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CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOA (ALGARVE)

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Academic year: 2021

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CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOA (ALGARVE)

ATA N.º 35/2016

Da reunião Ordinária da Câmara Municipal de Lagoa, realizada no dia 30 de agosto

de 2016.

Aos trinta dias do mês de agosto de dois mil e dezasseis, nesta cidade de Lagoa, Edifício dos Paços do Concelho e Sala das Reuniões da Câmara Municipal, reuniram-se em pública reunião ordinária os membros da mesma Câmara, Excelentíssimos Senhores:

Presidente: Francisco José Malveiro Martins

Vereadores: José Inácio Marques Eduardo, Luís António Alves da Encarnação, Rui

Manuel Rosa Lopes Correia, Anabela Simão Correia Rocha, Ondina Maria Domingues Santos, Nuno Dinis da Encarnação de Amorim.

Reconhecendo-se que a Câmara Municipal estava reunida em número legal suficiente para poder deliberar, foi pelo Excelentíssimo Presidente declarada aberta a reunião, pelas 9.30 horas, tendo a Câmara passado a ocupar-se do seguinte:

Assinatura da ata da reunião anterior: Tendo-se procedido à leitura da ata da

reunião ordinária da Câmara Municipal realizada no passado dia vinte e três a qual já havia sido aprovada em minuta no final daquela reunião, foi a mesma assinada.

Ata da presente reunião: - A Câmara deliberou, por unanimidade, que a ata da

presente reunião fosse aprovada no final, em minuta.

Finanças municipais: Foi presente o balancete de movimento de fundos, respeitante

ao dia vinte e nove de agosto, que acusava um saldo de treze milhões novecentos

vinte e sete mil seiscentos cinquenta e sete euros e cinquenta cêntimos, no qual

está compreendida a importância de treze milhões trezentos e três mil e vinte e três

euros e vinte e um cêntimos, referente a operações orçamentais e seiscentos vinte e quatro mil seiscentos trinta e quatro euros e vinte e nove cêntimos.

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OBRAS E URBANISMO

Deliberação nº 1

Pedido de ocupação de via pública com andaime

Antiga E. N. 125, nº 50, Estômbar, da união de freguesias de Estômbar e Parchal Piedade de Jesus Teixeira

Foi presente o pedido em epígrafe, datado de 11/08/2016, acompanhado da informação nº 7262, de 23/08/2016, prestada pela fiscalização municipal, na qual consta que não vê inconveniente na autorização pretendida por um período de 15 (quinze) dias e numa área de 20,00 m². --- Em face da matéria constante no processo, a Câmara deliberou por unanimidade deferir o pedido, nos precisos termos da aludida informação.---

ASSUNTOS DIVERSOS

Deliberação nº 1

Pedido de cedência de viaturas

Foi presente uma proposta de deferimento subscrita pelo Sr. Vice-Presidente referente aos seguintes pedidos de viaturas: ---

REQUISITANTE DIA DESTINO HORÁRIO LIVRO DE CORRESPONDENCIA

UTILIZAÇÃO PESSOAS INICIO FIM REGISTO Nº DIA ENTRADA

LAC 03/09/2016 30 Albufeira 9,30 14,00 12124 16/08/2016

Paróq.

Porches 04/09/2016 43 Alcantarilha 18,30 21,30 11952 11/08/2016

GDL 04/09/2016 30 Pinhal Novo 9,45 23,00 12206 18/08/2016

S.Sociais 05/09/2016 32 Praia grande 9,30 12,30 6942 09/05/2016 S.Sociais 06/09/2016 32 Ferragudo 9,30 12,30 7789 24/05/2016 S.Sociais 07/09/2016 32 Praia grande 9,30 12,30 6951 09/05/2016 U.F.Lagoa 07/09/2016 51

Slide e

Splash 9,30 17,00 7408 17/05/2016

Paróq. Lagoa 08/09/2016 51 Silves 18,15 22,00 12083 17/08/2016 Paróq. Lagoa 08/09/2016 51 Portimão 18,00 22,00 12082 17/08/2016 S.Sociais 09/09/2016 32 Fontes 9,30 12,30 6953 09/05/2016

Em face da presente proposta, considerando: o disposto no regulamento de utilização de viaturas vigente; os fundamentos invocados pelos serviços afetos ao setor do

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parque automóvel e ainda o disposto na alínea u) do nº 1 do artº 33 da Lei nº 75/2013 de 12 de Setembro, a Câmara deliberou, por unanimidade, deferir os pedidos supra referidos. ---

Deliberação nº 2

Requisição de viaturas

Foi presente uma proposta de indeferimento subscrita pelo Sr. Vice-Presidente relativamente aos seguintes pedidos: ---

REQUISITANTE DIA DESTINO HORÁRIO LIVRO DE CORRESPONDENCIA

UTILIZAÇÃO PESSOAS INICIO FIM REGISTO Nº DIA ENTRADA

ADC Lagoenses 03/09/2016 20 Ferreira Alentejo 13,00 21,00 10850 20/07/2016 LAC 08 a 11/09/2016 40 Almada 12,00 18,00 12122 16/08/2016 LAC 09 a 11/09/2016 20 Leiria 7,00 19,00 12122 16/08/2016 GDL 09 a 11/09/2016 30 Viseu 15,00 19,00 10812 19/07/2016

Em face da presente proposta, considerando: o disposto no regulamento de utilização de viaturas vigente; os fundamentos invocados pelos serviços afetos ao setor do parque automóvel e ainda o disposto na alínea u) do nº 1 do artº 33 da Lei nº 75/2013 de 12 de Setembro, a Câmara deliberou, por unanimidade, indeferir os pedidos supra referidos. ---

Deliberação nº 3

Requisição de viaturas

Foi presente uma proposta subscrita pelo Sr. Vice-Presidente deferindo os seguintes pedidos: ---

REQUISITANTE DIA DESTINO HORÁRIO LIVRO DE CORRESPONDENCIA

UTILIZAÇÃO PESSOAS INICIO FIM REGISTO Nº DIA ENTRADA CSV Paulo 23/08/2016 1 Portimão 9,00 12,00 12290 22/08/2016 Carvofestas 28/08/2016 50 Silves 18,20 21,00 12388 13/08/2016

Em face da presente proposta, considerando: o disposto no regulamento de utilização de viaturas vigente; os fundamentos invocados pelos serviços afetos ao setor do parque automóvel e ainda o disposto na alínea u) do nº 1 do artº 33 da Lei nº 75/2013 de 12 de Setembro, a Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Sr. Vice-Presidente que deferiu os pedidos supra referidos. ---

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Deliberação nº 4

Atribuição de subsídio ao Lagoa Académico Clube

Foi presente a informação nº 4 de 11 do corrente, do Técnico Superior Jorge Lamy propondo a atribuição de subsídio no valor de 2.300,00 € ao Lagoa Académico Clube para apoio ao custo dos transportes com a participação no torneio de andebol Garci CUP 2016. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder ao Lagoa Académico Clube subsídio no valor de 2.300,00 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58949. ---

Deliberação nº 5

Atribuição de subsídio ao Lagoa Académico Clube

Foi presente a informação nº 7104 de 16 do corrente, do Técnico Superior Bruno Freitas, propondo a atribuição de subsídio no valor de 450,00 € ao Lagoa Académico Clube para apoio às despesas com a organização da 14ª Prova de Natação de Mar de Lagoa. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder ao Lagoa Académico Clube subsídio no valor de 450,00 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58961. ---

Deliberação nº 6

Atribuição de subsídio à Associação Desportiva e Recreativa da Quinta de S. Pedro – Férias Desportivas 2015

