Curso Superior de Tecnologia em Instalações Elétricas
Professor : ARMANDO LAPA JUNIOR
Professor : ARMANDO LAPA JUNIOR
FA
TE
C
S
P
2018
MATERIAIS ELÉTRICOS
MATERIAIS ELÉTRICOS
Aula 06
2018
Aula 06
2018
As ligas metálicas resistivas são utilizadas com três finalidade básicas:
–
♦;
♦; ♦
Materiais de Elevada Resistividade
Materiais de Elevada Resistividade
A - Ligas metálicas resistivas
1-ligas metálicas resistivas para aquecimento :
Fundamentalmente aplicações em que é necessário transformar energia elétrica em energia térmica (Efeito Joule);
1-ligas metálicas resistivas para aquecimento :
Fundamentalmente aplicações em que é necessário transformar energia elétrica em energia térmica (Efeito Joule);
2-ligas metálicas resistivas para medição : Padrões de resistência, instrumentação industrial.
2-ligas metálicas resistivas para medição : Padrões de resistência,
instrumentação industrial.
3- ligas metálicas resistivas para regulação: Controlar o nível de corrente elétrica,limitação
3- ligas metálicas resistivas para regulação: Controlar o nível de
1- Ligas metálicas resistivas para aquecimento
• .
•
1- Ligas metálicas resistivas para aquecimento
• .
•
Estas ligas devem ter uma elevada estabilidade
térmica, resistência a corrosão e estabilidade
química na temperatura de trabalho
Estas ligas devem ter uma elevada estabilidade
térmica, resistência a corrosão e estabilidade
química na temperatura de trabalho
Cada liga desse tipo possui uma temperatura
máxima de serviço, que não pode ser
ultrapassada, referida ao ambiente de serviço,
geralmente em contato com o ar.
Cada liga desse tipo possui uma temperatura
máxima de serviço, que não pode ser
ultrapassada, referida ao ambiente de serviço,
geralmente em contato com o ar.
• Essas ligas possuem, muitas vezes, uma fina película de óxido, a qual protege o restante do metal
contra a ação do ambiente
.
• Essas ligas possuem, muitas vezes, uma fina película de óxido, a qual protege o restante do metal
contra a ação do ambiente.
Tal película, porém, poderá romper-se se houver frequentes aquecimentos e resfriamentos, ou seja, frequentes ligações e desligamentos da rede
elétrica, reduzindo assim a durabilidade do componente.
Tal película, porém, poderá romper-se se houver frequentes aquecimentos e resfriamentos, ou seja, frequentes ligações e desligamentos da rede
elétrica, reduzindo assim a durabilidade do componente.
• Resistores de alta dissipação; – • Resistências para aquecimento :
• Resistores de alta dissipação; – • Resistências para aquecimento :
Resistores de alta dissipação; – Resistências para aquecimento
Resistores de alta dissipação; – Resistências para aquecimento
• As ligas de níquel-cromo apresentam elevada
resistividade e baixo coeficiente de temperatura
(variação da resistência com a temperatura ),
resistência mecânica elevada a frio e a quente;
grande resistência à oxidação sob altas
temperaturas;
• Nichrome V (80% Ni + 20% Cr),
• Cromel (90% Ni + 10% Cr )
• Cromax (30% Ni + 20% Cr + 50% Fe)
• As ligas de níquel-cromo apresentam elevada
resistividade e baixo coeficiente de temperatura
(variação da resistência com a temperatura ),
resistência mecânica elevada a frio e a quente;
grande resistência à oxidação sob altas
temperaturas;
• Nichrome V
(80% Ni + 20% Cr),
• Cromel
(90% Ni + 10% Cr )
• Cromax (30% Ni + 20% Cr + 50% Fe)
• Ligas de Níquel-Cromo • Aplicações :
• Resistências para aquecimento
• fornos em siderúrgicas,
• fornos em geral,
• ferros de soldar e passar,
• estufas, fogões elétricos, eletrodomésticos, etc
• Reostatos e termopares.
• Ligas de Níquel-Cromo • Aplicações :
• Resistências para aquecimento
• fornos em siderúrgicas,
• fornos em geral,
• ferros de soldar e passar,
• estufas, fogões elétricos, eletrodomésticos, etc
• Reostatos e termopares.
• As ligas de ferro-níquel, de custo muito menor
que as de níquel-cromo, apresentam menor
resistividade que essas e menor resistência à
corrosão, por exemplo Nilvar ou Invar
• As ligas de ferro-níquel, de custo muito menor
que as de níquel-cromo, apresentam menor
resistividade que essas e menor resistência à
corrosão, por exemplo Nilvar ou Invar
Fio de Invar ou Nilvar ( Fe –Ni )Fio de Invar ou Nilvar ( Fe –Ni ) Ligas de Ferro-Níquel Ligas de Ferro-Níquel
• Composição: Cr (40 a 80%) + Fe + Al + Co;
• Característica principal: – Ótimas ligas para
utilização em aquecimento elétrico em geral;
• Aplicações: – Fornos industriais, ferros de
solda, chuveiros, etc.
