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Aula 5 sólidos2

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Academic year: 2021

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(1)

Estados físicos da

matéria

1

Professora: Luana Sena Nunes Disciplina: Química Geral

2 Toda matéria é constituída de pequenas partículas e, dependendo do maior ou menor grau de agregação entre elas, pode ser encontrada em três estados físicos: sólido, líquido e gasoso.

Exemplos:

• estado sólido: as pedras, o gelo e a madeira. • estado líquido: a água, o leite, a gasolina e o mel. • estado gasoso: o gás hidrogênio, o gás oxigênio e o gás carbônico.

3 Quando uma substância muda de estado, sofre alterações nas suas características macroscópicas (volume, forma, etc.) e microscópicas (arranjo das partículas), não havendo, contudo, alteração em sua composição.

gasoso

líquido

sólido

maior energia menor ordem

menor energia maior ordem 4

(2)

gasoso líquido sólido

1. Energia das interações (sistema) e condições de P e T (ambiente) • maior interação: favorece a fase mais densa • maior pressão: favorece a fase mais densa • maior temperatura: favorece a fase menos densa 2. Diminuição de energia livre (espontaneidade) compatível com duas

tendências: menor energia e menor ordem

3. Compressibilidade: distância entre partículas; relação entre massa e volume

4. Movimento: rigidez (posição, forma) vs. fluidez (movimento browniano)

5. Mudança de fase: T, P, entalpia, entropia, energia livre

5

Mudança de fases

6

Mudança de fases

• Modificação do grau de agitação de átomos, moléculas ou íons pela variação da energia • Ocorre em temperatura bem definida

7

Mudança de fases

(3)

Mudança de fases

Curvas de aquecimento: gráfico de ΔT vs. Q (calor fornecido)

9

Diagrama de fases

10

Mapa que representa as fases e os equilíbrios entre as fases de uma substância, submetida a condições de pressão (P) e temperatura (T)

Diagrama de fases

Ponto (T, P)

• na linha de equilíbrio indica fases em equilíbrio

• fora da linha de equilíbrio indica fase única

11

Diagrama de fases

(4)

Características

Ponto triplo: T e P nas quais as fases sólida, líquida e vapor estão em equilíbrio

Curvas de equilíbrio: pontos de fusão, ebulição e sublimação

– Ponto de fusão normal: fusão a 1atm – Ponto de ebulição normal: ebulição a 1atm – Ponto de sublimação normal: sublimação a 1atm

Ponto crítico: T e P que definem a passagem de vapor para gás

Diagrama de fases

13 H2O CO2

Diagrama de fases

14

Diagrama de fases

15

Estado de agregação:

sólidos

16

(5)

Sólidos

17 As estruturas dos sólidos podem ser descritas como

retículos tridimensionais de átomos, íons ou moléculas.

Estrutura amorfa

Estrutura molecular

Estrutura cristalina

Estrutura dos materiais no

estado sólido

18

É composta por átomos, moléculas ou íons que apresentam um arranjo desordenado e assimétrico dos átomos.

Não possue faces bem definidas. Disposição similar a de um líquido. Maior densidade que a do líquido. Ex.: vidro, borracha.

Estrutura amorfa

19 20

É geralmente aceito como o oposto de estrutura cristalina. • Estes sólidos podem ser rígidos, mas no entanto não possuem estrutura de uma substância.

(6)

• arranjos aleatórios e desordenados de moléculas • embora os átomos possam estar dispostos de forma ordenada e simétrica

• estrutura típica dos macromoleculares compostos orgânicos de cadeias longas

• exemplos: plásticos

Estrutura molecular

21 22

Número de Ligações: depende do número de elétrons da camada mais externa ou camada de valência.

Comprimentos e Energias de Ligação: depende dos átomos e do número de ligações. Ligações duplas e triplas são mais curtas e requerem mais energia para serem rompidas. Ângulos entre Ligações: são encontrados entre as ligações Isômeros: estruturas diferentes e mesma composição Moléculas Poliméricas: (= muitas unidades) uma grande molécula, constituída por pequenas unidades que se repetem.

Estrutura molecular

• arranjo atômico no qual átomos, moléculas ou íons

se agrupamordenadamenteno espaço.

