Direito Processual
Penal
CFSd 2018
Direito
Process
ual
Penal
No que diz respeito à prisão em flagrante, assinale a alternativa
correta:
a) em qualquer etapa do processo criminal ou do inquérito policial, será
cabível a prisão em flagrante, desde que decretada pela competente
autoridade judicial
b) nos crimes e contravenções permanentes, estará o agente em
flagrante delito enquanto não cessar a permanência
c) será admitida a prisão em flagrante quando houver dúvida razoável a
respeito da identidade da pessoa ou quando esta não apresentar
informações suficientes para elucidá-la
d) o Promotor de Justiça poderá revogar a prisão em flagrante se, ao
longo da instrução criminal, observar a ausência de razões para que
subsista, bem como de novo decretá-la, caso sobrevenham motivos que
a justifiquem
No que diz respeito à prisão em flagrante, assinale a alternativa
correta:
a) em qualquer etapa do processo criminal ou do inquérito policial, será
cabível a prisão em flagrante, desde que decretada pela competente
autoridade judicial
b) nos crimes e contravenções permanentes, estará o agente em
flagrante delito enquanto não cessar a permanência
c) será admitida a prisão em flagrante quando houver dúvida razoável a
respeito da identidade da pessoa ou quando esta não apresentar
informações suficientes para elucidá-la
d) o Promotor de Justiça poderá revogar a prisão em flagrante se, ao
longo da instrução criminal, observar a ausência de razões para que
subsista, bem como de novo decretá-la, caso sobrevenham motivos que
a justifiquem
De acordo com previsto no Decreto-Lei nº 3.689/41 (Código de Processo Penal) sobre a Prisão, assinale a alternativa CORRETA:
a) Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e
fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva.
b) A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora, independente
das restrições relativas à inviolabilidade do domicílio.
c) As pessoas presas provisoriamente ficarão juntas das que já estiverem
definitivamente condenadas, nos termos da lei de execução penal.
d) É possível o uso de algemas em mulheres grávidas durante os atos
médico-hospitalares preparatórios para a realização do parto e durante o trabalho de parto, bem como em mulheres durante o período de puerpério imediato.
e) O militar preso em flagrante delito, após a lavratura dos procedimentos legais,
será recolhido à carceragem da delegacia de polícia civil, onde ficará preso à disposição das autoridades competentes.
De acordo com previsto no Decreto-Lei nº 3.689/41 (Código de Processo Penal) sobre a Prisão, assinale a alternativa CORRETA:
a) Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de
sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva.
b) A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora, independente
das restrições relativas à inviolabilidade do domicílio.
c) As pessoas presas provisoriamente ficarão juntas das que já estiverem
definitivamente condenadas, nos termos da lei de execução penal.
d) É possível o uso de algemas em mulheres grávidas durante os atos
médico-hospitalares preparatórios para a realização do parto e durante o trabalho de parto, bem como em mulheres durante o período de puerpério imediato.
e) O militar preso em flagrante delito, após a lavratura dos procedimentos legais,
será recolhido à carceragem da delegacia de polícia civil, onde ficará preso à disposição das autoridades competentes.
No âmbito do Processo Penal, podemos afirmar que o “flagrante
impróprio” se apresenta da seguinte forma:
a) Será considerado flagrante impróprio, a situação do indivíduo que está
cometendo o fato criminoso
b) No flagrante impróprio, embora o agente não tenha sido encontrado
pelas autoridades no local do fato, e necessário que haja uma perseguição,
uma busca pelo indivíduo, ao final da qual, ele acaba preso
c) No flagrante impróprio, o agente policial retarda o momento da prisão em
flagrante de forma a fazê-la em momento futuro, isso com o intuito de colher
dados e elementos mais robustos relativos à infração penal sob investigação
d) Será considerado flagrante impróprio, a situação do indivíduo que acaba
No âmbito do Processo Penal, podemos afirmar que o “flagrante
impróprio” se apresenta da seguinte forma:
a) Será considerado flagrante impróprio, a situação do indivíduo que está
cometendo o fato criminoso
b) No flagrante impróprio, embora o agente não tenha sido encontrado
pelas autoridades no local do fato, e necessário que haja uma
perseguição, uma busca pelo indivíduo, ao final da qual, ele acaba preso
c) No flagrante impróprio, o agente policial retarda o momento da prisão em
flagrante de forma a fazê-la em momento futuro, isso com o intuito de colher
dados e elementos mais robustos relativos à infração penal sob investigação
d) Será considerado flagrante impróprio, a situação do indivíduo que acaba
Todo Policial Militar, deve saber que as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito. Assim, conforme dispõe os artigos 301, 302 e 303 do Decreto Lei nº 3.689, de 3 de
outubro de 1941, Código de Processo Penal, com relação à prisão em flagrante, assinale a alternativa INCORRETA:
a) Considera-se em flagrante delito quem é perseguido, logo após pela autoridade,
pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração.
