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Sistema de Certificação Energética dos Edifícios Sistemas técnicos de controlo, regulação e gestão técnica Enquadramento legal

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(1)

Sistema de Certificação Energética dos Edifícios

Sistemas técnicos de controlo, regulação e gestão técnica

Enquadramento legal

Apresentação de: Rui Fragoso Diretor do Departamento de Edifícios da ADENE

(2)

INDICE

 ENQUADRAMENTO EUROPEU E METAS

 ENQUADRAMENTO LEGAL NACIONAL

 OS SISTEMAS DE GESTÃO TÉCNICA E O SCE

(3)

Enquadramento europeu e metas estabelecidas em matéria de energia e emissões

(4)

ENERGIA

ENERGIA

ALTERAÇÕES

CLIMÁTICAS

ALTERAÇÕES

CLIMÁTICAS

EDIFÍCIOS

EDIFÍCIOS

(5)

 ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

 REDUÇÃO DE EMISSÕES POLUENTES

2020

- 8%

EU15

KYOTO

2030

- 20%

META VINCULATIVA

- 40%

META VINCULATIVA

-2ºC

-1,5ºC

(6)

 REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA

 MELHORIA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

 PROMOÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS

2020 - 2030

- 20% - 27%

META VINCULATIVA META INDICATIVA

31%

FER no Consumo Final Bruto de Energia(1)

10%

FER nos Transportes(1)

20%

Redução do Consumo de Energia Primária(2)

25%

Redução do Consumo de Energia Primária(3)

30%

Redução do Consumo de Energia no Estado(3) Ob je ti v o s P o rt u g a l 2 0 2 0 M e ta d o G o v e rn o

(7)

31%

FER no Consumo Final Bruto de Energia

10%

FER nos Transportes

25%

Redução do Consumo de Energia Primária

19,5 20,8 21,9 23 24,4 24,2 24,7 25 25,7 27 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 0,2 1,3 2,2 2,3 3,6 5,3 0,4 0,4 0,7 3,4 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 31% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 10% 30 MTEP 25% 22,5 MTEP 26%

Fonte: Direção Geral de Energia e Geologia

(8)

Diretiva 2009/28/CE - Promoção da utilização de energia proveniente de fontes renováveis

2002 2006 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Diretiva 2009/125/EC -Requisitos de conceção ecológica dos produtos relacionados com o consumo de energia

Diretiva 2012/27/UE - Relativa à eficiência energética

Diretiva 2010/30/UE - Indicação do consumo de energia ) por parte dos produtos relacionados com a energia, por meio de rotulagem

Diretiva 2010/31/UE - Relativa ao desemp. energético dos edifícios

Diretiva2002/91/EC

-Desemp. Energ. Edif.

Decreto-Lei 78/2006 Decreto-Lei 79/2006 Decreto-Lei 80/2006 Decreto-Lei 118/2013 Decreto-Lei 194/2015 Decreto-Lei 251/2015 Certificação Energética dos Edifícios Quadro completo de requisitos energéticos nZEB Edifícios públicos nZEB Todos Edifícios Quadro melhorado de requisitos energéticos Decreto-Lei 28/2016

QUADRO LEGAL EUROPEU COM IMPACTO NO SETOR DOS EDIFÍCIOS

(9)

Enquadramento legislativo nacional e implementação de requisitos no desempenho energético dos edifícios

(10)

QUADRO LEGAL NACIONAL – DESEMPENHO ENERGÉTICO DOS EDIFÍCIOS

Decreto-Lei n.º 118/2013 de 20/08 (SCE + REH + RECS)

[Decreto-Lei n.º 28/2016 de 23/06]

Lei n.º 58/2013 de 20/08 (Técnicos do SCE)

Portaria n.º 349-B/2013 de 29/11 (Requisitos REH) Portaria n.º 349-D/2013 de 02/12 (Requisitos RECS) [Portaria n.º 17-A/2016 de 04/02] Portaria n.º 349-C/2013 de 02/12 (Licenciamento) [Portaria n.º 405/2015 de 20 de novembro] Portaria n.º 349-A/2013 de 29/11 (Funcionamento do SCE) [Portaria n.º 39/2016 de 07/03] Portaria n.º 353-A/2013 de 04/12 (Requisitos QAI) Portaria n.º 66/2014 de 12/03 (avaliação técnicos do SCE)

I – SCE

(Sistema Certificação Energética Edifícios)

II – REH

Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação

II – RECS

Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços

(11)

OS SISTEMAS DE GESTÃO TÉCNICA NO DECRETO-LEI 118/2013

 Em 2013 o legislador tomou a decisão de considerar os sistemas de gestão técnica no âmbito do desempenho energético dos edifícios

