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a Doença da Vaca Louca no Brasil

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a Doença da Vaca

Louca no Brasil

Comoevitar

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária www.agricultura.gov.br Central de Relacionamento: 0800 704 1995

(2)

Como evitar

a Doença da

Vaca Louca

no Brasil

BRASÍLIA - 2005 Brasília / DF 2009

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária

Promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio em benefício da sociedade brasileira.

Missão Mapa

(3)

© 2009 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Todos os direitos reservados. Permitida a reprodução desde que citada a fonte. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é do autor. 4ª edição. 2009

Tiragem: 20.000 exemplares

Elaboração, distribuição, informações:

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Defesa Agropecuária

Departamento de Saúde Animal

Coordenação Geral de Combate a Doenças

Coordenação da Raiva dos Herbívoros e das Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 3º andar, Anexo A sala 328

CEP: 70043-900, Brasília - DF www.agricultura.gov.br e-mail: [email protected]

Central de Relacionamento: 0800 704 1995

Coordenação Editorial:Assessoria de Comunicação Social

Equipe Técnica: Bárbara Nely Leite Praça, Tomaz Gelson Pezzini, Guilherme Henrique Figueiredo Marques, Bruno Meireles Leite, Elaine Fátima de Sena.

Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Catalogação na Fonte

Biblioteca Nacional de Agricultura – BINAGRI

Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Como evitar a doença da vaca louca no Brasil / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. – Brasília : MAPA/ACS, 2009.

28 p.

ISBN 978-85-99851-62-3

1. Saúde Pública. 3. Defesa Animal. 4. Análise de Risco. 5. Doença da Vaca Louca. I. Secretaria Defesa Agropecuária. II. Título.

AGRIS L73 CDU 636.2

(4)

0 2

APRESENTAÇÃO

A produção pecuária brasileira vem obtendo destaque no âmbito do comércio internacional, que se mostra cada vez mais exigente em relação à sanidade animal.

Consumidores em todo o mundo têm demonstrado especial preocupação com a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecida como "Doença da Vaca Louca", devido ao risco que representa para a saúde humana, com importantes conseqüências para a comercialização de animais e de produtos de origem animal.

A principal forma de transmissão da EEB para os bovinos é a ingestão de alimentos elaborados com proteínas e gorduras oriundas de animais. Por isso, já no ano de 1996, o MAPA proibiu o uso da proteína e de farinha de carne e ossos provenientes de ruminantes na alimentação destes animais.

Esta cartilha objetiva informar aos produtores rurais sobre a EEB, bem como explicitar o importante papel a ser por eles desem-penhado, em consonância com o serviço oficial e outros represen-tantes da iniciativa privada.

Departamento de Saúde Animal Embora a EEB não ocorra no Brasil, a Coordenação da Raiva dos Herbívoros e das Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis (CRHE), do Departamento de Saúde Animal (DSA), do Ministério da Agricul-tura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) está atenta quanto à vigilância da doença, tendo investido continuamente em medidas de pre-venção, informação e capacitação.

(5)
(6)

Bom dia a todos!

Hoje vamos conversar sobre a Doença da Vaca Louca e o que

devemos fazer para manter o Brasil sem essa doença.

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A Encefalopatia

Espongiforme Bovina, mais conhecida como Doença ou Mal da Vaca Louca, atinge o sistema nervoso

principalmente dos bovinos, fazendo com que fiquem com o comportamento

(8)

Os primeiros casos da Doença da Vaca Louca ocorreram na Europa no ano

de 1986. Também foram registrados casos em outros

continentes. Já o Brasil nunca registrou caso

dessa doença. o

(9)

U transm

quan conten

Além da morte dos

animais e risco de transmissão ao homem, outro GRANDE PREJUÍZO

da Doença da Vaca Louca seria a

restrição à exportação brasileira de carne bovina, que hoje atinge mais de 1 milhão de toneladas, o equivalente a mais de

(10)

Uma proteína chamada príon, que pode ser transmitida aos ruminantes quando alimentados com ração contendo farinha de carne e ossos

de animais com a doença. (principalmente bovinos)

(11)

O senhor falou que a Doença da Vaca Louca pode ser

transmitida ao ser humano?

en ex ali

Mas não se preocupem! Como eu já falei, o Brasil nunca registrou

caso da Doença da Vaca Louca. Sim, se ele comer determinados produtos

de um animal que tenha contraído

(12)

nça da r

ano?

