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Camping Card Internacional), devidamente validada, que identifique o seu titular como praticante da modalidade.

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REGULAMENTO INTERNO

do

do

do

do

Parque de Campismo de Fão

Parque de Campismo de Fão

Parque de Campismo de Fão

Parque de Campismo de Fão

INDICE Artigo 1.º - Objecto

Artigo 2.º - Natureza e Fins Artigo 3.º - Lotação

Artigo 4.º - Período de Funcionamento Artigo 5.º - Admissão

Artigo 6.º - Interdições Artigo 7.º - Identificação

Artigo 8.º - Direitos dos Campistas Artigo 9.º - Deveres dos Campistas Artigo 10.º - Admissão de Animais

Artigo 11.º - Condições Gerais de Instalação Artigo 12.º - Permanência de Material desocupado Artigo 13.º - Deslocação e retenção de material Artigo 14.º - Tarifário

Artigo 15.º - Pagamentos de taxas de Estadia Artigo 16.º - Fornecimento de energia eléctrica Artigo 17.º - Equipamentos de queima

Artigo 18.º - Vias de circulação Interna – Viaturas – Velocípedes sem motor

Artigo 19.º - Responsabilidade Artigo 20.º - Sanções

Artigo 21.º - Casos Omissos Artigo 22.º - Revogação

ARTIGO 1.º OBJECTO

O presente Regulamento Interno é elaborado pelo disposto no Decreto-Lei n.º 167/97 de 4 de Julho, com a redacção que lhe conferem os Decretos-Lei n.ºs 305/99 de 6 de Agosto e 55/2002 de 11 de Março e ainda pelo Decreto Regulamentar n.º 33/97 de 17 de Setembro, com a redacção do n.º 2 do art.º 22.º do Decreto Regulamentar n.º 14/2002 de 12 de Março, que estabelecem o conjunto de normas referentes á utilização e funcionamento dos Parques de Campismo Privativos/Associativos.

ARTIGO 2.º NATUREZA E FINS

O Parque de Campismo de Fão é um Parque de

Campismo PRIVATIVO/ASSOCIATIVO, de duas

estrelas, e destina-se exclusivamente à prática do campismo e de actividades culturais e de lazer.

ARTIGO 3.º LOTAÇÃO

1. O Parque de Campismo de Fão tem capacidade para 720 campistas. Esta lotação será respeitada a todo o tempo.

2. Quando a lotação do Parque estiver esgotado deve ser indicado à entrada, por forma bem visível do exterior, a inexistência de lugares vagos

ARTIGO 4.º

PERÍODO DE FUNCIONAMENTO

1. O Parque de Campismo de Fão está aberto aos utentes durante todo o ano.

2. O Horário da Recepção será o que se encontrar afixado em local bem visível.

3. O período de silêncio é fixado:

a) – Entre as 23H00 e as 07H00 de Domingo a 5.ª feira;

b) – Entre as 00H00 e as 07H00 á 6.ª feira, Sábado e em vésperas de feriados;

c) – Em dias excepcionais, pode a Direcção do Parque alterar o horário de silêncio em vigor.

ARTIGO 5.º ADMISSÃO 1. CONDIÇÕES:

1.1 – A admissão de utentes no Parque de Campismo de Fão implica a imediata aceitação e cumprimento rigoroso do presente regulamento.

1.2 – O Parque de Campismo de Fão é

Privativo/Associativo numa vertente

desportiva e destina-se à prática de campismo, de acordo e nas condições expressas neste Regulamento e demais legislação aplicável.

1.3 – UTENTES:

- A permanência de Utentes nas instalações do Parque depende da prévia inscrição na Recepção do Parque, após apresentação de uma Carta Desportiva (Carta de Campista Nacional, de Montanhismo, da Juvenil ou

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Camping Card Internacional), devidamente validada, que identifique o seu titular como praticante da modalidade.

