Estados físicos da
matéria
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Professora: Luana Sena Nunes Disciplina: Química Geral
2 Toda matéria é constituída de pequenas partículas e, dependendo do maior ou menor grau de agregação entre elas, pode ser encontrada em três estados físicos: sólido, líquido e gasoso.
Exemplos:
• estado sólido: as pedras, o gelo e a madeira. • estado líquido: a água, o leite, a gasolina e o mel. • estado gasoso: o gás hidrogênio, o gás oxigênio e o gás carbônico.
3 Quando uma substância muda de estado, sofre alterações nas suas características macroscópicas (volume, forma, etc.) e microscópicas (arranjo das partículas), não havendo, contudo, alteração em sua composição.
gasoso
líquido
sólido
maior energia menor ordem
menor energia maior ordem 4
gasoso líquido sólido
1. Energia das interações (sistema) e condições de P e T (ambiente) • maior interação: favorece a fase mais densa • maior pressão: favorece a fase mais densa • maior temperatura: favorece a fase menos densa 2. Diminuição de energia livre (espontaneidade) compatível com duas
tendências: menor energia e menor ordem
3. Compressibilidade: distância entre partículas; relação entre massa e volume
4. Movimento: rigidez (posição, forma) vs. fluidez (movimento browniano)
5. Mudança de fase: T, P, entalpia, entropia, energia livre
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Mudança de fases
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Mudança de fases
• Modificação do grau de agitação de átomos, moléculas ou íons pela variação da energia • Ocorre em temperatura bem definida
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Mudança de fases
Mudança de fases
Curvas de aquecimento: gráfico de ΔT vs. Q (calor fornecido)
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Diagrama de fases
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Mapa que representa as fases e os equilíbrios entre as fases de uma substância, submetida a condições de pressão (P) e temperatura (T)
Diagrama de fases
Ponto (T, P)
• na linha de equilíbrio indica fases em equilíbrio
• fora da linha de equilíbrio indica fase única
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Diagrama de fases
Características
Ponto triplo: T e P nas quais as fases sólida, líquida e vapor estão em equilíbrio
Curvas de equilíbrio: pontos de fusão, ebulição e sublimação
– Ponto de fusão normal: fusão a 1atm – Ponto de ebulição normal: ebulição a 1atm – Ponto de sublimação normal: sublimação a 1atm
Ponto crítico: T e P que definem a passagem de vapor para gás
Diagrama de fases
13 H2O CO2Diagrama de fases
14Diagrama de fases
15Estado de agregação:
sólidos
16Sólidos
17 As estruturas dos sólidos podem ser descritas como
retículos tridimensionais de átomos, íons ou moléculas.
Estrutura amorfa
Estrutura molecular
Estrutura cristalina
Estrutura dos materiais no
estado sólido
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É composta por átomos, moléculas ou íons que apresentam um arranjo desordenado e assimétrico dos átomos.
Não possue faces bem definidas. Disposição similar a de um líquido. Maior densidade que a do líquido. Ex.: vidro, borracha.
Estrutura amorfa
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É geralmente aceito como o oposto de estrutura cristalina. • Estes sólidos podem ser rígidos, mas no entanto não possuem estrutura de uma substância.
• arranjos aleatórios e desordenados de moléculas • embora os átomos possam estar dispostos de forma ordenada e simétrica
• estrutura típica dos macromoleculares compostos orgânicos de cadeias longas
• exemplos: plásticos
Estrutura molecular
21 22
Número de Ligações: depende do número de elétrons da camada mais externa ou camada de valência.
Comprimentos e Energias de Ligação: depende dos átomos e do número de ligações. Ligações duplas e triplas são mais curtas e requerem mais energia para serem rompidas. Ângulos entre Ligações: são encontrados entre as ligações Isômeros: estruturas diferentes e mesma composição Moléculas Poliméricas: (= muitas unidades) uma grande molécula, constituída por pequenas unidades que se repetem.
Estrutura molecular
• arranjo atômico no qual átomos, moléculas ou íons
se agrupamordenadamenteno espaço.• estrutura típica de metais, semicondutores e diversos compostos inorgânicos.
