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Academic year: 2021

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TÍTULO: O PAPEL DO NASF NA PERCEPÇÃO DAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE MARÍLIA

TÍTULO:

CATEGORIA: EM ANDAMENTO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: ENFERMAGEM SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE MARÍLIA INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): MARIA KAROLINY SILVA SANTOS AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): MARCIA ABUSIO CARDIN, TEREZA LAÍS MENEGUCCI ZUTIN ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): MONICA ALVES MIRANDA COLABORADOR(ES):

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INTRODUÇÃO

As políticas públicas de saúde no Brasil iniciaram na transição do século XIX para o século XX influenciadas por características decorrentes de aspectos econômicos e políticos. No decorrer do tempo foram alvos dos movimentos denominados Sanitarismo Campanhista, conferências nacionais de saúde e cartas de promoção à saúde. A Constituição Nacional define a saúde como uma resultante de políticas sociais e econômicas, sendo um direito de cidadania e dever do Estado, participando da seguridade social, e cujas ações e serviços devem ser providos por um Sistema Único de Saúde (SUS). (RIBEIRO; BEZERRA; COSTA. 2014).

O SUS foi instituído em 1990, sendo regulamentado pelas leis 8.080, de 19 de setembro de 1990, e 8.142, de 28 de dezembro de 1990, tendo como princípios e diretrizes: a universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência; a integralidade, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; a igualdade à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie e a participação popular. (RIBEIRO; BEZERRA; COSTA. 2014) Estratégias foram criadas com o objetivo de fortalecer o SUS na prática. Dentre elas, cita-se a criação dos distritos sanitários, dos sistemas locais de saúde e do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), considerado uma das principais estratégias criadas em relação à assistência básica à saúde. (RIBEIRO; BEZERRA; COSTA. 2014).

No Brasil, a Atenção Primária à Saúde (APS) é o eixo estruturante do Sistema Único de Saúde (SUS), e são prioridades do Ministério da Saúde a ampliação do acesso e da resolutividade das ações neste nível de atenção. (SANTOS, 2015). A origem do Programa de Saúde da Família (PSF) remonta à criação do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) em 1991 como parte do processo de reforma do setor da saúde, desde a Constituição, com intenção de aumentar a acessibilidade ao sistema de saúde e incrementar as ações de prevenção e promoção da saúde. (REIS et all, 2012)

A partir de 1994, a Atenção Básica foi reestruturada e reorganizada com a implantação do PSF, recentemente denominado Estratégia Saúde da Família (ESF). Com a ESF, a família passou a ser considerada uma unidade de intervenção e firmou-se a

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premissa da reorientação das práticas profissionais a partir da Atenção Básica, no desenvolvimento de ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde, de forma integral e contínua. O papel da ESF foi reafirmado na Política Nacional da Atenção Básica, que definiu como prioridades sua consolidação e qualificação, tomando a Atenção Básica centro ordenador das redes de atenção à saúde no SUS. (NASCIMENTO, 2010)

Assim, a ESF elege como ponto central o estabelecimento de vínculos e a criação de laços de compromisso e de corresponsabilidade entre os profissionais de saúde e a população. Sob essa ótica, a estratégia utilizada pela ESF visa à reversão do modelo assistencial vigente. Por isso, nesse, sua compreensão só é possível através da mudança do objeto de atenção, forma de atuação e organização geral dos serviços, reorganizando a prática assistencial em novas bases e critérios. Essa perspectiva faz com que a família passe a ser o objeto precípuo de atenção, entendida a partir do ambiente onde vive. Mais que uma delimitação geográfica, é nesse espaço que se constroem as relações intra e extrafamiliares e onde se desenvolve a luta pela melhoria das condições de vida – permitindo, ainda, uma compreensão ampliada do processo saúde/doença e, portanto, da necessidade de intervenções de maior impacto e significação social. (BRASIL, 1997)