1.4 - ACOMPANHANTES:

a) A Direcção do CCCB poderá autorizar a entrada de acompanhantes do detentor de Carta Desportiva desde que se registem com este na Recepção do Parque;

b) Os portadores da Carta de Campista Nacional poderão agregar a si, no máximo, dois acompanhantes, pelos quais serão responsáveis;

c) O período de acampamento dos

Acompanhantes não pode ultrapassar o do campista responsável;

d) Os Acompanhantes obrigam-se a

depositar na Recepção um documento de identificação que lhe será restituído no momento de abandonar o Parque;

e) Aos Acompanhantes não será permitida a montagem de material nem a entrada de viaturas.

1.5 – GRUPOS:

Quando autorizados pela Direcção do C.C.C.B., sendo que um dos elementos terá de ser o responsável pelos restantes e sempre, que possível, portador de Carta Desportiva.

1.6 – VISITAS:

a) Poderão visitar o Parque de Campismo de Fão titulares ou não de Cartas Desportivas e/ou Cartão de Associado do C.C.C.B., obedecendo ás condições expressas no ponto 1.4 deste artigo;

b) As Visitas não podem permanecer nas instalações do Parque para além das 23 horas;

c) – Às Visitas, não é permitida, de modo algum, a sua pernoita.

d) – O Campista visitado é responsável pelo comportamento da sua visita, se esta não for titular de Carta Desportiva;

e) – O documento de identificação

depositado na recepção terá de ser levantado à saída, antes do fecho da Recepção, com a presença do Campista visitado.

2. – ISENÇÕES:

2.1 - Os Sócios do CCCB, com as quotas em dia, quando em visita ao Parque de

Campismo de Fão, estão isentos do

pagamento de qualquer taxa, se o período de permanência for inferior a uma hora. Devem registar a sua entrada na recepção, onde devem deixar depositado o respectivo cartão de associado, que terá de ser levando aquando a sua saída;

2.2 - Ultrapassado o período estipulado de uma hora os Associados ficam sujeitos ao pagamento da taxa em vigor.

3. – SEGUROS:

3.1 - Os titulares de Cartas Desportivas

estão abrangidos por um Seguro de

Responsabilidade Civil, nas condições da respectiva apólice, efectuado pela FCMP; 3.2 - O referido seguro de Responsabilidade Civil não abrange a Carta Campista Juvenil;

ARTIGO 6.º INTERDISSÕES

1. - O acesso ao Parque de Campismo de Fão, está sujeito à “Reserva de Direito de Admissão”, sendo interdita a entrada nas instalações do parque aos campistas que:

a) Não tenham nenhum vínculo ao

Movimento Campista e Montanheiro

Nacional ou Internacional;

b) Que se encontrem a cumprir qualquer sanção disciplinar aplicada pelo C.C.C.B.. Esta interdição é extensiva ao seu averbado; c) Tenham comportamentos ou adoptem atitudes prejudiciais ao C.C.C.B. e aos seus Órgãos Sociais ou trabalhadores e sejam incompatíveis com a ética campista e às normas tradicionalmente aplicadas;

2. - É ainda vedada a entrada nas instalações do parque a campistas que:

a) Sejam portadoras de doenças que, por qualquer forma, possam prejudicar a sanidade dentro do Parque;

b) Sejam portadores de armas de fogo, de pressão de ar ou outras, salvo autoridades policiais quando devidamente identificadas,

devendo estas ser acompanhadas por

empregado do Parque;

c) Indiciem estado de embriaguês; d) Tenham pagamentos em atraso;

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e) Pretendam entrar com fins que colidam com o Código Campista;

f) Se façam acompanhar por:

- Aves ou outros animais vivos destinados à alimentação;

- Animais doentes ou que pelo seu aspecto causem repulsa;

- Animais que perturbam o sossego e a tranquilidade;

- Animais de companhia que desrespeitam as Normas que regulam a sua presença.

ARTIGO 7.º IDENTIFICAÇÃO

1. – A cada unidade de equipamento de campismo, instalado no Parque, será atribuído um cartão identificativo, que deverá ser afixado em lugar bem visível do exterior da unidade, e que deverá ser devolvido aquando do abandono do Parque.