b) Considera-se em flagrante delito quem está cometendo a infração penal.
c) Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto
não cessar a permanência.
d) Qualquer do povo poderá prender quem quer que seja encontrado em flagrante
delito.
e) Considera-se em flagrante o agente que uma semana após cometer crime de
furto, é encontrado com objetos da vítima, que façam presumir ser ele autor da infração.
Todo Policial Militar, deve saber que as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito. Assim, conforme dispõe os artigos 301, 302 e 303 do Decreto Lei nº 3.689, de 3 de
outubro de 1941, Código de Processo Penal, com relação à prisão em flagrante, assinale a alternativa INCORRETA:
a) Considera-se em flagrante delito quem é perseguido, logo após pela autoridade,
pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração.
b) Considera-se em flagrante delito quem está cometendo a infração penal.
c) Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto
não cessar a permanência.
d) Qualquer do povo poderá prender quem quer que seja encontrado em flagrante
delito.
e) Considera-se em flagrante o agente que uma semana após cometer crime de furto, é encontrado com objetos da vítima, que façam presumir ser ele autor da infração.
Nos termos do Código de Processo Penal, em até 24
horas após a realização da prisão em flagrante, deve‐se
encaminhar ao juiz competente:
a) O auto de prisão.
b) A cópia integral do inquérito.
c) As testemunhas de acusação.
d) O nome do advogado do preso.
Nos termos do Código de Processo Penal, em até 24
horas após a realização da prisão em flagrante, deve‐se
encaminhar ao juiz competente:
a) O auto de prisão.
b) A cópia integral do inquérito.
c) As testemunhas de acusação.
d) O nome do advogado do preso.
Das Medidas
Cautelares e da
Espécies
- Prisão Preventiva
- Outras medidas diversas da prisão
Das
Medi
das
Cautelare
Art. 319: São medidas cautelares diversas da prisão:
I - comparecimento periódico em juízo, no prazo e nas condições fixadas pelo
juiz, para informar e justificar atividades;
II - proibição de acesso ou frequência a determinados lugares quando, por
circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado permanecer
distante desses locais para evitar o risco de novas infrações;
III - proibição de manter contato com pessoa determinada quando, por
circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado dela
permanecer distante;
IV - proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja
conveniente ou necessária para a investigação ou instrução;
V - recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o
investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos;
[...]
[...]
VI - suspensão do exercício de função pública ou de atividade de
natureza econômica ou financeira quando houver justo receio de sua
utilização para a prática de infrações penais;
VII - internação provisória do acusado nas hipóteses de crimes
praticados com violência ou grave ameaça, quando os peritos
concluírem ser inimputável ou semi-imputável (art. 26 do Código
Penal) e houver risco de reiteração;
VIII - fiança, nas infrações que a admitem, para assegurar o
comparecimento a atos do processo, evitar a obstrução do seu
andamento ou em caso de resistência injustificada à ordem judicial;
Pressupostos
Art. 282: As medidas cautelares previstas neste Título
deverão ser aplicadas observando-se :
I - necessidade para aplicação da lei penal, para a
investigação ou a instrução criminal e, nos casos
expressamente previstos, para evitar a prática de
infrações penais;
II - adequação da medida à gravidade do crime,
circunstâncias do fato e condições pessoais do
indiciado ou acusado.
Das
Medi
das
Cautelare
s
Pressupostos
- Necessidade
- Adequação da medida
Para todas medidas cautelares.
Das
Medi
das
Cautelare
Aplicação
Art. 282 [...]
§
1o As medidas cautelares poderão ser aplicadas
isolada ou cumulativamente.
