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Parte 1 Vítor Quinta Agosto 2015

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Parte 1

Vítor Quinta Agosto 2015 Talvez o melhor significado que podemos encontrar para a palavra hebraica “Mechoqeck” seja: “aquele que interpreta a lei”. E quando nos referimos à Lei estamos a referir-nos, em particular, à Torá, o conjunto de instruções dadas pelo Altíssimo YHWH a Israel através do Seu servo Moisés, no Monte Sinai. A Palavra diz-nos ainda que o papel de Israel, enquanto povo que deveria caminhar nos preceitos de vida de YHWH, era o de serem uma luz para todas as nações…o que não aconteceu ainda. Em sentido restrito, a Lei/Torá é constituída pelos mandamentos, juízos, testemunhos e estatutos do Santo de Israel e, ainda, complementarmente, e no sentido mais amplo de Torá, pelas palavras do Altíssimo transmitidas através dos Seus servos, os profetas. Tudo isto é Torá, preceitos de vida.

Estes são os princípios, instruções, conselhos e ensinamentos escritos que O Alto e Sublime Elohim entregou aos homens para por eles viverem, para que lhes fosse bem, a eles e à sua descendência – Deuteronómio 4:39-40. Estes são os mesmos princípios que Yeshua disse que não veio abolir mas viver por eles, cumprindo-os, como Servo obediente:

Mateus 5:17-18 – “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não

vim abrogar [revogar; anular], mas cumprir. Porque em verdade vos digo

que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”.

Ora, como todos podemos constatar, se o céu a terra ainda não passaram é prova que a Lei/Torá do Altíssimo ainda está válida…e estará válida para todos os povos e nações no governo milenar de Yeshua, O Rei vindouro, pois tal Lei/Torá servirá aos povos/nações de lei fundamental, como O Eterno nos diz em:

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Isaías 51:3-4 – “Porque YHWH consolará a Sião; consolará a todos os seus lugares assolados, e fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão como o jardim de YHWH; gozo e alegria se achará nela, ação de graças, e voz de melodia. Atendei-me, povo meu e nação minha, inclinai os ouvidos para mim; porque de mim sairá a lei, e o meu juízo farei repousar para a luz dos povos”.

Estes são pois os princípios de orientação divina patentes a todos os homens, quer eles os aceitem quer não os aceitem, sabendo que o tratamento que O Altíssimo aplicará (o Seu juízo) entre o justo e o iníquo, estará patente perante todos, pois Ele fará conhecida a diferença entre aqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos e aqueles que O rejeitam por rebeldia/apostasia.

Malaquias 3:16-18 – “Então aqueles que temeram a YHWH falaram frequentemente um ao outro; e YHWH atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram a YHWH, e para os que se lembraram do seu nome. E eles serão meus, diz YHWH dos Exércitos; naquele dia serão para mim joias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve”.

Sim, O Todo-Poderoso exerce juízo e misericórdia para com os que O amam e guardam os Seus mandamentos, como nos é ensinado em Êxodo 20:6, mas executa juízo sobre os filhos rebeldes e desobedientes.

Sabemos, porém, que estes princípios de vida são há muito rejeitados por muitos, mesmo por aqueles que dizem seguir a Cristo. Eles e as congregações religiosas a que estão ligados estão completamente errados quando rejeitam a luz e a vida que a Lei/Torá encerra.

Ao lermos as bênçãos inspiradas pelo Eterno que o patriarca Jacob/Israel pronunciou para cada um dos seus filhos (Génesis 49), lá vamos encontrar uma atribuição ou responsabilidade que foi especificamente dada ao seu filho Judá:

Génesis 49:10 – “Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O ceptro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre

seus pés, até que venha Siló [Yeshua]; e a ele se congregarão os povos”.

Se verdadeiramente entendermos estas palavras proféticas vemos que Judá recebeu realeza e que lhe foi prometido que dele haveriam de sair reis (o símbolo desta tribo é representado por um Leão), O maior dos quais é Yeshua HaMashiach, Aquele que virá para governar eternamente sobre todas as nações da Terra. Este símbolo de realeza é confirmado pelo ceptro (“shevet”) que lhe foi dado pelo Altíssimo até que venha Siló. Em qualquer cultura, o ceptro é um sinal de poder ou domínio institucionalmente reconhecido pelos povos. Tanto assim é que ainda hoje vemos a Rainha de Inglaterra usar o ceptro em ocasiões/cerimónias especiais.

