada, a serem pagas aos órgãos repassadores dos recursos.

NOTA 04 – PATRIMÔNIO LÍQUIDO

a) O Capital Social está assim representado:

DESCRIÇÃO 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Sócios 7575 8399 10,88%

Capital Social 5.407.672,69 6.358.861,69 17,59%

Variações entre os exercícios: 17,59%

Ocorreu ingresso de novos associados com integralização de capital e financiamento de cotas parte.

b)Reservas:

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

Reserva Estatutária 36.709,37 36.709,37 0,00%

Reserva Legal 399.448,12 101.904,11 -74,49%

TOTAL 436.157,49 138.613,48 -68,22%

(13)

c) Sobras ou perdas acumuladas

O Resultado do Exercício de 2014 está assim demonstrado:

Descrição Valor

Sobras/Perdas do 1º Semestre (539.764,98)

Sobras/Perdas do 2º Semestre 630.012,28

Resultado do Exercício 2014 90.247,30

Destinações: (23.500,40)

(-) FATES ato não Cooperativo cfe Lei 5.764/71, art 87 = 1,04% (938,57)

(-) FATES Destinação Estatutária = 5% (4.512,37)

(-) Reserva Legal = 20% (18.049,46)

Sobras/Perdas Líquidas de 2014 a Disposição da AGO 66.746,90

NOTA 05 - RECEITAS - DESPESAS

Descrição 31/12/2013 31/12/2014 Variação

- Receitas não Operacionais 66.255,07 410.404,62 519,43%

- Despesas não Operacionais (522.029,46) (189.683,22) -63,66%

- Outras Receitas Operacionais 807.890,33 595.613,67 -26,28%

- Outras Despesas Operacionais (517.781,93) (796.097,89) 53,75%

As Outras Receitas Operacionais refere a spread dos serviços prestados nas operações de empréstimos.

As Outras Despesas Operacionais refere a convênios celebrados entre a Cresol Central e a Base Regional (mensalidades).

NOTA 06 - RELATÓRIO DA OUVIDORIA

Os relatórios da Ouvidoria encontram-se a disposição dos associados na sede da Cooperativa no município de São Lourenço Do Sul - RS

NOTA 07 - RISCO DE MERCADO

O Risco de Mercado pode ser entendido como risco de perdas em decorrência de oscilações em variáveis econômicas e financeiras como taxa de juros taxas de cambio, preços de ações e de commodities. O Risco de Mercado pode ainda ser definido como uma medida de incerteza relacionada aos retornos esperados em decorrência de variações em fatores de Mercado. Objetivo é evidenciar na Cooperativa o nível de exposição ao risco de mercado. A política de gerenciamento do risco de mercado tem como propósito medir, monitorar e controlar a exposição de mercado de cada instituição abrangendo fontes relevantes inerentes aos riscos. O risco de mercado mede casamento/descasamento entre ativos e passivos, além das condições que estão expostas as captações, operações de crédito e aplicações financeiras. Para isso, considera comportamento das taxas Pré-fixadas, taxas indexadas, prazos, custo do dinheiro e perspectivas de mercado, denominada teste de estresse.

O Sistema Cresol Central SC/RS monitora os resultados dos riscos de mercado mensalmente. A CRESOL BOA VISTA apresentou no mês de fechamento do exercício os seguintes riscos de Mercado:

Risco dos Ativos: 1,73%

Risco dos Passivos: -0,07%

Risco Global: 1,66%

OBSERVAÇÃO:

Para calcular o risco de Mercado sobre os Passivos foi considerado uma taxa média estimada de 0,90% ao mês. Para o risco dos Ativos, foi projetado uma taxa média de empréstimos de 2,30% ao mês e 0,90% ao mês sobre aplicação no mercado financeiro.

A CRESOL BOA VISTA possui ainda em sua estrutura de risco de mercado um diretor responsável e os dados acima citados encontram-se arquivados na sede da cresol e a disposição dos interessados.

NOTA 08 - RISCO OPERACIONAL

A política de gerenciamento de Risco Operacional do Sistema Cresol Central SC/RS está de acordo com a Resolução 3380/2006 do Banco Central. A estrutura de risco operacional visa monitorar, revisar, manter e aperfeiçoar as operações para garantir maior segurança aos associados.

(14)

Os riscos operacionais foram avaliados de forma agrupada em: Risco de Inadimplência, Risco de Garantias, Risco de Concentração de Crédito, Risco de Concentração Operacional, Risco Sistêmico, Risco de Presteza e Confiabilidade, Risco de Equipamentos, Risco de Erro Não Intencional, Risco de Fraude, Risco de Produtos e Serviços, Risco de Regulamentação, Risco de Imagem, Risco Tributário e Risco de Contrato.

A CRESOL BOA VISTA apresentou 42 pontos, na avaliação de Riscos Operacionais, o que classifica a probabilidade de ocorrência de Risco Operacional em Média

A CRESOL BOA VISTA possui ainda em sua estrutura de risco operacional um diretor responsável e os dados acima citados encontram-se arquivados na sede da cresol e a disposição dos interessados.

NOTA 09 - RISCO DE CREDITO

O Gerenciamento do Risco de Crédito do Sistema Cresol Central SC/RS está de acordo com a Resolução 3721/2009 do CMN.

Define-se o risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.