Foi presente a informação nº 16378 do Técnico Superior Jorge Lamy que é do seguinte teor: --- “Após análise do relatório da ADR Qtª S. Pedro relativa aos Transportes das Férias Desportivas 2015, venho por este meio propor a atribuição de um subsídio de 5.240.63 euros à ADR Qtª S. Pedro. --- Este valor é 2759,56 euros, referente a Julho e 2481,07 euros a Agosto”. ---

A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder à Associação Desportiva e Recreativa da Quinta de S. Pedro subsídio no valor de 5.240,63 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58933. ---

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Deliberação nº 7

Atribuição de subsídio à Associação Cultural e Desportiva de Ferragudo – Férias Desportivas 2014

Foi presente a informação nº 8450 de Técnico Superior Jorge Lamy que é do seguinte teor: --- “Venho por este meio propor a atribuição de um subsídio de 617,5 euros à ACD de Ferragudo, referente às férias desportivas 2014. --- O cálculo do valor foi calculado tendo em conta a seguinte tabela. ---

Total Nº Participantes Participantes Fora Concelho Participantes (- 6 anos) Participantes Sem apoio Participantes Com apoio Valor a atribuir Julho 43 6 11 4 22 260 € Agosto 39 8 5 6 20 305 € Setembro (15 d) 16 2 4 3 7 52,5 €

A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder à Associação Cultural e Desportiva de Ferragudo subsídio no valor de 617.50 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58932. ---

Deliberação nº 8

Atribuição de subsídio à Associação Académica da Bela Vista – Férias Desportivas 2014

Foi presente a informação nº 7956 do Técnico superior Jorge Lamy que é do seguinte teor: --- “Venho por este meio propor a atribuição de um subsídio de 3 248,45 euros à Associação Académica da Bela Vista. Este subsídio é referente à comparticipação do Município de Lagoa ao projeto, férias desportivas de verão 2014. --- Informo ainda que este valor foi atribuído com base no documento orientador para apoio a estes projetos, no qual descrimino os valores. ---

Nº Crianças

Valor pago por

criança

Comparticipação do

Município

Valor a atribuir pelo

Município

100

Até 75 €

40 €

4000 €

Tendo em conta que o saldo entre receitas e despesas que a associação teve com este projeto foi inferior aos 4000 euros, propõe-se a atribuição do valor dessa diferença, ou seja, 3 248,45 euros. ---

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Nota: Relativamente às crianças que residem fora do Concelho de Lagoa, menores de 6 anos e maiores que 14 anos não foi atribuído qualquer comparticipação”. ---

Em face da informação a Câmara deliberou, por unanimidade, conceder à Associação Académica da Bela Vista subsídio no valor de 3.248,45 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58935. ---

Deliberação nº 9

Atribuição de subsídio à Associação Cultural e Desportiva da CHE Lagoense – Férias Desportivas 2015

Foi presente a informação nº 15874 do Técnico Superior Jorge Lamy que é do seguinte teor: --- “Após a análise do relatório sobre as férias desportivas 2015, apresentado pela ACD CHE Lagoense e tendo em conta os critérios de apoio a estes projetos no programa de férias desportivas do Município de Lagoa, informo o seguinte: --- - A Associação envolveu 401 participantes (distribuídos por dois meses), sendo 300 residentes no Concelho de Lagoa; --- - Dos 300 participantes residentes no Concelho, 254 têm idades compreendidas entre os 6 e 14 anos; --- - Dos 254 participantes, apenas 80 pagaram abaixo do valor base, e que o Município de Lagoa apoia e neste caso, 5 euros por participante. --- Tendo em conta estes dados, venho por este meio propor a atribuição de um subsídio de 400 euros à ACD CHE Lagoense, para apoio ao programa de férias desportivas 2015. --- Em face da informação a Câmara deliberou, por unanimidade, conceder à Associação Cultural e Desportiva da CHE Lagoense subsídio no valor de 400,00 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58934. ---

Deliberação nº 10

Atribuição de subsídio aos Serviços Sociais, Culturais e Desportivos dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Lagoa – Férias Desportivas

Foi presente a informação nº 6937 de 8 do corrente, da Dirigente de 3º Grau Carla Silva que é do seguinte teor: ---

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“No âmbito do assunto supracitado e por pedido da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Lagoa, serve a presente para solicitar a atribuição de subsídio para o jovem João Pedro Cruz Nascimento (D.N.: 27-10-2007), na academia de férias “Phineas & Pherb” dos Serviços Sociais, Culturais e Desportivos dos Trabalhadores da Câmara de Lagoa em programa de férias desportivas, o qual frequentou durante duas semanas no passado mês de julho. --- Face ao exposto, somos a propor a atribuição de um subsídio aos Serviços Sociais, Culturais e Desportivos dos Trabalhadores da Câmara de Lagoa, no valor total de 73,00€ (setenta e três euros), que corresponde a 68,00€ (sessenta e oito euros) por frequência de duas semanas e 5,00€ (cinco euros) de inscrição, conforme indicação dos Serviços Sociais”. ---

Em face da informação a Câmara deliberou, por unanimidade, conceder aos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lagoa subsídio no valor de 73,00 €, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58937. ---

Deliberação nº 11

Pedido de Licença Especial de Ruído Vila Vita (P) Act. Turísticas Hoteleiras, Lda.

Foi presente um requerimento da Vila Vita (P) – Act. Turísticas Hoteleiras, Lda., solicitando licença especial de ruido ao abrigo do artigo 15º do Decreto-Lei 9/2007 de 17 de janeiro, para realização de espetáculos de música ao vivo, no Restaurante Vista Mar Village, nos Alporchinhos, Porches, no dia 29 de setembro, das 19.00 às 24.00 horas. --- Sobre o assunto foi prestado pelo Técnico Superior Bruno Gonçalves o parecer nº 11984 que é do seguinte teor: --- “Após atenta análise ao solicitado por Vila Vita (P) – Act. Tur. Hoteleiras, Lda, através de requerimento registado com o número 11984 de 12/08/2016, cumpre-me informar o seguinte: --- 1. O requerente solicita a concessão de uma Licença Especial de Ruído ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), para a realização de espetáculos de música ao vivo, no Restaurante Vista Mar Village, nos Alporchinhos, Porches, no dia referido no requerimento em causa e com o horário entre as 19h00 e as 24h;

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2. De acordo com as alíneas a) e b) do artigo 3.º do R.G.R., entende-se por:

a. “Atividade Ruidosa Permanente” – a atividade desenvolvida com carácter permanente, ainda que sazonal, que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, designadamente laboração de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços;

b. “Atividade Ruidosa Temporária” – a atividade que, não constituindo um ato isolado, tenha carácter não permanente e que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, tais como obras de construção civil, competições desportivas, espetáculos, festas ou outros divertimentos, feiras e mercados;---

3. Da análise realizada ao atual pedido, verifica-se que a atividade ruidosa em causa assume um carácter esporádico, pelo que se considera que o pedido apresentado se inclui na tipologia de Atividade Ruidosa Temporária;

4. Dessa forma, e atendendo ao Parecer n.º16157 de 30/12/2011 emitido pelo Gabinete Jurídico e relativo à “Articulação entre o Regime Jurídico de Licenciamento de recintos e o Regulamento Geral do Ruído”, considera-se o seguinte: --- a. Tratando-se de uma atividade ruidosa temporária, como é o caso, poderá ser concedida uma Licença Especial de Ruído para a atividade, nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.) com a seguinte medida de prevenção e redução do ruído provocado pela atividade autorizada:

Limitar o nível de ruído aos limites impostos no Regulamento Geral do Ruído durante todo o período da atividade,

nomeadamente no número 5 do Artigo 15.º, de modo a minimizar o tempo de exposição de cada indivíduo que permaneça nas imediações do local onde decorre a atividade suscetível de produzir ruído nocivo ou incomodativo;---

b. Caso surja alguma reclamação válida, relativamente ao ruído produzido pela atividade em causa, a Licença Especial de Ruído deverá ser cancelada de imediato;---