• obedece a um padrão repetitivo e sistemático nas três dimensões .
• cela (célula) elementar ou unitária: menor unidade geométrica que se repete sistemática no espaço
Estrutura cristalina
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Estrutura cristalina
Célula unitária
25 Sólidos (retículos tridimensionais) podem ser construídos agrupando-se celas unitárias tridimensionais como se fossem blocos de construção.
A construção dessas celas unitárias define o retículo cristalino.
Sólido cristalino: arranjo definido e bem ordenado de moléculas, átomos ou íons
Pilha tridimensional de células unitárias: rede cristalina que obedece a planos e direções atômicas
Reticulado cristalino: conjunto de pontos que se repetem no espaço tridimensional com uma dada periodicidade, correspondendo a átomos, moléculas ou íons 26 Reticulado cristalino
Estrutura cristalina
27Estrutura cristalina
CristaisEstruturas em que os átomos possuem uma ordenação perfeita nas três direções do espaço
• Conhecendo-se a posição de alguns átomos sabe-se o posicionamento de todos os átomos no espaço
Estrutura cristalina
Distâncias inter-atômicas
A posição do átomo no espaço depende da ligação atômica e do tamanho do átomo
• A força de atração entre os átomos e a força de repulsão entre as coroas eletrônicas resulta em uma distância de equilíbrio chamada distância inter-atômica
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Estrutura cristalina
Células Unitárias
Célula Unitária ou Célula Cristalina é um conjunto de átomos que representa o posicionamento de todos os átomos do cristal
Sistemas Cristalinos
Um sistema cristalino é composto por uma figura geométrica associada a uma base de átomos: sete sistemas cristalinos
Retículos cristalinos
Os retículos cristalinos são estruturas particulares que representam o posicionamento dos átomos
Existem quatorze retículos cristalinos: Reticulados de Bravais
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Estrutura cristalina
Dentro da classe cúbica, ocorrem três simetrias de células:
- primitiva, ou cúbica simples (cs); - cúbica de corpo centrado (ccc); - cúbica de face centrada (cfc).
A cela unitária cúbica é a mais simples de todos os retículos cristalinos.
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Reticulados de Bravais
Parâmetros de rede: sistema referencial de coordenadas • três dimensões do espaço (x, y e z) • comprimentos das arestas (a, b e c) • ângulos entre as arestas (α,β e γ) 33
Estrutura cristalina
34Estrutura cristalina
Sistemas Cristalinos •Número de coordenaçãonúmero de vizinhos que o átomo possui no reticulado cristalino
• Fator de empacotamento
razão entre o volume dos átomos e o volume da célula unitária
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Número de átomos ou íons vizinhos a qualquer outra espécie na estrutura
Parâmetro para NC: relação entre os raios (r) atômicos e ou iônicos (r+) das espécies
envolvidas
Estrutura cristalina
Número de coordenação (NC)
Número de Coordenação (NC)
rmenor / rmaior NC geometria
< 0,155 1 e 2 linear 0,155 – 0,225 3 trigonal plana 0,225 – 0,414 4 tetraédrica 0,414 – 0,732 4 quadrada plana 0,414 – 0,732 6 octaédrica 0,732 – 1,000 8 cúbica corpo centrado
1 12 compacta NC do MgO rMg2+ = 0,66Å rO2-= 1,40Å rMg2+ / rO2- = 0,471 NC = 6
Estrutura cristalina
37Estrutura cristalina
Células unitárias comuns
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39
Estrutura cristalina
Os metais podem adotar qualquer uma dessas estruturas. Metais alcalinos – cúbicos de corpo centrado (ccc); Ni, Cu e Al – cúbicos de face centrada (cfc)