• Composição: Cr (40 a 80%) + Fe + Al + Co;
• Característica principal: – Ótimas ligas para
utilização em aquecimento elétrico em geral;
• Aplicações: – Fornos industriais, ferros de
solda, chuveiros, etc.
Ligas de Cromo-Ferro
Ligas de Cromo-Ferro
2- Ligas metálicas resistivas para medição :
• Resistores para instrumentos de precisão
admitem um coeficiente de temperatura
máximo de 2,5x10
-6/
oC, ou seja, termicamente
estáveis e uma resistência praticamente
constante.
• Ao longo do tempo, pode ocorrer um processo
de “envelhecimento” com variação do valor da
resistência elétrica. Por essa razão é comum
aplicar-se um processo de pré envelhecimento
artificial, para estabilizar o material, através de
um tratamento térmico controlado, que elimina
tensões internas, estabiliza os cristais.
2- Ligas metálicas resistivas para medição
:
• Resistores para instrumentos de precisão
admitem um coeficiente de temperatura
máximo de 2,5x10
-6/
oC, ou seja,
termicamente
estáveis e uma resistência praticamente
constante.
• Ao longo do tempo, pode ocorrer um processo
de “envelhecimento” com variação do valor da
resistência elétrica. Por essa razão é comum
aplicar-se um processo de
pré envelhecimento
artificial, para
estabilizar o material
, através de
um tratamento térmico controlado, que elimina
tensões internas, estabiliza os cristais.
• Ligas metálicas resistivas para Instrumentação Eletrônica :
• Manganina (86% Cu + 12% Mn + 2% Ni),
• Isabelina (84% Cu + 13% Mn + 3% Al),
• Novo Konstaton (82,5% Cu + 12% Mn + 4% Al + 1,5% Fe); • Características principais: – Elevada estabilidade térmica
(indicada até 400°C); – Baixa variação da resistividade com a temperatura;
• Aplicações: – Fabricação de resistores de precisão para instrumentos de medição
As ligas Níquel-Cobre têm menor resistividade que as de níquel-cromo e resistem pior às altas temperaturas, mas têm um coeficiente de variação da resistência com a temperatura praticamente nulo às temperaturas normais, o que é importante para a construção de aparelhos de medida de precisão.
As ligas Níquel-Cobre têm menor resistividade que as de níquel-cromo e resistem pior às altas temperaturas, mas têm um coeficiente de variação da resistência com a temperatura praticamente nulo às temperaturas normais, o que é importante para a construção de aparelhos de medida de precisão.
• Ligas de Niquel-Cobre
Constantan (40% Ni + 60% Cu),
Prata alemã (18% Ni + 64% Cu + 18% Zn) Cuprothal (44% Ni + 55% Cu + 1% Mn);
Características principais: – Termoestáveis; – Boa condutividade e resistência mecânica;
Aplicações: – Termopares;
– Resistências de precisão;
– Resistências para reostatos em máquinas de precisão. • Ligas de Niquel-Cobre Constantan (40% Ni + 60% Cu), Prata alemã (18% Ni + 64% Cu + 18% Zn) Cuprothal (44% Ni + 55% Cu + 1% Mn);
Características principais: – Termoestáveis; – Boa condutividade e resistência mecânica;
Aplicações: – Termopares;
– Resistências de precisão;
– Resistências para reostatos em máquinas de precisão.
• Os tipos usados para resistências padrão são
muito diversos dos empregados para reostatos
de partidas de motores, ou para regulação de
aparelhos.
• Os tipos usados para resistências padrão são
muito diversos dos empregados para reostatos
de partidas de motores, ou para regulação de
aparelhos.
• 3-Ligas metálicas resistivas para regulação:
• Nesse caso a faixa de temperatura se limita a 200 oC.
As ligas ternárias de ferro, níquel e cromo são as
que melhor satisfazem às condições :
• resistividade elevada,
• pequena variação da resistividade com a
temperatura,
• grande resistência química aos agentes oxidantes,
• funcionamento prolongado a alta temperatura,
sem deformação excessiva.
A presença de cromo melhora a resistência às
ações químicas da liga e confere-lhe melhores
características mecânicas.
• 3-Ligas metálicas resistivas para regulação:
• Nesse caso a faixa de temperatura se limita a 200 oC.
As ligas ternárias de ferro, níquel e cromo são as
que melhor satisfazem às condições :
• resistividade elevada,
• pequena variação da resistividade com a
temperatura,
• grande resistência química aos agentes oxidantes,
• funcionamento prolongado a alta temperatura,
sem deformação excessiva.
A presença de cromo melhora a resistência às
ações químicas da liga e confere-lhe melhores
características mecânicas.
