Prof. Marcos Valin Jr
História da Alvenaria
• Principal material estrutural de edifícios ao longo de 6.000 anos de civilização
• Principal material responsável pela habitabilidade dos abrigos construídos pelo homem
• SÉC. XX – Desenvolvimento do Concreto Armado
– A alvenaria perdeu a condição de principal estrutura suporte
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
História da Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vedações Verticais - Paredes
São elementos que compartimentam e definem os ambientes internos, controlando a ação de agentes indesejáveis.
Pode-se dizer que seja o invólucro do edifício
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Em edifícios de grande altura
ainda é comum empregar
estrutura de concreto armado
e
alvenaria
apenas
de
vedação.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vedações Verticais - Paredes
Vedações – Propriedades e requisitos
• Desempenho térmico (principalmente isolamento); • Desempenho acústico (principalmente isolamento); • Estanqueidade à água;
• Controle da passagem de ar;
• Proteção e resistência contra a ação do fogo;
• Desempenho estrutural (estabilidade, resistência mecânica e deformabilidade);
• Controle de iluminação (natural e artificial) e de raios visuais (privacidade);
• Durabilidade;
• Custos iniciais e de manutenção; • Padrões estéticos (de conforto visual) e • Facilidade de limpeza e higienização.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vedações – Tipos mais utilizados
Paredes de alvenaria ou maciças Painéis LevesV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vedações – Tipos mais utilizados
Painéis pré-moldados ou pré-fabricadosV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vedações – Tipos mais utilizados
Painéis pré-moldados ou pré-fabricadosV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vedações – Tipos mais utilizados
– Esquadrias
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tipos de Paredes
São elementos de vedação vertical empregados interna ou externamente; moldados no próprio local ou pré-fabricadas e montados no local;
As paredes podem ser sub-classificadas em função de seu
desempenho funcional em:
– estruturais: atua como estrutura portante do edifício;
– de contraventamento: tem função de aumentar a rigidez da
estrutura reticulada e absorver os esforços decorrentes da deformação do pórtico; e
– de vedação: atua somente como componente de vedação
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes de Alvenaria
O termo alvenaria pode ser definido como: componente complexo, conformado em obra, constituído por tijolos ou blocos unidos por si por juntas de argamassa formando um conjunto rígido e coeso.
A partir dessa definição pode-se fazer uma classificação das alvenarias
segundo o material empregado. Essa classificação é apresentada a
seguir:
– ALVENARIA DE BLOCO CERÂMICO – ALVENARIA DE BLOCO DE CONCRETO – ALVENARIA DE BLOCO DE SOLO CIMENTO
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes de Alvenaria
Alvenaria de blocos cerâmicos
Alvenaria com blocos de concreto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes de Alvenaria
Alvenaria de PedraV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes de Alvenaria
Blocos maciços ou perfuradosV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes maciças: Executadas com blocos maciços ou perfurados e assentados com argamassa adequada à composição da junta vertical e horizontal.
Paredes de Alvenaria
Blocos vazadosV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes de Alvenaria
Parede de ½ vez Parede de 1 vez
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes de Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Parede duplaExecutadas com blocos vazados ou maciços, assentados com argamassa adequada, e separadas entre si a uma distância que permita, por exemplo, a passagem de tubulação ou a colocação de um isolante acústico. São presas entre si por meio de detalhes metálicos apropriados.
Paredes de Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Parede compostaExecutadas com blocos do mesmo material ou blocos de materiais diferentes intercalados de modo a resistir em conjunto aos esforços de solicitação da parede.
Paredes de Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Paredes armadasSão executadas normalmente com blocos vazados para embutimento da armação em
seus vazios e que
posteriormente são grauteados com concreto de agregados miúdos.
Paredes de Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Executadas com blocos maciços, porém admitindo somente armação horizontal, colocada na argamassa de assentamento entre as fiadas.
Paredes parcialmente armadas
Vantagens e Desvantagens
da ALVENARIA
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vantagens da Alvenaria
• Durabilidade superior a da maioria dos outros materiais. • Facilidade e baixo custo de produção dos componentes. • Facilidade de produção.
• Maior aceitação pelo usuário.