§
2o As medidas cautelares serão decretadas pelo
juiz, de ofício ou a requerimento das partes ou,
quando no curso da investigação criminal, por
representação da autoridade policial ou mediante
requerimento do Ministério Público.
Das
Medi
das
Cautelare
Aplicação
Art. 282 [...]
§
3o Ressalvados os casos de urgência ou de perigo
de ineficácia da medida, o juiz, ao receber o pedido
de medida cautelar, determinará a intimação da
parte contrária, acompanhada de cópia do
requerimento e das peças necessárias, permanecendo
os autos em juízo.
Das
Medi
das
Cautelare
s
Aplicação
Art. 282 [...] § 4o No caso de descumprimento de
qualquer das obrigações impostas, o juiz, de ofício ou
mediante requerimento do Ministério Público, de seu
assistente ou do querelante, poderá substituir a medida,
impor outra em cumulação, ou, em último caso,
decretar a prisão preventiva (art. 312, parágrafo único).
Art. 312 [...] P. único: A prisão preventiva também poderá
ser decretada em caso de descumprimento de qualquer
das obrigações impostas por força de outras medidas
cautelares (art. 282, § 4o).
Das
Medi
das
Cautelare
Aplicação
Art. 282 [...] § 5o O juiz poderá revogar a medida
cautelar ou substituí-la quando verificar a falta de
motivo para que subsista, bem como voltar a
decretá-la, se sobrevierem razões que a justifiquem.
ATENÇÃO: Art. 282 [...] § 6o A prisão preventiva será
determinada quando não for cabível a sua
substituição por outra medida cautelar (art. 319).
Das
Medi
das
Cautelare
De acordo com o Código de Processo Penal, quando trata da
prisão, das medidas cautelares e da liberdade provisória,
analise as afirmativas a seguir, marque V para as
verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em caso de descumprimento de qualquer das medidas
cautelares impostas, o Juiz deverá decretar imediatamente a
prisão preventiva.
( ) O Juiz não poderá decretar a prisão preventiva do
investigado de ofício, durante a fase inquisitiva, sendo
necessário, para tanto, requerimento do Ministério Público, do
querelante ou de seu assistente, ou, ainda, representação da
autoridade policial.
De acordo com o Código de Processo Penal, quando trata da
prisão, das medidas cautelares e da liberdade provisória,
analise as afirmativas a seguir, marque V para as
verdadeiras e F para as falsas.
( F ) Em caso de descumprimento de qualquer das medidas
cautelares impostas, o Juiz deverá decretar imediatamente a
prisão preventiva.
( V ) O Juiz não poderá decretar a prisão preventiva do
investigado de ofício, durante a fase inquisitiva, sendo
necessário, para tanto, requerimento do Ministério Público,
do querelante ou de seu assistente, ou, ainda,
Como alternativa à prisão, o legislador contemplou outras medidas
cautelares. Dentre esse rol, qual não corresponde a uma medida
cautelar diversa da prisão?
a) Comparecimento periódico em juízo, até o dia 10 (dez) de cada mês e
nas condições fixadas pelo juiz, para informar e justificar atividades.
b) Monitoração eletrônica.
c) Proibição de acesso ou frequência a determinados lugares, quando,
por circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado
permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações.
d) Proibição de manter contato com pessoa determinada, quando, por
circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado
permanecer distante.
e) Proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja
Como alternativa à prisão, o legislador contemplou outras medidas
cautelares. Dentre esse rol, qual não corresponde a uma medida cautelar
diversa da prisão?
a) Comparecimento periódico em juízo, até o dia 10 (dez) de cada mês e
nas condições fixadas pelo juiz, para informar e justificar atividades.
b) Monitoração eletrônica.
c) Proibição de acesso ou frequência a determinados lugares, quando, por
circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado
permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações.
d) Proibição de manter contato com pessoa determinada, quando, por
circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado
permanecer distante.
e) Proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja
Sobre as medidas cautelares diversas da prisão:
a) A monitoração eletrônica só pode ser aplicada em caso de crimes
cometidos com violência ou grave ameaça contra a pessoa.
b) A prisão preventiva só será determinada quando não for cabível a
sua substituição por outra medida cautelar.
c) Em caso de descumprimento de medida cautelar, deve o juiz de
imediato decretar a prisão preventiva, sendo vedada a substituição
por outra medida.
d) A internação provisória é cabível em caso de furto quando os
peritos concluírem ser inimputável o acusado e houver risco de
reiteração.
e) É vedada a aplicação cumulativa de medidas cautelares diversas da
prisão, sob pena de bis in idem.
