8º Encontro da ABCP
1 a 4 de Agosto/ Gramado- RS
Área Temática: Comunicação Política e Opinião Pública
Comunicação interna partidária: os partidos políticos e o uso social da internet.
Bárbara Lima
UFSCar- Universidade Federal de São Carlos Bolsista FAPESP – Fundo de Amparo a Pesquisa
Resumo:
O painel a ser apresentado visa analisar como os quatro maiores partidos políticos brasileiros PT (Partido dos Trabalhadores), PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), PMDB (Partido do Movimento Democrático do Brasil) e DEM (Democratas) vêm utilizando a internet e as novas tecnologias digitais de comunicação para, além de promover uma interação entre esfera política e civil, promover dentro de suas estruturas espaço para produção e difusão de materiais informativos que intensifiquem a comunicação intrapartidária, a fim de aproximar os diretórios e os filiados – até mesmo fora do período eleitoral. Eles buscariam, dessa maneira, usar os meios de comunicação digital como importantes elementos de dinamização da estrutura interna, aproximando seus filiados e simpatizantes e promovendo uma maior visibilidade partidária por meio da comunicação política.
Palavras Chave: partidos, internet, comunicação intrapartidária, redes sociais.
Introdução.
A comunicação e a política são dois termos indissociáveis: política é comunicação, tendo em vista que toda ação política se concretiza nela. De acordo com Römelle (2003), a história dos partidos se confunde com a da comunicação política desde a sua organização interpessoal até as novas interpretações oferecidas pelos meios de comunicação. Seja qual for o sistema ou a organização, esses se legitimam sobre a sua capacidade de difundir seus valores, princípios e ideologias tanto na esfera civil quanta na política.
A política de comunicação é um elemento vital para um partido; entre as funções dominantes estão: a difusão e a disponibilização de informações que o promovam aos seus eleitores e filiados. A capacidade de desenvolver veículos de comunicação próprios revela uma maior autonomia partidária em relação à imprensa comercial e os meios de comunicação (Ribeiro, 2008, p.132).
O impacto do desenvolvimento dos meios de comunicação de massas na vida política é indiscutível, pois ele alterou desde os discursos e as vias de acesso à política até mesmo as relações entre representantes e representados (Miguel apud Biroli, 2009, p. 7). Essas alterações não tiveram impacto somente no que concerne à comunicação externa, mas também na comunicação interna partidária, entre diretórios e seus diferentes níveis, dirigentes e filiados.
Por tradição, o jornal (ou informativo) ainda é um dos principais meios de comunicação da estrutura partidária; porém, esse apresenta várias dificuldades, desde financeiras (pelo custo do material utilizado) até logísticas (dificuldade de envio e entrega desse tipo e material), fatores que geram um descompasso de informação aos filiados. A internet, nesse caso, permite um acompanhamento mais direto e instantâneo às informações, bem como acesso a conteúdos diversificados sobre o partido (Marques, 2005, p.15).
Nesse sentido, a internet vem sendo utilizada como ferramenta da comunicação política, gradualmente as democracias ocidentais e os partidos políticos disponibilizam uma variedade de dispositivos digitais com o intuito de promover os candidatos durantes as campanhas eleitorais, fator que vem criando uma série de especulações sobre as implicações políticas e sociais do seu uso (IASULAITS, 2011).
A utilização da internet propicia um aprimoramento do sistema democrático representativo já existente, pois amplia as possibilidades de obtenção de informações e participação política. Ela ainda promove uma renovação da comunicação, que se torna mais dinâmica, em termos de circulação de discurso e opinião pública (Chaia, 2006).
Um dos principais potenciais do uso da internet é libertar o indivíduo da condição de receptor passivo da informação e conferir-lhe a possibilidade de expressão e produção de conteúdo por meio do domínio de ferramentas digitais simples (Rothberg, 2011, p. 4). Nos termos utilizados por Castells (200, p.4), a comunicação individual de massas, permite o crescimento da autonomia dos sujeitos à medida que eles atuem simultaneamente como emissores e receptores.
Entre as valências da internet, está a agilidade de comunicação, acessibilidade, interatividade e integração; não está sujeita a limites geográficos ou temporais, é eficaz na capacidade de atender à demanda, e não apresenta altos custos de manutenção; é um meio suplementar de difusão do partido (Marques, 2005, p. 17).