Portanto, a ESF procura reorganizar os serviços e reorientar as práticas profissionais na lógica da promoção da saúde, prevenção de doenças e reabilitação, enfim, da promoção da qualidade de vida da população, constituindo-se em uma proposta com dimensões técnica, política e administrativa inovadoras. Ela pressupõe o princípio da Vigilância à Saúde, a inter e multidisciplinaridade e a integralidade do cuidado sobre a população que reside na área de abrangência de suas unidades de saúde. (FIGUEIREDO, 2010)

Em 28 de março de 2006 o governo emitiu a Portaria no. 648 devido à expansão do Programa Saúde da Família o qual se consolidou como estratégia prioritária para a reorganização da Atenção Básica no Brasil que tem como um dos seus fundamentos possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade, reafirmando os princípios básicos do SUS: universalização, equidade, descentralização, integralidade e participação da comunidade mediante o cadastramento e a vinculação dos usuários. (REIS et al, 2012)

O vínculo entre os profissionais de saúde e população é privilegiado e as ações são intersetoriais, a fim de contribuir para o reconhecimento da saúde como um direito de

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cidadania. Preconiza-se a utilização de um planejamento local participativo como ação reguladora da resolutividade, eficiência e eficácia do serviço. O trabalho em equipe é considerado essencial para o funcionamento adequado do processo de trabalho na ESF. Para tanto, as unidades são compostas por uma equipe mínima (um médico, um enfermeiro, três auxiliares de enfermagem e cinco agentes comunitários de saúde). (SHIMIZU e KELL, 2010).

Cada ESF é responsável pelo acompanhamento de cerca de três a quatro mil pessoas, ou de mil famílias de uma determinada área. Essa operacionalização deve adequar-se à realidade local, desde que esteja baseada em princípios e diretrizes fundamentais. (BRASIL, 2006)

Com o intuito de aumentar a abrangência das ações de atenção básica, oferecer uma maior qualidade de atendimento, melhorar práticas de saúde, prestar assistência às demandas populacionais não alcançadas pelas equipes da ESF, proporcionando resolubilidade e através da integralidade do paciente no SUS, colaborando com o processo de territorialização e regionalização da atenção básica, o Ministério da Saúde mediante a Portaria GM nº154, de 24 de janeiro de 2008 criou os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). (Brasil, 2008)

O NASF é uma proposta que utiliza o conceito de Equipe de Referência e Apoio Matricial. Trata-se de uma equipe interdisciplinar que tem como função principal apoiar a equipe de saúde da família, para que esta aumente sua resolutividade. (CUNHA e CAMPOS, 2011)

Embora os profissionais do NASF possam fazer atendimento individual, a atividade não é entendida como prioritária. As principais atividades potencialmente realizadas por uma equipe do NASF na realização do apoio matricial são: (a) Atendimento compartilhado, para uma intervenção interdisciplinar, com troca de saberes, capacitação e responsabilidades mútuas, gerando experiência para ambos os profissionais envolvidos. (b) Intervenções específicas do profissional do NASF com os usuários e/ou famílias, com discussão e negociação a priori com os profissionais da equipe de Saúde da Família responsáveis pelo caso. (c) Ações comuns nos territórios de sua responsabilidade desenvolvidas de forma articulada com as equipes de Saúde da Família, como o desenvolvimento do projeto de saúde no território, planejamentos, apoio aos grupos, trabalhos educativos, de inclusão social, enfrentamento da violência, ações junto aos equipamentos públicos, como escolas, creches, igrejas, pastorais etc. (CUNHA e CAMPOS, 2011)

