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História da Alvenaria

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Prof. Marcos Valin Jr

História da Alvenaria

• Principal material estrutural de edifícios ao longo de 6.000 anos de civilização

• Principal material responsável pela habitabilidade dos abrigos construídos pelo homem

• SÉC. XX – Desenvolvimento do Concreto Armado

– A alvenaria perdeu a condição de principal estrutura suporte

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História da Alvenaria

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Vedações Verticais - Paredes

São elementos que compartimentam e definem os ambientes internos, controlando a ação de agentes indesejáveis.

Pode-se dizer que seja o invólucro do edifício

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Em edifícios de grande altura

ainda é comum empregar

estrutura de concreto armado

e

alvenaria

apenas

de

vedação.

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Vedações Verticais - Paredes

Vedações – Propriedades e requisitos

• Desempenho térmico (principalmente isolamento); • Desempenho acústico (principalmente isolamento); • Estanqueidade à água;

• Controle da passagem de ar;

• Proteção e resistência contra a ação do fogo;

• Desempenho estrutural (estabilidade, resistência mecânica e deformabilidade);

• Controle de iluminação (natural e artificial) e de raios visuais (privacidade);

• Durabilidade;

• Custos iniciais e de manutenção; • Padrões estéticos (de conforto visual) e • Facilidade de limpeza e higienização.

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Vedações – Tipos mais utilizados

Paredes de alvenaria ou maciças Painéis Leves

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Vedações – Tipos mais utilizados

Painéis pré-moldados ou pré-fabricados

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Vedações – Tipos mais utilizados

Painéis pré-moldados ou pré-fabricados

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Vedações – Tipos mais utilizados

Esquadrias

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Tipos de Paredes

São elementos de vedação vertical empregados interna ou externamente; moldados no próprio local ou pré-fabricadas e montados no local;

As paredes podem ser sub-classificadas em função de seu

desempenho funcional em:

estruturais: atua como estrutura portante do edifício;

de contraventamento: tem função de aumentar a rigidez da

estrutura reticulada e absorver os esforços decorrentes da deformação do pórtico; e

de vedação: atua somente como componente de vedação

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Paredes de Alvenaria

O termo alvenaria pode ser definido como: componente complexo, conformado em obra, constituído por tijolos ou blocos unidos por si por juntas de argamassa formando um conjunto rígido e coeso.

A partir dessa definição pode-se fazer uma classificação das alvenarias

segundo o material empregado. Essa classificação é apresentada a

seguir:

– ALVENARIA DE BLOCO CERÂMICO – ALVENARIA DE BLOCO DE CONCRETO – ALVENARIA DE BLOCO DE SOLO CIMENTO

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Paredes de Alvenaria

Alvenaria de blocos cerâmicos

Alvenaria com blocos de concreto

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Paredes de Alvenaria

Alvenaria de Pedra

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Paredes de Alvenaria

Blocos maciços ou perfurados

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Paredes maciças: Executadas com blocos maciços ou perfurados e assentados com argamassa adequada à composição da junta vertical e horizontal.

Paredes de Alvenaria

Blocos vazados

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Paredes de Alvenaria

Parede de ½ vez Parede de 1 vez

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Paredes de Alvenaria

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Parede dupla

Executadas com blocos vazados ou maciços, assentados com argamassa adequada, e separadas entre si a uma distância que permita, por exemplo, a passagem de tubulação ou a colocação de um isolante acústico. São presas entre si por meio de detalhes metálicos apropriados.

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Paredes de Alvenaria

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Parede composta

Executadas com blocos do mesmo material ou blocos de materiais diferentes intercalados de modo a resistir em conjunto aos esforços de solicitação da parede.

Paredes de Alvenaria

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Paredes armadas

São executadas normalmente com blocos vazados para embutimento da armação em

seus vazios e que

posteriormente são grauteados com concreto de agregados miúdos.

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Paredes de Alvenaria

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Executadas com blocos maciços, porém admitindo somente armação horizontal, colocada na argamassa de assentamento entre as fiadas.

Paredes parcialmente armadas

Vantagens e Desvantagens

da ALVENARIA

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Vantagens da Alvenaria

• Durabilidade superior a da maioria dos outros materiais. • Facilidade e baixo custo de produção dos componentes. • Facilidade de produção.

• Maior aceitação pelo usuário.