Estrutura cristalina
Cúbica simples átomos nas extremidades de um cubo simples
• cada átomo é compartilhado por oito células unitárias Cúbica de corpo centrado (ccc) átomos nos vértices de um cubo mais um no centro do corpo do cubo
• átomos das extremidades são compartilhados por oito células unitárias
• átomo central está incluso em uma célula unitária Cúbica de face centrada(cfc) átomos nas extremidades de um cubo mais um átomo no centro de cada face do cubo
• átomos das extremidades são compartilhados por oito células unitárias
• átomos das faces são compartilhados por duas células unitárias
Célula unitária
Células unitárias
Estrutura cristalina
41Estrutura cristalina
Célula unitária 42Empacotamento denso de camadas de esferas
• Sólidos têm forças de ligação máximas • Átomos e íons são considerados como esferas • Moléculas podem ser modeladas por esferas • Racionaliza-se a força de ligação máxima em um
cristal através do empacotamento denso de esferas • As esferas empacotadas da maneira mais densa
possível permite apenas pequenos espaços entre as esferas adjacentes
• Os espaços são denominados orifícios intersticiais
Estrutura cristalina
43
Empacotamento denso de camadas de esferas
Existe apenas uma posição para a segunda camada Existem duas opções para a terceira camada
• A terceira camada fica eclipsada com a primeira (arranjo ABAB): empacotamento denso hexagonal
(edh)
• A terceira camada está em uma posição diferente em relação à primeira (arranjo ABCABC):
empacotamento denso cúbico (edc)
Estrutura cristalina
Empacotamento denso de esferas
Estrutura cristalina
45 DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA DO SÓLIDO 46 DIFRAÇÃO DE RAIOS X 47Lei de Bragg
Lei de Bragg
Adotada pelos físicos ingleses Sir W.H. Bragg e filho Sir W.L. Bragg (1913) para explicar porque as faces clivadas de cristais
separadas por uma distância
d
refletem feixes de raios-X de raios incidentes com mesmos ângulos de incidênciaθ
(teta)de comprimento de onda
λ
(lambda)vezes
n
número inteiro que indica a ordem de difração (n = 1, 2, 3...)equação:
nλ = 2dsenθ
49
Lei de Bragg
Triângulo retângulo ABz
(relação entre d e θ com as distâncias AB e BC) Distância AB é oposta a θ: AB = dsenθ
Como AB = BC, nλ = 2AB ou nλ = 2dsenθ
O feixe inferior deve viajar a distância extra (AB + BC) para continuar paralelo e adjacente ao feixe superior
A distância extra deve ser um múltiplo inteiro (n) do comprimento de onda (λ) para que as fases dos feixes sejam as mesmas: nλ = AB + BC
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Tipos de sólidos
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Tipos de sólidos
Sólidos moleculares
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Moleculares (formados por moléculas): • normalmente macios
• pontos de fusão e ebulição baixos • baixa condutividade
• forças intermoleculares (van der Waals)
Sólidos moleculares
54Sólidos moleculares
55Sólidos covalentes
56Covalente (rede formada de átomos): • muito duros
• pontos de fusão e ebulição muito altos • baixa condutividade
• ligação covalente
Sólidos covalentes
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Sólidos covalentes
Tetraedros formados por ligações entre Si e O Sílica ou dióxido de silício: SiO2
Encontrada como 17 formas cristalinas distintas: quartzo, topázio e ametista
SÍLICA
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Sólidos covalentes
SÍLICA
Sólidos covalentes
GRUPO DO QUARTZO: SiO
2O quartzo é o mais abundante mineral da Terra
(aproximadamente 12% vol.)
