Análise Fundamentalista
Carteiras Recomendadas
Análise XP
Portfólios & PERFORMANCE Carteira XP
A Carteira XP teve leve queda de 0,1% no mês de novembro, enquanto que o Ibovespa valorizou 0,1%. No ano, a Carteira XP mantém um bom desempenho, gerando um ganho de 9,7%, cerca de 3,5 p.p. acima do Ibovespa.
Carteira XP Dividendos
A Carteira XP Dividendos obteve uma performance positiva de 3,3% no mês de novembro. Esse desempenho foi cerca de 3,2 p.p acima do Ibovespa. No ano, a Carteira XP Dividendos segue com a boa performance de 16,2%, frente aos 6,1% do Ibovespa.
Carteira XP Small Caps
Esse não tem sido um ano bom para os papéis de menor valor de mercado em nossa bolsa. No mês, nossa Carteira XP Small Caps apresentou performance negativa de 1,4%, com o Ibovespa se valorizando 0,1%. Carteira XP Alpha
A Carteira XP Alpha se valorizou em 5,3% em novembro, contra a valorização de 0,1% do Ibovespa.
Índice
Portfólios & Performance Trocas
Panorama Macroeconômico Carteira XP
Carteira XP Dividendos Carteira XP Small Caps Carteira XP Alpha Disclaimer Carteira XP 9,7 -2,8 37,5 -12,1 15,9 76,5 7,2 14,5 156,6 dif. p.p. 3,5 p.p. 12,7 p.p. 30,1 p.p. 6,0 p.p. 14,8 p.p. 31,5 p.p. 3,1 p.p. 19,4 p.p. 141,0 p.p. Carteira XP Dividendos 16,2 14,1 16,4 3,6 29,3 41,8 14,4 36,0 182,9 dif. p.p. 10,1 p.p. 29,6 p.p. 9,0 p.p. 21,7 p.p. 28,3 p.p. -32,7 p.p. 10,3 p.p. 40,9 p.p. 143,8 p.p.
Carteira XP Small Caps -15,9 -8,0 26,6 -18,9 - - -17,5 -19,8 -20,6
dif. p.p. -22,0 p.p. 7,5 p.p. 19,2 p.p. 0,0 p.p. - - -21,6 p.p. -14,9 p.p. 1,3 p.p. Carteira XP Alpha -10,9 -3,3 - - - -13,8 dif. p.p. -17,0 p.p. -11,8 p.p. - - - - - - -29,0 p.p. Ibovespa 6,1 -15,5 7,4 -18,1 1,0 45,0 4,2 -4,9 15,6 Carteira XP -6,5 2,5 3,7 3,7 -0,1 4,7 2,3 11,3 -12,5 2,3 -0,1 -dif. p.p. 1,0 p.p. 3,7 p.p. -3,3 p.p. 1,3 p.p. 0,7 p.p. 0,9 p.p. -2,7 p.p. 1,5 p.p. -0,8 p.p. 1,4 p.p. -0,2 p.p. -Carteira XP Dividendos -4,1 0,0 6,0 2,8 2,7 5,6 0,9 8,6 -12,4 3,3 3,3 -dif. p.p. 3,4 p.p. 1,1 p.p. -1,1 p.p. 0,4 p.p. 3,5 p.p. 1,9 p.p. -4,1 p.p. -1,2 p.p. -0,7 p.p. 2,3 p.p. 3,2 p.p.
-Carteira XP Small Caps -9,6 -1,4 -3,4 0,4 2,4 0,7 -2,9 5,1 -8,0 1,8 -1,4
-dif. p.p. -2,1 p.p. -0,2 p.p. -10,4 p.p. -2,0 p.p. 3,2 p.p. -3,1 p.p. -7,9 p.p. -4,7 p.p. 3,7 p.p. 0,9 p.p. -1,5 p.p.
-Carteira XP Alpha -9,3 2,5 8,9 -5,3 -5,3 4,5 -1,5 9,1 -13,0 -4,6 5,3
-dif. p.p. -1,8 p.p. 3,6 p.p. 1,8 p.p. -7,7 p.p. -4,5 p.p. 0,8 p.p. -6,5 p.p. -0,7 p.p. -1,3 p.p. -5,6 p.p. 5,3 p.p.
-Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 0,9 0,1
-*Inicial: Carteira XP 30/4/2009, Carteira XP Dividendos 2/1/2009, Carteira XP Small Caps 30/12/2010, Carteira XP Alpha 28/6/2013.
Performance: Carteiras XP
Portfólio 2014 2013 2012 2011 2010 2009 Últimos
12 m Últimos
24 m Inicial*
Portfólio jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14
10,0 15,0
Trocas para Dezembro
Carteira XP
Modificações:
Retirada dos 7% em Petrobras (PETR3): optamos pela retirada de Petrobras da nossa carteira mensal, pois a situação só piorou e enxergamos poucas saídas para a companhia. Além disso, essas opções deverão gerar mais pressão no ativo, dado o elevado endividamento da companhia e a não publicação do balanço auditado, só publicará o balanço proforma dia 12/12 e o auditado só em janeiro. Aliado a isso, tem todo o problema de corrupção. A companhia investe R$ 20 bi por trimestre, possui R$ 66 bi de caixa e tem R$ 300 bi de dívida, sendo que R$ 212 bi, ou seja, 70% estão atrelados ao dólar. O caixa da companhia tende a zerar, no atual cenário, em meados de abril e início de maio. Assim, as opções são: (i) redução do capex, investimentos, com a queda do petróleo o pré-sal começa a gerar menor retorno; (ii) desinvestimentos – venda de ativos no exterior; (iii) novo reajuste de preços de combustíveis – só que depende do governo e cada 10% de reajuste na gasolina impacta o IPCA em 0,37%; (iv) por último, com menor probabilidade, uma nova emissão de ações. Menor probabilidade, pois o próprio governo teria que injetar capital na companhia.