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c. Por outro lado, e uma vez que a atividade em causa é uma festa particular, esta não recai em nenhuma das definições previstas no Artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 268/2009 de 29 de Setembro, pelo que para esta situação, não será necessário qualquer tipo de licenciamento do recinto em causa.---

A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder a licença especial de ruido para o dia e horário solicitado, nas condições do parecer do Técnico. ---

Deliberação nº 12

Pedido de licença especial de ruido Associação Carvofestas

Foi presente um requerimento da Associação Carvofestas, solicitando licença especial de ruido ao abrigo do artigo 15º do Decreto-Lei 9/2007 de 17 de janeiro, para realização da Festa da Nossa Sra. da Encarnação, no Largo da Praia de Carvoeiro, no dia 28 de agosto, das 20.00 às 24.00 horas. --- Sobre o assunto foi prestado pelo Técnico Superior Bruno Gonçalves o parecer nº 12364 que é do seguinte teor: --- “Após atenta análise ao solicitado pela Associação Carvofestas, através de requerimento registado com o número 12364 de 23/08/2016, cumpre-me informar o seguinte: --- 1. O requerente solicita a concessão de uma Licença Especial de Ruído ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), para a realização de Festa da Sr.ª da Encarnação, no Largo da Praia de Carvoeiro, no dia e horário referidos no requerimento;

2. De acordo com as alíneas a) e b) do artigo 3.º do R.G.R., entende-se por:

a. “Atividade Ruidosa Permanente” – a atividade desenvolvida com carácter permanente, ainda que sazonal, que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, designadamente laboração de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços;

b. “Atividade Ruidosa Temporária” – a atividade que, não constituindo um ato isolado, tenha carácter não permanente e que produza ruído nocivo

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ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, tais como obras de construção civil, competições desportivas, espetáculos, festas ou outros divertimentos, feiras e mercados;---

3. Da análise realizada ao atual pedido, verifica-se que as atividades ruidosas em causa assumem um carácter temporário, pelo que se considera que o pedido apresentado se inclui na tipologia de Atividade Ruidosa Temporária;

4. Dessa forma, e atendendo ao Parecer n.º16157 de 30/12/2011 emitido pelo Gabinete Jurídico e relativo à “Articulação entre o Regime Jurídico de Licenciamento de recintos e o Regulamento Geral do Ruído”, considera-se o seguinte: --- a. Tratando-se de uma atividade ruidosa temporária, como é o caso, poderá ser concedida uma Licença Especial de Ruído para essa mesma atividade, nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), com a seguinte medida de prevenção e redução do ruído provocado pela atividade autorizada: Limitar o nível de ruído aos limites impostos no

Regulamento Geral do Ruído, de modo a minimizar o tempo de

exposição de cada indivíduo que permaneça nas imediações do local onde decorre a atividade suscetível de produzir ruído nocivo ou incomodativo;---

b. Por outro lado, quanto ao local da atividade, este local integrará a classificação de “recinto improvisado”, de acordo com o n.º 2 do Artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 268/2009 de 29 de Setembro, pelo que deverão ser seguidos os trâmites previstos nos artigos 14.º ao 16.º do mesmo diploma legal, com vista ao seu devido licenciamento.---

A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Sr. Presidente que concedeu a licença especial de ruido para o dia e horário solicitado. ---

Deliberação nº 13

Pedido de licença especial de ruido Águas Sagradas, Lda.

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Foi presente um requerimento da firma Águas Sagradas, Lda, solicitando licença especial de ruido ao abrigo do artigo 15º do Decreto-Lei 9/2007 de 17 de janeiro, para realização de festa de casamento, na tapada do Gramacho – Casa Pura Vida, em Estombar, no dia 3 de setembro, das 22.00 às 04.00 horas. --- Sobre o assunto foi prestado pelo Técnico Superior Bruno Gonçalves o parecer nº 12202 que é do seguinte teor: --- “Após atenta análise ao solicitado por Águas Sagradas Lda. através de requerimento registado com o número 12202 de 18/08/2016, cumpre-me informar o seguinte: --- 1. O requerente solicita a concessão de uma Licença Especial de Ruído ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), para a realização de uma festa de casamento, na tapada do Gramacho – Casa Pura Vida, Estômbar, nos dias 03 e 04 de Setembro de 2016, com o horário entre as 22h00 do dia 03 e as 04h00 horas do dia 18;---

2. De acordo com as alíneas a) e b) do artigo 3.º do R.G.R., entende-se por:

a. “Atividade Ruidosa Permanente” – a atividade desenvolvida com carácter permanente, ainda que sazonal, que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, designadamente laboração de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços;

b. “Atividade Ruidosa Temporária” – a atividade que, não constituindo um ato isolado, tenha carácter não permanente e que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, tais como obras de construção civil, competições desportivas, espetáculos, festas ou outros divertimentos, feiras e mercados;---

3. Da análise realizada ao atual pedido, verifica-se que a atividade ruidosa em causa assume um carácter esporádico, pelo que se considera que o pedido apresentado se inclui na tipologia de Atividade Ruidosa Temporária;---

4. Dessa forma, e atendendo ao Parecer n.º16157 de 30/12/2011 emitido pelo Gabinete Jurídico e relativo à “Articulação entre o Regime Jurídico de Licenciamento de recintos e o Regulamento Geral do Ruído”, considera-se o seguinte: ---

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a. Tratando-se de uma atividade ruidosa temporária, como é o caso, poderá ser concedida uma Licença Especial de Ruído para a atividade, nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.) com a seguinte medida de prevenção e redução do ruído provocado pela atividade autorizada:

Limitar o nível de ruído aos limites impostos no Regulamento Geral do Ruído, nomeadamente no número 5 do Artigo 15.º, a partir das 00h00, de modo a minimizar o tempo de exposição de cada

indivíduo que permaneça nas imediações do local onde decorre a atividade suscetível de produzir ruído nocivo ou incomodativo;---

b. Por outro lado, e uma vez que a atividade em causa é uma festa particular, esta não recai em nenhuma das definições previstas no Artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 268/2009 de 29 de Setembro, pelo que para esta situação, não será necessário qualquer tipo de licenciamento do recinto em causa.---

A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder a licença especial de ruido para o dia e horário solicitado nas condições do parecer do Técnico. ---

Deliberação nº 14

Pedido de licença especial de ruido

Summer Imitation – Restaurantes, Unipessoal, Lda,

Foi presente um requerimento da firma Summer Imitation – Restaurantes, Unipessoal, Lda, solicitando licença especial de ruido ao abrigo do artigo 15º do Decreto-Lei 9/2007 de 17 de janeiro, para realização de música ao vivo no Restaurante Lightthouse, em Alfanzina, Carvoeiro, no dia 29 de agosto, das 21.00 às 24.00 horas. -- Sobre o assunto foi prestado pelo Técnico Superior Bruno Gonçalves o parecer nº 12331 que é do seguinte teor: --- “Após atenta análise ao solicitado por Summer Imitation – Restaurantes, Unipessoal Lda através de requerimento registado com o número 12331 de 22/08/2016, cumpre-me informar o seguinte: ---

1. O requerente solicita a concessão de uma Licença Especial de Ruído ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), para a realização de música ao vivo no Restaurante

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Lighthouse, Alfanzina, em Carvoeiro, na data referida no respetivo requerimento e no horário entre as 21h00 e as 24h00;---

2. De acordo com as alíneas a) e b) do artigo 3.º do R.G.R., entende-se por:---

a. “Atividade Ruidosa Permanente” – a atividade desenvolvida com carácter permanente, ainda que sazonal, que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, designadamente laboração de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços;

b. “Atividade Ruidosa Temporária” – a atividade que, não constituindo um ato isolado, tenha carácter não permanente e que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, tais como obras de construção civil, competições desportivas, espetáculos, festas ou outros divertimentos, feiras e mercados;---

