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(1)

Sistema Financeiro Nacional

(2)

As funções do SFN

Intermediação de recursos entre poupadores e devedores

Promover o desenvolvimento equilibrado

Fiscalização das ins�tuições participantes

Diversificação de riscos.

(3)

Sistema Financeiro Nacional

• Fazer a intermediação do fluxo monetário entre os agentes econômicos superavitários e os deficitários.

• Diversificação do risco do emprestador

• Intermediar o fluxo monetário entre os agentes econômicos superavitários e deficitários, diminuindo, ao máximo, o risco daquele que empresta o dinheiro

(4)

Sistema Financeiro Nacional

• Milhões de Pessoas

• Milhares de empresas

• Centenas de instituições

(5)

Regulação

• Órgãos Normativos

Criam normas para limitar e coordenar as ações dos demais agentes do Sistema Financeiro Nacional

• Órgãos Supervisores

Supervisionam as ações dos demais agentes do Sistema Financeiro Nacional, aplicando, quando necessário, penalidades

(6)
(7)
(8)
(9)

CESPE - EPC (PREVIC)/PREVIC/Finanças e Contábil/2011 Acerca de finanças, julgue o item.

O Sistema Financeiro Nacional possui um órgão máximo com funções deliberativas, denominado Conselho Monetário Nacional (CMN), e várias entidades supervisoras, que são representadas pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários, pela SUSEP e pelas bolsas de mercadorias e de futuros.

(10)

CESPE - EPC (PREVIC)/PREVIC/Finanças e Contábil/2011 Acerca de finanças, julgue o item.

O Sistema Financeiro Nacional possui um órgão máximo com funções deliberativas, denominado Conselho Monetário Nacional (CMN), e várias entidades supervisoras, que são representadas pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários, pela SUSEP e pelas bolsas de mercadorias e de futuros.

(11)

IADES - Analista de Atividades do Hemocentro DF/Economia/2017

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) compõe-se de órgãos normativos, entidades supervisoras e operadores. Assinale a alternativa que apresenta apenas os órgãos normativos do SFN.

•a) Conselho Monetário Nacional (CMN), Banco Central do Brasil (BCB) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

•b) Conselho Monetário Nacional (CMN), Banco Central do Brasil (BCB, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores (BOVESPA).

•c) Banco Central do Brasil (BCB), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

•d) Banco Central do Brasil (BCB) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

e) Conselho Monetário Nacional (CMN), Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC).

(12)

IADES - Analista de Atividades do Hemocentro DF/Economia/2017

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) compõe-se de órgãos normativos, entidades supervisoras e operadores. Assinale a alternativa que apresenta apenas os órgãos normativos do SFN.

•a) Conselho Monetário Nacional (CMN), Banco Central do Brasil (BCB) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

•b) Conselho Monetário Nacional (CMN), Banco Central do Brasil (BCB, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores (BOVESPA).

•c) Banco Central do Brasil (BCB), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

•d) Banco Central do Brasil (BCB) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

e) Conselho Monetário Nacional (CMN), Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC).

(13)

IADES - Analista Técnico (FUNPRESP)/Investimentos/2014

O Sistema Financeiro Nacional estrutura-se em três níveis: órgãos normativos ou reguladores, entidades

supervisoras e instituições operadoras. Com base nessa classificação, assinale a alternativa em que todos os itens elencados são entidades supervisoras.

a) Bacen, CVM e Bolsa de Mercadorias e Futuros.

b) Bacen, CVM, SUSEP e PREVIC.

c) Bacen, PREVIC e Funpresp-Exe.

d) CMN, CNSP e CNPC.

e) CMN, CNSP e Funpresp-Exe.

(14)

IADES - Analista Técnico (FUNPRESP)/Investimentos/2014

O Sistema Financeiro Nacional estrutura-se em três níveis: órgãos normativos ou reguladores, entidades

supervisoras e instituições operadoras. Com base nessa classificação, assinale a alternativa em que todos os itens elencados são entidades supervisoras.

a) Bacen, CVM e Bolsa de Mercadorias e Futuros.

b) Bacen, CVM, SUSEP e PREVIC.

c) Bacen, PREVIC e Funpresp-Exe.

d) CMN, CNSP e CNPC.

e) CMN, CNSP e Funpresp-Exe.

(15)

IADES - Analista Metroferroviário (METRO DF)/Administrativa/Economista/2014

As entidades operadoras do Sistema Financeiro Nacional classificam-se em instituições autorizadas a captar depósitos à vista, chamadas de instituições financeiras bancárias, e instituições não autorizadas a captar depósitos à vista, chamadas de instituições financeiras não bancárias. Quanto a esse tema, é correto afirmar que uma instituição autorizada a captar depósitos à vista é o (a) a) Banco de Desenvolvimento.

b) Banco de Câmbio.

c) Banco de Investimento.

d) Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento.

(16)

IADES - Analista Metroferroviário (METRO DF)/Administrativa/Economista/2014

As entidades operadoras do Sistema Financeiro Nacional classificam-se em instituições autorizadas a captar depósitos à vista, chamadas de instituições financeiras bancárias, e instituições não autorizadas a captar depósitos à vista, chamadas de instituições financeiras não bancárias. Quanto a esse tema, é correto afirmar que uma instituição autorizada a captar depósitos à vista é o (a) a) Banco de Desenvolvimento.

b) Banco de Câmbio.

c) Banco de Investimento.

d) Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento.

