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B|BL|oTÊ>ÊA
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CCA
_ ufisc z/. U N I I V E R S I D A D E F E D E R A L D E S A N T A C A T A R I N A I 1
1;
ESTÁGIO CURRICULAR ORIENTADO SUPERVISIONADO
1 ` 1 ` i W ~I_@_ H 99 /O _ . 1» 'z P 4 , ¡
Relatorio final apresentado por
MARCOS VENICIUS DE CAMPOS GUIMARÃES
obtenção do Tftúlo de-Engenheiro Agrõnomo
z I ' Florianopolis, Outubro de 1.988 1
/
/)“3(‹l“< 1 í . i ' 'DEDICATÕRIA I
à Djanira, que concebeu-me e tem um pouco de Mulher e um
i
= .
pouco de Santa.
IÃ Josue, pai e amigo que despertou em mim o gosto e o
'
amor pelas coisas da Terra. ; ,
'
Z
\
'Ã Marinei, esposa e companheira, por tudo o que e e re-
presenta para mim.
Ú |~- 0
[A Edmir, Fatima e Rodrigo, amigos que possibilitaram mi-
\ nha titulação em Engenharia Agronomica. '
É I
of
IN NEMQRIUM ,
---W
\.`!`A meus avos Joäo e Otflia.
\ \
_
F I ¡ 1 | I ¡ \ 1 AGRADECIMENTOS
É tarefa gratificante e ao mesmo tempo bastante árdua, te-
cer agradecimentos no final de uma Jornada de-Trabalho, principal-
mente quando coroada de pleno exito, como foi nosso Estagio Curri-
cular, na ERVAL- Planejamento e Assessoria Agropecuaria Ltda. A ta
\
refa torna-se ardua pelo fato de poder~se omitir nomes de pessoas
e/ou entidades que desempenharam importante papel, no desenvolvimen
to de alguma das atididades, f
Assim sendo, agradecemos a todas as pessoas, proprietários
e empregados que, de uma forma ou de outra, contribuiram para o
brilhantismo de nossa formaçao profissional. Contudo, nosso agrade
cimento especial aos profissionais da ERVAL que nos aceitou como
estagiario, ao Engenheiro Agrônomo Jose Cesar Martins Schulze e ao
5 1
Engenheiro;Agronomo'Celso Brancher por terem sido orientadores e
amigos. i ` ›
l~~
¡›
Ê É -f\
1 p à | | 1 ' | I E * \ ‹ 1 i › 1 ' 4 Í 4 m l i . li I i r r l Í 1 Í SQMÁRIO ‹ a \ \ I - a §l_M_é...R I .L INTWDIJÇÃOÍOOOCIIIÕICU0.0..IÓQOÓÓOOOÓOÍOOÍÔOOOOQOOOÍÓIOOOI
ESCLARECIMENTOS SOBRE A EMPRESA ERVAL...LO2
bi ‹=> 5) d) e) f) m.- b, e 1 W h) › Qâ O \;J "'”'\~;4_ _`;” _ 'f' 11 g) Iñdices Pluviflmétricosugooooooooaooooooooocoonøoonooolo hi) F Í ~‹\ 1¶ Fazenda Fazenda Fazenda › I Fazenña Fazenda _ | i Fazenda Fazenáa L I Fazenda | CaRKCTERÍSTICAS DO MUNICIPIO * 10 É I
DESCRIÇAQ DAS PROPRIEDADES ASSISTIDAS...\...O4
|
I
a) Tapera.. . ...O4°
São Francisco do Chapecozinho...O5'
Farropilha...O6 Santo Antonio...O7' Amparo...O8“ Fernandes...O8~ ÍEUPÍQQQQÇÇQÇQÇCQIOOIOOIÍÍÍOÓQIOOIOIOÚIIICIÕICOQ/0 Vo Møraesoonoiooooooooooooooooooooooooouoooo \ Altitudeouooooooooooooooooooooooooonooooooccooonooooolo LatitudefijflIIQQQÇÍQIQQQOOIOIOOIOOOCIOÍOOIIOIOÓIIÍOÍOIOI-O Longipudeoouooocooooooooooooooouooooolooooooooooooioolø
TQmpe$aturaS médias (em lo an°S)ooooooocoocooøooooooclo
|
É
) $empeiaturas Máximas (em 10 anO8jooootoooooouooooocoolo
1 ,
I
Tempe?aturaS Minimas (em 10 an°s)onoooooooooooooooooolo
Limites Mapa ge Í z 1 \ 1 › W . ` \ 1 I \ dO MuniCípiO..¡g.woqqooooocoooooøuoooooooooøolo Localização do Munzcípio...1l i 1 . ' 1 OO9' I
ATIVIDADES DESENVOLVÍDAS
VI.l - CEREAIS DE LEGUMINQSAS 12
1 ~ SOJA ‹
origem¿OOQIO0000OOIOIOOOOOIOOOOÇOOOOIOOIOOO1-2
bi Classificação Botânioa...l2
c)In£rodução da_Soja em Santa Catarina...l2
Econômica.IOOOOÍÚÍOÍIOOOOOOOOIOOOOOIOOOOOIQ
e) Zoneamento Climático para Soja-SC...l3
Í) TRABALHOS REALIZADOS 14
f.l) Controle de Ervas Daninhas...l4
Inset°S0.000IOOOOIOOÍOOQIOOOIOOOOOOIOIO14 ~ Y fiõ) Cu]-£ivareSOÓOOOOO1IOOOIfliyiñOOÍOOOOOOOOCOOOOOOO000015 g) " Suco ooøooooonooooooolõ Í - Q 2 - FEIJÃQ a) Centró de origemoooooøoocoooooooooooooooooooouooooooozl I b) Classificação Botänica...2l c) Importância EconÕmica..}.‹...21
d) Zoneamento Climática para Feijão - SC...22
6) TRABALHOS REALIZADOS 22
É à
631) COT1tI`01€ Õ.8 PI`ag&S¢¢o¢‹únozóooøøooøeø0~¢¢~0~0°~~fl‹v22
e.2) Estágio de Desenvolvimento...25
Í) MAPA P Zcneamentfl Àgr°ClimáticO Suco ouoboonoooonnnoøzs
-5 Y _ _' 5 - MILHO _ Q) CBHÍÍP de origemgqønuooooøoooooooooooooooooooooooooøozõ b) Importância S¿cio~econÕmica...z...-..26 Ú o;
C) Zoneamento clímatico para O Milho _ SC ooooooooo¢0oo027
ay TRABÁLHOS REAL1zAnos 27
Vi -v =
e) MAPA ~ Zøneamentø Agrøclimátipo_SCo0n0ooovooooooooooo29
f) Recflmendaçãfl de cultivares para Scoouooooooooooooooooõo
| . I v I ) I Í ! à 1
v1.2 - FORRAGICULTURA ›
1 -frâswo Q 0 o ao 0 o ou c ou o noi.