3. Atendendo ao teor da Informação no MGD 11035, o estabelecimento em causa está limitado à realização da atividade ruidosa a apenas 1 dia por

semana, no horário entre as 21h00 e as 23h00, e reduzindo o volume de som de forma a tornar-se o menos incómodo possível e a cumprir os níveis legais, enquanto não proceder ao licenciamento de recinto de diversão

provisória com carácter de continuidade;

4. Dessa forma, e atendendo ao Parecer n.º16157 de 30/12/2011 emitido pelo Gabinete Jurídico e relativo à “Articulação entre o Regime Jurídico de Licenciamento de recintos e o Regulamento Geral do Ruído”, considera-se o seguinte: --- a. À atividade em causa poderá ser concedida uma Licença Especial

de Ruído, entre as 21h00 e as 23h00, nos termos do artigo 15.º do

Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), desde que sejam cumpridas as seguintes medidas de prevenção e redução do ruído provocado pela atividade autorizada:---

1. Limitar o nível de ruído aos limites impostos no

Regulamento Geral do Ruído, nomeadamente no número 5 do Artigo 15.º, em todo o período da atividade ruidosa em causa de modo a minimizar o tempo de exposição de cada

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indivíduo que permaneça nas imediações do local onde decorre a atividade suscetível de produzir ruído nocivo ou incomodativo; 2. Limitar a realização da atividade ruidosa ao horário entre as

21h00 e as 23h00 no máximo;---

3. O não cumprimento de qualquer das alíneas acima referidas, implica a interrupção automática da Licença Especial de Ruído; 4. Caso venha a surgir alguma reclamação relativa ao ruído

proveniente da atividade em causa, a interrupção da Licença será automática;--- b. Por outro lado, este local integrará a classificação de “recinto improvisado”, de acordo com o n.º 2 do Artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 268/2009 de 29 de Setembro, pelo que deverão ser seguidos os trâmites previstos nos artigos 14.º ao 16.º do mesmo diploma legal, com vista ao seu devido licenciamento.”--- A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Sr. Presidente que concedeu a licença especial de ruido para o dia e horário solicitado. ---

Deliberação nº 15

Pedido de licença especial de ruido Zona J Café Cervejaria e Bar, Lda.

Foi presente um requerimento da Zona J Café Cervejaria e Bar, Lda, solicitando licença especial de ruido ao abrigo do artigo 15º do Decreto-Lei 9/2007 de 17 de janeiro, para realização de música ao vivo, karaoke e música ambiente no Bar zona J, em Ferragudo, nos dias 1, 3, 5, 6, 7, 8, 12, 13, 14, 15 e 17 de setembro, das 21.00 às 00.45 horas. --- Sobre o assunto foi prestado pelo Técnico Superior Bruno Gonçalves o parecer nº 12141 que é do seguinte teor: --- “Após atenta análise ao solicitado por Zona J Café Cervejaria e Bar Lda, através de requerimento registado com o número 12141 de 17/08/2016, cumpre-me informar o seguinte: --- 1. O requerente solicita a concessão de uma Licença Especial de Ruído ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), para a realização de Música ao Vivo, Karaoke e musica ambiente, no Bar Zona J, em Ferragudo, nas datas referidas no respetivo requerimento e no horário entre as 21h00 e as 00h45;

(15)

2. De acordo com as alíneas a) e b) do artigo 3.º do R.G.R., entende-se por:

a. “Atividade Ruidosa Permanente” – a atividade desenvolvida com carácter permanente, ainda que sazonal, que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, designadamente laboração de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços;

b. “Atividade Ruidosa Temporária” – a atividade que, não constituindo um ato isolado, tenha carácter não permanente e que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, tais como obras de construção civil, competições desportivas, espetáculos, festas ou outros divertimentos, feiras e mercados;---

3. Da análise realizada ao atual pedido, considera-se que a atividade ruidosa em causa não assume inteiramente um carácter esporádico. No entanto, e atendendo à época Alta já em curso e ao facto da atividade se desenvolver em zona de esplanada, poderá considerar-se que o pedido apresentado se inclui na tipologia de Atividade Ruidosa Temporária se o mesmo cumprir os requisitos da alínea a) do próximo número 4;---

4. Dessa forma, e atendendo ao Parecer n.º16157 de 30/12/2011 emitido pelo Gabinete Jurídico e relativo à “Articulação entre o Regime Jurídico de Licenciamento de recintos e o Regulamento Geral do Ruído”, considera-se o seguinte: ---

a. À atividade em causa poderá ser concedida uma Licença Especial

de Ruído, nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 9/2007 de

Janeiro – Regulamento Geral de Ruído (R.G.R.), entre as 21h00 e as

24h00, desde que sejam cumpridas as seguintes medidas de

prevenção e redução do ruído provocado pela atividade autorizada:

1. Limitar o nível de ruído aos limites impostos no

Regulamento Geral do Ruído, nomeadamente no número 5 do Artigo 15.º, durante todo o horário aprovado, de modo a

minimizar o tempo de exposição de cada indivíduo que permaneça nas imediações do local onde decorre a atividade suscetível de produzir ruído nocivo ou incomodativo;---

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2. As colunas de som deverão ser, obrigatoriamente, colocadas nas extremidades da área licenciada de esplanada e direcionadas para o estabelecimento e interior desse mesmo espaço, de forma a conter, ao máximo, o som produzido pela atividade ruidosa em causa, na área da esplanada do estabelecimento;---

3. O não cumprimento de qualquer das alíneas acima referidas, implica a interrupção automática da Licença Especial de Ruído;

4. Caso venha a surgir alguma reclamação relativa ao ruído proveniente da atividade em causa, a primeira será alvo de devida avaliação e poderá, ou não, consoante o resultado dessa mesma avaliação, resultar na interrupção da Licença emitida. Caso surjam posteriores reclamações similares, a interrupção da Licença será automática;---

b. Por outro lado, este local integrará a classificação de “recinto improvisado”, de acordo com o n.º 2 do Artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 268/2009 de 29 de Setembro, pelo que deverão ser seguidos os trâmites previstos nos artigos 14.º ao 16.º do mesmo diploma legal, com vista ao seu devido licenciamento;--- A Câmara deliberou, por unanimidade, conceder a licença especial de ruido para os dias e horário solicitado nas condições do parecer do Técnico. ---

Deliberação nº 16

Pedido de pagamento de fatura de água em prestações Inácio Manuel Bentes Raposo

Foi presente um requerimento do signatário em epígrafe solicitando o pagamento da fatura de água do mês de julho/2016, no valor de 236,42 €em 10 prestações mensais, pelas razões que invoca. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, autorizar o pagamento da fatura em 6 prestações mensais e sucessivas. ---

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Pedido de autorização para efetuar a descida pela rampa da Nossa Senhora da Encarnação

Algarve Tuk Group

Foi presente uma carta do “Algarve Tuk Group”, que efetua passeios turísticos pelo concelho de Lagoa, solicitando autorização para circular de Tuk Tuk pela Rampa da Nossa Senhora da Encarnação, em Carvoeiro. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o pedido. ---

Deliberação nº 18

Transferência de habitação – Bairro Municipal de Porches – Bloco G – 2º Dto.

