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EAM715 ECI031 Calor e conforto térmico 2017

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(1)

CALOR

SOBRECARGA TÉRMICA

(2)

Siderúrgicas

Fundições

Cerâmicas

olarias

Indústria do vidro

Indústria da borracha

Sala de caldeiras

Padarias

indústrias alimentícias

Cozinhas industriais

Lavanderias

(3)

Situações de exposição

Trabalho externo:

Construção civil

Limpeza pública

Serviços

(4)

Temperatura corporal

37

C

1

C

Leis fundamentais da termodinâmica

Troca de calor

Calor total produzido pelo corpo

metabólico

1

kcal por kg/h (1,16 W) em repouso a 5 kcal

kg

h (7

W), para trabalho moderadamente duro.

Calor recebido do ambiente

temperatura e

umidade do ar, temp. da pele, velocidade do ar,

evaporação de suor, temp. radiante e vestuário.

(5)

S = mudança do conteúdo do calor corporal

(M

W) = metabolismo total

trabalho externo

realizado

C = troca de calor por convecção

R = troca de calor por radiação

E = troca de calor por evaporação

(6)

Solução da equação

Medida do calor metabólico produzido

Temperatura do ar

Velocidade do vento

Temperatura radiante média

(7)

Convecção, radiação e evaporação

Convecção

Troca entre a pele e o ar ambiente

Diferença entre ta e tpele e taxa de movimento de ar

(Va)

Trabalhador padrão

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

)

(

0

,

1

v

0

,

6

t

a

t

pele

(8)

C = troca de calor por convecção (kcal

h)

v

a

= velocidade do ar (m

min)

t

a

= temperatura do ar (

C)

t

pele

= temperatura média ponderada da pele

(35

C)

ta

35

C

ganho de calor corporal

(9)

Radiação (R): gradiente entre a temperatura

média radiante (tw) das superfícies sólidas e

tpele

R = troca de calor radiante - kcal

h

tmr = temperatura média radiante dos sólidos

C

tpele = temp. média ponderada da pele

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

)

(

3

,

11

tmr

t

pele

(10)

Evaporação:

Função da velocidade do ar e a diferença

entre a pressão de vapor de perspiração da

pele (pressão de vapor d’água à

(11)

Evaporação de suor

Capacidade máxima de evaporação

Movimento do ar (Va)

Pressão de vapor de água do ambiente - pa (mmHg)

Ppele (pressão de vapor da água na pele

pa)

(12)

Evaporação

E

máx

. = capacidade máxima de evaporação

(kcal/h).

v

a

= velocidade do ar, m

min

p

pa

= pressão parcial de água no ar ambiente

(mmHg)

pele

pa

a

máx

v

p

p

(13)

Serve como barreira

Interfere na taxa de transmissão

Fator de eficiência do vestuário (Fcl)

adimensional

Correções nos Limites Recomendados de

Exposição e Recomendados de Alerta (LRE e LRA).

Vestuário com duas camadas

redução de 2ºC

nos limites.

(14)

Camada de ar próximo à pele

camada de

isolamento

Sem movimento do corpo e do ar

0,8 clo

unidades de isolamento

1 clo = 5,55 kcal/m

2

/h (radiação e convecção)

Área média de um homem = 1,8 m

2

(15)

Onde:

SA = área superficial do corpo (m

2

)

W = peso da pessoa em Kg;

H = altura da pessoa em cm.

(16)

Valor típico de isolamento = 1,57

clo

por cm

de espessura

Isolamento total

soma dos itens individuais

→ cerca de 80%

(17)
(18)
(19)
(20)

Fatores

movimento e temperatura do ar;

pressão do vapor d’água e calor radiante.

Trabalho físico

calor metabólico

Tipo de vestuário

(21)

Fatores ambientais:

Temperatura de bulbo seco do ar

Umidade

Velocidade do ar

Radiação (solar ou infravermelha)

Radiação por micro-ondas

(22)

Temperatura de bulbo seco do ar (ta)

Precauções:

Faixa de uso

Tempo de medida > tempo de estabilização

Sensor mais próximo da área de interesse

Sob condições radiantes

sensor deve ser protegido

(23)

Umidade

Umidade relativa (ur)

Expressão dependente da temperatura

Maior a pressão de vapor d’água

menor a

perda de calor por evaporação

Higrômetro ou psicrômetro

(24)