(12)

OS REQUISITOS APLICÁVEIS AOS EDIFÍCIOS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS

 Sistemas técnicos no âmbito do Decreto-Lei 118/2013  Requisitos aplicáveis a sistemas em

edifícios novos  Requisitos aplicáveis a sistemasinstalados em edifícios existentes

AQUECIMENTO

AMBIENTE ARREFECIMENTOAMBIENTE PRODUÇÃO ÁGUAQUENTE SANITÁRIA VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO ASCENSORES ESCADAS E

(13)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 Os sistemas de regulação e controlo da climatização devem ser dotados de possibilidade de interface com o utilizador e garantir, pelo menos, as seguintes funções:

a) Limitação dos valores máximos e mínimos da temperatura do ar interior, em qualquer espaço ou grupo de espaços climatizados, conforme o que for aplicável; b) Regulação da potência de aquecimento e de arrefecimento dos equipamentos às

necessidades térmicas do edifício ou espaços climatizados;

c) Possibilidade de controlo automático do sistema de climatização por espaço ou grupo de espaços, em período de não ocupação;

d) Possibilidade de parametrização de horários de funcionamento.  O sistema de regulação e controlo deve permitir a sua integração num

sistema de gestão técnica de energia, o qual se pode sobrepor àquele, no controlo das condições ambientais interiores.

(14)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 Os sistemas de climatização centralizados, que sirvam várias frações ou edifícios terão necessariamente de dispor, nas redes de distribuição de água quente e refrigerada, de dispositivos para contagem dos consumos de energia de cada uma das frações autónomas ou edifícios servidos pelo sistema.

 Nos sistemas de climatização é obrigatória a existência de pontos de medição ou de monitorização de diversos parâmetros em função da potência instalada de climatização (P).

Pontos a monitorizar

Acessório para integrar equip. de monitorização

Equipamento de monitorização instalado de forma permanente P ≤ 25 25 > P ≤ 100 P >100 P ≤ 25 25 > P ≤ 100 P >100

Consumo de unidades de climatização com potência elétrica superior a 12 kW Consumo elétrico de motores com potência superior a 1 kW

(15)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

Pontos a monitorizar

Acessório para integrar equip. de monitorização

Equipamento de monitorização instalado de forma permanente P ≤ 25 25 > P ≤ 100 P >100 P ≤ 25 25 > P ≤ 100 P >100

Consumo de combustíveis líquidos e gasosos em caldeiras

Estado de colmatagem dos filtros de ar Estado de aberto/fechado dos registos corta-fogo

Gases de combustão de caldeiras Temperatura média do ar interior, ou zona controlada a temperatura distinta Temperatura da água em circuitos primários de ida/retorno

Temperatura de insuflação e retorno das unidades de tratamento de ar;

(16)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 Os sistemas mistos de aquecimento e preparação de AQS, com uma potência térmica nominal de climatização superior a 100 kW, deverão dispor de contadores de energia que permitam a contabilização da energia usada para cada uma das funções.

 Os sistemas de preparação de AQS com recurso a energia solar com área de painéis superior a 20 m2 deverão dispor de um sistema de

monitorização e registo da produção solar.

 Nos sistemas de preparação de AQS com recurso a energia solar ou outra energia renovável deverá ser dada prioridade ao aproveitamento do recurso renovável,

nomeadamente através do controlo do sistema de apoio a energia convencional que determine a sua entrada em funcionamento apenas quando seja estritamente necessário.  Nos sistemas de preparação de AQS com recurso a energia solar do tipo circulação

forçada deverá existir um sistema de controlo que determine a entrada em

(17)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 As soluções de controlo e regulação deverão ser feita em função das exigências operacionais das instalações e do potencial de aumento de eficiência energética;

Edifícios novos Edifícios sujeitos a grande intervenção GES PES GES PES

Deteção de presença

Comutação por luz natural Regulação por luz natural Controlo horário

Controlo por interface Gestão operacional

(18)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 A escolha base deverá passar pela

utilização de equipamentos individuais de funcionamento autónomo para

funções básicas de controlo, como a deteção de presença e/ou interação com luz natural, e evoluir progressivamente para a integração em rede, tornando possível a gestão centralizada da

instalação e conseguindo assim o nível máximo de eficiência energética e funcionalidade operacional da instalação, para além de permitir a integração com outros sistemas

energéticos e com um sistema global de gestão do edifício.