Além disso, desde o aparecimento da doença na Europa, o serviço oficial de defesa sanitária animal do Brasil adotou medidas para evitar a introdução da Doença da Vaca Louca no país, tais como

a proibição de importação de animais e seus produtos vindos de países com registro da doença, e a proibição do

uso de proteína animal na alimentação de ruminantes exceto leite e derivados. Isso porque o nosso sistema de criação de bovinos, principalmente engorda, é quase que inteiramente a pasto e

a suplementação alimentar que damos para o gado é à base de proteína vegetal, como soja, milho e caroço de algodão.

(13)

“Ob tifi do, par leva fer anim vigi O M gão nos con

Além do que já está sen do feito, é importante que cada um faça a sua parte, para

que o país continue sem a Doença da Vaca Louca.

(14)

“Observando atentamente o gado. Caso iden-tifique um animal agressivo, com olhar assusta-do, salivando muito, com tremores em algumas partes do corpo e dificuldade para caminhar ou levantar, avise um médico veterinário, de pre-ferência do serviço oficial de defesa sanitária animal. Para continuarmos sem essa doençaça, a vi-gilância é fundamental.

O Ministério da Agricultura (Mapa) e os ór-gãos oficiais estaduais estão aí para garantir a nossa segurança e a dos animais. É nosso dever contribuir com eles”!

(15)

Uma outra maneira é ter cuidados com a alimentação:

se, além de pasto, for dado outro tipo de alimento para o gado, este NÃO PODE

CONTER farinha de carne e ossos ou qualquer outro produto de origem animal,

pois a principal forma de transmissão da doença é justamente pela ingestão

desses ingredientes.

Por esse motivo, não se deve oferecer cama-de-aviário

ou resíduos da exploração de suínos para o gado!

(16)

E l, a

Cama-de-aviário é a mesma coisa que cama-de-frango?

Apesar de a composição geral ser basicamente a mesma, o termo “aviário” é mais abrangente, pois inclui também cama ou o esterco

proveniente de outras aves.

(17)

O s melh aprove

a A cama-de-aviário é o

conjunto do material utilizado para forrar o piso do aviário, que pode ser de maravalha, palha de arroz, feno de capim,

sabugo de milho triturado ou serragem com as fezes, urina, restos de ração

e penas que se misturam com esse material.

(18)

O senhor poderia explicar melhor por que não podemos aproveitar a cama-de-aviário na

alimentação do gado?

Pois não. Apesar de ser

uma opção mais barata do que os outros alimentos normalmente indicados, o Mapa proíbe o seu uso

na alimentação de bois, búfalos, cabras e ovelhas.

(19)

“Porque, no Brasil, é permi-tido alimentar as aves com ração contendo farinha de carne e ossos ou outros ti-pos de proteína animal, que podem causar a Doença da Vaca Louca. Parte dessa ração cai na cama. Se der-mos esta cama-de-aviário para um ruminante, corre-se o risco deste animal contrair a Doença da Vaca Louca. O risco ocorre tam-bém se alimentarmos rumi-nantes com resíduos da exploração de suínos”. Por quê?