. ITALIANOQ OQ
os ao oo 00 oo 0 Oo 0 Ooo 31
a) Nome Científícooøqoo oonoooooooooooooooaoouçønoøooooõl
b)Nome Comum... conanooooooooooonoonouoooocouooõl
C) Origemoooooouoonooqoooonooooouoooooøooooooooooooooooäl d) Descrição MorfolÕgica...3l Propagaçã°I¡..ÓÍÓÚOÍUOOOCOÓQÓÓÍOIIOÍQOOOI.IIOOCOOOOIO3l Se›meaüuraI0.0ÕÕIÓOCQQÓOOIQOOIIOQQOOQIOI9.:I32 1{EALIZ.ADOSIiOÓÍÓÍÍÓOOOÓOQÓIICÕÓOQQOOOIOOÕÔBQ I 2 - ALFAFA Científicøiøvuonino0ncoc0uoaoO0OOI0O0I00000000033 comumflOOOÕOIÕÍÓÕÓOICOOÔOOOOOOOQIOOÍOOÓOOÓOOIOOO53 origemiIOOICOÍICÍÕÕÍÓOOIO...IOQOIQIOIIQIOÓ....IOÕ.O.33 `}ii.s›to'r›ic°.IOOOIIIOCOOIOQÍOÓCOIÇOOOOIIOOOOÓOOOOÓIOOIISB el Descrição Morfologica...33 f)Caracteristicas Agron5micas...34 g)iPr°pagaÇãÓoo0QnoonooocviouooooooooocoooooøøoonoouóooõsH TRABALHOSIREALIZADOSUÍIÓÍÍÓOIOQQÍQQOOOÍOOOÍÕOOQÍÕÍUI36 I 1 . ¡ 1 1 | *. v1;5 - SILVICULTURA ¡ i ¡ |\ 1 *.`1'l11.Yê.'.1”íêl§ 1 ' . a) Históricosøoooooooøooocousnoonoooooooooooouoocoooooo37 › 1 \ `b)$RABÂLHoS REALIZADos¶nfoooocønoooooóooooooonooooooooosa
c›`C01e£a das SementesoooooQoøoooooøoooooooocooooooooooõs
d) Escarificação das Sementes...38
e);Semeadura.0.0..IOOOOIOOOIOOÍOQÔOOOQCQOOOOÍÓO0000.-UÇI39 › L \ L h) Época de Semeadura...35 ` e)Caracteristicas Agronômicas...51 '
ñâ) TRABALHos REALIZADOS E í Í ‹ ¡ ` v1.4 - FRUTICULTURA 1 - MAQÃ C Origem.ÍUÍÍCOOIIOOOOOIIÓ..IOOÓÓO....Õ...OÓ40 b) Classificação Botanica2...;..4O
c) Introcução da Maçã_em Santa Catarina...40
` A
.EconômicaioQótoøooógononiitootooát00000041
e) ZÔneament0 climático para Maçã” SCooøoø0oooooooooooo42
R-EALI%ADOS.OI..OOÍOIOOUÓ.ÍOO.II.OUÓ.I.ÍÍ|:O43
f.1) Coleta de Folhas para Análise...43
f.2) Classificação da Maçã...3..44
f.2a) Classificação por coloração...;..44
f.2b) Classificação por Tamanho...L...44
f.2c).C1assificaçäo por nfimero de deÍeitos...45
fíõ) Emëal-agem...IÓ›....I.OÍIOOÕÓOÓÍOÍÕOIIIIÕOÓCÓIOIOÍ47
‹ - °
Í .
ÍQ4) Cofillercia-lizaÇ'ã›oløooOo|oøooooüoQÍOOLQOQOOUOOIOOOOOUU48
g) MAPA3- Zoneamento Agroclimatico SC .;.-...49
v1.5 - CRÉDITQ RURAL 1 “ PROAGROoooocooooo;ooouooooooooouoouoooooooooonoooouso VI.6 - BOVINOCULTURA 1 - BOVINOS
QÊ
CORTE origemtooOooøoofooøøkoooooooouooooooøcioooooooooøoouãl ~ .| b) Classificaçao Zoologica...51 C) ImpOrtäncia....gggggxqouococoooooconoooooooøoooøcfoosl _ ` Â ` 1dal) Raças e cruzamedtøšøoooooooooocuøoooooohoooooooloosz
, C 4 doz) Â1imefltaÇãOzz¢.U¢o¢¢ooooooøø¢v~00¢0fl°¢v°0°°°°vfifflfisõ dzõ) Sanidade...¡g.q¢onoooooooooooooøoobooooolrpvsõ -1 | _ } I í š . ! E › r Í s \ 1 1 É i ‹ L › 1 E
¡ 1 i I v11Í v111 IX 1 1 Ê í I F 1 W r 4 à ! 1 1 l \ 1 1 E ›, §› ¬ 4 \ v1.7_- CONSTRUÇÕES RURAIS 1 ou cERcA ELETRICA *Ltd-32
Iíínuíí
v a) Uti1idade0.0..ÍOIOOOOOOOOOOOIIOOOQÍQOUIOOIOOOIOOIOIIS/4 1 b) Nantagens e Desvantagens...54 c) REALIZADoSÍ›OOOIIOOOO;OOIOOOIÍOOÍOIOOOOIOÍI55d) Qlançjamento da Cerca Elétrica...55
e)¡Insta1ação da Cerca E1étrica... ...56
Í z .I ' CONCLUSAOQooooonoonuuouoousounooooooooooooonoooooouoooc57 BIBLIOGRAFIADQOQQQooøoooooooooonuooøooøoootoocon‹|ooo0Q584 ‹| cx ANExoSÓ?..ÓIOÍOOOCOOÓCOOOOQC IOIIOOCOOOOO0.0.00IÕ0.000.61 ¡ 1 ¡. } i 5 ¢ = ' ' É
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1 I ' ! > É . Í ' `1l¶ If¿
= i . ¡ ¡ I .ø I i_ 1 -A . .. I Í ' ‹I
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Ion, T
Ro_pu
çfli QI
A Universidade Federal de Santa Catarina, na formação ide
v
profissionais Engenheiros Agronomos, possui em seu sistema de en-
sino, nove¡semestres desenvolvidos em sala de aula e um periodo de
I . ,
_
cento,e cinquenta horas desenvolvidas no campo, atraves de estagio
curricular|final, orientado e supervisionado.
`
I
`
Somos integrantes da Turma 88/2, de Formandos em Engenharia
Agron5mica`pela UFSC, e apresentamos nosso relatorio final do Está
gio obrigatorio, orientado e supervisionado.
Nosso estagio foi desenvolvido na ERVAL- Planejamento e Ass
-II*
'.
sessoria Agropeçuaria_Ltda, no Municipio de ?onte Serrada no Esta-
do de Santa Cata¿ina,zno periodo compreendido entre 18/01/88 e
22/02/88a Êoram inumeras as atividades agropecuárias por nos desen
m
ia-
_' II
_
volvidas, observadas I e/ou acompanhadas.
I ‹ _ ,_ _ _ _ ¿ E I I I 1 `
Objetivando rebeber a titulação em Engenharia Agronômica, e
transmitir¿um pouco do que se aprendeu e contribuir humildemente
naflformação profissional de futuros Engenheiros Agronomos, relata-
_
1
;
I
z
mos~as atividades desenvolvidas,_observadas e/ou acompanhadas, me-
.