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Este ceptro, ou poder institucionalmente reconhecido, foi concedido ao nosso irmão Judá pelo Todo-Poderoso. Daí também a designação de “Mechoqeck”, porque a ele lhe foi dada a missão de ser o intérprete das Palavras do Altíssimo. Por isso a Palavra nos diz que o ceptro (poder) não se arredará dele, nem o legislador de entre os seus pés (os discípulos estudavam a Torá sentados aos pés do seu mestre, nas escolas rabínicas)…até que venha Siló, Yeshua, O Rei. Falaremos mais adiante de Siló.

Não é Judá o dador da Lei/Torá, mas sim o seu intérprete, tarefa a que os descendentes de Judá se têm dedicado ao longo de muitas gerações, responsabilidade que lhe foi cometida pelo Alto e Sublime Elohim. Daí terem surgido as inúmeras interpretações da Torá que os rabis acabaram por compilar em numerosos volumes designados como “O Talmude”, e na sua versão mais recente “A Mishna”. Historicamente acabaram por surgir dois Talmudes: o de Babilónia e o de Jerusalém. Porém, nem todas as interpretações e práticas daí resultantes e impostas pelos responsáveis religiosos das várias épocas foram aceites como ensinamentos sãos por parte do Nazareno Yeshua que, nalguns casos particulares, chegou mesmo a criticar a atitude e os ensinamentos de alguns rabis da sua época (os da “escola de Shamai”) que impunham tradições e preceitos de homens que eram contrários à própria Lei/Torá, como nos é revelado em:

Marcos 7:6-9 – “E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas. E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.

Portanto, não nos podemos deixar guiar inteiramente pelas interpretações humanas, ainda que rabínicas, pois algumas podem conduzir ao erro. Devemo-nos guiar sim pelo que está escrito, como Yeshua muitas vezes respondeu: “Está escrito”. E está escrito onde? Na Torá, nos escritos, nos salmos e nos profetas. Embora condenando algumas dessas tradições e ensinamentos dos homens, sempre que estas eram contrárias à Lei/Torá do Pai, mesmo assim, Yeshua como um Judeu da sua época, viveu de acordo com os preceitos ensinados na sua época, pela chamada “lei oral” (a interpretação da lei escrita, a Torá), principalmente a que era ensinada segundo a “escola de Hillel” e não segundo os preceitos defendidos pela “escola de Shamai” e pelas suas “18 medidas”, de onde saíram os principais acusadores de Yeshua. Ele mesmo nos confirmou pelas Suas palavras que nem tudo o que está na “lei oral” deve ser aceite como Torá.

Porém, foi O Altíssimo que cometeu a Judá o poder de deter o ceptro e de ser a tribo que ficou encarregada de estudar, interpretar e ensinar a Torá…e esse encargo foi-lhe cometido até que viesse Siló, que, como sabemos, é Yeshua HaMashiach, a Lei/Torá viva.

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Ora aqui está um dilema para Judá:

 Siló veio uma primeira vez, como servo sofredor (Isaías cap. 52 e 53) – Yeshua ben Yoseph ou Yeshua filho de José (não o José marido de Sua mãe, mas o ramo de José que foi vice-rei no Egipto). Veio para o que era Seu mas os seus não O receberam – João 1:1-11.

 Siló virá uma segunda vez, desta feita com todo o poder e glória do Pai, como O Rei eterno, Yeshua ben David, como O Leão da tribo de Judá – Daniel 2:44, precisamente Aquele que Judá ainda hoje espera.

Só na Sua próxima vinda Ele nos fará saber todas as coisas que ainda hoje nos estão ocultas, embora, aos poucos, haja novas revelações cada dia que passa. Que o digam todos aqueles que estudam os códigos da Bíblia e neles encontram novas revelações à medida que “O Dia do Senhor” se vai aproximando. Sim, porque hoje só vemos em parte, como Paulo ensina em:

1.Coríntios 13:9-12 – “Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido”.