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Sólidos covalentes
FORMA CRISTALINA DO QUARTZO 62
Sólidos covalentes
FORMA CRISTALINA DO QUARTZO 63
Sólidos iônicos
Iônicos (formados por cátions e ânions): • duros
• quebradiços
• pontos de fusão e ebulição altos • condutividade ruim
• ligação iônica: estabilidade
Sólidos iônicos
65Ciclo de Born-Haber
66Ciclo de Born-Haber
M ΔHsub M(s) M(g) ΔHEI M(g) M+(g) + e 1/2Edis 1/2Cl2(g) Cl(g) ΔHAE Cl(g) + e Cl -(g) ΔEret M+ (g) + Cl-(g) M+Cl -(s) ΔHf Li 218,0 520 121,5 -48 -845 -33,5 Na 108,5 496 121,5 -48 -778 -100,0 K 89,9 419 121,5 -48 -699 -116,6 Rb 85,8 403 121,5 -48 -673 -110,7Valores de entalpia para o sólido tipo M+Cl- (kJ/mol)
M(s) + 1/2Cl2(g) M+Cl-(s) + ΔHf 67
Sólidos iônicos
Na+Cl
Estrutura tipo NaCl • Cada íon tem NC = 6 • Rede cúbica de face centrada • Proporção cátion-ânion: 1:1 • Exemplos: LiF, KCl, AgCl e CaO
Sólidos iônicos
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Estrutura tipo NaCl
Representações equivalentes de célula unitária:
• íons Cl- (maiores) nas extremidades da célula (a)
• íons Na+ (menores) nas extremidades da célula (b)
Sólidos iônicos
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Outras células típicas
Sólidos iônicos
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Estrutura tipo CsCl • Cs+ tem um NC = 8
• Difere da estrutura do NaCl (Cs+
maior que Na+)
• Rede cúbica de corpo centrado (ccc) • Proporção cátion-ânion é 1:1
Sólidos iônicos
Estrutura tipo blenda de zinco (ZnS)
• Exemplo típico é o ZnS • Íons Zn2+ têm um NC = 4 • Íons S2- adotam um arranjo cfc
• Íons S2- se posicionam num tetraedro em torno de Zn2+
• Outro exemplo: CuCl
Sólidos iônicos
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Estrutura tipo fluorita (CaF2) • Exemplo típico: CaF2
• Os íons de Ca2+ tem um arranjo cfc • Para íon Ca2+, duas vezes mais íons
F- em cada célula unitária • Outros exemplos: BaCl2, PbF2
Sólidos iônicos
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Sólidos metálicos
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Sólidos metálicos
Também chamados de metais, consistem de cátions mantidos unidos por um mar de elétrons.
• formados a partir de cátions do metal • macios ou duros
• pontos de ebulição baixos a altos • condutividade alta
• maleáveis e dúcteis
• cátions metálicos com arranjos: ccc, cfc ou hc
• NC para cada cátion do metal: 8 ou 12
Sólidos metálicos
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Sólidos metálicos
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Estrutura cristalina
Cúbica de Corpo Centrado (ccc)
• Relação entre a aresta do cubo (a) e raio atômico (r): a = 4r / 31/2
• Número de átomos por célula unitária = 2 • Número de coordenação = 8 • Exemplos de metais: Fe, Cr, W, Mo
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Estrutura cristalina
Cúbica de Face Centrada (cfc)
Plano compacto formado por esferas rígidas (A). Dois tipos de interstícios assinalados: B e C
Empilhamento de planos compactos formando uma 80
Estrutura cristalina
Cúbica de Face Centrada (cfc)
• Relação entre a aresta do cubo (a) e raio atômico (r): a = 2r.21/2
• Número de átomos por célula unitária = 4 • Número de coordenação = 12 • Exemplos de metais: Cu, Al, Au, Pb
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Estrutura cristalina
Hexagonal de
empacotamento compacto
(HC) Plano compacto formado por esferas
rígidas (A). Dois tipos de interstícios assinalados como B e C
Empilhamento de dois planos compactos
Empilhamento de planos compactos formando a estrutura HCP
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Estrutura cristalina
Hexagonal empacotamento compacto (hcp) • Relação entre altura e aresta: c/a = 1,633 (ideal)
• Número de átomos por célula unitária = 6 • Número de coordenação = 12 • Exemplos: Cd, Co, Zn
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Ligação metálica: forte demais para a dispersão de London e elétrons insuficientes para ligação covalente