' `
todologia utilizada eIdificu1dades encontradas, no desenrolar de
I ' 1 ' I"` - ,I nosso estagio. É V - I ' '.H I I I
_'
iII
I
II
f_!
I É I ~ - 1 , . I | _ › V à › _ I . . I I ¡-. ' I I ¡ I I I I I Í I | ' I . _ 1 I | ' I _ I ‹ ' 1 ~ I I . , I I | | - I_ I _ _ I ez ' | V _ ~ . I _ I l ‹ _ , I _ I . I ,I. O2
111 - Escrânrcrmrgmoswsosnr A rsrsrsr gavâr
a |
' O O
*_ _Ešsp¡_Tecnicos: Eng9.Agro9._J0SE CESAR M. SGHULZE
- : Eng9.Agr09. CELSO BRANCHER
a)=sIsTóa1co
A Erval - Planejamento e‹Assessoria Agropecuaria Ltda,atra.
ves do Eng9. Agro9. Jose Cesar Schulze já vem desenvolvendo desde
outubro de 1.986 um trabalho pioneiro no Estado, na area de assis-
tencia tecnica e administrativa, junto a empreendimentos agropecu-
ários no Municipio de Éonte Serrada, .
.. ,
_ J. _ »
=
_ . _
_ Este tipo de trabalho surgiu a partir de um grupo organiza
do de produtoreside Ponte Serrada, coordenados pelo Eng9. Agronomc
Schulze, na epoca ligado à ACARESC. ,
' H
O grupo pomposto por 10 produtores, reunia-se mensalmente
na propriedade de um dos participantes, visando a troca de experi-
encia na atividades agropecuarias.
¡ Com o passar do tempo, alguns integrantes do grupo senti-
ram§a'necessidade de ter uma assistência mais intensiva, passando
então a contratar o Eng9. Agro9. Schulze. =j *
«
l W
5 4 J
_» Dado o interesse despertado por este tipo de traba1bo,. em
. gz' . _
_
face do acompanhamento intensivo junto as propriedades que o mes-
mo permite, outros produtores mostraram-se interessados em receber
assessoria agropecuaria. ~ ~
u
Dada a incapacidade fisica do Eng9. Agrofi. Schulze em am-
o Í
' ' '
pdiar o numero de propriedades, a firma foi aberta, formando-se as
sim uma sociedade com o Eng9.`AgroQ. Celso Brancher.
. , __ _ Í , 1' 1 í i ; 4 . ' , g b›- L15R.§.§flsã9 1›;+=_“S1av1_ÇQ.ê ~ z ~ . . _, _ l _ '_ __
CB profissionais que prestam assessoria aos produtores, não
mantem menhum vínculo empregatíoioficom os mesmos. Aprestaçäo de
, '› :_ ~.
'
serviços'e regida por um contrato com prazo determinado, podendo -
ou não ser renovado, desde que haja interesse de ambas as partes.
Os honorários pelos¡serviços prestado§constituem¿se de uma
remuneraçãd mensal, tendo demo peferencial o Piso Naoional,do Sala
rios e de
mm
percentual da produçao agropecuaria. Osãhonorariosva
riam de acordo com o tamanho, complexidade e distancia do empreen-
¬ á ¿Í¡. '|"' -* ;'J M: .,z__ _dimento agropecpario. , ¡ , I ' f 1 }_› 1 fg ¡ › _ ; E . \ v › â , I ` lt À* z.. l s ‹ \ \
1 1 é _ . \ É O3 1 i .
¢) com1>RoM1sso_ Dps Pnogigsioimis
DA
ERYAL JUNTQ nosCQNTRMANTES
».. Dar assistência tecnica e administrativa junto ao empreen
dimento agropecuário, dispondo de meio dia por semana para cada _-
propriedade, com dia pra-estabelecido;
1
r
. Elaborar os projetos de custeio e investimento agropecua~
rio de interesse dos proprietários, sem cobrança da comissão de
. . :.
assistencia tecnica como ocorre normalmente;
n
Q ‹,
/ f
` `
0
.. . Assessorar na compra de qualquer especie de insumo neces-
sario na propriedade e na comercialização da produção;
. .`Estudar`junto com os proprietários a possibilidade
da im-
plantacao de novas atividades agropecuarias, de forma a maximizar
o uso dos fatores de produção, isto É, terra, capital e mäoéde-
obra; - ` ~ -‹ ¬
..nssessorar em questoes fundiarias como declaração junto ao
INCRA e outras uestoes afins inerentes a forma ao rofissional.
¡ Q › t -. i ( n › ; 1 I â l
1.-
1 1 ` \ É 1 . › '.Ç
Il ,n n R - 1 J v -É l n .« ~ É É l : ' ‹ ' I ' ' `* n E i I I ` z .m _ 1! 1 .. Í ! ! É K š - z *° 1 - . ,ng H, .P , p _ I I ._ ¿ m',. i if . i¡, - H ¡i Í‹ Ç ` , ` * . . ,Q _ \` \` ,04 I
IV - DESCRIÇÃO DAS PROPRIEDADES ASSISÊIDAS
o) TAZENDA TAPERA - Anão TREVISAN '
. ÁREA: 450 na
_
. TIPO DE EXPLORAÇÃO: Agricultura e Pecuaria de Corte.
. PECUÁRIA DE CORTE: Regime extensivo, raça não definida, executa
todos os seguimentos da produção (Cria,Recria
e Terminaçao. Rebanho com 315 cabeças.
. PASTAGENS: Campo Nativo . . . 55 ha
n
Pastagem perene de Verão . . . 120 ha(gramas)
Pastagem Anual de Inverno . . . 60 ha(azevem
aveia)
O o O 0 o o o u 0
'
0 0 0 0 0 0 0
. MATAS: Cultiyadas (pinnua) . . . . 24 ha
Matas não roçadas . . . 76 ha
o o 0 o o
Erva-mate . . . É 6.300 pes.
. Divisão DAS PAsTAoENsz
V
É Campo nativo, gramas e mato . . . 15 divisães
`
Azevem e Aveia . . . 10 diviçoes -
. REBANHO BOVINO:
Namero de cabeças . . . 515 cabeças
Natalidade . . . 50 %
Mortalidade . . . 5 %
Desârute . . . 12 %
. obs.: À produção ao oojà na última sofro 87/sa, foi oo 2.7ooxg/na
e a produção de milho 5.100 Kg/ha.
O5
b) FAZENDA SÃQ FRANCISCO DO CHAPECOZINHQ - Dorvalina Padilha Bello
. ÁREA: 3.073 na . g;gg_DE_ExPLoRAÇÃoz Pecuária a . coMPos1ÇÃo Do REBANuoz ' .m;z- Touaos 21 . . Ó O O O / - NOVILHAS 320 ‹
. SISTEMA DE EXPLORAÇÃO: Somente
terneir
1
. DIVISÃO DA PROPRIEDADE:
`
- 5 sedes com 483 ha cada
1 sede com 653 ha (Recr
3 sedes ~ Touros Charole
I
1 sede ~ Touro Flamengo
1 sede # Touro Nelore
?
1 I sede - Touro nelore
.V . REBANHO BOVINHO: Numero de cabeças Mortalidade -. Natalidade . Desfrute . . . PASTAQENS: 4'
Campo nativo e mafas.
