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FASES EVOLUTIVAS: aspectos do desenvolvimento e aprendizagem

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Academic year: 2021

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FASES EVOLUTIVAS:

aspectos do desenvolvimento e aprendizagem

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

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TEORIA DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL DE SIGMUND FREUD:

 É uma das mais conhecidas (e talvez a mais controversa das) teorias da psicologia.

 5 Fases do Desenvolvimento psicossexual

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OS OITO ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL DE ERIK ERIKSON

Estágios

Estágio Psicossocial 1 – Confiança vs. Desconfiança

Ocorre entre o nascimento e um ano de idade e é a fase mais fundamental na vida.

Uma criança é totalmente dependente. Desenvolvimento da confiança é baseado na confiabilidade e qualidade dos cuidadores da criança. Neste ponto do desenvolvimento, a criança é totalmente dependente de cuidadores adultos para tudo o que ela precisa para sobreviver, incluindo comida, amor, carinho, segurança. Tudo. Se um cuidador não fornece cuidado e amor adequado, a criança vai vir a sentir que não pode confiar ou depender dos adultos em sua vida.

Se uma criança se desenvolve com sucesso a confiança, vai se sentir segura no mundo. Os cuidadores que são inconsistentes, emocionalmente

indisponíveis, ou rejeitam, contribuem para sentimentos de desconfiança nas crianças que cuidam. A incapacidade de desenvolver a confiança irá resultar em medo e uma crença de que o mundo é inconsistente e imprevisível.

Claro, nenhuma criança vai desenvolver um senso de 100% de confiança ou 100% dúvida. Erikson acredita que o desenvolvimento bem sucedido se baseia sobre um equilíbrio entre os dois lados opostos. Quando isso acontece, as crianças adquirem a esperança, que Erikson descreveu como uma abertura à experiência temperada por algum receio de que o perigo pode estar presente.

Estágio Psicossocial 2 – Autonomia vs. Vergonha e Dúvida

Tem lugar durante a primeira infância e é focada em crianças que desenvolvem uma maior sensação de controle pessoal.

Neste ponto do desenvolvimento, as crianças estão apenas começando a ganhar um pouco de independência. Elas estão começando a executar ações básicas por conta própria e a tomar decisões simples sobre o que elas preferem. Ao permitir que as crianças façam escolhas e tomem o controle, pais e cuidadores podem ajudar as crianças a desenvolverem um senso de autonomia.

Como Freud, Erikson acredita que o treinamento do toalete era uma parte vital desse processo. No entanto, o raciocínio de Erikson foi muito diferente do de Freud. Erikson acreditava que aprender a controlar as funções corporais leva a uma sensação de controle e um senso de independência.

Outros eventos importantes incluem ganhar mais controle sobre as escolhas alimentares, preferências de brinquedo, e seleção de roupas.

Crianças que concluem com êxito esta fase se sentem seguras e confiantes, enquanto que aquelas que não o fazem são deixadas com um sentimento de inadequação e insegurança.

Erikson acredita que a obtenção de um equilíbrio entre a autonomia e vergonha e dúvida levaria a vontade, que é a crença de que as crianças podem agir com intenção, dentro da razão e limites.

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OS OITO ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL DE ERIK ERIKSON

Estágios

Estágio Psicossocial 3 – Iniciativa vs. Culpa Tem lugar durante os anos pré-escolares.

Neste ponto no desenvolvimento psicossocial, as crianças começam a afirmar o seu poder e controle sobre o mundo através de liderar o jogo e outras interações sociais.

As crianças que são bem sucedidos nesta fase se sentem capazes e capazes de conduzir os outros. Aquelas que não conseguem adquirir essas habilidades são deixadas com um sentimento de culpa, auto-dúvida e falta de iniciativa.

Quando um equilíbrio ideal entre a iniciativa individual e uma vontade de trabalhar com outras pessoas é alcançado, a qualidade do ego conhecida como finalidade emerge.

Estágio Psicossocial 4 – Produtividade vs. Inferioridade

Tem lugar durante os primeiros anos escolares, cerca de 5 anos de idade a 11.

Através de interações sociais, as crianças começam a desenvolver um sentimento de orgulho em suas realizações e habilidades.

As crianças que são encorajadas e elogiadas pelos pais e professores desenvolvem um sentimento de competência e crença em suas habilidades. Aquelas que recebem pouco ou nenhum incentivo de pais, professores ou colegas vão duvidar de suas habilidades para ser bem sucedidas.

Sucesso no equilíbrio nesta fase do desenvolvimento psicossocial leva à força conhecida como a competência ou a crença de nossas próprias capacidades para lidar com as tarefas definidas antes de nós.