• Bom a excelente desempenho funcional: – Bom isolamento térmico

– Bom isolamento acústico – Boa estanqueidade à água – Excelente resistência ao fogo – Excelente resistência mecânica

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Desvantagens da Alvenaria

• Baixa produtividade relativa na execução (elevado consumo de mão de-obra);

• Domínio técnico centrado na mão-de-obra executora; • Elevada massa por unidade de superfície;

• Necessidade de revestimentos adicionais para ter rugosidade baixa;

• A VEDAÇÃO VERTICAL concentra o maior desperdício de materiais e mão-de-obra

– Argamassa + bloco (alvenaria)

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Racionalização da Alvenaria

Uma obra desorganizada, suja e mal planejada desde a fase de projeto causa perdas, desperdícios, acidentes frequentes, além de comprometer a qualidade final.

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Racionalização da Alvenaria

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Racionalização da Alvenaria

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Racionalização da Alvenaria

Uma obra organizada, limpa e bem planejada desde a fase de projeto minimiza perdas e desperdícios, evita acidentes e é executada com maior rapidez e qualidade.

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Tijolos Maciços

São blocos de barro comum, moldados com arestas vivas e retilíneas obtidos após a queima das peças em fornos com temperaturas da ordem de 900 a 1000°C.

– dimensões mais comuns: 21x10x5 – quantidades por m²:

» parede de 1/2 tijolo: 77un » parede de 1 tijolo: 148un

Tijolos Cerâmicos

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Tijolos Furados (Baianos)

Tijolo cerâmico vazado, moldados com arestas vivas retilíneas. São produzidos a partir da cerâmica vermelha, tendo a sua conformação obtida através de extrusão.

- dimensões: 9x19x19cm – quantidade por m²:

» parede de 1/2 tijolo: 22un » parede de 1 tijolo: 42un

Tijolos Cerâmicos

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Tijolos Furados (Baianos)

A seção transversal destes tijolos é variável, existindo

tijolos com furos cilíndricos e com furos prismáticos

No assentamento, em ambos os casos, os furos dos

tijolos estão dispostos paralelamente à superfície de

assentamento o que ocasiona uma diminuição da

resistência dos painéis de alvenaria.

As faces do tijolo sofrem um processo de vitrificação,

que compromete a aderência com as argamassas de

assentamento e revestimento, por este motivo são

constituídas por ranhuras e saliências, que aumentam a

aderência.

Tijolos Cerâmicos

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Tijolos Cerâmicos

Tijolos Laminados

• Tijolo destinado a execução de paredes de tijolos aparentes. • O processo de fabricação é semelhante ao do tijolo furado.

– dimensões: 23x11x5,5cm – quantidade por m²:

» parede de 1/2 tijolo: 70un » parede de 1 tijolo: 140un

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Blocos Cerâmicos

Além de exercerem a função de vedação, também são destinados a execução de paredes que constituirão a estrutura resistente da edificação (podendo substituir pilares e vigas de concreto). Estes blocos são utilizados com os furos sempre na vertical.

Quando apresentam elevada resistência mecânica, padronização das dimensões, concorrem técnica e economicamente com as estruturas de concreto armado

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Blocos Cerâmicos

Vantagens

• Leveza (decréscimo do custo das fundações); • Isolamento térmico e acústico;

• Propicia a construção racionalizada;

• Simplifica o detalhamento de projetos, facilitando a integração dos mesmos;

• Diminuição do desperdício dos materiais (componente, argamassa de assentamento e reboco);

• Decréscimo na espessura de revestimento (emboço ou reboco); • Canteiro de obra menos congestionado e espaço mais limpo; • Facilita a prumada das paredes;

• Permite a utilização de componentes pré-moldados (vergas, contra-vergas etc);

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Blocos Cerâmicos

Exigências

• Regularidade de formas e dimensões; • Arestas vivas e cantos resistentes;

• Inexistência de fendas, trincas, cavidades etc (massa homogênea);

• Cozimento uniforme (produzir som metálico quando percutido); • Facilidade de corte (grãos finos e cor uniforme).

• Além dos índices de qualidade acima citados, os blocos devem estar em conformidade com as normas vigentes no que diz respeito a caracterização geométrica (forma e dimensão), resistência mínima à compressão, etc.

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Tijolo de Solo-Cimento (Ecológico)

Material obtido pela mistura de solo arenoso - 50 a 80% do próprio terreno onde se processa a construção, cimento Portland de 4 a 10%, e água, prensados mecanicamente.