Ut11izaçäo de roçadas 1 Í E ‹ 'U -~ s L 5,._ O O O O O O Í O O O v e Corte Extensiva . . . 5 nelore ” 4 flamengos 12 charoles O O O 5 cruza, caracu, ácharoles e nelore. .. . 150 - O a 1 ano 170 - 1 a 2 anos
_Çria. Vende animais de desÁame e
os machos no desmame. (Cria) ia novilhas) s 25% s 25% 25% 30% (Fazenda de recria) v 896 cabeças . 3 % " eo % 26 % z queima de campo.
O6
c) rAzENDi FARRoPILHA - Ailton Mendes
. ÁREA: 970 na
. TIPO DE ExPLoRAÇÃoz Agricultura e Pecuária.
- Agricultura; Soja, Milho e Feijão.
- Pecuaria: Bovino de Corte e Ovinos em regime extensivo.
. Bovinos: v
'
Utiliza touros Charõles em vacas oriundas dos mais diversos
' cruzamentos.
Possuigalgumas matrizes puras para produção de reprodutores.
. , .w
. .
›
Numero de cabeëasz 330. * "
. Qvinos; L A
Carneiros Wile de France puros em ovelhas cruzadas (cruzamen
to absorvente). 5 I . Numero de cabeças: 135. g LAVOURAS Soja (2.10OKg/ha) . . . 250 ha m1LHo(4.2ooKg/ha) . . . 25 na .FEIJÃQ (1.5ooxg/na) . . . 5 na . PASTAGENS` Campo nativo . . . 155 ha Matas e Capoeiras. . . 415 ha Gramas . . ›. . . 60 ha Azevem x Aveia . . . 280 ha PECUÁRIA; ' v Natalidade o o ø ø o w o o 0 o % Mortalidade . . . 5 $ 'Desfrute . . . 13 $ . = ' V 0
. Obs.: Da area da propriedade 970 ha. 560 ha são área propria .
sendo os restantes 410 ha area arrendada.
= r
›
‹ › 1 v › i Í lê . 07
â) FAZENDA §ANTo Ammogio ~ Eamir de campos Guimarães
. ÁREA: Í 5.700 na
Dividida em 4 sedes.
. ÁREA ExPLoRADAz É 1soo na.
Sede Ameixeira . . . . . Sede Aquidabã . . . . . Sede Santa Fe . . . . . 260 ha (terminação, engorda) 370 ha (recria e terminação) 180 ha (cria)
Sede Confinamento, . . . . 970 ha (Cria recria e terminaç)
á PASTAGENS: Q o 0 0 o 0 0 u o 4 “"" "11 0 no 0 0 U Azevem x Aveia . . . . . . ha O O I O O O . sxsmami DE ExPLoRAÇÃoz
Pecuaria de corte extensiva.
Não faz agricultura em grande escala, arrenda para terceiros
one lhes dão a area com pastagem implantada.
. comrosição Do REBANHoz
Os dados de natalidade e desfrute, no momento estäo mascarados
devido o alto indice de compra de animais das mais variadas ea
-tegorias. A propriedade de um modo geral encontra-se na fase -
de formação (inicio das atividades), sofrendo frequentes modi-_
ficaçëes. z K ‹ 1 . i F í l Í» \
O8
e) FAZENDA AMPARO - Madeireira Arndt Ltda
O . Area
dg
lavoura z Pomar de Maça . . . 15 ha 0 Q u Q 0 0 ø 0 o o , Feijão . . . . .. . . 2,0ha z Em produção . . . .. . 10 ha Formação . . . 5 haI Pnonução ANUAL . . . 15o.ooo Kg
. VARIEDADEÉ
Fuji Golden Gala
. Obs.: Não oossui infra eetnmtura de armazenagem frigorifica.
Vendas na safra, paga armazenagem para poder vender fora
da safra para supermercados da região.
Instalou casa da maçã na Pontféerrada (MAÇÃ DA PONTE)
Í) FÀZENDQ YÊLA ÊERNANDES - Qlimpib Pãgliâ
. ÁREA DE Lâvouaà H
verão: S0ja. O 0 0 0 o o o o ha.
' Milho . . . ão na Inverno: Pastagem. . . 150 ha . Pnonuçíoz = ' sega . . . 19ooxg/na Milho. l. . . . . . 41ooxg/na `
- Semente de soja para venda a terceiros.
. Obs.: Industrial do Setor Ervateiro.
09 g) FAZENDA TUPI . ÁREA DE Làvounâz Verão: milho . . . . . soja . . . . . Feijão. . . . . Arroz . . . . . Inverno:Trigo ." . . . . z Pastagem . . . . r . Pnonumlvlngnrz _ _ _ \«Soja . . . . . lmilho . . . . . ' Feijão. . . . . Arroz . . . . . . INFRA-ESTRUTURA:
Ê _ ;Possui completa infra-estrutura de armazenagem- secadg
res, silos na forma de tulhas. As sementes de soja, trigo e feijão ‹
sao para vendas como semente;
h) FAZENDA ~ Í Í}_ - Valmor Moraes : ÁREA DE Làvounâ ° Verão: 70 ha 70 ha. 6 ha 8 ha 30 ha 124 ha 18OOKg/ha 4000Kg/ha 24OOKg/ha 70sc/ha SÓja o V 0 0 o o 0 o 0 o u ha 'Inverno:
"
- u Pastagem Q o o u u o 0 0 QV ha . PRODUTIVIDADE: ..-* I Soja . . . 2100Kg/ha _ .› w.r"'. Obs.: Induegrial do setor Ervateiro.
Produz semente de soja para terceiros.
n
.1 H
' Io v) ~ CARAÇIERÍSIICAS no MUNICÍPIO a. ALTITUDE: 1.067,00 metros b. LATITUDE: 26.90 S c. LQNGIIUDE: 51.98 w
d.TEMPERAIuRAs MÉDIAS (em Io anos)
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV
20,1 20,1 18,5 15,5 15,2 11,3 11,1 12,6 14,3 16,0 17,4
e. TEMPERATURAS MÃXIMAS (em 1o ande)
'
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV
I
26,5 26,7 25,4 22,4 19,7 17,9 18,1 19,8 20,9 22,7 24,7
I. TEMPERATURAS MÍMIMAS (em Io anos)
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV
15,2 15,2 13,9 11,0 8,7 7,5 7,0 8,0 9,3 10,5 12,5 â. INDICES ?LUvIoMÉIRIcosz j ` büú zmnfl nwwm 1mm, ' Í /Ifl-vn
*-
,›II. LIMITES no MUNICÍPIO:
1 800 -mz-m 1509 zmryn 1! |'|¡!f ›
\
\2
I {5o‹› -mfm~
1500 .mm (7 , 15%-m-Q 1 I5
Âflüdzmqn 12a)/mas DEZ ANUAL 16,0 16,0 DEZ ANUAL 26,8 `22,7 DEZ ANUAL 14,1 11,2 I rLeste : *Agua Doce e Catanduvas
0este': Vazão e Abelardo Lfiz .