Redução de 6% em Embraer (EMBR3): em função de uma postura mais favorável em termos de alinhamento entre preferências de mercado e postura das autoridades fiscais/monetárias, foi observado um movimento relevante para a tendência de valorização da moeda brasileira. Neste sentido, optamos por reduzir nossa exposição a ativos que tem como modelo operacional beneficiado, em termos relativos, em expansão global e desvalorização da moeda brasileira.
Redução de 2% em BB Seguridade (BBSE3): devido ao resultado robusto desde nossa inclusão inicial nas Carteiras Recomendadas (+93% Carteira XP) e maior penetração do segmento de seguros na base de clientes do Banco do Brasil, consideramos prudente reduzir nossa exposição ao ativo, liberando mais financeiro para as demais instituições com maiores distorções de preço de mercado contra valor intrínseco.
Aumento de 5% em Cielo (CIEL3): baseada na negociação ocorrida entre Cielo e Banco do Brasil, a instituição deve tomar outro impulso, além do observado nos últimos dias, em termos de geração de valor (apesar de um payout reduzido de 30% no curto/médio prazo). Continuamos recomendando exposição ao ativo, no curto, médio e longo prazo, dado o modelo operacional, barreiras a entrada de concorrentes, perspectivas de crescimento, resiliência de margens e retorno da instituição.
Aumento de 3% em Estácio (ESTC3): aumento marginal na posição de Estácio, reforçando nosso otimismo com o setor de Educação, principalmente no relativo (bolsa como um todo).
Entrada de 7% em Natura (NATU3): optamos pela entrada do ativo devido aos seguintes motivos: (a) competição – redução devido a canibalização que a Boticário, através de consultoras diretas, gerou na reestruturação do modelo, sendo benéfico para a companhia; (b) câmbio – como o maior concorrente são os produtos importados em cosméticos, uma alta do dólar reduz a competição e “protege” o mercado interno; (c) a piora econômica eleva as vendas das consultoras independentes, pois como se trata de um meio complementar de aumento de renda, quando ocorre uma piora na economia, observa-se um efeito de aumento da eficiência das consultoras, que se focam mais nesse complemento de renda; (d) valuation – a companhia está negociando a 15x P/E 2015E, o que julgamos que é uma excelente relação risco x retorno, com crescimento de receita (top line) de cosméticos e excelente gestão. A forte queda verificada na semana foi decorrente, principalmente, das informações de que o governo poderia aumentar a taxação de cosméticos e importados, porém, julgamos que se for implementado, já estaria no preço dos ativos.
Carteira XP Dividendos
Modificações:
Redução de 5% em Vale (VALE5): reduzimos Vale dada a deterioração das perspectivas para a empresa. Apesar de ainda entendermos que a empresa tem muito valor no longo prazo, não vemos nenhum trigger muito claro para a alta do papel no curto/médio prazo. O preço do minério, juntamente com a desaceleração da China e alto investimentos da Vale remanescentes para 2015, podem prejudicar a capacidade de pagamento de dividendos da empresa no curto/médio prazo. Redução de 5% em BB Seguridade (BBSE3): devido ao resultado robusto desde nossa inclusão inicial nas Carteiras Recomendadas (+93% Carteira XP) e maior penetração do segmento de seguros na base de clientes do Banco do Brasil, consideramos prudente reduzir nossa exposição ao ativo, liberando mais financeiro para as demais instituições com maiores distorções de preço de mercado contra valor intrínseco.
Aumento de 5% em Cetip (CTIP3): devido a expectativa de um cenário desafiador para o próximo ano, destacamos que nossa elevação em termos de exposição segue apoiada em uma série de fatores que podem contribuir para uma performance positiva, no médio/longo prazo, apesar do desempenho relevante no ano, como: baixa necessidade de capital, resiliência de preços praticados, alta geração de caixa e elevação do payout do ativo.
Entrada de 5% em Natura (NATU3): Natura tem um bom Dividend Yield (acima da média da carteira).
Carteira XP Small Caps
Modificações:
Para este mês, não realizamos alterações.
Carteira XP Alpha
Modificações
Panorama Macroeconômico
Após a reeleição de Dilma, o grande questionamento pairou sobre o slogan “governo novo, ideias novas”: quanto da ideologia aplicada nos últimos anos, de fato, seria modificada.
Durante a campanha, Dilma já tinha avisado Guido Mantega de que ele não ficaria no cargo em caso de reeleição, assim, naturalmente, a expectativa em torno do novo nome logo se formou nos primeiros dias pós-urnas, nomes que iam de figuras que fortaleceriam ainda mais as convicções de Dilma, até de banqueiros que estariam mais alinhados com as expectativas do mercado.