• Bom a excelente desempenho funcional: – Bom isolamento térmico
– Bom isolamento acústico – Boa estanqueidade à água – Excelente resistência ao fogo – Excelente resistência mecânica
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Desvantagens da Alvenaria
• Baixa produtividade relativa na execução (elevado consumo de mão de-obra);
• Domínio técnico centrado na mão-de-obra executora; • Elevada massa por unidade de superfície;
• Necessidade de revestimentos adicionais para ter rugosidade baixa;
• A VEDAÇÃO VERTICAL concentra o maior desperdício de materiais e mão-de-obra
– Argamassa + bloco (alvenaria)
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Racionalização da Alvenaria
Uma obra desorganizada, suja e mal planejada desde a fase de projeto causa perdas, desperdícios, acidentes frequentes, além de comprometer a qualidade final.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Racionalização da Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Racionalização da Alvenaria
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Racionalização da Alvenaria
Uma obra organizada, limpa e bem planejada desde a fase de projeto minimiza perdas e desperdícios, evita acidentes e é executada com maior rapidez e qualidade.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tijolos Maciços
São blocos de barro comum, moldados com arestas vivas e retilíneas obtidos após a queima das peças em fornos com temperaturas da ordem de 900 a 1000°C.
– dimensões mais comuns: 21x10x5 – quantidades por m²:
» parede de 1/2 tijolo: 77un » parede de 1 tijolo: 148un
Tijolos Cerâmicos
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tijolos Furados (Baianos)
Tijolo cerâmico vazado, moldados com arestas vivas retilíneas. São produzidos a partir da cerâmica vermelha, tendo a sua conformação obtida através de extrusão.
- dimensões: 9x19x19cm – quantidade por m²:
» parede de 1/2 tijolo: 22un » parede de 1 tijolo: 42un
Tijolos Cerâmicos
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tijolos Furados (Baianos)
•
A seção transversal destes tijolos é variável, existindo
tijolos com furos cilíndricos e com furos prismáticos
•
No assentamento, em ambos os casos, os furos dos
tijolos estão dispostos paralelamente à superfície de
assentamento o que ocasiona uma diminuição da
resistência dos painéis de alvenaria.
•
As faces do tijolo sofrem um processo de vitrificação,
que compromete a aderência com as argamassas de
assentamento e revestimento, por este motivo são
constituídas por ranhuras e saliências, que aumentam a
aderência.
Tijolos Cerâmicos
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tijolos Cerâmicos
Tijolos Laminados
• Tijolo destinado a execução de paredes de tijolos aparentes. • O processo de fabricação é semelhante ao do tijolo furado.
– dimensões: 23x11x5,5cm – quantidade por m²:
» parede de 1/2 tijolo: 70un » parede de 1 tijolo: 140un
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Blocos Cerâmicos
Além de exercerem a função de vedação, também são destinados a execução de paredes que constituirão a estrutura resistente da edificação (podendo substituir pilares e vigas de concreto). Estes blocos são utilizados com os furos sempre na vertical.
Quando apresentam elevada resistência mecânica, padronização das dimensões, concorrem técnica e economicamente com as estruturas de concreto armado
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Blocos Cerâmicos
Vantagens
• Leveza (decréscimo do custo das fundações); • Isolamento térmico e acústico;
• Propicia a construção racionalizada;
• Simplifica o detalhamento de projetos, facilitando a integração dos mesmos;
• Diminuição do desperdício dos materiais (componente, argamassa de assentamento e reboco);
• Decréscimo na espessura de revestimento (emboço ou reboco); • Canteiro de obra menos congestionado e espaço mais limpo; • Facilita a prumada das paredes;
• Permite a utilização de componentes pré-moldados (vergas, contra-vergas etc);
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Blocos Cerâmicos
Exigências
• Regularidade de formas e dimensões; • Arestas vivas e cantos resistentes;
• Inexistência de fendas, trincas, cavidades etc (massa homogênea);
• Cozimento uniforme (produzir som metálico quando percutido); • Facilidade de corte (grãos finos e cor uniforme).
• Além dos índices de qualidade acima citados, os blocos devem estar em conformidade com as normas vigentes no que diz respeito a caracterização geométrica (forma e dimensão), resistência mínima à compressão, etc.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tijolo de Solo-Cimento (Ecológico)
Material obtido pela mistura de solo arenoso - 50 a 80% do próprio terreno onde se processa a construção, cimento Portland de 4 a 10%, e água, prensados mecanicamente.