2. – A cada Campista será entregue um cartão de identificação do Parque, que deve ser mostrado á entrada e/ou saída do mesmo, e exibido sempre que solicitado por qualquer funcionário do Parque. 3. – O extravio de cartões de identificação fica sujeito ao pagamento de uma taxa fixada em tarifário.

ARTIGO 8.º

DIREITOS DOS CAMPISTAS 1. – Os campistas do Parque tem direito a:

a) – Utilizar as instalações e serviços do Parque de acordo com o disposto do presente regulamento;

b) – Conhecer as taxas de utilização praticadas no Parque;

c) – Exigir a apresentação do livro de reclamações mesmo no caso de expulsão do parque;

d) – Exigir a emissão de facturas pelos serviços utilizados;

e) – Exigir a apresentação do Regulamento Interno do Parque;

f) – Impedir a entrada no seu alojamento, salvo em casos de estado de necessidade ou de acções de fiscalização;

ARTIGO 9.º DEVERES DOS CAMPISTAS

1 - Durante a sua estada nos parques de campismo, os campistas devem pautar o seu comportamento pelas regras da boa vizinhança.

2 - Os campistas devem ainda, em especial, cumprir as seguintes regras:

a) Acatar dentro do parque de campismo a

autoridade do responsável pelo seu

funcionamento;

b) Cumprir as regras do regulamento interno do parque de campismo;

c) Cumprir os preceitos de higiene

adoptados no parque de campismo,

especialmente os referentes ao destino do lixo e das águas sujas, à lavagem e secagem de roupas, à admissão de animais e à prevenção de doenças contagiosas;

d) Manter o respectivo espaço destinado a acampamento e os equipamentos nele instalados em bom estado de conservação, higiene e limpeza;

e) Instalar o seu equipamento nos espaços destinados aos campistas, de modo a guardar a distância mínima de 2 metros em relação aos dos outros campistas;

f) Abster-se de quaisquer actos susceptíveis

de incomodar os demais campistas,

designadamente de fazer ruído e de utilizar aparelhos receptores de radiodifusão durante o período de silêncio fixado neste regulamento;

g) Não acender fogo, excepto quando forem

utilizados equipamentos de queima

autorizados para cozinhar alimentos e cumpram as demais regras de segurança contra riscos de incêndio;

h) Cumprir a sinalização do parque de campismo e as indicações do responsável pelo seu funcionamento no que respeita à circulação, ao estacionamento de veículos e à instalação do equipamento de campismo; i) Não introduzir pessoas no parque de campismo sem autorização do responsável pelo seu funcionamento;

j) Abandonar o parque de campismo no fim do período previamente estabelecido para a sua estada;

l) Pagar o preço dos serviços utilizados, de acordo com a tabela em vigor no parque de campismo;

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m) Não limitar qualquer zona interior ou exterior à área que lhe for destinada para acampar, para além da sua instalação; n) Não implantar estruturas fixas ou proceder à pavimentação contínua do solo; o) Não proceder a reparações ou afinações de viaturas, salvo quando estritamente necessárias á locomoção das mesmas para fora do Parque;

p) Não proceder à lavagem de viaturas; q) Não marcar lugares, seja qual for o tipo de material utilizado, salvo de auto caravanas, ou veículos com a mesma função, desde que regressem no mesmo dia; r) Zelar pela guarda e integridade do seu equipamento.

s) Cumprir o período de silêncio

estabelecido ou o autorizado,

excepcionalmente, pela Direcção do Parque. 3. – Os Utentes do Parque, não devem ainda:

a) Afixar qualquer texto ou desenho sem autorização do Director do Parque;

b) Colocar arames, cordas ou espias a uma altura inferior a 2 metros do solo, nem espias a mais de 50 cm da base da tenda, avançado, toldo, cozinha ou desdobrável; c) Deitar fora dos recipientes a isso destinados, lixo ou outros detritos;

d) Deitar água no terreno com detritos de qualquer espécie;

e) Deixar abertas torneiras, bem como lavar louça ou roupa com água a correr;

