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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 1

Análise de Decisão

Sílvio de Paula

Formação

Graduação e Mestrado em administração pela Universidade Federal de Pernambuco. Membro pesquisador do grupo Prospecção e Práxis em Gestão da Informação da UFPE.

Experiência Profissional

Experiência na área de administração, com ênfase em gestão de pessoas, comunicação organizacional, responsabilidade social, comportamento organizacional, competência e mediação.

Contatos

E-mail: [email protected] Telefone: 81-99426059

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 3

Estar aqui

Sinceridade

Divertimento

Pergunte se tiver dúvidas

Seja participativo

Evite celular

Respeite opiniões

“Regras” de convivência

Expectativas

O que eu espero da disciplina

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Apresentações

Artigo Grupo Data

Processo Decisório - Produção acadêmica no Brasil de 2000 a 2011 09/Abril A Escolaridade e o Processo de Tomada de Decisão: o Estudo do Caso Brasileiro 16/Abril Produção Científica sobre Racionalidade na Tomada de Decisão Organizacional

Estratégica 23/Abril

Familiaridade e Discordância entre os Decisores Atenuadores do Efeito do

Compartilhamento da Informação na Decisão em Grupo 30/Abril

O Processo de Tomada de Decisão Instantânea e a Intuição 07/Maio O uso da Intuição e a presença de Vieses Cognitivos na Tomada de Decisão: o

caso dos Gestores de Micro e Pequenas Empresas do Comércio Varejista de Fortaleza/CE

14/Maio

Proposição de um Protocolo para Estudo sobre a Intuição e o Processo de Tomada de Decisão

Implicações da Aprendizagem Organizacional no Processo de Tomada de Decisão Gerencial: uma Investigação em Pequenas Empresas

O Modelo de Tomada de Decisão de Compra para o Consumidor Infantil O PROCESSO DE CRIAÇÃO DO PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS – PROUNI: INTERESSES E ESCOLHAS NO PROCESSO DECISÓRIO

Agenda

• Tomada de decisão

• Planejamento

• Controle • Referências

• Dúvidas? Interrompam à vontade... • Celulares silenciosos

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- T E O R I A -

Conteúdo do Plano de Ensino

Apresentação da disciplina, objetivos, forma de avaliação e conteúdo programático

Texto base

MAXIMIANO, Antonio C. Amaru. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2000.

• Capítulo 07: Papel dos gerentes

Texto complementar

ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe. Comportamento organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson, 2011.

• Capítulo 06: Percepação e tomada de decisão individual

Análise de decisão

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Tomada de decisão

.

Administrar

Administração (tem vários significados. Não há um padrão universalmente aceito)

• Ação de administrar; • Uma disciplina:

•Prática (administração como arte, praticada nas organizações);

• Teoria (conhecimento sobre a arte de administrar).

Administrar

•É o processo ou atividade dinâmica, que consiste em tomar decisões sobre objetivos e recursos;

(MAXIMIANO, 2000)

RECURSOS

Pessoas, informação • Espaço, tempo, autoridade

• Dinheiro. OBJETIVOS Resultados esperados do sistema. DECISÕES Planejamento, organização • Direção e controle.

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Definições

Decisões

•Escolhas que as pessoas fazem para enfrentar problemas e aproveitar oportunidades;

Problema

•É uma situação que provoca frustração, irritação, interesse ou desafio. (MAXIMIANO, 2000); • Situação que ocorre quando o estado atual das coisas é diferente do estado desejado das coisas. (STONER; FREEMAN, 1982);

Oportunidade

•É uma situação que cria interesse e sensação de desafio por causa da expectativa de recompensa. (MAXIMIANO, 2000);

• Situação que ocorre quando as circunstâncias oferecem a uma organização a chance de ultrapassar seus objetivos e metas estabelecidos. (STONER; FREEMAN, 1982);

Definições

As situações para tomada de decisão são freqüentemente classificadas em um continuum que vai da certeza (altamente previsível) à turbulência (altamente imprevisível), passando pelo risco e pela incerteza.

