• Nenhum resultado encontrado

SANEAR É EUGENIZAR : POSTULADOS SOBRE A HIGIENE ESCOLAR NO PIAUÍ, NAS DÉCADAS DE 1930 E 1940

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "SANEAR É EUGENIZAR : POSTULADOS SOBRE A HIGIENE ESCOLAR NO PIAUÍ, NAS DÉCADAS DE 1930 E 1940"

Copied!
8
0
0

Texto

(1)

“SANEAR É EUGENIZAR”: POSTULADOS SOBRE A HIGIENE ESCOLAR NO PIAUÍ, NAS DÉCADAS DE 1930 E 1940

Vanessa Barbosa Araújo de Sousa1

Introdução

As discussões sobre eugenia foram introduzidas no Brasil no início do século XX. Ela adentra nos meios científicos e intelectuais brasileiros como o que há de mais novo na ciência, sob a forma de um movimento internacional. Amplamente divulgado na Europa e nos Estados Unidos, que também esteve presente na maioria dos países da América Latina, tornando-se símbolo de modernidade e progresso, capaz de levar a uma ““nova ordem social” por meio do aprimoramento médico da raça humana (Sociedade Eugênica de São Paulo, 1919:15-16)” (Stepan, 2004 p. 341). Apesar da sua abundante circulação, a eugenia adquiriu contornos diferentes de acordo com o contexto em que foi abraçada. O tipo de eugenia desenvolvido no Brasil, divergia cientificamente e ideologicamente com a eugenia da Alemanha nazista, e de outros países europeus. A autora Nancy Stepan então sugeria a existência de um tipo de eugenia “latina”, que havia sido desenvolvida no Brasil, França, Itália e outros países da América Latina.

Desse modo propomos aqui pensar como a eugenia adquiriu distintas formas dentre os intelectuais dos grandes centros científicos brasileiro da época, tendo em vista a heterogeneidade do movimento eugênico no Brasil, no entanto todos estavam interligados a um projeto de modernidade2. Temos também como objetivo pensar para além do centro, buscando refletir como esse projeto se desenvolveu no estado do Piauí no interior do Brasil entre as décadas de 1930 e 1940, a partir de suas particularidades locais. Embora não haja mesão desse conceito nos postulados do nosso objeto de pesquisa o interpretamos a partir dessa logica, tendo em vista refletir acerca da higiene escolar como prática de educação sanitária e eugênica a ser desenvolvida na escola primária no Piauí a partir de fins da década de 1920, proposta por

1 Mestranda do Programa de Pós-graduação de História das Ciências e da Saúde COC/FIOCRUZ, bolsista Fiocruz, e-mail:

[email protected]

(2)

João Emílio Falcão Costa, médico, higienista, formado na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1927, com a tese “Higiene da Escola Primária”.

A “eugenia latina” e as diferentes faces da eugenia no Brasil

No caso da eugenia na América Latina, Nancy Stepan faz uma ressalva ao que ela encara como desprezo da historiografia com relação a esse tema, interpretado como uma negligência a ciência desenvolvida no Brasil e nos países latino-americanos. Considerando que a exclusão dos estudos sobre eugenia nessa região deturpa a construção da História Moderna, “diante da conexão histórica entre a eugenia e os excessos nazistas e, talvez, devido à poderosa ficção segundo a qual a América Latina teria ficado relativamente isenta do racismo característico de outras partes do mundo” (Stepan, 2004, p. 333), a autora contesta essa ideia a partir de um emaranhado de fontes que confirmam a existência de uma gama de instituições e conferências no Brasil e na América Latina que ocorreram entre 1900 e 19403, que descortinam a falsa ideia de essa ciência não ter se desenvolvido nesta região.