f) Deixar lâmpadas ou candeeiros acessos; g) Para além das 11 horas, deixar estendidos no exterior, sacos de dormir, cobertores, etc. ;

h) Deixar sujo o local onde estiverem instalados;

i) Destruir ou molestar árvores, arbustos ou outras plantas;

j) Efectuar subscrições ou qualquer outro tipo de peditório, salvo quando devidamente autorizados pela Direcção do Parque;

l) Fazer fogo ao ar livre, salvo nos locais devidamente autorizados;

m) Fazer propaganda política ou religiosa; n) Praticar qualquer tipo de jogo ou desporto fora dos locais a isso destinado; o) Lavar ou estender roupa fora dos locais para isso destinado;

p) Fazer plantações ou sementeiras sem autorização da Direcção do Parque;

q) Transpor as vedações existentes no Parque;

r) Utilizar a água quente fora dos locais a que a mesma se destina;

s) Usar linguagem, vocabulário ou actos que se afastem da boa educação e dos princípios de civismo;

t) Utilizar os chuveiros ou lava-pés para despejos ou quaisquer outros fins que não aqueles a que forem destinados;

u) Utilizar os fontanários para outros fins, que não seja o abastecimento de água para consumo humano;

v) Usar vestuário que atente contra a moral

ou que constitua manifestação de

discriminação social. ARTIGO 10.º ADMISSÃO DE ANIMAIS

1. – Apenas é admitida a entrada de animais de companhia, desde que:

a) Sejam registados à entrada do Parque; b) Tenham a vacinação em dia, devendo para tal ser exibido o respectivo boletim;

c) Sejam mantidos presos junto do

equipamento do respectivo utente para que não possam afastar-se mais de dois metros; d) Estejam a todo o tempo, acompanhados pelos respectivos donos;

e) Os seus dejectos sejam removidos para local apropriado pelos donos;

f) Não representam perigo para os

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2. – O responsável pelo Parque reserva o direito de ordenar a remoção de animais, sempre que estes prejudiquem a tranquilidade e a ordem pública. 3. – É proibido o acesso de animais ás zonas da Recepção, BAR, Sala Convívio, Sala de Jogos, Balneários, Minimercado ou em qualquer outra instalação comum do Parque aqui não especificadas. 4. – Os proprietários de animais ficam responsáveis por qualquer incidente ou dano que os mesmos venham a provocar.

ARTIGO 11.º

CONDIÇÕES GERAIS DE INSTALAÇÃO

1 - A instalação das infra-estruturas e, de um modo geral, de todo o equipamento necessário ao funcionamento do parque de campismo deve efectuar-se de modo que não se produzam ruídos, vibrações, fumos ou cheiros susceptíveis de perturbar ou de, por qualquer modo, afectar o ambiente do parque de campismo e a tranquilidade e a segurança dos campistas.

2 - É interdita a instalação de coberturas laterais utilizadas como protecção dos equipamentos dos campistas.

3 - Apenas é permitida a instalação de coberturas superiores colocadas sobre os equipamentos destinados aos campistas, e quando as mesmas

preencherem, cumulativamente, os seguintes

requisitos:

a) A reacção ao fogo dos materiais utilizados nas coberturas superiores deve ser, no mínimo, da classe M2;

b) As coberturas superiores devem possuir condições de resistência mínima aos agentes atmosféricos de modo a garantir a segurança das pessoas e dos equipamentos; c) As coberturas superiores apenas devem

cobrir as tendas e caravanas ou

autocaravanas dos campistas e não a totalidade dos espaços a eles destinados; d) As coberturas superiores não podem apresentar soluções de continuidade entre si;

e) As coberturas superiores não podem provocar impactos negativos relativamente ao meio ambiente envolvente;

f) As coberturas superiores devem ser fixadas ao solo de modo que não constituam um elemento inamovível;

g) As coberturas, de modo algum, podem ser fixadas por espias ás árvores;

h) Em caso algum as coberturas podem ser de plástico, ráfia, ou material similar; 4 - É interdita a instalação de muros artificiais à volta das tendas ou outros equipamentos similares utilizados pelos campistas.