(17)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2012

O Sistema Financeiro Nacional tem como entidades supervisoras:

a) Receita Federal do Brasil e Resseguradores.

b) Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas de Mercadorias e futuros.

c) Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.

d) Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

e) FEBRABAN e Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

(18)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2012

O Sistema Financeiro Nacional tem como entidades supervisoras:

a) Receita Federal do Brasil e Resseguradores.

b) Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas de Mercadorias e futuros.

c) Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.

d) Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

e) FEBRABAN e Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

(19)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Sistema Financeiro Nacional tem na sua composição, como entidade supervisora,

a) a Caixa Econômica Federal.

b) o Banco Central do Brasil.

c) o Banco da Amazônia.

d) o Banco do Nordeste.

e) o Banco do Brasil.

(20)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Sistema Financeiro Nacional tem na sua composição, como entidade supervisora,

a) a Caixa Econômica Federal.

b) o Banco Central do Brasil.

c) o Banco da Amazônia.

d) o Banco do Nordeste.

e) o Banco do Brasil.

(21)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Sistema Financeiro Nacional é integrado por

a) Ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão.

b) Secretaria do Tesouro Nacional e Conselho Monetário Nacional.

c) órgãos normativos, entidades supervisoras e operadores.

d) Receita Federal do Brasil e Comissão de Valores Mobiliários.

e) Secretarias estaduais da Fazenda e Ministério da Fazenda.

(22)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Sistema Financeiro Nacional é integrado por

a) Ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão.

b) Secretaria do Tesouro Nacional e Conselho Monetário Nacional.

c) órgãos normativos, entidades supervisoras e operadores.

d) Receita Federal do Brasil e Comissão de Valores Mobiliários.

e) Secretarias estaduais da Fazenda e Ministério da Fazenda.

(23)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Sistema Financeiro Nacional é integrado por

a) Ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão.

b) Secretaria do Tesouro Nacional e Conselho Monetário Nacional.

c) órgãos normativos, entidades supervisoras e operadores.

d) Receita Federal do Brasil e Comissão de Valores Mobiliários.

e) Secretarias estaduais da Fazenda e Ministério da Fazenda.

(24)

(CESPE - Banco do Brasil - 2009)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é uma das principais entidades supervisoras do SFN.

(25)

(CESPE - Banco do Brasil - 2009)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é uma das principais entidades supervisoras do SFN.

(26)

(CESPE – Banco do Brasil - 2009)

A área normativa do SFN tem como órgão máximo o Banco Central do Brasil (BACEN).

(27)

(CESPE – Banco do Brasil - 2009)

A área normativa do SFN tem como órgão máximo o Banco Central do Brasil (BACEN).

(28)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

• Criado pela Lei 4595/1964

• Objetivo:

formular a política da moeda e do crédito como previsto nesta lei, objetivando o progresso econômico e social do País.

• CNSP e CNPC

(29)

Composição do CMN

Ministro da Economia (que atua como presidente do Conselho),

Secretário Especial da Fazenda do Ministério da Economia

Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)

Presidente do Banco Central (BACEN).

(30)

FCC - AP (MANAUSPREV)/MANAUSPREV/Economia/2015 Integram o Conselho Monetário Nacional CMN:

a) o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, o Presidente do Banco Central do Brasil, o Presidente da Caixa Econômica Federal (Presidente) e o Presidente do Banco do Brasil.

b) o Ministro-Chefe da Casa Civil, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (Presidente), o Presidente do Banco Central do Brasil e o Presidente do Banco do Brasil.

c) o Ministro da Integração Nacional, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco do Brasil (Presidente).

d) o Ministro da Fazenda (Presidente), o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco Central do Brasil.

(31)

FCC - AP (MANAUSPREV)/MANAUSPREV/Economia/2015 Integram o Conselho Monetário Nacional CMN:

a) o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, o Presidente do Banco Central do Brasil, o Presidente da Caixa Econômica Federal (Presidente) e o Presidente do Banco do Brasil.

b) o Ministro-Chefe da Casa Civil, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (Presidente), o Presidente do Banco Central do Brasil e o Presidente do Banco do Brasil.

c) o Ministro da Integração Nacional, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco do Brasil (Presidente).

d) o Ministro da Fazenda (Presidente), o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco Central do Brasil.

(32)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Conselho Monetário Nacional (CMN) é integrado pelo Ministro da Fazenda,

a) Presidente do Banco Central do Brasil e Presidente da Comissão de Valores Mobiliários.

b) Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e Presidente do Banco Central do Brasil.

c) Presidente do Banco Central do Brasil e membros do Comitê de Política Monetária.

d) Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Presidente do Banco Central do Brasil.

(33)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Conselho Monetário Nacional (CMN) é integrado pelo Ministro da Fazenda,

a) Presidente do Banco Central do Brasil e Presidente da Comissão de Valores Mobiliários.

b) Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e Presidente do Banco Central do Brasil.

c) Presidente do Banco Central do Brasil e membros do Comitê de Política Monetária.

d) Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Presidente do Banco Central do Brasil.

(34)

Informações gerais sobre o CMN

• Reuniões ordinárias mensais

• Deliberações via Resoluções por maioria de votos

Ad referendum para matéria urgente e de interesse relevante

• Função exclusivamente normativa:

Atua na fixação e estabelecimento de diretrizes, regulamentação, regulação e disciplina do SFN.

(35)

Funções do CMN

• Formular a Política da Moeda e do Crédito

(36)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

Regular o valor interno da moeda, para tanto prevenindo ou corrigindo os surtos inflacionários ou deflacionários de origem interna ou externa, as depressões econômicas e outros desequilíbrios oriundos de fenômenos conjunturais.

Adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia nacional e seu processo de desenvolvimento.

(37)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

Regular o valor externo da moeda e o equilíbrio no balanço de pagamento do País, tendo em vista a melhor utilização dos recursos em moeda estrangeira.

Fixar as diretrizes e normas da política cambial

Orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras, quer públicas, quer privadas; tendo em vista propiciar, nas diferentes regiões do País, condições favoráveis ao desenvolvimento harmônico da economia nacional.