(20)

Outro problema que pode estar relacionado com a

cama-de-aviário é a possível presença de bactérias, arames, pregos e resíduos de

inseticidas e antibióticos, além da possibilidade de causar uma

(21)

E existe alguma maneira de aproveitar a cama-de-aviário? “Uma f é um p co - co pela aç produt melhor técnic de faz 2. Inic de mat centím 3. Rega lhar ca 4. Na s e ester 5. Na t com ma assim p altura a 6. Revo vezes n e 30º d O comp período

Sim! Como adubo orgânico, o que

diminui os gastos com fertilizantes químicos, ou como biogás. Entretanto, é preciso

primeiramente fazer um tratamento desta cama, já que ela pode causar poluição do solo ou das

águas, prejudicando o meio ambiente. Mesmo com esse tratamento essa cama não pode

ser usada como alimento para os ruminantes e deve ser guardada longe do

(22)

cos, cama,

das

“Uma forma de tratamento é a compostagem, que é um processo de decomposição do material orgâni-co - orgâni-como a cama-de-aviário, palhada e estrume--pela ação de microorganismos presentes no solo. O produto final é rico em nutrientes minerais, que melhoram a "saúde" do solo. O ideal é consultar um técnico, que irá orientá-los quanto à forma correta de fazer a compostagem”.

Alguns cuidados ao se montar a pilha:

1. Escolher um local adequado;

2. Iniciar a construção da pilha colocando uma camada de material vegetal seco de aproximadamente 15 a 20 centímetros;

3. Regar a primeira camada com água sem encharcar e mo-lhar cada camada montada;

4. Na segunda camada, colocar restos de verduras, grama e esterco;

5. Na terceira, colocar uma camada de 15 a 20 centímetros com material vegetal seco, seguida por outra de esterco e assim por diante até que a pilha atinja a

altura aproximada de 1,5 metros; 6. Revolver a pilha pelo menos três vezes no primeiro mês (7º, 17º e 30º dia), usando pás e enxadas. O composto estará pronto como fertilizante no período de 60 a 90 dias.

(23)

Qual a quantidade de cama-de-aviário que devemos

colocar na lavoura ou na pastagem? a ca se alimen o se

Mais uma vez, buscar

orientação técnica é fundamental. É importante que este material seja

incorporado ao solo ou que seja distribuído em camadas finas sobre a terra na época das águas. No caso de pastagens, deve-se retirar o gado

por 30 a 40 dias, para que haja a incorporação. Depende de uma série de

fatores, como as características do solo e a exigência nutricional

(24)

Como vocês puderam

aprender hoje, é possível aproveitar a cama-de-aviário como adubo. O que não se pode, de forma alguma, é utilizá-la na alimentação de ruminantes. O MAPA não permite

o seu uso desde 1996, quando proibiu a farinha de carne e ossos na

alimentação de ruminantes. l. ja re so do

(25)

E se soubermos de alguém que insiste em usar a cama-de-aviário como

alimento para os animais?

fa e

É seu dever

denunciar essa pessoa. Para isso, dirija-se ao serviço oficial de defesa sanitária animal do seu

Estado ou ligue para o Disque Denúncia do MAPA:

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Faça a sua parte para manter o Brasil sem a Doença da Vaca Louca. Denuncie o uso de farinha de carne e ossos, cama-de-aviário

e resíduos da exploração de suínos na alimentação de ruminantes. Disque denúncia: 0800 704 1995

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Evite a Doença da Vaca Louca (EEB) rumina alimen mante e sepa cruzad na pes Guard e nota conce das m prepa Se not sistem dificu andar avise a oficia Mante medid defini period oficia Use o Minist eventu Não forneça aos ruminantes (bovinos, bubalinos,

ovinos, caprinos e outros) proteínas de origem animal, inclusive a cama-de-aviário, resíduos da exploração de suínos e qualquer outra fonte de alimento que contenha proteínas de mamíferos.

Lembre-se que leite e derivados não são considerados alimentos de risco para a Doença da Vaca Louca, sendo permitidos na alimentação de ruminantes.

Antes de alimentar seus bovinos ou outros ruminantes com ração, concentrados e suplementos protéicos, con-fira cuidadosamente se no rótulo desses produtos não se encontra o termo: "Uso proibido na alimentação de ruminantes".