Norte : Estado do Paraná
Sul -:_ Concárdia e Iranf
Sudoeste Ipumirim .
J
j .
I 1 LF] __! ____I' O _ __ _ _ _"___________H___À ______¿ _ GJ _ _ _ _
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VI) - ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
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Lscumlmosâs a) - b) - c) -z 1 - S O J A CENTRO DE ORIGEM: China. oLAssIF1cAÇÃo BoTÃNIcAz RAMO: Fanerogama ' DIVISÃOÉ Angiospermas cLAssEz Dicotiieaõneas ORDEM: Rosales ' FAMÍLIA: Leguminosae sUB-FAMÍLIA: Faboideae cÊNERoz`o1y¢1ne sua-oENERoz soja _ESPÉCIE: olzcine max (L.) Merrill
INTRQDUÇÃQ nú soJA EM smNTA~cAmÀR1NA
A soja foizintroduzida em Santa Catarina por agri
cultures gauchos que se ñeslocaram para o Oeste e Vale do Rio
do Peixe. Não ha registro de ouando se deu essa introdução.
Em 1.952 a soja constou pela primeira vez na esta
tistica de produção agricola do Estado.`
1
Em 1.954, na Estagão Experimental do Rio Caçador,
do extinto Instituto Agronomico do Sul (mais tarde IPEAS),e no
Nucleo Triticola de Curitibanos, foram semeados os primeiros ë
experimentos de cultivares de soja.
~ Do Oeste Catarinense e Vale do Rio do feixe a cul
tura expandiu-se, a partir do final da decada 1960-69,para das
regioes do Vale do Itajai, Campos de Curitibano, Planalto de
Canoinhas e no inicio da decada 1970-79, para o noroeste do E5
tado. .
IM2oRTÂNcIA Econõmlciz
à 1
ä' O cultivo da soja em Santa Catarina teve grande -
expansao nos ultimos anos, apresentando sucessivos aumentos de
area cultivada ate o ano agricola 1979/80, quando atingiu o va
lor maximo, havendo, a partir dai, pequenos declineos anuais.
J
4 \
1
›
13
Em 1.981 a soja manteve a terceira colocação -no
volume colhido entre os produtos da lavoura Catarinense,perde§
do apenas para o milho e a mandioca. Ainda em 1.981 Santa Ca-
tarina participou com 4,2% da produção nacional atraves da co-
lheita de 648 mil toneladas, permanecendo como o quinto estado
brasileiro produtor de soja.
Em Santa Catarina a cultura É desenvolvida tanto
em pequenas como nas medias e grandes propriedades, sendo ¿que
nas propriedades miniiundiarias o cultivo é feito geralmente
consorciado com milho. Do total da area cultivada, estima-se -
que cerca de 50% seja consorciada com milho. É estimado, tam-
bem, em cerca de 65.000 o numero de propriedades rurais que se
dedicam ao cultivo da soja.
A micronegião Colonial do Oeste Catarinense É a
maior produtora de soja, tendo participado com aproximadamente
63,5% da produção estadual na safra 1980/81. Ufim a seguir as
microngiëes
Colonial do Rio do Peixe com 12,8%, Campos dethngtibanos com 12,5% e Planalto de Canoinhas com 10%. No conjunto
estas quatro micronegiöes totalizaram 98,8% da produção Catari
nense de soja na safra 1.980/81. '
ZONEAMENTO CLIMÂTICO PARA A SOJA EM SANTA CATARINA
_ Como podemos observar no Mapa QI, o municipio de
Ponte Serrada esta localizado na região III e IV do zoneamento
climático para a soja em Santa Catarina. W
J; A região III, de aptidão tolerada, apresenta valg
res de somas térmicas entre 600 a 800 graus-dias e de tensão -
atual de vapor d'agua menores do que 15,0 mmHg. Para esta re-
.) 1
gião são indicadas cultivares pouco exigentes em temperatura,
ja que as condiçäes de tensão atual de vapor d'agua apresenta
-se Ótimos. z
I
V
I
14
A região IV e classificada como de cultivo não rg
comandado por apresentar condiçães desfavoráveis, ora de somas
0 ~
A
.
termicas, ora de tensao de vapor d'agua. .
TRABALHOS REALIZADOS:
f.1) - CONTROLE DE ERVAS DANINHAS.
O comtrole das plantas daninhas É tão antigo como
a agricultura. Independente de como e realizado, constitui- se
num dos passos mais dispendiosos para a produção agricolal
Planta daninha pode ser definida como uma planta
crescendo onde não É desejada ouzuma planta fora de seu lugar
(KLINGMAN et alii e SHAW, 1967). SAAD 01978) diz ser uma plan-
ta estranha a cultura e que compete com ela em luz, umidade e
nutrientes. '
As plantas daninhas mais comumente encontradas na
lavouras de soja no município de Ponte Serrada são: (papuã) -
firachiaria plantaginea; (milhã) Digitaria sanguipalis; (capim-
pe-de-galinha) glggging indica; (cprdaÍde viola) Lpgmgág ( pi-
cäo~preto) Bidens pilosa.
O controle das plantas daninhas, que pudemos obser
var nas propriedades assistidas foram o controle manual, sendo
que o controle quimico foi feito por ocasião do plantio usando
Trifuralina e Bentazon, nas doses de 1,5 1/ha. Ver Quadro f-la
com relação dos herbicidas mais utilizados nas lavouras de sol
‹: .
Ja, sua eficiência e controle. ,
` | ,z f-2) - CONTROLE DE INSETOS ` q `
Durante asívigilãncias realizadas as lavouras foi
constatado um nivel de desfolha inferior a 5%, e também não
5 .
foi-verificado a ocorrencia de Broca das axilas.
4 Ã _ .
« Devido ao excelente estado das lavouras não foram
I
I
15
efetuados controles químicos ou biologicos dos insetos, devido
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a estes estarem muito abaixo dos niveis de dano economico.
/)/
Ver sfledsâ âszês G f-ëlb
r-5) - CULTIVARES
E
Nas propriedades assistidas pela Erval foram , . in
í
troduzidas a cultivar Santa Rosa (ciclo tardio), por ser a que
melhor se adapta a região, devido as somas térmicas durante o
ciclo se situarem entre 6OO a 800 graus-dias. (125 mapa Ql).
7
Na oportunidade em que acompanhamos as lavouras -
de soja, constatamos que a cultura estava em final da fase ve-
getativa e inicio do período reprodutivo, conforme guadro §¿§a
Estágios de Desenvolvimento da soja - Sistema FEHR.
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Vigilância da lavoura: Deve ser feita semanalmente percorrendo-se a lavoura fazendo
~ levantamentos dapcpulação de pragas e
seus danos.
Quando tratar 3 lavourade soja ?
Desenvolvimento
fmrgëmía M Floxlação
ie vagens Maturaçãcl Tratar a lavoura quando o desfolhamento
for de aproximadamente 30% e o número de lagartas com l.Scm ou mais de conpri mento, for de 40 exenplares por amostra
-.gem. .
\ I,
Pulverizar contra broca das
25 a 30% dos ponteiros apre
I
sentarem danos. I
v
Tratar a lavoura quando o desfolhamento for de aproximadamente 151 e 0 número de lagartas com l.5cm ou mais de comprimen- to for de 40 exenplares por amostragem.