• estrutura típica de metais, semicondutores e diversos compostos inorgânicos.

• obedece a um padrão repetitivo e sistemático nas três dimensões .

• cela (célula) elementar ou unitária: menor unidade geométrica que se repete sistemática no espaço

Estrutura cristalina

23

Estrutura cristalina

Célula unitária

(7)

25 Sólidos (retículos tridimensionais) podem ser construídos agrupando-se celas unitárias tridimensionais como se fossem blocos de construção.

A construção dessas celas unitárias define o retículo cristalino.

Sólido cristalino: arranjo definido e bem ordenado de moléculas, átomos ou íons

Pilha tridimensional de células unitárias: rede cristalina que obedece a planos e direções atômicas

Reticulado cristalino: conjunto de pontos que se repetem no espaço tridimensional com uma dada periodicidade, correspondendo a átomos, moléculas ou íons 26 Reticulado cristalino

Estrutura cristalina

27

Estrutura cristalina

Cristais

Estruturas em que os átomos possuem uma ordenação perfeita nas três direções do espaço

• Conhecendo-se a posição de alguns átomos sabe-se o posicionamento de todos os átomos no espaço

(8)

Estrutura cristalina

Distâncias inter-atômicas

A posição do átomo no espaço depende da ligação atômica e do tamanho do átomo

• A força de atração entre os átomos e a força de repulsão entre as coroas eletrônicas resulta em uma distância de equilíbrio chamada distância inter-atômica

29

Estrutura cristalina

Células Unitárias

Célula Unitária ou Célula Cristalina é um conjunto de átomos que representa o posicionamento de todos os átomos do cristal

Sistemas Cristalinos

Um sistema cristalino é composto por uma figura geométrica associada a uma base de átomos: sete sistemas cristalinos

Retículos cristalinos

Os retículos cristalinos são estruturas particulares que representam o posicionamento dos átomos

Existem quatorze retículos cristalinos: Reticulados de Bravais

30

Estrutura cristalina

Dentro da classe cúbica, ocorrem três simetrias de células:

- primitiva, ou cúbica simples (cs); - cúbica de corpo centrado (ccc); - cúbica de face centrada (cfc).

A cela unitária cúbica é a mais simples de todos os retículos cristalinos.

31

Reticulados de Bravais

(9)

Parâmetros de rede: sistema referencial de coordenadas • três dimensões do espaço (x, y e z) • comprimentos das arestas (a, b e c) • ângulos entre as arestas (α,β e γ) 33

Estrutura cristalina

34

Estrutura cristalina

Sistemas Cristalinos •Número de coordenação

número de vizinhos que o átomo possui no reticulado cristalino

• Fator de empacotamento

razão entre o volume dos átomos e o volume da célula unitária

35

Número de átomos ou íons vizinhos a qualquer outra espécie na estrutura

Parâmetro para NC: relação entre os raios (r) atômicos e ou iônicos (r+) das espécies

envolvidas

Estrutura cristalina

Número de coordenação (NC)

(10)

Número de Coordenação (NC)

rmenor / rmaior NC geometria

< 0,155 1 e 2 linear 0,155 – 0,225 3 trigonal plana 0,225 – 0,414 4 tetraédrica 0,414 – 0,732 4 quadrada plana 0,414 – 0,732 6 octaédrica 0,732 – 1,000 8 cúbica corpo centrado

1 12 compacta NC do MgO rMg2+ = 0,66Å rO2-= 1,40Å rMg2+ / rO2- = 0,471 NC = 6

Estrutura cristalina

37

Estrutura cristalina

Células unitárias comuns

38

39

Estrutura cristalina

Os metais podem adotar qualquer uma dessas estruturas. Metais alcalinos – cúbicos de corpo centrado (ccc); Ni, Cu e Al – cúbicos de face centrada (cfc)

Estrutura cristalina

Cúbica simples átomos nas extremidades de um cubo simples

• cada átomo é compartilhado por oito células unitárias Cúbica de corpo centrado (ccc) átomos nos vértices de um cubo mais um no centro do corpo do cubo

