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ARTIGO 2 - O desenvolvimento de ações

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(1)

Prefeitura Municipal

. de

José

Bonifácio

eJX1Z

ESTADO DE SÃO PAULO

Fls. 061 LEI N° 2.832/99.

DISPÕE SOBRE O CONTROLE DAS POPULAÇÕES ANIMAIS, BEM COMO A PREVENÇÃO E CONTROLE DAS ZOONOSES NO MUNICÍPIO.

A Câmara Hunicipal de José Bonifácio,

Estado de São Paulo, em sessão ordinária realizada no dia

28/09/99, aprovou por lei que segue e que deverá ser sancionado e promulgado pelo Senhor Prefeito Municipal.

ARTIGO 1°

-

Fica criado o "Centro de Controle de Zoonoses", da Coordenadoria Municipal de Saúde e Hi-giene, responsável em âmbito municipal, pela execução das ações mencionadas no Artigo 2° desta Lei.

ARTIGO 2°

-

O desenvolvimento de ações

objetivando o Controle das populações animais, bem como a

preven-ção e o controle das zoonoses no município de José Bonifácio,

passam a ser regulados pela presente Lei.

ARTIGO 3°

-

Para efeito desta Lei,

en-tende-se por:

I - ZOONOSE:- infecção ou doença infecciosa transmissível

naturalmente entre animais vertebrados e o homem e vice-versa;

II

-

MÉDICO CHEFE VETERINÁRIO:-Médico Veterinário do

Cen-tro de Controle de Zoonoses, da Coordenador ia Municipal de Saúde e Higiene;

III

-

AGENTESANITÁRIO:-

VisitadorSanitáriode nível

téc-nico pertencente à Coordenadoria Municipal de Saúde e Higiene,

cuja função é a realização de visitas domiciliares e a fiscaliza-ção da segurança ~ limpez~ das vias e,logradouros públicos;

IV

-

ORGAO SANITARIO RESPONSAVEL:- O Centro de Controle

de Zoonoses, da Coordenadoria Municipal de Saúde e Higiene da

Prefeitura Municipal de José Bonifácio;

V

-

ANIMAIS DE USO ECONÔMICO:- As espécies domésticas, criadas, utilizadas ou destinadas à produção econômica;

VI

-

ANIMAIS SINANTRÓPICOS:-

As espécies,que

indeseja-velmente, coabitam com o homem, cornoroedores, e insetos tais co-mo: baratas, moscas, pernilongos, pulgas e outros;

VII

-

ANIMAIS SOLTOS:- Todo e qualquer animal errante

en-contrado sem qualquer processo de contenção;

VIII

-

ANIMAIS APREENDIDOS:- Todo e qualquer animal

captu-rado por servidores do Centro de Controle de Zoonoses da

Coorde-nadoria Municipal da Saúde e Higiene, compreendendodesde o

ins-tante da captura, seu transporte, alojamento nas dependências dos

depósitos municipais de animais e destinação final;

IX

-

ANIMAIS DOADOS:- Os animais não mais desejados por

seus proprietários, encaminhados ao Centro de Controle de Zoono-ses da Coordenadoria Municipal de Saúde e Higiene;

X

-

ANIMAIS EM OBSERVAÇÃO:- OS cães e gatos suspeitos de

raiva mantidos em canis e gatis individuaisif7para?9bservação da doença, pelo período de 10 (dez) di~

(2)

~~

.

*

. .

w

Prefeitura Municipal

.

de

José Bonifácio

eJXll

ESTADO DE SÃO PAULO

XI

-

DEPÓSITOS MUNICIPAIS DE ANIMAIS:

-

As dependências

apropriadas do Centro de Controle de Zoonoses da Coordenadoria Municipal de Saúde e Higiene, para alojamento e manutenção dos animais apreendidos;

XII

-

CANIS COLETIVO:- Recinto destinado ao alojamento de

cães apreendidos, não suspeitos de raiva;

XIII

-

CANIS E GATIS INDIVIDUAIS:- Recintos destinados ao

isolamento de cães e gatos respectivamente;

XIV

-

CÃES AGRESSORES:- Os causadores de mordeduras a

pes-soas ou outros animais em logradourospúblicos, de forma repeti-da;