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Em 2008, o NASF era dividido em três modalidades, sendo NASF 1, NASF 2 e NASF 3. O NASF 1 foi desenvolvido para atender os municípios com contingente populacional acima de 20.000 habitantes. Entretanto, como cerca de 80% dos municípios brasileiros contam com uma população menor que 20.000 habitantes, e vários deles necessitam mais de acompanhamento à saúde do que os municípios mais populosos, o Governo Federal, visando a ampliar a cobertura da ação, criou o NASF 2, destinado a acolher os municípios com densidade demográfica de até 10 habitantes por km2 , a modalidade NASF 3 foi criada a partir da Portaria GM/MS nº 2.843, de 20 de setembro de 2010, e tinha como prioridades a atenção integral em saúde e a saúde mental – assistindo, principalmente, usuários de crack, álcool e outras drogas, na Atenção Básica – em municípios com população inferior a 20.000 habitantes (BRASIL, 2010). Posteriormente o NASF 3 foi suprimido a partir da publicação da Portaria GM/MS nº 2.488/2011 e se tornou automaticamente NASF 2. Atualmente o NASF está diferenciado quanto ao número de equipes a que está vinculado e ao número de profissionais que o compõem, sendo organizado em duas modalidades, NASF 1 e NASF 2, estando proibida a implantação das duas modalidades no mesmo município. (BRASIL, 2011)

O NASF1 é composto por no mínimo cinco profissionais com formação universitária, entre os seguintes: psicólogo, assistente social, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico ginecologista, profissional da educação física, médico homeopata, nutricionista, médico acupunturista, médico pediatra, médico psiquiatra e terapeuta ocupacional. Cada NASF deve estar vinculado a um mínimo de oito e máximo de vinte equipes de saúde da Família, já o NASF 2 deverá ter no mínimo três profissionais, entre os seguintes: psicólogo, assistente social, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, profissional da educação física, nutricionista e terapeuta ocupacional; e estar vinculado a no mínimo três equipes de saúde da família. (BRASIL, 2011)

O NASF é constituído por uma equipe de apoio e o objetivo principal de suas ações é possibilitar maior qualidade à assistência prestada e não apenas “suprir a demanda”. Apresenta, dentre seus desafios, a necessidade de mudança da cultura organizacional no Sistema Único de Saúde (SUS), que, historicamente, vem priorizando a quantidade de procedimentos em detrimento de sua qualidade; o referenciamento em prejuízo da resolubilidade na Atenção Básica; e a avaliação de

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impacto e indicadores de saúde com abordagem simplesmente quantitativa. (ANJOS et al, 2013)

Segundo MOLINI-AVEJONAS, et al 2010 a implantação do NASF favorece as possibilidades de alcance a melhores resultados em saúde, através do enfoque da promoção a saúde e do cuidado à população, por meio de atendimentos compartilhados e projetos terapêuticos, procurando responder aos novos e antigos desafios da morbidade dos brasileiros, onde o objetivo principal de suas ações é possibilitar maior qualidade à assistência prestada, trazendo a possibilidade de ampliar a oferta das práticas integrativas e complementares e a oferta da melhor tecnologia disponível para grande parte das doenças crônicas, bem como a revisão de tratamentos baseados somente na medicalização das doenças.

A proposta do NASF tem na clínica ampliada o conceito norteador das ações, não para reduzir os usuários a um recorte diagnóstico ou por áreas profissionais, mas como uma ferramenta para que os profissionais e gestores dos serviços de saúde possam enxergar e atuar na clínica para além dos pedaços fragmentados, sem deixar de reconhecer e utilizar o potencial desses saberes. De acordo com a Política Nacional de Humanização, a clínica ampliada ajuda trabalhadores e usuários dos serviços de saúde a lidar com a complexidade dos sujeitos e dos problemas de saúde da atualidade, o que significa que os ajuda a trabalhar em equipe, reconhecendo a interdependência do trabalho em saúde. (NASCIMENTO, 2010)

Para MÂNGIA; LANCMAN, 2008, a implantação do NASF representa a busca crescente pela integralidade da atenção e interdisciplinaridade nas ações em saúde, consoante a perspectiva de consolidação da ESF. Nesse sentido, o NASF é ambicioso e pode até parecer utópico, principalmente quando se avalia a formação dos profissionais de saúde, que, em grande parte, ainda encontram-se distantes das perspectivas com as quais o NASF foi criado.