A autora Nancy Stepan traz essas questões à luz do seu tempo. Contudo, na atualidade, esse tema então apontado como negado pela história, continua a ser revisto. Há vários trabalhos na América Latina, inclusive no Brasil4, que tem seguido nessa direção, buscando preencher lacunas existentes no que diz respeito a construção da História da eugenia na América Latina. De todo modo, ela colabora no sentido de pensarmos um modelo particular de eugenia desenvolvido na América Latina, que seria uma a “eugenia latina”. Considerado por muitos pesquisadores como um tipo “suave” de eugenia, diferente do tipo que predominou em países como os Estados Unidos, Suécia, Alemanha e Inglaterra, nos quais a eugenia adquiriu uma forma mais radical, com medidas que se basearam em políticas extremas de segregação racial e controle da reprodução humana, “o movimento eugênico brasileiro teria adotado

3 A eugenia foi tratada nas reuniões de diversas conferências pan-americanas realizadas entre 1900 e 1940 e foi tema

específico de dois congressos regionais, o primeiro realizado em Cuba, em 1927, e o segundo na Argentina, em 1934. Os movimentos eugênicos latinos foram também responsáveis pela criação da Fédération International Latine des Sociétés d’Eugénique, fundada em 1935 por iniciativa de Corrado Gini, presidente da Società Italiana di Genetica e Eugenetica. Na reunião de organização da federação, realizada na Cidade do México, sociedades eugênicas do Peru, Catalunha, Brasil e BélgicCuidar, Controlar, Cura expressaram intenção de participar da entidade, enquanto delegados de 12 outros países latino-americanos manifestaram interesse e apoio. Em 1937, Federação Latina realizou seu primeiro e único congresso, em Paris, do qual resultou o volume Congrès Latine d’Eugénique: rapport (1938) (MacLeane Estenos, 1952; Marchaud, 1933; Nisot, 1927). Ver Nancy Stepan, 2004.

(3)

projetos menos radicais, ligados às políticas de saneamento, higiene, educação e outras ações de melhoramento das condições do meio” (Souza, 2016, p. 94).

As medidas desenvolvidas nesse projeto tomada forma de uma “eugenia preventiva”, conceito desenvolvido por Nancy Stepan, seguia o estilo positivo neolamarckista, que tinha como foco o ambientalismo médico, as reformas do meio e o melhoramento racial das futuras gerações, defendendo ser possível o aprimoramento hereditário ao longo do tempo. Assim, a higiene escolar como ferramenta sanitária de correção do meio e do corpo, embasada em uma serie de métodos normatizadores orientados por postulados médicos higienistas, eram dados como capazes de corrigir os vícios considerados hereditários. De acordo com o saber médico da primeira metade do século XX, as crianças das classes mais baixas da sociedade, tanto do campo quanto da cidade, tinham predisposição “ao crime, à delinquência juvenil, à prostituição e às doenças mentais” Stepan, 2004, p. 343), havendo assim uma necessidade de intervenção nos corpos desses sujeitos.

A maneira como esse tipo de eugenia se desenvolveu no Brasil e na América Latina, a partir da interferência no meio como mecanismo de correção dos corpos e da moral, ligada ao movimento sanitarista do período, permitia a muitos intelectuais afirmar que “sanear é eugenizar” (Kehl, 1923b:20), (Stepan, 2004, p. 346). Não haviam definições claras entre as fronteiras da higiene e eugenia sob a ótica da “eugenia latina”, mesmo com as recorrentes críticas britânicas que percebiam esse modelo como errôneo ou descuidado, não atentando-se ao fato de esse tipo de eugenia ser orientado pela teoria neolamarckiana e não pelas concepções sobre genética mendeliana. Essa interpretação, no entanto, deixa transparecer que o movimento não ocorreu de maneira homogênea, recaindo uma cadeia de críticas sobre a autora, visto que para pesquisadores como Vanderlei Souza, ela acaba por limitar os horizontes da eugenia brasileira no que tange aos diálogos e à circulação internacional dos eugenistas.