Grande Controle pelos administradores Pequeno Certeza Risco Incerteza Turbulência

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 13

Processo decisório

O processo decisório é a seqüência de etapas que vai desde a identificação da situação até a escolha e colocação em prática da ação ou solução.

1º Problema ou oportunidade Alternativas Diagnóstico 4º Decisão Situação de frustração, interesse, desafio, curiosidade ou irritação. Avaliação, julgamento, comparação e escolha de alternativas

Processo de criar formas de resolver o problema ou aproveitar a oportunidade

Análise do problema ou oportunidade; tentativa de compreender a situação.

Modelo racional e intuitivo de decidir

O comportamento de analisar problemas e fazer escolhas tem dois modelos básicos. A diferença entre um e outro está na dosagem de informações e opinião.

Problema Diagnóstico Alternativas Decisão Problema Diagnóstico Alternativas Decisão Opinião Informação Informação Opinião

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Fatores que afetam o processo decisório

A tomada de decisão é influenciada por algumas condições e fatores inerentes ao próprio problema, ou que são criados pelo ambiente, ou que fazem parte das competências e informações do tomador de decisões.

Comportamento Do tomador de decisão inteligência recursos Propensão ao risco competências percepção informação ética tempo Comportamento Do tomador de decisão

Problemas no processo decisório

Uma decisão pode criar outros problemas maiores, quando algum erro é cometido ao longo do processo decisório.

Dificuldades no processo de resolver problemas

•Incapacidade de reconhecer o problema; • Interpretação diferente segundo o observador; • Decisão precipitada;

• Avaliação prematura ou premissas insuficientes; • Excesso de confiança na experiência; • Comprometimento prematuro; • Confusão entre problemas e sintomas; • Ênfase em apenas uma solução;

• Avaliação subestimada da implementação; • Incapacidade de definir prioridades; • Falta de tempo;

• Falta de competência ou capacidade de decisão; • Confusão entre informação e opinião.

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Planejamento

.

Processo administrativo

A administração é um processo de tomar decisões e realizar ações que compreende quatro processos principais interligados. Tais processos também são chamados de funções

administrativas.

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 19

Processo administrativo

Planejamento – é o processo de definir objetivos, atividades e recursos;

Organização – é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; e também o processo de distribuir os recursos disponíveis segundo algum critério;

Direção – execução é o processo de realizar atividades e utilizar recursos para atingir os objetivos. O processo de execução envolve outros processos, especialmente o processo de direção, para acionar os recursos que realizam as atividades e os objetivos;

Controle – é o processo de assegurar a realização dos objetivos e de identificar a necessidade de modificá-los.

(MAXIMIANO, 2000) ORGANIZAÇÃO DIREÇÃO CONTROLE PLANEJAMENTO

Planejamento

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 21

Planejamento

Planejamento

Compreende a definição das metas de uma organização, o estabelecimento de uma estratégia global para alcançar essas metas e o desenvolvimento de uma

hierarquia de planos abrangente para integrar e coordenar as atividades.

Diz respeito:

(ROBBINS, 2000)

O que será feito? Como será feito?

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Tipos de planos

Os dois modos mais difundidos para classificar os planos são:

Estas classificações do planejamento não são independentes entre si. Existe, por exemplo, uma relação de sobreposição entre planos estratégicos e planos de longo prazo.

(ROBBINS, 2000)

Por sua amplitude

Estratégico Operacional

Por seu prazo de execução

Curto prazo Médio prazo Longo prazo

Tipos de planos

Por sua amplitude Planos estratégicos

Planos que se aplicam à organização como um todo, estabelecendo seus objetivos globais e

posicionando-a em termos do ambiente. • Planos operacionais

Planos que especificam os detalhes de como devem ser alcançados os objetivos organizacionais

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 25

Tipos de planos

Por seu prazo de execução

O prazo é importante na classificação dos planos pois reside no efeito comprometimento Planos de curto prazo

Abrange menos de um ano

Planos de médio prazo

Cobre de um até cinco anos

Planos de longo prazo

Qualquer prazo além de cinco anos é classificado como longo prazo

Quanto mais os planos atuais afetarem comprometimentos futuros, mais longo será o prazo necessário para os gerentes planejarem. Por isso, o conceito de comprometimento afirma que os planos devem avançar no futuro o suficiente para não perderem de vista os compromissos assumidos no presente. Planejar para um período muito longo ou muito curto é ineficaz.