–dimensões: 20x10x4,5cm –quantidade: a mesma do tijolo

maciço

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Tijolo de Solo-Cimento (Ecológico)

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Vantagens

Tijolo de Solo-Cimento (Ecológico)

– Econômia de energia na sua produção.

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Para se ter uma idéia, mil tijolos de argila queimada

(o tijolo tradicional) precisam de 1 m³ de madeira para ser

produzidos, o que equivale mais ou menos a seis árvores

de porte médio.

– O custo do frete também pode ser eliminado, pois o solo do

próprio local da obra pode ser utilizado na confecção dos

tijolos.

– Ao contrário dos tijolos de argila queimada, que quando

quebram têm que ser jogados fora, os de solo-cimento podem

ser moídos e reaproveitados.

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Blocos de Concreto

– Peças regulares e retangulares, fabricadas com cimento, areia, pedrisco, pó de pedra e água

– Recentemente, os blocos de concreto de cor cinza receberam inovação e apresentam novas variedades de tamanhos, formas, cores e texturas.

– Os diferenciais que determinam a opção pelos blocos de concreto são os benefícios obtidos através do conceito de sistema

construtivo, como segue:

• Precisão das dimensões e modulação

• Construção sem a necessidade do uso de formas • Possibilidade de paredes sem revestimento externo • Tubulações embutidas nas paredes

• Desperdício mínimo, sem geração de entulho

• No Brasil são fabricados vários tipos de blocos que se diferenciam pelas cores, formatos e dimensões.

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estrutural canaleta vedação

Blocos de Concreto

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Alvenaria Estrutural- Projeto

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Alvenaria Estrutural- Projeto

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Alvenaria Estrutural- Projeto

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Recebimento do Material - FVM

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Preparação/ Logística

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Preparação/ Logística

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Preparação/ Logística

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Preparação/ Logística

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Preparação/ Logística

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Técnicas de Execução

Documentos de Referência

– Projeto Arquitetônico – Projeto Estrutural – Projeto Hidráulico – Projeto Elétrico – Projeto de Esquadrias

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Técnicas de Execução

Ferramentas Necessárias

Carrinho para Blocos.

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Colher de Pedreiro

É utilizada no espalhamento da argamassa para o assentamento da primeira fiada, na aplicação da argamassa de assentamento nas paredes transversais e septos dos blocos e para a retirada do excesso de argamassa da parede após o assentamento dos blocos.

Ferramentas

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Palheta ou Desempenadeira

Usada para a aplicação do cordão de argamassa de assentamento nas paredes longitudinais dos blocos por meio do movimento vertical e horizontal ao mesmo tempo.

Bisnaga

Sugere-se que sua utilização na aplicação da argamassa nas juntas verticais dos blocos. Tarefa essa que pode ser executada pelo ajudante, proporcionando ao pedreiro maior produção na elevação da alvenaria.

Ferramentas

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Fio Traçador de Linhas

Quando assentamos um bloco estratégico as seguintes operações são realizadas: locamos o bloco na posição segundo o projeto, devemos nivelá-lo em relação a referência de nível, aprumá- lo e mantê-lo no alinhamento da futura parede.

O bloco estará locado quando essas condições forem conseguidas. O emprego do fio traçador de linhas elimina dois procedimentos no assentamento desses blocos. A locação e o alinhamento.

O fio traçador compõe-se de um recipiente onde colocamos pó colorido, que tinge o fio ao ser desenrolado

Ferramentas

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- Brocha

Utilizada para molhar a laje para

aplicação da argamassa de assentamento dos blocos da primeira fiada.

- Caixote para Argamassa e Suporte

O caixote para argamassa de assentamento deve possuir paredes perpendiculares para possibilitar o emprego da régua (40 cm). O suporte com rodas permite que o pedreiro desloque o caixote com menos esforço e sem necessidade da ajuda do servente

Ferramentas

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- Trena de 30m

Utilizada na fase de conferência das medidas e esquadro do pavimento, antes de iniciar o assentamento dos blocos da primeira fiada

Régua Prumo-Nível

Usada para verificar o prumo e nível da alvenaria durante o assentamento dos blocos. É

Ferramentas

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Ferramentas

Esquadro (60 x 80 x 100)

• Usado na verificação e na determinação da perpendicularidade entre paredes na etapa de marcação e durante a execução da primeira fiada.