Para FIGUEIREDO, 2010, o atendimento compartilhado entre os profissionais do NASF e os da ESF deve ser priorizado, com troca de saberes, capacitação e responsabilidades mútuas, devendo o atendimento individualizado pelo NASF se dar apenas em situações extremamente necessárias, sempre respeitando os territórios sob sua responsabilidade.

Segundo ANJOS et al, 2013 a trajetória do NASF desde a sua criação até os dias atuais, observa-se que as expectativas com a criação desse núcleo foram pautadas no alargamento da oferta de serviços de saúde na ESF, tanto em aspectos

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quantitativos como qualitativos. Entretanto, essa realidade ainda não se concretizou, e isso se deve, principalmente, ao déficit de formação e capacitação dos profissionais de saúde que o compõem, bem como daqueles que integram as equipes da ESF, haja vista que vários desses profissionais também possuem uma visão fragmentada em relação ao cuidado, implicando diretamente na qualidade da assistência prestada, seja ela individual ou coletiva.

O NASF não se constitui em porta de entrada do SUS, e deve atuar de forma integrada à rede de serviços de saúde, a partir das demandas identificadas no trabalho conjunto com as equipes Saúde da Família. (Portaria nº 154/GM/MS, 2008)

Apesar de ser implantado no ano de 2008, o NASF, ainda está em processo de construção e, como o antigo PSF, está caminhando aos poucos, até que a população e a própria equipe da ESF entendam a função dos profissionais do NASF. (LIMA, 2013)

A função do NASF, como a própria nomenclatura traz, é a de apoiar as equipes da ESF, mas para isso é preciso que as equipes da ESF conheçam as competências profissionais e tracem, em reuniões, o seu trabalho em conjunto. (LIMA, 2013) Através da recente implantação no município de Marília/SP e com a grande rotatividade dos profissionais das Unidades de Saúde da Família (USF) observam-se dificuldades de compreender o verdadeiro papel e atribuições do NASF, gerando gargalhos na comunicação e enfraquecendo o elo entre equipe de saúde e a equipe que compõe o NASF. Desde a sua criação, inúmeros desafios surgiram, configurando uma problemática que necessita ser modificada.

OBJETIVOS Geral

O presente estudo tem como objetivo central conhecer a percepção dos profissionais das Unidades de Saúde da Família em relação à atuação do Núcleo de Apoio a Saúde da Família do Município de Marília/SP,

Específicos:

- Verificar o conhecimento dos profissionais das USF em relação ao papel do NASF. - Reconhecer e analisar as prioridades que as equipes apontam como sendo necessárias ao bom desempenho do NASF na garantia da qualidade e melhoria das condições de saúde da comunidade assistida.

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METODOS

Trata-se de uma pesquisa de campo descritiva, com abordagem quanti-qualitativa, onde os dados serão coletados por meio de questionário com roteiro semiestruturado aplicados aos profissionais das seguintes categorias: médicos e enfermeiros lotados nas ESF vinculadas ao NASF de Marília/SP. (ANEXO A).

O roteiro proposto foi submetido a um pré-teste, sendo aplicado a cinco profissionais da atenção primaria (1 médico e 4 enfermeiros), afim de levantar dificuldades de compreensão, além de obter feedback acerca do instrumento de pesquisa de modo a melhorá-lo e validá-lo. O roteiro de questões foi respondido por todos os profissionais sem dificuldades de compreensão.