(ROBBINS, 2000)

Por que os gerentes planejam?

O planejamento dá

direção Reduz o impacto

da mudança

Minimiza o desperdício e a redundância

Fixa os padrões para facilitar o controle Há pelo menos quatro razões

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 27

Uma estrutura estratégica

Porter propõe que nenhuma empresa pode ter um desempenho num nível acima da média, tentando ser tudo para todas as pessoas. A administração, portanto, precisa selecionar uma estratégia que confira à sua organização uma vantagem competitiva.

VANTAGEM COMPETITIVA

Capacidade ou circunstância que confere a uma organização uma vantagem relativa sobre suas rivais.

(ROBBINS, 2000)

Uma estrutura estratégica

Porter identificou três estratégias que a administração pode escolher:

Liderança de custo Diferenciação Foco

A escolha dependerá das forças da organização e das fragilidades dos concorrentes. Segundo Porter, deve-se evitar uma posição na qual tenha de bater todo mundo em seu ramo de atividade. O foco deve ser o de colocar a força da organização onde a concorrência não esteja.

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 29

Uma estrutura estratégica

Porter identificou três estratégias que a administração pode escolher:

(ROBBINS, 2000)

Liderança de custo – quando uma organização procura ser a produtora de custos mais baixo em seu setor

Diferenciação – quando uma organização procura ser única em seu setor em sentidos amplamente valorizados pelos compradores.

Foco – quando uma organização visa uma vantagem de custo ou de diferenciação em um segmento.

Controle

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 31

Controle

O processo de garantir que as atividades realizadas se igualem às atividades planejadas (STONER; FREEMAN, 1994)

Processo de monitoração das atividades para garantir que sejam realizadas conforme planejado e corrigidas de quaisquer desvios significativos

(ROBBINS, 2000)

De acordo com a primeira definição, poderíamos concluir que o controle tem início no ponto em que o planejamento termina.

Etapas do processo de controle

• Estabelecer padrões e métodos para medir o desempenho;

• Medir o desempenho;

• Determinar se o desempenho está de acordo com o padrão;

• Iniciar ações corretivas.

Estabelecer padrões

Medir o desempenho

O desempenho está de acordo com

os padrões?

Iniciar ações corretivas

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 33

-PERCEPÇÃO

.

O que é percepção?

“O processo pelo qual os indivíduos organizam e interpretam suas

impressões sensoriais com a finalidade de dar sentido ao seu meio

ambiente”

Por que a percepção é importante?

Simplesmente porque a o comportamento das pessoas baseia-se em sua percepção da realidade, não na realidade em si.

“O mundo que importa para o comportamento é o mundo na forma em que é percebido”

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 35

O que é percepção?

Sensação

Sensação e percepção constituem um processo contínuo, desde a recepção do estímulo até a interpretação da informação pelo cérebro, valendo-se de conteúdos nele armazenados. Constituem a base de todos os mecanismos mentais.

Por meio da sensação, utilizando os órgãos dos sentidos, o homem relaciona-se com o meio ambiente, seu próprio corpo e compreende como este se posiciona em relação ao meio. Enquanto a sensação depende, em essência, do estímulo e da capacidade do indivíduo registrá-lo, a percepção depende de acontecimentos anteriores que envolveram o mesmo estímulo e que afetarão a interpretação da sensação pelo cérebro.

(FIORELLI, 2011)

Sensação Percepção

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 39

O que “vemos” é o que pensamos

O que nos fez ver coisas diferentes?

Se não foi a figura, o que mudou?

A forma como cada um processou mentalmente a imagem!

O que está diante dos nossos olhos não sofreu alterações, mas o que está atrás deles:

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 41

O cérebro necessita aprender para poder ver!

Normas não escritas, políticas dissimuladas, orientações confusas, gerentes paradoxais, estratégias inexistentes ou mal definidas, decisões a passos de tartaruga compõem o labirinto organizacional em que procuram desvendar suas responsabilidades, atribuições e oportunidades.