Em um exercício mental, poderíamos facilmente elaborar dois quadros antagônicos sobre o que o mercado esperava da condução econômica do país e o que o governo vinha exercendo. Mercado desejava autonomia para os ministros e Banco Central, postura de disciplina fiscal e transparência nas contas públicas, contrário a chamada “contabilidade criativa” tão citada ultimamente, e menos intervenção cambial e estatal.
Com o anúncio de Joaquim Levy como Ministro da Fazenda e Nelson Barbosa como Ministro do Planejamento nosso exercício teve um novo desdobramento: governo e mercado parecem dizer o mesmo. Joaquim Levy prega responsabilidade fiscal e transparência como essências, teve sua trajetória munida por tais qualidades em suas passagens pela vida pública, inclusive no governo de Lula. Nelson Barbosa prega que o menor intervencionismo no câmbio seja um dos pilares para um bom governo, além de transparência e menor intervencionismo nos preços relativos. Portanto, uma sinalização muito positiva com os novos ministros, além de Alexandre Tombini ter sido mantido no cargo, mesmo após uma alta de juros no período de férias de Dilma, o que indicou uma autonomia maior. O próximo passo é manter cautela sobre a sinalização e verificar se, na prática, será aplicado tudo o que foi dito. Da mesma forma que o mercado se mostrou mais contente em ver boa parte de seus anseios em trajetória de serem alinhados com a atuação do “novo governo”, vimos defensores da política que vem sendo aplicada temerosos, para acalmá-los membros do governo citaram que a última palavra do dia ainda seria de Dilma. As palavras de um ministro “ministro não tem estabilidade, depende da vontade da presidente”, basicamente igualou Guido Mantega e Joaquim Levy, e Miriam Belchior e Nelson Barbosa. O mercado, obviamente, reagiu mal nas primeiras sinalizações neste sentido.
No cenário macroeconômico internacional a grande mudança foi o inesperado corte das taxas de juros vindos da China, a aparente desaceleração chinesa, que possivelmente não entregará o crescimento na meta de 7,5%, chama a atenção para possíveis estímulos econômicos vindos do governo, ao mesmo tempo receosos com especulações imobiliárias. O governo já se mostra preparado para conviver com um ritmo de crescimento menor nos próximos anos e busca ajustar o ambiente econômico para esse novo quadro. Ainda na Ásia, vimos o Banco do Japão aumentando os estímulos monetários e postergando a alta de impostos para o segundo semestre de 2015. Teremos, assim, mais liquidez nos mercados e maior procura de ativos de risco. Outro ponto importante, as agências de risco continuam alertando para a necessidade de ajustes na economia brasileira, sendo possível já ver o mercado precificando um futuro rebaixamento brasileiro ao elevar o preço do CDS brasileiro, com preço bem acima de países com o mesmo rating. No entanto, quem deve iniciar a onda de rebaixamentos deve ser a economia russa, muito se destacou o conflito na Ucrânia e pouco se falou das reais condições econômicas russas. Com a OPEP se posicionando contrária a um corte na produção para evitar a queda do preço do petróleo, a pressão aumenta e, mais uma vez, o CDS russo caiu, inclusive ultrapassando o CDS de países que já estão com grau especulativo. Com o iminente rebaixamento russo, os mercados devem cuidar países semelhantes, dentre eles, o Brasil, e questionar se as condições do ambiente econômico por aqui sustentarão o grau de investimento atual.
Na Europa continuamos a ver planos de estímulo monetário com a ameaça de deflação cada vez mais real e o baixo crescimento, mais um quadro que indica presença de liquidez nos mercados por um belo tempo, desta vez com a região adotando medidas semelhantes as dos Estados Unidos e Japão. Os Estados Unidos continuam apresentando dados positivos de sua economia, condição necessária para a já confirmada elevação da taxa de juros do país, mas ainda sem data definida. Embora os dados estejam bons, nada ainda está na linha de pressionar a antecipação do movimento do FED, como uma aceleração acima do planejado da inflação, o que provocaria uma mudança da atual retórica. Na última reunião do FED em dezembro poderá ser possível verificar qual a visão dos membros para 2015.
Vimos que não são apenas as novas ideias do governo brasileiro que movimentarão o mercado doméstico nos próximos tempos. Torceremos para que as ideias novas correspondam ao discurso dos novos ministros, mas ressaltamos que novas movimentações de governos, principalmente americano e chinês, também darão o norte, devendo ser acompanhadas de perto.
Carteira XP
Itaú Unibanco (ITUB4): a expansão das operações dos bancos privados começa a acelerar, se comparada com as taxa de concessão dos banco de controle estatal. Porém, a originação de créditos surge com melhor qualidade, apoiada em segmentos de melhor relação risco/retorno. Agrada-nos o fato de que os níveis de spread começam a demonstrar recuperação, dado o aumento nas taxas de juros básica e sinais de arrefecimento da pressão sobre as taxas praticadas no setor. Itaú Unibanco já negocia com múltiplos superiores a Bradesco, devido a sua perspectiva positiva e entrega de melhor retorno. Adicionalmente, a instituição enxugou custos e despesas nos últimos trimestres, além de ter realizado aquisições relevantes, como a participação remanescente da Redecard. Acreditamos que o desempenho divulgado no último resultado, continua sendo o melhor desempenho dentre as instituições financeiras. O banco demonstra que segue em tendência positiva em termos de queda de inadimplência, evolução de sua margem com clientes, custos operacionais sob controle, continuidade do foco em ganhos de eficiência, evolução relevante no lucro líquido e outras métricas de retorno final.