Orienta as atividades exercidas pelas IF

(38)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros, com vistas a maior eficiência do sistema de pagamentos e de mobilização de recursos.

Zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras.

(39)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

Coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida pública, interna e externa.

Monetário: BACEN

Creditícia: BACEN e Ifs

Orçamentária: Congresso Nacional e Ministério da Economia

Dívida Pública: STN

(40)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

Autorizar as emissões de papel-moeda.

o CMN pode autorizar o Banco Central emitir, anualmente, até o limite de 10% dos meios de pagamento existentes até 31 de dezembro do ano anterior, desde que autorizado pelo Poder Legislativo

Estabelecer condições para que o Banco Central da República do Brasil emita moeda- papel de curso forçado, nos termos e limites decorrentes desta Lei, bem como as normas reguladoras do meio circulante.

Aprovar os orçamentos monetários, preparados pelo Banco Central da República do Brasil, por meio dos quais se es�marão as necessidades globais de moeda e crédito e

Determinar as características gerais das cédulas e das moedas.

(41)

O Conselho Monetário Nacional

Disciplinar o crédito em todas as suas modalidades e as operações creditícias em todas as suas formas, inclusive aceites, avais e prestações de quaisquer garantias por parte das instituições financeiras.

Regular a constituição, funcionamento e fiscalização dos que exercerem atividades subordinadas a esta lei, bem como a aplicação das penalidades previstas

(42)

O Conselho Monetário Nacional

Limitar, sempre que necessário, as taxas de juros, descontos

comissões e qualquer outra forma de remuneração de operações e serviços bancários ou financeiros, inclusive os prestados pelo Banco Central da República do Brasil

(43)

O Conselho Monetário Nacional - CMN

Expedir normas gerais de contabilidade e estatística a serem observadas pelas instituições financeiras.

Disciplinar as atividades das Bolsas de Valores e dos corretores de fundos públicos (atualmente chamadas de sociedades corretoras de

�tulos e valores mobiliários)

Estabelecer as Metas de Inflação

(44)

IADES - Operador Metroferroviário Júnior (METRO DF)/2014

A respeito do Sistema Monetário Nacional, assinale a alternativa correta.

a) A centésima parte do Real, denominada centavo, será escrita sob a forma decimal, dispensada a vírgula que segue a unidade.

b) As importâncias em dinheiro serão grafadas precedidas do símbolo R$.

c) A moeda de cinco centavos possui a efígie de Dom Pedro I em seu anverso.

d) O Conselho Monetário Nacional é responsável pela emissão das cédulas de Real.

e) A segunda família do Real herdou da primeira apenas a efígie da República.

(45)

IADES - Operador Metroferroviário Júnior (METRO DF)/2014

A respeito do Sistema Monetário Nacional, assinale a alternativa correta.

a) A centésima parte do Real, denominada centavo, será escrita sob a forma decimal, dispensada a vírgula que segue a unidade.

b) As importâncias em dinheiro serão grafadas precedidas do símbolo R$.

c) A moeda de cinco centavos possui a efígie de Dom Pedro I em seu anverso.

d) O Conselho Monetário Nacional é responsável pela emissão das cédulas de Real.

e) A segunda família do Real herdou da primeira apenas a efígie da República.

(46)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

A função de zelar pela liquidez e solvência das ins�tuições financeiras autorizadas a funcionar no País é

a) da Federação Brasileira de Bancos.

b) do Fundo Garantidor de Crédito.

c) da Comissão de Valores Mobiliários.

d) do Ministério da Fazenda.

e) do Conselho Monetário Nacional.

(47)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

A função de zelar pela liquidez e solvência das ins�tuições financeiras autorizadas a funcionar no País é

a) da Federação Brasileira de Bancos.

b) do Fundo Garantidor de Crédito.

c) da Comissão de Valores Mobiliários.

d) do Ministério da Fazenda.

e) do Conselho Monetário Nacional.

(48)

(CESPE - Banco do Brasil - 2009)

As funções do CMN incluem: adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia e regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos.

(49)

(CESPE - Banco do Brasil - 2009)

As funções do CMN incluem: adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia e regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos.

(50)

(CESPE – Procurador do Bacen – 2013) O Conselho Monetário Nacional

a) tem competência para emitir papel-moeda.

b) tem capacidade normativa de conjuntura, sendo suas resoluções normas que vinculam as ins�tuições financeiras.

c) tem por função a fiscalização do mercado de ações.

d) funciona como última instância recursal das decisões emitidas pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

e) é órgão do BACEN, formulador da política econômica, monetária, bancária e credi�cia.

(51)

(CESPE – Procurador do Bacen – 2013) O Conselho Monetário Nacional

a) tem competência para emitir papel-moeda.

b) tem capacidade normativa de conjuntura, sendo suas resoluções normas que vinculam as ins�tuições financeiras.

c) tem por função a fiscalização do mercado de ações.

d) funciona como última instância recursal das decisões emitidas pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

e) é órgão do BACEN, formulador da política econômica, monetária, bancária e credi�cia.

(52)

CESPE - Procurador do Banco Central do Brasil/2013/

O Conselho Monetário Nacional

a) tem competência para emitir papel-moeda.

b) tem capacidade normativa de conjuntura, sendo suas resoluções normas que vinculam as ins�tuições financeiras.

c) tem por função a fiscalização do mercado de ações.

d) funciona como última instância recursal das decisões emitidas pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

e) é órgão do BACEN, formulador da política econômica, monetária, bancária e credi�cia.