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OS OITO ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL DE ERIK ERIKSON

Estágios

Estágio Psicossocial 5 – Identidade vs. Confusão de identidade

Ocorre durante a adolescência, às vezes turbulenta. Esta fase tem um papel essencial no desenvolvimento de um senso de identidade pessoal que continuará a influenciar o comportamento e desenvolvimento para o resto da vida de uma pessoa.

Durante a adolescência, as crianças exploram a sua independência e desenvolvem um sentido de si.

Aquelas que recebem incentivo e reforço adequados através da exploração pessoal vão emergir desta fase com um forte senso de si mesmas e uma sensação de independência e controle. Aquelas que permanecem inseguras de suas crenças e desejos vão se sentir inseguras e confusas sobre si mesmas e o futuro.

Concluir esta etapa leva com sucesso para a fidelidade, o que Erikson descreveu como uma capacidade de viver de acordo com as normas e as expectativas da sociedade.

Estágio Psicossocial 6 – Intimidade vs. Isolamento

Esta fase abrange o período de início da idade adulta, quando as pessoas estão explorando as relações pessoais.

Erikson acreditava que era vital que as pessoas desenvolvessem relações estreitas e comprometidas com outras pessoas. Aquelas que são bem sucedidas nesta etapa irão formar relacionamentos que são duradouros e seguros.

Lembre-se que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Erikson acredita que um forte senso de identidade pessoal foi importante para o desenvolvimento de relações íntimas. Estudos têm demonstrado que as pessoas com um mau senso de si tendem a ter relações menos comprometidas e são mais propensas a sofrer isolamento emocional, solidão e depressão.

Resolução bem sucedida desta etapa resulta na força conhecida como amor. Ela é marcada pela capacidade de formar relacionamentos duradouros e significativos com outras pessoas.

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OS OITO ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL DE ERIK ERIKSON

Estágios

Estágio Psicossocial 7 – Generatividade vs. Estagnação

Durante a idade adulta, continuamos a construir nossas vidas, com foco em nossa carreira e família.

Aqueles que são bem sucedidos durante esta fase vão sentir que estão contribuindo para o mundo por ser ativos em sua casa e na comunidade. Aqueles que não conseguem atingir essa habilidade vão se sentir improdutivos e não envolvidos no mundo.

Cuidado é a virtude alcançada quando este estágio é tratado com sucesso. Ser orgulhoso de suas realizações, ver

os seus filhos se tornam adultos, e desenvolver um sentido de unidade com o seu parceiro de vida são realizações importantes desta fase.

Estágio Psicossocial 8 – Integridade vs. Desespero

Ocorre durante a velhice e está focado em refletir sobre a vida.

Neste ponto do desenvolvimento, as pessoas olhar para trás sobre os acontecimentos de suas vidas e determinar se elas estão felizes com a vida que viveram ou se arrependem das coisas que fizeram ou deixaram de fazer. Aquelas que forem mau sucedidas durante este estágio vão sentir que sua vida tem sido desperdiçada e vão experimentar muitos arrependimentos. O indivíduo vai ficar com sentimentos de amargura e desespero. Aquelas que se sentem orgulhosas de suas realizações vão sentir uma sensação de integridade. Concluir com sucesso esta fase significa olhar para trás com poucos arrependimentos e um sentimento geral de satisfação. Essas pessoas irão atingir a sabedoria , mesmo quando confrontados com a morte.

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NOTÁVEL POR:

• Ser um dos líderes da “Revolução Cognitiva”;

• Apresentar uma “nova perspectiva” sobre os estudos da percepção e da mente;

• Escrever “O Estudo do Pensamento” em 1956 que formalmente iniciou os estudos em psicologia cognitiva, além de vários trabalhos importantes em Psicologia a Educação como Sobre o Conhecimento: Ensaios da mão esquerda (1960) O Processo da Educação (1961), Atos de Significação (1990), A Cultura da Educação (1996);

• Desenvolver pesquisas sobre o desenvolvimento cognitivo das crianças e sua aplicação à educação; • Enfatizar o papel da narrativa em psicologia e direito.

EUA

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OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE BRUNER:

Explorou como as diferentes experiências afetam a percepção.

Por meio de pesquisas e observações - propôs que o comportamento humano é sempre

influenciado pelo mundo e a cultura na qual vivemos. Seu trabalho ajudou a mover o campo da psicologia para além do behaviorismo dominante até a década de 1950 e impulsionar o surgimento da psicologia cognitiva.

• Contribuiu muito para a psicologia do desenvolvimento e a psicologia educacional, principalmente por ter um interesse em como as crianças aprendem. Ele argumentou que

o objetivo de ensinar não é transmitir conhecimentos, mas sim ensinar aos alunos a pensar e resolver problemas por si mesmos.

• Defendia uma participação ativa do aluno no processo de aprendizagem, propondo o conceito de “aprendizagem por descoberta”.