..-i..-_
'11 azer o controle contra perce-
_ \
axilas quando constatar que ,vejos quando houver 4 exempla-
zres com 0,5cm ou mais de com-
:primento por amostragem.
__ | ._
* Em lavouras de produção de sementes pulverizar contra percevejos quando encontrar 2
exemplares com 0,5cm ou mais de comprimento por amostragem. _
' `
da:
Na decisao de quando pulverizar_ a lavoura, deve-se considerar. ain
a) A
condiçoes climãticas
b) disponibilidade de equipamentos; .
c) condiçoes de uso dos pulverizadoresz d) quais os produtos, doses e preços ?
Numero de amostragens:
Em lavouras de: 1 a 10 ha - fazer 6 pontos de amostragens Em lavouras de: ll'a 30 ha - fazer 8 pontos de amostragens
Em lavouras de: 31 a 100 ha - fazer 10 pontos de amostragens
1
_ â
Nos casos de lavouras com mais de l00ha, aconselha-se dividi'-la em talhoes menores.
- Normalmente a infestação de percevejos inicia pela bordadura da lavoura.
Observe este ri;
talhe e em caso positivo, pulverize apenas a bordadura.
- As variedades tardias exigem mais atenção quanto ao controle de
percevejos, visto que.
com a colheita das variedades precoces, hã uma migração desses insetos para a soja que
peflflfllêfle .TD Câlfll). '
- Recomenda-se fazer um levantamento da população. 24 a 48 horas apõs a aplicação do defeg
sivo, a fim de avaliar a eficiencia do tratamento.
- Para maiores esclarecimentos procure o Eng° Agr° da'assist. técnica de seu
município. E.B. de Oliveira, D.L. «Gazzoni - Entomologistas do CNPSo - EMBRAPA.
LONDRINA-.
_¬...›-¬¬-,iz .
, z
w É ia' É 1 í ( A x .Í QUADRO f.3a
z O sistema de FEHR ei ali/LÁ (1971) é descrito como:
Estádio Descrição A _ Estádio vegetativo 'raw z. -
V l - Folhas completamente desenroladas no nó unifoliolado.
V 2 - Folha completamente desenrolada no primeiro nó acima do nó
unifoliolado.
Í V 3 - Três nós no caule principal com folhas completamente de senroladas, incluíndo o nó unifoliolado.
u
V (n) - n número de nós no caule principal com folhas completar@
te desenroladas, incluindo o nó unifoliolado.
Estadios reprodutivos
R l - uma flor em qualquer nó.
`*
R 2 - flor no nó imediatamente abaixo"do nó mais alto com folha
desenrolada.
R 3 - legume com 0,5 cm de co11¬{.›rirr›en'to em qualquer dos quatro nós superiores com folha desenrolada.
R 4 - legume com 2 cm de comprimento em qualquer dos quatro nós
`
é superiores com folha desenrolada.
R 5 - inicio da formação de sementes (podem ser constatadas ao
_ apalpar o legume com os dedos em qualquer dos quatro nós
1 superiores com folha desenrolada.)
¬
3 .
O \
..w.... R 6 - legume contendo
sementes verdes já desenvolvidas em qual
n quer dos quatro nós superiores com folha desenrolada. R,
á R 7 - legume amarelando; 50% das folhas amarelas; maturação fi
e '
\ siológica.
'
É
R 8 - 95% dos legumes amarelo-palha ou marrom; maturação de cg (O“
Í
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u.
zzzzzz -z zzz ~~ av' V " ' ' ' ^ "“f' ¬ " ^' ^ ' z "“*!llÍ _ I .ve ¬.I:í;-_-' ¬¬z fiz _:__
VI)
21
- ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
VI-Í) - CEREAIS
E
LEogmINosAs2 - F E I J Ã o .
a) - CENTRO DE ORIGEM:
I
Americas (Mexico e America Central
b) - CLASSIFICAÇÃO BCTÃNICA ` c) -. \ 1 E ORDEM: Rosales FAMÍLIA: Leguminoseae SUB-FAMÍLIA: rapilionoiâeae TRIBO: Phaseolinae GÊNERO; Pnaseoiuà
ESPÉCIE: Qbaseolus vulgaris Linneo
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA:
A cultura do feijão, em Santa Catarina, possui -
grande importância economica e social. Cerca de 155.000 pro-
priedades se dedicam ao cultivo do feijão, sendo que 89% des-
tas com menos de 50 ha. 0 produto desta leguminosa e um compg
nente basico da dieta alimentar do povo Catarinense.
_ Embora o Estado de Santa Catarina detenha
o títu-
lo de maior produtividade¢deí§eijäo no Brasil, ela ainda pode
ser melhorada, uma vez que se encontra muito aquém daquelas ob
tidas pelos orgãos de pesquisa, na experimentação agrÍcola.Mu¿
tos problemas contribuem para esta-baixa produtividade: aduba-
ção deficiente, ataque de insetos e doenças, praticas culturais
inadequadas, "deficit hídrico", etc. f
A microreggião Colonial do Oeste Catarinense É a
«
maior produtora de íeijao, tendo participado na safra 1986/87
com aproximadamente
55,97%"no
plantio da safra e 61,69% na sa_,).. .. . ,
.
22
frinha. Vem a seguir as microrregiões de campos de curitibano/
com 24,40% e Planalto de Canoinhas com 15,60% no plantio da sa
*fra. As microrregiões Colonial do Rio do Peixe, Colonial Alto
Itajai, Carbonifera e Colonial Sul Catarinense participaram no
periodo da safrinha com mais ou menos 5% cada uma, da produção
Catarinense de feijão na safra l986/Ê7. -
d) - ZONEAMENTO CLIMÂTICO PARA O FEIJÃO EM SANTA CATARINA
Como podemos observar no Mapa QQ - Zoneamento eli
matico para o feijão. O municipio de Ponte Serrada esta locali
¬. zado na regiao III - Preferencial, com temperaturas medias mai
*Í
ores 179€ e menores de 19°C, e tensão atual de vapor d'agua
L
A
maiores que 16 mmHg. -
Devido a pouca disponibilidade termica e ocorren-
cia mais frequente de geadas de primavera e outono, a epoca de
plantio torna-se restrita e somente um plantio É possivel. Es-
te plantio pode ter grande rentabilidade, uma vez que o clima
› \
l
» ças. A precipitaçao pluviometrica em torno de 1.600 mm anuais
x
â
nao compromete a produçao, pois e bem distribuída.
Na região III, somente proximo ao Vale do Rio ddo
É possível o cultivo da safrinha com plantio no mes de janeiro.
e) - TRABALHOS REALIZADOS:
‹
. e-1) - CONTROLE DE PRAGAS:
'
Em uma das vizitas a lavoura da Fazenda Tupi, foi constatado -
uma alta incidência da Cigarrinha verde do feijão de nome ciën
tífico:Empoasca graemeri, o qual quando na fase adulta mede_ -
f cerca de 3 mm de comprimento e possui coloração
esverdeada e
quando ninfa possui coloraçãoiamarelo-esverdeada, sendo desprq
vida de asas, move-se com rapidez e desloca-se em movimentos
laterais. Tando a forma jovem como a adulta localizam-se na
face inferior das folhas e~no¶peciolo.
i A l z \ ` . _ ' l
mais ameno proporciona uma baixa incidência de pragas e doen
23
Os sintomas nas folhas são: foliolos de aspecto cg
g _
reaceo com as bordas curvadas para baixo.