Com muita paciência (e alguma técnica), aprendem a “ler” as mensagens contidas nos meandros da cultura organizacional e a perceber as muitas dimensões que eles ocultam.

Fiorelli (2011)

O que é percepção?

O que é percepção?

• O mundo da percepção se baseia em interpretação;

• O que a percepção vê e ouve parece ser real porque ela permite que entre na consciência o que está de acordo com o nosso modelo mental;

• Olhamos o mundo para dentro, decidimos o tipo de mundo que queremos ver e então projetamos esse mundo lá fora;

• Nós fazemos que ele seja verdadeiro através de nossa interpretação do que estamos vendo;

• O mundo que vemos apenas reflete o nosso modelo mental

Exemplo: Se sentimentos dominantes são medo, raiva, falta de amor, veremos um mundo de violência!

A MUDANÇA DO MUNDO COMEÇA COM A

MUDANÇA DE NOSSO PENSAMENTO.

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 43

• Os modelos mentais moldam todos os aspectos de nossas vidas;

• Um modelo mental pode impedir o avanço ou pode abrir oportunidades para progredir;

• Eles podem parecer simples e, freqüentemente são invisíveis, entretanto, eles sempre estão presentes e exercem um impacto significativo em nossas vidas;

• Os modelos mentais determinam o nosso “jeito” de pensar, falar e agir, de interpretar a vida, o trabalho, as relações, o futuro.

“Cada homem torna os limites do seu próprio Campo de visão como os limites do mundo” Schopenhauer

“Nossas teorias limitam a forma como vemos o mundo” Einsten

O que é percepção?

Quais são as suas premissas?

•O bom pai é aquele que não deixa o filho ficar torto. Rigor é fundamental!

• O bom pai é aquele que ajuda o filho a realizar sua essência. Amor e confiança são fundamentais.

• Elogio estraga!

• As crianças evoluem na direção dos elogios que recebem.

• Ser ético é suicídio neste mundo selvagem em que vivemos.

• Não ser ético é nos tornarmos os selvagens que condenamos.

• Depois dos 40 fica difícil conseguir emprego.

• Há sempre muitas oportunidades para quem está evoluindo.

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O que é percepção?

Premissas Percepções Conclusões

Conclusões Comportamentos •Valores •Crenças • Experiências • Filtros • Preconceitos • Imagem • Hipóteses • Sentimentos • Rejeições • Aceitação

• Ação para objetivo • Resposta / Iniciativa • Posicionamento pessoal • Postura

afetam que geram

que movem

Que provocam

Fatores que influenciam a percepção

Uma série de fatores atua moldando e, por vezes, distorcendo a nossa percepção sobre uma realidade. Esses fatores podem estar no perceptor, no objeto ou alvo da percepção ou no contexto da situação em que esta se dá.

(ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010)

Fatores na situação • Momento • Ambiente de trabalho • Ambiente social Fatores no perceptor • Atitudes • Personalidade • Motivações • Interesse • Experiência • Expectativas Fatores no alvo • Novidade • Movimento • Sons • Tamanho • Cenário • Proximidade • Semelhança PERCEPÇÃO

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 47

Percepção seletiva

“Tendência que as pessoas têm de interpretar seletivamente o que

vêem, com base nos próprios interesses, experiências e atitudes”

(ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010)

Todas as características que fazem que uma pessoa, um objeto ou um evento sobressaia aumentam a probabilidade de que ele seja percebido.

É impossível assimilarmos tudo o que vemos

Como não podemos assimilar tudo o que se passa a nossa volta, exercemos uma percepção seletiva, percebendo um pouco de cada vez, escolhido de maneira seletiva, de acordo com os

nossos interesses, experiências passadas e atitudes.

Percepção x Tomada de decisão

Nas organizações, o indivíduo toma decisão, faz escolhas entre duas ou mais alternativas. Mas a forma como as pessoas tomam decisões e a qualidade de suas escolhas dependem muito de suas percepções.