(19)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 Independentemente de requisitos específicos em função do uso dos sistemas técnicos, o Decreto-Lei especifica requisitos gerais em relação à adoção de sistemas de regulação, controlo e gestão técnica em função da potência térmica.

 Sistemas autónomos de regulação e controlo – Cumprem os requisitos especificados para cada sistema técnico em função da sua função.

Potência (kW) Tipo de sistema

Inferior a 100 Sistemas autónomos de regulação e controlo Entre 100 e 250 Sistema de Gestão Técnica

Igual ou superior a 250 Sistema de Gestão Técnica Centralizada

Sistema de Gestão Técnica (Centralizada) – Cumprem os requisitos específicos para esse efeito.

(20)

SISTEMAS TÉCNICOS COM REQUISITOS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA

 Os sistemas de gestão técnica centralizada devem ser objeto de

projeto, elaborado por projetista reconhecido para o efeito, de acordo com especificações previstas para projeto de execução conforme disposto no artigo 44.º da Portaria n.º 701-H/2008, de 29 de julho, devendo

abranger os vários sistemas técnicos e de manutenção do edifício.  Alguns pontos relevantes do artigo 44º da Portaria n.º 701-H/2008

 Especificação detalhada de todos os equipamentos e materiais a fornecer e a instalar

 Esquema, ou esquemas, de princípio de todos os sistemas, devidamente detalhados, com discriminação e

identificação de todos os equipamentos e acessórios de comando, proteção, contagem, monitorização e controlo;

(21)

REQUISITOS DOS SISTEMAS DE GESTÃO TÉCNICA CENTRALIZADA

 Os sistemas de gestão técnica centralizada deverão cumprir com os

requisitos mínimos da classe C definidos na Tabela 2 da norma EN15232  Devem ser adotados protocolos de comunicação padrão vulgarmente

usados nos sistemas de gestão técnica de edifícios, definidos pelas normalizações ISO, ANSI e ASHRAE.

 Requisitos mínimos adicionais:

 Contagem de energia elétrica por sistema ou instalação de AVAC;

 Contagem de energia proveniente de produção renovável e/ou cogeração;

 Contagem de energia, dos equipamentos com potência elétrica superior a 12 kW;  Contagem de energia elétrica, energia térmica ou outras fontes de energia, que

permitam calcular o rendimento das unidades produtoras de água quente ou água fria com potência elétrica superior a 50 kW, no caso de GES;

 Contagem do consumo de combustíveis líquidos e gasosos por equipamento produtor com potência térmica nominal superior a 100 kW;

 Contadores que permitam desagregar a energia afeta a cada uma das diferentes funções, designadamente, aquecimento ambiente, AQS e de piscinas;

(22)

REQUISITOS DOS SISTEMAS DE GESTÃO TÉCNICA CENTRALIZADA

 Os sistemas de gestão técnica centralizada deverão permitir a constituição de

arquivo histórico de dados, exportável para folha de cálculo e em formato comum, dos últimos 6 anos de registo das seguintes variáveis:

 Contagens de energia definidas anteriormente, com uma periodicidade mínima de 15 minutos;

 Temperatura e humidade do ar exterior;

 Temperatura média do ar interior, ou de cada zona controlada a temperatura distinta;

 Tempos de funcionamento dos motores elétricos quando integrados no sistema de gestão técnica;

(23)

Integração dos sistemas de regulação, controlo e gestão técnica no âmbito do SCE

(24)

SISTEMAS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

 Sistemas técnicos cadastrados no certificados emitidos no portal do SCE

ATÉ 31 DEZEMBRO 2016

A PARTIR DE 1 JANEIRO 2017

Previsto o registo de forma voluntária a partir de 14 de novembro 2016

(25)

SISTEMAS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

(26)

SISTEMAS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

(27)

SISTEMAS DE CONTROLO, REGULAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO TÉCNICA NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

 Descrição dos sistemas no certificado energético

Está também a ser estudado o alargamento da lista de medidas de melhoria disponíveis para seleção pelo perito qualificado, para a

(28)

Possíveis desenvolvimentos decorrentes do processo de revisão da diretiva EPBD

(29)

Esquemas de

certificação energética

e

controlo independente

estão num

estágio inicial

em alguns Estados Membros e o seu potencial pode melhorar;

Diversidade e desagregação do setor dos edifícios dificulta a recolha de

dados fidedignos

em termos de características dos edifícios, uso de energia e

tem implicações financeiras na renovação em termos de benefícios.