(28)

Caso você prepare ração, concentrados e suplementos protéicos em sua propriedade, tenha certeza de não estar misturando alimentos para não ruminantes (equinos, suínos e aves) na alimentação dos ruminan-tes, tendo o cuidado de manter estes alimentos devi-damente controlados e separados, pois há o risco de haver contaminação cruzada no transporte, na arma-zenagem, na pesagem e no próprio cocho dos animais. Guarde sempre com você os comprovantes e notas fis-cais de aquisição de rações, concentrados e suplemen-tos protéicos, e também das matérias primas, caso estes alimentos sejam preparados na propriedade. Se notar um animal com sinais de doença do sistema nervoso, como alteração do comportamento, dificulda-des de locomoção, paralisia, andar cambaleante, entre outros, avise a unidade local do serviço veterinário oficial mais próximo da sua propriedade.

Mantenha-se informado e atualizado em relação às medidas de prevenção e às normas e procedimentos definidos pelas autoridades sanitárias, visitando com periodicidade a unidade local do serviço veterinário oficial e o site do Mapa (www.agricultura.gov.br). Use o telefone 0800 704 1995 para denunciar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento eventuais descumprimentos da legislação vigente.

(29)

ACRE Rodovia AC-40, 793 Segundo Distrito 69901-180 Rio Branco/AC Tel: (68) 212-1324 / Fax: 212-1313 [email protected] ALAGOAS

Av. Fernandes Lima, 72 – Farol 57050-900 Maceió/AL Tel: (82) 221-5020 R.207 Fax:(82) 221-7047 [email protected]

AMAPÁ

R Tiradentes, 469 – Bairro Central 68906-380 Macapá/AP Tel: (96) 223-3067 R.323 Fax: (96) 222-4467 [email protected] AMAZONAS R. Maceió, 460 - Adrianópolis 69057-010 Manaus/AM Tel: (92) 232-8073 / Fax: 232-8073 [email protected] BAHIA

Largo dos Aflitos, s/nº - Ed. Ceres 40060-030 Salvador/BA Tel: (71) 320-7417 / Fax: 320-7417 [email protected]

CEARÁ

Av. dos Expedicionários, 3442 - Benfica 60410-410 Fortaleza/CE Tel: (85) 494-1555 / Fax: 494-1955 [email protected] DISTRITO FEDERAL SBN Q. 01, Bl. D - 5º andar Ed. Palácio Desenvolvimento 70057-900 Brasília/DF Tel: (61) 326-3562 Fax:(61) 326-2565 [email protected]

ESPÍRITO SANTO

Av. N.Sra. dos Navegantes, 495, 8º.andar - Praia do Suá 29050-420 Vitória/ES Tel: (27) 381-2720 Fax: (27) 381-2204 [email protected]

GOIÁS

Pça Cívica, 100, 4º andar Caixa. Postal: 149 74003-010 Goiânia/GO Tel: (62) 221-7249/221-7256 Fax:(62) 221-7254 [email protected] MARANHÃO

Pça da República, 147 - Diamante 65020-150 São Luís/MA Tel: (98) 221-2457 / Fax: 231-4766 [email protected]

MATO GROSSO

Al. Dr. Annibal Molina, s/nº Ponte Nova

78115-901 Várzea Grande/MT Tel: (65) 685-1952 / Fax: 685-1156 [email protected]

MATO GROSSO DO SUL

R. Dom Aquino, 2696 - Centro 79002-970 Campo Grande/MS Tel: (67) 325-7100 R.2003 Fax: (67) 325-7666 [email protected]

MINAS GERAIS

Av. Rajá Gabaglia, 245 Cidade Jardim 30380-090 Belo Horizonte/MG Tel: (31) 3250-0416 Fax: (31) 3250-0418 [email protected] PARÁ

Av. Almirante Barroso, 5384 - Souza 66030-000 Belém/PA Tel: (91) 243-3355 R.247 Fax: (91) 243-3887 [email protected] PARAÍBA BR-230, Km 14, Estrada João Pessoa/Cabedelo 58310-000 Cabedelo/PB Tel: (83) 246-1235 R.203 Fax: (83) 246-1203 [email protected] PARANÁ