Sobre as medidas cautelares diversas da prisão:
a) A monitoração eletrônica só pode ser aplicada em caso de crimes
cometidos com violência ou grave ameaça contra a pessoa.
b) A prisão preventiva só será determinada quando não for cabível
a sua substituição por outra medida cautelar.
c) Em caso de descumprimento de medida cautelar, deve o juiz de
imediato decretar a prisão preventiva, sendo vedada a substituição
por outra medida.
d) A internação provisória é cabível em caso de furto quando os
peritos concluírem ser inimputável o acusado e houver risco de
reiteração.
e) É vedada a aplicação cumulativa de medidas cautelares diversas da
prisão, sob pena de bis in idem.
Em janeiro de 2015, foi instaurado inquérito policial para
apurar a prática de um crime de roubo majorado pelo
emprego de arma de fogo, constando como indiciado Tício.
Ao receber os autos do inquérito, o Ministério Público
requereu ao juiz apenas que os autos fossem encaminhados
para Delegacia para cumprimento de diligências
imprescindíveis, conforme solicitado pela autoridade
policial. O juiz, porém, considerando a gravidade do fato,
decretou a prisão preventiva do indiciado. Com base na
situação narrada, é correto afirmar que o magistrado agiu:
a) corretamente, pois a gravidade em abstrato do crime pode
justificar a decretação da prisão preventiva;
b) incorretamente, pois não cabe prisão preventiva durante o
inquérito policial;
c) incorretamente, pois a prisão preventiva só pode ser
decretada de ofício no curso da ação penal;
d) corretamente, pois a gravidade em concreto do fato é
fundamentação idônea para decretação da prisão preventiva e
esta pode ser decretada de ofício;
e) incorretamente, pois o Código de Processo Penal não mais
admite que seja decretada prisão preventiva de ofício pelo
magistrado, independente do momento processual
.a) corretamente, pois a gravidade em abstrato do crime pode
justificar a decretação da prisão preventiva;
b) incorretamente, pois não cabe prisão preventiva durante o
inquérito policial;
c) incorretamente, pois a prisão preventiva só pode ser
decretada de ofício no curso da ação penal;
d) corretamente, pois a gravidade em concreto do fato é
fundamentação idônea para decretação da prisão preventiva e
esta pode ser decretada de ofício;
e) incorretamente, pois o Código de Processo Penal não mais
admite que seja decretada prisão preventiva de ofício pelo
magistrado, independente do momento processual
.Aplicação
- Liberdade provisória é a regra.
- Exceção: prisão preventiva.
Art. 321: Ausentes os requisitos que autorizam a
decretação da prisão preventiva, o juiz deverá
conceder liberdade provisória, impondo, se for o caso,
as medidas cautelares previstas no art. 319 deste
Código e observados os critérios constantes do art.
282 deste Código [
necessidade e adequação
].
Liberdade
Provis
ó
Aplicação
- Não cabendo prisão preventiva deverá ser
concedido liberdade provisória com ou
sem fiança.
- Fiança = medida cautelar
- Se não cabe fiança aplica-se outra
medida cautelar.
Liberdade
Provis
ó
Crimes inafiançáveis
- Hediondos
- Racismo
- Tortura
- Tráfico
- Terrorismo
- Ação de grupos armados, civis ou militares,
contra a ordem constitucional e o Estado
Democrático. Hediondos.
Fia
nç
Crimes inafiançáveis
Art. 323: Não será concedida fiança:
I - nos crimes de racismo;
II - nos crimes de tortura, tráfico ilícito de
entorpecentes e drogas afins, terrorismo e nos
definidos como crimes hediondos;
III - nos crimes cometidos por grupos armados, civis
ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado
Democrático;
Em harmonia com a CF: art. 5º XLII, XLIII e XLIV.