O uso de redes sociais e a grande quantidade de websites de partidos e políticos nos mostram que, atualmente, a internet é uma das principais ferramentas da comunicação política. Sob um olhar sócio-político, a internet pode ser também um meio de engajamento e militância, que rompe com o modelo tradicional de jornais. Pois nesse ambiente, há espaço para produção e difusão de materiais que visam, além de informar, influenciar opiniões (Marques, 2005 p.4).
A linguagem diferenciada e simples utilizada na internet é um dos grandes fatores que auxiliam na comunicação; sendo assim, essa pode ser um meio de valorização do discurso político.
As práticas do uso da internet para comunicação são marcadas pela autonomização da difusão do discurso político e da profissionalização das relações públicas dos partidos (Miège, 2001; 2005)
Após uma prospecção inicial, podemos constatar que há um grande esforço por parte dos partidos e de suas secretarias de comunicação de buscar dinamizar, ao máximo, a comunicação não só com o eleitorado, mas também com seus filiados, a fim de incentivá-los e motivá-los a participar mais ativamente da vida do partido. Essas trocas informacionais podem aproximar e fortalecer as relações internas do partido.
Dessa maneira, pode-se pensar que, por meio do uso social da internet, os partidos buscam aproximar-se de seus diferentes diretórios e filiados, a fim de não apenas informar, mas também de disciplinar, aumentar o grau de fidelidade e fortalecer a unidade nacional do partido. De acordo com Duverger (1967), a dinâmica interna de um partido é fundamental para a coesão, unidade e organização dos elementos de acordo com o seu lugar na estrutura; apresentam uma vida partidária interna mais ativa, com uma forte articulação orgânica.
Ainda na questão organizacional, para Panebianco (2005, p. 68), uma parte essencial da organização do partido está contida no controle do fluxo dos seus canais de comunicação. O autor trata a organização como um sistema de comunicações que funciona na medida em que existam canais para que essas se propaguem. Dessa maneira, a comunicação interna de um partido constitui uma das “zonas de incerteza”: é um dos fatores que, se não forem controlados, ameaçam ou podem ameaçar a coesão e estabilidade da ordem interna. O controle
dessas zonas é essencial para mediar as relações entre partido e filiados, e de forma mais ampla, os jogos internos de poder; também influencia, além da organização, a relação do partido com o ambiente no qual está inserido (Ribeiro, 2008, p. 46).
Para Marques (2005, p. 16), as novas tecnologias digitais de comunicação são, de fato, capazes de alterar as dinâmicas internas dos partidos e realçar o discurso político. A internet, nesse caso, seria capaz de facilitar reuniões entre líderes regionais geograficamente dispersos pelo país (Marques, 2005, p.4), e desse modo, colaborar para uma maior coesão interna dos partidos.
Web Partidos no Brasil
Ao acessar os websites oficiais dos grandes partidos políticos brasileiros, PT, PSDB, PMDB e DEM, nos deparamos com vários dispositivos de comunicação e informação, que permitem acesso a extenso conteúdo sobre o partido, desde a sua formação histórica até notícias de última hora, além de contribuir para uma comunicação direta entre uma organização política e seus membros. Esses dispositivos são as manifestações evidentes de que a cibercomunicação política e seus diversos usos contribuem e auxiliam na manutenção da participação e no pluralismo tanto nas democracias representativas, quanto nas dimensões organizacionais do partido (Dader,2008) a fim de veicular informações dentro e fora de período eleitoral, assim como criar e/ou fortalecer laços organizacionais internos ou externos ao partido (ALBUQUERQUE e MARTINS,2010).
A prospecção inicial da pesquisa foi feita nos quatro sites. Os sites dos quatro partidos citados acima utilizavam pelo menos dois tipos de redes sociais, e possuíam rede de notícias.
Tabela 1. Quantidade de Dispositivos de Interatividade
PT PSDB PMDB DEM
Quantidade 13 16 14 15
Fontes: www.pt.org.br; www.psdb.org.br; www.pmdb.org.br; www.dem.org.br. Acessado em: 28/10/2011.
O site do PSDB, além de todo arcabouço necessário para se conhecer a história do partido, como textos, artigos e entrevistas, possui também diversos dispositivos de interatividade. A começar por um feed de notícias que é atualizado diariamente de acordo com a demanda, a rádio PSDB que transmite oralmente as mesmas, um canal de vídeos informativos sobre os últimos acontecimentos internos e externos, galeria de fotos, o site de relacionamento Facebook e o microblog Twitter, nos quais se também postam informações diárias e que ainda permite trocas rápidas de informação.
