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CURSO PREPARATORIO PARA DEFENSORIA

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Academic year: 2021

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CURSO PREPARATORIO PARA DEFENSORIA ,

PUBLICA - SP

FILOSOFIA E SOCIOLOGIA PROF. NOGUEIRA

(2)

METODOLOGIA

Sete encontros

• 1 º encontro""? Sófocles, Platão e Aristóteles.

• 2º encontro""? Kelsen.

• 3º encontro""? Bobbio.

• 4º e 5º encontros 7 Foucault.

• 6º encontro""? Weber.

• 7º encontro""? FerrazJr.

(3)

EXAMINADOR

Márcio Alves Fonseca

Márcio Alves da Fonseca

(4)

EXAMINADOR

Pós-Doutorado em Filosofia pela École Normale Supérieure de Paris (2012), realizado como bolsista da FAPESP.

Pós-Doutorado em Filosofia pela École Normal e Su périeure de Paris (2009), realizado com o boi sista da FAPESP.

Pós-Doutorado em Filosofia pela Universidade de Paris-XII (2006), realizado como bolsista do "Programme HERMES" (programa mantido pelos órgãos oficiais do governo francês: "Fondation Maison des Sciences de l'Homme de Paris", "Centre National de la Recherche Scientifique - CNRS", "Hlnistere des Affaires Etrangeres" e

"Ministere de la Recherche"). Doutorado em Direito (Filosofia do Direito) pela Universidade de São Paulo (2001 ), Mestrado em Filosofia (Filosofia das Ciências Humanas) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo ( 1994).

Possui graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo ( 1995) e graduação em História pela Universidade de São Paulo ( 1990). Professor Assistente-Doutor do Departamento de Filosofia e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é Diretor da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP. Tem experiência em pesquisa nas áreas de Filosofia e Direito, com ênfase em Filosofia das Ciências Humanas, Filosofia Política, Ética e Filosofia do Direito, atuando principalmente nos seguintes temas: Direito, Norma, Poder, Política, Modernidade e Crítica. (Fonte:

Currículo Lattes)

(5)

WEBER, M. ( 1864 - 1920)

WEBER, M. Ciência e Politica. Duas vocações.Tradução de Leônidas Hegenberg e Octany Silveira da Mota. São Paulo: Cultrix, 2004.

(6)

KELSEN, H. ( 1881 - 1973)

KELSEN, H. O que é Justiça? A Justiça, o Direito e a Politica no espelho da ciência.Tradução de Luís Carlos Borges. São Paulo: Martins Fontes, 2001

(7)

BOBBIO, N. ( 1909 - 2004)

BOBBIO, N. Teoria da Norma Jurídica. Tradução de Fernando Pavan Baptista e Ariani Bueno Sudatti. São Paulo: Edipro, 201 1.

BOBBIO, N. Teoria do Ordenamento Jurídico.

Tradução de Ari Marcelo Solon. São Paulo: Edipro, 2011.

(8)

FOUCAULT, M. ( 1926 - 1984)

FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Tradução de Raquel Ramalhete. São Paulo:Vozes, 2007.

(9)

FERRAZ JR. ( 1941-)

FERRAZ J R,T. S. A Ciência do Direito. São Paulo:

Atlas, 2003.

(10)

METODOLOGIA

Livros + Edital + Questões

(11)

EXEMPLO

1. O DIREITO E O TEMA DA JUSTIÇA.

1.1 A concepção platônica da justiça.

1.2 A doutrina da justiça em Aristóteles.

1.2.1 Justiça como virtude moral.

1.2.2 Os critérios da legitimidade e da igualdade.

1.3 A doutrina do Direito natural.

(12)

INTRODUÇAO -

Direitos

iiíiijJ

Humanos

Direito Natural

Justiça

,

Etica

Moral

(13)

, ,

O QUE E ETICA?

(14)

, ,

O QUE E ETICA?

Étho

Etimologia

Costume ropríedade

do Caráter

orus

ora

(15)

, ,

O QUE E ETICA?

Sófocles

442 a.e.

Antígona

(16)

·nGONE

, ,

O QUE E ETICA?