XV

-

MAUS TRATOS:- Toda e qualquer ação voltada contra os

animais que impliquem em crueldade, especialmente em ausência de alimentação mínima necessária, excesso de peso de carga, tortura, uso de animais feridos, submissão à experiências pseudo

científi-cas e o que mais dispõe o Decreto Federal nO 24.645, de 10 de

julho de 1.934 - Lei de Proteção aos Animais

-;

XVI - CONDIÇÕES INADEOUADAS:-A manutenção de animais em

contato direto ou indireto com outros animais portadores de doen-ças infecciosas ou zoonoses, ou ainda, em alojamento de dimensões inapropriadas à sua espécie e porte;

XVII

-

FAUNA EXÓTICA:- Animais de espécies estrangeiras;

XVIII

-

ANIMAIS UNGULADOS:- Os mamíferos com os dedos

reves-tidos de cascos;

XIX

-

SACRIFÍCIO:

-

Abate

lhes evite ao máximo o sofrimento;

XX

-

COLEÇÕES LÍOUIDAS:- Qualquer quantidade de água

pa-rada. das ações I II das ações I II

dos animais por processo que

ARTIGO 4°

-

Constituem objetivos básicos

de prevenção e controle de zoonoses:

-

prevenir e eliminar a morbidade e a mortalidade, bem como os sofrimentos humanos causados pelas zoonoses urbanas prevalecentes;

-

preservar a saúde da população, mediante emprego dos

conhecimentos especificados e experiência da Saúde

Pública Veterinária;

ARTIGO 5°

-

Constituem objetivos básicos

de controle das populações animais:

-

prevenir, reduzir e eliminar as causas de sofrimento aos animais;

-

preservar a saúde e o bem estar da população humana, evitando-lhes danos ou incômodos por animais.

DA APREENSÃO DE ANIMAIS

ARTIGO 6° - É proibida a permanência de

animais soltos nas vias e logradouros públicos ou locais de livre acesso ao público.

nas vias

ARTIGO 7°

e logradourospúblicos,

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Prefeitura Municipal

. de

José

Bonifácio

e

JX1Z ESTADO DE SÃO PAULO

coleira e guia, conduzidos por pessoas com idade e força

sufi-ciente para controlar os movimentos do animal.

Parágrafo Único:- Os cães mordedores e

bravios somente poderão sair às ruas com o uso adequado da foci-nheira.

ARTIGO 8°

-

Serão apreendidos os cães

agressores, condição esta constatada pela população, por Agente Sanitário, Médico Chefe Veterinário ou mediante boletim de ocor-rência policial.

quer animal:

I

-

encontrado solto nas vias e logradourospúblicos ou

locais de livre acesso ao publico;

-

suspeito de raiva ou outra zoonose;

-

submetido a maus tratos por seu proprietário ou

pre-posto deste;

-

mantido em condições inadequadas de vida ou

aloja-mento;

-

cuja criação ou uso sejam vedados pela presente Lei.

II III IV V

ARTIGO 9°

-

Será apreendido todo e

qual-Parágrafo Único:- Os animais apreendidos por força do disposto neste artigo, somente poderão ser resgatados se

constatado por Agente Sanitário, não mais subsistirem as causas

insejadoras da apreensão.

ARTIGO 10 - O animal cuja apreensão for

impraticável ou apresentar sintomatologia clínica de zoonose ou

doença em estágio terminal, poderá, a juízo do Agente Sanitário, ser sacrificado" in loco".

ARTIGO 11 - A Prefeitura Municipal de

Bonifácio não responde por indenização nos casos de:

I - dano ou morte do animal apreendido;

II - eventuais danos materiais ou pessoais causados pelo

animal durante o ato da apreensão.

José

DA DESTINAÇÃO DOS ANIMAIS APREENDIDOS

ARTIGO 12 - Os animais apreendidos pode-destinações, a critério do órgão respon-rão sofrer as seguintes

sável: I II III IV V

-

resgate;

- leilão em hasta pública;

-

adoção;

- doação;

-

sacrifício.

DA DESTINAÇÃO DE cÃEs E GATOS

ARTIGO 13

-

Todo cão apreendido ficará

alojado em canil coletivo, à disposição do;,&ro~ietário, pelo

período de 03 (três) dias, a conta~do diAVd~~reensão, para

resgatá-lo.

(4)

Prefeitura Municipal

. de

José

Bonifácio

eJXlZ

ESTADO DE SÃO PAULO

§ 10

-

Os animais não resgatados, após

avaliação feita por Médico Chefe Veterinário, serão destinados à

adoção ou sacrifício.