(53)

CESPE - Procurador do Banco Central do Brasil/2013/

O Conselho Monetário Nacional

a) tem competência para emitir papel-moeda.

b) tem capacidade normativa de conjuntura, sendo suas resoluções normas que vinculam as ins�tuições financeiras.

c) tem por função a fiscalização do mercado de ações.

d) funciona como última instância recursal das decisões emitidas pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

e) é órgão do BACEN, formulador da política econômica, monetária, bancária e credi�cia.

(54)

CESPE - Ana (BACEN)/BACEN/Área 4 - Contabilidade e Finanças/2013 Acerca das penalidades aplicadas ao sistema financeiro nacional, julgue o item que se segue.

O acompanhamento da execução dos orçamentos monetários são atribuições do Conselho Monetário Nacional.

(55)

CESPE - Ana (BACEN)/BACEN/Área 4 - Contabilidade e Finanças/2013 Acerca das penalidades aplicadas ao sistema financeiro nacional, julgue o item que se segue.

O acompanhamento da execução dos orçamentos monetários são atribuições do Conselho Monetário Nacional.

(56)

O Conselho Nacional de

Seguros Privados

(57)

O Conselho Nacional de Seguros Privados

• Objetivo:

• formular as diretrizes e normas para o setor do SFN responsável pelos seguros privados.

São contratos firmados entre uma sociedade seguradora e um interessado em se proteger contra eventuais riscos e contingências predeterminados.

(58)

O Conselho Nacional de Seguros Privados

• Fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados.

• Regular a constituição, organização, funcionamento e fiscalização dos que exercerem atividades de seguros privados, bem como a aplicação das penalidades previstas.

• Estipular índices e demais condições técnicas sobre tarifas,

investimentos e outras relações patrimoniais a serem observadas pelas Sociedades Seguradoras.

• Fixar as características gerais dos contratos de seguros.

(59)

O Conselho Nacional de Seguros Privados

• Fixar normas gerais de contabilidade e estatística a serem observadas pelas Sociedades Seguradoras.

• Delimitar o capital das sociedades seguradoras e dos resseguradores

(resseguradores são as seguradoras que fazem seguro para outras seguradoras)

• Estabelecer as diretrizes gerais das operações de resseguro

• Disciplinar as operações de cosseguro

(60)

O Conselho Nacional de Seguros Privados

• Aplicar às Sociedades Seguradoras estrangeiras autorizadas a funcionar no País as mesmas vedações ou restrições equivalentes às que vigorarem nos países da matriz em relação às Sociedades Seguradoras brasileiras ali instaladas ou que neles desejem estabelecer-se.

• Prescrever os critérios de constituição das Sociedades Seguradoras, com fixação dos limites legais e técnicos das operações de seguro

(61)

O Conselho Nacional de Seguros Privados

• Disciplinar a corretagem de seguros e a profissão de corretor.

• Regular a instalação e o funcionamento das Bolsas de Seguro.

• Fixar as condições de constituição e extinção de entidades autorreguladoras do mercado de corretagem, sua forma jurídica, seus órgãos de administração e a forma de

preenchimento de cargos administrativos.

são entidades privadas que ajudam o Governo na regulação dos operadores, com responsabilidades próprias

(62)

O Conselho Nacional de Seguros Privados

• Regular o exercício do poder disciplinar das entidades autorreguladoras do mercado de corretagem sobre seus membros, inclusive do poder de impor penalidades e de excluir membros.

• Disciplinar a administração das entidades autorreguladoras do mercado de corretagem e a fixação de emolumentos, comissões e quaisquer outras despesas cobradas por tais entidades, quando for o caso.

(63)

O Conselho Nacional de

Previdência Complementar

(64)

O Conselho Nacional de Previdência Complementar

• “A função de órgão regulador do regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência complementar”

(65)

O Conselho Nacional de Previdência Complementar

• Entidades de previdência complementar

Fundos de pensão

são aquelas que administram planos de aposentadoria acessíveis exclusivamente aos empregados ou servidores de uma empresa ou ente federativo específico.

• E as entidades de previdência complementar abertas?

(66)

Nova Estrutura do CNPC

• Nova Estrutura:

CNPC é um órgão dentro da estrutura do Ministério da Economia, já que este incorporou o Ministério da Previdência Social.

Ministro da Economia: atual presidente do CNPC.

(67)

As Entidades Supervisoras

(68)

As Entidades Supervisoras

• Banco Central do Brasil

• Comissão de Valores Mobiliários

• Superintendência de Seguros Privados

• Superintendência de Previdência Complementar

(69)
(70)

O Banco Central do Brasil

Executar as normas criadas pelo CMN, sendo o responsável por supervisionar instituições financeiras captadoras de depósitos à vista, bancos de câmbio, demais instituições financeiras e outros intermediários financeiros.

• O Banco Central tem por finalidade a formulação, a execução, o acompanhamento e o controle das políticas monetária, cambial, de crédito e de relações financeiras com o exterior; a organização, disciplina e fiscalização do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e do Sistema de Consórcio; a gestão do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e dos serviços do meio circulante. (Camillo, Vicente)

(71)

O Banco Central

• Banco dos bancos

• Banqueiro do governo

• Único banco emissor

Segundo o art. 164 da CF/88, o Bacen exerce, de maneira exclusiva, a competência da União Federal para emitir moeda.

É vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja ins�tuição financeira.

O banco central poderá comprar e vender �tulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.

• Regulador do SFN

(72)

Competências Privativas do BACEN estabelecidas pela Lei 4595/1964

1. Emitir moeda-papel e moeda metálica, nas condições e limites autorizados pelo Conselho Monetário Nacional

2. Executar os serviços do meio-circulante

3. Determinar o recolhimento de até cem por cento do total dos depósitos à vista e de até sessenta por cento de outros �tulos contábeis das ins�tuições financeiras, seja na forma de subscrição de Letras ou Obrigações do Tesouro Nacional ou compra de �tulos da Dívida Pública Federal, seja através de recolhimento em espécie, em ambos os casos entregues ao Banco Central do Brasil, a forma e condições por ele determinadas.