–dimensões: 20x10x4,5cm –quantidade: a mesma do tijolo
maciço
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Tijolo de Solo-Cimento (Ecológico)
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vantagens
Tijolo de Solo-Cimento (Ecológico)
– Econômia de energia na sua produção.
»
Para se ter uma idéia, mil tijolos de argila queimada
(o tijolo tradicional) precisam de 1 m³ de madeira para ser
produzidos, o que equivale mais ou menos a seis árvores
de porte médio.
– O custo do frete também pode ser eliminado, pois o solo do
próprio local da obra pode ser utilizado na confecção dos
tijolos.
– Ao contrário dos tijolos de argila queimada, que quando
quebram têm que ser jogados fora, os de solo-cimento podem
ser moídos e reaproveitados.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Blocos de Concreto
– Peças regulares e retangulares, fabricadas com cimento, areia, pedrisco, pó de pedra e água
– Recentemente, os blocos de concreto de cor cinza receberam inovação e apresentam novas variedades de tamanhos, formas, cores e texturas.
– Os diferenciais que determinam a opção pelos blocos de concreto são os benefícios obtidos através do conceito de sistema
construtivo, como segue:
• Precisão das dimensões e modulação
• Construção sem a necessidade do uso de formas • Possibilidade de paredes sem revestimento externo • Tubulações embutidas nas paredes
• Desperdício mínimo, sem geração de entulho
• No Brasil são fabricados vários tipos de blocos que se diferenciam pelas cores, formatos e dimensões.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
estrutural canaleta vedação
Blocos de Concreto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Alvenaria Estrutural- Projeto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Alvenaria Estrutural- Projeto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Alvenaria Estrutural- Projeto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Recebimento do Material - FVM
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação/ Logística
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação/ Logística
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação/ Logística
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação/ Logística
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação/ Logística
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
Documentos de Referência
– Projeto Arquitetônico – Projeto Estrutural – Projeto Hidráulico – Projeto Elétrico – Projeto de EsquadriasV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
Ferramentas Necessárias– Carrinho para Blocos.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
– Colher de PedreiroÉ utilizada no espalhamento da argamassa para o assentamento da primeira fiada, na aplicação da argamassa de assentamento nas paredes transversais e septos dos blocos e para a retirada do excesso de argamassa da parede após o assentamento dos blocos.
Ferramentas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
– Palheta ou Desempenadeira
Usada para a aplicação do cordão de argamassa de assentamento nas paredes longitudinais dos blocos por meio do movimento vertical e horizontal ao mesmo tempo.
– Bisnaga
Sugere-se que sua utilização na aplicação da argamassa nas juntas verticais dos blocos. Tarefa essa que pode ser executada pelo ajudante, proporcionando ao pedreiro maior produção na elevação da alvenaria.
Ferramentas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
– Fio Traçador de Linhas
Quando assentamos um bloco estratégico as seguintes operações são realizadas: locamos o bloco na posição segundo o projeto, devemos nivelá-lo em relação a referência de nível, aprumá- lo e mantê-lo no alinhamento da futura parede.
O bloco estará locado quando essas condições forem conseguidas. O emprego do fio traçador de linhas elimina dois procedimentos no assentamento desses blocos. A locação e o alinhamento.
O fio traçador compõe-se de um recipiente onde colocamos pó colorido, que tinge o fio ao ser desenrolado
Ferramentas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
- Brocha
Utilizada para molhar a laje para
aplicação da argamassa de assentamento dos blocos da primeira fiada.