Hering (HGTX3): a Companhia Hering é uma empresa que opera na indústria de moda brasileira. A companhia é ativa no gerenciamento de marca, fabricação e varejo, vende os seus produtos sob diversas marcas, como: (a) Hering, (b) Hering for you, (c) Hering Kids, (d) PUC e (e) dzarm. A rede de lojas é distribuída através de lojas próprias e franquias, multimarcas e também por vendas on-line. As ações da companhia seguem negociando a múltiplos extremamente baixos (abaixo de 12x P/E 2015e), com elevado retorno e forte geração de caixa. Apesar do SSS – vendas mesmas lojas terem apresentado números negativos nos últimos resultados, a empresa vem passando por um forte processo de reestruturação e este processo deve surtir efeito agora no 4T14 e começo de 2015. A reestruturação teve início em meados de 2013. Mesmo com um cenário desafiador em 2015, acreditamos que nesse nível de valuation, Hering é um ativo interessante para o ano de 2015. Embraer (EMBR3): a Embraer é hoje uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo. Com mais de 40 anos de existência, a instituição atua em todas as etapas de um processo complexo: projeto, desenvolvimento, fabricação, venda e suporte pós-venda de aeronaves para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva, além de defesa e segurança. Já foram produzidos pela Embraer mais de 5 mil aviões, que operam em 80 países, nos cinco continentes, tornando-a líder no mercado de jatos comerciais com até 120 assentos, além da fabricação de alguns dos melhores jatos executivos em operação e da entrada em um novo patamar no setor de defesa. Com receitas bem diversificadas, o ativo detém correlação de desempenho com a economia mundial, sendo uma instituição/escolha defensiva, em um momento de fundamentos brasileiros desfavoráveis na comparação com a América Latina e âmbito mundial. O ativo tem movimentos descorrelacionados com as questões políticas.
Estácio (ESTC3): a Estácio é um dos mais relevantes grupos educacionais do país, com 78 cursos de graduação, mestrado, doutorado e cursos de extensão, para uma base de mais de 330 mil alunos. Atualmente conta com 260 mil alunos presenciais (com forte presença no RJ) e cerca de 70 mil alunos em EAD. Tanto no segmento presencial quanto no EAD, a empresa tem apresentado um crescimento de 2 dígitos em sua base de aluno. A empresa está em um momento de ganhos de margem e melhora operacional, que pode ser observado nos resultados dos últimos trimestres. Recentemente a Estácio adquiriu a UniSEB, marca muito forte em EAD, principalmente no estado de SP. Além do EAD ser um segmento muito promissor (cresce 2 dígitos nos últimos anos), com essa aquisição a Estácio entra em São Paulo, região em que a empresa não tinha uma presença muito forte. Outro ponto a se destacar é o FIES, financiamento oferecido pelo governo e que já está em andamento, proporcionando condições muito atraentes para os alunos, ao mesmo tempo que diminui a evasão e aumenta o ticket médio para as instituições participantes. Das empresas do setor de educação preferimos a Estácio, por se tratar de um case com maior visibilidade quanto aos ganhos de margem e crescimento.
Cielo (CIEL3): a Cielo tem como atividades principais a prestação de serviços de credenciamento de estabelecimentos comerciais e de estabelecimentos prestadores de serviços para a aceitação de cartões de crédito e de débito, bem como de outros meios de pagamento ou meios eletrônicos necessários para registro e aprovação de transações não financeiras. Atualmente a empresa se encontra em patamares considerados atrativos em termos de preço, visto o posicionamento diferenciado no mercado de adquirência, em que as margens e perspectivas de crescimento justificam o patamar de seus indicadores de valor e expectativas para o ativo. O racional de investimento está igualmente apoiado em seus resultados financeiros consistentes e ganhos de market share, mesmo com a atuação mais agressiva por parte de seus concorrentes com menor participação no mercado, no sentido de obter a fatia maior no segmento (GetNet e Rede). Os receios do mercado quanto a possíveis intervenções do governo já foram encerrados com a definição do Banco Central como o regulador oficial do setor.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
20% ITAU UNIBAN-PREF ITUB4 Financeiro R$ 201.302 MM 9,8x - 2,0x 22%
10% CIA HERING HGTX3 Varejo R$ 4.025 MM 11,6x 8,1x 3,6x 32%
10% EMBRAER EMBR3 Bens de Capital R$ 17.505 MM 14,0x 6,7x 1,6x 12%
23% ESTACIO ESTC3 Educacional R$ 8.797 MM 14,2x 11,4x 3,2x 26%
15% CIELO SA CIEL3 Financeiro R$ 69.100 MM 18,2x 15,9x 12,4x 79%
15% BB SEGURIDADE PA BBSE3 Financeiro R$ 67.140 MM 17,5x 13,9x 7,9x 50%
7% NATURA NATU3 Varejo R$ 15.210 MM 16,0x 9,2x 11,4x 76%
Composição: Carteira XP
Carteira XP
BB Seguridade (BBSE3): a BB Seguridade representa um agregado de instituições focadas em produtos no mercado de seguros (BB Seguros), corretagem (BB corretora) e resseguros (IRB-Brasil). Se é verdade que a empresa é controlada por um banco Estatal, o risco de intervenção é, em nossa visão, mitigado pela parceria com entes privados (ex: Mapfre). Consideramos igualmente atrativo o fato de que o setor de seguros ser ainda inicial no Brasil, considerando o todo da economia. Seguimos vendo a empresa como uma excelente forma de se expor a um setor com crescimento acima da média e menos correlacionado com o desempenho agregado. A empresa é bastante lucrativa, com retorno alto (ROE: 45%), capilaridade e ampla capacidade de expansão a partir da baixa penetração na base de cliente do Banco do Brasil. Vale ressaltar que o anúncio de criação de uma nova instituição financeira por parte do BB e Banco Postal é considerado uma nova possibilidade de expansão para suas operações.