• Aplicações:
• Potenciômetros de fio :potenciômetros de potência para controle de correntes;
• Resistências de aparelhos de precisão;
• Aplicações
:
• Potenciômetros de fio :potenciômetros de potência para controle de correntes;
• Reostatos para partida e controle
de velocidade de motores;
• Reostatos de campo para máquinas
elétricas (motores e geradores CC);
• Reostatos para carga de bateria
• Reostatos para partida e controle
de velocidade de motores;
• Reostatos de campo para máquinas
elétricas (motores e geradores CC);
• Reostatos para carga de bateria
• As ligas habitualmente empregadas são as seguintes:
• ∗ Liga A: 12Ni + 12Cr + 76Fe. Aplicada em resistências
de aquecimento a temperatura moderada e reostatos de partida de motores.
• ∗ Liga B: 36Ni + 11Cr + 53Fe. Aplicada em resistências
de aquecimento a temperatura moderada. Aquecimento doméstico. Reostatos de motores de tração.
• ∗ Liga C: 48Ni + 22Cr + 30Fe. Aplicada na fabricação de
radiadores, fornos de tratamento a altas temperaturas e em aparelhos de medida.
• ∗ Liga D: 60Ni + 15Cr + 25Fe. Aplicações análogas às da
anterior.
• As ligas habitualmente empregadas são as seguintes: • ∗ Liga A: 12Ni + 12Cr + 76Fe. Aplicada em resistências
de aquecimento a temperatura moderada e reostatos de partida de motores.
• ∗ Liga B: 36Ni + 11Cr + 53Fe. Aplicada em resistências de aquecimento a temperatura moderada. Aquecimento doméstico. Reostatos de motores de tração.
• ∗ Liga C: 48Ni + 22Cr + 30Fe. Aplicada na fabricação de radiadores, fornos de tratamento a altas temperaturas e em aparelhos de medida.
• ∗ Liga D: 60Ni + 15Cr + 25Fe. Aplicações análogas às da
anterior.
Existem algumas ligas ternárias que habitualmente se empregam em aplicações, de aquecimento bem como de regulação: fabricação de reostatos, resistências de aquecimento para fornos, aquecedores e aparelhos de laboratório, etc.
Existem algumas ligas ternárias que habitualmente se empregam em aplicações, de aquecimento bem como de regulação: fabricação de reostatos, resistências de aquecimento para fornos, aquecedores e aparelhos de laboratório, etc.
• Os fios para resistências elétricas são
normalmente revestidos de uma película
impermeável e isolante de óxido, a qual permite
bobinar resistências com as espiras encostadas,
desde que a diferença de potencial entre os
pontos vizinhos não exceda valores em torno de
2V.
• Os fios para resistências elétricas são
normalmente revestidos de uma película
impermeável e isolante de óxido, a qual permite
bobinar resistências com as espiras encostadas,
desde que a diferença de potencial entre os
pontos vizinhos não exceda valores em torno de
2V.
• Isto permite fabricar reostatos de variação
conhecida como variação contínua, com um
contato deslizante.
• Estes reostatos suportam geralmente
temperaturas da ordem dos 600
o.C.
• Isto permite fabricar reostatos de variação
conhecida como variação contínua, com um
contato deslizante.
• Estes reostatos suportam geralmente
temperaturas da ordem dos 600
o.C.
• Ligas Fusíveis : Para construção de dispositivos fusíveis são necessários materiais que fundam entre 60oC e
200oC.
Os dispositivos fusíveis são empregados na proteção de circuitos elétricos, tendo como constituintes principais:, chumbo (Pb) e estanho(Sn).
• Podendo haver adição de bismuto(Bi) e/ou cádmio (Cd). • Ligas especiais para fusão abaixo de 60oC, utilizam
mercúrio (Hg).
• Ligas Fusíveis : Para construção de dispositivos fusíveis
são necessários materiais que fundam entre 60oC e
200oC.
Os dispositivos fusíveis são empregados na proteção de circuitos elétricos, tendo como constituintes principais:, chumbo (Pb) e estanho(Sn).
• Podendo haver adição de bismuto(Bi) e/ou cádmio (Cd). • Ligas especiais para fusão abaixo de 60oC, utilizam
mercúrio (Hg).
• Fusíveis ou dispositivos fusíveis.
• Dispositivos de proteção constituídos de um fio ou de uma lâmina de um metal ou liga metálica de
baixo ponto de fusão que se intercala em um ponto
de uma instalação elétrica, para que funda, por efeito Joule, quando a intensidade de corrente elétrica superar um determinado valor, devido a um curto-circuito ou sobrecarga.
Condições que poderiam danificar os condutores, com o risco de incêndio ou destruição de outros elementos do circuito e equipamentos.
• Fusíveis ou dispositivos fusíveis.
• Dispositivos de proteção constituídos de um fio ou de uma lâmina de um metal ou liga metálica de
baixo ponto de fusão que se intercala em um ponto de uma instalação elétrica, para que funda, por efeito Joule, quando a intensidade de corrente elétrica superar um determinado valor, devido a um curto-circuito ou sobrecarga.