Falta de dados fidedignos

tem

consequências negativas

na perceção do

potencial de poupança de energia ao nível da EU, cumprimento das obrigações,

monitorização e avaliação;

Avaliação demonstra oportunidades para a

simplificação e modernização

de

alguns artigos existentes, em especial:



Art.º 6(1) – Viabilidade de sistemas alternativos de elevada eficiência” [nZEB];



Art.º 14/15 – Sistemas de inspeção regular de equipamentos de AQC. e AVAC; [GTC]

Tem

melhorado o desempenho energético

de

edifícios novos

mas

incentivado pouco a reabilitação

energética dos

edifícios existentes

;

Alguns potenciais aspetos negativos

(30)

Alguns potenciais aspetos positivos

Implementação até à data tem demonstrado

bom desempenho em critérios

de eficiência, relevância, coerência e valor para a EU

;

Requisitos de eficiência energética

nos

edifícios novos e existentes

na

legislação nacional de todos os Estados Membros (EM);

Modernização da legislação

com a introdução dos conceitos de

requisitos

“custo-ótimo”

e de

edifícios de necessidades quase nulas

;

Combinação

da aplicação de

requisitos mínimos

e da

certificação

energética

, em especial no edifícios novos;

Certificação energética

tem impulsionado a

procura de edifícios com base

em critérios energéticos

, e encorajado os consumidores a comprar ou

arrendar edifícios eficientes;

As bases de dados dos sistemas de certificação energética

, são

instrumentos chave

para a

monitorização

das obrigações,

conhecimento

do

parque edificado e

informação

aos decisores políticos e agentes de mercado.

(31)

Manter a

abordagem prudente existente

na ação da UE em

matéria de

eficiência energética

de edifícios

assegurando, subsidiariedade,

proporcionalidade, boa relação custo-eficácia e flexibilidade aos EM

;

Possível abordagem ao processo de revisão da diretiva

Em resumo,

introduz melhorias

e

simplificações e permitirá a melhoria dos

edifícios

enquanto

deixa flexibilidade

para implementação nacional.

Preservar os principais objetivos, princípios e arquitetura

global da

diretiva em curso a qual está

funcionando bem e é apoiada

pelos

agentes de mercado e EM;

Incluir

apenas alterações específicas

, permitindo a

continuação da

execução de disposições

chave da diretiva

já em vigor

que já estão em

pleno funcionamento

e são rentáveis

.

Um

equilíbrio entre orientações e revisões legais

para introduzir

novas disposições focalizadas em

abordar em particular os edifícios

existentes e a ligação ao financiamento.

(32)

Possível impacte económico, social e ambiental

 Impacte positivo moderado no emprego;

 Melhoria do conforto nos edifícios reduzirá mortalidade e

custos de saúde;

 Impacto moderado na redução da pobreza energética.

 Impacte positivo moderado no emprego;

 Melhoria do conforto nos edifícios reduzirá mortalidade e

custos de saúde;

 Impacto moderado na redução da pobreza energética.

 Impacte positivo moderado no crescimento derivado do

investimento em EE e redução de importação de energia;

 Aumento no setor da construção e engenharia relacionado

com investimentos em alguns setores de materiais da

construção e reabilitação com impacto nas PMEs.

 Impacte positivo moderado no crescimento derivado do

investimento em EE e redução de importação de energia;

 Aumento no setor da construção e engenharia relacionado

com investimentos em alguns setores de materiais da

construção e reabilitação com impacto nas PMEs.

 Redução dos gases com efeito de estufa nos Estados

Membros.

 Redução dos gases com efeito de estufa nos Estados

Membros.

(33)

SMARTNESS INDICATOR (SI)

OBJETIVO:

Desenvolver um indicador capaz de ser usado para medir a

capacidade de um edifício para utilizar as TIC e sistemas

eletrónicos para otimizar a operação e interagir com a rede.

Despertar os consumidores para a importância do conceito

smartness

e criar confiança sobre as poupanças que se podem

gerar com estas funcionalidades.

1/3

IMPACTO:

Ocupantes e edifícios mais ativos na reação ao conforto

requisitos operacionais;

Contributo para o funcionamento eficiente, suave e seguro

dos sistemas e infraestruturas onde estão inseridos os

edifícios.