Os dados serão analisados de forma quantitativa, com apresentação dos resultados em número e porcentagem, em forma de tabela e gráficos. Para as questões abertas propõe-se analise qualitativa, utilizando-se da técnica do discurso do sujeito coletivo (DSC). Esse é um método que fundamenta-se na teoria das representações sociais, buscando resgatar ideias socialmente compartilhadas. “É um recurso metodológico que permite a realização de pesquisas de resgate das opiniões coletivas de modo qualiquantitativo.” Por meio do DSC é possível “reconstruir, com pedaços de discursos individuais, tantos discursos-síntese quantos se julgue necessário para expressar um dado pensamento ou representação social sobre um fenômeno”. O DSC é constituído pelos seguintes operadores: 1. Expressões-chave - ( EC), 2.Ideia Central - (IC), 3. Ancoragem - (AC), 4. Discurso do Sujeito Coletivo - ( DSC) (LEFEVRE ; LEFEVRE, 2012)

AMOSTRA

Serão entrevistados os profissionais de quatro unidades de saúde da família da região norte, sul, leste, oeste da cidade de Marília que atuam diretamente com a equipe do NASF, sendo um total de 32 profissionais (16 médicos e 16 enfermeiros). A escolha desses profissionais se justifica por serem eles os responsáveis pelo encaminhamento e discussão dos casos de cada usuário junto às equipes NASF. Serão excluídos da amostra os demais profissionais da unidade de saúde por não estarem em contato direto com o NASF.

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A cidade de Marília segundo o senso IBGE (2010) apresenta um total de 216,745 habitantes em uma área territorial de 1.170,515Km2.

O NASF na cidade de Marília foi implantado em 23 de novembro de 2009 com a atuação dos profissionais de fisioterapia, terapeuta ocupacional, nutricionista, psicologia e assistente social, os profissionais de educação física foram incorporados na equipe em 10 de maio 2010, atualmente, a cidade de Marília possui quatro equipes de NASF que atuam em 36 Unidades de Saúde da Família e estão divididos em regiões da seguinte forma:

• NASF Amarelo é composto por: 2 Fisioterapeutas, 2 Terapeutas Ocupacionais, 1 Educador Físico, 1 Psicólogo, 1 Nutricionista e não há Assistente Social, apoiam a Região SUL e tem sua sede na Clínica da Família Saudável atuando em oito USFs; • NASF Vermelho é composto por: 2 Fisioterapeutas, 1 Educador Físico, 1 Psicólogo, 1 Nutricionista e 1 Assistente Social, não há Terapeuta Ocupacional, apoiam a Região Leste com sede na USF Novo Horizonte atuando em nove USFs; • NASF azul é composto por: 3 Fisioterapeutas, 1 Terapeuta Ocupacional, 1 Educador Físico, 1 Psicólogo, 1 Nutricionista e 1 Assistente Social, apoiam a Região Norte e tem sua sede na USF Jânio Quadros atendendo a dez USFs;

• NASF Verde é composto por: 2 Fisioterapeutas, 1 Educador Físico, 1 Psicólogo, 1 Nutricionista e 1 Assistente Social (oferece suporte ao NASF Amarelo), não há Terapeuta Ocupacional, apoiam a Região Oeste com sede na USF Toffoli e atende a nove USFs.

Carga horária dos profissionais:

• Fisioterapeuta e Terapeuta ocupacional atuam 20 horas semanais; • Assistente Social atuam 30 horas semanais;

• Educador Físico, Psicólogos e Nutricionista atuam 40 horas semanais.

A coleta de dados acontecera nas reuniões de equipe realizadas semanalmente pelas unidades de saúde da família, através do instrumento proposto.

Aspectos éticos:

Em respeito aos preceitos éticos referentes à pesquisa com seres humanos, este projeto será submetido à análise e aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da

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Universidade de Marília - Unimar, de acordo com a resolução 466/2012 do CNS. Os sujeitos participantes assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido constante do ANEXO II deste projeto.

Questionário

1. Idade:_______

2. Sexo:____________________

3. Profissão_________________________

4. Há quanto Tempo atua na atenção básica?___________________ 5. Conhece o trabalho do NASF?

Sim Não

Se Não, justifique:_________________________________________ _______________________________________________________ 6. Como o NASF desempenha o seu trabalho?