A tomada de decisão ocorre em relação a um problema ou oportunidade quando se verifica uma discrepância entre o estado atual das coisas e seu estado desejável, o que exige uma avaliação dos cursos de ação alternativos para atingir esse estado desejável.

O que é um problema para uma pessoa pode ser um estado satisfatório para outra. A necessidade de tomar ou não uma decisão depende da percepção da pessoa.

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 49

Percepção x Tomada de decisão

Nas organizações, o indivíduo toma decisão, escolhe entre duas ou mais alternativas

A tomada de decisão corre em reação a um problema

Todas as decisões exigem interpretação e avaliação de informações

São elaboradas alternativas com análise dos pontos fortes e fracos

O processo de percepção para a tomada de decisão individual afetará a solução final encontrada

Em todo o processo decisório, muitas vezes surgem distorções perceptivas que podem afetar as análises e conclusões.

(ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010)

Tomando decisões nas organizações

1. Definir o problema. 2. Identificar os critérios para a decisão. 3. Atribuir pesos específicos a cada um desses critérios.

4. Desenvolver alternativas. 5. Avaliar as alternativas. 6. Escolher a melhor alternativa.

Construímos modelos simplificados que extraem os aspectos essenciais dos problemas, sem capturar toda a sua complexidade.

Ocorre fora do pensamento consciente. Apóia em associações holísticas.

É rápida.

Tem um grande componente afetivo, geralmente envolve emoções.

O modelo racional de tomada de decisão = maximizar determinados resultados

Racionalidade limitada = aspectos essenciais

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Erros e vieses mais comuns na tomada de decisão

ANCORAGEM AVERSÃO AO RISCO

Erros e vieses mais comuns na tomada de decisão

Ancoragem – tendência de ancorar o julgamento em uma informação inicial, o que dificulta o ajuste diante de informações posteriores;

Evidência confirmadora – tendência a buscar informações que corroborem escolhas anteriores e descartar as que contestem julgamentos prévios;

Viés de disponibilidade – tendência de julgar as coisas com base nas informações mais facilmente disponíveis;

Escalada do comprometimento – apego a uma decisão anterior, a despeito de informações negativas;

Erro de aleatoriedade – tendência individual de acreditar que se pode prever o resultado de eventos aleatórios;

Aversão ao risco – tendência a preferir um ganho certo de uma quantidade moderada a um resultado mais arriscado, mesmo que este tenha uma compensação mais alta;

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 53

Influências na tomada de decisões

(ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010)

Diferenças

individuais

Restrições

organizacionais

• Personalidade • Gênero • Habilidade mental • Avaliação de desempenho • Sistemas de recompensa • Regulamentações formais • Limites de tempo • Precedentes históricos

A ética no processo decisório

Três critérios éticos para o processo decisório:

(ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010)

Utilitarista: decisões são tomadas em função dos resultados ou consequencias.

Direitos: decisões são tomadas em coerência com os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos.

Justiça: estabeler e fazer cumprirregras justas e imparciais para assegurar distribuição justa de custos e benefícios.

1

2

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 55

A criatividade na tomada de decisões

Criatividade – habilidade de criar ideias novas e úteis.

Potencial criativoa maioria das pessoas possui um potencial criativo que pode

ser usado. Mas, para que esse potencial se desencadeie, elas precisam sair das rotas psicológicas pré-traçadas que geralmente as prendem e aprender a pensar sobre o problema de maneiras diferentes.

(ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010)

A criatividade na tomada de decisões

Modelo de criatividade de três componentes: a criatividade individual requer, essencialmente, perícia, pensamento criativo e motivação intrínseca pela tarefa.

Perícia Pensament o criativo Motivação pela tarefa Criatividad e

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 57

Que tal pesquisar um pouco mais sobre

racionalidade limitada e percepção

seletiva?

FICA A DICA:

Exercício

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UFPE – Análise de Decisão - Prof. Sílvio de Paula - Slide 59

• MAXIMIANO, Antonio C. Amaru. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2000.

• ROBBINS, Stephen P. Administração Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000.

STONER, J. A. F.; FREEMAN, R. E. Administração. Rio de Janeiro: Ed. PHB, 1985.

Referências

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