Pressão de vapor d’água (

pa):

pressão

exercida por um vapor quando este está em

equilíbrio dinâmico com o líquido que lhe deu

origem

mmHg

Cálculo de perda de calor por evaporação

(suor)

(25)
(26)

Temperatura de bulbo úmido

Sensor coberto por uma mecha de algodão

Imersão em água destilada

Temperatura de ponto de orvalho (tpo):

na

(27)

Velocidade do ar

Papel importante

convecção e evaporação

Anemômetros: hélice e termoanemômetros

Termoanemômetros

mais sensíveis

(28)

Estimativas:

va (m/s)

Nenhuma sensação de movimento do ar

va < 0,2

Brisa leve (leve percepção da presença de movimento de ar)

0,2 < va < 1,0

Brisa moderada (m de um ventilador; percepção clara do

movimento do ar, papel, cabelos)

1,0 < va < 1,5

(29)

Radiação

Fontes: artificiais ou naturais

Termômetro de globo ou radiômetros

Termômetro de globo:

1932

Vernon

calor radiante

Cobre, preto, com 15 cm de diâmetro

Globo

troca de calor por radiação e convecção

(30)

Estabilização da temperatura

radiação =

convecção

Globo de 15 cm

tempo de estabilização de

15 a 20 min

(31)
(32)

Radiômetros

medição de IV

Pirômetros

medição de temperatura

superficial (-30º C a 3000º C)

Uso raro em saúde do trabalhador

(33)

Radiação natural

Solar

Direta

Difusa (radiação do céu)

Refletida

Carga solar total

Pireliômetro

radiação solar direta

Piranômetro

Radiações difusa e total

(34)

Fornecimento rotineiro de dados:

ta, tbu, tpo, ur, e Va

Estimativa da carga térmica no ambiente de

trabalho

atividades externas e algumas

internas.

Monitorização

medidas de engenharia de

controle

(35)

Posição do corpo e movimento

Kcal/min

Sentado

0,3

Em pé

0,6

Caminhando

2,0

3,0

Subindo ladeira

+ 0,8 por m de subida

(36)

Tipo de trabalho

kcal/min (média)

Faixa

kcal/min

Trabalho manual

Leve

0,4

0,2

1,2

Pesado

0,9

Com um braço

Leve

1,0

0,7

2,5

Pesado

1,8

Ambos os braços

Leve

1,5

1,0

3,5

Pesado

2,5

Corpo todo

Leve

3,5

2,5

9,0

Moderado

5,0

Pesado

7,0

(37)

Exemplo de cálculo

Para trabalhador de peso corporal = 70 kg e 1,8 m

2

de

superfície

.

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

Trabalho pesado de montagem com ambas

as mãos

kcal/min

Em pé

0,6

Uso de duas mãos

3,5

Metabolismo basal

1,0

(38)

Critérios de utilização

Viabilidade e acurácia

Consideração dos fatores importantes

Simplicidade na medição e nos cálculos

Instrumentos compatíveis e adequados

Associação com respostas fisiológicas

(39)

Índices diretos

Temperatura de bulbo seco (ta)

conforto

para pessoas sedentárias - 1,4 clo

22

25,5 ºC e ur de 20 a 60%

Intensidade elevada

redução de ta de

conforto em 1,7ºC para cada 25 kcal (29 W

ou 100 BTU).

(40)

Temperatura de bulbo úmido

Temperatura radiante e Va

fatores não

importantes

tbu

ta (umidade alta)

(41)

Um índice deve ser analisado com mais

profundidade →referência normativa para a

avaliação e determinação de estresse térmico:

“Índice de bulbo úmido e temperatura de

globo (WBGT ou IBUTG em português)”

(42)

ISO 7243/1989 - Ambientes quentes -

Estimativa do estresse por calor em

trabalhadores, baseado no índice IBUTG

(Índice de bulbo úmido e temperatura de

globo);

NR -15 - ANEXO 3 - MT/1978 - Limites de

tolerância para exposição ao calor;

ISO 7933/1989 - Ambientes quentes -

(43)

ISO 9886/1992 - Avaliação de tensão

térmica, através de medições fisiológicas;

ISO/TR 11079/1993 - Avaliação de

ambientes frios - Determinação do

isolamento requerido das vestimentas (IREQ).