4. Receber os recolhimentos compulsórios e, ainda, os depósitos voluntários à vista das instituições financeiras

5. Realizar operações de redesconto e empréstimos a ins�tuições financeiras bancárias;

(73)

Competências Privativas do BACEN estabelecidas pela Lei 4595/1964

7. Efetuar o controle dos capitais estrangeiros;

8. Ser depositário das reservas oficiais de ouro e moeda estrangeira e de Direitos Especiais de Saque e fazer com estas últimas todas e quaisquer operações previstas no Convênio Constitutivo do Fundo Monetário Internacional;

9. Exercer a fiscalização das ins�tuições financeiras e aplicar as penalidades previstas;

10. Conceder autorização às ins�tuições financeiras;

11. Estabelecer condições para a posse e para o exercício de quaisquer cargos de administração de ins�tuições financeiras privadas, assim como para o exercício de quaisquer funções em órgãos consultivos, fiscais e semelhantes, segundo normas que forem expedidas pelo Conselho Monetário Nacional;

12. Efetuar, como instrumento de política monetária, operações de compra e venda de

�tulos públicos federais;

13. Determinar que as matrizes das ins�tuições financeiras registrem os cadastros das firmas que operam com suas agências há mais de um ano.

(74)

Único Banco Emissor

• Política Monetária

A função do BACEN como Único Banco Emissor é a de, portanto, não deixar que na economia tenha um excesso (inflação) ou falta de moeda (deflação).

• Execução dos serviços de meio circulante

(75)

Banco dos bancos

• Operações de redesconto

• Cofre dos bancos comerciais

(76)

TNS (SEMPLAN)/Pref Teresina/Analista de Orçamento e Finanças Públicas/2016 A respeito dos chamados intermediários financeiros, é INCORRETO afirmar:

a) o Banco Central, por ser caracterizado como “banco dos bancos”, atua da mesma forma que os demais intermediários financeiros.

b) sua função de intermediação financeira é a de fazer a ponte entre poupadores e tomadores de recursos.

c) a diferenciação entre os vários instrumentos financeiros está calcada em características variáveis de risco, liquidez, rentabilidade e emitente.

d) a diferença básica entre um intermediário financeiro bancário e um intermediário financeiro não-bancário consiste em que estes não captam recursos por meio de depósitos à vista.

e) bancos de investimentos, as chamadas financeiras (sociedades de crédito,

(77)

TNS (SEMPLAN)/Pref Teresina/Analista de Orçamento e Finanças Públicas/2016 A respeito dos chamados intermediários financeiros, é INCORRETO afirmar:

a) o Banco Central, por ser caracterizado como “banco dos bancos”, atua da mesma forma que os demais intermediários financeiros.

b) sua função de intermediação financeira é a de fazer a ponte entre poupadores e tomadores de recursos.

c) a diferenciação entre os vários instrumentos financeiros está calcada em características variáveis de risco, liquidez, rentabilidade e emitente.

d) a diferença básica entre um intermediário financeiro bancário e um intermediário financeiro não-bancário consiste em que estes não captam recursos por meio de depósitos à vista.

e) bancos de investimentos, as chamadas financeiras (sociedades de crédito,

(78)

Banqueiro do governo

• Garantir o funcionamento regular do mercado cambial, da estabilidade relativa das taxas de câmbio e do equilíbrio no balanço de pagamentos.

Depositário das reservas internacionais

Depositário do caixa do Governo Federal

(79)

Regulador do SFN

Compete ao Banco Central da República do Brasil cumprir e fazer cumprir as disposições que lhe são atribuídas pela legislação em vigor e as normas expedidas pelo Conselho Monetário Nacional.

• •Autorização e fiscalização das ins�tuições financeiras, que recebem depósitos a vista ou nao, assim como bancos de câmbio e demais

ins�tuições intermediárias

(80)

Regulador do SFN

• Competências:

Exercer o controle do crédito sob todas as suas formas

Efetuar o controle dos capitais estrangeiros, nos termos da lei

Exercer a fiscalização das instituições financeiras e aplicar as penalidades previstas

(81)

Regulador do SFN

• Competências:

Conceder autorização às instituições financeiras, a fim de que possam:

a) funcionar no País

b) instalar ou transferir suas sedes, ou dependências, inclusive no exterior

c) ser transformadas, fundidas, incorporadas ou encampadas

d) praticar operações de câmbio, crédito real e venda habitual de títulos da dívida pública federal, estadual ou municipal, ações, debêntures, letras hipotecárias e outros títulos de crédito ou mobiliários

(82)

Regulador do SFN

• Competências:

Conceder autorização às instituições financeiras, a fim de que possam:

e) ter prorrogados os prazos concedidos para funcionamento

f) alterar seus estatutos

g) alienar ou, por qualquer outra forma, transferir o seu controle acionário

(83)

Regulador do SFN

• Estabelecer condições para a posse e para o exercício de quaisquer cargos de administração de instituições financeiras privadas, assim como para o exercício de quaisquer funções em órgãos consultivos, fiscais e semelhantes

• Regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis

(84)

Regulador do SFN

• Exercer permanente vigilância nos mercados financeiros e de capitais sobre empresas que, direta ou indiretamente, interfiram nesses mercados e em relação às modalidades ou processos operacionais que utilizem

(85)

Demais funções do BACEN

Entender-se, em nome do Governo Brasileiro, com as ins�tuições financeiras estrangeiras e internacionais;