Natura (NATU3): É uma companhia de cosméticos que realiza a venda através do modelo de venda direta, utilizando consultoras independentes. Optamos pela entrada do ativo devido aos seguintes motivos: (a) competição – redução devido a canibalização que a Boticário, através de consultoras diretas, gerou na reestruturação do modelo, sendo benéfico para a companhia; (b) câmbio – como o maior concorrente são os produtos importados em cosméticos, uma alta do dólar reduz a competição e “protege” o mercado interno; (c) a piora econômica eleva as vendas das consultoras independentes, pois como se trata de um meio complementar de aumento de renda, quando ocorre uma piora na economia, observa-se um efeito de aumento da eficiência das consultoras, que se focam mais nesse complemento de renda; (d) valuation – a companhia está negociando a 15x P/E 2015E, o que julgamos que é uma excelente relação risco x retorno, com crescimento de receita (top line) de cosméticos e excelente gestão. A forte queda verificada na semana foi decorrente, principalmente, das informações de que o governo poderia aumentar a taxação de cosméticos e importados, porém, julgamos que se for implementado, já estaria no preço dos ativos.
Carteira XP
Carteira 9,7 -2,8 37,5 -12,1 15,9 76,5 7,2 14,5 156,6 Ibovespa 6,1 -15,5 7,4 -18,1 1,0 45,0 4,2 -4,9 15,6 dif. p.p. 3,5 p.p. 12,7 p.p. 30,1 p.p. 6,0 p.p. 14,8 p.p. 31,5 p.p. 3,1 p.p. 19,4 p.p. 141,0 p.p. Carteira -6,5 2,5 3,7 3,7 -0,1 4,7 2,3 11,3 -12,5 2,3 -0,1 -Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 0,9 0,1 -dif. p.p. 1,0 p.p. 3,7 p.p. -3,3 p.p. 1,3 p.p. 0,7 p.p. 0,9 p.p. -2,7 p.p. 1,5 p.p. -0,8 p.p. 1,4 p.p. -0,2 p.p. -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 0,92 - -12,6% -2,4% 6,3% 5,7% 68,00 41,00 27,00 1,5% 18,5% -12,5% TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months)Portfólio Retorno Médio Mensal fev/14 mar/14 Portfólio Menor Retorno Mês
Estatísticas: Carteira XP
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses # Meses Positivo # Meses Negativo Maior Retorno Mêsjun/14 jul/14 ago/14 dez/14
2009 Últimos 12 m Últimos 24 m Inicial* 2012 2011 2010
Performance: Carteira XP
nov/14 out/14 set/14jan/14 abr/14 mai/14
2014 2013 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Ibovespa -20,0 -15,0 -10,0 -5,0 0,0 5,0 10,0 PETR3 ESTC3 HGTX3 EMBR3 Carteira XP Ibovespa BBSE3 ITUB4 CIEL3∆% MENSAL
75,0 105,0 135,0 165,0 195,0 225,0 255,0 285,0 315,0DESEMPENHO HISTÓRICO
Carteira XP Dividendos
Cielo (CIEL3): ver comentário página 4.
Itaúsa (ITSA4): o grupo foi constituído para centralizar as decisões financeiras e estratégicas de um conjunto de empresas. Atualmente sua composição está, quase exclusivamente, apoiada em Itaú Unibanco (96%). Neste sentido, a melhor definição do ativo e suas perspectivas podem ser obtidas através de uma análise a respeito do banco Itaú Unibanco. Ver comentário página 4.
BB Seguridade (BBSE3): ver comentário na página 5.
Cetip (CTIP3): é a maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina e a maior câmara de ativos privados do País, desempenhando o papel de integradora do mercado financeiro. Por intermédio da Unidade de Títulos e Valores Mobiliários, a companhia é líder no Brasil nas atividades de registro, custódia e liquidação de ativos privados de renda fixa - como Certificados de Depósito Bancário (CDB), Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDI), Letras Financeiras (LF) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Debêntures, entre outros - e de derivativos de balcão, funcionando como uma solução integrada para estes mercados. Também possui uma plataforma de negociação eletrônica para o mercado secundário de títulos públicos e privados. Realiza ainda processamento de DOCs e liquidação de TEDs. A instituição possui capital disperso. Porém, existem uma série de fatores que podem contribuir para uma performance positiva, no curto prazo, apesar do desempenho relevante no ano (+35%), como: baixa necessidade de capital, resiliência de preços praticados, alta geração de caixa e elevação do payout do ativo.