(34)

SMARTNESS INDICATOR (SI)

IMPLEMENTAÇÃO:

1.Comissão Europeia irá desenvolver uma definição de indicador smartness e

promover a sua implementação;

2.Será definida uma metodologia de cálculo para determinação do indicador;

3.A metodologia terá em consideração o efeito positivo das tecnologias

smart-ready

integradas na envolvente de um edifício e dos seus sistemas técnicos;

4.Os impactos serão avaliados do ponto de vista dos benefícios gerados para o

desempenho energético do edifício e conforto no mesmo;

2/3

(35)

SMARTNESS INDICATOR (SI)

DETERMINAÇÃO E CÁLCULO TENDO EM CONTA:

3/3

Capacidade para o edifício ou sistemas técnicos (TBS) se adaptarem em resposta às

necessidades dos ocupantes;

Capacidade do edifício para manter o edifício em

funcionamento e melhorar o seu desempenho a longo prazo (BIM data  TBS)

Capacidade de um edifico adaptar a sua operação em

resposta às necessidades/situação da rede elétrica. Inclui aspetos como demand response e flexibilidade em tempo real para satisfazer a rede ou necessidades energéticas.

(36)

INCLUSÃO DE NOVOS SISTEMAS TÉCNICOS

(Art.º 8)

EPBD “2”

2010/31/UE

SCE “2”

DL 118/2013

EPBD “3”

2018?

AQUECIMENTO AMBIENTE ARREFECIMENTO AMBIENTE PRODUÇÃO ÁGUA

QUENTE SANITÁRIA VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO ASCENSORES ESCADAS E

TAPETES ROLANTES PRODUÇÃO ENERGIA REMOVÁVEL SISTEMAS DE GESTÃO DE ENERGIA INFRAESTRUTURACARREGAMENTO EV

(37)

INCENTIVOS FINANCEIROS

(ARTº 10)

 Consumos reais de edifícios públicos com mais de

250 m

2

devem constar da base de dados dos

certificados energéticos.

 Estados membros devem ligar o financiamento para a

renovação dos edifícios com base nas poupanças geradas;

 As poupanças devem ser avaliadas por comparação

de um certificado energético emitido antes da

intervenção e outro após esta;

>250m2

(38)

DADOS - INFORMAÇÃO NAS BD DOS CERTIFICADOS

(ARTº 18)

 Acesso generalizado a informação de elevada qualidade sobre o

parque edificado é essencial para a política energética;

 EM devem garantir que os certificados energéticos são registados

numa base de dados nacional;

 Informação mínima a constar na base de dados:

 Natureza do edifício;  Localização;  Tipo de edifício;  Período de construção;  Área de pavimento;  Performance da envolvente opaca;  Tipo de sistemas técnicos;

 Fontes renováveis on-site;

 Energia final calculada por fonte e uso;

 Indicador de energia primária. BD do SCE já contêm informação mínima exigida

(39)

Possíveis novidades em ponderação

NOVOS REQUISITOS EM EDIFÍCIOS

(ARTº 8)

 Carregamento de carros elétricos em todos os estacionamentos de edifícios novos ou sujeitos a grandes intervenções;

 Carregamento de carros elétricos em

edifícios existentes – 1 em cada 10 lugares de estacionamento até 1/1/2023

 Avaliação do desempenho energético de um sistema técnico sempre que um componente é instalado, alterado ou atualizado.

Novo sistema

 Intervenções – Documentação é entregue pelo instalador ao proprietário e fica

disponível para comprovar requisitos

aplicáveis e servir de base para a certificação.

(40)

NOVOS REQUISITOS EM EDIFÍCIOS

(ARTº 8)

 Edifícios não residenciais com consumos

acima de 250MWh  equipados com Gestão

Técnica até 2023 e com as seguintes funções:

 Monitorização, análise e ajuste continuo de energia;  Benchmark, deteção e informação do gestor do

edifício acerca das oportunidades de melhoria;

 Comunicação com os sistemas técnicos do edifício e outros equipamentos no seu interior e ser indiferente a tecnologias, equipamentos e marcas.

2/2

 Edifícios residenciais com sistemas centralizados acima de 100 kW 

equipados com equipamentos de monitorização e controlo, até 2023, e

com as seguintes funções:

 Monitorização e contagem contínua da eficiência dos sistemas e informação ao proprietário do edifício quando esta tenha diminuído ou os sistemas necessitem de intervenção;

 Assegurem a geração, distribuição e emissão de energia por parte dos sistemas.

(41)
(42)

 O setor dos edifícios afigura-se como uma peça chave no domínio

da energia, quer a nível europeu como nacional, por forma a

contribuir para a melhoria dos indicadores climáticos, energéticos e

bem estar geral das populações.

 Portugal deu um passo relevante em 2013 com a inclusão dos

sistemas de regulação, controlo e gestão técnica na regulamentação,

antecipando assim uma tendência europeia e mundial e permitindo-lhe

retirar benefícios antecipados da inclusão desses sistemas nos

edifícios.

 Perspetiva-se um reforço da disseminação destes sistemas, como

contributo para a digitalização dos edifícios e para a melhoria da

(43)

Referências

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