Suleimane Djaló

Relativamente ao assunto em epígrafe, foi presente a informação nº 11254 da dirigente Intermédio de 3º grau, Carla Silva, que é do seguinte teor: --- “No âmbito do assunto supracitado cumpre-nos informar que o arrendatário em causa apresentou um requerimento a solicitar a mudança de habitação, do Bairro Municipal de Porches – Bloco G - 2º Dto, tipologia T1, para um fogo de tipologia superior, em virtude do agregado passar a ser constituído por 6 pessoas com a chegada de três filhas da República da Guiné Bissau, duas das quais menores de idade (gémeas de dez anos). --- (…) Este agregado salienta que as duas filhas gémeas e a filha mais velha aguardam somente os vistos para a viagem que se prevê brevemente, para as menores iniciarem o próximo ano letivo já em Portugal. --- Foi ainda mencionado pelo requerente que uma das gémeas tem problemas de saúde congénitos, sendo também este um dos motivos da sua vinda para Portugal, de forma a assegurar os cuidados de saúde necessários para uma melhor qualidade de vida da criança. --- Neste sentido e avaliada a situação, verifica-se que de facto a tipologia do fogo não é adequada ao agregado e não reúne condições para a estabilidade emocional e adequada ao seu desenvolvimento integral para receber as filhas, com vários fatores de risco associados, nomeadamente não disporem de um espaço próprio. --- De acordo com o nº1 do artigo 16º da Lei nº81/2014 de 19 de dezembro que prevê a atribuição de outra habitação nos casos de desadequação da tipologia ao agregado familiar, somos a propor salvo melhor opinião, a transferência deste agregado familiar

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para o fogo de tipologia T3, sito no Bairro Municipal Jacinto Correia Lote 10 - R/c – Direito - Carvoeiro. --- Importa referir que este agregado não possui divida de renda. --- Mais se informa que a renda prevista para a habitação pretendida é de €93,00 (noventa e três euros) de acordo com folha de cálculo em anexo e calculada ao abrigo do artigo 21º da Lei nº. 81/2014 de 19 de dezembro.

Face ao exposto e atendendo aos fatores referidos, somos a propor a transferência do agregado familiar da habitação onde se encontra para a habitação de tipologia T3 acima mencionada. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o pedido de transferência para o fogo de tipologia T3, sito no Bairro Municipal Jacinto Correia, Lote 10 – R/C- Direito, com uma renda mensal no valor de 93,00 €. ---

Deliberação nº 19

Transferência de habitação – Bairro Municipal de Porches – Bloco C R/C Esq., Porches

Rute Isabel Fernandes Almeida

Relativamente ao assunto em epígrafe foi presente a informação nº 12131, da Dirigente Intermédio de 3º Grau Carla Silva que é do seguinte teor: --- “No âmbito do assunto supracitado cumpre-nos informar que a arrendatária em causa apresentou um requerimento a solicitar a mudança de habitação, do Bairro Municipal de Porches para o Bairro Municipal Jacinto Correia. --- Este agregado familiar reside no Bairro Municipal de Porches e solicitam alteração para o fogo sito no Bairro Municipal Jacinto Correia Lote 7 B - Carvoeiro. --- O mesmo agregado solicita a mudança, uma vez que os pais da arrendatária residem no Bairro Municipal Jacinto Correia Lote 7 A – Carvoeiro e segundo a mesma refere, apresentam um estado de saúde muito debilitado, necessitando de cuidados permanentes por parte da filha, Rute Almeida. --- Esta Unidade tem conhecimento da fragilidade ao nível físico e psíquico sobretudo da mãe da arrendatária, uma vez que a mesma já sofreu um acidente vascular cerebral e ficou com sequelas ao nível motor. --- Importa referir que este agregado não possui divida de renda. ---

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Mais se informa que a renda prevista para a habitação pretendida é de €4,19 (quatro euros e dezanove cêntimos) de acordo com folha de cálculo em anexo e calculada ao abrigo do artigo 21º da Lei nº. 81/2014 de 19 de dezembro. --- Face ao exposto e atendendo aos fatores referidos e de acordo com o nº1 do artigo 16º da Lei nº81/2014 de dezembro que prevê a atribuição de outra habitação nos casos de necessidade de desocupação da mesma por razões de gestão do seu parque habitacional, somos a propor salvo melhor opinião, a transferência deste agregado familiar do Bairro Municipal de Porches Bloco C – R/C ESQ. - Porches para o fogo de tipologia T3, sito no Bairro Municipal Jacinto Correia Lote 7 B -

Carvoeiro, que de momento se encontra devoluto. ---

A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o pedido. ---

Deliberação nº 20

Transferência de habitação – Bairro Municipal Jacinto Correia – Lote 10 R/C Dto, Carvoeiro

João Paulo de Vale Pérolas Mariano

Relativamente ao assunto em epígrafe foi presente a informação nº 12132, da dirigente Intermédio de 3º Grau Carla Silva que é do seguinte teor: --- “No âmbito do assunto supracitado cumpre-nos informar que o arrendatário em causa apresentou um requerimento a solicitar a mudança de habitação, do Bairro Municipal Jacinto Correia para o Bairro Municipal de Porches. --- Este agregado familiar reside no Bairro Municipal Jacinto Correia Lote 10 R/C Dto - Carvoeiro e solicitam alteração para o fogo sito no Bairro Municipal de Porches Bloco C - R/c Esq. - Porches. --- O núcleo familiar, acima descrito subsiste com o valor dos abonos familiares dos dois filhos menores. Pretendem requerer a Prestação Pecuniária do Rendimento Social de Inserção, uma vez que o João Mariano se encontra penalizado até agosto de 2016, no âmbito desta medida por falta a uma convocatória, inserida numa das medidas do contrato de NLI (Núcleo Local de Inserção). --- O João Mariano tem efetuado procura ativa de emprego, por forma a estabilizar a situação económica do seu agregado e encontra-se inscrito no curso do IEFP de Competências Básicas para adquisição de mais habilitações. Prevê-se o início do curso em outubro de 2016. ---

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Têm sido apoiados pontualmente no âmbito da medida social promovida pelo Município de Lagoa – Fundo de Emergência Social. ---

O agregado familiar solicita a mudança de habitação uma vez que anteriormente já residiu no Bairro Municipal de Porches, mas devido a conflitos familiares com os sogros foi necessário o desdobramento deste agregado familiar, em concordância com o artigo 14º da Lei nº 81/2014 de 19 de dezembro, para o Bairro Municipal Jacinto Correia em Carvoeiro. --- Atendendo ao facto de terem residido em Porches, referem os mesmos, que os filhos têm relações de proximidade e identidade com o local, sendo que pretendem inscrever o filho mais velho no Jardim de Infância de Porches, onde já existem figuras de referência para a criança e para além disso não existe necessidade de deslocação em transporte para este percurso. --- Ainda relativamente à relação familiar conflituosa anteriormente existente, aquando da coabitação com os sogros, esta não ficaria afetada uma vez que estes, cuja arrendatária é Rute Isabel Fernandes Almeida, consciente do perigo proveniente da proximidade da família e também dos problemas de saúde dos pais, solicitou transferência para o Bairro Municipal Jacinto Correia em Carvoeiro. --- Importa referir que este agregado não possui divida de renda. --- Mais se informa que a renda prevista para a habitação pretendida é de €4,19 (quatro euros e dezanove cêntimos) de acordo com folha de cálculo em anexo e calculada ao abrigo do artigo 21º da Lei nº. 81/2014 de 19 de dezembro. --- Face ao exposto e atendendo aos fatores referidos e de acordo com o nº1 do artigo 16º da Lei nº81/2014 de 19 de dezembro, que prevê a atribuição de outra habitação nos casos de necessidade de desocupação da mesma por razões de gestão do seu parque habitacional, somos a propor salvo melhor opinião, a transferência deste agregado familiar do Bairro Municipal Jacinto Correia Lote 10 – R/c Dto -

Carvoeiro para o fogo de tipologia T3, sito no Bairro Municipal de Porches Bloco C – R/C ESQ. - Porches, o qual irá vagar com a transferência da arrendatária Rute

Isabel Fernandes Almeida. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o pedido. ---