5. – Não será autorizado o uso de despropositadas improvisações de mobiliário com caixotes, tábuas, tijolos, pedras, etc., bem como a utilização de matérias ou equipamentos que, pelo seu estado ou aspecto, sejam contrários à ética campista.

6. – O uso de pára-vento é restrito ás seguintes condições:

a) Obedecer ás normas da al. a) do n.º 3 deste artigo;

b) Ser amovível;

c) Só com a instalação ocupada pelo utente; d) Com o cumprimento máximo de 5 metros e 0,75 cm altura;

e) Ter uma cor uniforme;

f) Devem manter-se em bom estado de conservação, apresentar bom aspecto e

serem resistentes às condições

atmosféricas.

ARTIGO 12.º

PERMANÊNCIA DE MATERIAL DESOCUPADO 1. Não é admitida a permanência de material de campismo desocupado no interior do Parque com excepção referidas no seguinte:

1.1 – ZONA DE ÁLVEOLOS (RESERVADA A SÓCIOS DO CCCB PORTADORES DE LICENÇA DESPORTIVA):

a) Frequentem as instalações, no mínimo duas noites/Mês, no período compreendido entre 1 de Outubro e 31 de Março;

b) Frequentem as instalações, no mínimo cinco noites/Mês, no período compreendido entre 1 de Abril e 30 de Setembro;

c) As instalações não ocupadas entre 1 de Abril a 31 de Outubro, pagam Taxa agravada de 100%;

1.2 – ZONA VERDE (RESERVADA A PORTADORES DE LICENÇA DESPORTIVA)

a) Na Zona Verde, nos meses de JULHO e AGOSTO, não é permitida a permanência de material campista desocupado;

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b) Na Zona Verde, as instalações não ocupadas entre 1 de Abril e 30 de Junho e de 1 de Setembro a 31 de Outubro, pagam taxa agravada de 100 %;

ARTIGO 13.º

DESLOCAÇÃO E RETENÇÃO DO MATERIAL 1. - Todo o material que se encontre em contravenção com as presentes normas, ou cujas taxas de estadia não estejam liquidadas no prazo de 90 dias, pode ser retirado, declinando o C.C.C.B. qualquer responsabilidade por eventuais danos causados na sua deslocação.

2. - O material retirado será devolvido após o pagamento de todos os débitos acrescidos das despesas de remoção e de armazenagem.

3. - Decorridos três meses após a interpelação do campista sem que o respectivo material seja levantado, nem tão pouco seja apresentada qualquer justificação ao C.C.C.B. pelo devedor, entende-se como material não reclamado, por isso abandonado, ficando o C.C.C.B. com o direito de lhe dar o destino que entender mais conveniente.

ARTIGO 14.º TARIFÁRIO

1. - Os valores a cobrar pelos serviços prestados pelo Parque de Campismo são aqueles que forem aprovados pela Direcção do Clube de Campismo e Caravanismo de Barcelos.

2. - A Tabela de Preços, em vigor, deverá estar afixada na recepção do Parque.

ARTIGO 15.º

PAGAMENTO DE TAXAS DE ESTADIA 1. - Prazos:

a) Antes de abandonar o Parque, os

Campistas deverão proceder aos

pagamentos dos valores devidos pelos serviços prestados;

b) O preço de cada estada é calculado pelo número de noites passadas no parque, entendendo-se que o dia da saída termina às 15 horas;

c) A utilização do parque, por período inferior a 24 horas, implica o pagamento do preço correspondente a um dia;

d) O pagamento relativo a visitas é efectuado no acto da sua entrada no Parque, de acordo com a taxa em Vigor.

e) No caso de permanência para além de um mês, as respectivas taxas deverão ser pagas até ao dia 10 do mês seguinte a que disser respeito;

f) Por cada 30 dias de atraso nos pagamentos será cobrada uma taxa de 10% sobre o valor da factura vencida;

g) A dívida não sendo paga no prazo de 90 dias será remetida para cobrança litigiosa e o material instalado fica sujeito aos procedimentos mencionados no artigo 13.º; 2. - Os Campistas com pagamentos em atraso, não poderão usufruir dos serviços prestados pelo Parque de Campismo.