Promover, como agente do Governo Federal, a colocação de empréstimos internos ou externos, podendo, também, encarregar-se dos respectivos serviços;

Atuar no sentido do funcionamento regular do mercado cambial, da estabilidade relativa das taxas de câmbio e do equilíbrio no balanço de pagamentos, podendo para esse fim comprar e vender ouro e moeda

estrangeira, bem como realizar operações de crédito no exterior, inclusive as referentes aos Direitos Especiais de Saque, e separar os mercados de câmbio financeiro e comercial;

Efetuar compra e venda de �tulos de sociedades de economia mista e

(86)

Demais funções do BACEN

Emitir �tulos de responsabilidade própria, de acordo com as condições estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional;

• Regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis;

Exercer permanente vigilância nos mercados financeiros e de

capitais sobre empresas que, direta ou indiretamente, interfiram nesses mercados e em relação às modalidades ou processos

operacionais que utilizem;

• Prover, sob controle do Conselho Monetário Nacional, os serviços de

(87)

IADES - Analista Técnico (FUNPRESP)/Investimentos/2014

A oferta de moeda é exercida pelo Banco Central (BC) por meio dos instrumentos de controle monetário. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.

a) O aumento na taxa de recolhimento compulsório imposta aos bancos diminui a oferta monetária.

b) A oferta de moeda varia diretamente com as reservas bancárias, isto é, se as reservas sobem, a oferta aumenta; se as reservas caem, a oferta diminui.

c) Operações de mercado aberto são a compra e a venda de títulos públicos realizadas pelo BC no mercado. Quando o BC vende títulos públicos, está expandindo a oferta monetária.

d) Se o BC deseja diminuir a oferta monetária, então deverá realizar operações de compra de títulos públicos.

(88)

IADES - Analista Técnico (FUNPRESP)/Investimentos/2014

A oferta de moeda é exercida pelo Banco Central (BC) por meio dos instrumentos de controle monetário. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.

a) O aumento na taxa de recolhimento compulsório imposta aos bancos diminui a oferta monetária.

b) A oferta de moeda varia diretamente com as reservas bancárias, isto é, se as reservas sobem, a oferta aumenta; se as reservas caem, a oferta diminui.

c) Operações de mercado aberto são a compra e a venda de títulos públicos realizadas pelo BC no mercado. Quando o BC vende títulos públicos, está expandindo a oferta monetária.

d) Se o BC deseja diminuir a oferta monetária, então deverá realizar operações de compra de títulos públicos.

(89)

FCC - AP (MANAUSPREV)/MANAUSPREV/Economia/2015 O Banco Central do Brasil

a) controla a inflação por meio de uma política fiscal rigorosa, garantindo o equilíbrio das contas do governo e mantendo o endividamento público dentro de limites sustentáveis.

b) representa a autoridade monetária do país e é independente do poder executivo federal, devendo prestar contas apenas ao poder legislativo federal.

c) tem como uma das principais tarefas de política econômica garantir uma taxa de câmbio real que atenda aos interesses de exportadores, para a manutenção de uma balança comercial positiva.

d) segue, conforme o programa de estabilização macroeconômica, em sua política monetária atual, o regime de metas de produto interno bruto nominal, de forma a evitar as taxas de sacri�cio de um maior desemprego, mesmo que ao custo de maior inflação.

e) tem por principais funções a emissão de papel-moeda, o controle do crédito bancário, a regulação do risco sistêmico do sistema financeiro nacional, custo diante das reservas internacionais, ofertante de empréstimos de última instância ao sistema bancário, bem como o

(90)

FCC - AP (MANAUSPREV)/MANAUSPREV/Economia/2015 O Banco Central do Brasil

a) controla a inflação por meio de uma política fiscal rigorosa, garantindo o equilíbrio das contas do governo e mantendo o endividamento público dentro de limites sustentáveis.

b) representa a autoridade monetária do país e é independente do poder executivo federal, devendo prestar contas apenas ao poder legislativo federal.

c) tem como uma das principais tarefas de política econômica garantir uma taxa de câmbio real que atenda aos interesses de exportadores, para a manutenção de uma balança comercial positiva.

d) segue, conforme o programa de estabilização macroeconômica, em sua política monetária atual, o regime de metas de produto interno bruto nominal, de forma a evitar as taxas de sacri�cio de um maior desemprego, mesmo que ao custo de maior inflação.

e) tem por principais funções a emissão de papel-moeda, o controle do crédito bancário, a regulação do risco sistêmico do sistema financeiro nacional, custo diante das reservas internacionais, ofertante de empréstimos de última instância ao sistema bancário, bem

(91)

FCC - ADG Jr (METRO SP)/METRO SP/Administração de Empresas/2014

Dentre as funções desempenhadas pelo Banco Central do Brasil, NÃO está contemplada:

a) a supervisão do sistema financeiro.

b) a produção, com exclusividade, do dinheiro do país.

c) a execução da política monetária.

d) ser o depositário das reservas internacionais.

(92)

FCC - ADG Jr (METRO SP)/METRO SP/Administração de Empresas/2014

Dentre as funções desempenhadas pelo Banco Central do Brasil, NÃO está contemplada:

a) a supervisão do sistema financeiro.

b) a produção, com exclusividade, do dinheiro do país.

c) a execução da política monetária.

d) ser o depositário das reservas internacionais.

(93)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Banco Central do Brasil tem como atribuição

a) receber os recolhimentos compulsórios dos bancos.

b) garantir a liquidez dos �tulos de emissão do Tesouro Nacional.

c) acompanhar as transações em bolsas de valores.

d) assegurar o resgate dos contratos de previdência privada.

e) fiscalizar os repasses de recursos pelo BNDES.