Defendeu o chamado “Currículo em espiral”, método de ensino que consiste na

apresentação de conceitos básicos que são ensinados em um primeiro momento e depois revistos em diferentes anos sempre aumentando o nível de profundidade, complexidade e modos de representação. Assim, as crianças primeiro aprendem o básico

sobre um assunto, e depois passam a revisitar esse conteúdo e incorporar outros conhecimentos mais complexos sobre o mesmo fenômeno, como em uma espiral.

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04 ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO – JEAN PIAGET

(12)

03 FASES - DESENVOLVIMENTO MORAL – JEAN PIAGET

(13)

03 NÍVEIS - DESENVOLVIMENTO MORAL – LAWRENCE KOHLBERG

(14)

A PSICOGENESE DA PESSOA COMPLETA – HENRI WALLON

(15)

PERSPECTIVA SOCIOHISTÓRICA DO DESENVOLVIMENTO – LEV VYGOTSKY

(16)

O MODELO BIOECOLOGICO DO DESENVOLVIMENTO - URIE BRONFENBRENNER

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CONCEPÇÕES SOBRE DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

INATISTA (Racionalista)

AMBIENTALISTA (Empirista)

INTERACIONISTA (Construtivista)

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CONCEPÇÃO INATISTA

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

Primazia dos fatores endógenos ou hereditários.

Os seres humanos já nascem com todas as suas características prontas, e essas serão desenvolvidas durante a vida. O ambiente deve interferir o mínimo possível para não “desvirtuar” tais características.

Trazemos em nossa inteligência não só os princípios racionais, mas também algumas ideias verdadeiras que são ideias inatas.

Alguns autores considerados inatistas: Platão (IV a.C.), Descartes (Séc. XVII), Rousseau (Séc. XVIII)

Frases que trazem embutidas as ideias inatistas:

“Pau que nasce torto, morre torto.”

“O pai dele nunca foi bom aluno, é claro que ele também não pode ser muito inteligente.” “A força de vontade para aprender já nasce com a pessoa. Se nasceu sem, não vai aprender.”

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CONCEPÇÃO AMBIENTALISTA

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

Atribui poder ao ambiente no desenvolvimento e na aprendizagem.

Acredita que o homem nasça um “folha em branco”, na qual vão sendo impressas características durante toda a sua vida, de acordo com o ambiente onde esteja inserido.

Homem = ser extremamente plástico (pode ser moldado facilmente)

Corrente filosófica: Empirismo: a razão, a verdade e as ideias racionais são adquiridas por meio da experiência, principalmente a sensorial. Exemplo de ambientalista: Thorndike e Watson

Frases que trazem embutidas as ideias ambientalistas:

“É de pequenino que se torce o pepino.”

“Devemos planejar, ao máximo, nosso trabalho. Assim, conseguiremos controlar nossos alunos.”

“Quer se livrar da indisciplina? Dê castigos rígidos, como ficar em pé a aula toda ou perder os intervalos. Em menos de 2 meses a tal indisciplina acaba.”

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CONCEPÇÃO INTERACIONISTA

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

Criança constrói o seu conhecimento por meio da interação com: meio, semelhantes e consigo mesma.

Fatores internos e externos se interrelacionam continuamente, formando uma combinação de influências.

Desenvolvimento e Aprendizagem: apoiam-se na ideia de interação entre o organismo e o meio, sendo o

conhecimento algo construído pelo indivíduo durante toda a vida, não estando pronto ao nascer

(inatismo), nem sendo adquirido por meio das pressões do meio (ambientalismo).

ORGANISMO + MEIO = INTERAÇÃO

Criança como um ser ativo que ao interagir com o mundo,

o reconstrói, desenvolvendo novas estruturas cognitivas.

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CONCEPÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA (Cultural)

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

Abordagem sócio-histórica

Entendida como algo que se torna possível porque “o homem está imerso em

uma sociedade na qual atividades instrumentais e relações sociais direcionam o

desenvolvimento humano” (BOCK).

Cultura

Torna-se parte da natureza humana e o homem se desenvolve à sua própria

imagem e semelhança.

Aprendizagem

Ocorre na interação com membros mais maduros da cultura que “apresentam” os

conteúdos acumulados historicamente.

Refere-se à formação de conceitos pelo próprio sujeito, de forma ativa. Principal

representante: L. S. Vygotsky (1896-1934).

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DESENVOLVIMENTO HUMANO

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

COGNITIVO (Intelectual)

SÓCIO-MORAL

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Nascimento aos 2 anos

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

Grandes avanços em relação ao desenvolvimento físico. Sustentação da cabeça, sentar, engatinhar, andar, correr. Desenvolvimento neurológico (córtex).

COGNITIVO

Período sensório-motor. Reflexos.