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Técnicas de Execução

Ferramentas Necessárias – Escantilhão

• Assentado após a marcação das linhas que definem as direções das paredes em pontos definidos pelo encontro das paredes, com a primeira marca nivelada em relação à referência definida pelo ponto mais alto da laje, garante o nivelamento perfeito das demais fiadas. • Equipamento constituído de uma haste

vertical metálica com cursor graduado de 20 em 20 cm e duas hastes telescópicas articuladas à 1,20 m de altura. É fixado sobre a laje com auxílio de parafusos e buchas

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Técnicas de Execução

1.º Passo - Marcação

– Depois de ter estudado os projetos e providenciado os componentes, materiais e equipamentos

necessários, iniciamos a marcação da alvenaria locando e marcando no pavimento a origem das medidas. – Verifica-se o esquadro da obra através

da diferença entre as diagonais de um retângulo. Se para cada 10 metros você encontrar uma diferença menor ou igual a 5 mm entre as diagonais, isso significa que o pavimento se

encontra no esquadro

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Técnicas de Execução

1.º Passo - Marcação

– Locar e marcar a direção das paredes, vãos de portas e shafts utilizando a linha traçante (também chamado de “cordex”)

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Técnicas de Execução

1.º Passo - Marcação

Observações

• Conferir referências com o gabarito de marcação ou locação da obra.

• A marcação das paredes perpendiculares pode ser feita usando as medidas: 3, 4 e 5

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Técnicas de Execução

2.º Passo – Instalação dos Escantilhões

Os escantilhões podem ser fixados com pregos de aço ou bucha e parafuso

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Técnicas de Execução

3.º Passo – Colocação dos escantilhões no prumo

– Para essa operação, utilizamos preferencialmente a régua prumo-nível

4.º Passo – Nivelamento da 1.ª Fiada

– Na direção das paredes, com um nível, percorremos o pavimento e

determinamos o ponto mais alto

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Técnicas de Execução

4.º Passo – Nivelamento da 1.ª Fiada

– Em cada escantilhão, transferimos esse nível e ajustamos a marca da 1.ª Fiada

– Posicionamento das linhas, para garantir o alinhamento e nivelamento das fiadas

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Técnicas de Execução

5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada

– Molhar a superfície do pavimento com o uso de uma brocha na direção da parede antes da aplicação da argamassa

– Aplicar a argamassa de assentamento com uma colher de pedreiro na largura aproximada do bloco

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Técnicas de Execução

5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada

– Assentamento de blocos de extremidade

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Técnicas de Execução

5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada

– Assentamento dos Demais Blocos

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Técnicas de Execução

5.º Passo – Assentamento da 1.ª Fiada

– Assentamento dos Demais Blocos

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Técnicas de Execução

6.º Passo – Assentamento das demais fiadas

– A execução da alvenaria a partir da segunda fiada torna-se intuitiva, quase “automática”.

– Contudo, deve-se atentar para o correto posicionamento dos blocos na parede onde serão aplicados elementos como:

• a) Tomadas e interruptores elétricos

• b) Componentes pré-fabricados de concreto ou argamassa armada, tais como quadros elétricos, visitas hidro-sanitárias, molduras para ar condicionado; contramarcos de janelas e contra-vergas de portas;

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Técnicas de Execução

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Técnicas de Execução

6.º Passo – Assentamento das demais

Fiadas

– Uso da Bisnaga

• Compatibilidade com as características dos blocos

• Dificuldade inicial de implantação • Necessidade de argamassa adequada • Maior regularidade na definição da

espessura

• Maior produtividade potencial – Uso da Desempenadeira

• Mais facilmente adaptável à mão-de-obra

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Técnicas de Execução

6.º Passo – Assentamento das demais Fiadas Aplicação da argamassa de assentamento

• A argamassa de assentamento tem sido aplicada de duas formas: nas paredes longitudinais, transversais e septos dos blocos (alternativa A) ou apenas nas paredes longitudinais (alternativa B). • Trabalhos técnicos têm mostrado que

existe uma queda de 20% na resistência à compressão das paredes quando executadas com argamassa apenas nas juntas longitudinais, em relação às paredes com argamassa também nas juntas transversais

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Técnicas de Execução

6.º Passo – Assentamento das demais

Fiadas

– Recomenda-se levantar os cantos primeiro porque, desta forma, o restante da parede será erguida sem preocupações de prumo e horizontalidade, pois estica-se uma linha entre os dois cantos já levantados, fiada por fiada.