- Caixote para Argamassa e Suporte
O caixote para argamassa de assentamento deve possuir paredes perpendiculares para possibilitar o emprego da régua (40 cm). O suporte com rodas permite que o pedreiro desloque o caixote com menos esforço e sem necessidade da ajuda do servente
Ferramentas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
- Trena de 30mUtilizada na fase de conferência das medidas e esquadro do pavimento, antes de iniciar o assentamento dos blocos da primeira fiada
– Régua Prumo-Nível
Usada para verificar o prumo e nível da alvenaria durante o assentamento dos blocos. É
Ferramentas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ferramentas
– Esquadro (60 x 80 x 100)
• Usado na verificação e na determinação da perpendicularidade entre paredes na etapa de marcação e durante a execução da primeira fiada.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
Ferramentas Necessárias – Escantilhão• Assentado após a marcação das linhas que definem as direções das paredes em pontos definidos pelo encontro das paredes, com a primeira marca nivelada em relação à referência definida pelo ponto mais alto da laje, garante o nivelamento perfeito das demais fiadas. • Equipamento constituído de uma haste
vertical metálica com cursor graduado de 20 em 20 cm e duas hastes telescópicas articuladas à 1,20 m de altura. É fixado sobre a laje com auxílio de parafusos e buchas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
1.º Passo - Marcação– Depois de ter estudado os projetos e providenciado os componentes, materiais e equipamentos
necessários, iniciamos a marcação da alvenaria locando e marcando no pavimento a origem das medidas. – Verifica-se o esquadro da obra através
da diferença entre as diagonais de um retângulo. Se para cada 10 metros você encontrar uma diferença menor ou igual a 5 mm entre as diagonais, isso significa que o pavimento se
encontra no esquadro
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
1.º Passo - Marcação– Locar e marcar a direção das paredes, vãos de portas e shafts utilizando a linha traçante (também chamado de “cordex”)
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
1.º Passo - Marcação– Observações
• Conferir referências com o gabarito de marcação ou locação da obra.
• A marcação das paredes perpendiculares pode ser feita usando as medidas: 3, 4 e 5
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
2.º Passo – Instalação dos EscantilhõesOs escantilhões podem ser fixados com pregos de aço ou bucha e parafuso
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 3.º Passo – Colocação dos escantilhões no prumo
– Para essa operação, utilizamos preferencialmente a régua prumo-nível
• 4.º Passo – Nivelamento da 1.ª Fiada
– Na direção das paredes, com um nível, percorremos o pavimento e
determinamos o ponto mais alto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 4.º Passo – Nivelamento da 1.ª Fiada
– Em cada escantilhão, transferimos esse nível e ajustamos a marca da 1.ª Fiada
– Posicionamento das linhas, para garantir o alinhamento e nivelamento das fiadas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada
– Molhar a superfície do pavimento com o uso de uma brocha na direção da parede antes da aplicação da argamassa
– Aplicar a argamassa de assentamento com uma colher de pedreiro na largura aproximada do bloco
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada
– Assentamento de blocos de extremidade
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada
– Assentamento dos Demais Blocos
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada
– Assentamento dos Demais Blocos
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
• 6.º Passo – Assentamento das demais fiadas
– A execução da alvenaria a partir da segunda fiada torna-se intuitiva, quase “automática”.
– Contudo, deve-se atentar para o correto posicionamento dos blocos na parede onde serão aplicados elementos como:
• a) Tomadas e interruptores elétricos
• b) Componentes pré-fabricados de concreto ou argamassa armada, tais como quadros elétricos, visitas hidro-sanitárias, molduras para ar condicionado; contramarcos de janelas e contra-vergas de portas;
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
6.º Passo – Assentamento das demaisFiadas
– Uso da Bisnaga
• Compatibilidade com as características dos blocos
• Dificuldade inicial de implantação • Necessidade de argamassa adequada • Maior regularidade na definição da
espessura
• Maior produtividade potencial – Uso da Desempenadeira
• Mais facilmente adaptável à mão-de-obra
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
6.º Passo – Assentamento das demais Fiadas Aplicação da argamassa de assentamento
• A argamassa de assentamento tem sido aplicada de duas formas: nas paredes longitudinais, transversais e septos dos blocos (alternativa A) ou apenas nas paredes longitudinais (alternativa B). • Trabalhos técnicos têm mostrado que
existe uma queda de 20% na resistência à compressão das paredes quando executadas com argamassa apenas nas juntas longitudinais, em relação às paredes com argamassa também nas juntas transversais
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
6.º Passo – Assentamento das demaisFiadas
– Recomenda-se levantar os cantos primeiro porque, desta forma, o restante da parede será erguida sem preocupações de prumo e horizontalidade, pois estica-se uma linha entre os dois cantos já levantados, fiada por fiada.