Teoria do gás eletrônico: cátions de metal flutuam em um “mar” de elétrons
Condução metálica: elétrons de valência deslocalizados e volúveis
Sólidos metálicos
Quanto menor o número de elétrons de valência do átomo, maior a mobilidade de elétrons livres na formação da estrutura e maior a predominância de ligações metálicas:
elevada condutibilidade elétrica ou térmica
• Exemplos: Na, K, Cu, Ag e Au
Sólidos metálicos
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Quanto maior o número de elétrons de valência do átomo, maior a parcela de ligações covalentes que atuam em conjunto com as ligações metálicas (ligações reforçadas): menor
condutividade elétrica ou térmica, maior resistência mecânica e maior ponto de fusão
• Exemplos: Ni, Fe, Ti, W e V
Sólidos metálicos
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As propriedades físicas (pontos de fusão e ebulição) variam de acordo com a intensidade da ligação
A intensidade da ligação aumenta com o aumento do número de elétrons disponíveis para a ligação
• Na tem um elétron de valência
ponto de fusão = 98oC
• Cr tem seis elétrons de valência
ponto de fusão = 1890oC
• W tem seis elétrons de valência
ponto de fusão = 3400oC
Sólidos metálicos
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Sólidos metálicos
Condutividade elétrica• usada para especificar o caráter elétrico de um material • recíproco da resistividade
Resistividade elétrica (ρ)
• indica a facilidade do material conduzir corrente elétrica
ρ : resistividade estática (Ω.m) R : resistência elétrica (Ω)
L : comprimento do condutor (m)
A : área da seção do condutor (m²)
θ : temperatura
Prata (Ag)
• melhor condutor elétrico conhecido (temp. ambiente) • resistividade (20°C): 1,59×10−8 Ω.m
• excessivamente caro para o uso em larga escala
Cobre (Cu)
• segundo lugar na lista dos melhores condutores • Resistividade (20°C): 1,72×10−8 Ω.m
• uso amplo na confecção de fios e cabos condutores
Sólidos metálicos
Conexão entre superfícies de cobre, soldada com prata, constitui a melhor combinação para a condução da eletricidade ou do calor entre condutores.
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Ouro (Au)
• não tão bom condutor quanto Ag e Cu • resistividade (20°C): 2,44×10−8 Ω.m
• alta estabilidade química(metal nobre) • praticamente não oxida
• não é atacado por diversos agentes químicos • empregado para banhar contatos elétricos
Alumínio (Al)
• três vezes mais leve que Cu • resistividade (20°C): 2,82×10−8 Ω.m • pior material para as conexões elétricas • vantagem nas linhas de grande distância
Sólidos metálicos
90 Propriedades •Brilho •Condutibilidade elétrica •Condutibilidade térmica •Maleabilidade •Ductilidade •Efeito fotoelétricoSólidos metálicos
91Semi-condutores
92Semicondutores: ligações covalentes predominam em relação às metálicas causando baixa mobilidade de
elétrons de valência nas estruturas cristalinas
• Exemplos: Ge, Si, Se
• Diamante (carbono cristalino): ligações metálicas praticamente inexistentes
Semi-condutores
93 Semicondutor n Semicondutor pSemi-condutores
94Silicatos
95 Minerais silicatadosFamília dos minerais que formam as rochas
Maioria dos minerais: 92% da crosta terrestre
SiO
44-Silicatos
Silício combina com o oxigênio para formar um complexo aniônico: ânion silicato SiO44- (tetraedro de Si)
• Minerais silicatados são formados ao redor do tetraedro de Si • Ligações tetraedro-tetraedro através de M: Mg, Fe, Ca, Al
M
Silicatos
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OLIVINA: (Mg,Fe)2SiO4
GRANADA: (Ca,Mg,Fe,Mn)3(Al,Fe,Cr)2(SiO4)3 EPÍDOTO:Ca5(Al,Fe)Al2O(SiO4)(SiO7)(OH)
TURMALINA:Na(Mg,Fe)3Al6(BO3)3(Si6O18)(OH)4 AUGITA: Ca(Mg,Fe,Al)(Al,Si)2O6
HORNBLENDA NaCa2(Mg,Fe,Al)5((Si,Al)8)22(OH)2
Silicatos
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TURMALINA:Na(Mg,Fe)3Al6(BO3)3(Si6O18)(OH)4