– Durante toda a etapa de elevação, o prumo, o nível e o alinhamento devem ser

verificados de maneira constante. A régua-prumo-nível agiliza e confere precisão a este

procedimento

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Técnicas de Execução

6.º Passo – Assentamento das demais Fiadas

– Para se obter melhor produtividade na execução de alvenaria, as juntas verticais podem ser preenchidas após o assentamento dos blocos com a utilização de bisnaga

– Em função da distribuição das equipes, essa tarefa pode ser passada ao ajudante, possibilitando que ele comece a se capacitar e assumir outras atividades posteriormente

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União entre paredes

– São sempre desejáveis juntas de amarração

– Pode-se utilizar Blocos Especiais

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União entre paredes

– Pode-se utilizar reforços Metálicos

• Tela de malha quadrada eletrosoldada • Tela de Malha losangular (estuque) • Barras ou fios de f 5mm ou 6,3mm

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União entre paredes

– Pode-se utilizar reforços Metálicos

• Tela de malha quadrada eletrosoldada • Tela de Malha losangular (estuque) • Barras ou fios de f 5mm ou 6,3mm

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Ligações com pilares

– Chapisca-se as faces dos Pilares em contato futuro com a alvenaria

• Tradicional (aplicação “na colher”)

• Argamassa industrializada para chapisco (aplicação com desempenadeira dentada)

• Chapisco rolado (aplicação com rolo de espuma)

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Ligações com pilares

– Dispositivos de Reforço

• “Ferros de espera” chumbados durante a própria concretagem do pilar (dobrados, faceando a forma internamente-ferro cabelo)

• Ferros posteriormente embutidos com brocas de vídea e colagem epoxi

–Espaçamento a cada 40 cm

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Ligações com pilares

– Dispositivos de Reforço

Telas eletrosoldadas fixadas com pistolas “finca-pinos”

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Dispositivos de Reforço

– Função de Evitar Destacamentos das Paredes (Fissuras, Trincas ou Rachaduras) devido as Movimentações causadas por:

• Dilatações e retrações térmicas • Deformação da Estrutura

• Acomodações do Solo (recalques) • Acomodação da própria Alvenaria

Ligações com pilares

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Ligações com Vigas ou Lajes

FIXAÇÃO RÍGIDA

Com pré-tensionamento

FIXAÇÃO “RESILIENTE”

Sem pré-tensionamento

FIXAÇÃO PLÁSTICA

Por colagem com espuma

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Ligações com Vigas ou Lajes

– FIXAÇÃO RÍGIDA

• Transmite os esforços e deformações da estrutura para alvenaria

• Utilizada em estruturas pouco deformáveis, caso contrário pode ocorrer trincas na alvenaria.

• Está caindo em desuso por ser o método que possui menor trabalhabilidade.

• Métodos

–Encunhamento com tijolos inclinados

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Encunhamento com tijolos inclinados

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Encunhamento com tijolos inclinados

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Encunhamento com cunhas de concreto

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Encunhamento com cunhas de concreto

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Ligações com Vigas ou Lajes

– FIXAÇÃO “RESILIENTE”

• Técnica recomendada para estruturas mais deformáveis– menor nível de tensão nas paredes do que na ligação rígida e, portanto, diminuição da probabilidade de surgimento de fissuras pelas deformações impostas pela estrutura

• Agrega materiais como massa podre

(argamassa rica em cal hidratada e pequeno consumo de cimento), tijolos de barro cozido com pequeno módulo de deformação,

argamassas com elastômeros, esferas de isopor, placas de neoprene, cortiça ou isopor, poliuretano expandido e outros

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Fixação Resiliente

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Fixação Resiliente

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Ligações com Vigas ou Lajes

– Fixação Resiliente

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Ligações com Vigas ou Lajes

– FIXAÇÃO PLÁSTICA

• Técnica recomendada para estruturas muito deformáveis – menor nível de tensão nas paredes de todas as técnicas e, por consequência:

– menor risco de surgimento de fissuras pelas deformações impostas pela estrutura

– Fixação é garantida pela colagem – Necessidade de forro falso em todos os

comodos ou o uso de mata juntas.