– Durante toda a etapa de elevação, o prumo, o nível e o alinhamento devem ser
verificados de maneira constante. A régua-prumo-nível agiliza e confere precisão a este
procedimento
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Técnicas de Execução
6.º Passo – Assentamento das demais Fiadas– Para se obter melhor produtividade na execução de alvenaria, as juntas verticais podem ser preenchidas após o assentamento dos blocos com a utilização de bisnaga
– Em função da distribuição das equipes, essa tarefa pode ser passada ao ajudante, possibilitando que ele comece a se capacitar e assumir outras atividades posteriormente
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
União entre paredes
– São sempre desejáveis juntas de amarração
– Pode-se utilizar Blocos Especiais
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
União entre paredes
– Pode-se utilizar reforços Metálicos
• Tela de malha quadrada eletrosoldada • Tela de Malha losangular (estuque) • Barras ou fios de f 5mm ou 6,3mm
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
União entre paredes
– Pode-se utilizar reforços Metálicos
• Tela de malha quadrada eletrosoldada • Tela de Malha losangular (estuque) • Barras ou fios de f 5mm ou 6,3mm
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com pilares
– Chapisca-se as faces dos Pilares em contato futuro com a alvenaria
• Tradicional (aplicação “na colher”)
• Argamassa industrializada para chapisco (aplicação com desempenadeira dentada)
• Chapisco rolado (aplicação com rolo de espuma)
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com pilares
– Dispositivos de Reforço
• “Ferros de espera” chumbados durante a própria concretagem do pilar (dobrados, faceando a forma internamente-ferro cabelo)
• Ferros posteriormente embutidos com brocas de vídea e colagem epoxi
–Espaçamento a cada 40 cm
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com pilares
– Dispositivos de Reforço
Telas eletrosoldadas fixadas com pistolas “finca-pinos”
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Dispositivos de Reforço
– Função de Evitar Destacamentos das Paredes (Fissuras, Trincas ou Rachaduras) devido as Movimentações causadas por:
• Dilatações e retrações térmicas • Deformação da Estrutura
• Acomodações do Solo (recalques) • Acomodação da própria Alvenaria
Ligações com pilares
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
–
FIXAÇÃO RÍGIDA
•
Com pré-tensionamento
–
FIXAÇÃO “RESILIENTE”
•
Sem pré-tensionamento
–
FIXAÇÃO PLÁSTICA
•
Por colagem com espuma
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– FIXAÇÃO RÍGIDA
• Transmite os esforços e deformações da estrutura para alvenaria
• Utilizada em estruturas pouco deformáveis, caso contrário pode ocorrer trincas na alvenaria.
• Está caindo em desuso por ser o método que possui menor trabalhabilidade.
• Métodos
–Encunhamento com tijolos inclinados
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Encunhamento com tijolos inclinados
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Encunhamento com tijolos inclinados
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Encunhamento com cunhas de concreto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Encunhamento com cunhas de concreto
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– FIXAÇÃO “RESILIENTE”
• Técnica recomendada para estruturas mais deformáveis– menor nível de tensão nas paredes do que na ligação rígida e, portanto, diminuição da probabilidade de surgimento de fissuras pelas deformações impostas pela estrutura
• Agrega materiais como massa podre
(argamassa rica em cal hidratada e pequeno consumo de cimento), tijolos de barro cozido com pequeno módulo de deformação,
argamassas com elastômeros, esferas de isopor, placas de neoprene, cortiça ou isopor, poliuretano expandido e outros
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Fixação Resiliente
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Fixação ResilienteV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– Fixação Resiliente
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
– FIXAÇÃO PLÁSTICA
• Técnica recomendada para estruturas muito deformáveis – menor nível de tensão nas paredes de todas as técnicas e, por consequência:
– menor risco de surgimento de fissuras pelas deformações impostas pela estrutura
– Fixação é garantida pela colagem – Necessidade de forro falso em todos os
comodos ou o uso de mata juntas.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Ligações com Vigas ou Lajes
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Diretrizes para fixação
– Retardar ao máximo a fixação;
– Colocar antes toda a carga permanente possível (p.Ex. - Contrapiso);
– No mínimo 3 ou 4 pavimentos de alvenaria já executados acima do que será fixado;
– Fixar a alvenaria dos pavimentos superiores para os inferiores (alternativa – em conjunto de 3 ou 4 pavimentos de cima para baixo)
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação de vãos de esquadrias
Sobre o vão das portas e sobre e sob os vãos das janelas devem ser construídas vergas
– Quando trabalha sobre o vão, a sua função é evitar as cargas nas esquadrias.