(94)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Banco Central do Brasil tem como atribuição

a) receber os recolhimentos compulsórios dos bancos.

b) garantir a liquidez dos �tulos de emissão do Tesouro Nacional.

c) acompanhar as transações em bolsas de valores.

d) assegurar o resgate dos contratos de previdência privada.

e) fiscalizar os repasses de recursos pelo BNDES.

(95)

(CESPE – Banco do Brasil – 2009)

Realizar operações de redesconto e empréstimo às ins�tuições financeiras e regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis são as atribuições do BACEN.

(96)

(CESPE – Banco do Brasil – 2009)

Realizar operações de redesconto e empréstimo às ins�tuições financeiras e regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis são as atribuições do BACEN.

(97)

(CESPE – Banco do Brasil – 2009)

Além de autorizar o funcionamento e exercer a fiscalização das ins�tuições financeiras, emitir moeda e executar os serviços do meio circulante, compete também ao BACEN traçar as políticas econômicas, das quais o CMN é o principal órgão executor.

(98)

(CESPE – Banco do Brasil – 2009)

Além de autorizar o funcionamento e exercer a fiscalização das ins�tuições financeiras, emitir moeda e executar os serviços do meio circulante, compete também ao BACEN traçar as políticas econômicas, das quais o CMN é o principal órgão executor.

(99)

O COPOM

• O Conselho de Política Monetária (COPOM) foi ins�tuído em 20 de junho de 1996, com o objetivo de implementar a política monetária, definir a meta da Taxa Selic e analisar o Relatório de Inflação.

• O COPOM estabelece a meta da Taxa Selic; o valor real é determinado nas operações de mercado, nas quais o Bacen intervém.

Composto pelo presidente e diretores do BACEN

Reunião acontece a cada 45 dias em média. 8 reuniões ordinárias anuais.

Deliberações por maioria simples de votos.

(100)

• Meta de inflação:

2019: 4,25%

2020: 4%

2021: 3,75%

• Descumprimento da meta:

Descrição detalhada das causas do descumprimento;

Providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos;

O prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.

(101)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2013

O Comitê de Política Monetária (COPOM), ins�tuído pelo Banco Central do Brasil em 1996 e composto por membros daquela ins�tuição, toma decisões

a) sobre a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).

b) a respeito dos depósitos compulsórios dos bancos comerciais.

c) de acordo com a maioria dos participantes nas reuniões periódicas de dois dias.

d) a serem ratificadas pelo Ministro da Fazenda.

e) conforme os votos da Diretoria Colegiada.

(102)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2013

O Comitê de Política Monetária (COPOM), ins�tuído pelo Banco Central do Brasil em 1996 e composto por membros daquela ins�tuição, toma decisões

a) sobre a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).

b) a respeito dos depósitos compulsórios dos bancos comerciais.

c) de acordo com a maioria dos participantes nas reuniões periódicas de dois dias.

d) a serem ratificadas pelo Ministro da Fazenda.

e) conforme os votos da Diretoria Colegiada.

(103)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Comitê de Política Monetária (COPOM)

a) divulga semanalmente a taxa de juros de curto prazo verificada no mercado financeiro.

b) tem como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pela Presidência da República.

c) é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil.

d) tem suas decisões homologadas pelo ministro da Fazenda.

e) discute e determina a atuação do Banco Central do Brasil no mercado de

(104)

FCC - Esc BB/BB/"Sem Área"/2011

O Comitê de Política Monetária (COPOM)

a) divulga semanalmente a taxa de juros de curto prazo verificada no mercado financeiro.

b) tem como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pela Presidência da República.

c) é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil.

d) tem suas decisões homologadas pelo ministro da Fazenda.

e) discute e determina a atuação do Banco Central do Brasil no mercado de

(105)

As Entidades Supervisoras

(106)

A Comissão de Valores Mobiliários

• Segmentos do mercado de ativos financeiros

Mercado de capitais

• Criada pela Lei 6.385/76

(107)

A Comissão de Valores Mobiliários

A Comissão de Valores Mobiliários será administrada por um Presidente e quatro Diretores, nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovados pelo Senado Federal, dentre pessoas de ilibada reputação e reconhecida competência em matéria de mercado de capitais

Mandato de 5 anos

Troca de 1/5 do colegiado por ano

Diretores com mandato fixo

(108)

CVM: Mandato Legal

• Desenvolvimento do Mercado

Estimular a formação de poupança e a sua aplicação em valores mobiliários;

promover a expansão e o funcionamento eficiente e regular do mercado de ações; e estimular as aplicações permanentes em ações do capital social de companhias abertas sob controle de capitais privados nacionais (Lei 6.385/76, art. 4o, incisos I e II).

• Eficiência e funcionamento do mercado

Assegurar o funcionamento eficiente e regular dos mercados da bolsa e de balcão; assegurar a observância de práticas comerciais equitativas no mercado de valores mobiliários; e assegurar a observância, no mercado, das condições de u�lização de crédito fixadas pelo Conselho Monetário Nacional (Lei 6.385/76, art. 4o, incisos III, VII e VIII).

(109)

CVM: Mandato Legal

Proteção dos investidores

Proteger os titulares de valores mobiliários e os investidores do mercado contra emissões irregulares de valores mobiliários; atos ilegais de administradores e acionistas controladores das companhias abertas, ou de administradores de carteira de valores mobiliários; e o uso de informação relevante não divulgada no mercado de valores mobiliários. Evitar ou coibir modalidades de fraude ou manipulação destinadas a criar condições artificiais de demanda, oferta ou preço dos valores mobiliários negociados no mercado (Lei 6.385/76, art. 4o, incisos IV e V).