Sim, eu sabia! Por acaso poderia ignorar, se era uma coisa pública?

CREONTE

Direitos....;

Humanos

E apesar disso, tiveste a audácia de desobedecer a essa determinação?

Ética TÍGO

Sim, porque não foi Júpiter que a promulgou; e a Justiça, a deusa que habita com as divindades subterrâneasnoi

jamais estabeleceu tal decreto entre os humanos; nem eu creio que teu édito tenha força bastante para conferir a um mortal o poder de infringir as leis divinas, que nunca foram escritas, mas são irrevo- gáveis; não existem a partir de ontem, ou de hoje; são eternas, sim! e ninguém sabe desde quando vigoramlnu - Tais decretos, eu, que não temo o poder de homem algum, posso violar sem qu.e por isso me Direito

Natural Moral

Justiça

(17)

PLATÃO

(427 - 347 a.C)

(18)

OS HUMANOS SÃO DOTADOS DE TRÊS ALMAS

. Satisfação das necessidades do corpo

. Prazer

AL

Defead ressões

• Dom

• Mcio ambiente

·.,.ida d

Reage a dor WI!. proteção da vida.

Conhecimento na fonna de opiniões pcrcepçõcs

Experiência

. s!! de 'd#< ..ll-..ll...!-

8l .10DRa. • - .. 1 ·elaS V~u.n.u.a.1."aS

(19)

OBRA

(20)

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A REPUBLICA VIRTUDE ALMA

SABEDORIA RACIONAL CORAGEM IRASCIVEL

,

,

TEMPERANÇA CONCUPISCIVEL

(21)

HOMEM JUSTO

ALMA RACIONAL

ALMA CONCUPISCENTE ALMA COLÉRICA

(22)

MITOS

• Mito de Er

• Mito da Caverna

(23)

,

ARISTOTELES

• 384 a.e. - 322 a.e.

• Estagira.

• Aluno de Platão e mentor de Alexandre.

• Escreve sobre fisica, metafisica, poesia, drama, lógica, governo, retórica, biologia, zoologia e ética.

(24)

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A ETICA ARISTOTELICA

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• Etica à Nicômaco é considerado um escrito de Aristóteles maduro, com o seu sistema

filosófico próprio e definitivo.

• Foi escrito entre 335 a.e. a 323 a.e.

(25)

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A ETICA DO EQUILIBRIO DE ARISTOTELES

• O comportamento ético é o que se considera prudente.

"( ... ) os homens tornam-se arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo seus instrumentos. Da mesma forma, tornamo-nos justos praticando atos justos". (ARISTÓTELES,11)

(26)

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A ETICA DO EQUILIBRIO DE ARISTOTELES

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• A Etica serve como condução do ser humano à felicidade.

• Acredita que o exagero é motivador para criação de conflitos com outros indivíduos ou com a sociedade.

(27)

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A ETICA DO EQUILIBRIO DE ARISTOTELES

• Reflexão ética racionalista.

• Perguntou-se sobre o fim último do ser humano: A FELlelDADE.

• Felicidade maior para Aristóteles se encontra na vida teórica, que promove o que há de mais especificamente humano : a razão.

(28)

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A ETICA DO EQUILIBRIO DEARISTOTELES

• Agir corretamente seria praticar as virtudes.

• VIRTUDE:

"A virtude moral é um meio-termo entre dois vícios, um dos quais envolve o excesso e outro deficiência, e isso porque a sua natureza é visar à mediania nas paixões e

"

nos atos .

• Aristóteles procura uma ética do meio-termo, na qual a virtude consistiria em procurar o ponto de equilíbrio entre o excesso e a deficiência.

(29)

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A ETICA DO EQUILIBRIO DEARISTOTELES

• Feliz é aquele que vive as virtudes dentro da "pólis ". É aquele que vive uma vida intelectual, sendo capaz de dirigir bem a vida, deliberando de modo correto o que

é bem ou mal para si.

• Há uma medida para todas as ações humanas, que é o justo-meio.

(30)

CONTATO

• professornogueira.wordpress.com

[email protected]

Referências

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