Deliberação nº 21

Alteração da titularidade do contrato de arrendamento – Bloco K – R/C Dtº - Bairro Municipal de Porches

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Irene Garcia Emidio

Relativamente ao assunto em epígrafe foi presente a informação nº 8685 da Técnica Superior Ana Marta Charneco que é do seguinte teor: --- Conforme requerimento apresentado pela Sra. Irene Garcia Emídio, esposa do arrendatário da fração designada pelo Bolco K - R/C Direito, sito no Bairro Municipal de Porches, vem a mesma comunicar o falecimento do seu esposo no dia 25 de Maio de 2016 e requerer a alteração da titularidade do contrato de arrendamento. --- Neste sentido, cumpre-nos expender o seguinte: --- a) Trata-se de uma habitação social propriedade do município de Lagoa de tipologia T2, arrendada em sob o regime de renda apoiada com uma renda mensal de € 87,00 (oitenta e sete euros), determinado ao abrigo do disposto no artigo 21º da Lei n.º 81/2014 de 19 de dezembro.--- b) Aquando do realojamento do Bairro Municipal de Porches (junho 2005), a habitação foi entregue ao agregado familiar de José Emídio Garcia constituído pelo próprio e esposa Irene Garcia Emídio;--- a) Em Abril de 2016, existiu um acréscimo de quatro elementos ao agregado familiar – filho, nora e dois netos, e por tal, e face ao aumento de rendimentos, foi deliberado por esta Câmara Municipal na reunião de 3 de maio o reajustamento da renda mensal.--- Face ao atrás exposto, e conforme o disposto nos nº 1 e nº 2 do art.º 1106.º Código Civil alterado e republicado pela Lei nº 31/2012 de 14/08 que prevê que “ … a posição do arrendatário transmite-se, em igualdade de circunstâncias, sucessivamente para o cônjuge sobrevivo ou pessoa que, com o falecido, vivesse em união de facto, para o parente ou afim mais próximo ou de entre estes para o mais velho entre as restantes pessoas que com ele residissem em economia comum há mais de um ano”,, é nosso parecer, salvo douta opinião em contrário, o deferimento da alteração da

titularidade do contrato de arrendamento para a esposa do ex arrendatário – Sra. Irene João do Carmo e a atualização da renda mensal do fogo para o valor de € 15,00 (quinze euros), determinada ao abrigo do disposto no artigo 21º da Lei n.º

81/2014 de 19 de dezembro, conforme folha de calculo em anexo --- A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o pedido de alteração da titularidade do contrato de arrendamento para a esposa do ex arrendatário – Sra. Irene João do Carmo e atualizar a renda mensal do fogo para o valor de 15,00 €. ---

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Protocolo de colaboração com o Agrupamento de Escolas Rio Arade – verbas de funcionamento das Escolas EB1 e Jardins de Infância

Foi presente a minuta do Protocolo em epígrafe que é do seguinte teor: --- “O Agrupamento de Escolas Rio Arade, constituído nos termos do Decreto-Lei nº. 115-A/97, de 4 de maio e, por despacho proferido em 25 de junho de 2010 pelo senhor Secretário de Estado da Educação, nos termos conjugados dos art.ºs 6º e 7º, do Decreto-Lei nº. 75/2008, de 22 de abril e da Resolução do Conselho de Ministros nº. 44/2010, de 14 de junho, integra a Escola Básica Rio Arade – Parchal, sede do Agrupamento, Escola Básica Professor João Cónim – Estômbar, Escola Básica de Estômbar, Escola Básica de Ferragudo, Escola Básica de Mexilhoeira, Escola Básica de Parchal e Jardins de Infância de Estômbar e Parchal - 2. --- Para a atribuição das verbas relativas às despesas com Material de Desgaste, Higiene, Limpeza e Expediente e Telefones das Escolas Básicas de Estômbar, Ferragudo, Mexilhoeira e Parchal e Jardins de Infância de Estômbar e Parchal – 2, por forma a garantir o bom funcionamento dos estabelecimentos de educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico durante o ano letivo de 2016/2017, celebra-se entre o

MUNICÍPIO DE LAGOA e a AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RIO ARADE, o presente protocolo:

OUTORGANTES:

PRIMEIRO OUTORGANTE:

O MUNICÍPIO DE LAGOA, pessoa coletiva de direito público, com NIPC 506 804 240,

com sede na Freguesia e Concelho de Lagoa, representada neste ato pelo Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Francisco José Malveiro Martins, conforme deliberação de __/___/2016. ---

S

EGUNDO

O

UTORGANTE

:

O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RIO ARADE, organismo da administração pública, com

NIPC 600 084 140, com sede na Rua da Escola, 8400-615 Parchal, Concelho de Lagoa, representado neste ato pela Diretora, Ana Cristina Tiago Martins.

É livremente, de boa-fé e aceite pelas partes a celebração do presente protocolo, com as seguintes Cláusulas: ---

CLÁUSULA 1ª

O primeiro outorgante compromete-se a conceder ao segundo outorgante, no presente ano letivo, a verba total de 15 660,95 € (quinze mil, seiscentos e sessenta euros e noventa e cinco cêntimos), para Material de Desgaste dos Jardins de Infância de

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Estômbar e Parchal – 2 e Escolas Básicas de Estômbar, Ferragudo, Mexilhoeira e Parchal, conforme afetação para aquisições/despesas expressa na grelha em anexo 1.

CLÁUSULA 2ª

O primeiro outorgante compromete-se a conceder ao segundo outorgante, a verba total de 10 313,82 € (dez mil, trezentos e treze euros e oitenta e dois cêntimos), destinada a Higiene, Limpeza e Expediente dos Jardins de Infância de Estômbar e Parchal – 2 e Escolas Básicas de Estômbar, Ferragudo, Mexilhoeira e Parchal, conforme afetação para aquisições/despesa expressa na grelha em anexo 2. ---

CLÁUSULA 3ª

O primeiro outorgante compromete-se a conceder ao segundo outorgante, a verba total de 8 583,12 € (oito mil, quinhentos e oitenta e três euros e doze cêntimos), para pagamento dos Telefones instalados nos Jardins de Infância de Estômbar e Parchal – 2 e Escolas Básicas de Estômbar, Ferragudo, Mexilhoeira e Parchal, conforme afetação para despesas expressa na grelha em anexo 3. ---

CLÁUSULA 4ª

As verbas expressas individualmente em cada uma das cláusulas 1ª., 2ª. e 3ª. totalizam o valor anual de 34 557,89 € (trinta e quatro mil, quinhentos e cinquenta e sete euros e oitenta e nove cêntimos) e serão transferidas por períodos letivos, de acordo com a seguinte repartição: ---

Ano de 2016

13.823,15 € (treze mil, oitocentos e vinte e três euros e quinze cêntimos - no 1º.