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Ligações com Vigas ou Lajes

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Diretrizes para fixação

– Retardar ao máximo a fixação;

– Colocar antes toda a carga permanente possível (p.Ex. - Contrapiso);

– No mínimo 3 ou 4 pavimentos de alvenaria já executados acima do que será fixado;

– Fixar a alvenaria dos pavimentos superiores para os inferiores (alternativa – em conjunto de 3 ou 4 pavimentos de cima para baixo)

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Preparação de vãos de esquadrias

Sobre o vão das portas e sobre e sob os vãos das janelas devem ser construídas vergas

– Quando trabalha sobre o vão, a sua função é evitar as cargas nas esquadrias.

– Quando trabalha sob o vão, tem a finalidade de distribuir as cargas concentradas uniformemente pela alvenaria inferior. Caso contrário, a alvenaria ficara sujeita à carga concentrada nas laterais do vão e sem carga no centro. Essa diferença fará com que surjam trincas na alvenaria.

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Preparação de vãos de esquadrias

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Vãos até 1,00m Vãos de 1,00m a 2,00 m

Preparação de vãos de esquadrias

– As vergas podem ser pré-moldadas ou

moldadas no local, e devem exceder ao vão no mínimo 30cm ou 1/5 do vão.

– No caso de janelas sucessivas, executa-se uma só verga.

Vergas em Paredes de Tijolos Maciços

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Preparação de vãos de esquadrias

Vergas em Paredes de Blocos de Concreto

Vãos até

1,00m Vãos de 1,00m a 1,50m Vãos de 1,50m a 2,00m

Vergas em Paredes de Tijolo Furado

Vãos até 1,00m Vãos de 1,00m a 2,00 m

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Preparação de vãos de esquadrias

Vergas Pré-Moldadas

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Preparação de vãos de esquadrias

Vergas Pré-Moldadas

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Preparação de vãos de esquadrias

Vergas Pré-Moldadas

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Segurança no Trabalho

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Segurança no Trabalho

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Segurança no Trabalho

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Atividades

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01

(concurso COPEL – 2008 - adaptada)

Prof. Marcos Valin Jr

Uma parede de meia vez é executada com tijolo cerâmico de 8

furos de 9cmx19cmx19cm. A espessura da argamassa de

assentamento horizontal e vertical é de 1 cm.

Calcule a quantidade de tijolos e o volume de argamassa

utilizado para a execução de um metro quadrado de parede.

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02

(concurso COPEL – 2008 - adaptada)

Uma parede de uma vez é executada com tijolo cerâmico de 8

furos de 9cmx19cmx19cm. A espessura da argamassa de

assentamento horizontal e vertical é de 1 cm.

Calcule a quantidade de tijolos e o volume de argamassa

utilizado para a execução de um metro quadrado de parede.

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03 (concurso IFMT – 2013)

Prof. Marcos Valin Jr

O encunhamento das alvenarias às vigas ou lajes pode ser rígido,

resiliente ou plástico. NÃO é um modo de encunhamento rígido:

(A) Cunhas de concreto.

(B) Poliuretano.

(C) Argamassa expansiva.

(D) Tijolos inclinados.

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04

(concurso IF Catarinense – 2013)

As fissuras que aparecem nas alvenarias nas extremidades

superiores ou inferiores das esquadrias são causadas por:

a) Umidade.

b) Ineficiência ou ausência de verga e/ou contra-verga.

c) Retração do reboco.

d) Recalque de fundações.

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05

(concurso INFRAERO - 2011 )

Prof. Marcos Valin Jr

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Ao realizar a fixação de uma alvenaria, entre os outros cuidados, deve-se:

(A) fixar partindo dos andares inferiores para os superiores, pois os

pavimentos superiores absorvem melhor e mais devagar as deformações.

(B) aguardar no máximo dois dias entre o término da execução da alvenaria

e o início da fixação, para que a estrutura absorva a carga a que foi

submetida e a argamassa retraia.

(C) esperar o maior tempo possível antes de executar a alvenaria, a fim de

permitir a livre deformação lenta da estrutura.

(D) evitar camadas muito espessas com espalhamento muito curto e utilizar,

como de costume, colher de pedreiro para apertar a argamassa da última

fiada.

(E) utilizar blocos ou pedaços de elementos de vedação, pois estes se

adaptam melhor aos espaços a serem preenchidos, conferindo boa

resistência e transferência de esforços e cargas para as paredes.

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Prof. Marcos Valin Jr

Prof. Marcos de Oliveira Valin Jr

Referências

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