§ 20

-

O animal apreendido que

apresen-tar sintomatologia clinica de zoonose ou doença em estágio termi-nal que lhe esteja causando sofrimento, poderá ser sacrificado de

imediato, conforme critério do Médico Veterinário responsável.

ARTIGO 14

-

Cães e Gatos doados ao

Cen-tro de Controle de Zoonoses, após avaliação feita por Médico

Chefe Veterinário, serão destinados à adoção ou sacrifício.

ARTIGO 15

-

Todo animal em observação

deverá ser retirado por seu proprietário, no prazo de 48

(quaren-ta e oito) horas, após a conclusão do décimo (100) dia de

obser-vação.

Parágrafo Único:- A não retirada do

ani-mal implicará na sua destinação à adoção ou sacrifício, conforme

avaliação do médico chefe veterinário.

ARTIGO 16

-

Os animais destinados à ado-ção permanecerão em canis e gatis individuais pelo período de 05

(cinco) dias, à disposição de pessoas interessadas.

Parágrafo Único:- Os animais não adota-dos serão destinaadota-dos ao sacrifício.

ARTIGO 17

-

Os animais destinados ao

sacrifício, poderão ser doados à entidades de cunho cientifico e entidades protetoras dos animais, desde que atendam as exigências a serem regulamentadas pelo órgão sanitário responsável.

ARTIGO 18

-

Para todo cão ou gato

resga-tado ou adotado será recolhida uma taxa na tesouraria da Prefei-tura Municipal no valor de 0,20 (zero virgula vinte) de uma UFM, a ser paga pelo proprietário ou interessado na adoção.

§ 10

-

Por ocasião do resgate ou adoção

o animal deverá ser imunizado contra raiva, sendo o cão

registra-do, recebendo um comprovante de vacinação e uma plaqueta metálica com o respectivo número de registro para ser portado fixo à

cóle-ra.

§ 20

-

Em caso de reincidência, ficará

em canil coletivo pelo prazo de 03 (três) dias e o valor de seu resgate será fixado pelo dobro do valor pago anteriormente.

DA DESTINAÇÃO DE ANIMAIS UNGULADOS

odo de até pendências

ARTIGO 19

-

Ficarão alojados pelo

perí-03 (três) dias, a contar do dia d~ apre~nsão, em

de-apropriadas, destinadas pela PrefftÁt~/Municipal ao

(5)

Prefeitura Municipal

. de

José

Bonifácio

e

JXD.

ESTADO DE SÃO PAULO

Fls. 065

Centro de Controle de Zoonoses, à disposição de seus proprietá-rios, para resgate.

Ir

§ 1

° -

Para o resgate do animal

a multa no valor de:

equinos, asininos, muares e bovinos

UFM;

ovinos, caprinos e suínos

=

0,20

vinte) de urna UFM;

para cada dia de permanência, 0,05 zero cinco) de urna UFM.

será cobrado

I

IrI

§ 2° - Em caso de reincidência,a multa

terá seu valor duplicado.

§ 3°

-

Todo animal que for apreendido

será marcado com as iniciativas P.M. e número de registro do

Centro de Controle de Zoonoses.

ARTIGO 20 - Os animais ungulados não

resgatados, poderão a critério do Médico Veterinário, ter os se-guintes destinos:

I

-

irem a leilão em hasta pública, se

apresentaremcon-dições sanitárias para tal;

II

-

serem utilizados pela Prefeitura Municipal de José

Bonifácio, no serviço de apreensão de que trata a presente Lei;

III

-

serem doados para entidades de cunho cientifico,

beneficente ou ecológico;

IV

-

sacrificados,e após, ter o destino do inciso III.

DA RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO DE ANIMAIS

ARTIGO 21

-

Os atos danosos cometidos

pelos animais são de inteira responsabilidade de seus

proprietá-rios.

Parágrafo Único:- Quando o ato danoso

for cometido sob guarda de preposto, estender-se-á a este, a

res-ponsabilidade a que alude o presente artigo.

ARTIGO 22

- ~

de responsabilidade dos

proprietários a manutenção dos animais em perfeitas condições de alojamento, alimentação, saúde e bem estar, bem corno as providên-cias pertinentes à remoção dos dejetos por eles deixados nas vias públicas.