• átomos das extremidades são compartilhados por oito células unitárias

• átomo central está incluso em uma célula unitária Cúbica de face centrada(cfc) átomos nas extremidades de um cubo mais um átomo no centro de cada face do cubo

• átomos das extremidades são compartilhados por oito células unitárias

• átomos das faces são compartilhados por duas células unitárias

Célula unitária

(11)

Células unitárias

Estrutura cristalina

41

Estrutura cristalina

Célula unitária 42

Empacotamento denso de camadas de esferas

• Sólidos têm forças de ligação máximas • Átomos e íons são considerados como esferas • Moléculas podem ser modeladas por esferas • Racionaliza-se a força de ligação máxima em um

cristal através do empacotamento denso de esferas • As esferas empacotadas da maneira mais densa

possível permite apenas pequenos espaços entre as esferas adjacentes

• Os espaços são denominados orifícios intersticiais

Estrutura cristalina

43

Empacotamento denso de camadas de esferas

Existe apenas uma posição para a segunda camada Existem duas opções para a terceira camada

• A terceira camada fica eclipsada com a primeira (arranjo ABAB): empacotamento denso hexagonal

(edh)

• A terceira camada está em uma posição diferente em relação à primeira (arranjo ABCABC):

empacotamento denso cúbico (edc)

Estrutura cristalina

(12)

Empacotamento denso de esferas

Estrutura cristalina

45 DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA DO SÓLIDO 46 DIFRAÇÃO DE RAIOS X 47

Lei de Bragg

(13)

Lei de Bragg

Adotada pelos físicos ingleses Sir W.H. Bragg e filho Sir W.L. Bragg (1913) para explicar porque as faces clivadas de cristais

separadas por uma distância

d

refletem feixes de raios-X de raios incidentes com mesmos ângulos de incidência

θ

(teta)

de comprimento de onda

λ

(lambda)

vezes

n

número inteiro que indica a ordem de difração (n = 1, 2, 3...)

equação:

nλ = 2dsenθ

49

Lei de Bragg

Triângulo retângulo ABz

(relação entre d e θ com as distâncias AB e BC) Distância AB é oposta a θ: AB = dsenθ

Como AB = BC, nλ = 2AB ou nλ = 2dsenθ

O feixe inferior deve viajar a distância extra (AB + BC) para continuar paralelo e adjacente ao feixe superior

A distância extra deve ser um múltiplo inteiro (n) do comprimento de onda (λ) para que as fases dos feixes sejam as mesmas: nλ = AB + BC

50

Tipos de sólidos

51

Tipos de sólidos

(14)

Sólidos moleculares

53

Moleculares (formados por moléculas): • normalmente macios

• pontos de fusão e ebulição baixos • baixa condutividade

• forças intermoleculares (van der Waals)

Sólidos moleculares

54

Sólidos moleculares

55

Sólidos covalentes

56

(15)

Covalente (rede formada de átomos): • muito duros

• pontos de fusão e ebulição muito altos • baixa condutividade

• ligação covalente

Sólidos covalentes

57 58

Sólidos covalentes

Tetraedros formados por ligações entre Si e O Sílica ou dióxido de silício: SiO2

Encontrada como 17 formas cristalinas distintas: quartzo, topázio e ametista

SÍLICA

59

Sólidos covalentes

SÍLICA

(16)

Sólidos covalentes

GRUPO DO QUARTZO: SiO

2

O quartzo é o mais abundante mineral da Terra

(aproximadamente 12% vol.)

61

Sólidos covalentes

FORMA CRISTALINA DO QUARTZO 62

Sólidos covalentes

FORMA CRISTALINA DO QUARTZO 63

Sólidos iônicos

(17)

Iônicos (formados por cátions e ânions): • duros

• quebradiços

• pontos de fusão e ebulição altos • condutividade ruim

• ligação iônica: estabilidade

Sólidos iônicos

65

Ciclo de Born-Haber

66

Ciclo de Born-Haber

M ΔHsub M(s) M(g) ΔHEI M(g) M+(g) + e 1/2Edis 1/2Cl2(g)  Cl(g) ΔHAE Cl(g) + e  Cl -(g) ΔEret M+ (g) + Cl-(g)  M+Cl -(s) ΔHf Li 218,0 520 121,5 -48 -845 -33,5 Na 108,5 496 121,5 -48 -778 -100,0 K 89,9 419 121,5 -48 -699 -116,6 Rb 85,8 403 121,5 -48 -673 -110,7