Fia
nç
Crimes inafiançáveis
ATENÇÃO: o fato de ser inafiançável não torna o crime
insuscetível de liberdade provisória.
Lei 11.343/06 Art. 44: Os crimes previstos nos arts. 33,
caput e § 1o, e 34 a 37 desta Lei são inafiançáveis e
insuscetíveis de sursis, graça, indulto, anistia e
liberdade provisória, vedada a conversão de suas
penas em restritivas de direitos.
Lei 10.826/03 Art. 21: Os crimes previstos nos arts. 16,
17 e 18 são insuscetíveis de liberdade provisória.
(Vide
Adin 3.112-1)
Fia
nç
Quais dos seguintes delitos são inafiançáveis e
imprescritíveis:
a) Tráfico, tortura e terrorismo.
b) Todos os hediondos.
c) Racismo e ação de grupos armados, civis ou
militares, contra a ordem constitucional e o Estado
Democrático.
d) Tortura e Racismo.
e) Não existem crimes imprescritíveis no ordenamento
Quais dos seguintes delitos são inafiançáveis e
imprescritíveis:
a) Tráfico, tortura e terrorismo.
b) Todos os hediondos.
c) Racismo e ação de grupos armados, civis ou
militares, contra a ordem constitucional e o Estado
Democrático.
d) Tortura e Racismo.
e) Não existem crimes imprescritíveis no ordenamento
Não cabimento de fiança
- Aquele que quebrou a fiança.
- Descumpriu obrigações impostas: art. 327,
328 e 341.
- Prisão civil.
- Prisão militar.
- Quando presente os motivos que autorizam
a prisão preventiva.
Fia
nç
Não cabimento de fiança
Art. 324: Não será, igualmente, concedida fiança:
I - aos que, no mesmo processo, tiverem quebrado
fiança anteriormente concedida ou infringido, sem
motivo justo, qualquer das obrigações a que se
referem os arts. 327 e 328 deste Código;
II - em caso de prisão civil ou militar;
IV - quando presentes os motivos que autorizam a
decretação da prisão preventiva.
Fia
nç
Compromisso com a fiança
Art. 327: A fiança tomada por termo obrigará
o afiançado a comparecer perante a
autoridade, todas as vezes que for intimado
para atos do inquérito e da instrução
criminal e para o julgamento. Quando o réu
não comparecer, a fiança será havida como
quebrada.
Fia
nç
Art. 317: A prisão domiciliar consiste no
recolhimento do indiciado ou acusado em
sua residência, só podendo dela
ausentar-se com autorização judicial.
Da
Pris
ão
Art. 318: Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela
domiciliar quando o agente for:
I - maior de 80 (oitenta) anos;
II - extremamente debilitado por motivo de doença grave;
III - imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de
6 (seis) anos de idade ou com deficiência;
IV - gestante;
(Redação dada pela Lei nº 13.257, de 2016)
V - mulher com filho de até 12 (doze) anos de idade
incompletos;
(Incluído pela Lei nº 13.257, de 2016)
VI - homem, caso seja o único responsável pelos cuidados do
filho de até 12 (doze) anos de idade incompletos.
(Incluído pela
Lei nº 13.257, de 2016)
Da
Pris
ão
A prisão domiciliar prevista no art. 318 do Código de Processo
Penal será admitida quando:
a) a ré tiver filho de até 12 anos de idade incompletos, ainda que não
seja a única responsável pelo sustento da criança;
b) a ré estiver grávida, desde que seja de risco a gravidez ou a
gestação ultrapasse 07 meses;
c) o réu, ainda que não genitor, for imprescindível aos cuidados de
criança de até 12 anos de idade;
d) a ré tiver filho de até 18 anos incompletos, desde que seja a única
responsável pelo sustento da criança/adolescente;
e) o réu for pai de filho de até 14 anos de idade incompletos, desde
que seja o único responsável pela criança/adolescente.
A prisão domiciliar prevista no art. 318 do Código de Processo
Penal será admitida quando:
a) a ré tiver filho de até 12 anos de idade incompletos, ainda que
não seja a única responsável pelo sustento da criança;
b) a ré estiver grávida, desde que seja de risco a gravidez ou a
gestação ultrapasse 07 meses;
c) o réu, ainda que não genitor, for imprescindível aos cuidados de
criança de até 12 anos de idade;
d) a ré tiver filho de até 18 anos incompletos, desde que seja a única
responsável pelo sustento da criança/adolescente;
e) o réu for pai de filho de até 14 anos de idade incompletos, desde
que seja o único responsável pela criança/adolescente.