– Quando trabalha sob o vão, tem a finalidade de distribuir as cargas concentradas uniformemente pela alvenaria inferior. Caso contrário, a alvenaria ficara sujeita à carga concentrada nas laterais do vão e sem carga no centro. Essa diferença fará com que surjam trincas na alvenaria.
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação de vãos de esquadrias
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Vãos até 1,00m Vãos de 1,00m a 2,00 m
Preparação de vãos de esquadrias
– As vergas podem ser pré-moldadas ou
moldadas no local, e devem exceder ao vão no mínimo 30cm ou 1/5 do vão.
– No caso de janelas sucessivas, executa-se uma só verga.
Vergas em Paredes de Tijolos Maciços
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação de vãos de esquadrias
Vergas em Paredes de Blocos de Concreto
Vãos até
1,00m Vãos de 1,00m a 1,50m Vãos de 1,50m a 2,00m
Vergas em Paredes de Tijolo Furado
Vãos até 1,00m Vãos de 1,00m a 2,00 m
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação de vãos de esquadrias
Vergas Pré-Moldadas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação de vãos de esquadrias
Vergas Pré-MoldadasV
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Preparação de vãos de esquadrias
Vergas Pré-Moldadas
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Segurança no Trabalho
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Segurança no Trabalho
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Segurança no Trabalho
V
ed
aç
õe
s
V
er
tic
ais
Atividades
01
(concurso COPEL – 2008 - adaptada)
Prof. Marcos Valin Jr
Uma parede de meia vez é executada com tijolo cerâmico de 8
furos de 9cmx19cmx19cm. A espessura da argamassa de
assentamento horizontal e vertical é de 1 cm.
Calcule a quantidade de tijolos e o volume de argamassa
utilizado para a execução de um metro quadrado de parede.
C
O
N
C
RE
TO
02
(concurso COPEL – 2008 - adaptada)
Uma parede de uma vez é executada com tijolo cerâmico de 8
furos de 9cmx19cmx19cm. A espessura da argamassa de
assentamento horizontal e vertical é de 1 cm.
Calcule a quantidade de tijolos e o volume de argamassa
utilizado para a execução de um metro quadrado de parede.
C
O
N
C
RE
TO
03 (concurso IFMT – 2013)
Prof. Marcos Valin Jr
O encunhamento das alvenarias às vigas ou lajes pode ser rígido,
resiliente ou plástico. NÃO é um modo de encunhamento rígido:
(A) Cunhas de concreto.
(B) Poliuretano.
(C) Argamassa expansiva.
(D) Tijolos inclinados.
C
O
N
C
RE
TO
04
(concurso IF Catarinense – 2013)
As fissuras que aparecem nas alvenarias nas extremidades
superiores ou inferiores das esquadrias são causadas por:
a) Umidade.
b) Ineficiência ou ausência de verga e/ou contra-verga.
c) Retração do reboco.
d) Recalque de fundações.
C
O
N
C
RE
TO
05
(concurso INFRAERO - 2011 )
Prof. Marcos Valin Jr
C
O
N
C
RE
TO
Ao realizar a fixação de uma alvenaria, entre os outros cuidados, deve-se:
(A) fixar partindo dos andares inferiores para os superiores, pois os
pavimentos superiores absorvem melhor e mais devagar as deformações.
(B) aguardar no máximo dois dias entre o término da execução da alvenaria
e o início da fixação, para que a estrutura absorva a carga a que foi
submetida e a argamassa retraia.
(C) esperar o maior tempo possível antes de executar a alvenaria, a fim de
permitir a livre deformação lenta da estrutura.
(D) evitar camadas muito espessas com espalhamento muito curto e utilizar,
como de costume, colher de pedreiro para apertar a argamassa da última
fiada.
(E) utilizar blocos ou pedaços de elementos de vedação, pois estes se
adaptam melhor aos espaços a serem preenchidos, conferindo boa
resistência e transferência de esforços e cargas para as paredes.
Prof. Marcos Valin Jr