Condições que poderiam danificar os condutores, com o risco de incêndio ou destruição de outros elementos do circuito e equipamentos.
Ponto de Fusão Bi Pb Sn Cd Hg ºC 20 20 --- --- 60 20 50 27 13 10 --- 72 52 40 --- 8 --- 92 53 32 15 --- --- 96 54 26 --- 20 --- 103 29 43 28 --- --- 132 --- 32 50 18 --- 145 50 50 --- --- --- 160 15 41 44 --- --- 164 33 --- 67 --- --- 166 Composição (%) Composição (%)
A Tabela abaixo, apresenta algumas composições típicas.
(Em certos fusíveis especiais são utilizados outros metais, como a prata) A Tabela abaixo, apresenta algumas composições típicas.
• Quando um condutor é aquecido por uma corrente elétrica e
atinge uma temperatura estável, a energia transformada em calor por efeito Joule (I2R) é igual ao calor que deixa a superfície do
condutor por convecção e radiação, e que leva a fusão do material.
• A corrente necessária para fundir um fio de um determinado metal é calculada pela fórmula de Preece:
I f = a.d3/2
onde :
• If é a corrente de fusão do fio ( A)
• d é o diâmetro da liga fusível (mm)
• a é o coeficiente de Preece , que depende do material
• Quando um condutor é aquecido por uma corrente elétrica e
atinge uma temperatura estável, a energia transformada em calor por efeito Joule (I2R) é igual ao calor que deixa a superfície do
condutor por convecção e radiação, e que leva a fusão do material.
• A corrente necessária para fundir um fio de um determinado metal é calculada pela fórmula de Preece:
I f = a.d3/2
onde :
• If é a corrente de fusão do fio ( A)
• d é o diâmetro da liga fusível (mm)
• a é o coeficiente de Preece , que depende do material
Material Diâmetro do fio (em polegadas) Diâmetro do fio ( em milímetros ) Cobre 10244 80,0 Alumínio 7585 59, 3 Liga cobre-níquel (60:40) 5680 44, 4 Prata 5230 40, 9 Platina 5172 40, 4 Ferro 3148 24, 6 Estanho 1642 12, 8 Chumbo 1379 10, 8 Liga chumbo-estanho (2:1) 1318 10, 3
O corpo da Tabela indica os valores do Coeficiente de Preece (a), para alguns materiais.
O corpo da Tabela indica os valores do Coeficiente de Preece (a), para alguns materiais.
• Cálculo da corrente necessária para se fundir um fio de determinado material condutor :
Ex : Fio de cobre de seção 4 mm2 :
• A =
• Cálculo da corrente necessária para se fundir um fio de determinado material condutor :
Ex : Fio de cobre de seção 4 mm2 :
• A = pd
2/ 4
Sendo A= 4 mm2 , resulta d= 2,26mmI
f= a.d
3/2Para o cobre, o coeficiente de Preece é : a = 80 Assim, a corrente de fusão vale If = 80.(2,26)3/2 , o
que resulta If = 272 A
Repetindo o cálculo , considerando o mesmo fio, porém construído com estanho , com coeficiente de Preece, a = 12,8 resulta If = 42,5 A
Para o cobre, o coeficiente de Preece é : a = 80 Assim, a corrente de fusão vale If = 80.(2,26)3/2 , o
que resulta If = 272 A
Repetindo o cálculo , considerando o mesmo fio, porém construído com estanho , com coeficiente de Preece, a = 12,8 resulta If = 42,5 A
• :
• Uma dada intensidade de corrente permanecendo um determinado tempo, provocará, através do Efeito Joule a fusão do fio do fusível e, assim, o circuito elétrico abre ( interrompendo a passagem de corrente ) logo que se extinga o arco elétrico resultante.
• :
• Uma dada intensidade de corrente permanecendo um determinado tempo, provocará, através do Efeito Joule a fusão do fio do fusível e, assim, o circuito elétrico abre ( interrompendo a passagem de corrente ) logo que se extinga o arco elétrico resultante.
Ação fusível Ação fusível
• Tipos de fusíveis mais usuais em proteção elétrica:
Montagem Fusíveis DIAZED e base
Fusíveis ultra-rápidos SILIZED
Fusíveis NEOZED
Fusíveis tipo NH : NH são as iniciais de
'Niederspannungs Hochleistungs , o que significa :
Fusíveis tipo NH : NH são as iniciais de
'Niederspannungs Hochleistungs , o que significa :
Baixa Tensão e Alta Capacidade de Interrupção
Baixa Tensão e Alta Capacidade de Interrupção
Fusíveis NHFusíveis NH
Fusíveis ultra-rápidos SITOR
Tipos de fusíveis mais usuais em proteção elétrica:
Barramento de uma instalação elétrica, com proteção por fusíveis NH ( sistema trifásico)
fusíveis com invólucro de vidro
Tipos de fusíveis mais usuais em proteção elétrica: Fusíveis com invólucro de vidro para equipamentos eletrônicos
Tipos de fusíveis mais usuais em proteção elétrica:
fusível
Chave fusível
Chave com fusíveis de alta tensão para rede de distribuição primária 13,8kV
Suporte isolador
Chave fusível
Tipos de fusíveis mais usuais em proteção elétrica: Fusíveis Especiais :
Termofusíveis ( ligas com baixo ponto de fusão)
Termo-fusível
Fusíveis de ação ultra rápida para circuitos
eletrônicos
Termo-fusível
Devido a sua baixa confiabilidade, NÃO são mais utilizados os fusíveis tipo “rolha “ e tipo “cartucho”
Devido a sua baixa confiabilidade, NÃO são mais utilizados os fusíveis tipo “rolha “ e tipo “cartucho”
• Podem ser classificadas em grafites e carbonos amorfos.