O partido ainda conta com uma área restrita aos seus filiados (“espaço do filiado”), newsletter que é aberto a todos os visitantes do site e Blogs, em sua maioria de atualização diária, com textos e opiniões sobre o partido e os governos em vigência.
Outro site, pesquisado inicialmente, foi o do PMDB, que também apresentou links básicos com os dados do partido, história, estatuto, artigos, publicações e entre outros. Há um setor chamado “PMDB interatividade”, o qual disponibiliza fóruns, enquetes, espaço para a expressão de opiniões (via e-mail) e o contato de todos os níveis de governo em vigência do partido, todos dispositivos que buscam aproximar o filiado.
O site ainda apresenta outros dispositivos, como TV PMDB, rádio PMDB, todos os links de acesso a blogs dos diretórios estaduais, jingles de campanha e link para filiação on line. Nesse caso, os perfis nas redes sociais ainda estão em construção, e, portanto não disponibilizam ainda, acesso a informações. Somente o microblog Twitter está em uso e atualização diária.
A página ainda disponibiliza o informativo mensal do partido para download no formato PDF, o que permite que o filiado possa ter contato com o material no mesmo dia em que esse foi publicado, sem necessidade de esperar dias pela mala direta.
O PT, historicamente, possui várias tentativas de comunicação interna por informativos de mala direta. Após várias tentativas de criar uma imprensa própria, o partido passou a investir no projeto de potencialização da sua comunicação interna eletrônica. O partido informatizou o antigo jornal Linha Aberta (newsletter) e aos poucos desenvolveu a página oficial do partido. O passo seguinte foi a criação de uma rede intranet, exclusiva aos membros do partido, por meio de senhas e acessível de qualquer ponto com internet (Ribeiro, 2008, p. 132).
Atualmente o site conta como novos dispositivos interativos, como a Rádio PT, a TV PT, que disponibiliza vídeos de caráter noticioso, institucional e histórico, galeria de fotos, blogs indicados, feed de notícias atualizado diariamente, webmail, “fale conosco”, comunidade para fóruns de debate no site de relacionamento Orkut e o microblog Twitter, esse último, dispositivo extensamente utilizado pela candidata Dilma Rousseff no período eleitoral de 2010.
O quarto site analisado foi o do partido Democratas (DEM), o qual apresentou maior uso de recursos complementares de comunicação digital. Além de apresentar uma estrutura básica que disponibiliza acesso desde a história a ideologia do partido, o site apresenta uma lista de recursos digitais.
A começar por um feed de notícias atualizada diariamente, às vezes mais de uma vez ao dia, “Fale Conosco” que permite contato via e-mail com o diretório nacional, um dispositivo de notícias via mensagem no celular, no qual o filiado se cadastra e passa a receber as atualizações diárias do partido. Na parte de interatividade, disponibiliza enquetes, rádio, canal de vídeos, blog, o microblog Twitter, o site de relacionamento Facebook, canal de vídeos no site Youtube e galeria de fotos no site de
hospedagem Flickr, todos atualizados pelo menos, uma vez na semana. O site ainda disponibiliza um link para filiação on line.
Posterior a essa análise preliminar, todos os dispositivos encontrados nos websites foram categorizados a fim de facilitar a análise qualitativa e a compreensão dos dados obtidos. Os dispositivos foram categorizados de duas maneiras: em categorias por características semelhantes de funcionamento dentro dos meios de comunicação e em subcategorias divididos por nível de interatividade, isto é, analisando se o dispositivo fornece a possibilidade de o indivíduo ser além de receptor, emissor de informações por meio do conhecimento básico das ferramentas digitais (Rothberg, 2011, p. 4).
Tabela 2. Categorias e Sub- Categorias
PT PSDB PMDB DEM
Artigos Semi- ativo Semi- ativo Semi-ativo Semi- ativo
Blogs Semi- ativo Semi- ativo
Canal de Vídeos Semi- ativo Semi- ativo Semi-ativo Semi- ativo
Documentos Oficiais Passivo Passivo Passivo
Entrevistas Passivo Passivo Passivo
Feed de Notícias Passivo Passivo Passivo Passivo
Filiação on line Passivo Passivo
Fóruns Estáticos Semi-ativo Semi- ativo
Fóruns Interativos Ativo Ativo Ativo Ativo
Fotos Passivo Passivo Passivo Passivo
Intranet Ativo Ativo
Jornais Passivo Passivo Passivo
Newsletter Passivo Passivo Passivo
Outros sites Semi- ativo Semi- ativo Semi-ativo Semi- ativo
Rádio Ativo Ativo Ativo Ativo
Revistas Passivo Passivo Passivo
Webmail (para filiados) Semi- ativo Semi- ativo
Fontes: www.pt.org.br; www.psdb.org.br; www.pmdb.org.br; www.dem.org.br. Acessado em: 28/10/2011.