Souza argumenta que outras perspectivas vêm sendo deixadas de fora, como os eugenistas que apoiam medidas mais radicais da “eugenia negativa” e a adoção da genética mendeliana, entre os quais. Renato Kehl, Edgard Roquette-Pinto, Octavio Domingues e Toledo Piza Junior, os dois primeiros citados considerados os principais nomes da eugenia no Brasil. Embora a Sociedade Eugênica de São Paulo fosse fortemente influenciada pela eugenia francesa, “a trajetória de Renato Kehl caracterizou-se pela defesa de uma eugenia mais dura, ao estilo da “eugenia negativa”, propondo medidas radicais de controle matrimonial e esterilização” (Souza, 2016, p. 96), que foram sintetizados em suas obras Lições de

(4)

eugenia, 1929 e Sexo e civilização: aparas eugênicas 1933. Desde o final da década de 1920 passou

inclusive a “fazer defesas entusiasmadas das políticas de segregação racial que vinham sendo aplicadas em países como os EUA e a Alemanha nazista.”

Outro importante nome da eugenia brasileira,Edgard Roquette-Pinto, antropólogo especialista em antropologia física e etnógrafo do Museu Nacional entre 1905 e 1935, por sua vez, teve sua trajetória científica demarcada pelos estudos das características antropológicas e etnográficas das diferentes populações brasileiras. Voltando-se para a eugenia como auxílio no processo de melhoramento biológico da humanidade, crença bastante difundida naquele período, que contribuiria quanto ao seu interesse de entender sobre a hereditariedade humana e suas relações meio, de forte tendência mendeliana, no entanto, tinha como grande influência o britânico Francis Galton, adepto da “eugenia positiva”, sendo o Galton uma das principais referências na construção de suas obras, como “As leis da eugenia, 1927b”.

Renato Kehl compartilhava com Roquettte-Pinto o mesmos ideais da “eugenia negativa” de viés mendeliano. Ambos acreditavam que essa ciência seria capaz de aperfeiçoar a raça brasileira, no entanto, divergiam quanto algumas questões: “o primeiro defendia medidas radicais ligadas à “eugenia negativa”, sugerindo a imposição de barreiras raciais e sociais a partir de uma rígida seleção eugênica; já o segundo não pensava a eugenia como uma ferramenta de seleção ou segregação racial” (Souza, 2016, p. 97). Roquette-Pinto privilegiava a educação eugênica e o aconselhamento, como na “eugenia positiva”, e “não fazia associação entre os chamados “problemas brasileiros” e a constituição biológica dos ‘tipos nacionais’”.“Ao contrário de Renato Kehl (1929, 1933), para quem o grande problema do país estava relacionado à miscigenação racial.”

“Sanear é eugenizar”: postulados sobre a higiene escolar no Piauí

Divergindo de ambas visões sobre a eugenia, João Emílio Falcão Costa, médico higienista, contemporâneo do debate sobre eugenia no Brasil, em sua tese Higiene na escola primaria (Costa,1927), destaca a higiene escolar como mecanismo capaz de desenvolver o físico, a inteligência e a moral do indivíduo, o que resolveria grande parte dos problemas considerados como de caráter genético – com ao predisposição de determinadas classes, aos “vícios” e degenerações -, de acordo com a teoria neolamarckista. Nesse contexto, sob a ótica neolamarckiana, as fronteiras entre higiene e eugenia eram quase imperceptíveis, de modo que falar sobre higiene é falar sobre eugenia. Dentre os métodos de

(5)

alcançar o aprimoramento do corpo e da moral, afim de construir o homem do futuro, regenerado, livre dos vícios, assim como em outras nações, ele defende a introdução da educação física e da higiene como disciplinas obrigatórias aos currículos escolares. Para além disso, introduz uma série de normas acerca do aperfeiçoamento do espaço.

Ele defende a tese de que a educação física e a higiene são elementos essenciais para o desenvolvimento do cidadão, ambos integrantes do modelo de higiene escolar proposto. O autor compartilha das noções de que a educação do corpo deveria ser o mecanismo capaz de alcançar os desejosos cidadãos do futuro assim seguindo o modelo de outros países onde, “a educação physica é e permanentemente será, a grande usina onde as nações, caldeiam a raça formando tipos padrões”5 (Costa, 1927, p. 44). Essa ideologia tomava os corpos infantis como instrumentos de controle social, que disciplinados através da higiene e da educação física, tornariam-se corpos saudáveis e regenerados, fundamentais para a construção da nação do futuro.