R. José Veríssimo, 420 - Tarumã 82820-000 Curitiba/PR Tel: (41) 361-4082 / Fax: 366-3260 [email protected]

PERNAMBUCO

AV. General San Martin, 1000 - Bongi 50630-060 Recife/PE Tel: (81) 3227-3911 R. 204 Fax: (81) 3227-0309 [email protected] PIAUÍ R. Taumaturgo de Azevedo, 2315 64001-340 Teresina/PI Tel: (86) 222-4545 R. 222 Fax: (86) 222-4324 [email protected]

RIO GRANDE DO NORTE

Av. Hildebrando de Góis, 150 - Ribeira

59010-700 Natal/RN Tel: (84) 221-1741 R.222 Fax: (84) 221-1740 [email protected]

RIO GRANDE DO SUL

Av. Loureiro da Silva , 515, 5º andar, Sala 505 90010-420 Porto Alegre/RS Tel: (51) 3284-9514 / Fax: 3284-9512 [email protected]

RIO DE JANEIRO

Av. Rodrigues Alves, 129, 8º andar 20081-250 Rio de Janeiro/ RJ Tel: (21) 2253-7507 / Fax: 2253-7507 [email protected] RONDÔNIA BR-364, Km 5,5 Sentido Cuiabá - CP 35 78900-970 Porto Velho/RO Tel: (69) 216-5610 / Fax: 222-2460 [email protected] RORAIMA

Av. Santos Dumont, 582 CP.132 - S. Pedro 69305-340 Boa Vista/RR Tel: (95) 623-9605 R.28 Fax: (95) 623-9364 [email protected] SANTA CATARINA

R. Felipe Schmidt, 755 - Ed. Embaixador, 8º andar - CP 1502 88010-002 Florianópolis/SC Tel: (48) 3025-9930 / Fax: 3025-9988 [email protected]

SERGIPE

Av. João Ribeiro, 428 - Centro 49065-000 Aracajú/SE Tel: (79) 3179-2468 Fax: (79) 3179-2466 [email protected] SÃO PAULO Av. 13 de Maio, 1.558, 3º andar – Bela Vista 01327-002 São Paulo/SP Tel: (11) 251-0400/251-5742 Fax: (11) 287-8988 [email protected]

TOCANTINS

Av. NS 1201 Sul, Cj. 2, Lote 05 77015-202 Palmas/TO Tel: (63) 215-8518 R.227 [email protected] SUPERINTENDÊNCIAS FEDERAIS DA AGRICULTURA NOS ESTADOS SFA-AC

Rodovia AC-40, Nº 793, Segundo Distrito, 69901-180 - Rio Branco/AC. Tel: (68) 3212-1305 / 3212-1310 [email protected] SFA-AL

Av. Fernandes Lima, 72, Bairro Farol, 57050-900 - Maceió/AL. Tel: (82) 3315-7000 / 3223-2767 [email protected] SFA-AM R. Maceió, 460 - Adrianópolis, CEP: 69057-010 - Manaus/AM. Tel: (92) 4009-3801 [email protected] SFA-AP R. Tiradentes, 469 Bairro Central, CEP: 68906-380 - Macapá/AP Tel: (96) 3223-3075 / 3222-0282 [email protected] SFA-BA

Largo dos Aflitos, s/nº Ed. Ceres, CEP: 40060-030 - Salvador/BA Tel: (71) 3320-7436 / 3329-5890 [email protected] SFA-CE

Av. dos Expedicionários, 3442 Benfica, CEP: 60410-410 - Fortaleza/CE Tel: (85) 3455-9201 / 3455-9202 [email protected] SFA-DF SBN Q.01, BL.D - 5ºAndar, Ed. Palácio Desenvolvimento, CEP: 70057-900 - Brasília/DF Tel: (61) 3329-7101 (61) 3329-7100 [email protected] SFA-ES

Av. N. Srª dos Navegantes, 495, 8º Andar, Praia do Suá. CEP: 29050-420 - Vitória/ES Tel: (27) 3137-2754 (27) 3137-2704 [email protected] SFA-GO