ARTIGO 23

- ~

proibido abandonar animais

em qualquer área pública ou privada.

Parágrafo único:- Os

desejados por seus proprietários serão encamin nitário responsável.

não mais

órgão

sa-RUA 21 DEABRil, 4B2-TELEFUNE: (017) 245-1121 - FAX: 245-2153 - CEP 15200-000

=

0,5 (meia)

(zero virgula (zero virgula

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Prefeitura Municipal

.

de

José Bonifácio

epaz

ESTADO DE SÃO PAULO

ARTIGO 24

-

O proprietário fica obrigado

a permitir o acesso do Agente Sanitário, quando no exercício de suas funções, às dependências de alojamento do animal, sempre que necessário, bem como a acatar as determinações dele emanadas.

ARTIGO 25 - A manutenção de animais em

edifícios condominiais será regulamentada pelas respectivas con-venções.

ARTIGO 26

-

Todo proprietário de animal

é obrigado a manter seu cão ou gato permanentemente imunizado

contra raiva.

Parágrafo Único

:-

Todo cão imunizado no

Centro de Controle de Zoonoses deverá ser registrado e receber

uma plaqueta com o respectivo número de registro, para ser porta-do fixo à coleira.

ARTIGO 27

-

Em caso de morte do animal,

com suspeita de qualquer infermidade ou doença, deverá sua carca-ça ser enviada pelo proprietário ao Centro de Controle de Zoono-ses para as providências necessárias.

ARTIGO 28

-

É proibida a criação e

manu-tenção de animais das espécies suína, equina, asinina, bovina,

caprina, ovina e muares em zona urbana do município, porém os

atuais proprietários de áreas inseridas nesta zona, terão um

pra-zo de 02 (dois) anos a partir da vigência da presente Lei, para

se adequarem.

ARTIGO 29 - São proibidas no Município

de José Bonifácio, salvos as exceções estabelecidas nesta Lei e a situações excepcionais, a juízo do órgão sanitário responsável, a criação manutenção e alojamento de animais selvagens e da fauna exótica.

Parágrafo Único:- Ficam adotadas as

dis-posições pertinentes contidas na Lei Federal nO 5.197, de 03 de

janeiro de 1967, no que tange à fauna brasileira.

ARTIGO 30 - Somente será permitida a

exibição artística ou circense de animais após a concessão de

laudo específico, emitido pelo órgão sanitário responsável.

Parágrafo Único:- O laudo mencionado

neste artigo apenas será concedido após vistoria técnica efetuada

pelo Agente Sanitário, em que serão examinadas as condições de

alojamento e manutenção dos animais, e aprovados pelo Médico

Che-fe Veterinário.

ARTIGO 31

-

Qualquer animal que esteja

evidenciando sintomatologia clinica de raiva, constatada por Me-dico Veterinário, deverá ser prontamente isolado para observação

durante 10 (dez) dias, e em caso de morte, seu cér~ d~

.

d erá ser encaminhadoa um laboratóriooficial,

p~o~fir;na~agnósti-ca.

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Prefeitura Municipal

de

José Bonifácio

eJXll

ESTADO DE SÃO PAULO

Fls. 067

ARTIGO 32 - Não são permitidos,em

resi-dência particular, a criação, o alojamento e a manutenção de mais de 03 (Três) animais, no total, das espécies canina ou felina, com idade superior a 90 (noventa) dias.

ARTIGO 33 - É proibida a permanência de animais nos recintos e locais públicos ou privados, de uso cole-tivo tais como: praças, cinemas, teatros, clubes esportivos e re-creativos, estabelecimentos comerciais, bancários, industriais e de saúde, escolas, piscinas, templos religiosos e feiras livres.

Parágrafo único:- Excetuam-se da proibi-ção deste artigo, os locais, recintos e estabelecimentos legal e

adequadamente instalados, destinados à criação, venda, treinamen-to, competição, alojamento, tratamento e abate de animais.

ARTIGO 34 - É proibida a exibição de

toda e qualquer espécie de animal bravio ou selvagem, ainda que domesticado, em vias e logradouros públicos ou locais de livre acesso ao público.

ARTIGO 35 - Os estabelecimentos de

co-mercialização de animais vivos, com fins não alimentícios ficam sujeitos além no disposto na Lei nO 8.266 de 20 de junho de 1975, à obtenção de laudo emitido pelo órgão responsável, renovado anualmente.