A tabela contém duas informações importantes para a análise feita durante a pesquisa. A quantidade e a interatividade das ferramentas digitais de comunicação.
A diversidade de dispositivos nos mostra que há uma preocupação dos partidos, junto a suas secretárias de comunicação, em disponibilizar conteúdo diversificado que não se prenda somente às resoluções políticas, mas também sobre a construção do partido e o que esse tem feito para o cenário político nacional em tempo real, aproximando o partido enquanto instituição formal (Panebianco, 2005) da esfera civil.
Em relação à interatividade, podemos analisar que apesar da quantidade de ferramentas que são fornecidas, poucas permitem que o indivíduo se coloque na posição de emissor da informação. Por um lado, podemos perceber que os partidos conseguem de fato manipular a ferramenta digital da comunicação dentro dos seus sites oficiais, o que de acordo com a teoria de Panebianco (2005, p. 68) mostra que o partido tem nas mãos o recurso decisivo nas relações de poder. Isso nos mostra que também há uma preocupação do partido em filtrar e controlar as informações que são disponibilizadas, esse controle, porém apresenta aspectos divergentes, atribuindo um papel de árbitro ao partido que controlar as maneiras e os conteúdos das mensagens a serem disponibilizadas, censurando ou removendo as mensagens com conteúdos indesejáveis e inadequados aos fóruns abertos pelo partido (IASULAITS, 2011).
Nesse ponto, deve-se salientar que o afastamento humano entre “árbitro” e filiado gerado pelos filtros nos dispositivos apresenta desdobramentos negativos para a essência e funcionamento do website ou de alguns dispositivos específicos, a interação parcial entre as duas partes pode gerar uma ilusão participatória, limitando a expressão do individuo baseada no enquadramento gerado pelo partido, ou até mesmo repelir a participação de determinados grupos de indivíduos.
Relações Intra Partidárias e Redes Sociais.
Por meio do uso social da internet, os partidos buscam aproximar-se de seus diferentes diretórios e filiados, a fim de não apenas informar, mas também de disciplinar, aumentar o grau de fidelidade e fortalecer a unidade nacional do partido.
De acordo com Panebianco, a comunicação interna de um partido constitui uma das “zonas de incerteza”: é um dos fatores que, se não forem controlados, ameaçam ou podem ameaçar a coesão e estabilidade da ordem interna. O controle dessas zonas é essencial para mediar as relações entre partido e filiados, e de forma mais ampla, os jogos internos de poder; também influencia, além da organização, a relação do partido com o ambiente no qual está inserido (Ribeiro, 2008, p. 46).
Para Marques (2005, p. 16) as novas tecnologias digitais de comunicação são, de fato, capazes de alterar as dinâmicas internas dos partidos e realçar o discurso político.
Conforme Duverger, a dinâmica interna de um partido é fundamental para sua coesão, organização e unidade. Aqueles que apresentam um ordenamento, em que todos os elementos são divididos em seções atribuídas de acordo com o seu lugar na estrutura, apresentam uma vida partidária interna mais ativa, com uma forte articulação orgânica (Ribeiro, 2008, p. 73)
A internet, nesse caso, de acordo com Marques, seria capaz de facilitar reuniões entre líderes regionais geograficamente dispersos pelo país (2005, p.4), e desse modo, colaborar para uma maior coesão interna dos partidos.
Para constatação qualitativa a pesquisa propôs a realização de entrevistas junto às secretarias de comunicação dos quatro partidos selecionados a nível municipal (macro região de Ribeirão Preto), assim como a análise conjunta das redes sociais como instrumentos de viabilização comunicativa dentro da estrutura do partido, fugindo de ferramentas institucionais como os e-mails newsletter ou informativos impressos. Para tanto, durante a realização do presente artigo a pesquisa ainda estava em andamento, portanto não se tem dados parciais e concretos de todos os partidos que possam gerar conclusões exatas sobre o fechamento da pesquisa, apenas algumas explanações ainda inconclusivas.
Conclusões preliminares.
O estudo sobre o uso social e os desdobramentos do uso da internet pelos partidos políticos no Brasil, ainda é incipiente, principalmente no que concerne a comunicação intrapartidária.