• Enquanto que a grafite existe em estado natural, os
carbonos amorfos provêm principalmente da pirogenização (queima) de matérias orgânicas contendo carbono.
grafite carbonos amorfos, carvão
As variedades de grafite cristalizam no
sistema hexagonal
• Função de suas propriedades, a grafite é muito mais densa, melhor condutora de eletricidade, e menos sensível aos agentes químicos quando comparadas aos carbonos amorfos.
• A palavra carvão serve para designar os carbonos amorfos aglomerados e que não constituem,
portanto, grafite natural ou artificial
• Função de suas propriedades, a grafite é muito mais densa, melhor condutora de eletricidade, e menos sensível aos agentes químicos quando comparadas aos carbonos amorfos.
• A palavra carvão serve para designar os carbonos amorfos aglomerados e que não constituem,
portanto, grafite natural ou artificial
RESISTIVIDADE µΩ⋅cm DENSIDADE -Carbono amorfo 3200 a 6500 1 ,98 - 2, 10 Carvão eletrografítico 800 a 1200 2 ,20 - 2, 24 Grafite natural 50 a 400 2 , 25
Nota : Se submetermos o carvão amorfo a temperaturas acima 2200 oC, produz-se uma modificação cristalina e uma
purificação.
Daí uma evolução das propriedades do carvão no sentido das do grafite: aumento de densidade, de condutibilidade elétrica e térmica e do seu caráter refratário.
Ao produto assim obtido dá-se o nome de carvão
eletrografítico
Nota : Se submetermos o carvão amorfo a temperaturas acima 2200 oC, produz-se uma modificação cristalina e uma
purificação.
Daí uma evolução das propriedades do carvão no sentido das do grafite: aumento de densidade, de condutibilidade elétrica e térmica e do seu caráter refratário.
Ao produto assim obtido dá-se o nome de carvão
eletrografítico
• Coeficiente de Variação da resistividade com a
temperatura ( Termorresistividade ) (α):
• Enquanto que o cristal de grafite apresenta,
tal como os metais, um coeficiente de
variação positivo (α > 0), no carvão amorfo ou
no grafítico dá-se o contrário, coeficiente de
variação negativo (α< 0).
• O respectivo valor de α, depende do tipo de
carvão, mas está normalmente compreendido
entre: -1.10
-4 oC
-1e + 5.10
-4 oC
-1• Coeficiente de Variação da resistividade com a
temperatura ( Termorresistividade ) (α):
• Enquanto que o cristal de grafite apresenta,
tal como os metais, um coeficiente de
variação positivo (α > 0), no carvão amorfo ou
no grafítico dá-se o contrário, coeficiente de
variação negativo (α< 0).
• O respectivo valor de α, depende do tipo de
carvão, mas está normalmente compreendido
entre: -1.10
-4 oC
-1e + 5.10
-4 oC
-1• São variadas as aplicações do carvão em eletrotécnica:
• elementos de resistências, • resistências fixas elevadas,
• eletrodos para fornos de arco, • carvões para soldagem,
• São variadas as aplicações do carvão em eletrotécnica:
• elementos de resistências, • resistências fixas elevadas,
• eletrodos para fornos de arco, • carvões para soldagem,
• Elementos de resistência:
• As qualidades refratárias do carvão e a sua perfeita resistência ao choque térmico, aliados a um grande poder irradiante, tornam este material muito conveniente para a fabricação de resistências para altas temperaturas.
• As resistências de carvão apresentam-se sob a forma de barras de seção circular, cheias ou tubulares, toros, anéis, etc. .
• Elementos de resistência:
• As qualidades refratárias do carvão e a sua perfeita resistência ao choque térmico, aliados a um grande poder irradiante, tornam este material muito conveniente para a fabricação de resistências para altas temperaturas.
• As resistências de carvão apresentam-se sob a forma de barras de seção circular, cheias ou tubulares, toros, anéis, etc. .
• Resistências fixas elevadas:
• Para a obtenção de resistividades mais elevadas que as do carbono (3000 Ω mm2/m), podem ser empregados
aglomerados de carbono com uma base isolante mineral ( alumina Al2O3) e um ligante orgânico que
constituirão elementos de resistência elevada com bom poder de dissipação e um coeficiente de variação da resistividade com a temperatura negativo (α< 0) .