Kroton (KROT3): a Kroton é uma das maiores empresas do setor de Educação no Brasil. Atualmente conta cerca de 1 milhão de alunos (contando com a fusão), distribuídos na modalidade presencial e EAD (Ensino a Distância). A recente fusão com a Anhanguera formou a maior empresa de capital aberto no setor de Educação. A Kroton tem mostrado uma enorme capacidade de gerar valor e concretizar sinergias das recentes aquisições. Os últimos resultados continuam surpreendendo o mercado (que já tem expectativas bem altas para o setor). Com ganhos de margem e bom crescimento na base de alunos, a empresa deve ultrapassar seu guidance mais um ano. Vale lembrar que não só o operacional da empresa é sólido, mas o setor de Educação como um todo tem performado muito bem, e com boas perspectivas para 2014.
Vale (VALE5): a Vale é uma das três maiores mineradoras do mundo e uma das maiores companhias do setor privado negociadas no mundo. A Vale tem capitalização de mercado de aproximadamente US$ 68 bilhões. Trata-se da maior produtora mundial de minério de ferro e pelotas, matérias-primas essenciais para a indústria siderúrgica, a segunda maior produtora de níquel, com aplicações na indústria de aço inoxidável e ligas metálicas utilizadas na produção de aeronaves, automóveis, equipamentos de mineração e energia, telefones celulares, baterias, baterias especiais para veículos elétricos híbridos entre muitos outros. A Vale também produz manganês, ferro ligas, carvão térmico e metalúrgico, cobre, cobalto, metais do grupo da platina e fertilizantes, matérias-primas importantes para a indústria e a agricultura global. A recente queda no papel nos chamou atenção pelo fato da empresa estar sendo negociada a múltiplos muito atrativos, com um operacional bem “redondo”. Apesar do cenário externo (principalmente China) não estar favorável, assim como o preço do minério, enxergamos que esse patamar de preço do minério pode estar perto das mínimas estruturais (que viabiliza a produção), possibilitando assim um bom ponto de entrada no papel frente a uma possível valorização nas cotações do minério. Além disso, a empresa tem se mostrado uma ótima alternativa para um portfólio composto por empresas boas pagadoras de dividendos.
Natura (NATU3): ver comentário na página 5.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
20% KROTON KROT3 Educacional R$ 29.093 MM 17,7x 14,6x 2,7x 19%
15% CIELO SA CIEL3 Financeiro R$ 69.100 MM 18,2x 15,9x 12,4x 79%
20% ITAUSA-PREF ITSA4 Financeiro R$ 63.964 MM 7,6x - - 19%
15% BB SEGURIDADE PA BBSE3 Financeiro R$ 67.140 MM 17,5x 13,9x 7,9x 50%
20% CETIP CTIP3 Bolsa R$ 8.705 MM 17,0x 11,3x 4,4x 26%
5% VALE SA-PF VALE5 Mineração & Siderurgia R$ 115.503 MM 7,1x 5,2x 0,7x 10%
5% NATURA NATU3 Varejo R$ 15.210 MM 16,0x 9,2x 11,4x 76%
Composição: Carteira XP Dividendos
Carteira XP Dividendos
Carteira 16,2 14,1 16,4 3,6 29,3 41,8 14,4 36,0 182,9 Ibovespa 6,1 -15,5 7,4 -18,1 1,0 74,5 4,2 -4,9 39,1 dif. p.p. 10,1 p.p. 29,6 p.p. 9,0 p.p. 21,7 p.p. 28,3 p.p. -32,7 p.p. 10,3 p.p. 40,9 p.p. 143,8 p.p. Carteira -4,1 0,0 6,0 2,8 2,7 5,6 0,9 8,6 -12,4 3,3 3,3 -Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 0,9 0,1 -dif. p.p. 3,4 p.p. 1,1 p.p. -1,1 p.p. 0,4 p.p. 3,5 p.p. 1,9 p.p. -4,1 p.p. -1,2 p.p. -0,7 p.p. 2,3 p.p. 3,2 p.p. -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 0,84 - -11,1% 5,8% 12,1% 5,3% 71,00 49,00 22,00 1,6% 9,6% -12,4% TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months)dez/14
Estatísticas: Carteira XP Dividendos
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14
Portfólio jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14
# Meses Positivo # Meses Negativo Retorno Médio Mensal Maior Retorno Mês Menor Retorno Mês Últimos 24 m Inicial*
Performance: Carteira XP Dividendos
Portfólio 2013 2012 2011 2010 2009 Últimos 12 m 2014 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Dividendos Ibovespa -8,0 -4,0 0,0 4,0 8,0 12,0 VALE5 Ibovespa KROT3 BBSE3 Carteira XP ITSA4 CTIP3 CIEL3
∆% MENSAL
75,0 105,0 135,0 165,0 195,0 225,0 255,0 285,0 315,0DESEMPENHO HISTÓRICO
Carteira XP Small Caps
Valid (VLID3): a Valid é uma empresa com atuação em 4 segmentos: Meios de Pagamento (principalmente cartões bancários), Sistemas de Identificação (emissão de CNH, documentos de veículos, RG, dados biográficos e biometria), Telecomunicações (venda de chips de celular ou serviços gráficos para telefonia) e Certificado Digital. Essas diferentes frentes de negócio possibilitam uma diversificação de risco e simultaneamente abrem diversas oportunidades de crescimento. Hoje a maior parte da geração de caixa operacional da empresa (60%) vem do segmento de Sistemas de Identificação, que conta com barreiras de entradas consideráveis (confiabilidade de serviço e investimento alto para troca de operador), além de proporcionar uma geração de caixa recorrente para sustentar e dar conforto para criação de novas linhas de negócios. Recentemente o segmento de Meios de Pagamento e Telecomunicações não tem performado bem, porém a empresa já realizou uma reestruturação para a nova realidade de menores volumes. A ação sofreu bastante por causa dessa queda, alinhando as expectativas dos investidores ao novo patamar de produção desses segmentos. Porém um ponto crucial foi o anúncio de associação com os Correios, que a empresa divulgou dia 02/12 e que pode ser um ponto de mudança estrutural no case de investimento. Alguns serviços que podem estar no escopo são: transmissão eletrônica de contas/extratos, que hoje são feitos via papel, e transmissão/distribuição de documentos oficiais autenticados digitalmente (a Valid já tem o segmento de Certificação Digital em operação). Lembrando que os Correios têm atuação nacional e capilaridade extremamente relevante. Apesar de não termos nenhuma informação adicional sobre a associação, sabemos que a Valid já foi escolhida como parceira e, em breve, a empresa deve divulgar mais detalhes. O ponto importante é que ninguém está colocando isso na conta ainda, e a medida que saírem mais informações a ação pode performar.