(44)

IBUTG

Desenvolvido em 1957

Pesquisa de origem militar

Ambientes externos e internos sem carga

solar:

IBUTG = 0,7*Tbu + 0,3*Tg

(45)

Faixa de leitura dos termômetros

-5ºC a

50ºC

acurácia de

0,5 ºC

Termômetro de bulbo seco

protegido

contra o sol/outras fontes radiantes, sem

prejudicar o fluxo de ar

Tbu

mecha em água destilada

tempo d

estabilização

30 min

Tg

-5ºC a 100ºC

acurácia de

0,5 ºC

tempo de estabilização

25 min

(46)

Exemplo

Trabalho externo com exposição direta ao sol

Temp(bulbo úmido) = 24ºC

Tempglobo = 42ºC

Tempar = 40ºC

(47)

Condições térmicas flutuantes

Cálculo de média ponderada no tempo (TWA)

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

(48)

Exemplo:

Duração da exposição (h)

IBUTG (ºC)

0,5

25

1,0

27

0,5

28

C

TWA

IBUTG

26

,

75

(49)

Inexistência de constância de valores dos

parâmetros no espaço ao redor da pessoa, o índice

IBUTG deve ser determinado em três posições

diferentes, representando a altura da cabeça,

abdome e tornozelos da pessoa, com relação ao

nível do piso.

1) Para pessoas em pé: a 0,1 m do piso, a 1,1

m do piso e a 1,7 m do piso;

2) Para pessoas sentadas: a 0,1 m do piso, a

0,6 m do piso e a 1,1 m do piso.

(50)
(51)

IBUTG médio = IBUTG(1)*t(1) + IBUTG(2)*t(2)

+ ……+ IBUTG(n)*t(n)/t(1) + t(2) +…..+t(n)

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

Regime

de

trabalho/pausa

Leve

Moderado

Pesado

Trabalho contínuo

30.0

26.7

25.0

75%

trabalho/25%

repouso, cada hora

30.6

28.0

25.9

50% trabalho/ 50%

descanso, cada hora

31.4

29.4

27.9

25% trabalho/ 75%

descanso, cada hora

(52)

Onde

M = taxa metabólica média ponderada no

tempo

Mi = taxa metabólica da atividade i, em

kcal/h

Ti = tempo da atividade i em minutos, no

(53)
(54)
(55)
(56)
(57)
(58)
(59)
(60)
(61)

Regime de trabalho intermitente com período

de descanso em outro local:

(62)

Cálculo da taxa metabólica ponderada

IBUTG médio ponderado para uma hora

Onde

(63)
(64)
(65)

Critério para avaliação para Exposição a Estresse Térmico (Valores de IBUTG em °C) para uma jornada diária de 8 h, cinco dias por sema com pausas convencionais

Aclimatados Não-aclimatados

Demandas de trabalho

Leve Moderado Pesado Muito pesado Leve Moderad o Pesad o Muito pesado

Trabalho contínuo 29,5 27,5 26,0 - 27,5 25,0 22,5

-75% trabalho; 25% pausa

30,5 28,5 27,5 - 29,0 26,5 24,5

-50% trabalho; -50% pausa

31,5 29,5 28,5 27,5 30,0 28,0 26,5 25

25% trabalho; 75% pausa

32,5 31,0 30,0 29,5 31,0 29,0 28,0 26,5

* Para trabalhadores não-aclimatados, o Limite de Tolerância para exposição ao calor deve ser reduzido em 2,5°C

Exemplos de cargas de trabalho:

Trabalho leve – sentado ou em pé controlando máquinas, realizando trabalho manual leve Trabalho moderado – caminhando com levantamento moderado de cargas e empurrando Trabalho pesado: -- trabalho com pá, escavando

Fonte: 2001 TLVs and BEIs: Threshold Limit Values for Chemical Substances and Physical Agents and Biological Exposure Indices. Cincinnati, Ohio: American Conference of Governmental Industrial Hygienists, 2001. p. 171-172.

(66)

Vestuário: fatores de correção

Tipo de traje utilizado

Valor - CLO

Correção IBUTG

Traje leve de verão

0.6

0

(67)
(68)
(69)
(70)

Fonte:

Fujii RK

,

Horie S

,

Tsutsui T

,

Nagano C

. Heat exposure control

using non-refrigerated water in

Brazilian steel factory workers. Ind

(71)
(72)
(73)
(74)

Limitações

Resposta humana questionada

Não atende todas as condições de exposição

Uso de modelos matemáticos

(75)

TA: temperatura ambiente (

o

C);

UR: umidade relativa (%);

RS: radiação solar (W.m

-2

).