• Resistências fixas elevadas:
• Para a obtenção de resistividades mais elevadas que as do carbono (3000 Ω mm2/m), podem ser empregados
aglomerados de carbono com uma base isolante mineral ( alumina Al2O3) e um ligante orgânico que
constituirão elementos de resistência elevada com bom poder de dissipação e um coeficiente de variação da resistividade com a temperatura negativo (α< 0) .
• Eletrodos para fornos de arco
:
• O eletrodo para forno elétrico constitui a forma
em que maiores quantidades de carvão se
consomem
em
eletrotécnica,
podendo
considerar-se dois grupos fundamentais: os de
carvão amorfo e os de carvão eletrografítico,
sendo muito raro o emprego da grafite natural.
• Eletrodos para fornos de arco
:
• O eletrodo para forno elétrico constitui a forma
em que maiores quantidades de carvão se
consomem
em
eletrotécnica,
podendo
considerar-se dois grupos fundamentais: os de
carvão amorfo e os de carvão eletrografítico,
sendo muito raro o emprego da grafite natural.
Comparativamente com os de carvão amorfo, os eletrodos de carvão eletrografítico apresentam o seguinte conjunto de vantagens:
A-têm maior condutibilidade, o que reduz as perdas por efeito Joule e permite maiores densidades de corrente;
B-têm menor suscetibilidade às ações químicas, queimando-se e desagregando-se menos;
Comparativamente com os de carvão amorfo, os eletrodos de carvão eletrografítico apresentam o seguinte conjunto de vantagens:
A-têm maior condutibilidade, o que reduz as perdas por efeito Joule e permite maiores densidades de corrente;
B-têm menor suscetibilidade às ações químicas, queimando-se e desagregando-se menos;
• Um material supercondutor é um material que pode conduzir eletricidade sem resistência elétrica a temperaturas ligeiramente acima do zero absoluto. 0K ( 0 K, Kelvin ou -273oC)
Este fenômeno têm sido estudado desde 1911, quando foi descoberto pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes .
• Um material supercondutor é um material que pode conduzir eletricidade sem resistência elétrica a temperaturas ligeiramente acima do zero absoluto. 0K
( 0 K, Kelvin ou -273oC)
Este fenômeno têm sido estudado desde 1911, quando foi descoberto pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes .
7-Materiais Supercondutores7-Materiais Supercondutores
• Onnes verificou que certos tipos de substâncias
quando em temperaturas muito baixas, muito
próximas
do
zero
absoluto
(-273oC),
apresentavam resistência elétrica quase nula,
ou seja, os elétrons livres que formam corrente
elétrica podiam transitar livremente na rede
cristalina.
• Esse fenômeno, observado por Onnes, ficou
conhecido como supercondutividade
• Onnes verificou que certos tipos de substâncias
quando em temperaturas muito baixas, muito
próximas
do
zero
absoluto
(-273oC),
apresentavam resistência elétrica quase nula,
ou seja, os elétrons livres que formam corrente
elétrica podiam transitar livremente na rede
cristalina.
• Esse fenômeno, observado por Onnes, ficou
conhecido como
supercondutividade
• A passagem da condutividade elétrica normal para supercondutividade ocorre abruptamente em uma temperatura de transição chamada temperatura crítica , Tc
• No mercúrio esse fenômeno ocorre à temperatura de 4K, já o chumbo à temperatura de 7K.
• A passagem da condutividade elétrica normal para supercondutividade ocorre abruptamente em uma temperatura de transição chamada temperatura crítica , Tc
• No mercúrio esse fenômeno ocorre à temperatura de 4K, já o chumbo à temperatura de 7K.
resistividade
temperatura
Tc
Supercondutividade condutividade normal
Resistividade
Temperatura (K) Temperatura Crítica (K)
• Além de conduzirem eletricidade sem perdas,
supercondutores também transportam
quantidades muito grandes de corrente em
condutores de pequena seção transversal,
dada a excepcional condutividade, sob
baixíssimas temperaturas.
• Além de conduzirem eletricidade
sem perdas
,
supercondutores também transportam
quantidades muito grandes de corrente em
condutores de pequena seção transversal,
dada a excepcional condutividade, sob
• 1986 os cientistas alemães K.A. Muller e J.G. Bednorz
tiveram grande surpresa, com a descoberta de um novo material:
uma cerâmica cuja composição (La-Ba-CuO) tinha o óxido de cobre, misturados com lantânio ou ítrio e cuja temperatura de transição era 125K.
• Esse fato causou surpresa por que as cerâmicas de uma forma geral, não são bons condutores de eletricidade !!!
• 1986 os cientistas alemães K.A. Muller e J.G. Bednorz
tiveram grande surpresa, com a descoberta de um novo material:
uma cerâmica cuja composição (La-Ba-CuO) tinha o óxido de cobre, misturados com lantânio ou ítrio e cuja temperatura de transição era 125K.