A partir das análises preliminares feitas durante a elaboração do projeto e de um relatório parcial, pode-se constatar que diante da quantidade de dispositivos fornecidos pelos websites dos partidos selecionados, existe de fato uma preocupação relacionada à ciber estrutura dos partidos, com o intuito de aproximar não somente a esfera civil, mas também os filiados ao partido para uma interação on-line e constante, fazendo com que o interesse e a busca pelo contato entre filiado e partido, não se limite a períodos eleitorais, assembleias extraordinárias ou gerais.
Por meio do uso da internet e seus dispositivos, principalmente de redes sociais, os partidos aproximam dos acontecimentos diários gerando no individuo uma sensação de inclusão e participação dentro da estrutura nacional do partido.
Referências
A- Artigos, livros, periódicos, dissertações e teses.
ALBUQUERQUE, A, MARTINS, A. Apontamentos para o modelo de análise dos partidos na Web. XIX Encontro da Compós- PUC. Rio de Janeiro, 2011.
BLANCHARD, G. O uso da internet a serviço da comunicação do partido. Líbero, São Paulo, n. 18, dez 2006.
BRAGA, S; FRANÇA, A;. NICOLÁS, M. Os partidos políticos e a internet. Uma avaliação dos webisites dos partidos políticos do Brasil. Rev. Sociol. Polít., Curitiba, v. 17, n. 34, out. 2009
CASTELLS, M. Fluxo, redes e identidades: uma teoria crítica da sociedade informacional. In CASTELLS, M. ET AL. Novas perspectivas críticas em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
CHAIA, V. Internet e eleições: os usos do Orkut nas eleições de 2006. LOGOS 27: Mídia e democracia. Ano 14 2º semestre 2007
CREMONESE, D. . A política brasileira passa pelo Twitter: a utilização das redes sociais nas eleições 2010.. In: IV Congresso Latinoamericano de Opinión Pública de WAPOR, Belo Horizonte, 2011, Belo horizonte. IV Congreso Latinoamericano de Opinión Pública de WAPOR, Belo Horizonte, 2011.
DADER, José Luis; VIZCAINO, Ricardo; CAMPOS, Eva; CHENG, Lifen (no prelo). Las webs de los partidos españoles durante la campaña para las Elecciones Generales de 2008: Pautas de cibermarketing con pocos signos de ciberdemocracia.
GOMES, W. Internet e participação política em sociedades democráticas. V ENLEPICC. Nov. 2005.
IASULAITS, S. As possibilidades da ciberdemocracia: as modalidades de participação política em websites eleitorais. XI Congresso Luso Afro Brasileiro de Ciências Sociais. UFBA, 2011.
MARQUES, Francisco Paulo Jamil Almeida. Sobre a comunicação político-partidária na Internet: um estudo dos informativos digitais do PT e do PSDB. Revista Galáxia, São Paulo, n. 10, dez. 2005
MAZZOLENI, G. La revolución simbólica de Internet. Cuadernos de Información y Comunicación – Ciberdemocracia. Madrid, Universidad Complutense, 2000.
MIGUEL, L; BIROLI, F. Comunicação e política: um campo de estudos e seus desdobramentos no Brasil. 2009.
PANEBIANCO, A. Modelos de partido. A organização e poder nos partidos políticos. Editora Martins Fontes. 2005.
RIBEIRO, Pedro Floriano. Dos sindicatos ao governo: a organização nacional do PT de 1980 a 2005. Tese (Doutorado). São Carlos, Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFSCar, 2008.
RÖMMELE, A. Political parties, party communication and new information and communication technologies. Party Politics, 2003.
ROTHBERG, D. . A sociedade em rede e suas razões para o voto: impactos da internet sobre a dimensão sociopolítica. In: IV Congresso Latino Americano de Opinião Pública da WAPOR, 2011, Belo Horizonte. Anais do IV Congresso Latino Americano de Opinião Pública da WAPOR, 2011
WOLTON, D. Pensar a comunicação. Editora UNB. 2004.
SARTORI, G. Partidos e Sistemas Partidários. Rio de Janeiro: Ed. Zahar & Ed.Universidade de Brasília, 1982.
B- Referências em meios eletrônicos (web-sites consultados). http://www.pt.org.br/portalpt/ http://www.psdb.org.br/ http://www.pmdb.org.br/ http://www.dem.org.br/ http://www.fundaj.gov.br/docs/inpso/cpoli/JRego/TextosCPolitica/Teseart/tmcap 4.htm acessado em: 19/01/2011 as 15:00