Pça. Cívica, 100, 3º andar, CX. Postal 149, CEP: 74003-010 - Goiânia/GO Tel:(62) 3221-7205 FAX: (62) 3229-0400 [email protected] SFA-MA

Pça da República, 147, Bairro Diamante, CEP: 65020-150 - São Luís/MA Tel: (98) 2106-1961 / 2106-1962 [email protected] SFA-MG

Av. Raja Gabaglia, 245, Cidade Jardim

CEP: 30380-090 - Belo Horizonte/MG Tel: (31) 3250-0306 / 3250-0300 FAX: (31) 3250-0314 [email protected] SFA-MS

R. Dom Aquino, 2696, Centro, CEP: 79002-182 - Campo Grande/MS Tel: (67) 3316-7120 / 3316-7100 / 3316-7119

[email protected] SFA-MT

Alameda Dr. Annibal Molina, s/nº Ponte Nova,

CEP: 78115-000 - Várzea Grande/MT Tel: (65) 3685-5678 / 3685-5481 [email protected] SFA-PA

Av. Almirante Barroso, 5384, Castanheira, CEP: 66645-250 - Belém/PA Tel: (91) 3214-8697 / 8637 / 3231-6422 Fax: (91) 3231-5878 [email protected] SFA-PB BR-230, KM 14, Estrada, João Pessoa/Cabedelo, CEP 58310-000 - Cabedelo/PB Tel: (83) 3246-2123 / 3246-6321 FAX: (83) 3246-2535 [email protected] SFA-PE

Av. General San Martin, 1000, Bongi CEP: 50630-060 - Recife/PE Tel: (81) 3236-8500 [email protected] SFA-PI R. Taumaturgo de Azevedo, 2315, CEP: 64001-340 - Teresina/PI Tel: (86) 3223-4321 / 3222-4545 FAX: (86) 3222-4324 [email protected] SFA-PR

R. José Veríssimo, 420, Tarumã, CEP: 82820-000 - Curitiba/PR Tel: (41) 3361-4052 [email protected]

SFA-RJ

Av. Rodrigues Alves, 129, 11º andar, CEP: 20081-250 - Praça Mauá Rio de Janeiro/RJ

Tel: (21) 2233-9122 / 3263-0822 [email protected] SFA-RN

Av. Hildebrando de Góis,150, Ribeira, Ed. Fernando Costa Ribeiro CEP: 59010-700 - Natal/RN Tel: (84) 4006-9675 (84) 4006-9679 [email protected] SFA-RO BR-364, KM 5,5, Sentido a Cuiabá, CX Postal 35,

CEP: 76815-800 - Porto Velho/RO Tel: (69) 3225-4985 / 3901-5601 [email protected] SFA-RR

Av. Santos Dumont, 1470, CX Postal 132, Aparecida, CEP: 69306-040 Boa Vista/RR Tel: (95) 3263-9605 [email protected] SFA-RS

Av. Loureiro da Silva, 515, 7º andar, s/ 701,

CEP: 90010-420 - Porto Alegre/RS Tel: (51) 3284-9588

[email protected] SFA-SC

R. Felipe Schmidt, Nº 755 - Ed. Embaixador, 11º andar, CX Postal 1502, CEP: 88010-002 - Florianópolis/SC Tel: (48) 3261-9906 / 9907 / 9999 [email protected] SFA-SE

Av. Dr. Carlos Firto, 428 CEP: 49065-310 - Aracajú/SE Tel: (79) 3179-8000 / 3712-8002 [email protected] SFA-SP

Av. 13 de Maio Nº 1558, 8º andar, CEP: 01327-002 - São Paulo/SP Tel: (11) 3251-0400 [email protected] SFA-TO

Av. NS 1.201 Sul, Conj. 2, Lote 7, CEP: 77015-202 - Palmas/TO Tel: (63) 3219-4300 [email protected]

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a Doença da Vaca

Louca no Brasil

Comoevitar

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