• Esse fato causou surpresa por que as cerâmicas de uma forma geral, não são bons condutores de eletricidade !!!
K.A. Muller J.G. Bednorz
• 1988 Supercondutividade a 110K (-163oC) no sistema
Bi-Ca-Sr-CuO.
1988 Supercondutividade a 125K (-148oC) com o composto de
TiCa-Ba-Cu-O.
• 1993 Descoberta a supercondutividade num composto de Hg-Ba-Ca-Cu-O, com Tc ≈ 135K (-138oC) .
• 1997 Não há aceitação pela comunidade científica de uma única teoria que explique o fenômeno da supercondutividade em altas temperaturas.
• Mas a busca da supercondutividade a temperaturas ainda maiores continua.
• 1988 Supercondutividade a 110K (-163oC) no sistema
Bi-Ca-Sr-CuO.
1988 Supercondutividade a 125K (-148oC) com o composto de
TiCa-Ba-Cu-O.
• 1993 Descoberta a supercondutividade num composto de
Hg-Ba-Ca-Cu-O, com Tc ≈ 135K (-138oC) .
• 1997 Não há aceitação pela comunidade científica de uma única
teoria que explique o fenômeno da supercondutividade em altas temperaturas.
• Mas a busca da supercondutividade a temperaturas ainda maiores continua.
• As cerâmicas apresentam vantagens, pois possuem temperatura de transição superior à temperatura de fusão do nitrogênio (78K). Já o nitrogênio é um
elemento químico que é muito abundante na natureza e que pode, com certa facilidade, ser liquefeito.
• As cerâmicas apresentam vantagens, pois possuem temperatura de transição superior à temperatura de fusão do nitrogênio (78K). Já o nitrogênio é um
elemento químico que é muito abundante na natureza e que pode, com certa facilidade, ser liquefeito.
• Através do processo de liquefação do nitrogênio é possível manter a cerâmica no estado de
supercondutor com baixo custo e com equipamentos mais acessíveis.
• Através do processo de liquefação do nitrogênio é possível manter a cerâmica no estado de
supercondutor com baixo custo e com equipamentos mais acessíveis.
Material
Tc (Kelvin)
Tipo 1 - Supercondutores Metálicos W Al Sn 0.015 1.18 3.72 Tipo 2 – Supercondutores Metálicos/Intermetálicos
Nb Nb3Sn GaV3 9.25 18.05 16.80 Tipo 3 - Supercondutores Cerâmicos
(La,Sr)2CuO4 YBa2Cu3O7-x TlBa2Ca3Cu4O11 40 93 122
As temperaturas críticas Tc de alguns supercondutores selecionados
Para que estes materiais superconduzam, eles
precisam ser mantidos a temperaturasextremamente baixas.
• O hélio líquido, com um ponto de fusão de 4 Kelvin (-269 ºC) é usado para refrigerar vários materiais
supercondutores.
• O nitrogênio líquido, com um ponto de fusão de 77 Kelvin (-196 ºC), pode ser utilizado para alguns
supercondutores cerâmicos.
Para que estes materiais superconduzam, eles precisam ser mantidos a temperaturas
extremamente baixas.
• O hélio líquido, com um ponto de fusão de 4 Kelvin (-269 ºC) é usado para refrigerar vários materiais
supercondutores.
• O nitrogênio líquido, com um ponto de fusão de 77 Kelvin (-196 ºC), pode ser utilizado para alguns
• Supercondutores de alta temperatura para
cabos de transmissão de energia:
Podem oferecer benefícios significativos na transmissão de potência sem perdas, aumentando a capacidade de transmissão e substituindo os óleos e fluidos isolantes (dielétricos) utilizados atualmente nos cabos de cobre pelo ecologicamente aceito
nitrogênio líquido
• Supercondutores de alta temperatura para
cabos de transmissão de energia:
Podem oferecer benefícios significativos na transmissão de potência sem perdas, aumentando a capacidade de transmissão e substituindo os óleos e fluidos isolantes (dielétricos) utilizados atualmente nos cabos de cobre pelo ecologicamente aceito
Supercondutores de alta temperatura para cabos de transmissão de energia:
• Supercondutores de alta temperatura para
transformadores de potência:
• A fiação com supercondutores possibilitará a
redução no tamanho e no peso dos
transformadores pela metade, além de
reduzirem as perdas também à metade.
• Supercondutores de alta temperatura para
transformadores de potência:
• A fiação com supercondutores possibilitará a
redução no tamanho e no peso dos
transformadores pela metade, além de
reduzirem as perdas também à metade.
• O óleo ou fluido isolante (dielétrico) utilizado
para refrigerar transformadores convencionais
seria substituído por nitrogênio líquido,
eliminando ainda riscos de incêndio e outros
problemas existentes atualmente.
• O óleo ou fluido isolante (dielétrico) utilizado
para refrigerar transformadores convencionais
seria substituído por nitrogênio líquido,
eliminando ainda riscos de incêndio e outros
problemas existentes atualmente.