Usando como pano de fundo conceitos trabalhados por Michel Foucault, o “poder disciplina” exercido a partir dessas praticas “fabrica” o homem necessário ao funcionamento e manutenção da sociedade, e esse homem, em nosso contexto de analise, é a criança pobre, insalubre que precisa ser “regenerada”, “salva”, pois ela é a força de trabalho nacional, ela vale pela sua saúde pela sua capacidade de trabalho. “Augmentamos o valor do brasileiro com a educação physica” (Costa, 1927 p.23), para então utilizá-la ao máximo, aproveitando-se de todas suas potencialidades, a partir de sistemas que aperfeiçoam as capacidades de seus corpos.

João Emílio Falcão Costa, personagem central deste trabalho, propõe em sua tese a intervenção sanitária no ambiente escolar, ou seja, tornar o ambiente saneado, uma vez que precárias condições de asseio poderiam acometer a saúde da criança, que passava metade da sua vida na escola. Tendo isso em vista, pode-se afirmar que sua perspectiva estaria mais próxima de uma vertente mais branda da eugenia, que foi influenciada pelo pensamento neolamarckista, desenvolvido na França, principal referência da Sociedade Eugênica de São Paulo. Essa corrente seguia princípios que se baseavam na herança dos caracteres adquiridos do meio, decisiva para a adoção de um modelo menos radical de eugenia, uma vez que não fazia distinções rígidas entre natureza e cultura. Opondo-se aos conceitos duros do

(6)

evolucionismo mendeliano, os neolamarckistas apostavam numa ““eugenia preventiva” como alternativa para o melhoramento racial das futuras gerações, associando-se estreitamente ao “ambientalismo médico” e às medidas de reforma do meio” (Souza, 2016, p. 94).

Essa eugenia mais “suave” executada através de medidas sanitaristas, recebeu mais espaço entre distintos grupos que a “eugenia negativa”. Como destaca Nancy Stepan, isso se deu acima de tudo pela forte influência do catolicismo na esfera pública e política no Brasil e na América Latina, contribuindo a formação do cenário no qual, a Igreja Católica haveria reduzido a intromissão dos eugenistas sobretudo em assuntos como controle matrimonial e reprodução humana - temas de principal interesse da eugenia mendeliana - sendo esses campos considerados como de ordem moral e religiosa, não cabendo a intervenção médica, científica ou política. As medidas da “eugenia preventiva” de educação sanitária e a promoção do aconselhamento, em contrapartida, ganharam espaço em diferentes legislações. No caso do Estado do Piauí ela adquiriu forma a partir do Regulamento de Instrução Pública do Estado, a partir da década de 30.

O Regulamento de Instrução Pública do estado do Piauí, é o documento que rege toda a estrutura de ensino no Estado, estabelecendo as normas a serem executadas para o bom funcionamento escolar. A partir no decreto nº 1.438, de 31 de janeiro de 1933, assinado pelo interventor Landry Sales Gonçalves no estado Piauí, sob o poder que lhe foi atribuído através do governo provisório de Getúlio Vargas, demostra amplas medidas voltadas para a presença médica higienista nas instituições públicas e privadas de ensino. A partir desse documento, no que tange as disposições acerca da Diretoria Geral da Instrução, cargo subordinado apenas à Secretaria Geral do Estado responsável por “administrar e fiscalizar diretamente todos os ramos de ensino no Estado”, dentre as subdivisões de cargos e serviços dispostos, quatro das sessões referem-se à Inspetoria médico-escolar. Esta conta com profissionais como inspetor médico-escolar, auxiliar técnico e assistente de higiene dentária, profissionais da área da saúde encarregados por manter os alunos saudáveis.