Valores de entalpia para o sólido tipo M+Cl- (kJ/mol)

M(s) + 1/2Cl2(g)  M+Cl-(s) + ΔHf 67

Sólidos iônicos

Na+Cl

(18)

Estrutura tipo NaCl • Cada íon tem NC = 6 • Rede cúbica de face centrada • Proporção cátion-ânion: 1:1 • Exemplos: LiF, KCl, AgCl e CaO

Sólidos iônicos

69

Estrutura tipo NaCl

Representações equivalentes de célula unitária:

• íons Cl- (maiores) nas extremidades da célula (a)

• íons Na+ (menores) nas extremidades da célula (b)

Sólidos iônicos

70

Outras células típicas

Sólidos iônicos

71

Estrutura tipo CsCl • Cs+ tem um NC = 8

• Difere da estrutura do NaCl (Cs+

maior que Na+)

• Rede cúbica de corpo centrado (ccc) • Proporção cátion-ânion é 1:1

Sólidos iônicos

(19)

Estrutura tipo blenda de zinco (ZnS)

• Exemplo típico é o ZnS • Íons Zn2+ têm um NC = 4 • Íons S2- adotam um arranjo cfc

• Íons S2- se posicionam num tetraedro em torno de Zn2+

• Outro exemplo: CuCl

Sólidos iônicos

73

Estrutura tipo fluorita (CaF2) • Exemplo típico: CaF2

• Os íons de Ca2+ tem um arranjo cfc • Para íon Ca2+, duas vezes mais íons

F- em cada célula unitária • Outros exemplos: BaCl2, PbF2

Sólidos iônicos

74

Sólidos metálicos

75 76

Sólidos metálicos

Também chamados de metais, consistem de cátions mantidos unidos por um mar de elétrons.

(20)

• formados a partir de cátions do metal • macios ou duros

• pontos de ebulição baixos a altos • condutividade alta

• maleáveis e dúcteis

• cátions metálicos com arranjos: ccc, cfc ou hc

• NC para cada cátion do metal: 8 ou 12

Sólidos metálicos

77

Sólidos metálicos

78

Estrutura cristalina

Cúbica de Corpo Centrado (ccc)

• Relação entre a aresta do cubo (a) e raio atômico (r): a = 4r / 31/2

• Número de átomos por célula unitária = 2 • Número de coordenação = 8 • Exemplos de metais: Fe, Cr, W, Mo

79

Estrutura cristalina

Cúbica de Face Centrada (cfc)

Plano compacto formado por esferas rígidas (A). Dois tipos de interstícios assinalados: B e C

Empilhamento de planos compactos formando uma 80

(21)

Estrutura cristalina

Cúbica de Face Centrada (cfc)

• Relação entre a aresta do cubo (a) e raio atômico (r): a = 2r.21/2

• Número de átomos por célula unitária = 4 • Número de coordenação = 12 • Exemplos de metais: Cu, Al, Au, Pb

81

Estrutura cristalina

Hexagonal de

empacotamento compacto

(HC) Plano compacto formado por esferas

rígidas (A). Dois tipos de interstícios assinalados como B e C

Empilhamento de dois planos compactos

Empilhamento de planos compactos formando a estrutura HCP

82

Estrutura cristalina

Hexagonal empacotamento compacto (hcp) • Relação entre altura e aresta: c/a = 1,633 (ideal)

• Número de átomos por célula unitária = 6 • Número de coordenação = 12 • Exemplos: Cd, Co, Zn

83

Ligação metálica: forte demais para a dispersão de London e elétrons insuficientes para ligação covalente

Teoria do gás eletrônico: cátions de metal flutuam em um “mar” de elétrons

Condução metálica: elétrons de valência deslocalizados e volúveis

Sólidos metálicos

(22)