Só na Sua presença viremos a conhecer a multiplicidade da Sua sabedoria, mesmo a que nos foi transmitida pela Lei/Torá e pelas palavras dos profetas. Mas, já hoje, o que sabemos é-nos suficiente para não errarmos. E o que sabemos não anula o papel de Judá como “Mechoqeck”, pois foi O Elohim Altíssimo que deu esta responsabilidade ao nosso irmão Judá. Na realidade, desde o tempo em que a Lei/Torá do Altíssimo foi transmitida às 12 tribos de Israel no deserto do Sinai pela mão de Moisés, Judá foi e continua a ser o fiel depositário e intérprete das leis divinas, aquele que detém os oráculos do Altíssimo:

Romanos 3:1-2 – “Qual é pois, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda a maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas”.

Sim, as palavras, os oráculos do Altíssimo foram confiados ao nosso irmão Judá. Sim, Judá é chamado de santuário de YHWH quando o povo foi retirado do Egipto com Mão poderosa: Salmo 114:2. Como já se apontou, foi da linhagem de Judá que saiu David e, por fim, Yeshua HaMashiach. Em Judá é O Altíssimo Elohim reconhecido e exaltado: Salmo 76:1-2 – “Conhecido é Deus em Judá; grande é o seu nome em Israel. E em Salém está o seu tabernáculo, e a sua morada em Sião”.

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O nosso irmão Judá é “o filho mais velho” que nos é apresentado na conhecida parábola de Yeshua sobre “o filho pródigo”, sendo que o filho mais velho permaneceu sempre em casa do Pai, enquanto o filho mais novo (Efraim/Israel, as 10 tribos do Norte) foi para o mundo, tendo delapidado a sua herança e ficado reduzido à miséria espiritual. Porquê?

Porque se afastou dos sãos princípios de vida contidos na Torá e não escutou as palavras de admoestação do Altíssimo enviadas pelos Seus profetas. Por isso foram expulsos da sua terra em 722 a.C. pela mão dos exércitos da Assíria, tendo ido para as nações pagãs “servir ao pau e à pedra” (Deuteronómio 28:36, 64; Jeremias 2:27), i.e. aos ídolos de pau e de pedra, feitos pelas mãos dos homens. Caíram na mais abjecta idolatria, que é uma abominação perante YHWH.

O relato da divisão do reino de Israel, após a morte de Salomão, pode ser encontrada nos dois livros de Reis (1ª e 2ª de Reis) e também nos dois livros de Crónicas (1ª e 2ª). Embora este filho pródigo se tenha tornado gentio (somos os descendentes daqueles que pecaram gravemente contra O Altíssimo e que foram espalhados pelas nações) e hoje esteja a regressar aos poucos (Yeshua disse que veio buscar o que se havia perdido – Lucas 19:10; Mateus 15:24) à casa do Pai e à Sua Torá, só quando Siló vier segunda vez é que se concretizará, em definitivo, o regresso deste filho pródigo, o qual será trazido dos quatro cantos da Terra, concretizando-se, então, a profecia que podemos ler em Ezequiel 37:15-28.

Não se pense (como alguns que caminham no erro) que a Lei/Torá foi obra de Moisés. Não, toda a palavra que ela contém foi ditada pelo Todo-Poderoso YHWH. Moisés foi somente a ferramenta, o escriba, aquele que transportou a Lei/Torá até ao povo. Assim esta Lei/Torá é para ser entendida como eterna, perfeita, para todo o ser humano (até que Yeshua entregue o reino ao Pai no final do Seu reino milenar)…mas O Autor da Lei/Torá é O Elohim Altíssimo. Por isso nada se lhe deve acrescentar ou subtrair.

Esta lei fundamental virá a ser gravada no interior dos homens (nas suas mentes) para que por ela vivam. Isto só ocorrerá no governo milenar de Yeshua, O Rei, quando, através desta lei, Ele vier a celebrar um “novo concerto” (ou um concerto renovado) com as duas casas de Israel, conforme nos é ensinado em:

Jeremias 31:31-34 (também confirmado em Hebreus 8:10 e 10:16) – “Eis que dias vêm, diz YHWH, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz YHWH. Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz YHWH: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei a YHWH; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz YHWH; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados”.