O gerenciamento de riscos de crédito estabelece padrões relativos a regra de decisão, limites, classificação de riscos e provisionamento, e monitoramento da carteira de crédito. Os procedimentos para gerenciamento do risco compreendem no mínimo:

• Análise mensal dos limites estabelecidos;

• As liberações de crédito são analisadas e deliberadas no sistema de tecnologia conforme regras de alçadas do sistema.

• Análise mensal dos descasamentos de prazo;

• Cálculo de taxa média de juros praticadas e spreads;

• Análise mensal das provisões constituídas, comparativa com a inadimplência;

• Acompanhamento das cobranças das operações de recebimento duvidoso conforme política de cobrança do sistema regulamentado no manual operacional de crédito.

NOTA 10: EFEITOS DA LEI N.11.638/2007

A lei nº 11.638/2007 que entrou em vigou a partir do exercício 2008, teve como objetivo principal atualizar a Lei das sociedades por Ações para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam expedidos pelo Conselho Monetário Nacional ( CMN) em consonância com os padrões internacionais de contabilidade. Nestes contextos, as seguintes atualizações normativas expedidas pelo CMN foram consideradas na elaboração das demonstrações: a) Demonstração do Fluxo de caixa, b) Divisão do Ativo permanente em: Investimentos, Imobilizado, diferido e intangível, c) Mudanças relativas aos critérios de avaliação do ativo e do passivo, d) revisão dos conceitos de constituição da Reserva de Capital Reserva de Lucros e Sobras/Perdas Acumuladas.

NOTA 11: FLUXO DE CAIXA

Caixa: compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis.

Equivalentes de caixa: São aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente

conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor.

Fluxos de caixa: São as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa.

O fluxo de caixa proporciona base para avaliar a capacidade que a cooperativa possui de gerar caixa, equivalentes de caixa e suas necessidades de liquidez. Através do Fluxo de caixa é possível avaliar as mudanças nos ativos líquidos da cooperativa e sua estrutura financeira.

Caixa e equivalência de caixa Inicial Final Variação

Caixa 207.199,39 92.985,10 -55,12%

Total 207.199,39 92.985,10 -55,12%

Variações entre os exercícios: -55,12%

NOTA 12. ÍNDICES DE BASILÉIA(RWARPS - IMOBILIZAÇÃO E LIMITE DE EXPOSIÇÃO POR CLIENTE)

As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter permanentemente, valor de Patrimônio de referência (PR) apurado nos termos da resolução n° 3.444 (CMN) De 28 de fevereiro de 2007, compatível com os riscos da atividade, sendo apresentado abaixo o cálculo dos limites.

(15)

Limites operacionais 2013 2014

RWA 37.584.982,54 39.879.430,94

Patrimônio de Referência (PR) 5.546.286,17 6.582.271,53

PR para RWA 5.546.286,17 6.582.271,53

Patrimônio de Referência exigido

(PRE) 3.946.423,17 4.187.340,25

Margem Adicional Capital

Principal (2,5%) 939.624,56 996.985,77

Limite do PR (sobra ou

insuficiência) 1.599.863,00 1.397.945,51

Índice de Basiléia (mínimo 10,5%) 14,76% 16,51%

Imobilizado para cálculo do limite 1.040.267,09 1.071.433,90

Índice de imobilização (limite

50%) 18,76% 16,28%

NOTA 13. PARTES RELACIONADAS

A posição financeira e o resultado da CRESOL BOA VISTA não foram afetados por transações e saldos com partes relacionadas constantes no CPC 05 do Comitê de pronunciamentos contábeis.

São Lourenço Do Sul - RS, 31.12.2014

LUCAS STEINMETZ LUCIANA APARECIDA ZAMPIERON

Presidente e Diretor Responsável Pela Área Contábil CONTADORA - CRC/RS 070960/0-2

(16)

A

Diretoria da

COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL COM INTERAÇÃO SOLIDÁRIA DE BOA VISTA - CRESOL BOA VISTA

CNPJ: 04.929.712/0001-40

SÃO LOURENÇO DO SUL - RS

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Examinamos as demonstrações contábeis da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL COM INTERAÇÃO

SOLIDÁRIA DE BOA VISTA - CRESOL BOA VISTA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de

dezembro de 2014 e as respectivas Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido e dos

Fluxos de Caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis

e demais Notas Explicativas.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis

A administração da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL COM INTERAÇÃO SOLIDÁRIA DE BOA VISTA - CRESOL

BOA VISTA é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de

acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como

necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante,

independentemente se causada por fraude ou erro.

Responsabilidade dos auditores independentes

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em

nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas

requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada

com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção

relevante.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito

dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados

dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas

demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o

auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das

demonstrações contábeis da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL COM INTERAÇÃO SOLIDÁRIA DE BOA VISTA

- CRESOL BOA VISTA para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias,

mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da COOPERATIVA DE

CRÉDITO RURAL COM INTERAÇÃO SOLIDÁRIA DE BOA VISTA - CRESOL BOA VISTA. Uma auditoria inclui,

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas

contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis

tomadas em conjunto.

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os

aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL COM

INTERAÇÃO SOLIDÁRIA DE BOA VISTA - CRESOL BOA VISTA em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de

(17)

suas operações e os seus Fluxos de Caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas

contábeis adotadas no Brasil.

São Lourenço do Sul/RS, 23 de fevereiro de 2015

ANEND AUDITORES INDEPENDENTES SS

(18)

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