Segundo o Código de Processo Penal, é cabível a prisão
domiciliar, em substituição à prisão preventiva, quando
o agente for:
a) magistrado.
b) Ministro de Estado.
c) pessoa maior de setenta anos.
d) pessoa portadora de diploma de ensino superior.
e) homem, caso seja o único responsável pelos cuidados
Segundo o Código de Processo Penal, é cabível a prisão
domiciliar, em substituição à prisão preventiva, quando
o agente for:
a) magistrado.
b) Ministro de Estado.
c) pessoa maior de setenta anos.
d) pessoa portadora de diploma de ensino superior.
e) homem, caso seja o único responsável pelos cuidados
do filho de até doze anos de idade incompletos.
Conceito
Jurisdição: é o poder-dever de aplicar a
lei no caso concreto.
Competência: É a medida da jurisdição
(do poder) de cada juiz ou tribunal.
Da
Compet
ê
nc
Pelo lugar da infração
Art. 70: A competência será, de regra, determinada
pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no
caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o
último ato de execução.
- Teoria do resultado.
Da
Compet
ê
nc
ia
Pelo lugar pelo domicílio do réu
Art. 72: Não sendo conhecido o lugar da infração, a
competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.
§
1o Se o réu tiver mais de uma residência, a competência
firmar-se-á pela prevenção.
§
2o Se o réu não tiver residência certa ou for ignorado o seu
paradeiro, será competente o juiz que primeiro tomar
conhecimento do fato.
Art. 73: Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante
poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu,
ainda quando conhecido o lugar da infração.
Da
Compet
ê
nc
Pela natureza da infração
Art. 74: A competência pela natureza da
infração será regulada pelas leis de
organização judiciária, salvo a competência
privativa do Tribunal do Júri.
- Lei de organização judiciária local
- Ex.: Vara de família, vara crime, vara cível.
- Crimes dolosos contra a vida será sempre o
Tribunal do Júri
Da
Compet
ê
nc
ia
Por distribuição
Art. 75: A precedência da distribuição fixará a
competência quando, na mesma circunscrição
judiciária, houver mais de um juiz igualmente
competente.
Da
Compet
ê
nc
ia
Por prevenção
Art. 83: Verificar-se-á a competência por
prevenção toda vez que, concorrendo dois ou
mais juízes igualmente competentes ou com
jurisdição cumulativa, um deles tiver antecedido
aos outros na prática de algum ato do processo
ou de medida a este relativa, ainda que anterior
ao oferecimento da denúncia ou da queixa.
Da
Compet
ê
nc
Por prerrogativa de função
- Art. 84 a 87 CPP.
- Determinadas autoridades são processadas
em determinado tribunal: STF, STJ, TJ.
Da
Compet
ê
nc
ia
Por conexão e continência
- Art. 76 ao art.82 CPP
- Há mais de uma infração ou mais de um acusado.
- É recomendável que sejam julgados pelo mesmo
juiz ou Tribunal
- Importa na reunião de processos.
- Há uma relação entre eles.
- Objetivos: economia processual, celeridade e
evitar decisões contraditórias.
Da
Compet
ê
nc
Por conexão e continência
ATENÇÃO:
Art. 79: A conexão e a continência importarão
unidade de processo e julgamento, salvo:
I - no concurso entre a jurisdição comum e a
militar;
II - no concurso entre a jurisdição comum e a
do juízo de menores.
Da
Compet
ê
nc
ia
De acordo com o que dispõe o Código de Processo Penal acerca da competência, considere:
I. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da
infração.
II. Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.
III. Se o réu tiver mais de uma residência, a competência firmar-se-á pela prevenção.
IV. Se o réu não tiver residência certa ou for ignorado o seu paradeiro, será competente o juízo da Capital do Estado onde houver por último residido o acusado. Se este nunca tiver residido no Brasil, será competente o juízo da Capital da República.
V. A conexão e a continência importarão unidade de processo e julgamento, ainda que haja concurso entre a jurisdição comum e a militar.