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É esta mesma Torá que o Mechoqeck (Judá) vem procurando interpretar e ensinar ao longo dos séculos, mas cuja etapa final ficará a cargo do Rei Yeshua, no Seu reino milenar. Este será o tempo da restauração de todas as coisas que o homem foi corrompendo no decurso do seu governo iníquo. Nesse tempo milenar, Satanás e seus demónios não estarão presentes para perturbar esta restauração.

Sim, virão os dias em que as duas casas de Jacob/Israel (as duas varas) se tornarão numa única vara para não mais se separarem – Ezequiel 37:15-28. Porém, o filho mais velho, Judá, continua hoje a manter as atribuições de Mechoqeck que O Altíssimo lhe conferiu. Bem faremos em aprender com ele, pois temos ainda muito para aprender. Também não podemos deixar de assinalar que o fiel cumprimento desta incumbência lhe trouxe, ao longo dos séculos, muitos e muitos dissabores (para dizermos o mínimo), quando, na realidade, os nossos irmãos Judeus sofreram o constante ódio e perseguição dos povos entre os quais estavam a viver, ódio que se traduziu em ostracismo, discriminação, maus tratos, roubo, tortura e morte – tais como está registado na História com os pogroms nos países eslavos, a inquisição católico-romana, o holocausto nazi e, também, os ataques constantes dos povos islâmicos e o desprezo/isolamento de Israel no seio das nações. Sim, tal como foi profetizado, Israel é hoje uma nação isolada e abandonada por muitos dos seus anterior “amigos”. Só YHWH não abandonou a nação que Ele reinstalou naquela terra em Maio de 1948. Israel só tem uma saída do aperto: olhar para cima e para O seu Elohim, de onde lhe virá o socorro.

Tudo isto é atestado pela História. Porém, mesmo nas maiores aflições, YHWH nunca os abandonou. Talvez o maior sinal que os identificou entre os povos foi sempre a procura da observância dos preceitos divinos contidos na Torá, o que os diferenciava dos povos pagãos entre os quais viviam.

A importância da Lei/Torá na vida dos justos está retratada na parábola que Yeshua nos deu em Lucas 16:19-31. Leiamos com atenção as Suas palavras e o diálogo imaginário que Abraão teve com o homem rico que sofria imenso no lugar de tormento para onde tinha sido enviado. Daqui se podem extrair alguns grandes ensinamentos:

1. O homem rico nunca se preocupou em viver de acordo com os preceitos de vida do Altíssimo. Usufruiu dos bens desta vida terrena mas não cuidou da sua alma. 2. Um grande abismo foi posto entre os que herdam a vida eterna e os que serão

condenados à destruição, abismo que não pode ser transposto. Esse abismo só pode ser ultrapassado em vida e não depois de morto, e só quando o homem se arrepende e se entrega aos caminhos de YHWH, passando a viver por fé e em obediência aos preceitos do Pai, e aceitando o sacrifício de Seu Filho Adonai Yeshua, O único meio de chegar ao Pai.

3. Quando o homem rico solicita que o pai Abraão envie alguém para avisar os seus irmãos para que não lhes aconteça o mesmo que a ele, Abraão respondeu: “Têm Moisés e os profetas. Escutem-nos”.

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Que grandes ensinamentos. Porque é que o homem não atenta para estas palavras de Yeshua? E nós hoje? Estamos nós dispostos a aprender com o nosso irmão Judá, o Mechoqeck? É neste contexto que os ensinamentos/interpretações do Mechoqeck Judá são preciosos e nos podem ajudar a compreender a Lei/Torá e a aplicá-la nas nossas vidas, não esquecendo as palavras de:

Provérbios 28:9 – “O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável”.

Ou, ainda, as palavras de Paulo em:

Romanos 2:13 – “Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão-de ser justificados”.

Mudemos o que ainda está mal nas nossas vidas, enquanto é tempo, sempre baseados na fé e no testemunho de Yeshua, O nosso Salvador. Aprendamos com Ele que foi manso e humilde de coração/mente, andando sempre nos preceitos do Pai, a Sua Lei/Torá.

E que O Espírito Santo do Altíssimo Elohim YHWH nos ajude nesta caminhada santa e recompensadora.

AlleluYAH

Vem ó Espírito de YHWH, vem já hoje abrir o nosso entendimento à força da Tua Palavra/Verdade.

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