3. - – Será movido processo disciplinar ao infractor. Caso seja sócio do CCCB, a sua qualidade de sócio fica suspensa até conclusão do inquérito.

ARTIGO 16.º

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA 1. – O fornecimento de energia eléctrica é destinado a tendas familiares, atrelados tendas, caravanas e auto caravanas, de acordo com as disponibilidades nas instalações eléctricas existentes no Parque de Campismo.

2. – O fornecimento de energia eléctrica obedecerá ás disposições constantes do regulamento de Segurança de Instalações Eléctricas de Parques de Campismo, aprovado pelo Decreto Lei n.º 393/85 de 9 de Outubro.

3. – LIGAÇÕES – TOMADAS – CABOS

a) A ligação á electricidade só é efectuada quando solicitada na recepção;

b) Não é permitido suspender cabos eléctricos a árvores ou arbustos.

c) Os cabos de alimentação ao material, quando dispostos no solo não poderão ficar

enterrados, mesmo que devidamente

protegidos por tubos;

d) Não são permitidas emendas nos cabos de alimentação, sobre qualquer que seja o pretexto;

4. - FORNECIMENTO

a) O fornecimento de energia eléctrica só é permitido quando as unidades estejam ocupadas, obrigando-se o campista a solicitar o seu corte, sempre que não pernoitar no Parque;

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b) Caso o corte não seja solicitado, o encarregado do Parque poderá fazê-lo desde que verifique não estar a instalação ocupada, não podendo ser imputado aos serviços do parque, por parte do utente o

possível estrago de comestíveis ou

materiais;

c) Pode ser recusado o fornecimento de energia a qualquer unidade, quando a respectiva instalação eléctrica não se encontre nas condições regulamentares 5. - FISCALIZAÇÃO

a) Os responsáveis do Parque poderão fiscalizar a instalação eléctrica e ou a utilização de energia nas unidades, quando julguem necessário, obrigando-se, neste caso, o utente a facultar a vistoria.

6. – PROIBIÇÕES

Nas Tendas-familiares e nos Atrelados-tendas não será permitida a instalação de qualquer aparelho de utilização no espaço normalmente reservado para os quartos de dormir.

7. – AVARIAS

a) As avarias na instalação eléctrica do parque, provocadas pelo mau estado do material eléctrico dos utentes serão da responsabilidade dos mesmos;

b) A Direcção do CCCB declina qualquer responsabilidade por danos da natureza, pessoais ou materiais, provocados por corte de energia do fornecedor.

8. – ACIDENTES

a) Em caso de danos por sinistro, provando-se que determinada unidade foi a causadora do acidente, por ter energia eléctrica ligada é o titular responsabilizado pelos danos causados a terceiros;

b) Qualquer acidente eléctrico, por não terem sido respeitado este regulamento, nomeadamente por ligações indevidas, que provoque danos pessoais ou materiais, é da exclusiva responsabilidade do utente da respectiva instalação eléctrica.

9. – RESTRIÇÕES AO FORNECIMENTO

9.1 O fornecimento de energia eléctrica a tendas familiares e Atrelados-tendas só é possível nas seguintes condições:

a) Disponham de um átrio exterior ao espaço reservado para dormir; b) Disponham de uma tomada simples, ou dupla, para servir um aparelho de iluminação portátil, do tipo gambiarra, de classe II de isolamento e de potência não superior a 40 W, ou de um aparelho de utilização da classe II de isolamento e de potência não superior a 150 W;

ARTIGO 17.º

EQUIPAMENTOS DE QUEIMA

Na confecção de alimentos só é autorizada a utilização de botijas de gás com capacidade inferior a 6 Kg.