Além disso conta com disposições sobre os currículos escolares que tornavam obrigatórios o ensino das disciplinas de educação física e higiene. O Regulamento de Instrução Pública do Estado do Piauí dá indícios de uma possível orientação da tese médica do João Emílio Falcão Costa, sobre a higiene escolar na construção desse documento, já que ambas contam com muitos aspectos comuns. Para além disso,

(7)

vale ressaltar que João Costa era uma figura pública, médico, diretor da Revista da Associação Piauiense de Medicina, pertencente à elite piauiense, o que lhe dava um destaque político. Conclusões

Como podemos identificar a eugenia adquiriu distintas formas na primeira metade do século XX, não só a nível internacional, como nacional, nesse último percebemos como dentro de um mesmo grupo, houve diferentes posicionamentos acerca de como esse saber se manifestava. Buscamos aqui demostrar de forma inicial ou até mesmo primaria, articulações que ainda estão em desenvolvimento, sendo esse trabalho seu primeiro corpo, que sucinta por pensar a eugenia em suas diferentes faces e localizá-la fora dos centros onde foi concebida, analisando como ela se desenvolveu em diferentes contextos, buscando as conexões que esse saber constrói, das relações entre natureza e cultua, a partir das particularidades locais. Embora tenha toda sua formação no Rio de Janeiro, João Emílio Falcão Costa constrói sua vida profissional em Teresina, Piauí, como figura pública, pertencente aos altos grupos da sociedade elitista da época, seus postulados e atitudes acabam influenciando ações voltadas ao bem-estar da sociedade onde atua. As medidas eugênicas adotas nas escolas são um exemplo disso. Apesar das variadas opiniões sobre o modo como a eugenia devia ser praticada, uma ciência que parte do centro para o interior, e adquiri formas particulares, específicas, a partir das emergências e interesses locais.

Referencias

BAUMAN, Zygmunt. Introdução: a busca da ordem, pp.9-26; Capítulo I: O escândalo da ambivalência, pp.27-61. In: Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 1999

COSTA, João Emílio Falcão. Higiene da escola primaria. [These médica] - Faculdade de Medicina do Rio de janeiro, 1927.

Decreto nº 1.438, de 31 de janeiro de 1933. Regulamento de Instrução Pública do estado do Piauí. Disponível no Arquivo Público do Estado do Piauí.

FOUCAULT, Michel. Introdução: Por uma genealogia do poder. In: Microfísica do poder. 8. Ed. Rio de janeiro: Graal .p 7-18.1989

FOUCAULT, Michel. Poder – Corpo. In: Microfísica do poder 8. Ed. Rio de janeiro: Graal. p. 145-153. 1989

STEPAN, Nancy. Eugenia no Brasil, 1917-1940. In: ARMUS, D. and HOCHMAN, G.,(Orgs.). Cuidar, controlar, curar : ensaios históricos sobre saúde e doença na América Latina e Caribe [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ. p. 331-391. 2004.

(8)

SOUZA, Vanderlei Sebastião de. A eugenia brasileira e suas conexões internacionais: uma análise a

partir das controvérsias entre Renato Kehl e Edgard Roquette-Pinto, 1920-1930. História, Ciência,

Referências

Documentos relacionados

Este artigo analisa a relação entre criminalidade no entorno das escolas e a proficiência escolar de alunos de 4 a e 8 a séries (5º e 9º anos) do ensino fundamental no município

O relatório encontra-se dividido em 4 secções: a introdução, onde são explicitados os objetivos gerais; o corpo de trabalho, que consiste numa descrição sumária das

Code the Federal Rules of Criminal Procedure (rules issued by the Supreme Court and approved by the Congress) they do however define plea agreement, which is, in

Embora a solução seja bastante interessante como parte de uma política pública relacionada ao gerenciamento de dados de saúde dos usuários do sistema, esse

O estudo tece comentários sobre tema de análise, qual seja, as diferenças e semelhanças entre a obra “O Capitalismo para o Povo”, de Luigi Zingales e a obra “Sociedade

caracteriza uma planta com propriedades específicas para o tratamento de alguma doença. A planta unha-de-gato, devido à semelhança visual com unhas de gato, configura-se numa

Considerando que a criminalização do aborto voluntário no primeiro trimestre da gravidez é uma grave intervenção em diversos direitos fundamentais da mulher e que essa

Por outro lado, os dados também apontaram relação entre o fato das professoras A e B acreditarem que seus respectivos alunos não vão terminar bem em produção de textos,