Ótimo Bom Regular

Ruim Péssimo

7. Você conhece os integrantes do NASF?

Sim Não

8. E as funções de cada um?

Sim Não

9. Recebeu “treinamento” sobre a função do NASF?

Sim Não

10. Como você classifica a importância do NASF nos grupos e na unidade de saúde?

Sem Importância Pouco Importante Importante Muito Importante Indispensável Não Sabe Responder 11. Já desenvolveu algum trabalho juntamente com o NASF?

Sim Não

12. Como você classifica o resultado deste trabalho? Insatisfatório Pouco Satisfatório Satisfatório Bastante satisfatório Não Sabe Responder

13. O NASF e equipe atuam em conjunto no planejamento dos grupos?

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14. Na sua opinião, quem deve planejar e atuar nos grupos da unidade?

NASF Equipe Ambos

15. Na sua opinião, há benefícios para a população e para a equipe a atuação do NASF? Justifique.

Sim Não

___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ 16. De uma nota para a atuação do NASF de 1 a 10?

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

17. Qual o objetivo do NASF?

_________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ 18. Qual sua percepção sobre o trabalho do NASF?

_________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ 19. Qual ou quais os profissionais que menos atuam no NASF? Justifique sua resposta.

_________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________

20. Qual seria a maneira mais satisfatória para atuação do NASF na sua área de abrangência?

_________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________

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21. Você encontra ou já encontrou dificuldades para atuar em conjunto com o NASF? Justifique. Sim Não _________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ 22. Na sua opinião quais as propostas necessárias para que haja um

fortalecimento e melhoria do atendimento compartilhado?

_________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________ _________________________________________________________

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TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

I. Dados de Identificação do sujeito da pesquisa.

•Nome: _________________________________________________________ •Local da entrevista: ______________________________________________

II. Dados sobre a pesquisa científica/pesquisadoras:

• Título do Projeto: O PAPEL DO NASF NA PERCEPÇÃO DAS EQUIPES DA

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE MARÍLIA

Orientadora: Marcia Abusio Cardin. Inscrição no Conselho Regional: COREN Cargo/função: Professor Universitário. Instituição: Universidade de Marília – UNIMAR. Endereço:, Marília - SP, CEP: - Fone: (14) 2105400. E-mail: [email protected]

• Título do Projeto: O PAPEL DO NASF NA PERCEPÇÃO DAS EQUIPES DA

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE MARÍLIA

Orientadora: Tereza Laís Menegucci Zutin. Inscrição no Conselho Regional: COREn 38876Cargo/função: Professor Universitário. Instituição: Universidade de Marília – UNIMAR. Endereço: Rua Coronel José Braz, 1495. B. Salgado Filho, Marília-SP. CEP: 17519-580 Fone: (14) 21054088. E-mail: [email protected]

III. Avaliação do Risco da Pesquisa: Sem risco (aquela em que não se realiza

nenhuma intervenção ou modificação nas variáveis fisiológicas, psicológicas e sociais do indivíduo, tais como entrevistas e questionários).

IV. Consentimento: O presente estudo permitirá conhecer a realidade vivencial do

Médico, no cumprimento de suas atribuições nas Estratégias de Saúde da Família e Saber como as suas atribuições, preconizadas pelo Ministério da Saúde, estão sendo cumpridas na experiência vivencial, conhecendo assim, os aspectos que facilitam e dificultam o desenvolvimento da sua prática. O pesquisador poderá utilizar os resultados advindos da pesquisa para divulgação em reuniões de caráter científico e/ou publicações em meios especializados. E se compromete a proporcionar informação atualizada obtida durante o estudo

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V. Consentimento pós-esclarecimento:

Declaro que, após ter sido convenientemente esclarecido pelo pesquisador, consinto em participar na amostragem do projeto de pesquisa em questão, por livre vontade sem que tenha sido submetido a qualquer tipo de pressão.

Marília, __de ________________ de 2017.

_______________________________________________ Assinatura do sujeito entrevistado.

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REFERÊNCIAS

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