O Controle da cigarrinha verde §. kraemeri, deve
ser feito quando observado 2 adultos por planta e aplicar inse
ticida antes dos 40 dias da cultura.
Como a incidência era alta foi recomendado a apli-
cação de Furadan, um carbamato de classe toxicologica I na dosa'
gem de 20 kg/ha, Este produto já existia na propriedade, facili
tando a aplicação imediata.
No Quadro e.la, são demonstrado niveis de controle
de algumas pragas que ocorrem no feijoeiro.
guânao 6.15 - N1vE1s DE conTRoLE DE ALGUMAS PRAGAS DE ocoRREM
No FEIJOEIRO
prnàcâs -
Nlvrls DE coNTRoLE `
ons. *
Cigarrinha Verde 2 adultos/planta antes dos 40 dias
1 '
'
`
Acaro Rajado 2 adultos/folíolo antes dos 50 dias
›
Ácaro Branco 10 ácaros/folíolo antes dos 50 dias
o
30% antes florecimento
15% no florecimento
Lagarta da folha desf lhamento
; ÍPulgäo da parte + 50% de plantas
z aerea e Trips
*
infestadas
¡“
Vaquinha 4 adultos/planta até 15 dias
5% pl. atacadas
*Lagarta Rosca
*Lagarta da Vagem 1% grãos danificados/ha v
Mosca Branca I -
_ controle prevent.
.»
e-2) - Esmáolo DE DEsENvoLv1MENro ,
i
z '| _ _
Das propriedade assistidas pela Erval, somente na
› Y Í . - - ,` 4 J'
.
; z
Í
r Fazenda
Tupi e que pudemos observar o cultivo do feijoeiro.
É
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.Nesta propriedade!foi visto a cultura, quando se
*
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encontrava no estagio de desenvolvimento V3 - V4, primeira fo-
\ i ~ â 1 ,- - ` . 1 :E ` , . F É ¬-».~~ ~:.z«.»z«--_ ...mam ~..z -.¬ zzz. zz-_, -. z. z.» . ._ ‹
› 1 « | | I I ü Y
lha trifoliata e terceira folha trifoliata, respectivamente, -
¿conforme etapas de desenvolvimento do Quadro e.2a, abaixo
QUADRO e.2a - FASES DE DESENVOLVIMENTO DO FEIJOEIRO. ~
24 I_yoI_I v1 I v2 II V5 I v4 R5 I R6 I R7 I R8 I R9 I ..-_ -
.VO=
'Vl = V2 = V5 = V4 = R5 = R6 = I R7 = I R8 = ,R9:
.'¡ ._ › r I I .r ---~~Fase Vegetativa-~~~~-~ germinação \ ' ' A emergencia folhas primárias lëífolha trifoliafia Bë folha trifoliata , 1 pre-florescimento floração formação da vagem enchimento grãos maturação fisiologioa'11 orm. Estrut. Veget.I
4-- --~~-»›Fase Reprodutiva-¢‹~-«-» lê FASE - VEGETATIVA 2ë FASE - REPRODUTIVA I 1 I | I I I ¡ ` › ¬I I; ~ w 5 f ' 1 ' _-..-nu. ~ e Semeadura '
~ lšbróto floral semente
» 19 racimo ‹ 15% umid.
,____._._.._.z....~z_.._z.zzzz..‹..z.âz.zm».â...z.z4«¢,..zz.z›«.z..zz«fz z» .z A- »;. ‹f_\z>J *-fl“'*%!mnMwMaaã^-:Â~:\~mmaz:#:¡:z:â:¬:_~:z.-¢z;.fiz==;zâz¡.:;...â.¿__-f.-z._..._
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I _Ã EVI VI-Í a) -5 zz.>f. 26 - AT1v1DADEs DEsENvoLvIDAs - CEREAIS
E
LEGUMINOSAS 5 - M I L H o CENTRO DE ORIGEM:A origem do cultivo do milho tem sido até hoje,
objeto de muita especulação por parte dos pesquisadores. Estu
dos arqueologicos fornecem elementos ' O que permitem afirmar que
e uma das plantas mais antigas, pois existia como cultura ha
cerca de 4.000 anos e ja apresentando as principais caracte-
risticas morfologicas que o definem botanicamente na atuali-
dade. Ã epoca do descobrimento da America, o milho constituí-
a-se, dentre os vegetais, a base alimentícia dos indígenas
que aqui viviam e era cultivado desde a Argentina até o Cana-
da. Diversos estudos registram sua origem no hemisfério ameri
cano do norte, mas outra corrente sugere que esse cereal te-
nha-se originado na Ásia, embora os argumentos apresentados /
sejam menos convincentes.
IMPORTÂNCIA SOCIO-ECONÔMICA:
uz
A mmportãncia desse produto não se restringe ao
fato de ser produzido em grande volume e sobre uma grande ex-
~ .\ I no
tensao de area, mas tambem ao importante papel socio-economi-
co que representa. §a atividade¡agricola, ou seja, na sua prq
~ i _! N
' .`
duçao e comercializaçao, centenas de milhares de pessoas en-
contram seu sustentoí É usado diretamente na alimentação huma
I _ , _ ' . - . '
na e de animais domesticos e constitui materia-prima basica
para uma`expressiva serie de produtos industrializados, movi-
` . ¿_ 1 i m .x * ' › 4 | . 1 1 ' I › ~,,...¬ _~: *'f ›.:
i
27
mentando grandes complexos industriais onde milhares de empre
gos são criados. Devido ao alto conteudo de carboidratos,prin
cipalmente amido, e de outros componentes tais como proteinas
oleo e vitaminas, torna-se um produto de relevante importâne
cia comercial.
ZONEAMENTO CLÍMATICO PARA O MILHO EM SANTA CATARINA
Como podemos observar no Mapa QQ, o Municipio de
Ponte Serrada esta localizado na Região I - Preferencial. Nes
ta região ha disponibilidade termica varia de 2.000 a 3.000 /
graus-dias, suficientes para que Q milho complete o ciclo sa-
tisfatoriamente. Nestas areas, a deficiencia hídrica no perig
do de agosto a maio É zero, o que ocorre para o exito da pro-
dução. _
-`
A região I, tem menores disponibilidades termi -
cas, afetando a flexibilidade quanto a epoca de plantio e a
escolha de cultivares. Ver.Quadro C-la (Híbridos de milho re-
comendados para a regiäo preferencial I, com altitudes acima
de 800 metros). Í _ TRABALHOS BEALIZAÉOS: . \ › . .
~ Das propriedades assistidas pela Erval, somente -
nas Fazendas Tupiše Santo Antonio, havia o cultivo do milho.
.