Período Letivo, de acordo com o anexo 4; ---

Ano de 2017

10 367,37 € (dez mil, trezentos e sessenta e sete euros e trinta e sete cêntimos - no

2º. Período Letivo, de acordo com o anexo 5; ---

10 367,37 € (dez mil, trezentos e sessenta e sete euros e trinta e sete cêntimos - no

3º. Período Letivo, de acordo com o anexo 6. --- CLÁUSULA 5ª

O segundo outorgante compromete-se a aplicar a totalidade do valor das verbas recebidas relativas a cada estabelecimento de educação/ensino - Jardins-de-infância e Escolas Básicas do 1º. Ciclo do Agrupamento e para o fim a que se destinam.---

CLÁUSULA 6ª

1. O segundo outorgante compromete-se a enviar ao primeiro outorgante uma

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rúbricas para as quais se destinam e respeitantes a cada um dos estabelecimentos de educação/ensino - Jardins-de-infância e Escolas Básicas do 1º. Ciclo do Agrupamento.---

2. A declaração referida no ponto 1. deverá ser enviada ao primeiro outorgante até ao final do período letivo respeitante.---

CLÁUSULA 7ª

Os encargos resultantes deste protocolo têm o número sequencial de compromisso _________ e serão satisfeitos pelas dotações inseridas no orçamento municipal com a classificação 04/04.03.05. ---

CLÁUSULA 8ª

O segundo outorgante compromete-se a respeitar os termos do Código de Ética defendido pelo Município de Lagoa (Algarve). ---

CLÁUSULA 9ª

O não cumprimento das condições expressas no presente protocolo, aceites pelos outorgantes, constituirá, qualquer das partes na faculdade de utilizar os mecanismos legais competentes para a resolução do caso que se suscite. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, concordar com a celebração do protocolo e aprovar a respetiva minuta, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58938. ---

Deliberação nº 23

Protocolo de Colaboração com o Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira – Verbas de funcionamento das escolas EB1 e Jardins de Infância - Ano letivo de 2016/2017

Foi presente a minuta do Protocolo em epígrafe que é do seguinte teor: --- “O Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira constituído por despacho de 25 de Junho de 201º, do Senhor Secretário de Estado da Educação nos termos conjugados dos artºs 6º e 7º, do Decreto-Lei nº. 75/2008, de 22 de Abril e da Resolução do Conselho de Ministros nº. 44/2010, de 14 de Junho, integra a Escola Secundária Padre António Martins de Oliveira, sede do agrupamento, a Escola Básica Jacinto Correia, a Escola Básica e Carvoeiro, a Escola Básica de Lagoa, a Escola Básica de Porches e Jardim de Infância de Carvoeiro. --- Para a atribuição das verbas relativas às despesas com Material de Desgaste, Higiene, Limpeza e Expediente e Telefones das Escolas Básicas de Carvoeiro, Lagoa

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e Porches e Jardim-de-infância de Carvoeiro por forma a garantir o bom funcionamento dos estabelecimentos de educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico durante o ano letivo de 2016/2017, celebra-se entre o MUNICÍPIO DE LAGOA e o

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PADRE ANTÓNIO MARTINS DE OLIVEIRA, o presente protocolo: ---

OUTORGANTES:

P

RIMEIRO

O

UTORGANTE

:

OMUNICÍPIO DE LAGOA, pessoa coletiva de direito público com NIPC 506 804 240, com sede na Freguesia e Concelho de Lagoa, representada neste ato pelo Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Francisco José Malveiro Martins, conforme deliberação de __/___/2016. ---

SEGUNDO OUTORGANTE:

O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PADRE ANTÓNIO MARTINS DE OLIVEIRA, organismo da

administração pública com o NIPC 600 084 094, com sede em Rua Carlos Boto, Bairro CHE Lagoense, 8400 – 999 Lagoa, Freguesia e Concelho de Lagoa, representado neste ato pelo Diretor, Eduardo José de Brito Luís; --- É livremente, de boa-fé e aceite pelas partes a celebração do presente protocolo, com as seguintes Cláusulas: ---

CLÁUSULA 1ª

O primeiro outorgante compromete-se a conceder ao segundo outorgante a verba total de 14. 517,60 € (catorze mil, quinhentos e dezassete euros e sessenta cêntimos), para

Material de Desgaste do Jardim de Infância de Carvoeiro e das Escolas Básicas de Carvoeiro, Lagoa e Porches, conforme afetação para aquisições/despesas expressa na grelha em anexo 1. ---

CLÁUSULA 2ª

O primeiro outorgante compromete-se a conceder ao segundo outorgante, a verba total de 9.710,08 € (nove mil, setecentos e dez euros e oito cêntimos), destinada a

Higiene, Limpeza e Expediente do Jardim de Infância de Carvoeiro e das Escolas Básicas de Carvoeiro, Lagoa e Porches, conforme afetação para aquisições/despesas expressa na grelha em anexo 2. ---

CLÁUSULA 3ª

O primeiro outorgante compromete-se a conceder ao segundo outorgante, a verba total de 8.794,20 € (oito mil, setecentos e noventa e quatro euros e vinte cêntimos), para pagamento dos Telefones instalados no Jardim de Infância de Carvoeiro e nas

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Escolas Básicas de Carvoeiro, Lagoa e Porches, conforme afetação para despesas expressa na grelha em anexo 3. ---

CLÁUSULA 4ª

As verbas expressas individualmente em cada uma das cláusulas 1ª., 2ª. e 3ª. totalizam o valor de 33.021,88 € (trinta e três mil e vinte e um euros e oitenta e oito cêntimos), e serão transferidas por períodos letivos, de acordo com a seguinte repartição: ---

Ano de 2016

13.208,76 € (treze mil, duzentos e oito euros e setenta e seis cêntimos - no 1º. Período

Letivo, de acordo com o anexo 4; ---

Ano de 2017

19.813,12 € (dezanove mil, oitocentos e treze euros e doze cêntimos), sendo: ---

No 2º. Período Letivo - 9.906,56 € (nove mil, novecentos e seis euros e cinquenta e seis cêntimos, de acordo com o anexo 5; --- E no 3º. Período Letivo- 9.906,56 € (nove mil, novecentos e seis euros e cinquenta e seis cêntimos, de acordo com o anexo 6. ---

CLÁUSULA 5ª

O segundo outorgante compromete-se a aplicar a totalidade do valor das verbas recebidas relativas a cada estabelecimento de educação/ensino - Jardim-de-infância e Escolas Básicas - do Agrupamento de Escolas e para o fim a que se destinam. ---

CLÁUSULA 6ª

O segundo outorgante compromete-se a enviar ao primeiro outorgante uma

declaração comprovando a aplicação da totalidade das respetivas verbas nas rúbricas

para as quais se destinam e respeitantes a cada um dos estabelecimentos de educação/ensino - Jardins-de-infância e Escolas Básicas do 1º. Ciclo do Agrupamento. 1. A declaração referida no ponto 1. deverá ser enviada ao primeiro outorgante até ao

final do período letivo respeitante.

CLÁUSULA 7ª

Os encargos resultantes deste protocolo têm o número sequencial de compromisso

……….. e serão satisfeitos pelas dotações inseridas no orçamento municipal com a

seguinte classificação: 04/04.03.05. --- CLÁUSULA 8ª

O segundo outorgante compromete-se a respeitar os termos do Código de Ética defendido pelo Município de Lagoa (Algarve). ---

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CLÁUSULA 9ª

O não cumprimento das condições expressas no presente protocolo, aceites pelos outorgantes, constituirá, qualquer das partes na faculdade de utilizar os mecanismos legais competentes para a resolução do caso que se suscite. --- A Câmara deliberou, por unanimidade, concordar com a celebração do Protocolo e aprovar a respetiva minuta, cujo encargo financeiro foi cabimentado sob o nº 58936. ---

Deliberação nº 24

Protocolo de colaboração com o Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira – Financiamento do Refeitório Escolar Escola Básica de Lagoa – Ano letivo de 2016/2017

Foi presente a minuta do protocolo em epígrafe que é do seguinte teor: --- “A Ação Social Escolar, enquanto modalidade de apoios e complementos educativos, no sentido de assegurar o exercício efetivo do direito ao ensino e à igualdade de oportunidades e sucesso escolar, a sua atribuição e funcionamento regem-se pelos princípios da equidade, da discriminação positiva e da solidariedade social. --- Considerando que, nos termos do lei n.º 55/2009, de 2 de março, do decreto-lei n.º1442008, de 28 de julho, e da demais legislação que regula as respetivas áreas de competência, a responsabilidade pela prestação dos apoios no âmbito da ação social escolar é partilhada entre a administração central e os municípios; --- Considerando que, nos termos da lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico de transferência das competências do Estado para as autarquias locais e o disposto no despacho nº 8452-A/2015, de 31 de julho, que regula as condições de aplicação das medidas de ação social escolar, o fornecimento de refeições escolares a crianças que frequentam a educação pré-escolar e a alunos do 1.º ciclo do ensino básico é uma competência dos municípios; --- Considerando que, nos termos do Acordo de Colaboração para o desenvolvimento do Programa de Expansão e Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar; cabe aos municípios apoiar a educação pré-escolar e promover as atividades de apoio à família que integram atividades socioeducativas, designadamente o fornecimento de refeições; --- Considerando que o Contrato Programa estabelecido entre o Município de Lagoa e a Direção de Serviços da Região Algarve preconiza a generalização do fornecimento de refeições a todos os alunos do 1º. Ciclo do ensino básico; ---