Acesso à informação adequada

Assegurar o acesso do público a informações sobre os valores mobiliários negociados e as companhias que os tenham emitido, regulamentando a Lei e administrando o sistema de registro de emissores, de distribuição e de agentes regulados (Lei 6.385/76, art. 4o, inciso VI, e art. 8o, incisos I e II).

(110)

CVM: Mandato Legal

Fiscalização e punição

Fiscalizar permanentemente as atividades e os serviços do mercado de valores mobiliários, bem como a veiculação de informações relativas ao mercado, às pessoas que dele participam e aos valores nele negociados, e impor penalidades aos infratores das Leis 6.404/76 e 6.385/76, das normas da própria CVM ou de leis especiais cujo cumprimento lhe incumba fiscalizar (Lei 6.385/76, art. 8o, incisos III e V, e art. 11).

(111)

Estrutura Administrativa da CVM

Entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Economia, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária.

(112)

A Comissão de Valores Mobiliários

A CVM detém autonomia financeira e orçamentária

dotações das reservas monetárias que lhe forem atribuídas pelo

Conselho Monetário Nacional (no caso, parte da arrecadação do IOF);

receitas provenientes da prestação de serviços pela Comissão, observada a tabela aprovada pelo Conselho Monetário Nacional;

renda de bens patrimoniais e receitas eventuais;

receitas de taxas decorrentes do exercício de seu poder de polícia, nos termos da lei.

(113)

A Comissão de Valores Mobiliários

A CVM é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Economia, com personalidade jurídica e patrimônio próprios

Administração Indireta

Vinculada ao Ministério da Fazenda

(114)

A Comissão de Valores Mobiliários

• Competências:

regulamentar, com observância da política definida pelo Conselho Monetário Nacional, as matérias expressamente previstas em lei;

administrar os registros instituídos lei (tais como registro de oferta pública de ações, quando uma empresa quer captar dinheiro com a emissão de valores mobiliários, tais como ações);

(115)

A Comissão de Valores Mobiliários

• Competências

fiscalizar permanentemente as atividades e os serviços do mercado de valores mobiliários, bem como a veiculação de informações relativas ao mercado, às pessoas que dele participem, e aos valores nele negociados (fiscalizar, por exemplo, a publicação dos demonstrativos contábeis de empresas com ações negociadas em bolsa de valores;

(116)

A Comissão de Valores Mobiliários

• Competências

propor ao CMN a eventual fixação de limites máximos de preço, comissões, emolumentos e quaisquer outras vantagens cobradas pelos intermediários do mercado (limitar, por exemplo, o preço cobrado por uma corretora para cada compra/venda de ação que o seu cliente realizar);

fiscalizar e inspecionar as companhias abertas (companhias abertas são aquelas que têm valores mobiliários negociados em Bolsa).

(117)

A Comissão de Valores Mobiliários – Fiscalizadora do mercado de capitais

• Examinar e extrair cópias de registros contábeis, livros ou documentos, inclusive programas eletrônicos e arquivos magnéticos, ópticos ou de qualquer outra natureza, bem como papéis de trabalho de auditores independentes, devendo tais documentos ser mantidos em perfeita ordem e estado de conservação pelo prazo mínimo de cinco anos por parte dos operadores do mercado de capitais e prestadores de serviços do setor;

• Intimar os operadores do mercado de capitais e prestadores de

serviços do setor a prestar informações ou esclarecimentos (se não responderem à intimação, a CVM pode aplicar multa);

(118)

A Comissão de Valores Mobiliários – Fiscalizadora do mercado de capitais

• requisitar informações de qualquer órgão público, autarquia ou empresa pública;

• determinar às companhias abertas que republiquem, com correções ou aditamentos (=acréscimos), demonstrações financeiras, relatórios ou informações divulgadas;

• apurar, mediante processo administrativo, atos ilegais e práticas não equitativas (=injustas) de administradores, membros do conselho fiscal e acionistas de companhias abertas, dos intermediários e dos demais participantes do mercado.

(119)

A Comissão de Valores Mobiliários – Prevenção e correção de anomalias

• suspender a negociação de determinado valor mobiliário ou decretar o recesso de bolsa de valores;

• suspender ou cancelar os registros de que trata a Lei 6.385/76 (como o de Analista de Valores Mobiliários, por exemplo);

• divulgar informações ou recomendações com o fim de esclarecer ou orientar os participantes do mercado;

• proibir aos participantes do mercado, sob possível aplicação de multa, a prática de atos que especificar prejudiciais ao seu funcionamento

regular.

(120)

A Comissão de Valores Mobiliários – Advertências e penalidades

• Advertência (sem efeitos objetivos, mas é uma bronca pública);

• Multa (de no máximo R$500 mil, 50% do valor da operação irregular ou 3 vezes o valor da vantagem econômica obtida com o ilícito);

• Suspensão do exercício do cargo de administrador ou de conselheiro fiscal de companhia aberta, de entidade do sistema de distribuição ou de outras entidades que dependam de autorização ou registro na CVM;

(121)

A Comissão de Valores Mobiliários – Advertências e penalidades

• Inabilitação temporária, até o máximo de vinte anos, para o exercício dos cargos mencionados acima;

• Suspensão da autorização ou registro para o exercício das atividades fiscalizadas pela CVM;

• Cassação de autorização ou registro, para o exercício das atividades fiscalizadas pela CVM;

• Proibição temporária, até o máximo de vinte anos, de praticar determinadas atividades ou operações, para os integrantes do

sistema de distribuição ou de outras entidades que dependam de

(122)

A Comissão de Valores Mobiliários – Advertências e penalidades

• Proibição temporária, até o máximo de dez anos, de atuar, direta ou indiretamente, em uma ou mais modalidades de operação no

mercado de valores mobiliários.

Referências

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