Desenvolvimento da linguagem. Egocentrismo total. Centralização.

AFETIVO

Desenvolvimento da ligação afetiva com a mãe, pai e depois outras pessoas. Entre 08 a 12 meses é frequente o aparecimento do medo de estranhos. Fase oral/anal.

SÓCIO-MORAL

Regras puramente motoras. Ausência de regras coletivas.

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2 aos 6 anos

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

Aprimoramento das capacidades motoras.

Anda com segurança, corre, pula, sobe escadas, anda de bicicleta.

COGNITIVO

Período pré-operatório. Egocentrismo. Pré-conceitos. Pensamento irreversível.

A atenção torna-se mais focalizada e seletiva.

AFETIVO

Possibilidade de distanciar-se dos pais. Primeiras amizades.

Brigas/agressões físicas, na escola, acontecem mais no início e depois declina. Identificação com o pai ou a mãe. Definição da sexualidade. Fase anal/fálica.

Fase fálica: pênis ou o clitóris é a zona erógena principal. O estágio fálico do desenvolvimento psicossexual anuncia a chegada do nível edípico do desenvolvimento

SÓCIO-MORAL

Fase de heteronomia. Regras que vem dos outros. Obediência e transgressão.

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6 aos 12 anos

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

O crescimento físico continua num ritmo lento até a puberdade.

Consegue andar de bicicletas sem as rodinhas de apoio, jogar bola e fazer outras atividades que requerem considerável coordenação.

COGNITIVO

Período operatório-concreto. Queda do egocentrismo.

Operações mentais. Conservação de quantidades / reversibilidade.

AFETIVO

Energia (libido) fica voltada para a aprendizagem. Sexualidade fica latente.

Período de latência - Neste período, o desenvolvimento psicossexual está suspenso. Portanto, é um momento sereno comparado com os seis primeiros anos de vida

Personalidade já está organizada.

Grupo de amigos é muito importante e normalmente formado por crianças do mesmo sexo.

SÓCIO-MORAL

Heteronomia (sujeição a uma lei exterior ou vontade de outro; ausência de autonomia) (KANT) Sinais de autonomia crescente.

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12 aos 30 anos

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

Estirão de crescimento. Puberdade. Surgimento das características sexuais. Há poucas mudanças nas capacidades perceptivas e motoras.

Entre os 20 e 45 anos: o ser humano atinge o auge de sua condição física.

COGNITIVO

Período operatório-formal. Pensamento hipotético-dedutivo. Possibilidades ilimitadas do pensamento.

AFETIVO

Grupos de companheiros mistos.

Construção da identidade ocupacional e sexual.

Desenvolvimento da intimidade e maturidade afetiva e sexual.

Fase genital (estágio genital) - começa na puberdade, quando um aumento das energias sexuais ativa todos os conflitos não resolvidos dos anos anteriores. Este ressurgimento é a razão pela qual a

adolescênciapode ser povoada deemoção e conflitos.

SÓCIO-MORAL

Possibilidade de construção da autonomia.

As regras devem ser conhecidas por todos os membros do grupo. Consentimento mútuo

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Idade adulta – 30 a 65 anos

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

É na idade adulta que se define a base para o funcionamento físico de todo o restante da vida.

COGNITIVO

Diferenças entre o pensamento do adolescente e do adulto.

Pensamento pós-formal (segundo pesquisas realizadas após Piaget).

AFETIVO

INTIMIDADE X ISOLAMENTO.

Envolvimento profundo com outras pessoas. Busca de plenitude sexual (fase genital). Matrimônio/filhos.

SÓCIO-MORAL

Possibilidade de construção de um raciocínio moral pós-convencional. Justiça.

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Terceira idade – 65 anos em diante

Profa. Ma. Elizeth Germano Mattos

FÍSICO-MOTOR

Diminuição muscular.

Perdas sensoriais (auditivas e visuais).

Funções motoras diminuídas como força, resistência, equilíbrio e tempo de reação.

COGNITIVO

Ganhos e perdas na área cognitiva.

- GANHOS: relacionados à experiência e aos conhecimentos construídos ao longo da vida. - PERDAS: falhas na memória e às mudanças nas capacidades de processamento de informações.

AFETIVO

Integridade do EGO X DESESPERO. Estabilidade dos traços de personalidade. Fase genital.

Manutenção do funcionamento sexual: dependerá, entre outros fatores, da atividade sexual regular ao longo dos anos.

SÓCIO-MORAL

Aposentadoria.

Necessidade de reconhecimento pela sua vida. O raciocínio moral pode ser pós-convencional.

Todo adulto precisa de ajuda, de afeto, de proteção... em muitos aspectos diferentes, mas em muitos outros semelhantes às necessidades das crianças” (FROMM, 1955).

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