Quanto menor o número de elétrons de valência do átomo, maior a mobilidade de elétrons livres na formação da estrutura e maior a predominância de ligações metálicas:

elevada condutibilidade elétrica ou térmica

• Exemplos: Na, K, Cu, Ag e Au

Sólidos metálicos

85

Quanto maior o número de elétrons de valência do átomo, maior a parcela de ligações covalentes que atuam em conjunto com as ligações metálicas (ligações reforçadas): menor

condutividade elétrica ou térmica, maior resistência mecânica e maior ponto de fusão

• Exemplos: Ni, Fe, Ti, W e V

Sólidos metálicos

86

As propriedades físicas (pontos de fusão e ebulição) variam de acordo com a intensidade da ligação

A intensidade da ligação aumenta com o aumento do número de elétrons disponíveis para a ligação

• Na tem um elétron de valência

ponto de fusão = 98oC

• Cr tem seis elétrons de valência

ponto de fusão = 1890oC

• W tem seis elétrons de valência

ponto de fusão = 3400oC

Sólidos metálicos

87

Sólidos metálicos

Condutividade elétrica

• usada para especificar o caráter elétrico de um material • recíproco da resistividade

Resistividade elétrica (ρ)

• indica a facilidade do material conduzir corrente elétrica

ρ : resistividade estática (Ω.m) R : resistência elétrica (Ω)

L : comprimento do condutor (m)

A : área da seção do condutor (m²)

θ : temperatura

(23)

Prata (Ag)

• melhor condutor elétrico conhecido (temp. ambiente) • resistividade (20°C): 1,59×10−8 Ω.m

• excessivamente caro para o uso em larga escala

Cobre (Cu)

• segundo lugar na lista dos melhores condutores • Resistividade (20°C): 1,72×10−8 Ω.m

• uso amplo na confecção de fios e cabos condutores

Sólidos metálicos

Conexão entre superfícies de cobre, soldada com prata, constitui a melhor combinação para a condução da eletricidade ou do calor entre condutores.

89

Ouro (Au)

• não tão bom condutor quanto Ag e Cu • resistividade (20°C): 2,44×10−8 Ω.m

• alta estabilidade química(metal nobre) • praticamente não oxida

• não é atacado por diversos agentes químicos • empregado para banhar contatos elétricos

Alumínio (Al)

• três vezes mais leve que Cu • resistividade (20°C): 2,82×10−8 Ω.m • pior material para as conexões elétricas • vantagem nas linhas de grande distância

Sólidos metálicos

90 Propriedades •Brilho •Condutibilidade elétrica •Condutibilidade térmica •Maleabilidade •Ductilidade •Efeito fotoelétrico

Sólidos metálicos

91

Semi-condutores

92

(24)

Semicondutores: ligações covalentes predominam em relação às metálicas causando baixa mobilidade de

elétrons de valência nas estruturas cristalinas

• Exemplos: Ge, Si, Se

• Diamante (carbono cristalino): ligações metálicas praticamente inexistentes

Semi-condutores

93 Semicondutor n Semicondutor p

Semi-condutores

94

Silicatos

95 Minerais silicatados

Família dos minerais que formam as rochas

Maioria dos minerais: 92% da crosta terrestre

SiO

4

4-Silicatos

(25)

Silício combina com o oxigênio para formar um complexo aniônico: ânion silicato SiO44- (tetraedro de Si)

• Minerais silicatados são formados ao redor do tetraedro de Si • Ligações tetraedro-tetraedro através de M: Mg, Fe, Ca, Al

M

Silicatos

97

OLIVINA: (Mg,Fe)2SiO4

GRANADA: (Ca,Mg,Fe,Mn)3(Al,Fe,Cr)2(SiO4)3 EPÍDOTO:Ca5(Al,Fe)Al2O(SiO4)(SiO7)(OH)

TURMALINA:Na(Mg,Fe)3Al6(BO3)3(Si6O18)(OH)4 AUGITA: Ca(Mg,Fe,Al)(Al,Si)2O6

HORNBLENDA NaCa2(Mg,Fe,Al)5((Si,Al)8)22(OH)2

Silicatos

98

TURMALINA:Na(Mg,Fe)3Al6(BO3)3(Si6O18)(OH)4

Silicatos

Referências

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