Ânima (ANIM3): a Ânima atua em um nicho mais específico, se compararmos com as demais empresas abertas. A empresa tem uma presença muito forte em BH e tem um foco maior na qualidade (ticket médio maior). A empresa tem mostrado um bom crescimento de receita e base de alunos, e um bom incremento de margem. Um outro ponto importante é a possibilidade do MEC credenciar o EAD da empresa ainda este ano, lembrando que o ensino a distância é um vetor de crescimento extremamente importante para o setor de ensino superior. A Ânima continua com a estratégia de crescimento por aquisição e tem mostrado um bom histórico nos recentes investimentos. Sua aquisição mais recente foi a Universidade São Judas Tadeu, extremamente positiva para continuidade de expansão da companhia. A São Judas tem uma marca muito forte em São Paulo e está em linha com o perfil dos demais ativos da Ânima, ensino de qualidade com ticket médio e margens maiores. Estamos bem otimistas com as possibilidades de captação de sinergia com essa aquisição ao longo do tempo.
Saraiva (SLED4): a Saraiva tem o capital aberto há 40 anos, e atualmente tem 2 segmentos de negócios: Varejo e Editora. O Varejo corresponde a cerca de 80% da Receita Líquida e a Editora 20%. Em Abril desse ano a empresa começou uma mudança na forma de olhar o negócio, focando no serviço e experiência do consumidor (tripé acervo, atendimento e serviço). Recentemente contrataram o ex-CEO da Microsoft, Michel Levy, para comandar essa nova fase da empresa. O foco da empresa daqui para frente será a rentabilidade e não crescimento a qualquer custo. O segmento de Varejo vem apresentando um bom crescimento de receita, principalmente puxado pela parte de e-commerce. Outra vertente interessante é a abertura de lojas nos aeroportos (recentemente abriram em Guarulhos e anunciaram mais 5 lojas no aeroporto de Viracopos), que conta com um fluxo interessante e baixa concorrência. O segmento Editorial vem passando por varias ações de reestruturação na parte de marketing e a parte de Sistemas de Ensino tem um grande potencial, lembrando que a margem desse segmento é maior que a do Varejo. O modelo operacional da empresa nos agrada e a empresa tem apresentado consistência no crescimento das principais linhas financeiras. Enxergamos muito valor na empresa, principalmente com a reestruturação pela qual a empresa está passando. Além disso, a Saraiva negocia a múltiplos consideravelmente baixos (P/L 2014E 5,4x e EV/EBITDA de 4x) se compararmos tanto com empresas de varejo quanto educação (dado que não existe empresa similar para compararmos).
Randon (RAPT4): a Randon é líder nacional nos segmentos que atua. Fundada em 1949, tem um marca extremamente forte e histórico de rentabilidade muito consistente. Atua nos mercados de Veículos e Implementos (cerca de 53% da Receita Líquida), Autopeças (aproximadamente 45% da Receita Líquida) e Serviços Financeiros (segmento menos relevante, representando apenas 2% da Receita Líquida). Está entre os 5 maiores fabricantes mundiais de semirreboques (quase 30% de market share no Brasil) e é líder nacional na fabricação de materiais de fricção, freios a ar e outras autopeças para veículos comerciais. Os níveis de preços atuais não refletem o retorno que a empresa pode proporcionar, dado que 2014 tem tudo para ser um ano tão bom quanto 2013 (um dos melhores anos da
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
25% VALID SA VLID3 Tecnologia R$ 2.222 MM 15,7x 8,2x 3,4x 22%
20% RANDON PART-PREF RAPT4 Bens de Capital R$ 1.674 MM 8,5x 5,4x 1,1x 13%
25% ANIMA ANIM3 - R$ 3.117 MM 16,9x 14,0x 4,2x 27%
15% SARAIVA SA-PREF SLED4 - R$ 297 MM 3,3x 2,9x 0,3x 11%
15% EVEN EVEN3 Contrução Civil R$ 1.353 MM 4,8x 6,2x 0,5x 12%
Carteira XP Small Caps
Carteira -15,9 -8,0 26,6 -18,9 - - -17,5 -19,8 -20,6 Ibovespa 6,1 -15,5 7,4 -18,9 - - 4,2 -4,9 -21,9 dif. p.p. -22,0 p.p. 7,5 p.p. 19,2 p.p. 0,0 p.p. - - -21,6 p.p. -14,9 p.p. 1,3 p.p. Carteira -9,6 -1,4 -3,4 0,4 2,4 0,7 -2,9 5,1 -8,0 1,8 -1,4 -Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 0,9 0,1 -dif. p.p. -2,1 p.p. -0,2 p.p. -10,4 p.p. -2,0 p.p. 3,2 p.p. -3,1 p.p. -7,9 p.p. -4,7 p.p. 3,7 p.p. 0,9 p.p. -1,5 p.p. -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 0,50 - -10,5% -47,0% -22,4% 4,1% 48,00 21,00 27,00 -0,4% 13,7% -9,6% TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months)Retorno Médio Mensal