¡
L
_
Na faaenda Tupi a lavoura destina-se a produção -
de milho-semente,§para a comerçializacao com terceiros. Nesta
propriedade as condiçoes da lavoura eram emelentes, nao sendo
verificado ataque de pragas e doenças. 0 controle das ervas
daninhas feitas por capina manual, devido a baixa incidência
_ I
'
Ã, .
_ ¡
‹
destas. Em Anexo segue: Laudo›de vistoria; Mapa de Comerciali
W .
›
_
zação; Relação de Campos para Produção de Sementes; Quadro de
Produção Pos-colheita; Controle de Beneficiamento e Analise;
e Atestado de GarLntia das Sementes; E
, \ I 1 < . , ! F 1 Í :
28
Na fazenda Santo Antonio a lavoura destina~se a silagem. para
alimentação de bovinos no período de inverno. Nesta proprieda
de as condiçoes da lavoura eram boas, não se ferificando ata-
que de pragas e doenças. ~
M v 0 4 \ ¡ __ . p * v f I _ I ` \ v 1 v ¡¡ ! F -\ r 1 I 3 . |
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_U
oãâg ` N- __ II H!¶__H¬¶MU_M¶›¶M1_4¿¿W¿H¶¶`Hw `md`MMw` whdx E ` :_`HM`\"¡¡1¡` ti 6 _ ` _! ` _ E \ ` M<>____HDU gäz gfišõ .MEÊÊUKMS ÊÊÊNCNÉU U ÊÉQ É Q E8 _ Sbššäã ägwg É Sã m%%§EQ%k §_`__E 336255 _ Mà
l ä __ ` MU ` ` “_ _ “_ 5 _ 6 W _ ä __ W _ 'A\ I \É 31 VI - ATIVIDADES DEsENvoLvIDA§ VI-2 - FORRAGICULTURA 2 1 - P A STT O I T A L I A
NO
a) NOME CIENTÍFICO: Pennisetum tzphoides
b) NCME COMUM: Pasto italiano, milheto, cifáiàeâ.
c) oRICEMz África
â) DESCRIÇÃO MoRFoLóCICAz
Planta erecta, alta, anual, com laminas largas e
Q I O ‹ O 1.
inflorescencias em paniculas contraídas. Numero cromossomico 2n
: 140
e) CARACTERÍSTICAS ACRCNÔMICAS
I I ,
Usado desde a pre-historia, tem seu ancestral des
conhecido; É largamente cultivado na África e na Ásia para pro-
duçao de grãos e em alguns locais da America para forragem.
, _
I ø
Vegeta bem em terras pobres e secas e e usado pa-
Responde bem a fertilização nitrogenada e chega a
produzir 55'a 55 toneladas de materia verde por hectare.
-_ \ Possui'cicloivegetativo de 120 a 150 dias
e
recu-u v
pera-se bem através da brotação, fornecendo ate 5 cortes ao ano
f) PRoPACAÇÃozi
1
| 9
Por sementešique produz em grande quantidade (ate
i I
1
al.0OOKg por_hectare}, usando-se cerca de 10 a l2Kg/ha em linhas
ou 15 a'l8 Kg/ha a lanço.
z › Â \ I I `« › %*~›i ' I › , › ' I I A *T 1 _ Amin. - ~
ra pastoreio, corte, feno e silagem. Í
‹ } 1 |
iz.
~ A 14 _ _ -~ ,,| ns. ' 52_ ÉPOCA DE sEMEADURÀz ~ _ o °
A epoca de semeadura varia de regiao para região.
Na regiao de Ponte Serrada, segundo recomendação de cultivares
para o Estado de i Santa Catarina, a epoca de plantio e de
Novem-\ _
_ _
_ -/
bro a Janeiro, sendo a cultivar comum-RS a mais recomendade,com
¡ _
l
rendimentos esperados entre 8 a 10 toneladas de materiaseca por
hectare e a densidade de semeadura quando solteira 20 Kg/ha e
I _ ,
consorciada 15 Kg/ha de sementes, consorcio com feijao miudo.
TRABALHQS REALI;ADosz ` `
. 1 _
Das propriedades assistidas pela ERVAL, a fazen-
da Santo Antonif, na sede Santa Fe, possui uma lavoura de mais
ou menos l hectare com pasto italiano (Pennisetum americanum) ,
já em adiantado estagio de desenvolvimento, tornando o colmo fi
¡ m
froso. í
I
¡ ~
Para nao haver uma perda_da pastagem foram soltos
na area, 25 bovinos adultos, para comer e diminuir o porte das
0 , 1
' 0 , .
plantas. Apos o pastoreo, foi instalado na area um sistema de
_ I .
cerca eletrica (Ver Item VI-7 '
Construçães Rurais), para a uti
lização racional da pastagem. com vista a ser utilizada port 22
_ 1
(Vinte e Dois) terneiros em desmame precose.
, F _ _ I _ .¡_- I 1 _ v ~ \ › i ; ; ` \ 1 1 _ f I - f I _- 1 :_ V , M! i _ I I . iii i 1 _' \.z z _ 1 ' _ _ _ _ 1 _ I I _ í ` \ r I ¡ i . 1 ~ 1 , ._ I
,:.
. _! 1 ¡ ¡ i *I . 1VI Ê- ATIVIDADES 0.2- Ê
OTECA
-UFSQ
\›J \›¡ 09'-3° rsüüšã >'F'§a “Ê DESENVOLVIDAS VI-2 - FORRAGICULTURA ay NOME oiENTÍF1c b) NOME COMUM: al 2 - A L_§_¿ F A =O; Medicago sativa La cv. crioula
-cu 4..- f fa c I ' . I I O C) ORIGEM. Origin ' . d) HISTÓRICO: tivou, sendo m forrageiras".
aria da Asia Central e Armenia.
, z.
A\alfafa foi a primeira planta herbacea que se cul
I
_
encionada no Antigo Testamento como a "rainha das
Qra utilizada na Persia pelos anos 700 a.C.,e foi
introduzida na-Grecia uns 500 anos antes de nossa era. Ê prova-
velmente a leg temperado, tro sa de variaçoe bientes region formas. Em tod tas variedades -É çoes de sua re e) DESCRIÇÃO Mons ¡ t ›^ W _ “ i F robustas e riz talos erectos M ;:¶" _ ladas, folidlo as*Brancas,hem em muitas part Í
uminosa mais adaptada no mundo e cresce em clima
pical e subtropical. Possui uma gama muito exten-
s genéticas, reflexo das grandes diferenças de am
ais e humanos em que se tem produzido as diversas
os osípaises onde e cultivada tem se obtido mui-
e cultivares especialmente adaptados as condi
.
' ~
spectiva regiao de cultivo;
oLóc1$Asz tz L
'
Leguminosa, perene, herbacea, erecta, de raizes
-| . I ' . | É
omas curtos,íforma_um tufo grande do qual saem
de 0,50 a l,p0 metros de altura, folhas trifolio-
1
| i 0
oblongds, f%ores!azuis ou violaceas, sendo raras
1.
: :F
,
*- !=
4
racemos de dã a 50, encontrando-se poucas flores
es; as vagens espiraladas tem de 2 a Sjsementes.
- \¡. } i | A š 1 y í 1 1 ›-‹ ¿ J - 3 . zw-~ v : 1, 1 i