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

(76)

IEA < 25 unidades: risco baixo;

25 ≤ IEA ≤ 33 unidades: risco moderado a

alto;

(77)
(78)

Monitorização fisiológica

Trabalho e recuperação da frequência

cardíaca

Temperatura corporal

Temperatura da pele

(79)

Efeitos agudos

Elevada temperatura corporal e déficits de

água

Golpe por calor

falha no sistema de ajuste

da temperatura corporal

Confusão, irritação, perda de consciência,

convulsão, falha de sudação, pele seca e

quente e t corporal muito elevada.

(80)

Exaustão por calor

Dor de cabeça, náusea, vertigem, sede, fraqueza.

Cãibras

Trabalho árduo em ambiente quente

Desbalanceamento eletrolítico

Muito ou pouco sal

Falta de água

(81)

Colapso por calor (desmaio)

Insuficiência de O

2

ao cérebro

sangue nas

extremidades

Perda de consciência

Necessidade de aclimatação

Fadiga

Falta de aclimatação

Desempenho prejudicado

Inflamação na pele

(82)

Registradas 423 mortes entre trabalhadores

agrícolas no período.

Taxa anual de mortalidade entre

trabalhadores agrícolas: 0,39/100.000

trabalhadores.

(83)

Julho de 2005, trabalhador hispânico de 56

anos, em lavoura de tabaco na Carolina do

Norte, EUA.

Terceiro dia de trabalho, recém chegado do

México.

Iniciou o trabalho às 06h00, com pequeno

intervalo pela manhã e 90 min. para almoço.

(84)
(85)

Cerca de 14h45min, começou a trabalhar

lentamente. “Aconselhado a repousar, mas

insistiu em continuar”.

Sinais de confusão no trabalhador.

Dificuldade em aceitar água, resistente.

16h25min: conduzido à emergência, com

temperatura corporal de 42ºC.

(86)

Apesar do tratamento, o trabalhador foi a

óbito.

Causa da morte foi golpe pelo calor

(hipertermia).

Condições climáticas no dia do acidente: tbs

= 34ºC; UR de 44% e céu sem nuvens.

(87)

Trabalhadores experientes

reconhecimento

de sinais e imposição de pausas

Sal e fluidos suplementares

perda de água

e de sal por evaporação

Trabalhadores aclimatados

dieta normal

balanço eletrolítico

Não aclimatados

acréscimo de sal

(88)

Ventilação

Resfriamento do ar

Ventiladores

Barreiras

Enclausuramento

(89)

Aclimatação - programa

Demandas cardiovasculares menores

Sudação mais eficiente

Reposição de fluidos

Disponibilidade de água gelada (10 a 15 ºC)

(90)

Medidas de engenharia

Ventilação geral

Diluição de ar quente

Tratamento do ar

resfriamento

Redução da temperatura por remoção de calor

Condicionamento de ar

Ambientes específicos, salas de recuperação

Aumento do fluxo de ar

(91)

Redução de calor metabólico

automação e

mecanização de atividades de risco

Instalação de barreiras

aço inoxidável,

alumínio ou superfícies metálicas brilhantes

Redução da umidade

controle de:

drenagem, vazamento de válvulas de vapor,

banhos com vapor abertos

(92)

Condução de calor

Barreiras > 35

C

fontes de Radiação

Infravermelha

(93)

Vestuário específico

condições extremamente

quentes

Vestes com gelo

72 cubos

Gelo seco (dióxido de carbono)

Alta temperatura e baixa umidade

umedecimento de

vestes

Vestes resfriadas com água

Vestes com circulação de ar

(94)
(95)

Ambientes quentes e úmidos

vestuário

leve

Proteção aos olhos (absorção de radiação)

Uso de roupa impermeável

carga adicional

de calor

(96)

Aclimatação completa

seis a sete dias

Perda de aclimatação

afastamento de ambientes de

exposição

gradual

Decréscimo de tolerância

feriado prolongado.