• Efeito Meissner ( ou Efeito Meissner-Ochsenfeld) • Já foi observado que o campo magnético no interior
de um supercondutor é constante.
• Os físicos W. H. Meissner e Robert Ochsenfeld mostraram que o campo magnético no
supercondutor não se limita a ser apenas constante, ele é na verdade nulo. B=0
• Efeito Meissner ( ou Efeito Meissner-Ochsenfeld)
• Já foi observado que o campo magnético no interior de um supercondutor é constante.
• Os físicos W. H. Meissner e Robert Ochsenfeld mostraram que o campo magnético no
supercondutor não se limita a ser apenas constante, ele é na verdade nulo. B=0
Robert Ochsenfeld Walther Meissner
• Assim, se um material supercondutor, inicialmente a uma temperatura superior a Tc, ou seja, em um estado
em que ele não pode ser considerado supercondutor, é submetido a um campo magnético B e em seguida é resfriado a uma temperatura inferior a Tc , ele “expele”
todo o campo magnético do seu interior.
• Assim, se um material supercondutor, inicialmente a uma temperatura superior a Tc, ou seja, em um estado
em que ele não pode ser considerado supercondutor, é submetido a um campo magnético B e em seguida é resfriado a uma temperatura inferior a Tc , ele “expele”
• A demonstração clássica do efeito Meissner consiste em fazer um ímã permanente flutuar sobre a superfície de um supercondutor.
• As linhas do campo magnético são impedidas de penetrarem no supercondutor e tomam uma forma semelhante a que teriam se houvesse outro ímã idêntico dentro do material supercondutor (ímã "imagem").
• Dessa forma, o ímã sofre uma repulsão que compensa seu peso ( gravidade ) e "levita" sobre o supercondutor.
• A demonstração clássica do efeito Meissner consiste em fazer
um ímã permanente flutuar sobre a superfície de um supercondutor.
• As linhas do campo magnético são impedidas de penetrarem no supercondutor e tomam uma forma semelhante a que teriam se houvesse outro ímã idêntico dentro do material supercondutor (ímã "imagem").
• Dessa forma, o ímã sofre uma repulsão que compensa seu peso ( gravidade ) e "levita" sobre o supercondutor.
o ímã sofre uma repulsão que compensa seu peso ( gravidade ) e "levita" sobre o supercondutor.
• Exercício : Fazer uma breve pesquisa sobre
outras aplicações de materiais
supercondutores
• Exercício : Fazer uma breve pesquisa sobre
outras aplicações de materiais
• Leitura Complementar :
• EFEITO MEISSNER e LEVITAÇÃO MAGNÉTICA
• Leitura Complementar :
• Como a resistência R de um supercondutor é nula, o campo elétrico no seu interior também deve ser nulo. A ausência de resistência elétrica permitirá que as
correntes sejam infinitas. Lei de Ohm : E = Ri
sendo i = E/R , se R0, i infinito
• Sendo assim, o campo magnético no interior de um supercondutor não pode variar, precisa ser constante, já que pela Lei de Faraday, qualquer variação no
campo magnético produz um campo elétrico. E = df /dt
• Como a resistência R de um supercondutor é nula, o campo elétrico no seu interior também deve ser nulo. A ausência de resistência elétrica permitirá que as
correntes sejam infinitas. Lei de Ohm : E = Ri
sendo i = E/R , se R0, i infinito
• Sendo assim, o campo magnético no interior de um supercondutor não pode variar, precisa ser constante, já que pela Lei de Faraday, qualquer variação no
campo magnético produz um campo elétrico. E = df /dt
• Suponhamos que um supercondutor seja
colocado em uma região na qual inicialmente
o campo magnético seja nulo.
• Depois, aproximamos desse supercondutor
um ímã. Como o campo magnético dentro do
supercondutor é inicialmente nulo e não pode
mudar ( constante), ele deve continuar nulo.
• Suponhamos que um supercondutor seja
colocado em uma região na qual inicialmente
o campo magnético seja nulo.
• Depois, aproximamos desse supercondutor
um ímã. Como o campo magnético dentro do
supercondutor é inicialmente nulo e não pode
mudar ( constante), ele deve continuar nulo.
• Assim, ao aproximarmos um imã de um material supercondutor, de acordo com a Lei de Faraday, a aproximação do ímã induz correntes no supercondutor, as quais induzem um campo magnético oposto ao do ímã, produzindo uma repulsão.
• Como se trata de material supercondutor, a corrente persiste e o ímã permanece em “levitação” .
• Assim, ao aproximarmos um imã de um material supercondutor, de acordo com a Lei de Faraday, a aproximação do ímã induz correntes no supercondutor, as quais induzem um campo magnético oposto ao do ímã, produzindo uma repulsão.
• Como se trata de material supercondutor, a corrente persiste e o ímã permanece em “levitação” .
Curso Superior de Tecnologia em Instalações Elétricas