nov/14 dez/14
Estatísticas: Carteira XP Small Caps
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Maior Retorno Mês Menor Retorno Mês Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses # Meses Positivo # Meses Negativo Portfólio jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14
2009 Últimos 12 m Últimos 24 m Inicial* Portfólio 2014 2013 2012 2011 2010 set/14 out/14
Performance: Carteira XP Small Caps
-15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Small Caps Ibovespa -50,0 -40,0 -30,0 -20,0 -10,0 0,0 10,0 20,0 30,0 SLED4 RAPT4 Carteira XP Ibovespa VLID3 EVEN3 ANIM3
∆% MENSAL
60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 110,0 120,0jan-11 abr-11 jul-11 out-11 jan-12 abr-12 jul-12 out-12 jan-13 abr-13 jul-13 out-13 jan-14 abr-14 jul-14 out-14
DESEMPENHO HISTÓRICO
Carteira XP Alpha
Observação:
Lembramos que a carteira XP Alpha é uma carteira essencialmente quantitativa, na medida em que a definição dos ativos que a compõe obedecem alguns parâmetros pré-definidos baseados em indicadores fundamentalistas. O processo de definição dos ativos acontece da seguinte forma: (i) aplicamos um filtro de liquidez de forma a trabalhar com ativos que satisfaçam certos requerimentos mínimos; (ii) a partir dessas empresas aplicamos filtros com parâmetros fundamentalista que foram previamente definidos pela equipe fundamentalista; (iii) com as empresas que satisfaçam tais filtros elaboramos um ranking que segue um esquema de pontuação com objetivo de selecionar as que apresentam um melhor conjunto de tais parâmetros fundamentalistas. Importante mencionar ainda que os ativos definidos não representam necessariamente as preferências dos analistas, uma vez que o juízo de valor do analista não se aplica à definição dos ativos.
Sua revisão é mensal e o objetivo dessa carteira é gerar alpha para aqueles que a seguirem. Mas o que é alpha? É a diferença entre a rentabilidade de um portfólio e seu benchmark, ponderada pelo risco. É uma carteira que busca alcançar retornos superiores ao seu benchmarking (Ibovespa), levando em conta o diferencial de risco no investimento na carteira comparativamente ao índice.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
16% GAFISA GFSA3 Contrução Civil R$ 1.193 MM 11,3x 8,3x 0,4x 4%
14% OI SA-PREF OIBR4 Telecom R$ 12.219 MM 69,0x 5,8x 0,5x 0%
14% CEMIG-PREF CMIG4 Energia Elétrica R$ 18.006 MM 7,7x 6,4x 1,3x 16%
14% BANCO DO BRASIL BBAS3 Financeiro R$ 84.960 MM 7,0x - 1,0x 15%
14% EVEN EVEN3 Contrução Civil R$ 1.353 MM 4,8x 6,2x 0,5x 12%
14% LIGHT SA LIGT3 Energia Elétrica R$ 4.199 MM 7,4x 5,6x 1,1x 15%
14% EZ TEC EZTC3 Contrução Civil R$ 3.367 MM 6,7x 6,6x 1,1x 19%
Carteira XP Alpha
Carteira -10,9 -3,3 - - - - -16,4 - -13,8 Ibovespa 6,1 8,5 - - - - 4,2 - 15,2 dif. p.p. -17,0 p.p. -11,8 p.p. - - - - -20,6 p.p. - -29,0 p.p. Carteira -9,30 2,51 8,9 -5,3 -5,3 4,5 -1,5 9,1 -13,0 -4,6 5,3 -Ibovespa -7,50 -1,14 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 0,9 0,1 -dif. p.p. -1,8 p.p. 3,6 p.p. 1,8 p.p. -7,7 p.p. -4,5 p.p. 0,8 p.p. -6,5 p.p. -0,7 p.p. -1,3 -5,6 5,3 -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 1,00 - -17,8% -34,6% -21,5% 0,07 17,00 7,00 10,00 -0,6% 9,1% -13,0% TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months)jan/14 # Meses Positivo # Meses Negativo Retorno Médio Mensal Maior Retorno Mês Menor Retorno Mês dez/14
Estatísticas: Carteira XP Alpha
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14
Portfólio fev/14 mar/14 abr/14 mai/14
Últimos 12 m
Últimos
24 m Inicial*
Performance: Carteira XP Alpha
Portfólio 2014 2013 2012 2011 2010 2009 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Alpha Ibovespa
0 500 1000 1500 2000 2500 3000
BACKTEST
Carteira XP Alpha Ibovespa
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 Ibovespa LIGT3 GFSA3 Carteira XP CMIG4 OIBR4 BBAS3 EVEN3 EZTC3
∆% MENSAL
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