(28)

Considerando que nos termos do decreto-lei nº. 399-A/84 de 28 de dezembro, que regula a transferência para os municípios das competências em matéria de ação social no domínio dos refeitórios escolares, determina que compete à Câmara Municipal deliberar sobre a atribuição da responsabilidade direta da gestão dos refeitórios escolares aos órgãos diretivos dos respetivos estabelecimentos de ensino; --- Para a gestão do funcionamento do refeitório escolar da EB de Lagoa, durante o ano letivo de 2016-2017, de modo a serem confecionadas e servidas as refeições escolares às crianças da educação pré-escolar, aos alunos do 1.º ciclo, pessoal docente e não decente do estabelecimento de ensino, celebra-se entre o Município de Lagoa e o Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira o presente protocolo: ---

OUTORGANTES:

PRIMEIRO OUTORGANTE:

OMUNICÍPIO DE LAGOA, pessoa coletiva de direito público com NIPC 506 804 240, com

sede na Freguesia e Concelho de Lagoa, representada neste ato pelo Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Francisco José Malveiro Martins, conforme deliberação de __/___/2016. ---

SEGUNDO OUTORGANTE:

O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PADRE ANTÓNIO MARTINS DE OLIVEIRA, organismo da

administração pública com o NIPC 600 084 094, com sede em Rua Carlos Boto, Bairro CHE Lagoense, 8400 – 999 Lagoa, Freguesia e Concelho de Lagoa, representado neste ato pelo Diretor, Eduardo José de Brito Luís; --- É livremente, de boa-fé e aceite pelas partes a celebração do presente protocolo, com as seguintes Cláusulas: ---

CLÁUSULA 1ª

O presente protocolo tem como objetivo garantir o fornecimento de refeições escolares às crianças de educação pré-escolar, aos alunos do 1.º ciclo da Escola EB de Lagoa e ao pessoal docente e discente do respetivo estabelecimento de educação e ensino, no âmbito da gestão partilhada do refeitório escolar. ---

CLÁUSULA 2ª

As partes comprometem-se a assegurar uma estreita colaboração com vista ao mais correto acompanhamento e execução da vertente do protocolo. ---

CLÁUSULA 3ª

O primeiro outorgante compromete-se a: ---

(29)

b)

Adquirir todo o equipamento básico conducente ao bom funcionamento do Refeitório Escolar (mobiliário, eletrodomésticos, utensílios de cozinha).---

c)

Pagar as despesas com a água, eletricidade, telefone e internet.---

d)

Disponibilizar a verba correspondente à comparticipação nas refeições servidas, nos prazos acordados, de acordo com o previsto na cláusula 5ª;---

e)

Disponibilizar a verba necessária para outras despesas (gás, produtos de limpeza e material de apoio ao serviço das refeições, etc.), de acordo com o previsto na cláusula 6.ª;---

f)

Disponibilizar as ementas mensais elaboradas por técnico de nutrição e dietética;

g)

Implementar o Sistema de Controlo de Higiene e Segurança Alimentar (HACCP-GEST).---

h)

Garantir o controlo de pragas que consiste na desbaratização e desratização dos espaços;---

i)

Garantir a manutenção dos espaços e equipamentos.---

CLÁUSULA 4ª

O segundo outorgante compromete-se a: ---

a)

Adquirir os produtos alimentares em perfeito estado de salubridade e de boa qualidade necessários à confeção das refeições escolares, de acordo com as disposições emanadas na Circular nº.: 3/DSEEAS/DGE/ 2013; ---

b)

Confecionar e servir as refeições escolares a todos os alunos, pessoal docente e discente, de segunda a sexta-feira, nos períodos de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, durante a vigência do presente protocolo, em tempo e com a quantidade e qualidade exigidas, de acordo com as normas aplicáveis e a legislação em vigor, ---

c)

As refeições servidas nos refeitórios escolares deverão respeitar as ementas elaboradas pela técnica de nutrição e dietética com base na Lista dos Alimentos Autorizados (Anexo 1) e as Capitações previstas (Anexo 2) da Circular nº.: 3/DSEEAS/DGE/ 2013 e aprovadas pela direção do agrupamento de escolas; ---

d)

Garantir que, pelo menos uma vez por semana, uma refeição seja confecionada com pescado fresco;---

e)

Servir as refeições de dietas alimentares especiais, comprometendo-se a confecioná-las de acordo com o prescrito no respetivo atestado médico; ---

f)

Proceder à aquisição de todos os consumíveis necessários para o funcionamento pleno do refeitório e do serviço de refeições;---

(30)

g)

Proceder à higienização e distribuição da fruta escolar aos alunos do 1º. Ciclo, duas vezes por semana, fornecida pelo primeiro outorgante;---

h)

Garantir que os vários espaços do refeitório escolar, equipamentos e utensílios de cozinha e do serviço de refeições sejam mantidos em boas condições de manutenção e higienização;---

i)

Garantir o cumprimento das regras de HACCP;---

j)

Adquirir os produtos de higiene e limpeza apropriados para utilização nos refeitórios, de acordo com as normas de higiene e segurança;---

k)

Assegurar a reciclagem dos desperdícios resultantes das matérias utilizadas;---

l)

Assegurar a gestão e avaliação de desempenho do pessoal do município afeto ao refeitório escolar.---

CLÁUSULA 5ª

O primeiro outorgante compromete-se a atribuir ao segundo outorgante um subsídio através duma comparticipação correspondente a 1,68 € (um euro e sessenta e oito cêntimos) por refeição servida durante o ano letivo de 2016-2017, abrangendo um máximo de 422 alunos, deduzido o valor pago por estes, de acordo com a legislação em vigor em matéria de ação social escolar, até ao valor anual de 71 376,62 € (setenta e um mil trezentos e setenta e seis euros e sessenta e dois cêntimos) conforme consta do ponto 1 do mapa de cálculo em anexo 1 e de acordo com a seguinte repartição: ---

Ano de 2016

- 1º Período Letivo, 1ª Fatia, no valor de 32 050,31 € (trinta e dois mil e cinquenta euros e trinta e um cêntimos), conforme consta do ponto 1 do mapa de cálculo em anexo 2.

Ano de 2017

- 2º Período Letivo, 2ª Fatia, até ao valor 22 856,76 € (vinte e dois mil, oitocentos e cinquenta e seis euros e setenta e seis cêntimos), conforme consta no ponto 1 do mapa de cálculo em anexo 3;

- 3º Período Letivo, 3ª Fatia, até ao valor de 16 469,55 € (dezasseis mil, quatrocentos e sessenta e nove euros e cinquenta e cinco cêntimos), conforme consta no ponto 1 do mapa de cálculo em anexo 4.

CLÁUSULA 6ª

O primeiro outorgante compromete-se a atribuir ao segundo outorgante um subsídio destinado às outras despesas (ex.: gás, produtos de higiene e limpeza e consumíveis de apoio ao serviço de refeições) através duma comparticipação correspondente a

0,08 € (oito cêntimos) por refeição servida, durante o ano letivo de 2016-2017, até ao

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