Aclimatação de novos trabalhadores

Medicamentos

hipotensivos, diuréticos, sedativos,

tranquilizantes, antidepressivos, etc.

redução de

tolerância

(97)

Formação

Conhecimento sobre os riscos

Reconhecimento dos fatores predisponentes, sinais e sintomas de

perigo

Procedimentos de primeiros-socorros

Responsabilidade do trabalhador

Uso de vestuário e equipamentos de proteção

Programa de vigilância médica e ambiental

Escolha do melhor horário e época para a atividade

(98)

Estado de satisfação

PMV

Voto Médio Previsto

PPD

Porcentagem de insatisfeitos

Fanger(1972)

Balanço térmico equilibrado

Evaporação do suor nos limites do conforto

(99)

Variáveis de influência:

Atividade desempenhada, M, (W/m

2

)

Isolamento térmico das roupas utilizadas Icl,

(clo)

Temperatura do ar (ºC)

Temperatura radiante média (ºC)

Velocidade do ar, var, (m/s)

Pressão parcial de vapor de água no ar

ambiente , pa, (kPa)

(100)

Duas primeiras variáveis

pessoais ou

subjetivas

Demais

variáveis ambientais.

Variáveis e métodos de medida

ISO/DIS

7726/96

Taxas metabólicas em função da atividade e do

isolamento das roupas

ISO 7730/94 e ISO

8996/90.

Isolamento térmico

obtido por meio de

(101)

Expressão do balanço de energia entre o corpo e o

ambiente:

Onde:

M = Taxa metabólica de produção de calor (w/m

2

)

W = trabalho mecânico desenvolvido pelo corpo.

Qsk = taxa total de perda de calor pela pele (w/m

2

)

Qres = taxa total de perda de calor pela respiração.

(102)

Que a pessoa encontre em neutralidade

térmica

Que a temperatura de sua pele, e sua taxa de

secreção de suor, estejam de certos limites

compatíveis com sua atividade.

(103)
(104)

+3

Muito quente

+2

Quente

+1

Ligeiramente quente

0

Neutro

-1

Fresco

-2

Frio

(105)

PMV

modelo

Questão das sensações individuais

PPD

porcentagem de insatisfeitos

Relação entre PMV e PPD

subsistência de

5% de insatisfeitos

(106)
(107)

Ta

Tg

Va

%Rel

PMV

PPD

Média

23,67

23,88

0,05

58,92

-0,29

6,76

Máximo

23,77

23,92

0,23

59,25

-0,22

8,29

Mínimo

23,58

23,85

0

58,64

-0,4

6,02

(108)

Ta

Tg

Va

%Rel

PMV

PPD

Média 23,77

23,97

0,05

58,88

-0,26

6,49

(109)
(110)
(111)

Icl = Isolamento térmico das roupas (Clo);

Isolamento térmico das roupas, (m

2

.K/W) - ISO 7730/94,

ASHRAE Fundamentals, cap. 8, ou ISO 9920/95.

fcl = Razão de área do corpo vestido e corpo nu

(adimensional);

:fcl = 1 + 1,97.Icl

tr = Temperatura radiante média (ºC);

hc = Coeficiente de convecção entre ar e roupas

(W/m

2

ºC).

(112)
(113)

onde:

hc = 2,38.(tcl - ta)

0,25

ou

hc = 12,1.

var

1/2

(o maior valor é utilizado)

sendo var = velocidade relativa do ar, em

m/s:

var=va+0,0052(M-58)

(114)

fcl = 1,00 + 0,2.Icl para Icl

≤ 0,5

Clo

(115)
(116)

Pressão saturada de

Pressão parcial de vapor





237

,

3

27

,

17

611

,

0

a

a

t

t

as

e

p

(117)

EAM-715 - Ciclos de Produção - Saúde Segurança no Trabalho

58

052

,

0

v

M

(118)

“Equação de neutralidade térmica

Rearranjo da expressão do balanço térmico, e

não uma sensação psicofisiológica do

conforto

L = M - 3,05.(5,73 - 0,007.M - pa) - 0,42 .(M

- 58,15) - 0,0173.M.(5,87 - pa) -

0,0014.M.(34 - ta) = 3,96 . 10

-8

. fcl.[(tcl

(119)

Casos em que a geração de calor orgânico

não seja igual à dissipação desse calor ao

ambiente,

Diferença entre o calor gerado pelo corpo e o

trocado com o meio ambiente

“carga térmica sobre o corpo”,

L.

(120)

PMV = (0,303 e

-0,036M

+ 0,028) . L

Onde

PMV = voto médio estimado, ou voto de sensação

de conforto térmico

M = Atividade desempenhada pelo indivíduo (W. m

-2

)

(121)

Quantidade estimada de insatisfeitos

termicamente com o ambiente.

PPD

= 100

95

e

−(

0,03353

PMV

4 + 0 2179

PMV

2)

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