ARTIGO 18.º

VIAS DE CIRCULAÇÃO INTERNA VIATURAS

VELOCIPEDES SEM MOTOR

1. - VIAS DE CIRCULAÇÃO INTERNA

a) O Parque de Campismo dispõe de vias de circulação interna que devem estar, a todo o tempo, totalmente desobstruídas, a fim de permitir o transito de qualquer tipo de veículo automóvel com ou sem reboques, designadamente veículos de socorro ou de emergência;

b) Entre a vedação do parque de campismo e a área destinada às instalações e equipamento dos utentes, campistas, existe uma via de circulação, com a largura mínima de 3 metros, de modo a permitir a intervenção de quaisquer veículos de socorro ou emergência;

c) É interdito o estacionamento de quaisquer veículos ou equipamentos nas

vias de circulação interna que

impossibilitem ou dificultem o trânsito de veículos, em especial dos de emergência ou socorro;

2. - VIATURAS

a) Identificação: Ás viaturas entradas no Parque será distribuído um cartão de

livre-trânsito, com o mesmo número da

instalação ocupada, o qual terá que ser colocado em local bem visível;

b) O Cartão mencionado na alínea anterior deverá ser entregue, na recepção ou na portaria, quando o Utente abandone o parque por período superior a um dia, sob

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pena de continuar a contar dias de utilização;

c) De modo algum o cartão livre-trânsito pode ser transponível para outro utente; d) O extravio do cartão livre-trânsito fica sujeito ao pagamento de uma taxa.

e) Não é permitida a circulação de viaturas a mais de 10 KM / h nem o uso de sinais sonoros;

f) A circulação de viaturas dentro do Parque só é permitida para entrada ou saída do mesmo, salvo os veículos ao serviço do Parque e de emergência;

g) Apenas é permitido o estacionamento de veículos automóveis dentro do parque nas áreas expressamente previstas para o efeito;

h) Os veículos de carga com peso superior a 1500 Kg não podem estacionar dentro do Parque, salvo para cargas e descargas. 3. - VELOCIPEDES SEM MOTOR

No mês de Julho, aos fins-de-semana (Sábados e Domingos) e durante todo o mês de Agosto, os velocípedes sem motor apenas poderão circular dentro do Parque com o condutor apeado, salvo os velocípedes ao serviço do Parque.

ARTIGO 19.º RESPONSABILIDADES

1. O Clube de Campismo e Caravanismo de Barcelos, entidade exploradora do Parque de Campismo de Fão não se responsabiliza:

a) Por danos provocados pela natureza; b) Por danos pessoais ou materiais provocados por terceiros;

c) Por furtos ou roubos aos utentes;

d) Inclusive pela averiguação e identificação dos autores dos factos.

ARTIGO 20.º SANÇÕES

1. - Pode ser recusada a permanência do Parque de Campismo de Fão aos Utentes, campistas, que desrespeitem os preceitos deste regulamento interno;

2. - O não cumprimento das normas de admissão ou de inscrição, bem como o desrespeito pelas normas

deste Regulamento, implicará a aplicação de sanções que podem ir até ao abandono compulsivo do Parque. Neste último caso o documento de identificação ficará apreendido. Durante a apreensão e até decisão superior será negado o direito de frequência no Parque do utente prevaricador.

3. - Poderá ser pedida a intervenção da Autoridade Policial para fazer cumprir estas determinações. 4. - Os responsáveis do Parque terão os poderes que lhe forem conferidos para representar a Direcção do Clube e responsabiliza-a pelas suas decisões.

ARTIGO 21.º CASOS OMISSOS

Nos casos omissos os responsáveis do Parque

resolverão tendo em conta os princípios

estabelecidos nos Estatutos, Regulamento Interno do Clube e na legislação em vigor.

ARTIGO 22.º REVOGAÇÃO

Com a entrada em vigor do presente Regulamento ficam revogadas todos os anteriores relativos ao funcionamento do Parque de Campismo de Fão.

FOI ESTE REGULAMENTO INTERNO

Aprovado em Reunião da Direcção do C.C.C.B. de 19/12/2006

Aprovado em Reunião da Direcção da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal em 12/03 /2007 (ACTA N.º 13)

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