Parágrafo Único:- O laudo mencionado neste artigo apenas será concedido após vistoria técnica efetuada pelo Agente Sanitário, em que serão examinadas as condições sani-tárias de alojamento e manutenção dos animais.

ARTIGO 36 - É proibido a utilização de

animais feridos, enfraquecidos ou doentes, em veículo de tração animal.

Parágrafo único:- É obrigatório o uso de sistema de frenagem acionado especialmente quando de descida de ladeiras nos veículos de que trata este artigo.

DOS ANIMAIS SINANTRÓPICOS

ARTIGO 37 - Ao munícipe compete a adoção

de medidas necessárias para a manutenção de suas propriedades

limpas e isentas de animais da fauna sinantrópica.

ARTIGO 38 - É proibido o acúmulo de lixo

e materiais inservíveis, como latas, garrafas, pneus e similares

e outros materiais como vasos de água e manutenção de fossas e

poços em más condições de conservação e que propiciem a instala-ção e proliferainstala-ção de roedores e mosquitos ou outros animais si-nantrópicos.

ARTIGO 39 - Os estabelecimentos que

es-tocarem ou comercializarem pneumáticos, materiai~de construção e

sucatas, serão obrigados a mantê-los ~anentemente~ertos e

(8)

~

Prefeitura Municipal

.

de

José Bonifácio

ESTADO DE SÃO PAULO

Pls. 068

isentos de coleções hídricas de forma a evitar a proliferação de

mosquitos.

ARTIGO 40

-

Nas obras de construção

ci-vil é obrigatória a drenagem permanente de coleções líquidas,

originadas ou não pelas chuvas, de forma a impedir a proliferação de mosquitos.

Parágrafo Único:- Tambores e outros

re-cipiente com água necessários para o desenvolvimento da obra,

deverão estar permanentemente cobertos e a água deverá ser troca-da semanalmente, impedindo deste modo, a proliferação de larvas e mosquitos nessas coleções hídricas.

DAS SA1~ÇÕES

ARTIGO 41

-

Verificada a infração a

qualquer dispositivo desta Lei, os Agentes Sanitários,

indepen-dentemente de outras sansões cabíveis decorrentes da legislação

federal e estadual, poderão aplicar as seguintes penalidades:

I

-

multa;

11

-

apreensão do animal;

111

-

interdição total ou parcial, temporária ou permanente

de locais ou estabelecimentos;

-

cassação de alvará.

IV

ARTIGO 42

-

A pena de multa será

variá-vel de acordo com a gravidade da infração, assim definida pelo

agente autuante, levando-se em consideracão o risco à saúde e

segurança da população como segue:

.

I

-

infração de natureza leve

=

01 (uma) UFM; 11

-

infração de natureza grave

=

02 (duas) UFMs;

111

-

infração de natureza gravíssima

=

04 (quatro) UFMs.

§ 1°

-

Para efeito do disposto neste

artigo e do artigo anterior,o Poder Executivo caracterizará as

infrações de acordo com a gravidade.

§ 2°

-

Na reincidência, a multa será

aplicada em dobro.

§ 3°

-

A pena de multa não excluirá

con-forme a natureza e a gravidade da infração, a aplicação de qual-quer outra das penalidades previstas no artigo 41 desta Lei.

ARTIGO 43

-

Os Agentes Sanitários são

competentes para aplicação das penalidades que tratam os artigos

41 e 42 desta Lei.

Parágrafo Único:- O desrespeito ou desa-cato ao Agente Sanitário, ou ainda, a prática de qualquer ato que

vise a impedir o pleno exercício de suas funçõe~ sujeitarão o

infrator à penalidade de multa sem prejuízo da$ demaiw sansões cabíveis.

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=

Prefeitura Municipal

de

José Bonifácio

qe[8A

-

ESTADO DE SÃO PAULO

Fls. 069

ARTIGO 44

-

As despesas com a execução

da presente Lei, correrão por conta de verbas próprias do orça-mento, suplementadas se necessário.

ARTIGO 45

-

Esta Lei entrará em vigor na

data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

José Bonifácio, 29 de Setembro de 1.999.

-~.

Prefeito Municipal

Esta Lei encontra-se registrada às fls. 061 a 069, do livro nO 004, iniciado em 12/Fev./1.999.

lI. 999.

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